Orgânico Archive

Maringá, PR, 15/12/2011 – Audiência pública para a instalação do incinerador de lixo

Assista abaixo a audiência pública realizada pela prefeitura de Maringá para implementar uma PPP – parceria público privada para a instalação de um incinerador que custará 350 milhões de Reais, que necessitará de 500 ton / dia de lixo para alimentar o incinerador – Maringá gera 350 ton / dia, sendo que se houver reciclagem e compostagem, apenas sobrarão 35 ton / dia para abastecer o incinerador – e a PPP tem duração de 30 anos, prorrogáveis por mais 5 anos.

Tivemos problemas técnicos e não conseguimos filmar o início da audiência, faltando filmar o início, em que falou o representante de uma ong que quer queimar lixo, que trouxe um cacique piromaníaco e um bando de pseudoambientalistas a convite prefeitura, para validar a escolha do prefeito em queimar recursos naturais.

Ao final da audiência solicitamos ao Leopoldo Fiewski a gravação para podermos postar e ele disse que assim que recebesse a filmagem, nos disponibilizaria. Estamos aguardando, secretário.

 

Talitha Pricila Cabral Coelho, secretária do Fórum intermunicipal de lixo e cidadania, entregando ofício com o posicionamento do fórum de lixo e cidadania, claro, contra a instalação do incinerador de lixo.

 

O prefeito Silvio Barros II, que tem fixação por queimar o lixo da cidade desde que se se tornou prefeito.

 

Adriana Lima Domingos, gerente de auditoria operacional do TC – Tribunal de Contas do Paraná – relato de estudos sobre o panorama de disposição final de RSU no Paraná.

Odair Segantini, da ABRELPE – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais – panorama dos RSU no Brasil e no mundo.

 

Jorge Villalobos, do Observatório ambiental – riscos ambientais e alternativas para destinação final de RSU,

 

Eduardo Gobbi, coordenador de recursos hídricos e saneamento básico da SEMA/PR – Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos – Panorama e perspectiva de gestão de RSU para o Estado do Paraná.

 

Milton Norio Sogabe, entenheiro da CETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo – experiências e alternativas tecnológicas para destinação de RSU.

 

Perguntas e respostas.

Restaurante cria maior fazenda urbana de Nova York

Plantação no meio da cidade pretende ser alternativa sustentável para alimentação

Nos Estados Unidos, em Nova York, proprietários de um restaurante em busca de práticas ambientalmente sustentáveis decidiram cultivar os próprios alimentos que são utilizados no lugar. Em parceria com o Centro de Ciências e Tecnologia Alexandria, em Manhattan, o restaurante Riverpark instalou, no complexo de prédios, o que hoje é a maior fazenda urbana da cidade.

A plantação, com cerca de 1,4 mil metros quadrados, fica ao lado do estabelecimento e fornece produtos frescos todos os dias para os clientes da casa. Cerca de 6 mil plantas são cultivadas no espaço e a ideia é oferecer, no cardápio do restaurante, produtos sazonais, de acordo com a oferta de alimentos disponíveis na “lavoura” urbana. Entre as culturas estão alface, rúcula, couve, chicória, manjericão, cebolinha, coentro, tomilho, rabanete, beterraba, vagem, berinjela, cenouras, pimentas, tomates e frutas.

O projeto foi desenvolvido para ser sustentável tanto ecologicamente quanto econômica e socialmente, além de ser móvel, podendo ser transportado com facilidade para qualquer outro espaço já que ficam em caixas plásticas. Os cozinheiros do restaurante visitam todos os dias a plantação para conversar com os funcionários do lugar e definir quais as melhores formas de cultivo e saber o que eles vão ter para trabalhar nos pratos que serão servidos no restaurante. O lixo orgânico produzido pelo restaurante e que seria desperdiçado é utilizado em compostagem que vira um fertilizante natural para as plantas.

O terreno ocupado pela plantação é provisório. O Centro Alexandria pretende construir um espaço próprio para a fazenda, mas, devido à instabilidade econômica dos últimos anos, a construção está parada.

Os organizadores do projeto dizem que espaços como este são interessantes em terrenos baldios, além de estimular o interesse local, engajar a comunidade e fazer bem para o meio ambiente.

Fonte e imagem - Revista Globo Rural de 03 de setembro de 2011

Você pode copiar esse exemplo em sua casa facilmente. Se você mora em apartamento, qualquer janela serve de apoio e fonte de luz para vasos ou floreiras com verduras ou temperos. Ao invés de impermeabilizar os quintais e jardins com concreto, usar estes locais para plantio de alimento. Nosso solo é fértil, em se plantando tudo dá, bastar ter vontade.

Mercado de orgânicos se amplia com industrialização

Setor conquista definitivamente o agronegócio com processamento e novos produtos

As tradicionais hortaliças e leguminosas não são mais as protagonistas do mercado brasileiro de orgânicos. Além de uma crescente variedade de produtos nas prateleiras, como bolachas, sucos, pães, carnes e até mesmo cosméticos, a produção orgânica está, por meio da modernização industrial e de investimentos em tecnologia e pesquisa, deixando de ser apenas um movimento para entrar de vez no mundo do agronegócio.

Embora o Brasil seja o mercado de fertilizantes que mais cresce no mundo, o cenário dos orgânicos está mudando para melhor. De acordo com a Associação Brasileira de Orgânicos (Brasilbio), há cinco anos, os preços dos orgânicos eram, em média, 70% superiores aos convencionais. Hoje, o valor é apenas 30% maior. “O mercado está com um crescimento anual que varia entre 20% e 30%, o que é bastante promissor”, informa Sandra Caires Sabóia, gerente comercial de Alimentos Orgânicos do grupo Pão de Açúcar.

Nas lojas dessa rede de supermercados, os hortifrútis estão no topo dos alimentos orgânicos mais procurados pelo consumidor, seguidos pelos setores de mercearia e carnes. Segundo dados do Pão de Açúcar, azeite, arroz, açúcar e palmito orgânicos também estão entre os produtos campeões de venda.

Para uma parcela da população, entretanto, a falta de informações e os preços ainda elevados em relação aos produtos convencionais são empecilhos para aumentar o consumo de orgânicos. A isso, pode-se somar a falta de apoio e incentivos ao produtor por parte do governo e da legislação vigente, que não estimula o crescimento da produção brasileira. Mas no exterior, principalmente na Europa, o cenário é bem diferente.

O mercado internacional está muito à frente do brasileiro tanto no quesito produção como no consumo de alimentos orgânicos. “São produtos que oferecem uma alternativa que traga benefícios não só para o nosso corpo, mas também para o meio ambiente”, afirma Angelika Avril, publicitária de 55 anos que mora em Nuremberg, sul da Alemanha. “Não penso duas vezes antes de comprar um produto bio. O preço maior se converte em mais nutrientes e sabor”.

“Diferentemente do que acontece por aqui, os governos europeus incentivam os produtores a trabalhar com orgânicos”, afirma Sandra, do Pão de Açúcar. “A produção brasileira ainda é muito pequena, e é muito caro abrir o negócio. O governo precisa investir mais nos produtores rurais, por meio de uma legislação favorável e medidas de incentivo que impulsionem a nossa produção”.

A estratégia da rede de supermercados, que há 18 anos trabalha com orgânicos, foi proporcionar alternativas para a alimentação habitual de seus clientes. “Muita gente tinha vontade de consumir produtos orgânicos, mas não encontrava alimentos básicos do cotidiano, como arroz, feijão e carne”.

Mas criar uma cultura de consumo de produtos naturais e orgânicos não pode ser construída de um dia para outro. “É preciso ir com calma, até mesmo porque não temos como abastecer um grande mercado”, ressalta a gerente da rede que é a maior do setor em comercialização de produtos sem agrotóxicos. Além da marca Taeq, o Pão de Açúcar revende produtos orgânicos de outras marcas, como a Econatura, de Luiz Postinguer e Telvi Piccini, de Garibaldi, no Rio Grande do Sul.

Postinguer, cuja família sempre cultivou parreiras, já se preocupava com a relação do homem com agrotóxicos quando lecionava biologia. Na década de 1980, as terras de seu sogro e cunhado tiveram o incentivo de uma multinacional para a produção das uvas. Pouco tempo depois, a empresa foi vendida e os insumos pararam de chegar. Para não quebrar, os familiares de Luiz adotaram a redução total de gastos, tornando a produção o mais simples possível. Foram cortados agrotóxicos e fertilizantes, e até mesmo a mão de obra diminuiu. Contudo, a produção continuou firme e forte. Foi aí que Luiz percebeu que um processo agrícola natural, sem adição de produtos químicos, também era viável.

As famílias de Luiz e Telvi passaram então a produzir suco de uva para seus filhos e sobrinhos. O sabor concentrado e fresquinho foi conquistando a vizinhança, amigos e o mercado local de Garibaldi. Em 1995, os sócios começaram com um equipamento mais simples que, por meio da evaporação, conseguia extrair o sumo de 12 quilos da fruta por vez. Hoje, a Econatura dispõe de modernos equipamentos que conciliam qualidade e quantidade. Só no primeiro semestre de 2011, a empresa processou 500 toneladas de uvas.

“O consumidor de orgânico é um público bastante esclarecido, preocupado com sua saúde e com o que está ingerindo”, acredita Luiz. Além dos benefícios à saúde, o produtor enxerga outras vantagens na escolha por orgânicos, como a melhoria das condições de trabalho dos produtores rurais, que não precisam mais entrar em contato com “veneno”. Na empresa familiar de Luiz, trabalham 14 pessoas diretamente, na parte de administração e rotulagem-que é feita a mão, além de 15 safristas e mais 40 famílias de trabalhadores rurais. Todos com carteira assinada.

O suco “Uva’Só”, principal produto da marca, é embalados a vácuo, garantindo uma longa validade. Cada lote é engarrafado até um dia após a colheita da uva. Cada garrafa, que custa em média R$ 15, contém cerca de 20 cachos da fruta, que pode ser do tipo bordô, concord ou isabel.

Totalmente integral, o suco não contém adição de açúcar ou água. Além disso, não há qualquer adição de conservantes, nem mesmo daqueles permitidos para produtos orgânicos. Na 7ª Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia, a BioBrazil Fair, realizada em julho em São Paulo, a Econatura trouxe o primeiro vinagre orgânico do país.

Quando perguntado se o trabalho é lucrativo, o produtor gaúcho torna-se porta-voz da grande maioria dos produtores: “É um mercado de bastante investimento. Principalmente no que diz respeito à informação e esclarecimento do consumidor sobre o que é e como funciona o produto orgânico”.

Fonte – Revista Globo Rural de 08 de agosto de 2011

Consuma, sempre que possível alimentos orgânicos. É bom para sua saúde, é bom para a saúde do planeta.

Vídeo – Brasil é o país que mais usa agrotóxicos no mundo

Programa Cidades e Soluções da Globo News que mostra que o Brasil é o país que mais usa agrotóxicos no mundo.

Não acredite no que dizem as corporações do adubo químico, do agrotóxico, é tudo veneno, veneno que está matando a humanidade a cada garfada.

Não coma transgênicos, não coma produtos envenenados, prefira alimentos orgânicos.

.

Vídeo – Brasileiros encontram jeito novo e rentável de cultivar alimentos orgânicos

Programa da Cidades e Soluções da Globo News que mostra as inúmeras vantagens dos produtos orgânicos.

Você é o que você come. Não coma veneno, não coma transgênicos, prefira produtos orgânicos.

.

Tendência de aumento no consumo de alimentos orgânicos

Tendências para o setor em 2010 apontam para o fortalecimento de alimentos orgânicos no mercado

O alto custo dos produtos alimentícios em 2009 teve um grande impacto nas hábitos de consumo dos norte-americanos. Em artigo publicado na XXX, Phil Lempert, responsável pelo site o “o guro dos supermercados” chama atenção para o fato de que cada vez mais americanos estão preparando sua própria comida em casa, levando lanches ao trabalho, e optando por marcas genéricas baseado em seu preço baixo. A questão é: esta tendência continuará em 2010?

De acordo com Lempert sim. Entre as tendências para o varejo mundial, o especialista destaca a larga utilização de produtos fabricados com ingredientes orgânicos, em uma investida das empresas para tornarem seus alimentos mais saudáveis. Um dos indicadores de sucesso desta tendência é a maior aquisição por parte dos consumidores por produtos que privilegiam sua saúde.

Empresas como a fabricante de sorvetes Haagen Dazs, a Peter Pan Peanut Butter (a única grande marca de pasta de amendoim com baixos níveis de frutose de milho), e a nova linha de sopas saudáveis da Campbell’s são exemplos do movimento por um setor alimentício mais sustentável.

Outras tendências:

•Crescimento no número de marcas próprias dos grandes varejistas em detrimento das marcas conceituadas;
•Estabelecimento de marcas do país de origem;
•Diminuição no investimento em publicidade e exploração de plataformas de mídia social que reproduzem o famoso boca-a-boca, como tiwtter, blogs, ferramentas para celular etc;
•Ascensão das comidas estilo gourmet;
•Produtos destinados a relaxar a consumidor, com substâncias, por exemplo, que facilitem seu sono etc.

Fonte – Idéia Sócio Ambiental / Varejo Sustentavel

Quanto veneno tem nossa comida?

Os resíduos de agrotóxicos nos alimentos cultivados no Brasil preocupam quando são mal usados

Desde que os pesticidas sintéticos começaram a ser produzidos em larga escala, na década de 1940, há dúvidas sobre o perigo para a saúde humana. No campo, em contato direto com agrotóxicos, alguns trabalhadores rurais apresentam intoxicações sérias. Para avaliar o risco de gente que apenas consome os alimentos, cientistas costumam fazer testes com ratos e cães, alimentados com doses altas desses venenos. A partir do resultado desses testes e da análise de alimentos in natura (para determinar o grau de resíduos do pesticida na comida), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelece os valores máximos de uso dos agrotóxicos para cada cultura. Esses valores têm sido desrespeitados, segundo as amostras da Anvisa. Alguns alimentos têm excesso de resíduos, outros têm resíduos de agrotóxicos que nem deveriam estar lá. Esses excessos, isoladamente, não são tão prejudiciais, porque em geral não ultrapassam os limites que o corpo humano aguenta. O maior problema é que eles se somam – ninguém come apenas um tipo de alimento

Fonte – Francine Lima (texto) e Alberto Cairo e Gerson Mora (arte), Época de 08 de agosto de 2010

 

E o tomate? O link está quebrado, então não sabemos quão contaminado está o tomate. Quando arrumarem o link, postaremos o tomate.

E depois dessa, se animou a acordar mais cedo e ir à feira comprar comida natural, saudável e orgânica? Pare de comer veneno, prefira sempre alimentos orgânicos.

Além de fazerem bem à saúde, alimentos orgânicos contribuem com a preservação do meio ambiente

Cada vez mais consumidores optam pela versão não industrializada da comida

Pesquisa mostra que cada vez mais brasilienses se tornam adeptos do consumo de alimentos orgânicos. Nos últimos anos, aumentou o número, principalmente de mulheres, nos mercados e feiras naturais

Sônia Maria de Souza tem 65 anos e muito vigor. Ativa, ela se divide entre as tarefas domésticas e a confeitaria caseira. Faz caminhada diária e não se descuida da alimentação. Ela acredita que a boa saúde se deve principalmente aos hábitos que mantém há mais de uma década.

— Há quase 15 anos consumo alimentos orgânicos, principalmente frango e hortaliças. O sabor é melhor, além de serem livres de agrotóxicos. Sinto o meu corpo mais forte. Hoje, dificilmente vou ao médico.

A alimentação orgânica é baseada no cultivo 100% natural e sustentável dos alimentos. São considerados orgânicos frutas, hortaliças, grãos, laticínios e carnes que não usam, em todo o processo produtivo, substâncias que possam colocar em risco a saúde de produtores e consumidores, como fertilizantes, agrotóxicos, antibióticos, aditivos químico-sintéticos e hormônios, dentre outros. Por isso, o cultivo de alimentos orgânicos também visa o consumo sustentável e a preservação do meio ambiente, uma vez que não agride o solo, as plantas e os animais.

Sônia faz parte de um número crescente de brasilienses que optam pelo consumo de alimentos orgânicos. Segundo pesquisa realizada pela Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária (FAV) da Universidade de Brasília (UnB) em 2008, esse público é formado, principalmente, por mulheres, pessoas com renda familiar acima de R$ 5 mil e nível educacional superior.

— O consumidor está compreendendo a importância de uma alimentação saudável e da responsabilidade que ele tem com o meio ambiente — comenta Ana Maria Junqueira, agrônoma e coordenadora do estudo.

A professora explica que a maioria das pessoas que consomem orgânicos é adulta e tem maior acesso a informações sobre os benefícios de uma alimentação natural.

A pesquisa mostra que o principal motivo pelo qual consumidores buscam os orgânicos é a preocupação com a saúde. Dos 400 entrevistados, 88% apontaram essa razão — principalmente em relação ao uso de agrotóxicos nas hortaliças convencionais, aos hormônios aplicados às rações dos animais e à contaminação dos solos de cultivo. O engenheiro Flávio Albuquerque é um desses consumidores. Comprador assíduo de orgânicos desde 1992, ele afirma nunca mais ter tido problemas com hipertensão.

— Como arroz, feijão, folhosos e queijos orgânicos com frequência. Após um ano com a mesma dieta, percebi a diferença em meu corpo. Não tenho mais alergias e minha pressão está estabilizada.

A preocupação de Flávio está correta. Algumas substâncias usadas em fertilizantes e hormônios podem influenciar negativamente na digestão e absorção de nutrientes. É o que afirma a nutricionista Débora Sorgi, criadora do site www.comerbemfazbem.com.br, que dá dicas sobre alimentação saudável.

— Além de perigosos para o organismo, alguns componentes de agrotóxicos e fertilizantes podem atrapalhar a absorção dos nutrientes dos outros alimentos. Eles se agregam ao nutriente e o transformam em algo que o corpo não entende como saudável.

Débora afirma que pode haver competição entre o componente saudável e o químico.

— O organismo acaba absorvendo uma substância menos nutritiva. Outro problema pode ocorrer na liberação incorreta de enzimas e nas variações do nível de acidez no estômago necessários para a digestão.

Dessa forma, o consumidor de alimentos com excesso de ingredientes químicos está mais suscetível a doenças, já que não tem seu organismo nutrido de forma completa durante as refeições.

Preocupação com o ambiente

Para Sônia Maria de Souza, consumir orgânicos é tão importante quanto praticar a coleta seletiva e a reciclagem no condomínio onde vive, na Asa Norte.

— Sabemos que para estar em harmonia com nosso corpo também é importante estar em harmonia com o ambiente em que vivemos. Tento passar isso para as pessoas que conheço. Viver de forma mais natural é uma maneira de garantir a segurança e a qualidade de vida daqueles que ainda nem nasceram — acredita.

Segundo o estudo realizado pela UnB, Sônia não é a única a defender essa filosofia. O cultivo sustentável dos alimentos é o terceiro motivo levantado pelos consumidores pesquisados para justificar o consumo de orgânicos: 33% deles disseram se preocupar com o meio ambiente.

O Ministério da Agricultura afirma no site www.prefiraorganicos.com.br que uma das características fundamentais da produção orgânica é a preocupação com o meio ambiente. Os sistemas orgânicos de produção priorizam o uso responsável dos recursos naturais, contribuindo para o desenvolvimento sustentável. A agricultura orgânica busca diversificar e integrar a produção de espécies vegetais e animais com o objetivo de criar ecossistemas mais equilibrados. Dessa forma, o consumidor contribui para o aumento da qualidade de vida para as gerações atuais e futuras.

Direto para o cardápio

Cooperativas e lojas distribuidoras contribuem para que a comercialização de orgânicos se mantenha estável e o carrinho do consumidor, sempre cheio. Verinaldo e Veronilde da Silva Sousa, proprietários de uma loja especializada em orgânicos e consumidores de orgânicos há mais de 15 anos, recebem produtos vindos direto das fazendas de cultivo e de algumas fábricas.

— A cada ano, contamos com mais produtores. E a procura também é maior. Para cumprirmos a demanda do consumidor, ainda é preciso trazer mercadorias de outros estados, como São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Santa Catarina — explica Verinaldo.

Fonte – Correio Braziliense / Click RBS de 05 de agosto de 2010

Imagem – ALITTA ROSE

Ministério da Agricultura institui selo único para produtos orgânicos

Veri’s kleiner Winkel

Agência Brasil de 06 de novembro de 2009

O Ministério da Agricultura instituiu o selo único oficial para os produtos orgânicos. O selo só pode ser usado nos orgânicos produzidos em unidades credenciadas pelo ministério. A instrução normativa foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (06/11).

A exceção da obrigatoriedade de certificação dos orgânicos vale para os produtos da agricultura familiar, que podem ser vendidos diretamente aos consumidores, desde que os agricultores estejam vinculados a uma organização de controle social.

O selo de certificação serve para dar ao consumidor a certeza de estar levando para casa um produto sem contaminação química. Os orgânicos são cultivados sem o uso de agrotóxicos, adubos químicos e outras substâncias tóxicas e sintéticas, o que os torna mais saudáveis.

De acordo com o Ministério da Agricultura, o selo só é conferido após rigorosos exames de controle de qualidade de solo, da água e reciclagem de matéria orgânica.

Get Adobe Flash playerPlugin by wpburn.com wordpress themes