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	<title>FUNVERDE - FUNDAÇÃO VERDE &#187; Educação ambiental</title>
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		<title>Por que confiamos e indicamos os produtos da Vicbag</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A FUNVERDE iniciou o projeto para banir as sacolas plásticas de uso único no Brasil em 2004. Em 2005 criamos a primeira lei que rapidamente foi copiada em varios estados e cidades do país. Mas, desde o início do projeto tínhamos alguns problemas que precisavam ser resolvidos para o projeto ficar completo. Um deles que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">A FUNVERDE iniciou o projeto para banir as sacolas plásticas de uso único no Brasil em 2004. Em 2005 criamos a primeira lei que rapidamente foi copiada em varios estados e cidades do país.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Mas, desde o início do projeto tínhamos alguns problemas que precisavam ser resolvidos para o projeto ficar completo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Um deles que foi resolvido em 2005 foi o plástico com ciclo de vida útil controlado biodegradável d2w, que resolveu nossos problemas com as embalagens de uso único que não podem ser banidas, a exemplo de embalagens de carnes, peixes, que contaminariam sacolas retornáveis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O outro só foi resolvido no início de 2010, quando vimos que precisávamos urgentemente de uma parceira que comercializasse sacolas retornáveis com baixo custo, para que, da classe A até a classe C, D e E pudessem ter sua sacola retornável, sem que isso pesasse no orçamento familiar. A solução foi a Vicbag, a primeira e maior empresa de sacolas retornáveis do mundo. Após o contato com eles no início de 2010, demorou mais de meio ano para que pudéssemos divulgar seu produto, no final de 2010, com laudos de terceira parte para termos certeza de que eles seguiam os princípios da sustentabilidade.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A sustentabilidade é um tripé em que estão contidos os aspectos econômicos, sociais e ambientais e por isso precisávamos de uma empresa que respeitasse essas normas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Após lermos o extenso relatório de sustentabilidade, pudemos apoiar a Vicbag que desde então, vem fornecendo sacolas para todo o país.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Surgiram muitos boatos contra a Vicbag, mas a FUNVERDE, apoiada não em fofocas, mas em relatórios e laudos continua a apoiar a Vicbag, que é a melhor alternativa para o varejista adquirir sacolas retornáveis a um preço e qualidade justos para que consigamos alcançar os objetivos do nosso projeto de banir as sacolas plásticas de uso único para sempre.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Abaixo, uma declaração da Vicbag atestando que seu produto sustentável, isto é, ecologicamente correto, socialmente justo e economicamente viável.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Clique na imagem para visualizar em tamanho maior.</span></p>
<p><a href="http://farm8.staticflickr.com/7158/6770613443_2826903826_o.jpg" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7158/6770613443_23ecff0a52_z.jpg" alt="" width="445" height="640" /></a></p>
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		<title>Gloria Kalil e o fim das sacolinhas plásticas</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 10:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há pelo menos dois anos muitas das melhores marcas de moda andam oferecendo de brinde para as mais diversas ocasiões &#8211; Natal, aniversários, desfiles – sacolinhas de pano em todos os formatos possíveis e imagináveis. Eu e toda a turma da moda, devemos ter ganho pelo menos umas cinquenta delas ao longo deste tempo. Pois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm6.staticflickr.com/5204/5225868039_cf25d1fc7a.jpg" alt="" width="468" height="500" /></p>
<p><span style="color: #008000;">Há pelo menos dois anos muitas das melhores marcas de moda andam oferecendo de brinde para as mais diversas ocasiões &#8211; Natal, aniversários, desfiles – sacolinhas de pano em todos os formatos possíveis e imagináveis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Eu e toda a turma da moda, devemos ter ganho pelo menos umas cinquenta delas ao longo deste tempo. Pois finalmente chegou a hora de usar pra valer as tais ecobags. Dia 25 de janeiro a cidade de São Paulo decretou o fim das sacolinhas plásticas no supermercados &#8211; lei que deve aos poucos ser implantada pelo país.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">De agora em diante vamos ter que nos lembrar de carregá-las pra baixo e para cima, especialmente na hora das comprinhas de supermercado, farmácia, feira&#8230; Só tem um jeito: deixar algumas no porta-malas dos carros ou bem dobradas no fundo de todas as nossas it bolsas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">É claro que no começo vai ser uma amolação e aquela gritaria de sempre – nada é mais difícil do que mudar um hábito. E onde colocar compras molhadas como peixes? Ou: com que forrar lixinhos de banheiro? Onde jogar cascas de banana? E onde colocar o frasco do xampu para ele não vazar na nécessaire?</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O tempo dirá!</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Blog Chic Gloria Kalil de 25 de janeiro de 2011</span></p>
<p><span style="color: #008000;"> Gloria Kalil é Jornalista, empresária e consultora de moda. Diretora de confecções como Fiorucci e Jeigikei. Desde 1995 dedica-se à consultoria de estilo e negócios ligados ao campo da moda e do comportamento. Faz palestras e projetos especiais, como vídeos, planos de marketing para lojas de varejo e assessorias para indústrias e organizações institucionais como o Senac. Colabora também com matérias de moda para a imprensa escrita, televisão e outras mídias</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Imagem &#8211; <a href="http://www.funverde.org.br/blog/archives/7569" target="_blank">Sacolas Vicbag</a></span></p>
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		<title>Aprenda a fazer sacola retornável com aquela camiseta que você não usa mais</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 11:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chega de reclamar que você que não tem opção para carregar as compras com a proibição das sacolas. Quem quer faz, é só ver este vídeo de um programa infantil onde o professor Sassá ensina as crianças a fazerem suas próprias sacolas retornáveis com material que seria jogado fora. Então pare de tanta reclamação e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Chega de reclamar que você que não tem opção para carregar as compras com a proibição das sacolas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Quem quer faz, é só ver este vídeo de um programa infantil onde o professor Sassá ensina as crianças a fazerem suas próprias sacolas retornáveis com material que seria jogado fora.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Então pare de tanta reclamação e se acostume, porque a era das sacolas plásticas de uso único acabou, passou, ficou no passado.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Aja como um cidadão do Século XXI e pare de emporcalhar o planeta. Use sacola retornável.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/shPZKyB3JiE"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/shPZKyB3JiE" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
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		<title>Foi às compras e esqueceu a sacola? Não tem problema, faça um furoshiki na hora!</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 10:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Repetindo o post de 2010, porque a idéia é mais atual do que nunca. Em 23 de setembro de 2009, durante o jantar de premiação do 1º prêmio FECOMERCIO de sustentabilidade  – a FUNVERDE participou da banca julgadora – A Sanae Murayama Saito, uma mulher fantástica, presidente do Sindivarejista de Campinas e região me ensinou a fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Repetindo o post de 2010, porque a idéia é mais atual do que nunca.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em 23 de setembro de 2009, durante o jantar de premiação do <a href="http://www.funverde.org.br/blog/archives/3844" target="_blank"><span style="color: #008000;"><strong>1º prêmio FECOMERCIO de sustentabilidade</strong></span></a>  – a FUNVERDE participou da banca julgadora – A Sanae Murayama Saito, uma mulher fantástica, presidente do Sindivarejista de Campinas e região me ensinou a fazer uma sacola tão fácil de fazer que não dá para ninguém mais usar a desculpa para não usar sacola retornável, porque esta sacola que pode ficar dobrada dentro da sua bolsa para emergências, como compras de impulso em shopping, farmácia, banca de revista …</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Claro que não estamos pedindo para você usar a furoshiki, esta sacola de nome tão estranho mas que é super prática, para fazer a compra do mês no supermercado, pois para grandes compras o ideal é usar sacolas retornáveis, caixas de papelão, carrinho de feira … qualquer coisa, menos as malditas sacolas de plástico de uso único, mas ela pode e deve ser usada quando você esqueceu a sua sacola retornável em casa para pequenas compras.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Assista abaixo, a maravilhosa matéria da Globo, realizada pela Juliane Guzonni, onde explicamos passo a passo como fazer uma furoshiki.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TBw-885s0TI"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/TBw-885s0TI" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p><span style="color: #008000;">O furoshiki é a arte tradicional de embrulho japonês através da utilização de um tecido quadrado – de preferência um tecido que não amasse, como seda – que possibilita embrulhar qualquer objeto. Este tipo de sacola é usada no Japão há muitos séculos – seu uso se iniciou há mais de 1200 anos atrás - e só perdeu sua popularidade após a criação das famigeradas sacolas plásticas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">No ano passado o uso desta sacola foi resgatado pela ministra do meio ambiente, Yuriko Koike, que compreendeu o grande mal causado pelo uso das sacolas plásticas de uso único e melhor, entendeu que mudança de atitude individual pode o destino da coletividade e melhor ainda, começou a divulgar a furoshiki e a utilizar esta sacola. Nada melhor do que o exemplo. Foi lançada então a campanha Mottainai furoshiki – 3 Rs reutilizar, reduzir, reciclar – pelo governo japonês para resgatar a tradição japonesa e incentivar o uso da furoshiki de forma moderna, como sacola retornável e fizeram até o folheto abaixo, para ensinar as pessoas como fazer diversos tipos de sacolas retornáveis, embrulhos, tudo com um pedaço de tecido.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4118/4926560224_42a8d387ea_o.jpg" target="_blank"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4118/4926560224_c7f9fda3a5.jpg" alt="" width="500" height="500" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Abaixo alguns modelos de furoshiki do site Muhle. clique nas imagens para ver em tamanho maior.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4100/4925963655_0bb7ac06a1_o.jpg" target="_blank"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4100/4925963655_9369dd8094.jpg" alt="" width="500" height="344" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4102/4925963835_9aa0ecc525_o.jpg" target="_blank"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4102/4925963835_0112b4e5b9.jpg" alt="" width="433" height="500" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4135/4926560578_33a46d0335_o.jpg" target="_blank"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4135/4926560578_314a6bb807.jpg" alt="" width="500" height="474" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Abaixo, mais um vídeo de como fazer uma furoshiki.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NC7MH3EzBWM"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NC7MH3EzBWM" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Quando for dar um presente, compre um tecido que não amasse, com padronagem que o presenteado gostar, e embrulhe este presente, pois na verdade você estará dando dois presentes, já que o embrulho não será descartado imediatamente no lixo e sim utilizado por muito tempo como uma sacola retornável e quem você presentear certamente lembrará mais tempo do presente que recebeu.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Mude o destino da humanidade e do planeta apenas mudando seus hábitos, use sacola retornável, use furoshiki.</span></p>
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		<title>Ponta Grossa pode sofrer apagão do lixo</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 10:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Compostagem]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo sustentável]]></category>
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		<description><![CDATA[Membros do Comdema vistoriaram o aterro. Capacidade terminaria no final deste mês Membros do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comdema) fizeram, ontem, vistoria no aterro controlado do Botuquara, que recebe os resíduos produzidos em Ponta Grossa. A constatação é de que o local não terá mais espaço para receber o lixo até o final deste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7152/6515702227_de431c9063_o.jpg" alt="" width="620" height="414" /></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Membros do Comdema vistoriaram o aterro. Capacidade terminaria no final deste mês</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Membros do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comdema) fizeram, ontem, vistoria no aterro controlado do Botuquara, que recebe os resíduos produzidos em Ponta Grossa. A constatação é de que o local não terá mais espaço para receber o lixo até o final deste mês. O secretário municipal de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente, José Fernando de Paula, rebate e garante que o ‘prazo de validade’ vence em março do próximo ano.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">“A informação que temos é de que a capacidade do Botuquara termina neste dia 20 de dezembro, com uma margem de erro de 10 dias. Ou seja, somente haverá espaço para a destinação de lixo no aterro até o final deste mês, no máximo”, diz o presidente do Comdema, Gustavo Ribas Netto.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A preocupação, de acordo com ele, é o tempo curto de sobrevida: para receber mais lixo, precisaria ser feita readequação do local e isso tudo demanda tempo. “Já encaminhamos ofícios à Prefeitura questionando essa situação e, ainda, acerca do andamento da instalação da chamada usina do lixo. Nos próximos dias, vamos posicionar os vereadores sobre a situação dos resíduos sólidos em Ponta Grossa”. A usina do lixo é proposta da Prefeitura para substituir o Botuquara.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O secretário municipal de Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente, José Fernando de Paula, garante que não há riscos de ‘apagão’ no setor. “Se não fizéssemos qualquer intervenção, o aterro teria capacidade para receber resíduos até março do próximo ano. Mas iniciaremos uma readequação na próxima semana, o que garantirá capacidade de mais oito meses”, diz, acrescentando que a readequação levará cerca de três dias para ser concluída.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Esse prazo, de acordo com ele, permitirá que a Prefeitura tenha tempo hábil para finalizar a instalação da usina do lixo. “Além da readequação, vamos firmar TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com o IAP, garantindo a possibilidade de expansão do Botuquara. Assim, teremos tempo suficiente para finalizarmos o projeto da usina”. (L.A.)</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Comdema</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Na visita ao aterro, estiveram presentes membros do Conselho Municipal do Meio Ambiente, da Câmara Técnica de Meio Ambiente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa, Instituto Ambiental do Paraná, Prefeitura e da empresa Ponta Grossa Ambiental, que gerencia o Botuquara.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Luciana Almeida, Diário dos Campos de 15 de dezembro de 2012</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Estes senhores, ao visitarem este lixão, não viram o óbvio, que é a solução para qualquer lixão, qualquer aterro, uma solução mágica que aumenta em 90%  a vida útil do aterro, uma solução que qualquer imbecil, ao olhar nesta foto, enxerga, se tiver o mínimo de bom senso.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Esta solução maravilhosa, mágica, é simplesmente separar o lixo na fonte geradora &#8211; na casa da dona maria e do seu zé e em qualquer local que gere este lixo &#8211; em três partes, para reciclagem, compostagem e rejeito. Senhores, reciclar e compostar, reciclar e compostar, reciclar e compostar &#8230; este é o mantra que vocês devem aprender, a a frase mágica do novo milênio.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Não adianta reinventar a roda, inventar soluções bilionárias. A solução está na lei ou decreto obrigando a separação na fonte, fiscalização por amostragem, multa por não separação ou ainda não recolhimento do lixo não separado, </span><span style="color: #ff0000;">organização das cooperativas de reciclagem ou, no caso da falta delas, a prefeitura criar departamento para comercialização deste material reciclável.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Isto custa quase nada e resolve de uma vez por todas o problema da esmagadora maioria das cidades do país, que é não ter mais local para depositar lixo.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Administradores públicos, entoem o mantra e resolvam o problema do lixo: reciclar e compostar, reciclar e compostar, reciclar e compostar &#8230;</span></p>
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		<title>Campanha diga não à incineração de lixo em Maringá</title>
		<link>http://www.funverde.org.br/blog/archives/9866</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 12:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Compostagem]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo sustentável]]></category>
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		<description><![CDATA[Você já deve ter lido na nossa página que estamos em uma campanha contra a instalação de uma usina de incineração de lixo na cidade. Dia 15 de dezembro haverá uma audiência para a prefeitura sacramentar a instalação desta usina e não podemos permitir que nossa cidade verde seja poluída por uma tecnologia que os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Você já deve ter lido na nossa página que estamos em uma campanha contra a instalação de uma usina de incineração de lixo na cidade.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Dia 15 de dezembro haverá uma audiência para a prefeitura sacramentar a instalação desta usina e não podemos permitir que nossa cidade verde seja poluída por uma tecnologia que os europeus estão abandonando após terem aprendido da maneira mais difícil que estas usinas não ecologicamente corretas, causando doenças em seus cidadãos, com a contaminação do leite, da carne dos animais e dos vegetais que durante décadas receberam do ar as cinzas tóxicas e cancerígenas destas usinas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O material da campanha contra a instalação da usina de incineração de lixo em Maringá ficou pronto na semana passada. </span><span class="Apple-style-span" style="color: #008000;">Começamos a distribuir no mesmo dia os folders e adesivar os carros após pedir permissão para a pessoa, é claro.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Final de semana teve panfletagem e adesivagem no centro da cidade e nas feiras livres. </span><span class="Apple-style-span" style="color: #008000;">Esta semana, a partir de segunda-feira até dia 15 de dezembro, dia da audiência pública para tentar enfiar goela abaixo dos cidadãos de Maringá esta usina indecente, haverá panfletagem no centro da cidade.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Se você quiser o folder ou adesivar o carro, entre em contato para informarmos onde os voluntários estarão panfletando e adesivando carros.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Queremos agradecer imensamente ao Eduardo Marçal Santa Bárbara, da empresa de comunicação e marketing EMARÇAL pela criação do material para a campanha, sem o qual não seria possível continuarmos a luta contra esta usina infernal.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O Eduardo é o publicitário da FUNVERDE que cria todas as logos e campanhas da fundação há muito tempo, portanto, entende tudo de comunicação e meio ambiente.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Novamente Eduardo, nossos agradecimentos pelo seu trabalho árduo, principalmente neste final de ano, em que sabemos, você está atolado de serviço mas sempre arranja um tempo para nos socorre.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Nós e o planeta agradecemos pelo seu sempre impecável e incansável trabalho.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Agradecemos muito também aos empresários da cidade, que se cotizaram para pagar o material impresso, mas que não podemos citar os nomes por motivos óbvios, quer dizer, pediram para ficarem anônimos por medo de retaliação do primeiro poder.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Não seja apenas um pagador de impostos, seja um cidadão, junte-se a nós nesta luta para manter nossa cidade livre deste incinerador que destrói a cidadania ao incentivar o consumismo, afinal, é consumir e o lixo some, magicamente.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O incinerador deseduca a população que demorou tanto tempo para aprender a separar seu lixo para a reciclagem.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O incinerador causa desemprego as centenas de pessoas que, sem qualificação para encontrar trabalho na economia formal, encontram na reciclagem uma maneira de trabalhar e ganhar seu sustento. </span></p>
<p><span style="color: #008000;">A reciclagem está sendo uma fonte de renta para os recicladores e a sociedade lucra com os produtos que são reciclados e também a segurança publica ganha, pois sem esta renda, teríamos uma quantidade enorme de pessoas entrando na situação de insegurança social &#8211; pobreza extrema.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O incinerador causa sérias doenças, dentre elas o câncer, pois a fumaça tóxica contém dioxinas e furanos, altamente prejudiciais à saúde, além de partículas muito pequenas que deixam de ser filtradas pelo nosso corpo, aderindo a parede do pulmão, provocando doenças que irão impactar o Sistema Único de Saúde.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">E por fim, gerenciamento de lixo sempre foi, é e sempre será a separação na fonte do material para a reciclagem, para a compostagem e o rejeito. Com a separação na fonte, sobrará no máximo 10% de rejeito e com o incinerador, de tudo que entrar para queima, sobrará 15% de rejeito de cinzas tóxicas, classe 1, que tem que ser armazenadas em locais especiais para não contaminar o planeta.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Diga não à incineração de lixo em Maringá e em qualquer outro local do planeta. Diga sim à reciclagem e compostagem.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Informativo da campanha Diga Não à Incineração do Lixo em Maringá</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a href="http://farm8.staticflickr.com/7175/6482121749_37ed8afc1a_b.jpg" target="_blank"><span style="color: #008000;"><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7175/6482121749_37ed8afc1a_z.jpg" alt="" width="460" height="640" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Adesivo para carro</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a href="http://farm8.staticflickr.com/7026/6481938597_d83c6ce52b_b.jpg" target="_blank"><span style="color: #008000;"><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7026/6481938597_d83c6ce52b_z.jpg" alt="" width="640" height="222" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Botton para camiseta</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a href="http://farm8.staticflickr.com/7143/6481937555_55b4f6b801_b.jpg" target="_blank"><span style="color: #008000;"><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7143/6481937555_55b4f6b801.jpg" alt="" width="500" height="500" /></span></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Campanha diga não à incineração do lixo &#8211; conheça mais sobre esta alternativa perigosa</title>
		<link>http://www.funverde.org.br/blog/archives/9792</link>
		<comments>http://www.funverde.org.br/blog/archives/9792#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 11:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Compostagem]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Incineração de lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A FUNVERDE é membro do fórum do lixo e cidadania que nasceu em setembro de 2010 para solucionar o que parece insolúvel, o problema do lixo em Maringá, que não é resolvido pelo poder público desde nunca. A prefeitura pretende instalar uma usina que custará centenas de milhões de Reais para queimar 500 toneladas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">A FUNVERDE é membro do fórum do lixo e cidadania que nasceu em setembro de 2010 para solucionar o que parece insolúvel, o problema do lixo em Maringá, que não é resolvido pelo poder público desde nunca.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A prefeitura pretende instalar uma usina que custará centenas de milhões de Reais para queimar 500 toneladas de lixo por dia, sendo que Maringá só gera 350 toneladas de lixo por dia e menos de 5% disso é reciclado.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O fórum é contra esta alternativa ambientalmente incorreta, perigosa para a saúde humana e para o próprio planeta.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O que é necessário é educação ambiental para reduzir a geração de lixo, separar o que é gerado para a reciclagem e compostagem. Esse é o beabá da gestão do lixo, o básico. Sem isso, não adianta se pensar em alternativas fantasiosas, mirabolantes, porque queimar lixo deseduca a população, incentivando o consumo, dizendo que você pode consumir e depois nós queimamos, jogamos o lixo para baixo do tapete.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Esta alternativa retira postos de trabalho dos coletores de recicláveis, gerando desemprego e instabilidade social.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A primeira audiência pública foi cancelada judicialmente no mês passado, mas haverá outra no dia 15 de dezembro de 2011.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Participe, diga não à queima do lixo em Maringá.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Para você conhecer mais sobre esse assunto e saber porque não podemos permitir a instalação desta usina, leia alguns artigos abaixo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Conhecimento é poder.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Clique nos links para ler em formato pdf.</span></p>
<p align="LEFT"><strong><a href="http://www.funverde.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/incineracao-de-residuos-solidos-urbanos.pdf" target="_blank">Incineração de resíduos sólidos urbanos, aproveitamento na co-geração de energia. Estudo para a região metropolitana de Goiânia &#8211; GO</a></strong></p>
<p align="LEFT"><strong><a href="http://www.funverde.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/geracao-de-energia-eletrica-a-partir-da-incineracao-de-lixo-urbano-o-caso-de-campo-grande-MS.pdf" target="_blank">Geração de energia elétrica a partir da incineração de lixo urbano: o caso de Campo Grande &#8211; MS</a></strong></p>
<p align="LEFT"><strong><a href="http://www.funverde.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/la-contribution-des-incinerateurs-a-la-pollution-ambiante.pdf" target="_blank">L’incinération des déchets en Île-de-France: Considérations environnementales et sanitaires</a></strong></p>
<p align="LEFT"><strong><a href="http://www.funverde.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/incineration-des-ordures-menageres-en-france-numero-tematico-beh_07_08_20091.pdf" target="_blank">Incinération des ordures ménagères en France: effets sur la santé</a></strong></p>
<p align="LEFT"><strong><a href="http://www.funverde.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/bio-tox-synthese-des-connaissances-generales.pdf" target="_blank">Synthèse des connaissances sur les impacts environnementaux et les risques sanitaires de l’incinération, de la méthanisation, et des centres de stockage</a></strong></p>
<p align="LEFT"><strong><a href="http://www.funverde.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/caracterizacao-das-cinzas-de-incineracao-de-residuos-industriais.pdf" target="_blank">Caracterização das cinzas de incineração de resíduos industriais e de serviços de saúde</a></strong></p>
<p align="LEFT"><strong><a href="http://www.funverde.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/Artigo-incineradores-de-residuos-solidos.pdf" target="_blank">Incineradores de resíduos sólidos, processos de coincineração e implicações para a saúde humana: princípio da precaução</a></strong></p>
<p align="LEFT"><strong><a href="http://www.funverde.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/analise-espacial-dos-riscos-da-incineração-2010.pdf" target="_blank">Análise espacial dos riscos à saúde associados à incineração  de resíduos sólidos: avaliação preliminar</a></strong></p>
<p align="LEFT"><strong><a href="http://www.funverde.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/acordao-queima-de-pneus-cocamar.pdf" target="_blank">Acórdão sobre a queima de pneus pela cocamar</a></strong></p>
<p align="LEFT"><strong><a href="http://www.funverde.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/sentença-queima-de-pneus-cocamar.pdf" target="_blank">Sentença sobre a queima de pneus pela cocamar</a></strong></p>
<p align="LEFT"><strong><a href="http://www.funverde.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/manifesto-contra-inicineracao-site-incineradornaopontonet.pdf" target="_blank">Manifesto contra a incineração, pela reciclagem e reutilização dos materiais do lixo domiciliar - incineracaonao.net</a></strong></p>
<p align="LEFT"><strong><a href="http://www.funverde.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/relatorio-greenpeace-incineracao-e-saude-humana.pdf" target="_blank">Incineração e saúde humana. Estudo do conhecimento sobre os impactos da incineração na saude humana &#8211; Greenpeace</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.funverde.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/incineracao-nao-e-ao-solucao-greenpeace.pdf" target="_blank">Incineração não é a solução &#8211; Greenepace</a> </strong></p>
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		<title>Curitiba, PR, 27/11/2011 &#8211; Audiência pública em Curitiba contra instalação de usinas incineradoras de lixo no Paraná</title>
		<link>http://www.funverde.org.br/blog/archives/9847</link>
		<comments>http://www.funverde.org.br/blog/archives/9847#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 10:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Participamos da audiencia pública realizada em Curitiba, na Assembléia Legislativa, organizada pelos deputados Luciana Rafagnin, Rasca Rodrigues, Luiz Eduardo Cheida e Elton Welter, no dia 28 de dezembro de 2011. Esta audiência marcou o início do processo da criação de uma lei para impedir a instalação das usinas de incineração de lixo nas cidades no Paraná. Também estamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Participamos da audiencia pública realizada em Curitiba, na Assembléia Legislativa, organizada pelos deputados Luciana Rafagnin, Rasca Rodrigues, Luiz Eduardo Cheida e Elton Welter, no dia 28 de dezembro de 2011.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Esta audiência marcou o início do processo da criação de uma lei para impedir a instalação das usinas de incineração de lixo nas cidades no Paraná.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Também estamos lutando contra a instalação desta usina na cidade de Maringá, sede da FUNVERDE, através da nossa participação no fórum do lixo e cidadania, que foi criado em setembro de 2010 para resolver o problema do lixo na cidade, que nunca foi resolvido por nenhum prefeito até hoje.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O atual prefeito está praticamente no último ano do seu segundo mandato e também não fez absolutamente nada para resolver este problema, as 5 cooperativas estão praticamente sucateadas, a reciclagem não consegue ultrapassar 3% na cidade, a compostagem é inexistente, enfim, um caos em uma cidade que gera mais de 350 toneladas de lixo todos os dias.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Todas as leis federais, estaduais e municipais dão a receita de como se resolver o problema do lixo que é simplesmente reduzir a geração do lixo, separar para a reciclagem e compostagem na fonte. Podemos citar apenas duas para você consultar, a 11.445/2007 e a 12.305/2010. Sim, separação na fonte, não adianta juntar tudo, contaminar tudo e depois dizer que está separando em uma usina de triagem, isto não existe, isso não funciona. Reduzindo e separando, enviando para a reciclagem e compostagem, sobrará no máximo 10% de todo o lixo de rejeito para destinação final, o que quer dizer que em Maringá, se houvesse compostagem e reciclagem, só 35 toneladas por dia seriam rejeito.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Este é outro problema com a usina de  incineração que o prefeito pretende instalar na cidade. Ela necessitará de no mínimo 500 toneladas por dia de resíduos para funcionamento.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Acontece que nosso lixo é composto de 50% de matéria orgânica, portanto, passível de compostagem para se transformar em adubo para a agricultura. Somos o celeiro do país e todo o adubo é bem vindo para fertilizar a terra, ainda mais adubo orgânico, proveniente dos resíduos orgânicos gerados em nossas cozinhas como cascas, folhas, sementes &#8230; partes de alimentos que não são utilizados na cozinha.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Nosso lixo é composto por mais de 40% de produtos recicláveis, que devem voltar ao ciclo de produção para não haver a necessidade da retirada de novas matérias primas do planeta, que tem um número finito de recursos naturais e se queimarmos esses recursos naturais nessas usinas de incineração, nossos descendentes não terão matéria prima para sobreviverem no futuro.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Portanto, como já dissemos anteriormente, se for feita a separação na fonte para a reciclagem e para a compostagem, no máximo 10% sobra de rejeito. De onde virão as outras 465 toneladas para a queima? Ou será que, como atualmente não existe compostagem e a reciclagem é praticamente inexistente na cidade, tudo será queimado? Mistérios &#8230;</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Preste especial atenção na palestra do André Abreu, da Fundação France Libertés, que foi criada pela primeira dama da França, Danielle Mitterrand em 1986, para proteger recursos naturais preciosos do planeta, principalmente a água e para defender a educação, a democracia participativa e a economia sustentável.  Madame Mitterrand apoiava e acompanhava de perto a luta do movimento nacional dos catadores de materiais de recicláveis no Brasil, se posicionando firmemente contra a incineração de lixo, que além dos danos ambientais, problemas de saúde, causa o desemprego dos catadores, pessoas sem qualificação profissional, que não encontram seu lugar na economia tradicional e conseguem seu sustento através da comercialização do lixo reciclável, que acaba desaparecendo com a instação de incineradores.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Falaremos mais sobre os problemas dos incineradores nos próximos posts, principalmente porque na próxima semana tem audiência pública para validar a instalação da usina de incineração e esperamos que você participe, se posicione contra esta medida ambientalmente incorreta de dar destinação ao lixo gerado.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Como o youtube não aceita vídeos de mais de 15 minutos, tivemos que cortar por palestrante para postar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Abertura do evento e Deputado Luiz Eduardo Cheida.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/plSnjMzxrjc"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/plSnjMzxrjc" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Deputado Elton Welter.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wzGFX7KfoXw"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wzGFX7KfoXw" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Doutor Saint Clair Honorato, coordenador do centro operacional de apoio às promotorias de proteção ao meio ambiente do Paraná, nosso maior aliado na guerra contra as usinas de incineração de lixo no Paraná.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/SOH7m9pIbVg"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/SOH7m9pIbVg" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Carlos Cavalcante, membro do movimento nacional dos catadores de materiais recicláveis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WJWu1a5RHG8"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/WJWu1a5RHG8" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qJ__V3XyrSA"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/qJ__V3XyrSA" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Jorge Villalobos professor da UEM.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EV4sbU5z9AQ"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/EV4sbU5z9AQ" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/S9rb_9Wac-8"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/S9rb_9Wac-8" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">André Abreu de Almeida, da France Libertés &#8211; Fundação Danielle Mitterrand.</span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IrCaRyW_CK8"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/IrCaRyW_CK8" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/oVvqTTYVeDA"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/oVvqTTYVeDA" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Margaret Matos de Carvalho procuradora do ministério público do Paraná.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Biu7C6IzDuU"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Biu7C6IzDuU" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/07e3-WHWHp8"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/07e3-WHWHp8" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Deputado Rasca Rodrigues.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BxZKgs5ngY0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/BxZKgs5ngY0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">As últimas quatro partes são considerações da plenária.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/X1C-rBJk4a0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/X1C-rBJk4a0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2UR1K7Iy7iI"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/2UR1K7Iy7iI" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/O7ph6X7bOWc"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/O7ph6X7bOWc" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Eh9oAey_bAg"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Eh9oAey_bAg" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
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		<title>Against incineration</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 15:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Why waste incineration is wrong Waste incineration is like controlling the population through euthanasia before birth control. It’s wrong because it’s trying to control the problem, before preventing the cause. Most wise people recognise that prevention is better than cure, so how can waste incineration be a viable option? If we look deeper into the [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7019/6395349815_c630bdc8d3_o.jpg" alt="" width="357" height="405" /></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Why waste incineration is wrong</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Waste incineration is like controlling the population through euthanasia before birth control.</strong> It’s wrong because it’s trying to control the problem, before preventing the cause. Most wise people recognise that prevention is better than cure, so how can waste incineration be a viable option?</span></p>
<p><span style="color: #008000;">If we look deeper into the problem of production and consumer waste, we see that its a monster that has got out of control. We are producing so much and so fast, that slowing it down and reducing waste is not enough. We also need to get rid of it more efficiently and stop contaminating the environment by burying rubbish in the ground. Incineration answers the problem of reducing the bulk of waste by 95-96 %, depending upon composition and degree of recovery of materials. Incineration is therefore at a superficial level, a viable solution.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">The argument for incineration focusses on providing an immediate solution to reducing landfill waste burial and mitigates the toxic after effect by pointing to possible solutions for unwanted bi-products, such as reprocessing of leachate and gas scrubbing. The cost of post treatment like this is high and its effectiveness is uncertain for technical reasons. Some medical waste is in fact very suitable for incineration as the high temperatures reached are sufficient to sterilise the waste and remove the biological hazard. In addition, some incineration processes may be linked to power production by utilising the heat generated. Overall, there is undoubtedly a niche market for incineration, but not as a panacea to mass waste reduction.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Unfortunately, waste incineration comes with its own environmental problems, as well as technical issues and dubious cost effectiveness. Incinerators produce greenhouse gases like CO2, and also heavy metals, particulates, sulphur dioxide, acids, furan and dioxins. Although incineration may reduce the bulk of waste, by burning it away, the toxic by-products produced are no longer bound to stable materials and maybe freely released into the environment as gasses and leachate. Waste mass is reduced, but at a high cost of greater environmental pollution. The wider goal of reducing toxic contamination and sustaining environmental systems is ultimately defeated through incineration.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Taking a wider view of post consumer and post industrial waste reveals that the real root of the problem lies much further back and begins with the production of waste, as opposed to its disposal. That may seem obvious, but if so, why are we even contemplating the use of incinerators? Why don’t we grasp the nettle of responsibility and prevent the problem and stop taking reactive measures of dealing with the monster after it has escaped? If we project the waste problem into future generations, it’s clear that incineration can only be a temporary measure, or reserved for specialist waste disposal needs.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">If the real issue is rooted in waste production, then the most effective prevention is to centre our resources on providing creative and legislative methods to reduce waste in the first place. This is the only route that will achieve sustainable waste reduction without incurring too many tricky caveats at the end of use. The counter argument against this approach suggests that while this maybe an ideal solution, it will take too much time to implement and we need an immediate relief to landfill waste. Many UK regions calculate that we have only a few years left of available landfill space and that we are already at a critical stage in dealing with waste disposal. This observation makes incineration attractive as a necessary evil that maybe inevitable, at least as a short term option.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">It is true that it takes a long time to stop a moving freight train and that in order to avoid disaster it is tempting to divert it’s route rather than apply the brakes. The easy option is not always the best one and usually only offers short term solutions. We do have to take immediate action, but incineration is an easy diversion that leads later us up a siding with nowhere to go. The answer is to make large and immediate investment into prevention and not cure. This way ahead is not unusual and has already been adopted by other countries like New Zealand and parts of Canada. They have turned the prevention of waste and residual recycling into a business opportunity, seeing waste that can’t be factored out of manufacturing as resource material for new production. Not only good for the environment, but also good for industry. This ‘closed loop’ approach regards waste as the result of a failure to realise a reuse possibility for any materials. If something can not be reused, it becomes more costly because it has no residual post production or post consumer recycling value.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">No producer wants to raise costs and if they can recover materials for reuse this is an incentive for cleaner greener production methods. To make such systems work there needs to be organised and effective recovery systems, both in manufacturing and also post consumer recycling. These are the areas that we must focus on here in the United Kingdom to initiate a sea-change of attitudes both in industry, marketing and consumer habits.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Where do we go with this? The goal of MyZeroWaste.com is to demonstrate that with a change in attitude and a small amount of commitment, an ordinary family can achieve a huge reduction in landfill waste in excess of 80% without much effort. This can be done with virtually no cost or outlay and relies solely on a ‘will’ to shop carefully, recycle responsibly and see waste as a resource. Our small model demonstrates a paradigm for change that is both easy to realise and accessible by ordinary people. If this model was proliferated across our region and country, we would see a reduction in landfill waste that would leave every other method almost redundant. We have gone from about 100 ltrs of weekly waste to an average of 150grams of waste, that is only due to lack of mixed plastics recycling facilities in our area. We joke that if everyone else produced as little waste as us, our village would only need a small transit van for landfill kerbside collection. Our waste bin has 6 weeks of unrecycleble plastic in it and it’s only half full. The main changes for us have been in an attitude of mindfulness and very little has changed to threaten our consumer enjoyment or lifestyle.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">It can be argued that what we have demonstrated is a new skill, a new cultural shift that is required for a new generation facing new environmental problems. We still eat well, enjoy a little moderate spending and note only a small ‘down-shifting’ as a result of our recycling habits. The fact is that a small effort to prevent waste by an individual or family unit multiplied across a large area has a much greater effect than the reactive efforts to deal with waste once it’s produced. Surely that is a valuable key to revealing the way forward.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">We advocate a ‘Greater awareness campaign’ as the primary thrust for waste reduction. The individual holds the key, whether that is a head of industry, politician, ordinary individual, or family household. Reach the individual on a mass scale and a vast change can be achieved with a self governing approach that removes the need for legislation or draconian measures. Even with limitations with kerbside collections and problems with mixed plastics recycling we have shown that huge reductions in landfill waste are possible, simply by adopting new habits and utilising the resources available.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Zero landfill waste is a distinct possibility, 75% &#8211; 90% reduction is a certainty, given an acceptance and commitment from the individual. Have our decision makers become too detached from the people that they can’t reach them. Or is that that local government is too occupied with popularity and vote securing? Maybe we see that waste freight train thundering along the tracks and think it’s simply too big and too fast to put the brakes on and that the only option left is to limit the damage and incinerate the evidence of our environmental crash.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; My Zero Waste</span></p>
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		<title>Convite &#8211; Festival lixo e cidadania 2011 em Belo Horizonte &#8211; MG</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 10:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) convida para participar da 2ª Semana Mineira de Redução de Resíduos e do 10º Festival Lixo e Cidadania que acontecerá de 19 à 27 de novembro. Inscrições &#8211; www.minasmenosresiduos.com.br Assessoria de Comunicação Centro Mineiro de Referência em Resíduos Av. Belém 40 &#8211; Bairro Esplanada Belo Horizonte &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">O Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) convida para participar da 2ª Semana Mineira de Redução de Resíduos e do 10º Festival Lixo e Cidadania que acontecerá de 19 à 27 de novembro.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Inscrições &#8211; www.minasmenosresiduos.com.br</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Assessoria de Comunicação</span><br />
<span style="color: #008000;"> Centro Mineiro de Referência em Resíduos</span><br />
<span style="color: #008000;"> Av. Belém 40 &#8211; Bairro Esplanada</span><br />
<span style="color: #008000;"> Belo Horizonte &#8211; MG</span><br />
<span style="color: #008000;"> Fone 31 3465-1212</span></p>
<p><a href="http://www.minasmenosresiduos.com.br/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm7.static.flickr.com/6091/6347169687_1d71b4abb6_o.jpg" alt="" width="550" height="2835" /></a></p>
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		<title>Vamos dizer não à incineração do lixo</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 16:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Consumo sustentável]]></category>
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		<description><![CDATA[Queimar lixo é queimar recursos naturais finitos no nosso planeta, necessários à nossa sobrevivência e à sobrevivência dos seres do amanhã. Por isso, diga não à incineração. Diga sim à reciclagem e compostagem que geram apenas de 3 a 5% de rejeito. Diga sim à reciclagem e compostagem que gera cidadania, dignidade e trabalho. Diga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Queimar lixo é queimar recursos naturais finitos no nosso planeta, necessários à nossa sobrevivência e à sobrevivência dos seres do amanhã. Por isso, diga não à incineração.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Diga sim à reciclagem e compostagem que geram apenas de 3 a 5% de rejeito.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Diga sim à reciclagem e compostagem que gera cidadania, dignidade e trabalho. </span></p>
<p><span style="color: #008000;">Diga não à incineração do lixo que gera até 15% de rejeito.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Diga não à incineração que queima materiais que devem voltar para o ciclo de produção para não ser necessário extrair mais recursos naturais finitos do planeta para a produção de novos produtos.</span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm7.static.flickr.com/6096/6350348013_58d1a676e0_z.jpg" alt="" width="453" height="640" /></p>
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		<title>Incineração de lixo, conheça alguns de seus problemas</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 15:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Compostagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Longe de ser uma tecnologia universalmente provada como asseguram seus promotores, a incineração de lixo doméstico com recuperação da energia tem sido uma experimentação, que depois de 20 anos deixou os cidadãos dos países industrializados com a herança de altos níveis inaceitáveis de dioxina e seus compostos em seus alimentos, seus tecidos, seus bebês e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm7.static.flickr.com/6114/6350974178_c187e19df8_z.jpg" alt="" width="460" height="640" /></p>
<p><span style="color: #008000;">Longe de ser uma tecnologia universalmente provada como asseguram seus promotores, a incineração de lixo doméstico com recuperação da energia tem sido uma experimentação, que depois de 20 anos deixou os cidadãos dos países industrializados com a herança de altos níveis inaceitáveis de dioxina e seus compostos em seus alimentos, seus tecidos, seus bebês e na vida selvagem.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Alguns dos problemas da incineração de resíduos -  descargas de poluentes tanto para o ar como para outros meios, custos econômicos e custos de emprego, perda de energia, insustentabilidade e incompatibilidade com outros sistemas para a gestão de resíduos. Também lida com os problemas específicos dos países do hemisfério Sul.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">As dioxinas são os poluentes mais importantes associados aos incineradores. Estes são os causadores de uma grande variedade de problemas de saúde que incluem o câncer, danos no sistema imunológico, problemas na reprodução dos seres vivos e de desenvolvimento.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">As dioxinas são bio-acumulativas, isto é, passam para a cadeia alimentar da presa para o predador, concentrando-se na carne e nos produtos lacticínios e por último no Homem. As dioxinas são de particular preocupação, pois se disseminam no meio ambiente e no homem, em níveis que já demonstraram estar causando problemas de saúde, implicando que neste momento estão populações inteiras sofrendo os seus efeitos adversos. Os incineradores são a principal fonte de dioxinas em nível mundial.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Os incineradores são uma das maiores fontes de poluição por mercúrio, sendo a sua contaminação de vasto alcance, os intoxicados pelo mercúrio tem prejuízos em suas funções motora, sensorial e cognitiva. Os incineradores são também uma fonte significativa de emissões para o meio ambiente de outros metais pesados, tais como o chumbo, cádmio, arsénio, cromo e berílio.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Outros poluentes que causam preocupação incluem &#8211; não dioxinas &#8211; hidrocarbonetos halogénicos, gases ácidos, que são precursores da chuva ácida, partículas que prejudicam as funções pulmonares e gases que provocam o efeito de estufa. Contudo, a caracterização das descargas de poluentes das incineradores ainda está incompleta e estão presentes nas emissões de ar e nas cinzas muitos componentes não identificados.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Os operadores de incineradores afirmam várias vezes que as emissões estão sob controle, mas as evidências indicam que isto não é verdade.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Primeiro porque para muitos poluentes tais como as dioxinas qualquer nível de emissão é inaceitável. Segundo porque a verificação das emissões é irregular e bastante imperfeita, deste modo não são verdadeiramente conhecidos os atuais níveis de emissões. Terceiro porque a informação existente indica que os atuais incineradores são incapazes de satisfazer o padrão mínimo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Quando o equipamento para o controle de poluição funciona, remove os poluentes do ar concentrando-os nas cinzas soltas, criando um fluxo perigoso de resíduos tóxicos que necessita de um tratamento adicional. </span><span style="color: #008000;">Deste modo o problema da libertação de poluentes não está resolvido. Os poluentes são simplesmente transferidos de um meio &#8211; ar &#8211; para outro  -sólido ou água -.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">As cinzas liberadas pelos incineradores são bastante perigosas e são muitas vezes mal reguladas. Nem os aterros sanitários são seguros, porque deixam passar substâncias perigosas. Em alguns lugares as cinzas estão expostas ao ambiente ou até espalham-se por áreas residenciais ou áreas de produção alimentos &#8211; agropecuárias -.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Os incineradores estão muitas vezes situados ao redor de populações, normalmente minoritárias de baixo rendimento, com a teoria de que estes setores da população politicamente fracos, serão menos capazes de resistir-lhes. Isto é uma violação dos princípios básicos da justiça ambiental e dos direitos humanos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Os incineradores modernos são de longe, a abordagem mais dispendiosa para a gestão de resíduos, só os custos da construção podem ser centenas de milhões de dólares. Os custos de construção e de funcionamento normal dos incineradores são inevitavelmente suportados pelo público.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">As companhias de incineradores têm inventado vários esquemas de financiamento complicados, para conseguirem o apoio do governo em pagamentos em longo prazo, o que várias vezes provou ser desastroso para os governos locais. Muitas cidades, nos Estados Unidos, endividaram-se devido investirem em incineradores.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Os incineradores criam de longe menos empregos por toneladas de resíduos do que as tecnologias alternativas e práticas, tais como a reciclagem e compostagem. Geralmente, também substituem o trabalho em rede de reciclagem informal, já existente, causando dificuldade adicional ao mais pobre dos pobres.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Os incineradores são também adaptados para funcionar como produtores de energia, visto poderem produzir eletricidade. </span><span style="color: #008000;">No entanto, uma análise detalhada do ciclo de atividade revela que os incineradores gastam mais energia do que produzem.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Isto porque os produtos reutilizáveis e recicláveis que são incinerados e que deveriam ser reutilizados ou reciclados devem ser substituídos por novos produtos, extraindo e processando materiais virgens, pressionando ainda mais o planeta com a exploração de recursos naturais finitos para transformá-los em novos produtos, gastando muito mais energia, causando também mais danos ao meio ambiente do que seria se os materiais fossem reutilizados, ou produzidos a partir de materiais reciclados.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A grande parte da história da incineração de resíduos, tem sido nos países do Norte. Os contextos dos países do Sul são capazes de ser ainda mais problemáticos para esta tecnologia. A falta de capacidade de monitoramento significa que os incineradores são capazes de ser ainda mais poluidores do que os do Norte. Problemas administrativos, tais como orçamentos incertos e a corrupção, podem interferir com a manutenção necessária. As diferentes condições físicas, tais como o tempo e as características dos resíduos, podem tornar as operações difíceis ou até mesmo impossíveis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Finalmente, deve ser entendido que os incineradores são incompatíveis com outras formas de gestão de resíduos. Os incineradores competem para o mesmo orçamento e materiais descartáveis com outras formas de gestão de resíduos, subestimando a ética da separação na fonte, que gere o manejo apropriado dos resíduos.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Alguns fatos</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Utilizar os 5Rs, para diminuir geração de resíduos, que hoje já passa de 1 quilo / dia por pessoa no Brasil. 5Rs – REPENSAR a nossa relação com o planeta e de como o nosso consumismo está afetando a viabilidade da continuação da raça humana e de todos os outros seres vivos, com o objetivo de nos tornarmos consumidores sustentáveis e diminuir a geração de lixo; RECUSAR o que faz mal ao planeta e às pessoas, como no caso das sacolas plásticas e de tantas outras besteiras inventadas e também jamais adquirir produtos com embalagens que não possam ser recicladas ou com sobreembalagens; REDUZIR nosso consumo somente para o necessário para que todos – inclusive os humanos que ainda não nasceram – tenham à sua disposição os recursos naturais, ar limpo, terra fértil e água potável para para viverem uma vida digna; REUTILIZAR todas as  embalagens antes de separar para a reciclagem e finalmente RECICLAR, isto é, separar todo o material para a reciclagem e compostagem.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Ao se realizar a reciclagem e a compostagem, apenas restará de 3 a 5% de todo o lixo produzido para ser dada uma destinação correta. As últimas tecnologias que estudamos de incineração tem como resíduo final de até 15% de rejeito, muito mais do que se fosse realizada a compostagem e a reciclagem.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Incinerar lixo é dar incentivar as pessoas se tornarem consumistas, afinal, depois de consumir é só queimar, é varrer o lixo para baixo do tapete.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Reciclagem e compostagem gera muitos postos de trabalho, inserindo no mercado produtivo pessoas sem qualificação, gerando renda e dignidade para estas pessoas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Reciclagem e compostagem não necessita de investimentos milionários, muitas vezes passando da casa das centenas de milhões para sua implantação.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Reciclagem e compostagem, estas são as verdadeiras soluções para limpar o lixo do planeta.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Diga não à incineração!</span></p>
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		<title>Supermercado não lucra com as sacolinhas</title>
		<link>http://www.funverde.org.br/blog/archives/9734</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 11:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Plástico]]></category>
		<category><![CDATA[Sacola retornável]]></category>

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		<description><![CDATA[Diretoria da Apas intensifica ação para vencer as resistências e garantir sucesso com substituições. A direção da Apas (Associação Paulista de Supermercados) resolveu escancarar as informações sobre as sacolinhas de plástico para tentar vencer as últimas resistências contra a sua retirada dos estabelecimentos. Tanto que o diretor regional em Bauru, Erlon Ortega, não economiza na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Diretoria da Apas intensifica ação para vencer as resistências e garantir sucesso com substituições.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A direção da Apas (Associação Paulista de Supermercados) resolveu escancarar as informações sobre as sacolinhas de plástico para tentar vencer as últimas resistências contra a sua retirada dos estabelecimentos. Tanto que o diretor regional em Bauru, Erlon Ortega, não economiza na explicação.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">“Precisamos ser francos: os supermercados não lucram com as sacolinhas. Aliás, quem paga por elas é o próprio cliente porque esse custo já está embutido nas mercadorias”.</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Erlon esclarece que a partir de 25 de janeiro de 2012, quando se espera tirar de circulação as sacolinhas, os supermercados oferecerão opções aos clientes a preço de custo. Como outra sacola plástica que poderá ser comprada – e que “nasceu para ser descartável porque é feita por meio de reciclagem. E, claro, se decompõe no ambiente muito antes do que os 100 anos previstos das outras sacolinhas.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Alternativas</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;"> Além disso, vários tipos de sacola retornável serão oferecidas com capacidade para receber de 6kg até 15kg de mercadoria cada uma.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A partir de R$ 0,19 (sacolinha de amido de milho), o cliente já poderá ter uma sacolinha que demora de 6 a 9 meses para se decompor. Outras custarão a partir de R$ 0,50. “Também incentivamos o uso de caixas de papelão”, acrescenta.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O planeta agradece por essa mudança de hábito.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Agência Bom Dia de 11 de novembro de 2011</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Qualquer ameba apática já sabe que quem paga pela sacola plástica de uso único é o consumidor. Batemos nesta tecla desde 2004, quando decidimos que iríamos iniciar uma cruzada contra as sacolas plásticas de uso único, que representam 10% de todo o lixo gerado diariamente em qualquer cidade do mundo.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Parabéns ao estado de São Paulo que é a maior população do país, com mais de 30 bilhões de consumidores. Veja que não dissemos cidadãos, dissemos consumidores, consumistas, pois se fossem cidadãos, não precisaríamos estar em guerra já há mais de meia década contra a sacola plástica de uso único, os cidadãos entenderiam os malefícios das sacolas e por vontade própria já teriam banido estas pragas.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">De qualquer maneira, finalmente o estado de São Paulo em 2012 se verá livre desta praga que jamais deveria ter sido inventada, que plastifica o país desde a década de 80 do século passado e qualquer uma destas sacolinhas, desde a primeira que foi fabricada ainda está poluindo o planeta e ficará poluindo ainda por algumas centenas de anos.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Estamos recebendo notícias da campanha de plastificação do estado, dando palpites, acompanhando de perto e apoiamos completamente esta inciativa do  estado, que muitas vezes está acontecendo cidade a cidade do estado, cada uma adaptando a lei à sua realidade.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Agora, desde o início da campanha, estamos brigando porque não concordamos com a venda de sacolas de amido ou de cana, que usam recursos naturais cada vez mais preciosos, que são terra fértil e água potável para produção de comida e depois transformam esta comida em sacola para ser usada por meia hora. Isto é um crime contra a humanidade, isto é roubar comida do prato de milhões de humanos famintos e roubar a terra fértil dos seres do amanhã.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Tem mais, a sacola de amido tem no máximo 25% de amido e o resto é petróleo. Então dizer que sacola de amido é ambientalmente correta é uma baita de uma mentira que a brakem nos conta.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">A sacola de cana demora 500 anos para se degradar, o mesmo que uma sacola de plástico de petróleo. Dizer que é sustentável é outra mentira que basf nos conta.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Somos sim a favor da venda da sacola plástica de uso único, afinal, a consciência da humanidade reside no bolso. E que se venda a no mínimo 30 centavos a unidade, que é em média 10 vezes o preço de custo da sacola, para o consumidor sentir no bolso o estrago que uma sacola causa.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Agora, Se querem vender sacola de uso único, que vendam sacolas biodegradáveis de petróleo, as sacolas com ciclo de vida útil controlado com aditivo d2w, que em 18 meses já terá se biodegradado.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">E acaba aí nossa briga com qualquer um que queira banir as sacolas, porque não se pode trocar seis por meia dúzia, não se pode trocar sacola de petróleo, que ainda é um produto abundante, que é a matriz energética mundial por sacola de comida, que aumenta a fome no mundo, que rouba comida e água dos humanos de hoje e terra fértil dos humanos de amanhã.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">E por fim, use sempre sacola retornável, esta sim, a única solução para a plastificação do planeta.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Documentário &#8211; A era da estupidez</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 20:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[O feriado está chegando com esta chuva maravilhosa que desde sábado está nos refrescando do calor infernal da semana passada. Isso quer dizer que não vai dar praia ou nenhuma atividade fora de casa, o que quer dizer que vai sobrar tempo para você usar a cabeça para pensar em algo útil, como fazer a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">O feriado está chegando com esta chuva maravilhosa que desde sábado está nos refrescando do calor infernal da semana passada.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Isso quer dizer que não vai dar praia ou nenhuma atividade fora de casa, o que quer dizer que vai sobrar tempo para você usar a cabeça para pensar em algo útil, como fazer a sua parte para salvar o planeta para nós e nossos descendentes, os seres do amanhã.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Sugerimos o maravilhoso e esclarecedor documentário A ERA DA ESTUPIDEZ para este feriado. Conhecimento é poder. Poder de mudar o mundo e o destino da humanidade.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O filme questiona a passividade humana e diante da ameaça do aquecimento global e chama a atenção para a necessidade de governantes e cidadãos de todo o mundo agirem contra o aquecimento global.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O documentário, produzido pela ativista inglesa Franny Armstrong se passa em 2055, quando o ‘arquivista’, um homem solitário que vive num mundo devastado pelo aquecimento global, passa seu tempo catalogando o passado. </span></p>
<p><span style="color: #008000;">O filme examina imagens de 2007 e, se indaga por que a humanidade ignorou os avisos sobre as alterações climáticas e não tomou providências contra a crise climática quando ainda havia tempo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Mostra a que ponto chegou a destruição ambiental no mundo e alerta para a responsabilidade de cada indivíduo em impedir a anunciada catástrofe global. Um velho sobrevivente no devastado mundo de 2055, ao analisar cenas das muitas tragédias ambientais ocorridas no início do século 21, se pergunta por que os seres humanos não se salvaram quando ainda tinham a chance.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OGhHg18JYQM"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/OGhHg18JYQM" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vídeo &#8211; Quem alimenta o mundo</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Sep 2011 16:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Transgênico]]></category>
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		<description><![CDATA[. .]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ffffff;">.</span><br />
<span style="color: #008000;"> <object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ygiFrtH83UQ"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ygiFrtH83UQ" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span><br />
<span style="color: #ffffff;"> .</span></p>
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		<title>Vídeo &#8211; Brasil é o país que mais usa agrotóxicos no mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 12:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotóxico]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Orgânico]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Programa Cidades e Soluções da Globo News que mostra que o Brasil é o país que mais usa agrotóxicos no mundo. Não acredite no que dizem as corporações do adubo químico, do agrotóxico, é tudo veneno, veneno que está matando a humanidade a cada garfada. Não coma transgênicos, não coma produtos envenenados, prefira alimentos orgânicos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Programa Cidades e Soluções da Globo News que mostra que o Brasil é o país que mais usa agrotóxicos no mundo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Não acredite no que dizem as corporações do adubo químico, do agrotóxico, é tudo veneno, veneno que está matando a humanidade a cada garfada.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Não coma transgênicos, não coma produtos envenenados, prefira alimentos orgânicos.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vzsr7MtbBb8"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/vzsr7MtbBb8" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
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		<title>Vídeo &#8211; Brasileiros encontram jeito novo e rentável de cultivar alimentos orgânicos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 11:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Orgânico]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Programa da Cidades e Soluções da Globo News que mostra as inúmeras vantagens dos produtos orgânicos. Você é o que você come. Não coma veneno, não coma transgênicos, prefira produtos orgânicos. .]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Programa da Cidades e Soluções da Globo News que mostra as inúmeras vantagens dos produtos orgânicos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Você é o que você come. Não coma veneno, não coma transgênicos, prefira produtos orgânicos.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FsUz_I39LsU"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/FsUz_I39LsU" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
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		<title>Vídeo &#8211; sustentabilidade nas prateleiras do supermercado</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 11:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Programa Cidades e Soluções da Globo News que mostra que o supermercadista e o cliente são responsáveis pela mudança nos padrões de consumo, gerando produtos menos agressivos ao ambiente e ecologicamente corretos. Nós, consumidores, podemos mudar o que está nas prateleiras simplesmente não adquirindo produtos com sobreembalagem, com embalagens que não podem voltar ao ciclo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Programa Cidades e Soluções da Globo News que mostra que o supermercadista e o cliente são responsáveis pela mudança nos padrões de consumo, gerando produtos menos agressivos ao ambiente e ecologicamente corretos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Nós, consumidores, podemos mudar o que está nas prateleiras simplesmente não adquirindo produtos com sobreembalagem, com embalagens que não podem voltar ao ciclo de produção &#8211; recicladas ou reutilizadas &#8211; e reclamando quando não houver no local das compras produtos com menos embalagens e embalagens sustentáveis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">As fábricas, o varejo, tudo gira em torno dos desejos do consumidor. Aja, você pode mudar o mundo mudando seus hábitos de consumo.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span><br />
<span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/anKMiCeFsW4"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/anKMiCeFsW4" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
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		<title>O varejo ajuda a mudar hábitos de consumo</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 13:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[O varejo é considerado um promotor de importantes mudanças rumo a uma economia verde, enquanto elo entre fomecedor e consumidor, com poder de articular e mobilizar pessoas para o consumo sustentável. Essa é a opinião de Luiz Macedo, pesquisador e assessor do Centro de Estudos de Varejo da Fundação Getúlio Vargas (GVcev). Essa questão estará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">O varejo é considerado um promotor de importantes mudanças rumo a uma economia verde, enquanto elo entre fomecedor e consumidor, com poder de articular e mobilizar pessoas para o consumo sustentável. Essa é a opinião de Luiz Macedo, pesquisador e assessor do Centro de Estudos de Varejo da Fundação Getúlio Vargas (GVcev).</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Essa questão estará em debate na Conferência Ethos 2011, hoje e amanhã, em São Paulo. &#8220;Há a necessidade de um novo modelo e padrão de consumo, que passa pela pedagogia e pela comunicação, incluindo as redes sociais&#8221;, explica Helio Mattar, diretor presidente do Instituto Akatu. Segundo ele, <strong>o consumo padrão atual é 50% superior ao que o planeta é capaz de produzir</strong> e é preciso &#8220;sair da sociedade descartável para a durável, do privado para o compartilhado&#8221;. O Instituto Akatu quer mostrar ao consumidor o enorme poder transformador de seus hábitos de consumo &#8211; só no ato de fechar a tomeira ao escovar os dentes, por exemplo, uma pessoa pode economizar num ano 180 carros pipas ou 1 milhão de litros de água. <span style="color: #ff0000;">Esquisito isso do mattar fazer discurso sobre sair da sociedade descartável para a durável enquanto tem como seu patrocinador estratégico a braskem e estar junto com braskem, basf e eco &#8211; ong da basf &#8211; em um estudo que defende o uso de sacolas plásticas de uso único. Muito esquisito.</span></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Outro foco será a politica de resíduos sólidos que está em vigor, e a corresponsabilidade de atacadistas, fornecedores e transportes na logística reversa. &#8220;Será um grande desafio porque não há uma solução definitiva e, sim, uma ação conjunta entre várias entidades de classe, governos e varejo, que serão cobrados&#8221;, diz Macedo, da FGV.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Já se sabe que 92% do impacto ambiental e social acontecem na rede produtiva e 8% na operação da loja. O varejo informa sobre os impactos ambientais e sociais às classes C, D e E, que desconhecem como descartar lâmpadas e outros resíduos, como indicam conclusões de estudos do Centro de Estudo do Varejo da FGV.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O ponto de venda promove várias iniciativas sustentáveis e o varejo avança no gerenciamento de produtos e na formação de parcerias, &#8220;enfrentando desafios para ampliar a cadeia sustentável, de tal forma que os supermercados não tenham só um nicho de produtos na sessão de orgânicos,&#8221; explica Macedo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Para ajudar a cadeia sustentável, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) baixou recentemente nova norma, determinando que a propaganda de uma empresa afirmando ter selo verde não possa ser veiculada se o produto não vier com certificado de sustentabilidade. A intenção é proteger o consumidor contra a propaganda enganosa.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Desde 2005, o Walmart Brasil incorporou em sua estratégia a economia verde e adotou ações como energia renovável, resíduo com impacto zero e mudança na maneira de trabalhar com fomecedores e consumidores. São 479 lojas, em 18 Estados brasileiros, que atendem diariamente cerca de 1 milhão de clientes, de todas as classes sociais.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O supermercado deu prioridade a algumas categorias de produtos, como os originários da Amazônia e pescados com certificados. O óleo usado, por exemplo, é recebido pelas lojas da rede e enviado para um prestador de serviços que o reutiliza fazendo sabão &#8211; esse produto é vendido em barras nos supermercados Bom Preço.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Com o projeto &#8220;Impacto Zero&#8221;, o Walmart, em 2010, impediu que 52% dos resíduos orgânicos produzidos pelo supermercado fossem parar nos aterros sanitários isso equivale a 40 mil toneladas. Os orgânicos viraram ração animal ou serviram de compostagem em projetos em universidades e prefeituras.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A rede de supermercados americana é protagonista em muitas ações, está no meio da cadeia e quer, cada vez mais, envolver ou Iras empresas, indústrias e parceiros.&#8221;0 setor privado não consegue fazer tudo sozinho, precisamos de incentivos do governo&#8221;, diz Daniela de Fiori, vice-presidente de sustentabilidade do Walmart Brasil. Para ela, o Brasil deveria liberar a geração de energia solar pelas grandes lojas, a exemplo do que acontece nos Estados Unidos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;É preciso criar novas regulamentações para incentivar as empresas&#8221;, diz ela. Com a segunda edição do projeto &#8220;Sustentabilidade de Ponta a Ponta&#8221;, várias indústrias aceitaram produzir suas marcas líderes, reduzindo o impacto ambiental, a exemplo da Whirlpool, Danone, Kraft Foods, Reckitt Benckiser, Santher, Kimberley-Clark, Philips entre outras.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Só em resíduos, os 13 produtos lançados representam redução de mais de 250 toneladas por ano, considerando a estimativa de venda anual no Walmart. Pelo mesmo critério, a redução do uso de água chega a 2 milhões de litros, e a de energia, a cerca de 19 milhões de Kwh. Nas emissões de gases de efeito-estufa, houve redução de 3.171 de toneladas de CO2 equivalente, o que corresponde a uma economia de 17,3 milhões de km rodados.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Marília Balbi, Valor Econômico / varejo sustentável de 08 de agosto de 2011</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Hoje as crianças aprendem sobre ambiente, sustentabilidade e outros conceitos desde que entram na escola, mas os adultos, com mais de 18 anos não aprenderam na escola e não aprenderão mais em nenhuma instituição de ensino.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Como todas as idades e classes sociais frequentam os supermercados, eles se tornam um instrumento para a educação do adulto, uma escola torná-los consumidores sustentáveis.</span></p>
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		<title>Vídeo &#8211; A vez do gás e o aquecimento global</title>
		<link>http://www.funverde.org.br/blog/archives/9333</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 11:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[. . Enquanto a Alemanha optou por fechar suas usinas nucleares depois do desastre de Fukushima e apostar nas renováveis, um número crescente de países investe no gás natural como combustível para o médio e longo prazos. A Agência Internacional de Energia (AIE), em relatório recente, estima que todas as maiores regiões geográficas do mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0gKu0k8A2N4"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/0gKu0k8A2N4" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Enquanto a Alemanha optou por fechar suas usinas nucleares depois do desastre de Fukushima e apostar nas renováveis, um número crescente de países investe no gás natural como combustível para o médio e longo prazos. A Agência Internacional de Energia (AIE), em relatório recente, estima que todas as maiores regiões geográficas do mundo dispõem de reservas equivalentes a pelo menos 75 anos de consumo aos níveis atuais, e especula se o mundo está entrando em uma “era de ouro” do gás. Pode ser uma era dourada do ponto de vista energético, mas ambientalmente o gás deixa bastante a desejar.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Cresce a produção não-convencional de gás, especialmente por meio do chamado “fracking”, uma técnica de perfuração horizontal via fraturamento hidráulico das rochas do subsolo para atingir depósitos de gás em formação sedimentares. Desde a desregulamentação do setor de gás nos Estados Unidos em 1978, a técnica vem sendo aprimorada e hoje o gás natural obtido de formações sedimentares fornece 23% do gás usado pelos americanos, diz a revista The Economist.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A revista acredita que o gás natural trará uma revolução. “Na medida em que o sucesso do gás de formações sedimentares se repete em outros lugares, uma fonte vital de energia vai se tornar disponível com um conjunto cada vez mais diverso e numeroso de fornecedores em mercados cada vez mais livres”, diz em reportagem. “Isso significa que, diferentemente do boom do petróleo nas décadas após a Segunda Guerra Mundial, esse crescimento do gás pode não entregar uma arma política poderosa aos países com as maiores reservas”.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Apesar da promessa de um mercado diversificado e livre, persistem as preocupações ambientais. O documentário Gasland explorou a fundo os impactos do fracking para as águas subterrâneas, os rios e a saúde humana em várias regiões dos EUA. Em julho, a França se tornou o primeiro país a considerar a técnica ilegal. A Inglaterra suspendeu operações depois que a extração de gás via fracking foi associada a pequenos terremotos. O estado australiano de New South Wales estendeu uma moratória nas operações de fracking até o final do ano. No estado de Western Australia, um projeto para produção de gás convencional ameaça a região de Kimberley, uma das últimas áreas selvagens do país e uma das mais significativas culturalmente para as populações aborígenes.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Além dos impactos locais da produção de gás natural, há os efeitos para as emissões globais de carbono. A AIE lembra que, embora mais “limpo” que o petróleo e o carvão, o gás natural é um combustível fóssil. A agência aponta que o gás pode substituir combustíveis de baixo carbono, como as fontes renováveis e a energia nuclear, e alerta que, sozinha, a expansão de seu uso não será panacéia para as mudanças do clima. No cenário de uma era de ouro do gás, com alto consumo e 40% da demanda suprida por gás não convencional, a AIE estima aumento das temperaturas globais em mais de 3,5 graus Celsius.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O gás natural é particularmente atrativo para países e regiões que estão se urbanizando e precisam satisfazer o rápido crescimento da demanda por energia, notadamente a China, a Índia e o Oriente Médio. Eles provavelmente vão determinar o quão dourada virá ser a era do gás – e seu impacto sobre o meio ambiente.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Revista Página 22 de 12 de agosto de 2011</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Ah,a humanidade &#8230; ela continua criativa em encontrar meios de aumentar a temperatura do planeta e destruir a humanidade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vídeo &#8211; Educação ambiental para crianças</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Aug 2011 11:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[5Rs repensar recusar reduzir reutilizar reciclar]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos naturais]]></category>

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		<description><![CDATA[. . O que nós não tivemos em nossa infância, agora está até nas histórias em quadrinhos e desenhos infantis. O Maurício de Souza e seu estúdio estão de parabéns pelo excelente filme da turma da mônica, que ensina passo a passo a educação ambiental para as crianças sem ser cansativo e na linguagem que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JBziTdOE3QM"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/JBziTdOE3QM" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O que nós não tivemos em nossa infância, agora está até nas histórias em quadrinhos e desenhos infantis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O Maurício de Souza e seu estúdio estão de parabéns pelo excelente filme da turma da mônica, que ensina passo a passo a educação ambiental para as crianças sem ser cansativo e na linguagem que eles entendem.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">No final de semana, aproveite e assista junto com seus filhos o filme &#8220;Como salvar o planeta&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Deixe sempre muito claro para seus filhos que nós precisamos do planeta para sobreviver, mas o planeta jamais precisou, precisa ou precisará da humanidade. Aliás, todas as outras formas de vida sofrem com nossa existência, por isso nossa responsabilidade é tão grande.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Nossa responsabilidade transcende nosso ciclo de vida, alcançando os humanos e outras formas de vida que ainda não nasceram.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Por isso a importância deste filme, pois as crianças de hoje decidirão com seus hábitos de consumo o futuro de toda a humanidade.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Antes de consumir, pense nos 5Rs – REPENSAR a nossa relação com o planeta e de como o nosso consumismo está afetando a viabilidade da continuação da raça humana e de todos os outros seres vivos, com o objetivo de nos tornarmos consumidores sustentáveis; RECUSAR o que faz mal ao planeta e às pessoas, como no caso das sacolas plásticas e de tantas outras besteiras inventadas e também jamais adquirir produtos com embalagens que não possam ser recicladas ou com sobreembalagens; REDUZIR nosso consumo somente para o necessário para que todos – inclusive os humanos que ainda não nasceram – tenham à sua disposição os recursos naturais, ar limpo, terra fértil e água potável para para viverem uma vida digna; REUTILIZAR todas as  embalagens antes de separar para a reciclagem e finalmente RECICLAR, isto é, separar todo o material para a reciclagem e compostagem.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O planeta e a humanidade agradecem.</span></p>
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		<title>Golfinhos e baleias ameaçados pelo lixo plástico nos oceanos</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 23:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
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		<category><![CDATA[Plástico]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma baleia já foi encontrada com 33 quilos de plásticos no corpo O lixo plástico na superfície dos oceanos é uma ameaça mortal para as baleias e os golfinhos e ainda não foi estudado pela ciência, segundo um estudo que será apresentado na reunião da Comissão Baleeira, que começa nesta segunda-feira na ilha britânica de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;"><strong><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3209/2989054699_bb5060cfa0.jpg" alt="" width="500" height="375" /></strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Uma baleia já foi encontrada com 33 quilos de plásticos no corpo</strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;">O lixo plástico na superfície dos oceanos é uma ameaça mortal para as baleias e os golfinhos e ainda não foi estudado pela ciência, segundo um estudo que será apresentado na reunião da Comissão Baleeira, que começa nesta segunda-feira na ilha britânica de Jersey.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em 2008, 134 tipos de redes diferentes foram encontradas nos estômagos de duas cachalotes que encalharam no litoral da Califórnia, Estados Unidos, e que provavelmente morreram de oclusão intestinal. Em 1999, na cidade de Biscarrosse (sudoeste da França), uma baleia de Cuvier encalhou com 33 kg de plástico no corpo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Os cetáceos, como as tartarugas e os pássaros, têm grande dificuldade de digerir esses dejetos, cada vez mais numerosos, indica o estudo apresentado ao comitê científico da Comissão Baleeira Internacional (CBI), viando à reunião de Jersey.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;A ameaça dos dejetos marinhos de plástico para inúmeros animais marinhos foi estabelecida há tempos, mas a ameaça para as baleias e os golfinhos é menos clara&#8221;, considera o autor, Mark Simmonds, cientista chefe da Sociedade para a Conservação dos Golfinhos e Baleias (WDCS), uma ONG britânica.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;No entanto, foi estabelecido que esses dejetos podem causar dano aos animais, seja porque os ingere, ou porque ficam enredados neles&#8221;, explicou.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) destacou em fevereiro, em seu informe de 2011, a forma com que milhões de dejetos plásticos ameaçam os litorais devido à utilização cada vez mais importante do plástico e de taxas de reciclagem ainda fracas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A WDCS é favorável que a CBI assine o &#8220;Compromisso de Honolulu&#8221;, um pedido internacional lançado em março, no Havaí, para incentivar os governos, associações e cidadãos a agir para reduzir os dejetos marinhos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Revista Exame de 10 de julho de 2011</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Imagem &#8211; <a href="http://www.funverde.org.br/photos/20259408@N00/">bee happy123</a></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">De quantas provas mais você precisa, de quantos argumentos mais você precisa, para finalmente abandonar esse seu péssimo hábito de usar sacola plástica de uso único e para finalmente tomar coragem de separar o que é lixo do material reciclável?</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Seus péssimos hábitos, sua preguiça, estão matando as outras formas de vida no planeta.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Este planeta não nos pertence, nós somente o emprestamos de nossos descendentes e o partilhamos com outras formas de vida que estão sendo mortas pelos seus horríveis hábitos e seu comodismo.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Mude seus hábitos e mude o mundo. Use sacola retornável e recicle, sempre.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uberaba, MG &#8211; Supermercados estão cumprindo a legislação</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 16:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Plástico oxi-biodegradável]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de nem todos os empresários estarem preparados para cumprir a Lei 11.089/10, que dispõe sobre a responsabilidade pela distribuição e utilização de sacolas plásticas comuns e sua substituição no município pelas sacolas ecológicas, oxibiodegradáveis ou retornáveis. o diretor da Assuper (Associação dos Supermercados de Uberaba e da região do Triângulo Mineiro), Matusalém José Alves, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Apesar de nem todos os empresários estarem preparados para cumprir a Lei 11.089/10, que dispõe sobre a responsabilidade pela distribuição e utilização de sacolas plásticas comuns e sua substituição no município pelas sacolas ecológicas, oxibiodegradáveis ou retornáveis. o diretor da Assuper (Associação dos Supermercados de Uberaba e da região do Triângulo Mineiro), Matusalém José Alves, garantiu que o setor está preparado para cumprir a legislação. &#8220;Acredito que o empresário não terá problema com esta lei, porque muitos já estão oferecendo as sacolas oxi-biodegradáveis para os clientes levarem suas compras&#8221;, afirma.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em relação ao fato de alguns especialistas entenderem que está as sacolas oxibiodegradáveis não são as mais aconselhadas para diminuir a degradação ao meio ambiente, o diretor explicou que existem alguns laudos negativos e outros positivos em relação aos benefícios destas sacolas. &#8220;No meu ponto de vista, o que está acontecendo é uma política muito grande no setor de produção&#8221;, garante.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Segundo o diretor da Assuper, os laudos iniciais comprovam que a sacola oxibiodegradável se decompõe mais rápido na natureza do que as que eram tradicionalmente usadas no mercado. &#8220;Eu percebo que o empresário não mediu esforços para cumprir a legislação, porque não quer pagar multa ou correr o risco de ter o alvará de funcionamento suspenso. Apesar de existir uma pesquisa sobre as sacolas oxibiodegradáveis, é lógico que existem novos estudos sendo feitas sobre sua eficácia no meio ambiente&#8221;, finaliza.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Jornal de Uberaba de 28 de junho de 2011</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">A tecnologia de plástico oxibiodegradável ja foi e continua sendo mais testada do que qualquer outro tipo de plástico e não existe um único laudo negativo, o que existem são pitacos da máfia do plástico. A FUNVERDE apóia e incentiva o uso do plástico oxibiodegradável como substituto para o plástico convencional desde 2005.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Mas claro, ele deve ser utilizado onde não puder ser utilizada a sacola retornável. Esta sim, é a solução final e ideal para o transporte de compras.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Taciba, SP &#8211; Curso de bolsas ecológicas</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 11:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sacola retornável]]></category>

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		<description><![CDATA[Quanto menos sacolas utilizar, menos lixo será produzido. O uso responsável de sacolas plásticas evitará seu desperdício. Pensando sobre o assunto, a Secretaria de Meio Ambiente, com apoio da Prefeitura Municipal, promoveu no dia 28 de maio, utilizando a estrutura da Cooperativa de Costura de nossa cidade, o curso de produção de ECOBOLSAS (Sacolas Ecológicas). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2785/5852369581_89a39472c1_o.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Quanto menos sacolas utilizar, menos lixo será produzido. O uso responsável de sacolas plásticas evitará seu desperdício.</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Pensando sobre o assunto, a Secretaria de Meio Ambiente, com apoio da Prefeitura Municipal, promoveu no dia 28  de maio, utilizando a estrutura da Cooperativa de Costura de nossa cidade, o curso de produção de ECOBOLSAS (Sacolas Ecológicas).</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O curso teve duração de 4hs, sob o comando da Instrutora Neuza, da cidade de Regente Feijó, que recebeu o convite da engenheira agrônoma do município Lívia P. Prado Silva e contou com a participação de 25 pessoas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"> As sacolas ecologicas foram produzidas com o aproveitamento de banners doados pela Prefeitura de Taciba. </span></p>
<p><span style="color: #008000;">Essa iniciativa tem como objetivo conscientizar a população para que realizem ações sustentáveis, visando a preservação do meio ambiente.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Uma das atividades possíveis para auxiliar na preservação ambiental é o uso das sacolas ecológicas durante as compras diárias em estabelecimentos comerciais.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"> Uma sacola plástica, quando não tem destino correto, acumula-se em bueiros e contribuem para que ocorram os entupimentos e as enchentes, levando em média 450 anos para se decompor no meio ambiente. </span></p>
<p><span style="color: #008000;">Faça um cálculo rápido, confira quantas embalagens plásticas você utiliza em cada compra e depois multiplique pelo número de compras que você realiza no mês.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Não pense no vizinho e no quanto ELE não é consciente. Faça sua parte e leve uma bolsa ecológica quando for fazer suas compras.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A coperativa tem intenção de continuar esse trabalho, confeccionando suas bolsas e comercializando.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte e imagem &#8211; Prefeitura municipal de Taciba, SP</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Esta é uma ótima idéia  para ser copiada por empresas e prefeituras que podem ministrar cursos com sobras de tecido de indústria de confecção, banners, roupas que não são mais utilizadas, todos esses materiais podem se transformar em sacolas retornáveis e também gerar renda para quem fizer o curso de sacolas retornáveis. Parabéns à cidade de Taciba pela excelente iniciativa.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lei das sacolas plásticas aguarda votação há 1 ano em Maringá</title>
		<link>http://www.funverde.org.br/blog/archives/9091</link>
		<comments>http://www.funverde.org.br/blog/archives/9091#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 11:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sacola retornável]]></category>

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		<description><![CDATA[Matéria de página inteira no jornal O Diário do Norte do Paraná sobre a lei das sacolas plásticas que não passa de jeito nenhum no berço da resistência contra a plastificação do planeta. Foi aqui, em Maringá, em 2004, que a FUNVERDE decidiu que em até 2010 acabaria com as sacolas plásticas de uso único [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3261/2719479947_125f7a0e6b.jpg" alt="" width="269" height="500" /></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Matéria de página inteira no jornal O Diário do Norte do Paraná sobre a lei das sacolas plásticas que não passa de jeito nenhum no berço da resistência contra a plastificação do planeta. Foi aqui, em Maringá, em 2004, que a FUNVERDE decidiu que em até 2010 acabaria com as sacolas plásticas de uso único no país, livrando assim a humanidade de 10% de todo o lixo gerado diariamente e que não é reciclado. Ainda não conseguimos caro leitor, mas estamos quase lá, tenha um pouco de paciência porque a luta é árdua.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">O engraçado é que temos leis em várias cidades e estados, inclusive em outros países mas, infelzmente, em nossa própria cidade o projeto não anda de jeito nenhum. Deve ser aquele velho ditado de que santo de casa não faz milagre.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Ao Vinicius, agradecemos a matéria tão bem escrita. São iniciativas assim que educam a população para a importância de mudar seus hábitos em nome de um planeta melhor para todos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Maringá se orgulha do verde e da adoção de práticas ecologicamente corretas, mas está perdendo o pioneirismo para outros centros. Depois de ter sido pioneira, em 2008, na adoção de sacolas com ciclo de vida controlada, a cidade está atrasada na legislação referente à distribuição de sacolas plásticas em supermercados.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A proposta já foi adotada nos Estados de São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro e em Belo Horizonte (MG), com leis baseadas em projetos da ONG maringaense Fundação Verde (Funverde).</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em 2004, a Funverde desenvolveu um projeto de lei e apresentou para diversas prefeituras e câmaras. Embora tenha sido aprovada em diversas cidades, a proposta está há 1 ano na Câmara Maringá, sem previsão de votação.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O projeto de lei 11.701, de 8 de junho de 2010, propõe a proibição da oferta de sacolas plásticas comuns nos hipermercados, supermercados, mercados e mercearias do município.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">As penalidades variam de advertência, multa de R$ 1 mil, duplicada em caso de reincidência, chegando à interdição e cassação do alvará.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">No lugar da oferta gratuita, os estabelecimentos passariam a cobrar pelas sacolas, para desestimular seu consumo em favor de recipientes retornáveis, como sacolas de pano, lona e outros materiais reaproveitáveis. A medida tem a mesma concepção da lei adotada por São Paulo e outros grandes centros brasileiros.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O autor da proposta, vereador Humberto Henrique (PT), afirma que o projeto de lei já foi aprovado pelas comissões competentes, mas não segue para votação até que haja consenso por parte dos estabelecimentos interessados.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Estamos aguardando uma reunião da Apras (Associação Paranaense de Supermercados), pois 90% dessa medida depende dos supermercados&#8221;, diz Henrique.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O vereador acredita que sem o envolvimento da classe empresarial, a aplicação da lei ficará ameaçada. &#8220;Sem o apoio dela, não funciona. Conversamos com supermercadistas de Xanxerê (SC), onde foi adotada a medida, e nos disseram que o apoio do setor é fundamental.&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A Apras é favorável ao projeto, afirma o presidente regional para o noroeste paranaense, Roberto Burci. Ele diz que há amplo apoio por parte da classe supermercadista, mas uma minoria ainda insiste em se opor à ideia de proibir a distribuição gratuita de sacolas plásticas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Estamos conversando em particular com esses empresários, para saber suas razões. Mas diretoria e a maioria na Apras são favoráveis.&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Entre as razões para a oposição ao projeto, Burci afirma que alguns lojistas consideram a distribuição gratuita algo tradicional e que as pessoas usam a sacola para acomodar lixo doméstico.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Se houvesse destinação correta, tudo bem, mas sabemos que essas sacolas acabam sendo lançadas no meio ambiente&#8221;, afirma Burci. &#8220;É um problema para nós também. Nossa intenção não é ganhar dinheiro vendendo sacola&#8221;, acrescenta.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A regional noroeste representa 60 supermercadistas só em Maringá. A Apras pretende reverter o lucro com a venda de sacolas para uma entidade de assistência social. &#8220;Nossa intenção é que essa lei comece a valer em 2012.&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Mesmo com o apoio dos supermercados, não há consenso sobre a medida na Câmara. Para o líder do prefeito, vereador Heine Macieira (PP), a conscientização é o melhor caminho para resolver o problema das sacolas plásticas no meio ambiente. <span style="color: #ff0000;">Senhor vereador, infelizmente, a conscientização reside no bolso das pessoas, como temos comprovado desde 2004, quando iniciamos nossa cruzada contra a sacola plástica de uso único. Ou bane, ou cobra, senão, a preguiça, o comodismo dos humanos não os fará usar sacola retornável.</span></span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Concordo que temos que encontrar uma forma de reduzir ou até eliminar as sacolas plásticas do ambiente, mas discordo que seja cobrando que chegaremos a uma solução&#8221;, sustenta. Ele afirma que muitos consumidores podem preferir pagar e continuar a utilizar as sacolas. &#8220;Reconheço que o problema existe, mas acho que o melhor caminho é a conscientização.</span> <span style="color: #008000;"><span style="color: #ff0000;">&#8221; O senhor pagaria 30 centavos por sacola só por pirraça? Ninguém sai de um supermercado com menos de 10 sacolas, o que custa 3 Reais para o consumidor. Em todas as cidades em que elas estão sendo cobradas a diminuição é de 95 a 98% já no primeiro mês e olhe que já temos cidades que estão cobrando pelas sacolas há mais de 2 anos. Tem gente que dá palpite em tudo só para ter seus 15 minutos de fama, coisa feia senhor vereador.</span></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Recentemente, o vereador acompanhou o prefeito Silvio Barros (PP) e o secretário de Meio Ambiente, Leopoldo Fiewski, à França, onde visitaram usinas de incineração de lixo para geração de energia elétrica e calor. &#8220;Vi muitas sacolas plásticas sendo incineradas nessas unidades. A solução final pode passar por iniciativas como essa&#8221;, avalia. <span style="color: #ff0000;">Claro né, agora suas intenções estão claras, senhor vereador líder do prefeito. Se as sacolas correspondem a 10% de todo o lixo gerado diariamente na cidade e elas forem banidas, vocês terão 10% a menos de matéria prima para queimar na usina de incineração que a propósito, nós não deixaremos vocês construírem nem a pau, juvenal! Quando é que o senhor irá perceber que o senhor não trabalha para o prefeito e sim para o cidadão e que nós não queremos ser contaminados por cancerígenos com a incineração de commodities? Se o senhor não entende, por favor contrate assessores competentes para quando falar, não falar abobrinha sobre o que não entende. O lixo deve ser separado na fonte em 3 tipos, reciclável, compostável e rejeito e então ser encaminhado para as cooperativas reciclagem, para a usina de compostagem e daí sim, sobrar somente os 3 a 5% de rejeito.</span></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3343/5838863933_9daf2ef07e_o.jpg" alt="" width="490" height="229" /></span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">35 toneladas de sacolas plásticas são descartadas por dia</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A dona de casa Lucia Antunes, moradora da Vila Morangueira, saiu do supermercado com quatro sacolas plásticas ontem. Ao saber que os recipientes poderão ser cobrados, ela afirma que já vai mudar o hábito. &#8220;Nesse caso passaria a trazer de casa. A gente acaba levando a sacola devido à correria&#8221;, afirma Lúcia.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A Funverde estima em 35 toneladas diárias a quantidade de sacolas plásticas jogadas no lixo em Maringá. &#8220;Corresponde a 10% de todo o lixo gerado na cidade&#8221;, diz presidente da ONG, Cláudio José Jorge.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Ele afirma que para cada quilo de sacola plástica são necessárias 800 unidades. &#8220;Todos os meses, os supermercados de Maringá geram 30 milhões de sacolas plásticas&#8221;, calcula.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A fundadora da Funverde, Ana Domingues, argumenta que os consumidores precisam perceber que estão pagando pelos objetos para moderar o consumo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Propomos que o valor cobrado seja dez vezes o custo para o supermercado&#8221;, diz Ana. Em alguns casos, a sacola pode custar R$ 0,03 ao estabelecimento.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Como muita gente utiliza as sacolas para acondicionar lixo doméstico, Ana afirma que há possibilidade de praticamente zerar sua utilização. &#8220;O primeiro passo é a separação do lixo reciclável. Só isso reduz em 75% o uso de sacos de lixo&#8221;, comenta.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Vidros, garrafas PET, latas de alumínio e embalagens de leite já são amplamente aceitas por catadores de lixo reciclável e podem ser acondicionadas em caixas de papelão, papel ou outras embalagens reaproveitáveis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Para o lixo comum, em sua maior parte de origem orgânica, a ambientalista recomenda a utilização de sacos de lixo grandes, que podem ser utilizados apenas uma vez por semana. &#8220;Essas sacolas também estarão disponíveis, em breve, na versão oxibiodegradável&#8221;, ressalta.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Para as compras, o consumidor pode utilizar sacolas de algodão, lona ou polipropileno, um material plástico mais resistente. &#8220;Essas sacolas retornáveis substituem até 20 sacolas plásticas e podem durar até 5 anos&#8221;, destaca Ana.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Mercado aposta em soluções ecológicas</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">De olho em consumidores preocupados com a questão ambiental, as empresas lançam novidades para facilitar a vida de quem quer exercer o consumo consciente. A Citroën oferece sua própria versão para a sacola retornável, que é item de fábrica para os modelos C4 Picasso e C4 Grand Picasso. </span></p>
<p><span style="color: #008000;">No porta-malas há uma sacola retornável resistente e uma estrutura dotada de rodinhas e puxador, para facilitar o transporte das mercadorias no supermercado. </span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Como é um veículo voltado para a família, essa sacola retornável é um diferencial importante, que deixa as pessoas deslumbradas&#8221;, diz o vendedor Anilson Gouveia, da concessionária maringaense Citroën Vernie. </span></p>
<p><span style="color: #008000;">O carrinho acoplado à sacola se encaixa no piso do porta-malas, evitando que as compras chacoalhem e se esparramem pelo compartimento. &#8220;A capacidade da sacola retornável é de 15 quilos&#8221;, diz o vendedor Vanderson Tieppo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Os carrinhos de feira ganharam sua versão moderna. Uma versão de plástico, com rodinhas e puxadores metálicos, com capacidade para 25 quilos, é dobrável e se transforma numa maleta, facilmente transportada com uma das mãos. </span></p>
<p><span style="color: #008000;">Um fabricante do Rio de Janeiro oferece o produto por R$ 83,99. Outras versões estão sendo oferecidas por até R$ 240. Sacolas térmicas, próprias para porta-malas de carros, são vendidas por R$ 100.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em muitos modelos de veículos, os porta-malas já vêm com ganchos e alças, para que as pessoas possam prender essas sacolas e carrinhos com redes ou elásticos, para que os produtos comprados não se quebrem ou se espalhem durante o trajeto.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Vinicius Carvalho, O Diário do Norte do Paraná de 14 de junho de 2011</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Imagem &#8211; <a href="http://www.funverde.org.br/blog/compre-aqui-sua-sacola-retornavel/sacolas-para-eventos" target="_blank">Sacolas FUNVERDE</a></span></p>
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		<title>Esta vaga não é sua nem por um minuto!</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 11:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QTv6Wcc_UlQ"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/QTv6Wcc_UlQ" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object>
<p><span style="color: #008000;"> </span></p>
<p><span style="color: #008000;">O uso indevido de vagas destinadas a pessoas com deficiência em estacionamentos de estabelecimentos – que resultou no lançamento da campanha “Esta vaga não é sua nem por um minuto” em meados de março deste ano – é o foco do vídeo que a agência TheGetz colocou no ar neste fim de semana nas redes sociais.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Como a principal desculpa para a ocupação de vagas exclusivas para deficientes e idosos é sempre a do pouco tempo de permanência no estabelecimento, o “apenas um minuto”, a TheGetz colocou cadeiras de rodas em vagas normais e registrou a reação das pessoas em um estacionamento de Curitiba. O resultado é o vídeo que pode ser visualizado nas páginas da campanha no Facebook, Twitter, Youtube e Vimeo. O filme também pode ser acessado pelo blog do movimento.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">O movimento</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Concebido para circular nas redes sociais, o movimento “Essa vaga não é sua nem por um minuto” foi uma iniciativa de mobilização da TheGetz para chamar a atenção da sociedade para a necessidade de respeito às vagas de estacionamento para pessoas com deficiência depois de um episódio de desrespeito a uma deficiente em um estacionamento de supermercado em Curitiba. Em pouco mais de um mês, o movimento ganhou mais de mil adeptos no Facebook e se propaga por outras mídias online. O selo do movimento também ganhou pontos fixos na capital paranaense.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Segundo o diretor institucional da TheGetz, o propósito da campanha, além de mobilizar pessoas para esta causa, é provocar ações efetivas por parte dos governantes. “Com o movimento, o que se pretende é ampliar a visibilidade para a necessidade do respeito à figura do deficiente, que em nada se diferencia, em direitos e deveres, das pessoas tidas como normais. Para isso, o apoio das esferas políticas é fundamental para que causas como essas possam ser vistas e ampliadas”, completa.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; AdNews de 2011</span></p>
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		<title>Documentário &#8211; How to feed the world</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 01:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
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		<title>Documentário &#8211; Sabendo usar não vai faltar</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jun 2011 20:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Final de semana, a criançada sem nada para fazer &#8230; que tal divertir e educar as crianças ao mesmo tempo? Assistam alguns episódios do programa Cocoricó, com educação ambiental para as crianças e, porque não, para você também. Assistindo junto você pode explicar o que elas não entenderem, reforçar alguns conceitos, sendo ecologista sem ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Final de semana, a criançada sem nada para fazer &#8230; que tal divertir e educar as crianças ao mesmo tempo?</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Assistam alguns episódios do programa Cocoricó, com educação ambiental para as crianças e, porque não, para você também. Assistindo junto você pode explicar o que elas não entenderem, reforçar alguns conceitos, sendo ecologista sem ser ecochato.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kPMc-92m5a8"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/kPMc-92m5a8" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
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		<title>Documentário &#8211; Garbage warrior</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 01:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
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		<title>Documentário &#8211; Home</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 01:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
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