Ecotecnologia Archive

Exigências para eficiência de eletrodomésticos vai aumentar

Inmetro avisou que vai rever os níveis de classificação de eficiência energética dos aparelhos eletrônicos; expectativa é que metade perca a classificação máxima

As novas classificações serão válidas para geladeiras, fogões, fornos e ar-condicionado

A partir de janeiro de 2013, apenas cerca de 40% dos eletrodomésticos fabricados no país permanecerão com a classificação A, que indica maior eficiência energética, do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Atualmente, 80% estão nessa categoria. A redução será consequência da revisão dos níveis de eficiência, que está sendo feita pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) do instituto. A revisão abrange geladeiras, fogões, fornos e ar-condicionado.

De acordo com o Inmetro, o consumidor será o maior beneficiado com a reclassificação, ao trocar aparelhos de baixa eficiência por aqueles de menor consumo. A economia na conta de luz pode ultrapassar R$ 600 por ano, se for considerada a quantidade de aparelhos em uma casa.

“Por ano, o consumidor pode economizar cerca de R$ 120 ao optar pelo condicionador de ar mais eficiente. Ou seja, considerando o tempo de vida útil do produto, em uma década estará comprando outro novo com o que economizou na utilização diária”, estima o coordenador do programa, Marcos Borges.

Dentro da nova classificação de eficiência, os eletrodomésticos terão que consumir entre 3% e 5% menos energia para receber a nota máxima de avaliação. Além disso, produtos da atual Classe E não poderão mais ser comercializados a partir de 2013. “O Inmetro faz periodicamente revisões dos programas, induzindo a indústria a implementar melhorias nos aparelhos, que vão subindo gradativamente na faixa de etiquetagem”, explica Borges.

O programa foi criado em 1984, para promover a fabricação de produtos mais econômicos e de menor impacto ambiental, que são etiquetados com a classificação de A a E. Desde então, somente os refrigeradores e condicionadores de ar mais eficientes já proporcionaram uma economia de pelo menos R$ 2,4 bilhões nas contas de energia da população, segundo cálculo do Inmetro.

Os produtos mais eficientes em cada categoria recebem o selo Procel e Conpet, da Eletrobras e da Petrobras, respectivamente. O primeiro premia os equipamentos elétricos e o segundo, os que consomem gás.

Fonte – Portal Exame de 01 de fevereiro de 2012

O ideal é sempre melhorar a eficiência dos aparelhos que usem eletricidade para não ter que construir novas usinas para gerar mais e mais energia, conforme aumenta o consumo.

Se tem uma situação que está se arrastando é a das lâmpadas incandescentes, que no começo do século já foram banidas de vários países e aqui nada acontece. Simplesmente tem que ser proibidas porque consomem muito mais e duram muito menos do que uma lâmpada fluorescente ou LED. Uma lâmpada incandescente gasta 80% menos que uma fluorescente e dura 20 vezes mais. A LED dura ainda mais e gasta ainda menos do que as duas primeiras. E as lâmpadas correspondem a 25% do valor da fatura de eletricidade.

O mesmo vale para aparelhos que utilizem água, como chuveiros, torneiras, vaso sanitário, que devem ter sua eficiência melhorada para evitar a falta de água.

Diminuir o consumo é um dos 5Rs.

It is sun-believable – pesquisadores criam tinta capaz de captar energia solar

Muitas residências e prédios comerciais já adotaram alternativas sustentáveis para terem energia elétrica como os painéis solares, que captam energia do sol. Os painéis solares se tornaram razoavelmente comuns, mas ainda assim são muito caros. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade de Notre Dame (que apesar do nome fica nos Estados Unidos), desenvolveram uma tinta para paredes capaz de captar energia solar, a Sun-Believable.

A tinta, que utiliza partículas semicondutoras para produzir energia, é uma opção barata para transformar uma residência inteira em um grande ‘painel’ de energia solar.

Os pesquisadores iniciaram o projeto com a tentativa de descobrir um mecanismo que fosse além da tecnologia solar baseada em silício. Para isso, a equipe se centrou em desenvolver nano partículas de dióxido de titânio, revestidas com sulfeto de cádmio ou seleneto de cádmio.

As partículas por sua vez foram misturadas em uma base de álcool-água para criar uma pasta. Quando a pasta é aplicada sobre um material condutor transparente e exposta à luz, ela é capaz de gerar energia.

Por enquanto, os pesquisadores conseguiram atingir apenas 1% de eficiência em conversão da luz em energia com a tinta, muito abaixo da eficiência energética de 10 a 15% dos painéis solares disponíveis no mercado.

“Mas esta tinta pode ser feita de forma barata e em grandes quantidades. Se pudermos melhorar a eficiência energética, poderemos fazer uma grande diferença encontrando outros recursos para as necessidades energéticas do futuro”, afirmou ao Science Daily Prashant Kamat, John A. Zahm, pesquisador do Centro de Nano Ciência e Tecnologia da Universidade de Notre Dame.

Os pesquisadores planejam agora estudar melhorias para tornar a Sun-Believable um material mais estável e eficiente.

Fonte e imagem – Geek de 25 de dezembro de 2011

Vidro metálico é processado como se fosse plástico

Melhor que titânio

Fortes, resistentes e, agora, também mais baratos.

Engenheiros do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, desenvolveram uma nova forma para processar os incríveis vidros metálicos.

Esses materiais são mais fortes do que o aço ou o titânio, o que os torna adequados para um grande número de aplicações, de telefones celulares a peças de aviões.

O problema é que, como geralmente acontece com materiais de alta tecnologia, os vidros metálicos ainda são caros.

O que os engenheiros descobriram foi como processar os vidros metálicos usando os mesmos processos usados para processar plásticos.

Paradigma da metalurgia

A nova técnica permite aquecer um pedaço de vidro metálico a uma velocidade extremamente elevada, e então moldá-lo no formato desejado – tudo em alguns milissegundos.

“Nós redefinimos a forma como se pode processar metais,” afirmou William Johnson, coordenador do trabalho. “Esta é uma mudança de paradigma em metalurgia.”

De fato, os engenheiros pegaram a técnica de processamento de plástico e a utilizaram em um material que é 20 vezes mais forte do que o plástico.

Para fazer as peças de vidro metálico é necessário aquecer o material até que ele atinja sua fase de transição vítrea, a cerca de 500 a 600 º C. O material amolece e torna-se um líquido espesso, que pode ser moldado e perfilado.

Neste estado líquido, os átomos tendem a organizar-se espontaneamente para formar cristais. Assim, é necessário resfriar o material rapidamente, para que ele endureça novamente antes de seus átomos terem tempo suficiente para formar cristais.

Ao evitar a cristalização, o material mantém a sua estrutura amorfa, como um vidro, que é o que o torna forte.

O problema é que a recristalização dos vidros metálicos ocorre muito rapidamente, ao contrário dos plásticos e dos vidros comuns, que podem levar horas.

Aquecimento ôhmico

Os pesquisadores descobriram que, sendo rápidos o suficiente, eles podem aquecer o vidro metálico até um estado fluido o suficiente para injetá-lo em um molde, onde ele se resfria sem se cristalizar.

Isso foi feito por uma técnica chamada aquecimento ôhmico, em que um pulso elétrico dispara uma energia superior a 1.000 joules em cerca de 1 milissegundo – algo como um 1 megawatt de potência.

A peça fica pronta em 10 milissegundos.

A técnica foi testada em escala de laboratório e, por enquanto, produz apenas peças pequenas.

Agora que demonstraram que o conceito funciona, os engenheiros planejam desenvolver equipamentos para fabricar peças maiores.

Fonte – Inovação Tecnológica de 16 de dezembro de 2011

Empresa americana cria carregador solar para celular

Com o Ray, é possível alimentar a bateria de aparelhos de uma forma prática e sustentável

Ficar com aparelhos eletrônicos sem bateria é uma das piores coisas para quem gosta de viver antenado em tudo e com todos. Pensando nessas pessoas, a empresa americana Quirky elaborou o Ray, um carregador solar para celulares.

Para poder alimentar a bateria de aparelhos eletrônicos a partir da energia solar, o Ray conta com uma espécie de ventosa que permite que o carregador possa ser grudado em qualquer superfície. Assim, é possível carregar o aparelho até mesmo dentro de aviões – desde que o tempo esteja favorável.

O Ray apresenta uma entrada USB, e um indicador luminoso em LED mostra quando a carga está completa. Além de prático e útil, o aparelho é leve e cabe no bolso e pode ser transportado para qualquer lugar. Uma camada reforçada de plástico também previne danos de possíveis quedas. A pré-venda do Ray já está disponível na internet por US$ 39,99, o equivalente a R$ 74.

Fonte – PEGN de 28 de novembro de 2011

I am green … washing – plásticos de Etanol

Uma fábula a álcool

Era uma vez, um país que disse ter conquistado a independência energética com o uso do álcool feito a partir da cana de açúcar. Seu presidente falou ao mundo todo sobre a sua conquista e foi muito aplaudido por todos. Na época, este país lendário começou a exportar álcool até para outros países mais desenvolvidos. Alguns anos se passaram e este mesmo país assombrou novamente o mundo quando anunciou que tinha tanto petróleo que seria um dos maiores produtores do mundo e seu futuro como exportador estava garantido.

A cada discurso de seu presidente, os aplausos eram tantos que confundiram a capacidade de pensar de seu povo. O tempo foi passando e o mundo colocou algumas barreiras para evitar que o grande produtor invadisse seu mercado. Ao mesmo tempo adotaram uma política de comprar as usinas do lendário país, para serem os donos do negócio. Em 2011, o fabuloso país grande produtor de combustíveis, apesar dos alardes publicitários e dos discursos inflamados de seus governantes, começou a importar álcool e gasolina.

Primeiro começou com o álcool, e já importou mais de 400 milhões de litros e deve trazer de fora neste ano um recorde de 1,5 bilhão de litros, segundo o presidente de sua maior empresa do setor, chamada Petrobras Biocombustíveis. Como o álcool do exterior é inferior, um órgão chamado ANP (Agência Nacional do Petróleo) mudou a especificação do álcool, aumentando de 0,4% para 1,0% a quantidade da água, para permitir a importação. Ao mesmo tempo, este país exporta o álcool de boa qualidade a um preço mais baixo, para honrar contratos firmados.

Como o álcool começou a ser matéria rara, foi mudada a quantidade de álcool adicionada à gasolina, de 25% para 20%, o que fez com que a grande empresa produtora de gasolina deste país precisasse importar gasolina, para não faltar no mercado interno. Da mesma forma, ela exporta gasolina mais barata e compra mais cara, por força de contratos.

A fábula conta ainda que grandes empresas estrangeiras, como a BP (British Petroleum), compraram no último ano várias grandes usinas produtoras de álcool neste país imaginário, como a Companhia Nacional de Álcool e Açúcar, e já são donas de 25% do setor. A verdade é que hoje este país exótico exporta o álcool e a gasolina a preços baixos, importa a preços altos um produto inferior, e seu povo paga por estes produtos um dos mais altos preços do mundo. Infelizmente esta fábula é real e o país onde estas coisas irreais acontecem chama-se Brasil.

Fonte – Celio Pezza

E aí, você ainda acha  sustentável, ecologicamente correto, a salvação da lavoura, o último biscoito do pacote, o bicho da goiaba … usar terra fértil e água potável, recursos naturais cada vez mais escassos, para plantar cana e fazer sacola de plástico para ser usada por meia hora e depois jogar esta sacola no planeta para ela ficar poluindo por 500 anos? Sim, porque plástico de cana dura os mesmos 500 anos que o plástico de petróleo.

Plástico de petróleo, ou melhor de nafta, que é um subproduto do refino do petróleo, em que sobram de 3 a 7% de nafta, se não for transformada em plástico, será queimada nas usinas aumentando a temperatura do planeta. O problema do plástico de  petróleo de uso único – qualquer plástico de uso único, que representam 80% de todos os produtos de plástico, mas principalmente, a sacola plástica de uso único que representa 50% de todos os produtos de plástico – é que ele fica poluindo por 500 anos e por isso apoiamos desde 2005 o plástico biodegradável de petróleo com ciclo de vida útil controlado d2w, que em 18 meses já terá voltado ao planeta.

Mas, e preste atenção no mas, sacola biodegradável de petróleo só deve ser usada onde não for possível usar sacola retornável, esta sim, a solução final para a plastificação do planeta.

Nova pilha Eneloop retém carga por até 5 anos

Nova geração de pilhas recarregáveis da Sanyo estende por mais dois anos a sua capacidade de reter energia.

Apesar de ter sido comprada pela Panasonic, a Sanyo mostra que ainda tem bala na agulha para azucrinar a concorrência. E nesse caso a munição vem da sua linha de pilhas Eneloop (nossas favoritas) que, no Japão, recebeu uma atualização. Neste caso a novidade é o lançamento de uma nova geração de pilhas que depois de um ano conseguem reter 90% da sua recarga original e 70% após cinco anos.

Trata-se de uma grande melhoria se levarmos em consideração que a geração anterior segurava 85% da carga depois de um ano e 75% depois de três anos

Fora isso, o número de ciclos de recarga garantidos pela Sanyo subiu para 1.800 vezes, 20% a mais que a geração anterior e 80% a mais que a primeira Eneloop lançada em 2005.

E quer mais? Dentro do seu espírito de promover tecnologias verdes, a fabricante afirma que partir de agora todas suas baterias Eneloop saem de fábrica pré-carregadas com energia limpa e renovável, capturadas de painéis solares (uia!)

Fora isso, a empresa afirma que a embalagem externa dessas pilhas é feito com um material antibactericida, o que as tornam ideais para serem usadas em locais onde elas são manipuladas por diversas pessoas como escritórios, escolas, hospitais, etc.

Segundo a empresa, esse ganho de desempenho foi possível graças ao desenvolvimento de uma nova formulação que melhorou a estrutura cristalina usada no seu eletrodo negativo, aprimorando a retenção de átomos de hidrogênio, resultando assim num sistema mais estável e menos sujeito a perdas de energia.

Para ler a matéria técnica, clique em http://ztop.com.br/2011/10/17/nova-pilha-eneloop-retem-carga-por-ate-5-anos/

Fonte e imagens – Ztop

Conheça a primeira usina solar que gera eletricidade durante a noite

A crítica mais óbvia da energia solar é de que ela não funciona muito bem quando o sol se põe. A nova usina heliostática Gemasolar não tem esse problema, graças a um barril de sal fundido que a faz funcionar por 15 horas no escuro.

Mais de 2.600 espelhos dispostos de forma concêntrica na instalação do Gemasolar, em Sevilla, na Espanha, concentram a energia solar, enviando-a para um barril central com nitrato de sódio e nitrato de potássio, que são fundidos. Quando os raios convergem, eles superaquecem o sal a mais de 900 graus Celsius, fazendo com que a água ao redor do tanque ferva e mova as turbinas de vapor. Além disso, qualquer calor gerado além do necessário durante o dia é guardado junto com o sal em estado líquido. Funciona como uma gigantesca bateria térmica para mover as turbinas durante a noite e durante os dias de chuva — por até 15 horas sem nenhum raio de sol. No entanto, a região de Sevilla é uma das mais ensolaradas da Europa, então imaginamos que isso não acontecerá com muita frequência.

A usina Gemasolar, que custou 230 milhões de Euros, acaba de abrir e tem potencial de gerar 20 megawatts, apesar de estar funcionando ainda abaixo de sua capacidade (a expectativa é que ela atinja 70% da capacidade em 2012.) Trata-se da maior estação de energia solar do tipo na Europa, e tem produção anual total de cerca de 110 GWh/ano — o suficiente para alimentar 25 mil casas e reduzir o impacto atmosférico das emissões de CO2 em mais de 30 mil toneladas por ano.

A combinação de armazenamento de energia termal e temperatura ensolarada garante que a usina Gemasolar opere por pelo menos 6.500 horas por ano, até três vezes mais do que outras usinas de energia renovável.

Fonte e imagem – Gizmodo de 11 de outubro de 2011

Japoneses criam turbina eólica três vezes mais eficiente

Duas turbinas de teste de 70 kW foram instaladas na Universidade de Kyushu, e se somam a outras 10 de 5Kw cada para gerar uma média de 120 mil kWh por ano

Reduzir Normal Aumentar Imprimir Pesquisadores japoneses começaram a testar turbinas eólicas até três vezes mais potentes do que as usadas atualmente. O sistema “lentes de vento”, da Universidade de Kyushu, traz um “aro” ao redor das hastes, que seria capaz de aumentar o fluxo de vento e fazer as hastes girarem mais rápido, resultando em maior produção de energia.

O acréscimo na velocidade do fluxo seria resultado de uma zona de pressão baixa, criada na parte posterior do difusor – indicação técnica do “aro” em volta das hastes. Em outras palavras, é como se a zona criada “puxasse” o vento, o que melhoraria a eficiência da geração de energia da turbina. A pesquisa foi coordenada pelo professor Yuji Ohya, do Instituto de Pesquisa de Mecânica Aplicada da universidade.

Além de gerar de duas a três vezes mais energia do que uma turbina convencional, o modelo da universidade japonesa também faz menos barulho e causa menos interferência em radares do tipo Doppler, além de ser mais segura, segundo os pesquisadores.

O ministério de tecnologia japonês patrocinou a instalação de unidades de teste no campus de Ito. Em março deste ano foram entregues os dois geradores de 70 quilowatts cada, instalados na parte noroeste da área, e outros dez, de cinco quilowatts, no ginásio poliesportivo e em outros locais. Além disso, foi construído um prédio de dois andares de 864 metros quadrados na parte oeste do campus, onde serão avaliados os dados dos testes. Anualmente, as unidades devem produzir cerca de 120 mil kWh.

Fonte e imagem – Portal Terra de 15 de outubro de 2011

Caixa eletrônico compra celulares velhos e paga em dinheiro

Quem possui montes e mais montes de celulares antigos sempre se pergunta o que fazer com eles. Que tal reciclá-los e ainda ganhar uma graninha em troca? A empresa norte-americana EcoATM criou uma espécie de caixa eletrônico que recompensa as pessoas que descartarem seus aparelhos velhos – o que inclui tocadores de MP3.

Segundo o Engadget, programas de reciclagem de aparelhos celulares já existem, mas levam muito tempo para serem concluídos. Com o EcoATM o processo leva apenas cinco minutos: tudo que se precisa fazer é depositar o aparelho na máquina e aguardar para “rechear” a carteira.

O EcoATM avalia o celular ou MP3 player do usuário visual e tecnicamente. O processo é gravado a partir de uma etiqueta de identificação. O escâner visual analisa as condições físicas do aparelho, e na sequência o usuário precisa conectar o dispositivo a um cabo de força na própria máquina.

Se o equipamento estiver funcionando, a empresa pode encaminhá-lo para lojas de eletrônicos usados. Isso interfere no valor que o caixa eletrônico vai pagar pelo aparelho – a avaliação a partir de sites de compra e venda de objetos de segunda mão é feita em tempo real e apresentada na tela para o usuário. Após a avaliação, é possível escolher se o celular ou tocador de músicas fica para ser recolhido ou se a pessoa desiste. Se o aparelho não funciona, essa etapa é pulada e o valor de compra é baseado nos componentes recicláveis do aparelho.

Quando o usuário aceito o preço oferecido pela máquina, tem a opção de doar todo o dinheiro ou uma parte dele para uma instituição de caridade cadastrada no sistema. O troco, ou o valor inteiro se a doação não foi realizada, vêm na sequência, por uma saída como a do saque em caixas eletrônicos comuns.

De acordo com o Ubergizmo, a máquina está sendo instalada nos principais shopping centers em diversas cidades dos Estados Unidos. O site oficial da EcoATM aponta 20 locações, sendo uma delas em Redmond, na sede da Microsoft, e outras 17 locais na Califórnia.

Quando será que chegam aqui?

Fonte e imagem – Portal Terra de 18 de outubro de 2011

 

RES Brasil é premiada como um dos destaques do Anuário Brasileiro de Sustentabilidade 2010/2011

As empresas com melhor e pior desempenho no Anuário Brasileiro de Sustentabilidade 2010/2011

A partir da análise de 500 empresas, referente à suas contribuições para a promoção da responsabilidade social e ambiental, pesquisa da Agência BRASIL SUSTENTÁVEL para o ANUÁRIO BRASILEIRO DA SUSTENTABILIDADE 2010/2011 destaca os 50 melhores exemplos.

O método de aferição seguem os critérios estabelecidos pelo Programa Internacional de Certificação Social de Qualidade CERTIQUALITY WORLD, prioriza critérios de reconhecimento público da atuação das empresas a partir de uma pesquisa de opinião nas esferas de atuação de cada uma.O mais importante é que as empresas só tomam conhecimento da avaliação com a publicação dos resultados, assim evitando quaisquer distorções que prejudiquem a credibilidade do processo

O processo está baseado na realização de uma ampla pesquisa de opinião junto ao publico nas esferas de atuação de cada empresa, cruzando informações de bancos de dados públicos quanto ao cumprimento da legislação, ética concorrencial, compromissos com a comunidade na área de atuação, transparência corporativa, entre outros.

Desenvolvida em 3 etapas (quantitativa, qualitativa e técnica) o processo de certificação é realizado de forma independente e autônoma sem qualquer contato ou interferência com as empresas pesquisadas. Essa característica confere às empresas selecionadas e certificadas pontos nos índices de avaliação de riscos à sustentabilidade de suas operações.

Na Lista POSITIVA, as primeiras 10 colocadas são PREMIADAS. As demais, em ordem alfabética, são CERTIFICADAS. Logo após divulgamos a LISTA NEGATIVA

PREMIADAS

FORD - Melhor MARCA, tendo o modelo ECO-SPORT como destaque no segmento de bens duráveis;

NOKIA - Melhor desempenho em logística reversa de bens de consumo;

Grupo SENPAR- Terras de São José - Melhor performance no segmento da construção civil, em especial pelo pioneirismo na introdução da tecnologia de reuso da água em assentamentos humanos com o empreendimento TERRAS 2 ( Itu-SP);

CAQUITUS - Melhor desempenho em processos produtivos sustentáveis, com destaque para a fabricação de álcool de cereais a partir do reaproveitamento de resíduos agrícolas (Duartina/SP);

Res Brasil Embalagens Sustentáveis – Melhor desempenho no segmento de inovações tecnológicas para a fabricação de embalagens, pela introdução da tecnologia D2W de biodegradação de plásticos;

Shopping Barigui - Curitiba - PR - Melhor desempenho no comércio varejista de qualidade;

Osklen - Melhor desempenho na promoção do conceito de moda sustentáveis;

Starbuck Coffee - São Paulo/SP – Melhor desempenho na promoção da sustentabilidade de suprimentos;

Indústria de Móveis Todeschini - Melhor desempenho no controle socio-ambiental da cadeia produtiva da fabricação de móveis e utensilios domésticos;

Mogi das Cruzes/SP - Melhor desempenho na relação indústria- comunidade em defesa dos recursos naturais na região do bairro onde se localiza o Distrito Industrial do Taboão.

Fonte - Agência Brasil Sustentável

Parabéns à Empresa RES Brasil, que, com a invenção da tecnologia D2W – plástico com ciclo de vida útil controlado -, revolucionou a história do plástico, fazendo com que os plásticos durem muito menos que o plástico convencional e diminuindo seu impacto no planeta.

O plástico com ciclo de vida útil programado D2W aproxima o ciclo de vida da embalagem ao ciclo de vida do produto contido na embalagem, ou seja, o produto que estiver embalado no plástico, não terá um tempo de vida muito diferente do plástico da embalagem, ao contrário do plástico convencional que fica por 500 anos poluindo o planeta, o plástico com ciclo de vida útil programado em aproximadamente 18 meses já terá se biodegradado, sobrando apenas biomassa, água e uma pequena quantidade de CO2.

A FUNVERDE escolheu este plástico com ciclo de vida útil programado D2W em 2005 como a melhor opção para substituição do plástico com vida eterna, onde a fábrica não demite um único funcionário para se adaptar e não gera despesas em troca de equipamento para o dono da indústria, tornando-se assim a única opção viável econômica e ambientalmente para onde o plástico não pode ser substituído. Esta transição não é onerosa e substitui as sacolas plásticas fabricadas com plástico convencional e todos os demais plásticos de uso único, que correspondem a 80% de todo o plástico consumido em qualquer lugar do mundo.

Em um país em que o índice de reciclagem não chega a 1% de todo lixo produzido, em que pouco mais de 5% das cidades tem reciclagem organizada pelo poder público, em que pouco mais de 10% de suas cidades conta com aterros controlados, é necessária a mudança nos produtos para diminuir a poluição do planeta.

Lembrando sempre que para sacolas plásticas de uso único, a FUNVERDE recomenda o uso de sacolas retornáveis, que são boas para o planeta, exceto em casos em que elas são imprescindíveis, como em açougues, peixarias ou outros produtos que não podem ser acondicionados em sacolas retornáveis.

Pedimos a todos, pense em reduzir o consumo de produtos que são utilizados somente uma vez, reutilize, recicle, pense nos nossos filhos, netos e bisnetos, precisamos fazer o possível agora para que haja um ambiente saudável para os seres que ainda nem nasceram, os seres do amanhã.

Etihad Airways é a primeira empresa aérea do mundo a utilizar sacos plásticos biodegradáveis e recicláveis d2w com ciclo de vida útil controlado

Etihad Airways, The World´s Leading Airlines, pelo segundo ano consecutivo, é a primeira empresa aérea do mundo a utilizar sacos plásticos biodegradáveis e recicláveis d2w, com ciclo de vida útil controlado.

Fonte – www.etihadairways.com

Symphony Environmental Ltda. Empresa certificada ISO, é uma subsidiária integral da Symphony Environmental Technologies PLC, uma empresa pública britânica criada em 1995 e dedicada a encontrar
soluções técnicas para os problemas ambientais do mundo. É um membro da Associação dos Plásticos Oxibiodegradáveis, da Sociedade da Indústria Química (Reino Unido), da British Plastics Federation (BPF), da Organização Européia de
Embalagem e Meio Ambiente (Europen) e do Grupo Britânico de Marcas. Symphony participa ativamente dos trabalhos da British Standards Institute (BSI), da American Society for Testing and Materials (ASTM), da organização européia de
normatização (CEN) e da International Standards Organization (ISO). A Symphony tem laboratórios e instalações de testes na Inglaterra, onde constantemente testa, desenvolve e aprimora seus produtos, em colaboração com universidades e
especialistas no Reino Unido e no exterior.

Sobreembalagens e plásticos shrink e stretch ou plásticos encolhíveis e esticáveis

Qual a importância e o problema causado pela sobreembalagem?

Hoje, tudo vem com sobreembalagem, seja para proteção ou por marketing, mas isso gera muitos problemas, pois tem aumentado muito o resíduo gerado por estas sobreembalagens que raramente são recicladas.

Vamos aos dados.

Cada brasileiro gera em média 1 quilo de lixo por dia, entre potencialmente reciclável, potencialmente compostável e rejeito. De 50 a 60% desse lixo – dependendo da região – é composto de orgânicos – restos de comida, cascas, folhas de legumes, frutas e verduras – e que deveriam ser compostados, isto é, transformados em adubo orgânico para recuperar a produtividade do solo. Aproximadamente 40% é composto por material potencialmente reciclável – vidro, papel, metal, plástico … – e que deveria voltar à cadeia produtiva evitando retirar novos recursos naturais do planeta e ainda gerar renda para os catadores e de 3 a 5% de rejeito, isto é, o que não pode ser reciclado ou compostado.

O plástico corresponde a 20% de todo o resíduo pós consumo gerado diarialmente no país. Metade disso, isto é, 10% de todo o lixo gerado diariamente é composto por sacolas plásticas de uso único e por isso lutamos ferrenhamente desde 2004 para banir estas sacolas inúteis que ficam 500 anos poluindo o planeta e que passam de 30 bilhões todos os anos, Sim, são usadas por meia hora e descartadas mais de trinta bilhões de sacolas plásticas de uso único no Brasil anualmente.

80% de todo o plástico é de uso único e normalmente tem como destino final os lixões e aterros e não volta para a cadeia de reciclagem.

O percentual de material potencialmente reciclável no lixo gerado diariamente passa de 40% mas, contudo, porém, entretanto, o Brasil recicla menos de 1% de todo o material que poderia ser reciclado.

Somente 6% das cidades brasileiras conta com coleta seletiva organizada pelas prefeituras e veja que existem mais de 5.500 cidades no país.

Apenas 13% das cidades conta com aterro controlado – note que estamos falando de aterro controlado e não aterro sanitário e que há uma grande diferença entre estes dois tipos – e o resto das cidades dispõe seu lixo - reciclável, compostável e rejeito – em lixões a céu aberto, em que muitas vezes o chorume gerado por este lixo ou que polui o lençol freático ou escorre para cursos de água.

Lendo os dados acima,  você acredita que os materiais abaixo voltarão para a cadeia de produção como material para a indústria? Não? Nós também temos certeza que não. Ainda estamos em uma cultura que apenas retira do planeta os recursos naturais, usa-os e depois joga fora, longe das cidades, para que todos pensem que eles sumiram e depois, novamente, continuamos retirando esses recursos naturais do planeta. Acontece que este planeta tem uma quantidade de materiais a serem explorados e depois acabou, isso é um sistema fechado, acabou, acabou, ainda não temos tecnologia para minerarmos outros planetas e a cada vez que exploramos esses recursos naturais e no pós consumo jogamos em um canto qualquer, estamos privando nossos descendentes de matéria prima para sua geração e ainda estamos usando terra fértil para acumular lixo e que depois não poderá ser recuperada para a agricultura ou para nada mais por causa da poluição causada pelos lixões.

Claro que o ideal é o conceito berço a berço e podemos usar como exemplo uma garrafa de vidro retornável que ou pode ser reutilizada – se for uma garrafa retornável – ou triturada e voltar a ser uma garrafa novamente eternamente, mas normalmente não é o que ocorre. Então, até todos os municípios reciclarem 100% do material potencialmente reciclável, as fábricas acabarem com as sobreembalagens, a solução ideal é o plástico com ciclo de vida útil controlado, o plástico oxibiodegradável, que não muda o método de produção, que não causa desemprego mas à diferença do plástico convencional, que demora 500 anos para sumir da face do planeta, em aproximadamente 18 meses já terá se biodegradado, se transformado em biomassa, água e uma pequena quantidade de CO2.

Abaixo algumas imagens de sobreembalagens. Neste post estamos usando como exemplo os plásticos encolhíveis e esticáveis que são usados apenas para transportar as mercadorias entre a fábrica e os pontos de venda e depois jogados no planeta.

Veja que o leite está embalado em plástico esticável, depois dentro tem a caixa de papelão e depois vem a embalagem do leite.

Aqui, carteiras de escola, que já estão embaladas em papelão mas ainda assim, adicionaram o plástico esticável como sobreembalagem.

Com o arroz a mesma coisa, várias embalagens embaladas em uma sobreembalagem, chega ao supermercado a sobreembalagem é descartada.

Sim, até tijolo agora vem embalado em plástico. Absurdo!

Ainda nem abordamos as embalagens dos produtos, como por exemplo o plástico que envolve o papel higiênico e que deveria ser plástico com ciclo de vida útil controlado oxibiodegradável.

Plástico tem que ter uma vida útil menor, para aproximar a vida útil da embalagem ao ciclo de vida do produto contido na embalagem e a solução, que apoiamos desde 2005 é o plástico oxibiodegradável. Não apoiamos o plástico de comida, seja de cana ou de amido, pois terra é para plantar alimento para a humanidade e enquanto nossa matriz energética mundial for o petróleo, não há porque queimar nafta em refinaria e usar comida para fazer plástico. Quando necessário, use plástico oxibiodegradável, que usa o petróleo mais um aditivo que permite a biodegradação deste plástico em aproximadamente um ano e meio já terá se biodegradado, não poluindo o planeta.

Hoje existem mais de 300 fábricas que produzem plástico oxibiodegradável e qualquer plástico pode ser convertido em plástico oxibiodegradável, ou também conhecido como plástico com ciclo de vida útil controlado.

SABMiller utilizará plástico oxodegradable en su packaging secundario

Cervejaria SABMiller, uma das gigantes mundiais no segmento, passará a utilizar plásticos biodegradáveis d2w com Ciclo de Vida Útil Controlado nas embalagens secundárias de latas e garrafas

Reducen la degradación 395 años

SABMiller implementará en los empaques plásticos de las latas y botellas no retornables de su cerveza Backus el aditivo oxodegradable que permite que se degraden entre 2 a 5 años, en lugar de 400 años.

Cada día nos preocuparnos por reducir el impacto ambiental (…) el aditivo oxodegradable tiene la facultad de desintegrarse gracias a la acción de la naturaleza, sin causar daños al medio ambiente”, señala Manuel Galliani, Director de Compras de Backus.

Estos empaques se degradarán sin dejar residuos nocivos para el medio ambiente quedando al final de este proceso, solamente agua y biomasa en cantidades mínimas

Fonte – Club Darwin de 05 de agosto de 2011

Symphony Environmental Ltda. empresa certificada ISO, é uma subsidiária integral da Symphony Environmental Technologies PLC, uma empresa pública britânica criada em 1995 e dedicada a encontrar soluções técnicas para os problemas ambientais do mundo. É um membro da Associação dos Plásticos Oxibiodegradáveis, da Sociedade da Indústria Química (Reino Unido), da British Plastics Federation (BPF), da Organização Européia de Embalagem e Meio Ambiente (Europen) e do Grupo Britânico de Marcas. Symphony participa ativamente dos trabalhos da British Standards Institute (BSI), da American Society for Testing and Materials (ASTM), da organização européia de normatização (CEN) e da International Standards Organization (ISO). A Symphony tem laboratórios e instalações de testes na Inglaterra, onde constantemente testa, desenvolve e aprimora seus produtos, em colaboração com universidades e especialistas no Reino Unido e no exterior. RES Brasil Ltda é representante exclusiva no Brasil da Symphony e suas tecnologias.

Leia mais sobre plásticos encolhíveis e esticáveis, ou shrink e stretch – a tradução ficou feia, eca – no próximo post.

How many football pitches are needed to make green plastic?

Fact – by Braskem’s own admission http://www.braskem.com.br/plasticoverde/eng/im-green.html

To produce just 3 tonnes of Green PE, land equal to 1 football pitch of sugar cane is need. To meet today’s global polyethylene (PE) demand of 160 Million Tonnes, this equates to planting enough sugar cane to cover 53,333,333 football pitches, or planting enough sugar plantations the size of a football pitch, in a line stretching around the world 121 times. Is this sustainability?

They claim that the sugar cane absorbs CO2 and that their green PE Carbon foot print is therefore positive, but that would only be true if there was MORE sugar cane than the vegetation already there.

Is there any good reason to take arable land and water resources away from people around the world to produce bio-plastics and bio-fuels?

We don’t think so. Food prices are high enough already. 2009 to 2010 the global food prices inceased overall by 49% and from 2010 to 2010 increased 39% prices, increased even more the problem of the hunger around the world.

Interest in bio-based plastics derives from two mistakes – first that it reduces demand for oil, and second that the plastic is biodegradable in the open environment.

Polyethelyne (PE) and Polypropylene (PP) play a significant role in our lives but oil is not extracted to make plastic. It is extracted for fuel, and plastic is made from a by-product which used to be wasted. Plastic does not therefore increase the amount of oil extracted, and can in fact reduce it. This is because plastic has the same calorific value as the oil from which it was made. It should not be wasted by being sent to landfill, but should instead be sent to modern incinerators, where the calorific value can be captured and used to generate electricity without harmful emissions. This, of course, afterpassing through recycling until it is not possible to recover this plastic by recycling.

Bio-based plastics are not necessarily biodegradable in the open environment or at all, but there is a commercially viable solution for the Global Packaging Industry, by using low-cost oxo-biodegradable additives.

When the additive is added to PE or PP (whether derived from oil or sugar cane), it will break down the molecular structure, in the presence of oxygen. It turns ordinary plastic after its useful life into a material with a completely different molecular structure. At that stage it is no longer a plastic and has become a material which can be bio-assimilated in the open environment, in the same way as a leaf, therefore will significantly help resolve the increasing problem of Plastic Waste in the Environment, that blights our Countryside, blocks drains and pollutes our rivers and oceans .

Oxo-Biodegradable plastics can be made with recyclate and are also recyclable. They can be tested according to the test methods prescribed in ASTM 6954; UAE Standard 5009/2009 – and the recently published British Standard 8472, which provide tests for biodegradation in soil and simulate the real-world behaviour of plastic products which get into the environment and cannot realistically be collected.

Plastic of life cycle controlled – oxybiodegradable – is the best option to solve the problem of excess plastic that society uses, but only where it can not  be use reusable bag, it is the best and most logical choice for packaging of goods retail.

Quantos campos de futebol são necessários para se fazer plástico verde?

Fato – por admissão da própria Braskem, veja em http://www.braskem.com.br/plasticoverde/eng/im-green.html

Para produzir apenas 3 toneladas de PE Verde, é necessária uma área igual a 1 campo de futebol plantada com cana de açúcar. Para atender a demanda atual global de polietileno (PE) de hoje de 160 milhões de toneladas, isso equivaleria ao plantio de cana-de-açúcar suficiente para cobrir 53.333.333 campos de futebol. Para que cultivo de plantações de cana de açúcar seja suficiente para suprir a demanda de mercado mundial isso corresponde a uma linha de campos de futebol que se estende ao redor do mundo, dando 121 vezes voltas no planeta. Isto é sustentabilidade?

Eles alegam que a cana absorve o CO2 e que os seus Polietilenos verdes reduzem a pegada de carbono, sendo portanto, positiva, mas isso só seria verdade se houvesse mais plantações de cana de açúcar do que as já existentes.

Existe alguma boa razão para tomar recursos naturais tais como terras aráveis e água e privar as pessoas destes recursos ao redor do mundo, para produzir bioplásticos e biocombustíveis?

Nós não pensamos assim. Os preços dos alimentos já estão altos o suficiente. De 2009 para 2010 os preços globais dos alimentos aumentaram internacionalmente em 49% e de 2010 para 2011 aumentaram de preço 39%, aumentando ainda mais  o problema da fome ao redor do mundo.

O interesse em plásticos baseados em materiais de fontes renováveis deriva de dois erros – o primeiro que reduz a demanda por petróleo, e segundo que o plástico é biodegradável em ambiente aberto.

Polietileno (PE) e polipropileno (PP) desempenham um papel significativo em nossas vidas, mas o petróleo não é extraído para fabricar plástico. É extraído para uso como combustível, e plástico é feito de um subproduto que costumava ser desperdiçado. Plástico, portanto, não faz aumentar a quantidade de petróleo extraído, e pode de fato e pelo contrário, reduzir o petróleo extraído. Isso se dá porque o plástico tem o mesmo valor calórico que o óleo a partir do qual ele foi feito. Não deve ser desperdiçado ao ser enviado para aterro, mas devem ao invés disso, ser enviados para incineradores modernos, onde o valor calórico pode ser capturado e usado para gerar eletricidade sem emissões nocivas. Isto, é claro, após passar por reciclagem até não ser mais possível recuperar este plástico pela reciclagem.

Plásticos baseados em materiais de fontes renováveis e biodegradáveis não o são necessariamente no ambiente aberto ou no ambiente em geral, mas há uma solução comercialmente viável para a indústria global de embalagens, que é usar os aditivos oxibiodegradáveis que são economicamente viáveis.

Quando o aditivo é adicionado ao PE ou PP (se derivados do petróleo ou do Etanol da cana de açúcar), ele irá quebrar a estrutura molecular, na presença de oxigênio. Isso acontece, após sua vida útil, transformando o plástico comum, em um material com uma estrutura molecular completamente diferente. Nessa fase não é mais um plástico e se torna um material que pode ser bioassimilado em ambiente aberto, da mesma forma que uma folha, portanto, ajuda significativamente a resolver o problema crescente de resíduos de plástico no ambiente, que afeta nossos campos, entopem bocas de lobo afentando a drenagem urbana e polui os nossos rios e oceanos, matando animais, aves e peixes.

Plásticos oxibiodegradáveis podem ser feitos a partir de plástico reciclado e também são recicláveis. Eles podem ser testados de acordo com os métodos de ensaio prescrito no ASTM 6954; UAE Padrão 5009/2009 – e o recentemente publicado British Standard 8472, que oferecem testes de biodegradação em solo e simula o comportamento no mundo real de produtos de plástico que ficam no ambiente e que não podem ser realisticamente recolhidos.

Plástico com ciclo de vida útil controlado – oxibiodegradável – é a melhor opção para resolver o problema do excesso de plásticos que a sociedade consome, mas apenas onde não puder ser utilizada a sacoal retornável, que é a melhor e a mais lógica opção para acondicionamento de mercadorias no varejo.

Aditivos oxibiodegradáveis d2w ganham força no Oriente Médio – Oxo-Biodegradeable Additives Gain Traction in the Middle East

The Green Room – green materials

Oxo-Biodegradeable Additives Gain Traction in the Middle East

Technology explained in detail by experts in the market

Across the world, plastic manufacturers are looking for ways to lower their carbon footprint. Packaging products in particular are coming under increasing scrutiny for their impact on the environment. In the Middle East there is a fast-growing movement towards a relatively new type of additive technology which can dramatically help manufacturers in improving their green credentials — oxo-biodegradeable.

A key provider of oxo-biodegradeables is Eco-Polymers, a materials distributor based in Sharjah, UAE. It distributes d2w oxobiodegradable plastic additives, a product from UK manufacturer Symphony Environmental. At MEP magazine we wanted to find out more about the product and its uses in the Middle East, so we spoke with Winston Pryce, General Manager of Eco-Polymers. We also caught up with Michael Laurier, CEO of Symphony Environmental, to learn about the different types of degradeable technology available.

According to Pryce, d2w oxobiodegradable plastics are being chosen increasingly in the United Arab Emirates in particular as well as across the Middle East. Symphony and Eco-polymers were
instrumental in the passage of a law in 2009 in the UAE, which calls for all “plastic bags and other disposable plastic objects’’ used in the region to be oxo-biodegradable by 1st January 2013. These products must meet the UAE Standard, which was developed for the purpose. A number of other countries in the region are also developing similar laws and standards.

Pryce claims that an increasing number of customers across the region are using d2w products in plastic bags, shrink-wrap, plastic bottles and many other plastic packaging items. He told us that he expects this trend to continue with the progressive implementation of the UAE law, as other countries pass similar laws and consumers become more aware of the convenience, competitiveness and environmental benefits of the d2w option.

d2w, when included at the manufacturing stage, turns ordinary plastic at the end of its useful life into a material with a different molecular structure. At that point it is no longer a plastic but has become a material which is inherently biodegradable in the open environment, in the same way as a leaf.

Pryce concluded that the technology offers the best opportunity for the region to address the problem of plastic which ends up in the environment and is not collected.

Litter is becoming a problem all over the world and much of it is non-degradable plastic. Using oxo-biodegradable plastic would go a long way to solving the plastic waste problem, as ‘oxo’ degrades completely in the open air within a short, pre-set lifespan.

So it seems that the additives are likely to take a strong hold in the Middle East. And when they do, manufacturers will be faced with a variety of options as to which products they can use. The term “biodegradable” has been the subject of much debate across the industry. We asked Michael Laurier, CEO of Symphony Environmental to shed some light on the different technologies available. He explains that there are two types of biodegradable plastic. They are fundamentally different, and must not be confused.

Oxo-Biodegradables degrade by oxidation, caused by a small amount of d2w additive put into the product at manufacture. For Laurier, the fundamental point is that the additive does not just break up the plastic — it turns ordinary plastic (in the presence of oxygen) into a material with a different molecular structure. At that stage it is no longer a plastic and has become a material which is inherently biodegradable in the open environment in the same way as a leaf. The approximate timescale for degradation can be set at manufacture from as little as a few
months to as much as a few years. Oxobiodegradable plastics will degrade on land or sea, in heat or cold, and in light or dark.

Oxo-biodegradable plastics are designed to address the problem of plastic waste which escapes into the open environment — as some of it always will — and cannot realistically be collected. Laurier believes that there is no evidence that biodegradable plastic of any kind encourages littering.

This plastic bag is treated with oxobiodegradable additives and will degrade, then biodegrade until there are absolutely no traces left – no fragments, heavy metals and no methane emissions.

A popular argument for banning plastic bags is that it would save oil. Laurier points out that oil is imported to make fuels, and not a single barrel is imported to make plastic, as plastics are made from a by-product which used to be wasted. Using it to make plastic does not reduce the amount of fuel available nor increase oil extraction. In fact plastics should reduce the oil imported because they can be incinerated to release their calorific energy, to generate electricity or heat buildings. Laurier says it is a waste to put plastics in landfill.

He goes on to explain that oxobiodegradable plastics can be made with the same machinery as normal plastics — at little extra cost. During their useful life they have the same appearance and performance as ordinary plastic, and can be recycled with other oil-based plastics.

Hydro-biodegradable is the name given to the alternative type of biodegradeables. Hydro-biodegradation is initiated by hydrolysis. These plastics are usually made from crops, and are marketed as
“compostable”.

Some of them have a high starch content and it is claimed that they are therefore “renewable”. However, substantial amounts of non-renewable hydro-carbons are burned and CO2 emitted, by the tractors, trucks, and other machines employed in their production. In February 2011 a Life Cycle Assessment (LCA) by the UK Environment Agency showed that oxo-biodegradable plastic bags have a better LCA than paper or compostable bags.

Composting of organic waste makes sense, concludes Mr Laurier, but compostable plastic for shopping bags, food packaging and shrink-wrap does not. It is designed to biodegrade under industrial composting conditions; it is also up to 400% more expensive, is thicker and heavier and requires more trucks to transport it. Recycling with oilbased plastics is impossible. It uses scarce land and water resources to produce the raw material, and if buried in landfill, it can emit methane (a greenhouse gas 23 times more powerful than CO2).

Fonte – Symphony Enviromental / Res Brasil / MEP – Mid East Plast – Dubai – Emirados árabes Unidos de julho de 2011

Equipamento portátil vai identificar e certificar embalagens de plástico com ciclo de vida útil controlado d2w e d2p

O que era ótimo ficou ainda melhor!

As embalagens plásticas d2w e d2p ganharam um parceiro infalível, o d2Detector.

Agora é possível saber, em menos de 60 segundos, o que está contido em uma embalagem ou produto plástico.

Recém-lançado pela Symphony, o d2detector é uma ferramenta precisa, prática, leve e portátil para ser utilizada no controle do uso correto dos aditivos d2w e d2p, distribuídos no país pela RES Brasil.

Este equipamento é a garantia de que o produto contém a quantidade correta do aditivo, assegurando a eficácia das tecnologias aplicadas ao plástico. Nossos fabricantes licenciados agora podem controlar a qualidade, possibilitando a correção prévia de eventuais falhas antes da entrega aos clientes.

Se até então precisávamos utilizar laboratórios para conferir a aplicação correta dos aditivos d2w e d2p – e aguardar algumas semanas pelos resultados -, o d2detector fará esta checagem de maneira rápida e confiável.

Único em sua categoria, desenvolvido e distribuído no mundo todo, o d2detector proporcionará um controle de qualidade totalmente eficaz. Com ele será possível identificar fraudes que, além de prejudicar comercialmente nossos licenciados, engana os consumidores que pensam ter feito uma opção ecologicamente responsável.

Bastará menos que um minuto para que qualquer interessado possa conferir se o produto atende aos parâmetros de plásticos com Ciclo de Vida Útil Controlado d2w / RES Brasil ou com Proteção antimicrobiana e fungicida dos produtos d2p / RES Brasil.

Portanto, em menos de sessenta segundos você saberá se produziu uma legítima embalagem ou artigo plástico d2w ou d2p; seu cliente receberá a informação se está adquirindo um produto fabricado dentro dos rígidos critérios de qualidade; e os órgãos fiscalizadores poderão conferir se o produto possui o aditivo que promete. Tudo com absoluta rapidez e total confiabilidade!

Em breve, o d2detector estará disponível para compra no Brasil e poderá ser vendido para o comércio, indústria, órgãos de fiscalização, governos, ONGs e institutos de pesquisa.

Para outras informações, contate a RES Brasil. Teremos prazer em esclarecer-lhe as dúvidas.

Fonte – RES Brasil de 02 de fevereiro de 2011

Parabéns à RES Brasil, que mais uma vez demonstra a seriedade do seu trabalho e a confiança em seu produto.

Desde 2005 a FUNVERDE apóia a tecnologia de plático com ciclo de vida útil controlado d2w, que é a única tecnologia que desde o início do projeto sacolas ecológicas, nos forneceu laudos internacionais e nacionais, comprovando a eficácia e segurança ambiental de seu produto.

Com o tempo, fomos pedindo mais e mais laudos e estudos científicos, o mesmo acontecendo com o governo do Paraná, que solicitou estes laudos e a RES Brasil, que sempre atendeu a estas solicitações e é por isso que a FUNVERDE apóia e incentiva a utilização do plastico com ciclo de vida útil controlado d2w, para aproximar o ciclo de vida útil da embalagem ao ciclo de vida útil do produto.

Testes comprovando eficácia do plástico oxibiodegradável RES Brasil d2w

Sempre que falarem besteiras sobre plásticos oxibiodegradáveis iremos colocar os dois seguintes filmes com testes provando sua eficiência e segurança ambiental.

O primeiro é o teste comparativo de biodegradação entre 1 sacola de comida, uma sacola oxibiodegradável e 1 folha. Não foi testada a sacola de plástico convencional por esta demorar 5 séculos para se decompor, então não tem porque estar na comparação

Dois tipos de sacolas biodegradáveis foram penduradas em um varal no dia 03/12/2010.

Mais de 350 fotos auditadas registraram o comportamento destas sacolas no meio ambiente pelo período de 181 dias, até 04/06/2011.

Materiais testados:

1 – Sacola branca, rotulada como 100% Biodegradável e 100% Compostável, fabricada em 07/2010 e vendida em supermercado na cidade de Jundiaí pelo valor unitário de R$ 0,19. O processo de biodegradação desta sacola é tecnicamente denominado Hidrobiodegradação. Este tipo de plástico, que não pode ser reciclado juntamente com os plásticos convencionais, é produzido com blenda polimérica de PLA (derivado de amido) + Poliéster (petroquímico).

2 – Sacola verde, corretamente produzida com a tecnologia e aditivos d2w – RES Brasil, fabricada em 10/2010, e distribuída sem custos para o consumidor por rede de supermercados da região de Vinhedo. O processo é tecnicamente denominado Oxobiodegradação. Este tipo de plástico pode ser reciclado juntamente com os plásticos convencionais, e fabricado a partir de plásticos convencionais reciclados.

3 – Uma folha de arbusto também foi utilizada para comparar a velocidade de degradação.

Podemos constatar que uma sacola de comida – que é fabricada com 40% de amido, isto é, milho, batata, mandioca, arroz, trigo, e 60% de petróleo, então não entendemos como é chamada de ecologicamente correta se é fabricada com mais da sua metade de petróleo – continua firme e forte, pois se não for descartada em ambiente de compostagem, não se biodegradará nos 180 dias que os fabricantes alegam.

A sacola oxibiodegradável, como a FUNVERDE já sabe desde 2005, é biodegradável, é reciclável, é o plástico ideal por ter seu tempo de vida útil programado para aproximar o ciclo de vida da embalagem ao ciclo de vida do produto contido na embalagem, tudo comprovado cientificamente por dezenas de laudos, dezenas de pesquisas, dezenas de pesquisadores nacionais e internacionais, por dezenas de institutos de pesquisa renomados.

Então, parem com esta brincadeira sem graça de usar terra fértil e água potável, recursos naturais cada vez mais escassos, para plantar comida e então, desviar esta comida do prato de milhões de famintos para fabricar uma sacola, que além de tudo, tem mais da sua metade da composição de petróleo para fingir estar salvando o mundo.

Parem de brincar com recursos naturais, parem imediatamente de fazer greenwashing.

Queremos banir as sacolas plásticas de uso único sim, mas não é assim que se faz e, dizemos isso por experiência, pois nossa guerra contra o plástico começou em 2004. Vamos dizer o que funciona e o que não funciona.

A sacola plástica de uso único tem que ser cobrada e o valor de 19 centavos é até baixo, queremos que seja cobrado o valor de 10 vezes o custo desta sacola isto é, 30 centavos, para o consumidor sentir no bolso a dor que o planeta sente ao receber este lixo inútil após meia hora de uso.

A sacola retornável tem que ter um custo acessível a todos, isto é, deve custar de 1 a 3 Reais, no máximo, pois assim, cada um pode ter 10 sacolas, o que é mais que suficiente para acondicionar as compras do mês.

Deve ser permitido o uso de qualquer sacola de uso único, cobrando por ela é lógico, mas desde que esta sacola tenha o ciclo de vida útil controlado, isto é, que não fique centenas de anos poluindo o planeta, podendo ser oxibiodegradável, hidrobiodegradável, de papel … o mercado escolhe e com educação ambiental, certamente não escolherá uma que irá aumentar a fome no mundo, que é a sacola de comida.

A APRAS está de parabéns ao cobrar pelas sacolas, só está mal informada sobre a sacola de comida, mas é um começo, um bom começo para o fim das sacolas plásticas de uso único.

O outro filme é sobre a degradação e biodegradação de uma sacola plástica com ciclo de vida útil controlado d2w.

A solução final para a plastificação planetária é a volta da sacola retornável. É nisso que temos trabalhado desde 2004. Agora, onde ela for indispensável – para frios, carnes, e produtos que não podem ser acondicionados em sacolas retornáveis – de ver usada a sacola com ciclo de vida útil controlada d2w e a defenderemos sempre, isto é, não toleraremos achismos e besteiras ditas por quem não entende o que fala, ou por burrice ou por bandidagem, porque termos provas científicas de que sacolas plasticas com ciclo de vida útil controlado d2w que são ambientalmente seguras.

Estadão vem embalado em saco oxibiodegradável

Clique na imagem para visualizar em tamanho maior.

Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), desde quinta-feira (2), até amanhã (terça-feira, 7), o jornal O Estado de S.Paulo vem embalado em saco plástico oxibiodegradável com anúncio da montadora, lembrando a importância da data e da consciência ambiental.

Trata-se de uma ação da Ford, com criação da JWT e solução do Estadão – Projetos Especiais.

Fonte e imagem – AdNews de 06 de junho de 2011

Parabéns ao Estadão pela iniciativa e agora que começaram, aqui vai uma cobrança, que continuem a usar o saco oxibiodegradável d2w RES Brasil para todo o sempre.

Começou tem que continuar, afinal, de que adianta ser ambientalmente correto apenas por uma semana se podem ser ambientalmente corretos todos os dias do ano.

Lembrem-se de que, terminada a semana do meio ambiente, ainda continuamos a viver neste planeta todos os outros dias do ano e as soluções tem que ser permanentes, para nosso próprio bem.

Japan’s ‘Sunrise Plan’ Could Require Solar Panels on All New Buildings by 2030

Sun’s Rising… And Solar Panels are There to Catch It

Nuclear power isn’t exactly popular right now in Japan, so the government is looking at other sources of power to secure the country’s future energy needs. A new initiative called the “Sunrise Plan”, which isn’t yet in force but should be announced this week at the G8 in France, could help the land of the rising sun turn toward solar energy for more of its electricity.

Prime Minister Naoto Kan is considering a plan to require all new buildings in Japan to install solar paneling by 2030. The plan, which would cover all new homes and commercial buildings, is expected to be announced at the end of the week at the two-day G8 summit in France.

This could help Japan regain the solar leadership that it lost to Europe some years ago, and it could eventually lead to cheaper solar panels through economies of scale (at first it could drive prices up, but the industry should react by increasing production capacity).

This wouldn’t solve Japan’s energy problems as long as there isn’t a way to efficiently store all that solar power, but it would certainly help increase clean energy production.

And who knows, maybe by 2030 solar panels will be cheap enough $/watt that Japan wont be alone in deploying it on new constructions …

Fonte – The Telegraph / Time / Treehugger de 24 de maio de 2011

A vida sem sacolas plásticas

Proibição da distribuição e da venda de sacolinhas no comércio da cidade de São Paulo impõe mudança de hábitos; entre as alternativas estão sacolas retornáveis e caixas de papelão

A lei que proíbe a distribuição e a venda de sacolas plásticas no comércio de São Paulo, aprovada pela Câmara Municipal na semana passada e logo sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab (PSB), pôs os consumidores em uma encruzilhada. Se por um lado a retirada de circulação das sacolas traz benefícios, como a redução dos entupimentos em bueiros e do plástico descartado no ambiente, por outro impõe ao paulistano dilemas cotidianos. Como transportar as compras? E se não houver uma sacola retornável à mão? E o lixo doméstico, como descartar?

Para Eduardo Jorge, secretário do Verde e Meio Ambiente de São Paulo, é questão de hábito. “O que está sendo questionado com a lei é o uso excessivo das sacolas descartáveis. As cidades que já adotaram leis semelhantes, como Jundiaí e Belo Horizonte, mostram que o comércio soube se adaptar e a população aceitou a medida” diz Jorge.

Grandes redes do varejo se preparam para atender ao consumidor. No Grupo Pão de Açúcar, que engloba as redes Extra e CompreBem, os consumidores poderão adquirir sacolas retornáveis – os preços variam de R$ 2,99 a R$ 9,90 – ou solicitar aos funcionários caixas de papelão para transportar as compras.

Ligia Korkes, gerente de sustentabilidade do grupo, diz que a demanda por caixas de papelão gratuitas pode ser maior que a quantidade de embalagens disponíveis. “Pode faltar caixa e vamos avisar os consumidores.”

Fora da capital, a rede também venderá sacolas biodegradáveis, feitas com amido de milho, a R$ 0,20 a unidade. Mais rígida, a lei paulistana não permite a comercialização de nenhum tipo de sacola plástica. Agora sim Kassab, ou pode comercializar todas as sacolas com ciclo de vida útil controlado ou nenhuma delas, nada de privilegiar sacola feita de comida.

Experiências

Nove meses após o acordo com os supermercados que previa a extinção das sacolinhas plásticas, Jundiaí comemora a redução do envio para o aterro sanitário de 80 toneladas de plástico por mês, o que representa 720 toneladas no período. Os cálculos são da Associação Paulista de Supermercados. A adesão foi de 99% dos supermercados, que deixaram de distribuir 176 milhões de sacolas.

Agora, a cidade se prepara para estender a restrição à distribuição das sacolas para outros segmentos do comércio. Pesquisas locais apontam que 75% da população aprovou a medida.

No Estado do Rio, a legislação que estimula a redução do uso de sacolas plásticas, fiscalizada desde julho de 2010, não atingiu a eficácia esperada entre os consumidores, de acordo com balanço da Secretaria do Meio Ambiente. Cerca de 70% das lojas de grande porte cumprem a lei, mas a maior parte dos estabelecimentos deixa de oferecer o desconto de R$ 0,03 a cada cinco itens a quem não utilizar as embalagens. Desconto não convence ninguém, principalmente porque o desconto é tão pequeno que não dói no bolso. Tem que cobrar pela sacola e cobrar muito, só assim as pessoas entenderão que sacola faz mal, nem que a mensagem que eles entendam seja: sacola faz mal para o bolso, hahaha.

Mais branda que a lei paulistana, pois apenas estimula a substituição de sacolas comuns por embalagens reutilizáveis, o texto aprovado na Assembleia Legislativa do Rio em 2009 obriga os estabelecimentos a oferecer os descontos, vender embalagens mais resistentes e estabelece a troca de 50 sacolas plásticas por 1 kg de arroz ou feijão.

“Houve redução significativa do número de sacolas plásticas utilizadas, mas esperamos mais. A eficácia da lei poderia ser maior se a população se conscientizasse e exigisse o desconto em vez de utilizar a embalagem comum”, diz José Padrone, da coordenadoria de combate a crimes ambientais da Secretaria do Ambiente. / COLABORARAM BRUNO BOGHOSSIAN e ROSE MARY DE SOUZA, ESPECIAL PARA O ESTADO

Ninguém muda de habito sem pressão, as pessoas são acomodadas, preguiçosas, tem que existir lei que multe, que cobre, só assim ocorre a mudança.

Perguntas e respostas

1. Como transportar as compras, já que as sacolas plásticas agora estão proibidas em São Paulo?

Antes de ir às compras, consumidor terá de se programar e levar uma sacola retornável, que pode ser feita de lona, plástico, tecido ou qualquer outro material. Outra opção será levar um carrinho de feira; carregar uma mochila para transportar as compras ou pedir, nos supermercados, que as compras sejam acondicionadas em caixas de papelão. Se estiver de carro, o consumidor pode levar os itens até o porta-malas do veículo no próprio carrinho do supermercado.

2. E se o consumidor estiver desprevenido, sem uma sacola retornável à mão?

Nesse ponto, a lei aprovada em São Paulo restringe as opções dos consumidores, que não poderão comprar sacolas descartáveis, como ocorre em outras cidades. A opção será comprar uma sacola retornável (há modelos a partir de R$ 2,99 nas lojas do Pão de Açúcar, por exemplo), pedir a caixa de papelão ou transportar os itens na própria bolsa ou mochila que estiver carregando. Depois de algumas vezes esquecendo a sacola, certamente o consumidor terá aprendido a lição e não se esquecerá mais, principalmente porque este esquecimento tem um custo, o custo de adquirir uma nova sacola retornável.

3. A restrição às sacolas plásticas é válida também para feiras livres?

Alimentos vendidos a granel, como é o caso de hortifrútis comercializados em feiras livres e supermercados, poderão continuar sendo embalados em sacos plásticos descartáveis. O mesmo vale para alimentos que podem verter água – como carnes, peixes, laticínios -, que podem ser embalados com sacolas descartáveis. Aí a lei falha, pois deveria exigir que onde fosse impossível banir a sacola plástica de uso único, que essa obrigatoriamente fosse fabricada com material de ciclo de vida útil controlado, para aproximar o ciclo de vida da embalagem ao ciclo de vida do produto contido na embalagem. E mesmo onde seja imprescindível o seu uso, que a sacola com ciclo de vida útil controlado seja taxado, com o valor de 20 centavos, para desincentivar o seu uso.

4. A lei proíbe também sacolas descartáveis de papel?

Não, a lei aprovada em São Paulo proíbe sacolas de plástico. Não há qualquer restrição em relação às sacolas de papel, mesmo que sejam descartáveis. Sacola de papel é sacola com ciclo de vida útil controlado e deveria ser taxada, com preço de 20 centavos, para impedir seu uso indiscriminado, assim como o uso de qualquer sacola, pois ela também demanda terra fértil e água potável para ser fabricada e esses são recursos naturais preciosos, que não deveriam ser desperdiçados para se plantar sacolas.

5. Quando a lei passa a valer?

A legislação foi publicada no Diário Oficial em 18 de maio, então ela já está vigorando. No entanto, a lei ainda precisa ser regulamentada, o que deverá ser feito até 31 de dezembro pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente de São Paulo. O comércio se prepara para banir as sacolas plásticas somente a partir do dia 1.º de janeiro de 2012. Aleluia! Já passou da hora!

6. A restrição às sacolas plásticas valem só para os supermercados ou contempla outros tipos de estabelecimento comercial?

A restrição vale para todo tipo de comércio – shopping centers, farmácias, lojas de roupas e calçados, etc. Lojas do comércio popular, como as da Rua 25 de Março, já estão discutindo qual solução será dada aos consumidores: só nas 3,5 mil lojas da região, estima-se que sejam utilizadas 250 mil sacolas/dia. Esses estabelecimentos poderão continuar oferecendo sacolas de papel, ou poderão oferecer sacolas reutilizáveis para venda. Imagine a quantidade de sacolas de papel na 25, não queremos nem pensar, solução estúpida, tem que ser sacola retornável. Ainda bem que as sacolas de papel não aguentam muito peso e portanto não serão a solução ideal.

7. Pesquisas apontam que 100% dos consumidores utilizam as sacolas plásticas descartáveis para colocar o lixo doméstico. Com a proibição, quais são as alternativas?

Os consumidores terão de comprar sacos específicos para descartar o lixo. Esses sacos são encontrados em supermercados e são mais resistentes, além de serem, na maior parte das vezes, feitos com plástico já reciclado. Já existem opções de sacos para acomodar o lixo feitos de plástico de matérias-primas renováveis. A empresa Embalixo, de Campinas (SP), está produzindo sacos plásticos de cana-de-açúcar para embalar o lixo. A vantagem ambiental, explica o diretor da empresa, Rafael Costa, é que, diferente do petróleo, o material absorve CO2 da atmosfera. Sai por R$ 0,14 a unidade.  Então tá, agora saco de lixo feito de comida, comida direto para o lixo, aiaiai. Saco de lixo tem que ter ciclo de vida útil controlado para não ficar 500 anos poluindo o planeta e ser fabricado com material reciclável para incentivar a cadeia da reciclagem, mas nunca com comida. Ah, você sabia que o saco de cana demora 500 anos para ser biodegradado, sumir da face da terra? Qual a vantagem em seu uso? Nenhuma, exceto a vantagem financeira que a máfia do plástico leva.

Outra opção será utilizar os sacos plásticos que continuarão a ser distribuídos (como os usados para embalar alimentos a granel ou que podem verter água) para dispor o lixo produzido em casa. Há ainda consumidores que estão usando jornal velho, dobrado em uma espécie de origami, para acomodar o lixo da pia da cozinha e do banheiro. Não esqueça o FLV, aquele saco de frutas, legumes e verduras, que continuará a ser distribuído, onde você coloca em cada um 1 maço de salsinha, 1 maço de cebolinha, 1 pimentão verde, 1 pimentão vermelho … enfim, são enormes e podem ser utilizados no lixo de banheiro e cozinha, para não irem direto para o lixo sem terem sido reutilizados.

Outro detalhe, se você fizer a separação do lixo para reciclagem você economizará 75% com sacos de lixo, pois o material reciclável corresponde a 75% do volume do lixo gerado e pode ser acomodado em embalagens retornáveis, como grandes sacos de lixo que voltam para você colocar novamente material reciclável, saco de ráfia, as caixas que você receberá no supermercado … enfim, opções não faltam, se você estiver preocupado com o preço do saco de lixo. E o saco para o lixo não reciclável – cozinha e banheiro – pode ser o FLV, como comentado anteriormente.

8.Qual o custo do saco de lixo?

Cálculos feitos pelo Sindicato dos Trabalhadores Químicos e Plásticos de São Paulo e Região apontam que, com a compra dos sacos de lixo, o consumidor terá um gasto mensal extra da ordem de R$ 11.

9. Quais impactos ao meio ambiente as sacolas descartáveis podem trazer?

Feitas de petróleo, as sacolas plásticas descartáveis podem demorar até 400 anos para se decompor no meio ambiente. Descartadas de forma incorreta pela população, entopem bueiros nas ruas e prejudicam a drenagem urbana. Podem ainda acabar em rios, lagos e mares, prejudicando a vida aquática. Peixes, aves, tartarugas e baleias morrem ao ingerir as sacolas por engano. A extração e o refino do petróleo utilizado para fabricar as sacolas descartáveis também são emissores de gases de efeito estufa, que agravam o aquecimento global. Cuidado, pois sacolas de uso único feitas de cana demoram 500 anos para se biodegradarem, mesmo sendo feitas de material orgânico, muito cuidado com as mentiras que a máfia do plástico conta. E sacolas feitas de comida – batata, mandioca, milho, arroz, trigo … – roubam comida do prato de humanos para serem utilizadas por meia hora. É literalmente, jogar comida no lixo. A melhor opção é a sacola retornável, carrinho de feira, qualquer opção que seja reutilizável.

10. De que modo a proibição pode ajudar a diminuir esse impacto? É realmente necessário banir as sacolas ou uma ampla campanha de conscientização resolveria o problema?

Só na cidade de São Paulo, estima-se que sejam usadas 650 milhões de sacolas/mês. No Estado são 2,5 bilhões/mês. Esse volume deixará de ser descartado incorretamente na cidade e reduzirá o volume de lixo que vai para aterros. Na avaliação do Instituto Akatu, ONG que incentiva o consumo consciente, as duas medidas devem caminhar juntas. “A criação da lei aliada à veiculação de uma campanha tem importância política: o cidadão percebe que tem obrigações, mas não está sozinho. As empresas e o governo também as têm” diz a ONG, em nota. Uma coisa que nos diverte muitíssimo é ver este número de 2,5 bilhões de sacolas por mês só no estado de São Paulo, significando 30 bilhões de sacolas por ano só no estado de São Paulo. Número finalmente vomitado pela associação de supermercadistas, número que sabíamos ser verdadeiro mas que era escondido a sete chaves pela máfia do plástico para esconder o lixo que geravam anualmente. Desde o ano passado a plastimorte, o braço pseudo ambiental da máfia do plástico estava com uma lengalenga de ter diminuido de 20 para 12 bilhões o número de sacolas plásticas de uso único fabricadas anualmente no país, desde 2008, esqueçendo que existem seres pensantes, que iriam contestar, acreditando que uma mentira dita muitas vezes acabaria sendo tomada como verdade. Não funcionou máfia, vocês foram descobertos.

Para entender

Diferentes tipos de plástico no mercado

Reciclado - Fabricado com plásticos usados e descartados. A maioria dos sacos pretos de lixo é desse material.

Plástico de cana – O “plástico verde”, feito de cana-de-açúcar, foi desenvolvido no Brasil pela petroquímica Braskem. Embora de matéria-prima renovável – ajuda a absorver carbono da atmosfera no processo de produção -, leva o mesmo tempo para se decompor que o plástico feito de petróleo. Leva 500 anos para se biodegradar e ainda usa terra fértil e água potável para ser produzido.

Biodegradável ou bioplástico – Feito com matéria-prima renovável, como milho ou mandioca, decompõe-se mais rapidamente na natureza. Em até seis meses, esse tipo plástico é decomposto. Outra vantagem da matéria-prima de origem vegetal é a substituição do petróleo, que produz mais gases de efeito estufa em sua extração e refino. Então, pois é, bem … vamos ter que comentar, não dá para deixar passar. Pessoal, gente, consumidor, cidadão, pare de acreditar em contos de fadas! Ninguém planta nada à mão, são usadas máquinas para preparar a terra, semear, passar adubo, veneno, colher, transportar a comida e este processo usa o que? Petróleo, gente, petróleo! São usados terra fértil e água potável para plantar comida – milho, mandioa, batata, arroz, trigo, qualquer alimento que gere amido pode potencialmente ser roubado dos nossos pratos para fazer sacola de uso único – e depois roubar esta comida da humanidade para fabricar sacola que será usada por meia hora e depois descartada imediatamente e se essa sacola não for para um local de compostagem – outra lenda urbana, praticamente não existem composteiras no país – liberará metano na sua decomposição, essa sacola inviabiliza a cadeia de reciclagem, pois não pode ser reciclada com plástico convencional, ao contrário da sacola oxibiodegradável. Essa sacola, por usar a mesma terra que seria usada para plantar comida, aumenta o custo da comida. Esta sacola de comida é um crime contra a humanidade.

Oxibiodegradável – Bastante difundido no comércio brasileiro, esse tipo de plástico é feito de petróleo e recebe um aditivo químico que acelera o processo de degradação das moléculas: o plástico pode se desfazer em 18 meses. Mas as substâncias químicas persistem no solo e na água. Aiaiai, dai-nos paciência. Esse plástico com ciclo de vida útil programado é a melhor solução para as aplicações onde o plástico é indispensável, como já comentado em parágrafos anteriores. A FUNVERDE apóia esta tecnologia desde 2005, após o recebimento de todos os laudos internacionais e nacionais que comprovam a sua eficácia e segurança ambiental.

Enfim, parabéns ao estado e à cidade de São Paulo, Parabéns ao Kassab por desafiar a máfia do pástico e deixar sampa mais bonita e segura para seus habitantes, os de hoje e os de amanhã.

Benvindas as sacolas retornáveis e mais um estado do Brasil!

Fonte – Estadão de 22 de maio de 2011

Imagem – Sacolas Vicbag

Cosméticos certificados garantem satisfação aos consumidores

Empresa paranaense fabricante de amenities é certificada pela OPA – Oxo Biodegradable Plastics Association.

Muito se fala em preservação ambiental e na garantia de um futuro melhor às próximas gerações. Mas será que as empresas e grandes indústrias estão realmente preocupadas com a causa? No estado do Paraná, por exemplo, algumas indústrias já implantaram estratégias para contribuir com o meio ambiente e cumprir sua função social. É o caso da Realgem’s do Brasil – localizada em Colombo (PR) – que fabrica e comercializa amenities (cosméticos para hotelaria).

Além de adotar o uso de embalagens biodegradáveis para seus produtos, a empresa, que está há mais de 20 anos no mercado, também desenvolveu cosméticos biodegradáveis. Por conta disso, a Realgem’s foi certificada pela OPA – uma entidade com sede em Londres, formada por renomados cientistas de todo o mundo que certifica e avalia embalagens plásticas como oxi-biodegradáveis e não eco tóxicas.

A Realgem’s adotou o uso de embalagens biodegradáveis em parceria com a RES Brasil – empresa especializada em tecnologias inovadoras que tornam o plástico um produto compatível com a preservação do meio ambiente. A RES Brasil licencia empresas brasileiras fabricantes de embalagens para uso das tecnologias e distribuí as matérias primas.

No Brasil, a Realgem’s é pioneira no uso da tecnologia d2w para o mercado de amenities. A RES Brasil fornece o aditivo para que a empresa produza as embalagens. De acordo com o diretor superintendente da RES Brasil, Eduardo Van Roost, as certificações emitidas pelo OPA são numeradas para controle e os critérios para a certificação são muito rigorosos. “Para ser certificada, assim como a Realgem’s, a empresa precisa seguir fielmente as normas de produção e estar em acordo com um padrão que chamamos de ASTM 6954-04. Essa certificação é válida enquanto as logomarcas dos fabricantes estiverem no site da Res Brasil e nos sites de todo o mundo que divulgam quais empresas são licenciadas e quais produzem corretamente este tipo de embalagem plástica”, afirma Van Roost.

De acordo com o diretor comercial da Realgem’s, Mauro Carvalho, para a empresa é um grande orgulho receber essa certificação. “Eu também sou consumidor e sei que todos gostam de ter uma garantia de qualidade. Nossos produtos seguem rigorosos padrões de qualidade e essas certificações comprovam nossa preocupação em colocar no mercado produtos de qualidade e socialmente comprometidos com a preservação do meio ambiente”, finaliza.

Fonte – Baragai de 26 de abril de 2011

Embalagens de plástico convencional demoram séculos para desaparacerem da face da terra e se tornam uma herança maldita para nossos descendentes se livrarem.

Embalagens com ciclo de vida útil controlado aproximam o ciclo de vida da embalagem ao ciclo de vida ao produto.

O planeta e os humanos que ainda não nasceram agradecem.

Comentário a reportagens de jornais de São Paulo sobre as sacolas de comida na semana de 17 a 23 de abril de 2011

Ao contrário do que é mencionado na reportagem, as sacolas “verdes” não se decompõem no ambiente em 2 meses. Nas condições de aterros sanitários, principal forma de disposição de resíduos domiciliares em SP, as sacolas necessitarão de muitos anos para se decomporem.

Mesmo em condições ideais de compostagem (ainda uma solução minoritária em todo o país), as misturas de amido de milho com poliéster alifático-aromático (usadas nas sacolas) se decompõem muito depressa inicialmente (gerando CO2 do efeito estufa), para depois se decomporem muito mais lentamente. E aí começam os problemas, pois aproximadamente metade da mistura é formada por um polímero originado do petróleo, que contem a substância ácido tereftálico, com um anel aromático, de biodegradação muito mais lenta que a do amido, e cuja toxicidade no ambiente ainda não foi totalmente demonstrada.

Se é assim, então por que pagar tanto a mais por uma sacola, que irá se degradar com a mesma velocidade que as oxibiodegradáveis em aterros?

Não vejo como um plástico possa ser considerado “verde” por ser feito de um alimento, no caso o amido de milho, embora biodegradabilidade seja sempre interessante. Contudo, o governo mexicano deixou de recomendar plásticos feitos a partir do milho, depois que o preço deste alimento subiu às nuvens, jamais retornando ao patamar anterior. Isto, é claro, sem falar da poluição por agrotóxicos e fertilizantes, típicas das grandes indústrias interessadas em altos lucros a curto prazo. As sacolas tradicionais aditivadas com pró-oxidantes (oxibiodegradáveis) também podem degradar-se rapidamente (biodegradando-se muito mais depressa que as sacolas convencionais), impedindo assim que se acumulem em bueiros ou em rios e oceanos. E não são feitas a partir de alimentos, mas com uma fração do petróleo (a nafta), que representa 4% dos derivados, e que de qualquer maneira seria queimada, caso não fosse utilizada.

Não recomendo que as sacolas comestíveis sejam provadas ou comidas por pessoas, pois a metade (ou até mais) da sua composição é formada por um plástico que contém ácido tereftálico, um composto aromático que em certas concentrações é tóxico a humanos.

A preocupação é louvável, e a poluição dos materiais plásticos é incontestável. Mas a simples substituição por outros materiais, sem a análise completa do ciclo de vida dos produtos, apenas irá substituir o vilão, sem resolver o problema. O papel e o papelão são excelentes materiais depois de prontos. Contudo, sua fabricação requer muita água e energia e é poluente do ar, da água e do solo, além de provir da monocultura de eucaliptos ou pinheiros, com fertilizantes e agrotóxicos. As sacolas retornáveis feitas de fibras vegetais são uma alternativa inteligente. Mas é preciso levar em conta que sujam (tornando-se assim impróprias para alimentos) e rasgam com o tempo, e são muito mais pesadas (contem muito mais matéria prima) que as sacolas convencionais. E fica sempre faltando uma embalagem para colocar o lixo do dia-a-dia. Esta embalagem, como usado na Irlanda, poderia ser um saco bem grande de plástico, incluindo-se aqui os oxibiodegradáveis, podendo assim ser reciclada ou biodegradada.

Em conclusão, a preocupação com os plásticos é louvável e a situação assim como está não pode ficar. Mas é muito mais interessante oferecer todas as possibilidades e deixar as pessoas decidirem. Não vejo nenhuma razão lógica para as sacolas serem de apenas um dos materiais biodegradáveis oferecidos no mecado. Todos deveriam ser aceitos, observando-se a aceitação popular e os eventuais efeitos ao meio ambiente.

Professor Telmo Ojeda – Área de Meio Ambiente – IFRS – POA – Membro do Comitê Científico da Oxobiodegradable Plastics Association

A posição da FUNVERDE continua a mesma desde 2004. Sacolas retornáveis em primeiro lugar. Se estiverem sujas, lavem-nas, quando ficarem velhas, após uns mil ciclos de uso, encaminhem-nas para a reciclagem. Quando não puder ser utilizada a sacola retornável – açougue, peixaria e outras utilizações em que se contaminaria a sacola retornável -, que seja usado o plástico com ciclo de vida útil controlado oxibiodegradável, que tira 1% da nafta e coloca no lugar 1% do aditivo que permite que este tipo de plástico em aproximadamente 18 meses tenha se biodegradado, diminuindo  poluição do planeta.

Enquanto a matriz energética mundial for o petróleo, o plástico de petróleo é a melhor opção, quando for necessário o seu uso – na maioria das vezes pode ser substituido pela sacola retornável – porque este tipo de plástico é feito do subproduto do petróleo, a nafta, numa proporção de 3 a 7% de cada barril refinado e que se não for transformada em plástico – aí inclusos todos os tipos de plásticos, por isso não estamos preocupados em banir as sacolas plásticas de uso único – será queimada na própria refinaria, contribuindo para o aquecimento do planeta sem ter tido utilidade para a humanidade. O único porém é que o plástico convencional demora 500 anos para se degradar e por isso apoiamos o uso do plástico com ciclo de vida útil programado.

Mais algumas considerações. 50% de todo o plástico é de sacolas plásticas de uso único, que no país somam mais de 30 bilhões anualmente. E não caiam no conto da máfia do plástico com seus números fantasiosos de que diminuíram as sacolas desde 2008, pois eles pensam que todos acreditam nas balelas que eles contam. Pensem e verão que este número na verdade aumentou, pois temos hoje a base da pirâmide que foi alçada à condição de classe média e que hoje representa 53% do poder de consumo do país. Eles viraram consumidores na mesma época que a máfia do plástico começou a maquiar os números dizendo que estava diminuindo o uso das sacolas e as pessoas, com preguiça de pensar, engolem esta mentira.

Ouçam o Telmo Ojeda, ele sabe o que fala, ele sabe que o plástico verde é uma ilusão de ótica, que na verdade leva mais de 60% de petróleo na composição e eles não dizem isso. Daí vocês irão dizer, ótimo, só 40% é de comida mas não deve ser esse o raciocínio. Ele deve ser o seguinte, a cada ciclo de plantio o solo perde a fertilidade que jamais será recuperada, é utilizada água potável, e esses são dois recursos naturais imprescindíveis para os humanos. Depois tem o monte de adubo, pesticida, o combustível para colher, transportar, beneficiar esta comida que depois será roubada do prato dos humanos para virar uma sacola completamente dispensável.

Os alimentos os quais podem ser utilizados para fazer o plástico de comida, os que tem amido, que podem ser milho, trigo, mandioca, batata, arroz, subiram o preço internacionalmente em 49% em 2010. Vocês acham que com essa nova farra de fazer sacola de comida eles vão baixar? Não sejam ingênuos, esse negócio de plástico de comida é uma conspiração para exterminar a raça humana, fiquem alertas, não engulam esta idéia.

Quanto a só usar sacola de comida e nenhum outro tipo de sacola, isso é muito suspeito, parece conspiração entre governo, supermercadistas e basf e quem perde com esta conspiração é a humanidade, que tem seu alimento, sua água e seu solo fértil roubados.

Não compre em supermercado que venda sacola de comida, temos que parar esta conspiração agora, antes que atinja todo o país. Se não fizermos nada, será que nossos descendentes nos perdoarão por mais este crime?

Supermercados e governo de SP fazem projetos para eliminar sacolas plásticas

Projeto-piloto com embalagem paga funciona e consegue aprovação das grandes redes

Os supermercados e o governo de São Paulo vão lançar um programa conjunto para acabar com as sacolas plásticas oferecidas no comércio varejista no Estado, segundo o presidente da Apas (Associação Paulista de Supermercados), João Galassi. O anúncio oficial da campanha deverá ser feito na feira da entidade, marcada para o dia 9 de maio.

O processo para retirar as embalagens plásticas foi inspirado no projeto-piloto “Chega de Sufocar o Planeta” da cidade de Jundiaí, eu começou em agosto de 2010.Com o apoio da prefeitura da cidade, os donos de supermercados da cidade distribuíram uma carga de sacolas retornáveis para a população e deixaram de oferecer a sacola plástica gratuita.

Quando acabaram as embalagens retornáveis, os supermercados passaram a vender as sacolas padronizadas por R$ 1,80, explica Galassi.

“Para quem esquecia a sacola em casa, colocamos à disposição uma sacola plástica feita à base de milho, que leva dois meses para desaparecer e custa R$ 0,19.

A iniciativa, segundo o presidente da Apas, ganhou a aprovação de 75% dos moradores da cidade e, no primeiro mês, 80 toneladas de sacolas plásticas deixaram de circular. Enquanto isso, lembra Galassi, foram vendidos 20 toneladas extras de sacos de lixo comuns, que são descartáveis.

O governo do Estado tomou conhecimento e gostou do resultado. Por isso, resolveu apostar na iniciativa dos supermercados de Campinas, mas, como condição, pediu pelo menos seis meses para conscientizar a população, explica Galassi.

A idéia deverá tomar corpo nos próximos dias, já que as grandes redes varejistas – como Pão e Açúcar, Walmart e Carrefour – já aprovaram a medida, diz o presidente da associação.

Fonte – 180 graus de 23 de abril de 2011

Agora, leia a noticia corretamente.

Supermercados e governo de SP fazem projetos para tirar comida do prato da população e transformar esta comida em sacola que será usada por meia hora e depois jogada no lixo, já que não existem composteiras para depositar estas sacolas de comida e elas não podem ser recicladas com o plástico convencional.

O processo para retirar comida dos pratos das pessoas foi inspirado no projeto-piloto “Chega de Sufocar o Supermercado” da cidade de Jundiaí, que começou em agosto de 2010.

“Para quem esquecia a sacola em casa, colocamos à disposição uma sacola plástica feita à base de comida misturada com petróleo, e dizemos que leva dois meses para desaparecer e custa R$ 0,19. Assim enganamos a população. Este plano para matar a humanidade de fome tem o apoio do monopólio da BASF, fabricante da matéria prima e deixa a população sem opções.

Aproveitamos para aumentar os preços dos sacos de lixo também. Assim, a população otária fica sem saída e compra saco para lixo mais caro. Enquanto isso, lembra Galassi, foram vendidos 20 toneladas extras de sacos de lixo comuns, por preços até 300% mais caro.

Falando sério, é maravilhosa a idéia de se cobrar por sacolas plásticas de uso único, tanto é que nossa última proposição de lei obriga os varejistas a cobrarem 10 vezes o valor médio da sacola plástica de uso único, o que atualmente dá uns 30 centavos de Real. Quando a sacola plástica de uso único pesa no bolso, as pessoas começam a levar suas sacolas retornáveis que estão jogadas num canto em suas casas, o que nos leva a outro ditado, a de que a memória também está no bolso, isto é, pesou no bolso as pessoas se lembram das sacolas retornáveis. E tem que existir lei para cobrança das sacolas porque ninguém irá voltar ao hábito de usar sacolas retornáveis se não for penalizado financeiramente, daí onde vem o primeiro ditado, o de que a consciência do povo reside no bolso, vide o uso do cinto de segurança. Antes da lei e da multa ninguém mudava seus hábitos, depois que souberam que seriam multados, todos pensaram na segurança e hoje o cinto de segurança é uma unanimidade.

É isso que queremos ao propormos lei para cobrança de sacola plástica de uso único, que a sacola retornável se torne uma unanimidade, mesmo que seja através de lei, de multa, de cobrança.

Nossas intenções sempre foram claras, nosso objetivo final é banir as sacolas plásticas de uso único para todo o sempre. Claro que, nos casos em que elas forem imprescindíveis, como no caso de açougues, peixarias e outras aplicações em que não dá para usar sacola retornável, que se use sacola com ciclo de vida útil controlado, para aproximar o ciclo de vida da sacola ao ciclo de vida contido dentro da sacola. E sim, apoiamos desde 2005 as sacolas com ciclo de vida útil controlado oxibiodegradável, que elegemos como o melhor substituto para o plástico convencional, que ao contrário da sacola plástica convencional, que demora 500 anos poluindo, a oxibiodegradável em aproximadamente 18 meses já terá se biodegradado, voltado ao planeta.

Agora, nós absolutamente não admitimos é o que a basf, o governo e os supermercadistas estão fazendo, que é desviar comida do prato do consumidor – milho, cana, trigo, mandioca, batata, arroz, que só por acaso tiveram um aumento mundial de preço de 49% em 2010 – para fazer sacola que será usada por meia hora e depois jogada no lixo, já que é impossível de ser reciclada junto com outros tipos de plásticos. Sim, a sacola de comida, além de matar humanos de fome, ainda inviabilizam a reciclagem. Nos próximos posts escreveremos mais sobre as desvantagens da sacola de comida e porque a adoção dela é um crime contra a humanidade.

Outra coisa, que história é essa de cobrar até 300% a mais pelo saco de lixo? Isso é coisa de bandido. Estamos aqui lutando desde 2004 para acabar com as sacolas plásticas de uso único para limpar o planeta de 10% de todo o lixo gerado diariamente – é o volume de lixo que as sacolas representam – e os supermercadistas espertinhos, levando vantagem, penalizando consumidor elevando o preço do saco de lixo. Deveriam sim, colaborar com o planeta para banir as sacolas e vender saco de lixo a preço de custo, isso seria o supermercadista fazer sua parte, mas parece que o governo, para variar, está olhando para o outro lado, permitindo mais esta malandragem.

Supermercadistas, MMA, vereadores e deputados, ajam como humanos preocupados com o planeta e não com o lucro, é só isso que pedimos a vocês. Quanto à basf, esta está se lixando para a segurança alimentar planetária, só quer vender sacola de comida e para esta não adianta falar nada, mas para os outros atores deste teatro fuleiro, só estamos avisando que não ficaremos calados diante do crime contra a humanidade que vocês estão cometendo, que é roubar comida do prato da humanidade para fazer sacola.

Impressão de QR Code em artigos e embalagens plásticas d2w – RES Brasi

Esta é para os usuários de embalagens plásticas d2w – RES Brasil, com ciclo de vida útil controlado.

Com a popularização dos smart phones, que permitem a leitura de códigos QR, é possível através deste tipo de código obter informações, levar a sites, telefones e e-mails.

Esta ferramenta vai ser cada dia mais utilizada e acreditamos que o consumidor muitas vezes queira saber mais sobre as embalagens fabricadas com tecnologia e aditivos d2w – RES Brasil.

Para isso, a RES Brasil criou um QR Code que poderá ser impresso nas embalagens e assim as pessoas poderão ver através de seus celulares as informações mais importantes a respeito das embalagens d2w – RES Brasil.

A imagem do QR Code está em anexo, em diversos formatos e seu uso é livre e gratuito caso sua empresa considere interessante esta ferramenta de informação. A impressão é facultativa, e deve ser feita com boa qualidade para que possa ser detectada e lida pelos equipamentos.

Para leitura do QR Code é preciso baixar aplicativos para cada tipo de telefone celular. Em geral estes aplicativos são gratuitos e estão disponíveis para download na Internet.

Também é possível, sem custos, a sua empresa ter seu próprio QR Code, com as informações que julguem importantes, e assim poder imprimir em suas embalagens.

Na imagem acima, o QR Code com informações sobre plásticos d2w – RES Brasil. Se você tem um celular com câmera e já possua o aplicativo, é só focalizar o código para ver a mensagem.

Fonte – RES Brasil de 11 de março de 2011

Embalagens biodegradáveis são destaques na indústria de cosméticos paranaense

Preocupada em contribuir com a preservação ambiental e lançar produtos inovadores no mercado, a Realgem’s do Brasil – fábrica de cosméticos para hotelaria – é a única empresa do país que desenvolve e faz o uso de embalagens biodegradáveis para seus amenities.

As embalagens, aprovadas em rigorosos testes de biodegradabilidade, apresentam o selo “RES Brasil”- que licencia empresas para o uso de materiais e tecnologias na fabricação de embalagens plásticas com características biodegradáveis.

Produzidas a partir de fonte renovável, além de manter o compromisso com o meio ambiente, as embalagens da Realgem’s contam com design moderno e funcional e levam aos consumidores produtos com fragrâncias exclusivas, feitas a partir de essências naturais como o guaraná, murumuru, melão, pitanga, algodão, maracujá, açaí, menta e muitas outras.

Produtos ecologicamente corretos

Além das embalagens, a Realgem’s – que tem fábrica em Colombo (PR) – também é a única do país que oferece ao mercado cosméticos com fórmulas biodegradáveis, como shampoos, condicionadores, sabonetes e loções hidratantes, divididas em diferentes linhas. É importante ressaltar que todos os produtos passaram por testes de biodegradabilidade antes de serem lançados no mercado.

Todos os cosméticos desenvolvidos pela fábrica contam com rigoroso padrão de qualidade. Além de hidratar, embelezar e trazer muitos benefícios aos consumidores, eles têm um sério compromisso firmado com a preservação ambiental. Os profissionais dos laboratórios da Realgem’s, altamente capacitados, são treinados para desenvolver os melhores e mais modernos produtos do mercado para satisfazer os clientes e consumidores finais, consolidando cada dia mais o conceito “Realgem’s: uma empresa verde”.

Fonte – Bagarai Negócios de 16 de março de 2011

Plástico com ciclo de vida útil controlado tem inúmeras aplicações, pode e deve ser utilizado em em qualquer embalagem de uso único, para aproximar o ciclo de vida da embalagem ao ciclo de vida do produto contido na embalagem.

Parabéns à Realgem´s por fazer a sua parte para desplastificar o planeta e por respeitar os seres e hoje e principalmente os seres de amanhã, que quando chegarem ao planeta, não terão que limpar o lixo deixado pela Realgem´s.

Empresários, copiem esta idéia, usem embalagems com ciclo de vida útil controlado em suas embalagens de uso único. Os humanos de hoje e de amanhã agradecem.

Visite o novo site da RES Brasil

A RES Brasil, empresa especializada em embalagens naturalmente degradáveis e líder no segmento na América Latina, acaba de lançar sua nova página na internet.

O site está mais interativo e traz notícias, informações sobre as tecnologias, enquetes e acesso a redes sociais.

Todas as tecnologias comercializadas pela RES, entre elas os plásticos hidrobiodegradáveis, oxibiodegradáveis e hidrossolúveis, são aprovadas por instituições especializadas no Brasil e no mundo.

Clique na imagem para visitar o site da RES Brasil, parceira da FUNVERDE desde 2005 como solução para resolver o problema da plastificação do planeta.

MG – Procon Assembleia faz campanha para acabar com sacolas plásticas

Uma panfletagem e distribuição de sacolas retornáveis e biodegradáveis na Praça da Assembleia marcou o início da campanha “Sacola Plástica Nunca Mais – O futuro está em nossas mãos”, desenvolvida pelo Procon ALMG. A atividade aconteceu na manhã desta quinta-feira (17) e contou com grande participação dos cidadãos.

A servidora do Procon, Margareth Cintra, foi a coordenadora da ação. Segundo ela, o objetivo foi conscientizar o consumidor para a importância do uso das sacolas retornáveis ou das 100% compostáveis, que, após seis meses, podem ser utilizadas como adubo. “A participação das pessoas é impressionante. O consumidor já está buscando esta alternativa, e tem se mostrado cada vez mais consciente”, disse. Ainda de acordo com ela, a próxima etapa da campanha será nas escolas. ” Faremos o mesmo trabalho em estabelecimentos de ensino públicos e particulares de Belo Horizonte. O pedido, aliás, foi feito pelas professoras, para que a educação comece desde cedo”, reforçou.

Nova legislação vale a partir do dia 18 de abril

Margareth lembrou, também, que, a partir desta sexta-feira (18), o Procon vai iniciar a fiscalização do uso das sacolas plásticas convencionais nos supermercados e comércio em geral. A expectativa é de que as sacolas retornáveis sejam vendidas a R$ 1,99 e as biodegradáveis sejam comercializadas a R$ 0,19. O trabalho atende às determinações da Lei Municipal 9.529, de 2008, que proíbe o uso de qualquer sacola plástica descartável que não seja compostável (aquelas feitas de material orgânico).

A dona de casa Lúcia da Costa Fernandes acredita que a iniciativa, tanto da Prefeitura de Belo Horizonte quanto do Procon são importantes, mas ela pondera que será preciso um período de adaptação. “Vamos ter que nos acostumar, mas a consciência já existe. Temos mesmo que cuidar o meio ambiente e do planeta”, afirma.

A servidora pública Maria do Carmo Ladeira Torres também aprovou a campanha. Na opinião dela, é preciso retirar as sacolas de circulação para que as pessoas participem. “Tem que mexer no bolso das pessoas. Como as sacolas vão ser vendidas, ninguém mais vai esquecer quando for ao supermercado”, aponta.

Fonte – Assembléia de Minas Gerais de 17 de março de 2011

Concordamos com quase tudo, a exceção é a maldita sacola de comida, porque é um crime contra a humanidade se utilizar terra fértil e água potável para plantar batata, mandioca, cana, arroz, trigo … para roubar estes alimentos da boca dos bilhões de famintos do planeta e transformar uma sacola plástica de uso único que será utilizada por meia hora e depois não terá mais utilidade.

Mais pontos negativos, estas sacolas tem que ir para composteiras que são ambientes biologicamente ativos, se forem jogada no ambiente ou em lixões ou aterros, gerarão metano, gás 23 vezes pior que o CO2, aumentando o efeito estufa. Agora a pergunta, Belzonte tem composteira? Nananinanina, não tem não, meu senhor ou senhora!

Elas só tem de 20 a 40% de comida, o resto é petróleo, então, que vantagem maria leva nessa? Jogo de cena, greenwashing, mentira para enganar o consumidor, é o que realmente é esta sacola de comida.

Elas não podem entrar no processo de reciclagem junto com o plástico convencional, portanto, inviabilizam a reciclagem, ao contrário da sacola com o ciclo de vida útil controlado que pode ser reciclada junto com o plástico convencional ou se for abandonada em local inadequado, em 18 meses terá se biodegradado, voltado ao planeta.

Desafiamos qualquer um a nos dizer alguma vantagem da sacola de comida, porque até agora ninguém conseguiu nos convencer que roubar comida da humanidade para produzir algo completamente desnecessário é algo bom.

Sacola retornável, já!

Estudos científicos provam eficiência dos oxibiodegradáveis

Após o gerente-administrativo da Associação dos Supermercadistas de Uberaba e Região do Triângulo Mineiro (Assuper), Olair dos Santos, afirmar que os empresários estavam tendo dificuldades para encontrar as sacolas biodegradáveis no mercado, para cumprir a lei municipal nº 11.089, que proíbe o uso de sacolas plásticas por qualquer empreendimento comercial, surge informação.

A assessoria de imprensa de uma empresa que revende sacolas oxibiodegradáveis, Giselle Hoffmann, revelou que no Brasil são mais de 280 indústrias disponíveis para atender os comerciantes de várias partes do Brasil. “O mercado de embalagens biodegradáveis apresenta crescimento considerável no país desde 2007. O assunto está em evidência e entre as alternativas para substituir o plástico comum estão as sacolas oxibiodegradáveis”, declara.

Ela ainda explica que ao contrário do que foi divulgado por entidades que representam os interesses comerciais das petroquímicas, o produto é uma alternativa segura e testada. “As sacolas oxibiodegradáveis contêm aditivas e tecnologia que aceleram a degradação do plástico convencional, sem contar que as oxi custam quase dez vezes menos que um plástico biodegradável. Isso está comprovado cientificamente por laboratórios de credibilidade no país”, conclui.

Fonte – Jornal de Uberaba de 14 de março de 2011

Notícia velha para a FUNVERDE, que desde 2005 apoia  a fabricação e incentiva a comercialização e uso de plásticos com ciclo de vida útil controlado, também chamado de plástico oxibiodegradável, mais especificamente a tecnologia d2w, que já em 2005 nos forneceu algumas dezenas de laudos internacionais e atualmente tem mais de 25 laudos nacionais, na última contagem eram 27, isso no ano passado, todos laudos de instituições de pesquisa e pesquisadores renomados.

O plástico com ciclo de vida útil controlado serve para aproximar o ciclo de vida da embalagem ao ciclo de vida do conteúdo da embalagem. É uma estupidez você tomar um iogurte em cinco minutos e depois sua embalagem durar 500 anos para se degradar, o mesmo ocorrendo com as sacolas plásticas de uso único convencional , que demoram 1 segundo para serem produzidas, são utilizadas por meia hora e depois ficam por 5 centenas de anos poluindo o planeta.

Claro que o ideal é utilizar sacola retornável, mas existem casos em que elas não podem ser utilizadas, com em açougues, peixarias e outros casos em que por ser molhado, o produto contamina a sacola retornável. Nesses casos, o ideal é o uso da sacola oxibiodegradável, que em 18 meses terá se biodegradado, restando apenas água, uma pequena quantidade de CO2 e biomassa.

A grande farsa dos supermercados em Jundiaí pode se espalhar pelo Brasil

Para os desavisados, até que parece positiva para o meio ambiente a campanha da Associação Paulista de Supermercados – APAS – e da Associação Brasileira de Supermercados – ABRAS - de uso de sacolas plásticas compostáveis, campanha esta que ameaça se espalhar pelo país.

Mas as aparências enganam. E enganam o consumidor, as autoridades e toda a sociedade. Na realidade, os supermercados passaram a vender, por R$ 0,19 – isso mesmo, dezenove centavos a unidade -, sacolas plásticas que são fabricadas com alimentos – amido – misturado com derivados de petróleo.

É isso mesmo, caro cidadão. Os espertos dos supermercados deram uma pintada de verde – greenwashing - na sacola para posar de preocupados com o meio ambiente.

Na sacola está escrito “Vamos tirar o planeta do sufoco”. Na verdade, a frase correta deveria ser  ”Vamos tirar os supermercados do sufoco”.

Esta sacola desvia alimentos da população e por consequência o preço da comida vai aumentar para todos nós. Isso já aconteceu recentemente no México.

Usam terras férteis e água fresca para plantar fontes de amido – batata, milho, mandioca, arroz, trigo … qualquer planta que contém amido é potencialmente uma produtora de plástico -, muitas vezes de fontes transgênicas.

O cultivo do amido usa fertilizantes nitrogenados e isso forma o gás oxido nitroso, 300 vezes mais potente como gás efeito estufa. Depois a sacola vai para no lixo. Se a biodegradação acontecer em local sem oxigênio, também vai gerar o explosivo gás metano – aquele que explodiu o Morro do Bumba em Niterói e matou dezenas de pessoas -. Este gás é 23 vezes mais potente como efeito estufa.

Devido a sua composição, estas sacolas não podem ser recicladas juntamente com os plásticos comuns. Os supermercados querem destruir a reciclagem?

Além disso, só serve para biodegradar em ambiente controlado de compostagem industrial. Ora, existe coleta separada e destino destas sacolas para usina de compostagem? Existe usina de compostagem industrial em Jundiaí? quantas usinas deste tipo existem no Brasil?

Se não existe destino adequado, elas não cumprem norma nenhuma de compostagem. É mais comida que vai ser jogada fora, agora na forma de sacolas. E muito dinheiro no caixa do supermercado.

Ah, claro, eles vão dizer que estão vendendo pelo preço de custo. Claro que estão. A economia está no fato que eles deixaram de comprar, estocar e fornecer de graça um monte de sacolas. Até que isso parece positivo numa primeira leitura. Mas não é.

A verdade é que os custos das antigas sacolas plásticas já estavam embutido nos preços dos produtos que eles vendiam para você consumidor. Alguém viu aos preços dos produtos caírem depois que eles passaram a vender sacolas feitas de comida, alimento que vai faltar nos pratos de milhões de pessoas?

Para o golpe e a farsa se tornarem perfeitas e “tirar os supermercados do Sufoco”, é claro, o preço dos sacos plásticos para lixo disparou em Jundiaí. Coincidência? Passaram a vender sacolas feitas de comida … as pessoas não compram por que é caro … e o preço dos sacos de lixo dispara …

Alô Procon!!! Alô IDEC!!! Alô Pró Teste!!! Alô Defensores públicos!!! Alô ANVISA!!! Investiguem estes fatos.

Será que tem cartel e monopólio de fabricação, de produto, de matéria prima e de preços? Será que a matéria prima tem registro na ANVISA?

Por que outros tipos de sacolas com ciclo de vida útil controlado – papel e oxibiodegradável – não podem ser comercializadas nesta cidade?

Todos sabem que a FUNVERDE luta desde 2005 para banir, ou ao menos diminuir o consumo de sacolas plásticas de uso único. Nestes anos estudamos todas as alternativas e apoiamos aquelas que apresentam menor impacto para o meio ambiente.

O que não podemos permitir, nem nos calar, é diante deste crime contra a humanidade e o planeta que estes supermercados e suas associações estão promovendo. Deixem de comprar nestes supermercados. Compre em outra cidade!

A FUNVERDE sempre disse que a melhor opção é não usar sacolas plásticas de uso único, dê preferencia a sacola retornável, não use sacolas plásticas feitas a partir de amido (comida), caso seja necessária a sacola plástica de uso único, utilize as sacolas plásticas oxibiodegradáveis que podem ser recicladas e tem vida útil programada, ou seja, não é eterna, vamos fazer a nossa parte para podermos ter um futuro para nós, nossos filhos, netos e todos os seres que ainda não nasceram neste planeta.

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