Goiás – Lei que retira sacolas plásticas do comércio entra em vigor esse ano
Entrará em vigor, em junho de 2013, a Lei nº 16.268/08, que dispõe sobre o uso de sacolas plásticas biodegradáveis para o acondicionamento de produtos e mercadorias a serem utilizadas nos estabelecimentos comerciais. Aprovado na Assembleia Legislativa, o projeto do ex-deputado Daniel Goulart (PSDB) obteve a sanção do então governador Alcides Rodrigues (PP), em 2008.
A lei exige a substituição das sacolas plásticas utilizadas atualmente, por biodegradáveis, em supermercados, empórios, lojas de hortifrutigranjeiros, comerciantes que operam em feiras-livres, lojas de alimentos in natura e industrializados em geral.
A medida é obrigatória também para lojas de produtos de limpeza doméstica, farmácias e drogarias, livrarias, e todos os demais estabelecimentos comerciais que distribuem aos clientes sacolas plásticas para o acondicionamento de suas compras.
As novas sacolas permitidas pela lei devem possuir requisitos, tais como: degradar-se ou desintegrar-se por oxidação em fragmentos, em um período de tempo de até 18 meses; e apresentar como únicos resultados da biodegradação gás carbônico, água ou biomassa. Os resíduos finais resultantes da biodegradação não devem apresentar qualquer resquício de toxicidade e tampouco serem danosos ao meio ambiente.
O texto diz ainda que os estabelecimentos comerciais que não cumprirem a legislação serão advertidos e, na reincidência, multados em R$ 7 mil. Quando a lei foi sancionada, sua vigência era prevista para ter início em junho de 2009, porém, esta data foi prorrogada passando a determinar o início da vigência somente em 2013, o que permitiria aos comerciantes um período maior no sentido de buscar alternativas para a utilização das sacolas plásticas atuais.
Fonte – Assembleia Legislativa de Goiás de 25 de janeiro de 2013
Mais um estado resolvendo – até que enfim – seu problema de sacolas, já que o governo federal está fazendo cara de paisagem desde sempre.
Estabelecimentos comerciais poderão ser proibidos de oferecer sacolas plásticas
Estabelecimentos comerciais não poderão mais utilizar sacolas plásticas para acondicionar e entregar mercadorias. A proibição está prevista em projeto de lei apresentado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e aguarda a designação do relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
De acordo com projeto de lei do Senado (PLS 439/2012), os estabelecimentos terão prazo de cinco anos após a promulgação de lei para substituir as sacolas plásticas por outras confeccionadas em material reciclável e resistente ao uso continuado. A proposta partiu de sugestão de Wagner Ramon Ferreira, senador do Programa Senado Jovem Brasileiro (Sug 8/2011).
O empresário que oferecer sacolas plásticas a seus clientes, segundo o projeto, ficará sujeito a sanções penais e administrativas em decorrência de atividade lesiva ao meio ambiente, previstas na lei 9.605/98.
Ao justificar a proposta, o jovem senador disse que o desequilíbrio ambiental acontece, em grande parte, em consequência da ação humana, especialmente no que se refere à crescente produção de lixo. Ele ressaltou, como exemplo, que as recorrentes enchentes em zonas urbanas resultam da obstrução da rede de captação de águas pluviais pelo lixo. A troca das sacolas plásticas pelas reutilizáveis, opinou Wagner Ferreira, vai contribuir com a redução da poluição ambiental e,consequentemente, promover melhoria na qualidade de vida das pessoas.
O plástico exige muito tempo para ser decomposto pela natureza, observou o senador João Durval (PDT-BA), em seu parecer favorável a sugestão na CDH. Assim, em sua avaliação, deve-se reduzir a utilização desse material para que haja maior possibilidade de reparar os danos já causados ao meio ambiente e evitar a ocorrência de outros.
A medida, destacou João Durval, conforme discutido pelos senadores jovens, ainda vai estimular o desenvolvimento de novas pesquisas de materiais de uso sustentável, bem como o surgimento de novos setores de produção.
“Concordamos com os jovens senadores: matéria dessa natureza é merecedora de atenção do Senado Federal”, disse João Durval em seu parecer, ao observar que a proposta poderá ser aperfeiçoada pelas comissões em que tramitar.
Após aprovação pela CCJ, a proposta será examinada pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e pela Câmara dos Deputados, antes de ir à sanção presidencial.
Fonte – Midiamax de 30 de janeiro de 2013
Maravilhosa proposta. Só uma ressalva. Cinco anos de prazo para acabar com as malditas sacolas plásticas de uso único? Que droga é essa. Estamos falando de sacolas desde 2004, temos projetos, leis, a educação ambiental já foi feita… que mais? Mais nada, não falta nada para banir as sacolas que demoram 1 segundo para serem produzidas, são usadas por meia hora e depois descartadas muitas vezes incorretamente para ficarem poluindo por meio milênio, ou mais.
Seis meses, senadores, ou se quiserem ser mais flexíveis, em primeiro de janeiro de 2014 todas as sacolas plásticas de uso único devem ser banidas para o quinto dos infernos. Menos politicagem e mais ação!
Claro, para produtos em que existe a impossibilidade de ser usada a sacola retornável, que seja usada a sacola biodegradável – desde que não seja fabricada com plástico de comida – e que mesmo essas, tenham um custo para o consumidor, de no mínimo 30 centavos, que é 10 vezes o custo desta para o supermercadista, para o consumidor entender o perigo representado por esta invenção infernal, a maldita sacola plástica de uso único, totalmente dispensável, completamente poluente.
Itália – Sacos e sacolas plásticas biodegradáveis d2w cumprem a lei
Na Itália existe uma lei que desde 2011 obriga estabelecimentos comerciais a utilizar sacos e sacolas plásticas biodegradáveis.
A lei é severa e seu cumprimento é fiscalizado.
As autoridades enviam amostras das sacolas para testes e o comerciante que tenta burlar a lei recebe multa e pode ter suas atividades encerradas.
Alguns fabricantes de sacolas também receberam multas por fornecer falsas sacolas e sacos biodegradáveis depois de acreditar em fornecedores de aditivos que na realidade não possuíam laudos e certificações que comprovassem o desempenho e a biodegradabilidade dos plásticos.
Comerciantes de toda a Itália e especialmente em Roma e Milão tem orgulho de mostrar e informar aos seus clientes que estão utilizando embalagens plásticas d2w com ciclo de vida útil controlado, reciclável e biodegradável em conformidade com normas vigentes.
Veja alguns modelos de sacolas d2w distribuídas na Itália.



Plásticos d2w. Por que ligar para isso? Cumprir a lei onde ela existe e provar com laudos independentes que de fato os plásticos que estão fabricando e distribuindo são biodegradáveis é a sua segurança para não enganar o consumidor e autoridades. Imprimir e divulgar que um plástico é biodegradável e não conseguir provar é crime contra o consumidor e meio ambiente. Pense nisso antes de produzir, fornecer e distribuir. Confie em quem tem provas independentes, cumprem normas vigentes e em tecnologias que são aceitas e existem em todos os países do mundo. A tecnologia e os plásticos d2w – RES Brasil são certificados pela OPA e pelo Instituto IDEAIS.
Para que serve e como funciona o aparelho de detecção de aditivos oxibiodegradáveis
Muitos fabricantes e usuários (comércio e indústria) de embalagens plásticas perguntam como funciona e para que servem os testes com aparelho de Fluorescência de Raios X nos plásticos oxibiodegradáveis.
Para saber mais sobre como funciona vejam o vídeo explicativo acima.
Fabricantes de artigos plásticos, comércio, indústria, laboratórios, órgãos oficiais e institutos de defesa do consumidor podem adquirir este tipo de equipamento diretamente nos escritórios da Bruker no Brasil.
O Instituto IDEAIS, entidade independente sem fins econômicos, associada da ASTM e ABNT, possui no Brasil um aparelho deste tipo, o XRF da Bruker, que além de detectar a presença correta de aditivos promotores de oxibiodegradação, também detecta a presença de metais pesados da diretiva RoHS.
Entrem em contato com o Instituto IDEAIS para mais informações sobre estes testes, laudos e certificações.
Para maiores informações, entre em contato com o IDEAIS.
Instituto Ideais
http://www.i-ideais.org.br/
info@i-ideais.org.br
+ 55 (19) 3327 3524
Fonte – Instituto IDEAIS
A FUNVERDE, que apoia a tecnologia de plástico com ciclo de vida útil programado desde 2004, agora se sente tranquila ao indicar os mais de 300 fabricantes de plástico biodegradável, sabendo que o comprador está adquirindo um produto que funciona e que é ambientalmente seguro, agora podendo ser testado rapidamente. Com este equipamento, você tem a certeza de estar adquirindo um produto que irá proteger o planeta, evitando as ilhas de plastico do pacífico e evitando que o plástico comprometa a vida sobre o planeta no futuro.
No vídeo tem uma frase que chama a atenção interessante “Some things, you want to keep forever, but definitely not the plastic!” ou, “Algumas coisas você quer que dure para sempre, mas certamente, o plástico não é uma delas!”
Plástico biodegradável, a solução mais inteligente para aproximar o ciclo de vida útil da embalagem ao ciclo de vida útil do seu conteúdo.
Conheça o Forty2, o painel solar do futuro

O aparelho consegue gerar energia a partir do sol e armazená-la nas baterias embutidas no equipamento
A empresa Peppermint Energy criou o Forty2, um painel solar dobrável e portátil. A fabricante acredita que o aparelho pode ser particularmente útil em comunidades de países em desenvolvimento.
O Forty2 parece um notebook. Ele combina geração de energia solar, armazenamento de energia, poder de inversão e eficiência. Para isso, o equipamento tem painéis solares, baterias de íon lítio e um inversor de potência.
O aparelho consegue gerar energia a partir do sol e armazená-la nas baterias embutidas no equipamento. O Forty2 também pode carregar e alimentar outros dispositivos que precisam de rede elétrica para funcionar, como smartphones, tablets e até mesmo lâmpadas.
Como foi projetado para ser resistente, o aparelho pode ajudar até nas situações mais extremas. Ele também consegue carregar uma rede de notebook e smartphones ao mesmo tempo.
A Peppermint Energy tentou criar um aparelho de uso intuitivo. Ele não tem botões, mostradores ou alavancas. O usuário só precisa abri-lo e plugar no local desejado.
O Forty2 pesa 11 quilos e mede 0,6 x 0,9 metros. Essas características também o tornam fácil de ser transportado.
Atualmente, o projeto está no Kickstarter em busca de financiamento para que o produto seja lançado no mercado. A meta era arrecadar 25 mil dólares, mas a Peppermint Energy já conseguiu angariar 77 mil dólares.
Fonte – Vanessa Daraya, Portal Exame de 10 de setembro de 2013
Como ninguém pensou nisso antes? Essa é uma ideia para o governo financiar, subsidiar e livrar as famílias das famigeradas lamparinas e velas.
Já passou da hora de todos os países criarem um fundo para financiamento de tecnologias limpas. Afinal, toda a humanidade será beneficiada.
Infelizmente inovações tecnológicas verdes são ignoradas, enquanto existem subsídios sobrando para energias poluentes, venenos… toda a merda que está destruindo o planeta.
Ainda não foi eleito no planeta um governante macho, que meta o pé na porta e expulse os bandidos que se abrigam nos palácios governamentais e que determinam o destino de todos os países, sempre visando no lucro e nunca na humanidade, sempre pensando em ganhar e nunca em não poluir, em logística reversa, em produção berço a berço, energia renovável…
Correção do leitor – Mauritânia proíbe uso de sacolas plásticas, permitindo apenas as biodegradáveis
O governo da Mauritânia decidiu proibir o uso de sacolas plásticas, para proteger o meio ambiente e preservar animais e peixes.
Mais de 70% dos bois e ovelhas mortos na capital do país, Nouakchott, morrem após ingerir sacolas plásticas, afirmou à BBC Mohamed Yahya.
Com a implantação da medida, quem fabricar o produto poderá ser preso por até um ano.
O plástico corresponde a um quarto das 56 mil toneladas de lixo produzido anualmente em Nouakchott, segundo estatísticas do país.
O responsável pela organização de proteção ao consumidor da Mauritânia, Mocttar Ould Tauf, elogiou a medida, segundo a agência de notícias Efe.
Ele disse que a nova lei era “particularmente importante” dado o impacto negativo das sacolas plásticas para o meio ambiente, para os animais e para as espécies marinhas.
O ministro do Meio Ambiente do país, Amedi Camara, afirmou que praticamente todo o lixo proveniente de sacolas plásticas não é “coletado e permanece, portanto, no meio ambiente – terra e mar – onde é ingerido frequentemente por espécies marinhas e por rebanhos, provocando a sua morte”.
O governo, organizações não-governamentais e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) têm promovido o uso de novas sacolas biodegradáveis, informou a agência estatal do país.
Segundo Camara, “qualquer um que use, fabrique ou importe sacolas plásticas poderá ser multado e condenado a um ano de prisão”.
Vários países da África, incluindo Ruanda, já proibiram o uso do produto.
Fonte – BBC Brasil de 03 de janeiro de 2013
Leitor enviou uma correção ontem avisando que na matéria que postamos, faltava parte da informação avisando que as sacolas plásticas biodegradáveis d2w são permitidas e usadas na Mauritânia e em outros países onde leis exigem plásticos biodegradáveis.
Sabemos que a sacola plástica de uso único não pode ser banida em todos os casos e daí sim, se ela tiver que ser usada, deve ser fabricada com plástico biodegradável, com ciclo de vida útil programado, para se aproximar do ciclo de vida do produto que vai carregar.
Para carregar produtos úmidos, ou que contaminem outros produtos, não é desejável o uso da sacola retornável, mas só nesses casos a sacola plástica de uso único deve ser usada, por causa da poluição que causa e pelo fato dela jamais ser reciclada, pois são necessárias mais de 500 sacolas para 1 quilo de sacola. O reciclador, claro, vai preferir coletar plásticos mais pesados, que não de tanto trabalho e renda mais dinheiro na hora da venda.
E claro, jamais biodegradável feito de comida. É um crime contra a humanidade usar trigo, milho, mandioca, arroz… qualquer alimento que tenha amido, plantar alimento e desviar para fabricar uma sacola que será usada por meia hora e depois descartada.
Leitor, agradecemos pelo aviso.
Embaixada da Itália no Brasil cria usina de energia
Com projetos de geração solar e eólica, prédio vai fornecer informações sobre autoprodução de eletricidade e servir de vitrine da indústria italiana do setor
A Embaixada da Itália em Brasília fechou acordo há um mês para tornar sua sede o principal laboratório de energias renováveis do País. Com projetos de geração solar e eólica, o prédio vai fornecer informações sobre autoprodução de eletricidade, que deve ganhar impulso em 2013, após ser regulamentada recentemente pela Agência Nacional de Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Com 605 painéis fotovoltaicos já instalados no telhado, o edifício da embaixada recebeu a primeira microusina eólica há cerca de três semanas e já encomendou outras quatro para os próximo meses. Os dados sobre a energia produzida nos dois tipos de equipamentos serão tornados públicos por meio de uma rede internacional chamada GeseNet (sigla para Green Embassy Smart Energy Network).
O acordo, que por enquanto ainda é um protocolo de intenções, prevê que os dados sejam usados como fonte de estudo por alunos da Universidade de Brasília (UnB), da Universidade Politécnica de Turim (Polito), na Itália, e até mesmo por técnicos da Companhia Energética de Brasília (CEB), principal distribuidora da capital do País.
“A ideia é que seja algo que fique disponível a todos os interessados, apenas com um cadastro. Serão fornecidas as medições de geração solar e eólica, oferecendo informações para universidades de todo o mundo. Além disso, outros empreendimentos serão incentivados a também tornar disponível suas medições”, explica Rafael Shayani, professor de Engenharia Elétrica da UnB.
Há oito meses, dois alunos de Shayani já têm feito trabalhos com base na geração de energia solar do prédio. Segundo ele, até 15 estudantes da UnB devem se envolver nos projetos da embaixada neste ano – além dos cursos de Engenharia Elétrica e Engenharia de Energia, alunos de Engenharia Ambiental vão estudar o sistema de reutilização de 100% da água do prédio.
Idealizados pelo embaixador Gherardo La Francesca, que deixou o posto no último dia 13, os projetos sustentáveis que modernizaram o prédio há quase dois anos têm servido como uma espécie de vitrine da indústria italiana. Com tecnologia avançada de energia solar e eólica, as empresas do país europeu apresentam algumas das principais inovações do setor.
“A microgeração eólica, por exemplo, ainda é algo muito novo. O Brasil tem vários parques de geração de energia pelo vento, mas eles são formados por usinas grandes”, explica Shayani. “Já essa microusina que foi instalada tem apenas 1,5 metro de altura”, completa.
O desafio, no entanto, ainda é tornar viável economicamente esses modelos de geração. Ao contrário da Itália, onde há subsídios para esse tipo de produção, o País não prevê grandes incentivos. “Isto se explica porque boa parte da energia aqui é gerada por hidrelétricas, que são consideradas fontes renováveis”, dia Shayani. “Mas o prédio da embaixada, por exemplo, consegue recuperar 80% do investimento que faz nas fonte alternativas.”
Autossuficiência. Segundo Roberto Spandre, adido científico da Embaixada da Itália em Brasília, o prédio está perto de se tornar autossuficiente. “Estamos a caminho de produzir toda a energia que consumimos. Conseguimos cobrir o pico principal, que é o horário comercial, mas é preciso muita eletricidade durante a noite para segurança e iluminação”, afirma ele. “Como os painéis solares não funcionam nesse período, vamos colocar as microturbinas eólicas. Além disso, adotamos lâmpadas LED em todo o exterior para diminuir o consumo.”
Segundo Spandre, a intenção é de, com novos projetos verdes, explorar toda a eficiência energética do prédio. “Nos falta um passo mais que é a sustentabilidade do sistema de refrigeração”, afirma. Entre as ações estudadas estão o uso de hélio nas placas solares para a geração de calor e um projeto de energia geotérmica – uma espécie de furo no solo para resfriamento do ar, que reduziria a necessidade de aparelhos de ar-condicionado.
Fonte – Bruno Deiro, Estadão de 02 de janeiro de 2013
Nova lâmpada é movida a gravidade

Com um baixo custo de produção e pouco consumo de eletricidade, GravityLight é alimentada por uma energia renovável que pode ser encontrada a qualquer hora
Os designers londrinos Martin Riddiford e Jim Reeves criaram uma lâmpada alimentada por uma energia renovável que pode ser encontrada a qualquer hora do dia: a gravidade.
Com um baixo custo de produção e pouco consumo de eletricidade, a GravityLight deve ajudar regiões do mundo onde a população não tem acesso à energia elétrica. Os criadores imaginam que a GravityLight terá um impacto muito grande, pois ela consegue manter as pessoas seguras e ainda reduzir as emissões do combustível poluente.
A GravityLight também é mais fácil de usar, mais barata do que as lâmpadas convencionas, e potencialmente mais duradoura. A lâmpada funciona como um relógio de corda. O usuário precisa puxar um cabo durante três segundos para a luz funcionar durante 30 minutos.
Para isso, ela é equipada com uma lâmpada LED, uma corda e um saco, que precisa ser preenchido até ficar pesado e pendurado na lâmpada. Isso pode ser feito com um saco de terra, areia, pedras ou qualquer outro material que dê uma sobrecarga para a lâmpada e consiga gerar energia.
Mas vale ressaltar que o objetivo não é substituir completamente as redes de energia elétrica. A dupla deseja apenas melhorar a situação das pessoas que não tem acesso à rede elétrica. A ideia também não deverá pesar no bolso das pessoas. Quando forem produzidas e vendidas em larga escala, as luzes abastecidas com gravidade deverão custar apenas cinco dólares.
Riddiford e Reeves colocaram o projeto em o site de crowdfunding IndieGoGo para captar recursos a fim de produzir a GravityLight em larga escala. Ainda resta um mês para o grupo encerrar o financiamento, mas eles já bateram a meta de arrecadação. Eles precisavam de 55 mil dólares, mas já conseguiram mais de 170 mil dólares.
Fonte – Portal Exame de 19 de dezembro de 2012
Adesivos d2w em vitrines ao redor do mundo


12/12/12. Coincidência igual só daqui 100 anos, quando artigos plásticos convencionais, tais como caixas de água, tubulações, condutores e tantos outros artigos plásticos ainda estarão cumprindo seu papel, proporcionando economia, resistência, comodidade, higiene e conforto no dia a dia das pessoas, garantindo assim o progresso da civilização. Que bom, não é?
Neste Natal, assim como no ano todo, centenas de estabelecimentos comerciais ao redor do mundo identificam o uso de plásticos d2w® através de adesivos em vitrines, caixas e balcões. Muitas destas lojas estão localizadas no Brasil, como mostram as imagens abaixo. Na Tailândia um adesivo similar vem acompanhado do selo do Ministério do Meio Ambiente da Câmara do Comércio como apoiadores da iniciativa naquele país.
Comerciantes tem orgulho de mostrar e informar aos seus clientes que estão utilizando embalagens plásticas d2w® com Ciclo de Vida Útil Controlado, reciclável e biodegradável em conformidade com normas vigentes.
Peça o seu adesivo para a RES Brasil. Temos dois modelos. Para fabricantes de plásticos d2w® e para as empresas que utilizam plásticos d2w®.
Plásticos d2w®. Por que ligar para isso? A tecnologia e aditivo d2w® é a sua garantia que plásticos de rápido uso e descarte, que frequentemente são acidental ou indevidamente descartados no meio ambiente vão degradar e biodegradar em água, dióxido de Carbono e biomassa mais rapidamente que os plásticos convencionais na presença de Oxigênio, acelerado por luz e/ou calor, na presença de micro-organismos. Controlando o Ciclo de Vida Útil dos plásticos, a tecnologia d2w® permite o reuso e a reciclagem dos plásticos ao mesmo tempo que permite uma mais rápida degradação total dos plásticos caso fiquem abandonados no meio ambiente.
A tecnologia e os plásticos d2w® – RES Brasil são certificados pela OPA e pelo Instituto IDEAIS.
Da Polônia até a Inglaterra – Embalagens plásticas oxibiodegradáveis d2w

Um dos maiores fornecedores de embalagens no Reino Unido, a Invopak reconhece a necessidade da indústria de levar as questões ambientais em consideração quando desenvolvem novos fornecedores. Ela anunciou recentemente um acordo de distribuição com a empresa polaca, Cheko, para distribuir embalagens plásticas oxibiodegradáveis d2w®.
Fundada em 1988, a Cheko afirma ser o primeiro fabricante a produzir recipientes plásticos oxibiodegradáveis que são 100% ambientalmente amigáveis.
Graças à adição especial do agente modificador d2w ® no polipropileno, os recipientes Cheko vão se decompor em água, dióxido de carbono, biomassa e oligoelementos em poucos anos, em vez de entupir aterros por anos a fio.
Os produtos Cheko são todos feitos de polipropileno de grau alimentício e os conteúdos estão protegidos através de um sistema de colarinho que incorpora um recurso inviolável para maior segurança.
O diretor de vendas da Invopak, Scott Sandilands, diz: “As questões ambientais são uma questão chave em nossa indústria. O volume de embalagens que é usado no Reino Unido necessita de eliminação eficiente e a reciclagem é vital. Produtos Cheko oferecem aos nossos clientes uma alternativa de custo eficaz, e viável para ‘amigos do ambiente’ se comparados aos produtos plásticos disponíveis atualmente “.
Invopak vai estocar uma ampla gama de embalagens de Cheko que variam em tamanho de 1 a11 litros. Os produtos podem ser impressos digitalmente ou em molde de rotulagem (IML) que podem ser aplicados até mesmo para pequenas tiragens.
Cheko tem 20 linhas de produção em sua fábrica em Wloclawek, a oeste de Varsóvia, onde também oferecem papel e plástico, além de instalações de rotulagem.
Para mais informações, visite www.invopak.co.uk
Fonte – Packaging Europe News de 08 de novembro de 2012
Plásticos d2w®. Por que ligar para isso? Plásticos d2w® fazem parte do dia a dia das pessoas no mundo todo. Grandes, reconhecidas e importantes marcas, e produtos plásticos de uso diário distribuídos por empresas responsáveis encontram nos plásticos d2w® toda a credibilidade e suporte técnico e científico para novos desenvolvimentos e para garantir todos os atributos dos plásticos d2w®, garantindo a veracidades das informações sobre biodegrabilidade, segurança para alimentos e ausência de resíduos nocivos.
Pense antes de fazer sua escolha. Considere as marcas, empresas e pessoas que estão por trás das tecnologias que você pretende adotar. A tecnologia e os plásticos d2w ® – RES Brasil são certificados pela OPA e pelo Instituto IDEAIS.




