




Já estão sendo comercializadas na América do Sul ( Chile, Peru, Argentina ) as fraldas Babysec, fabricadas e embaladas com plásticos recicláveis e biodegradáveis d2w.
A marca tornou-se líder em vendas em apenas 3 semanas depois do lançamento.
Fabricada e acondicionada a partir de filmes de polietileno oxibiodegradáveis (que se decompõem em poucos meses), a Babysec Cuidado Total é mais nova integrante da linha de fraldas descartáveis Babysec, da chilena CMPC. O produto está à venda na Argentina, no Chile e no Peru.
A decomposição acelerada é resultado do uso dos aditivos degradantes d2w, da inglesa Symphony Environmental (representada no Brasil pela Res Brasil), na produção dos plásticos.
Fonte – EmbalagemMarca

Finalmente a solução para mais um produto que ficava centenas de anos poluindo o planeta e agora em pouco tempo já terá se biodegradado. Agora faltam as marcas nacionais usarem plástico oxibiodegradável em suas fraldas.
Se você não se importa com:
1 – Mais de 1 bilhão de pessoas sem comida;
2 – Mais de 1 bilhão de pessoas sem acesso a água potável;
3 – Aumento de preços de alimentos (preços internacionais de alimentos estão subindo quase 50% por ano);
4 – Aumento do preço do álcool combustível (etanol);
5 – Aumento do preço do açúcar;
6 – O Brasil importando álcool e pagando preços altos por não ter produção interna suficiente;
7 – Seus filhos e netos correndo o risco de não ter o que comer num futuro bem próximo;
8 – Gases efeito estufa como CO2, Metano (23 vezes mais potente que o CO2) e Óxido Nitroso (300 vezes mais potente que o CO2);
9 – Dinheiro publico sendo emprestado pelo BNDS para financiar estes projetos eco-engodos a juros subsidiados;
10 – Com os supermercados vendendo sacola de comida, contribuindo com aumento da fome no planeta.
Então compre nos supermercados sacolas compostáveis fabricadas com comida misturada com petróleo (menos de 25% de amido e o resto de petróleo), que não podem ser recicladas, não podem ser recicladas com os plásticos convencionais, não podem ser fabricadas com plásticos convencionais reciclados e que vão parar no lixo. Comida na forma de sacola, para ser jogada no lixo, sem qualquer outra utilização e que para serem fabricadas, usam terras férteis, água fresca, e adubos nitrogenados que emitem Óxido Nitroso e Metano quando biodegradarem nos lixões e aterros.
Ou então compre produtos plásticos descartáveis fabricados com o plástico derivado de Etanol de cana de açúcar, aquela mesma planta que produz açúcar para sua alimentação e álcool (Etanol) que você utiliza como combustível, ou está misturado na gasolina e que demora os mesmos 500 anos para sumir do planeta, como sua equivalente, a sacola de petróleo.
Seja cúmplice deste crime e engodo ambiental, comprando protetores solares, iogurte, xampu e outros produtos que estão sendo vendidos no Brasil e no mundo sob o falso apelo verde.
Mas se você se preocupa com os humanos, com o planeta, e com seus filhos e netos, então recuse comprar em supermercados que usam sacolas feitas de comida, não comprem produtos que tentam te enganar dizendo serem verdes só por que foram fabricados com plástico de Etanol, que ajuda a devastar o planeta, fontes de água e alimentos.
Você é o responsável pelas suas ações. A decisão é sua. Avisado você foi e pelo menos você não poderá dizer que não sabia.
Agora, sem brincadeira, se você não tiver outra opção a não ser comprar nesses supermercados que vendem sacolas de comida, leve sua sacola retornável e pressione o gerente, encha a paciência dele para que, se forem vender sacolas plásticas de uso único para desestimular o consumo, que estas sacolas sejam biodegradáveis de petróleo com ciclo de vida útil controlado d2w, que em 18 meses já terá sumido da face da terra. Imagine você se o gerente não tiver tempo de fazer mais nada a não ser ficar ouvindo reclamação do cliente. Isso fará os supermercados banirem as sacolas de comida rapidinho. Você pode mudar o mundo, basta agir.
O que é uma sacola de comida? É a sacola fabricada a partir de amido de alimentos como milho, mandioca, trigo, batata, arroz … qualquer planta que contenha amido é potencialmente uma sacola de comida. Qualquer alimento que contenha amido pode ser roubada do prato dos humanos para ser transformada em uma sacola que será usada por apenas meia hora. Isso é um crime, um uso muito imbecil para qualquer alimento e para os recursos naturais – terra fértil e água potável – usados na sua produção.
Uma fábula a álcool
Era uma vez, um país que disse ter conquistado a independência energética com o uso do álcool feito a partir da cana de açúcar. Seu presidente falou ao mundo todo sobre a sua conquista e foi muito aplaudido por todos. Na época, este país lendário começou a exportar álcool até para outros países mais desenvolvidos. Alguns anos se passaram e este mesmo país assombrou novamente o mundo quando anunciou que tinha tanto petróleo que seria um dos maiores produtores do mundo e seu futuro como exportador estava garantido.
A cada discurso de seu presidente, os aplausos eram tantos que confundiram a capacidade de pensar de seu povo. O tempo foi passando e o mundo colocou algumas barreiras para evitar que o grande produtor invadisse seu mercado. Ao mesmo tempo adotaram uma política de comprar as usinas do lendário país, para serem os donos do negócio. Em 2011, o fabuloso país grande produtor de combustíveis, apesar dos alardes publicitários e dos discursos inflamados de seus governantes, começou a importar álcool e gasolina.
Primeiro começou com o álcool, e já importou mais de 400 milhões de litros e deve trazer de fora neste ano um recorde de 1,5 bilhão de litros, segundo o presidente de sua maior empresa do setor, chamada Petrobras Biocombustíveis. Como o álcool do exterior é inferior, um órgão chamado ANP (Agência Nacional do Petróleo) mudou a especificação do álcool, aumentando de 0,4% para 1,0% a quantidade da água, para permitir a importação. Ao mesmo tempo, este país exporta o álcool de boa qualidade a um preço mais baixo, para honrar contratos firmados.
Como o álcool começou a ser matéria rara, foi mudada a quantidade de álcool adicionada à gasolina, de 25% para 20%, o que fez com que a grande empresa produtora de gasolina deste país precisasse importar gasolina, para não faltar no mercado interno. Da mesma forma, ela exporta gasolina mais barata e compra mais cara, por força de contratos.
A fábula conta ainda que grandes empresas estrangeiras, como a BP (British Petroleum), compraram no último ano várias grandes usinas produtoras de álcool neste país imaginário, como a Companhia Nacional de Álcool e Açúcar, e já são donas de 25% do setor. A verdade é que hoje este país exótico exporta o álcool e a gasolina a preços baixos, importa a preços altos um produto inferior, e seu povo paga por estes produtos um dos mais altos preços do mundo. Infelizmente esta fábula é real e o país onde estas coisas irreais acontecem chama-se Brasil.
Fonte – Celio Pezza
E aí, você ainda acha sustentável, ecologicamente correto, a salvação da lavoura, o último biscoito do pacote, o bicho da goiaba … usar terra fértil e água potável, recursos naturais cada vez mais escassos, para plantar cana e fazer sacola de plástico para ser usada por meia hora e depois jogar esta sacola no planeta para ela ficar poluindo por 500 anos? Sim, porque plástico de cana dura os mesmos 500 anos que o plástico de petróleo.
Plástico de petróleo, ou melhor de nafta, que é um subproduto do refino do petróleo, em que sobram de 3 a 7% de nafta, se não for transformada em plástico, será queimada nas usinas aumentando a temperatura do planeta. O problema do plástico de petróleo de uso único – qualquer plástico de uso único, que representam 80% de todos os produtos de plástico, mas principalmente, a sacola plástica de uso único que representa 50% de todos os produtos de plástico – é que ele fica poluindo por 500 anos e por isso apoiamos desde 2005 o plástico biodegradável de petróleo com ciclo de vida útil controlado d2w, que em 18 meses já terá voltado ao planeta.
Mas, e preste atenção no mas, sacola biodegradável de petróleo só deve ser usada onde não for possível usar sacola retornável, esta sim, a solução final para a plastificação do planeta.
Plástico ou papel, Oh, dúvida cruel! Qual das duas sacolas de uso único devo escolher para carregar minhas compras? É lógico que nenhuma das duas, que são péssimas para o planeta. Use sempre sacolas retornáveis, podendo ser até sacola retornável fabricada com, mas, atente para o detalhe, desde que não seja plástico fabricado de comida.
O que é plástico de comida - é o plástico fabricado com o amido de batata, milho, mandioca arroz e farinha … qualquer comida que contenha amido tem o potencial de ser desviada do prato dos humanos pela máfia do plástico para fabricar sacola. Tem também o plástico de cana, que ao invés de ser transformada em açúcar, também vira sacola, com o agravante de demorar os mesmos 500 anos para sumir da face da terra, assim como o plástico de petróleo.
Tenha sempre sacolas retornáveis na bolsa, na mochila, no carro, na moto ou bicicleta, em casa, no trabalho … crie este bom hábito, para não ser pego desprevenido nas chamadas compras por impulso, que é sempre a desculpa usada por quem não usa sacola retornável. Em qualquer matéria na tv, quando alguém é entrevistado, dá sempre a mesma desculpa: nooosaa, sabe, eu sei da importância de usar sacola retornável. Só não estou usando hoje, porque não programei a compra. Ou então: puxa vida, tenho sacola retornável sim, um montão delas, mas estão todas em casa. Seria hilário, se não fosse trágico, se não fosse um ato criminoso.
Usar sacola retornável significa banir sacola plástica de uso único, que por sua vez significa diminuir em 10% de todo o lixo gerado diariamente em qualquer local do país e, lembre-se, a reciclagem das sacolas de plástico de uso único é próxima de zero, pois elas são leves e é necessário coletar mais de 500 delas para conseguir um quilo de plástico e elas estão sempre contaminadas com o lixo depositado dentro delas. Portanto, não são recicladas e ficam por 500 anos poluindo o planeta.
Mas, e sempre tem o mas … nos casos em que é impossível usar sacola retornável para acondicionar produtos, como no caso de produtos molhados como em açougue, peixaria ou qualquer produto que contamine a sacola retornável, prefira sempre a sacola plástica de uso único à sacola de papel de uso único.
Você que acompanha a página da FUNVERDE, já sabe que sacola de papel usa recursos naturais valiosos e que jamais deveriam ser usados para fabricar algo que é usado por meia hora e depois descartado. Terra fértil e água potável devem ser usados para plantar alimentos para uma humanidade em crescimento, afinal, já passamos dos 7 bilhões, muitos dos quais, famintos e sedentos.
No entanto, sacolas plásticas de uso único já tem uma alternativa ambientalmente correta, que é adicionar aditivo que promove a biodegradação da sacola em 18 meses, transformando o plástico eterno que fica poluindo rios e mares por 500 anos em um produto que em 18 meses terá se biodegradado. Este plástico é conhecido como plástico com ciclo de vida útil programado d2w ou plástico oxibiodegradável ou ainda plástico biodegradável de petróleo.
Então, não se sinta tão culpado se for obrigado a usar sacolas de plástico de uso único, se elas forem biodegradáveis de petróleo, mas não se sinta tão confortável a ponto de esquecer as sacolas retornáveis, estas sim, são a solução para a plastificação do planeta.
Vamos aos comentários dos gráficos abaixo.

Os as duas sacolas analisadas são usadas apenas uma vez, por no máximo meia hora. Isso quer dizer que não importa a quantidade de energia usada para fabricá-las, mesmo que a sacola de plástico ganhe sempre de papel, a sacola retornável será sempre a vencedora, não importa de que material seja fabricada, será usada por centenas de vezes, durante anos, portanto, nem precisamos comparar com as duas acima.

As duas sacolas analisadas são utilizadas apenas uma vez, por no máximo meia hora e depois descartadas, portanto são inúteis e incompatíveis com o consumo sustentável. Isso quer dizer que não importa quanto a sacola de plástico é melhor que a sacola de papel – realmente é – mas o que importa é que a sacola retornável, não importa o material de que seja fabricada, é infinitamente melhor que as duas acima.

As duas sacolas analisadas são utilizadas apenas uma vez, por no máximo meia hora e depois descartadas, portanto são inúteis e incompatíveis com o consumo no Século XXI. Use sempre sacolas retornáveis.

Sacolas de plástico de uso único nunca, jamais são recicladas, porque são necessárias mais de 500 delas para o catador de recicláveis conseguir 1 quilo de plástico, quando pode usar seu tempo para coletar pouco mais de 50 latas de alumínio para conseguir o mesmo peso em muito menos tempo por um produto que irá lhe render muito mais dinheiro no final do dia. Isso não quer dizer que a sacola de papel é boa, nada disso, ela é péssima para o planeta, por usar recursos naturais preciosos, que são terra fértil e água potável para plantar árvores para então fazer uma sacola que será usada por meia hora e vamos parar com a brincadeira, pois estamos em um país em que se recicla menos de 1% do material potencialmente reciclável, isso quer dizer que sacolas plásticas ou sacolas de papel não são recicladas. Novamente, use sempre sacolas retornáveis, porque uma sacola de papel ou de plástico de uso único será usada para acondicionar em média 5 produtos e suporta um peso de 5 quilos é usada apenas uma vez enquanto uma sacola retornável suporta peso até 30 quilos e dezenas de produtos, pois o volume de uma sacola retornável de tamanho médio comporta o mesmo que 10 sacolas de uso único.

As duas vão invariavelmente acabar nos milhares de lixões do país, simples assim. Cansamos de analisar os comparativos acima, pois são todos tendenciosos, pendendo para a sacola plástica, sem usar a terceira alternativa, a mais correta para a humanidade e o planeta, a sacola retornável, não importa o material de que seja fabricada, que será usada por centenas ou milhares de vezes, que não voa com o vento, como a sacola de plástico, que não usa terra fértil e água potável para ser fabricada e usada uma única vez como a sacola de papel.
Resumindo, para produtos molhados, como peixe, carne ou qualquer coisa que não se possa usar sacola retornável, opte por sacola plástica de uso único biodegradável de petróleo, o plástico com ciclo de vida útil controlado d2w que em 18 meses já terá se biodegradado.
Jamais use sacola de uso único de papel, ou de plástico de cana ou de plástico de amido – feito de milho, batata, arroz, trigo, mandioca ou qualquer alimento que possua amido e que possa ser desviado do prato dos humanos pela máfia do plástico – que usa terra fértil e água potável para produzir algo inútil, algo que rouba recursos naturais dos humanos do futuro.
E por fim, seja um cidadão responsável, pense ao menos nos seus filhos e netos, seja menos egoísta e acomodado, mantenha o planeta livre das sacolas de uso único, tenha sempre sacolas retornáveis no carro, na bicicleta, no serviço, em casa, sempre.
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Sacola de plástico ou de papel? Lógico que nenhuma das duas, use sempre sacola retornável.
Tenha sempre sacolas retornáveis na bolsa, na mochila, no carro, na moto ou bicicleta, em casa, no trabalho … crie este bom hábito, para não ser pego desprevenido quando for comprar por impulso.
Usar sacola retornável significa banir sacola plástica de uso único, que por sua vez significa diminuir em 10% de todo o lixo gerado diariamente em qualquer local do país e, lembre-se, a reciclagem das sacolas de plástico de uso único é praticamente zero, pois são leves e é necessário coletar mais de 500 delas para conseguir um quilo de plástico e elas estão sempre contaminadas com o lixo depositado dentro delas. Portanto, não são recicladas e ficam por 500 anos poluindo o planeta.
Mas, e sempre tem o mas … nos casos em que é impossível usar sacola retornável para acondicionar produtos, como no caso de produtos molhados como em açougue, peixaria ou qualquer produto que contamine a sacola retornável, prefira sempre a sacola plástica de uso único à sacola de papel.
Você que acompanha a página da FUNVERDE, já sabe que sacola de papel usa recursos naturais valiosos e que jamais deveriam ser usados para fabricar algo que é usado por meia hora e depois descartado. Terra fértil e água potável devem ser usados para plantar alimentos para uma humanidade em crescimento, afinal, já passamos dos 7 bilhões, muitos dos quais, famintos e sedentos.
No entanto, sacolas plásticas de uso único já tem uma alternativa ambientamente correta, que é adicionar aditivo que promove a biodegradação da sacola em 18 meses, transformando o plástico eterno que fica poluindo rios e mares por 500 anos em um produto que em 18 meses terá se biodegradado. Este plástico é conhecido como plástico com ciclo de vida útil programado d2w ou plástico oxibiodegradável ou ainda plástico biodegradável.
Então, não se sinta tão culpado ao usar sacolas de plástico de uso único, se elas forem biodegradáveis de petróleo, mas não se sinta tão confortável a ponto de esquecer as sacolas retornáveis, estas sim, são a solução para a plastificação do planeta.
Em 2004, quando nós acordamos para o grave problema da plastificação mundial, nos empenhamos em encontrar uma solução para este grave perigo que até então ninguém havia notado.
Numa busca por várias tecnologias que durou mais de um ano, em que fizemos várias reuniões com representantes de tecnologias que poderiam substituir o plástico convencional, estudamos laudos, envolvemos pesquisadores e um grande número de voluntários, todos voltados para solucionar o problema do plástico, elegemos o plástico com ciclo de vida útil programado biodegradável derivado de petróleo d2w como a melhor alternativa para não deixar nossos descendentes vivendo sobre um planeta plastificado.
Descobrimos durante este tempo de busca que 80% de todo plástico é usado apenas uma vez durante 1 ano e depois jogado no planeta para ficar poluindo por 500 anos. Que 20% de todo o lixo gerado diariamente no planeta é composto por plásticos e que metade isso, isto é, 10% de todo o lixo gerado diariamente é composto por sacolas plásticas de uso único.
Foi aí que decidimos que se queríamos combater o plástico, deveríamos iniciar pela embalagem mais supérflua inventada, a sacola plástica de uso único. Uma sacola plástica de uso único demora 1 segundo para ser produzida, é usada por meia hora e depois é deixada como passivo ambiental para os habitantes que só habitarão o planeta em 5 séculos.
Desde a primeira sacola plástica que foi fabricada, no século passado até a que você usou hoje, todas elas ainda estarão poluindo por 5 séculos, já que a reciclagem de sacolas é praticamente nula, já que são necessárias no mínimo 500 sacolas para o catador de recicláveis conseguir 1 quilo de plástico, que será vendido por poucos centavos e que na maioria das vezes não poderá ser reciclado pois está contaminado com alimentos dispostos dentro das sacolas. Sacolas plásticas são dispensáveis, devem ser banidas e voltarmos a usar sacolas retornáveis ou qualquer outro meio permanente para transportar compras.
Em 2005 criamos a primeira lei para conter o uso indiscrimado de sacolas plásticas de uso único e hoje temos leis espalhadas por todos os estados do país.
Mas, para os casos em que as sacolas são indispensáveis e que não podem ser substituídas por embalagens retornáveis necessitávamos de um plastico que não durasse uma eternidade e que não fosse prejudicial ao meio ambiente.
Desses 80% de plastico de uso único também devem ser substituídos por plásticos que durem menos, que aproximem o ciclo de vida da embalagem ao ciclo de vida do produto contido na embalagem, como por exemplo, embalagem de xampu, iogurte, e todos os outros produtos utilizados rapidamente, mas cujas embalagens poluem por séculos.
Aí entra o plástico com ciclo de vida útil controlado com tecnologia d2w, que em 18 meses já terá se biodegradado, restando apenas água, biomassa e uma pequena quantidade de CO2, tecnologia que apoiamos desde 2005 como a solução ideal para os casos em que o plástico não pode ser substituído.
Desde 2007 nossa logo está em sacolas plásticas biodegradáveis de muitas empresas, como apoiadores institucionais, mas esta é a primeira vez que está estampada num outdoor.
Se você estiver passando pela Rodovia dos Bandeirantes sentido São Paulo, no KM 41 onde existe um tráfego mensal de 1 milhão e 250 mil veículos, você poderá ver do lado esquerdo um outdoor do plástico biodegrável d2w e no canto inferior direito a logo da FUNVERDE. Veja o website no outdoor e digite no seu navegador para saber mais sobre plásticos ambientalmente corretos.





Os tapetes higiênicos viraram moda e trazem praticidade aos donos
Todo mundo sabe que misturar cachorro e apartamento é arriscado, mas muitos não abrem mão da companhia do fiel companheiro, mesmo em espaços pequenos.
É preciso conciliar a higiene do ‘apê’ com o bem-estar do melhor amigo.
Pensando nisso a Dog’s Care traz a solução para um dos principais problemas dessa convivência: o xixi.
Alguns cães demoram em se acostumar com o local certo para suas necessidades e dão mais trabalho na hora de manter a casa limpa.
Para isso nada melhor do que a educação e alguns truques que a marca ensina.
Um bom método para ensinar boas maneiras aos cães é usar o olfato, sentido mais aguçado, para atraí-los para o lugar certo de fazer suas necessidades.
O Tapete Higiênico da Dog’s Care já vem com esse atrativo e facilita na limpeza do local.
Outra dica é sempre que o cãozinho fizer no lugar errado repreendê-lo com voz firme dizendo “não” e colocá-lo no Tapete Higiênico dizendo “aqui sim”.
Dessa forma ele aprende os comandos e o local certo para ser seu banheiro.
Além disso, o dono pode recompensá-lo toda vez que fizer as necessidades no Tapete Higiênico.
É uma forma de adestrar com carinho e deixar o melhor amigo sempre feliz. Isso facilita a vida do dono também, que não terá mais as marquinhas de patas molhadas com xixi pela casa e os maus cheiros e para limpar é só dobrar o Tapete e jogar no lixo.
Para aqueles donos conscientes do cuidado com o planeta, podem ficar tranqüilos também, pois os Tapetes Higiênicos da Dog’s Care são 100% Oxibiodegradáveis e, por isso, não agridem o meio ambiente, se decompondo em 18 meses em contato com o oxigênio.
Fonte e imagem – Inteligemcia de 31 de agosto de 2011
Este é um dos casos em que já que quer ter cachorro em apartamento, já que tem que usar tapete de plástico, ao menos este plástico não irá poluir o planeta por 500 anos a cada xixi do totó. Neste caso, o ideal é utilizar o plástico com ciclo de vida útil controlado d2w – material do produto da matéria – que em 18 meses já terá se biodegradado.

Ao que tudo indica, as sacolinhas de supermercados estão com seus dias contados. Em Jaú, professora desenvolve sacola ecológica que reaproveita o couro e ajuda o meio ambiente
Parece cena de comercial antigo, uma mulher entra no mercado, faz suas compras e depois sai com uma bela sacola de pano. Embora pareça coisa de cinema, isso está se tornando cada vez mais comum no dia a dia da população.
No mundo todo, mais de 500 bilhões de sacolas plásticas são produzidas por ano, o equivalente a 1,4 bilhão por dia ou a 1 milhão por minuto. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos supermercados mensalmente, uma proporção de 66 sacolas por habitante. No Brasil, anualmente mais de 30 bilhões de sacolas são usadas por meia hora e depois descartadas no ambiente para ficar poluindo por 500 anos.
A maior parte delas tem dois destinos: o lixão ou a natureza.
No meio ambiente cada sacola leva anos para se decompor. Isso quando não acabam servindo de alimento para animais que morrem por não conseguir digerir o produto. Com a Lei Municipal que entrou em vigor no dia 30 de julho, proibindo estabelecimentos de distribuir sacolas que não sejam a oxibiodegradáveis, a diminuição já pode ser sentida. No ambiente, as sacolas de uso único fabricadas com plástico convencional levam 500 anos para se decompor.
Segundo a tecnóloga em meio ambiente e recursos hídricos da secretaria de Meio Ambiente, Breyla Baricelli, o departamento buscou uma forma de incentivar o uso das sacolas ecológicas. “Fomos atrás de patrocínio pra fazer cinco mil sacolas ecológicas para o pessoal trocar por 1kg de alimento. Elas logo acabaram e, por fim, os alimentos foram entregues para o Fuss que destinou à famílias carentes”.
Sacolão
A professora Vandete Garcia de Moraes dá aulas há 20 anos no Centro Cultural de Jaú e já aderiu à nova forma de se fazer compras. Ela teve uma ideia inovadora ao criar uma sacola com couro e começou a ensinar o método a seus alunos. “Como agora as pessoas estão levando sacolas no mercado, decidi fazer um sacolão de couro”.
Vandete trabalha com couro desde 2001 e diz ter começado a utilizar o material em seus trabalhos devido a grande quantidade que é desperdiçada por fábricas de Jaú. “Começamos a ver que todo aquele lixo estava sendo jogado e que ninguém fazia nada. Sobravam muitos restos de couro e a prefeitura não vencia recolher”. E foi assim que surgiu a ideia da professora.
O “Curso de Couro”, com retalhos do produto, ensina os alunos a fabricar porta-moedas, almofadas, tapetes, bolsas e, agora, a novidade ecologicamente correta ‘sacolão de couro’. Essa é uma ecobag (bolsa ecológica) diferente, com a cara da cidade e que ajuda a preservar o meio ambiente. “Apesar de não ter espaço para as compras do mês, dá para levar as compras da semana”, diz Vandete. Ela afirma que o produto é mais resistente que as sacolas de pano disponíveis no comércio.
O único problema é o custo. No início muitas fábricas disponibilizavam os retalhos de couro gratuitamente. Com o tempo as doações diminuíram tanto que o Centro Cultural passou a comprar o material. “Ainda têm algumas fábricas que doam, embora sejam poucas. A maior parte tem medo, porque acha que jogaremos as sobras em qualquer lugar. Mas nós aproveitamos quase tudo, até fazemos almofadas de bolinha que usam pedaços ainda menores” explica.
Quando não existem doações, o único caminho é a compra do material para que os 15 alunos, em duas turmas, possam aprender o que fazer com os retalhos. “Fica caro para fazer um sacolão de couro se você tiver que comprar. Usamos 80 quadrados de 8 centímetros, cada um deles sai por R$ 0,30 centavos, e depois usamos mais R$ 4 de barbante. Então, para cada bolsa, gastamos R$ 30”, lamenta.
Vandete faz um apelo para que as fábricas de calçado ajudem com doações. “Se as fábricas doarem o que sobra do couro, poderemos fazer mais bolsas e elas não estarão jogando os restos em qualquer lugar. No final todos saem ganhando”.
Fonte – Agência Bom Dia
Imagem – Sacola Vicbag
Sacolas retornáveis podem ser fabricadas a partir de qualquer material, sempre aproveitando o material que seria descartado. Cada cidade uma realidade, uma oportunidade de se criar arte para o transporte das mercadorias.
Parabéns à cidade de Jaú e aos seus habitantes, que acabam de se livrar de um dos grandes problemas que a humanidade está enfrentando, o lixo. Graças a esta lei e à criatividade de pessoas como a Vandete, a cidade fica livre de 10% de todo o lixo gerado diariamente, as famosas sacolas plásticas de uso único de plástico convencional. O planeta e a humanidade agradecem.

As empresas com melhor e pior desempenho no Anuário Brasileiro de Sustentabilidade 2010/2011
A partir da análise de 500 empresas, referente à suas contribuições para a promoção da responsabilidade social e ambiental, pesquisa da Agência BRASIL SUSTENTÁVEL para o ANUÁRIO BRASILEIRO DA SUSTENTABILIDADE 2010/2011 destaca os 50 melhores exemplos.
O método de aferição seguem os critérios estabelecidos pelo Programa Internacional de Certificação Social de Qualidade CERTIQUALITY WORLD, prioriza critérios de reconhecimento público da atuação das empresas a partir de uma pesquisa de opinião nas esferas de atuação de cada uma.O mais importante é que as empresas só tomam conhecimento da avaliação com a publicação dos resultados, assim evitando quaisquer distorções que prejudiquem a credibilidade do processo
O processo está baseado na realização de uma ampla pesquisa de opinião junto ao publico nas esferas de atuação de cada empresa, cruzando informações de bancos de dados públicos quanto ao cumprimento da legislação, ética concorrencial, compromissos com a comunidade na área de atuação, transparência corporativa, entre outros.
Desenvolvida em 3 etapas (quantitativa, qualitativa e técnica) o processo de certificação é realizado de forma independente e autônoma sem qualquer contato ou interferência com as empresas pesquisadas. Essa característica confere às empresas selecionadas e certificadas pontos nos índices de avaliação de riscos à sustentabilidade de suas operações.
Na Lista POSITIVA, as primeiras 10 colocadas são PREMIADAS. As demais, em ordem alfabética, são CERTIFICADAS. Logo após divulgamos a LISTA NEGATIVA
PREMIADAS
FORD - Melhor MARCA, tendo o modelo ECO-SPORT como destaque no segmento de bens duráveis;
NOKIA - Melhor desempenho em logística reversa de bens de consumo;
Grupo SENPAR- Terras de São José - Melhor performance no segmento da construção civil, em especial pelo pioneirismo na introdução da tecnologia de reuso da água em assentamentos humanos com o empreendimento TERRAS 2 ( Itu-SP);
CAQUITUS - Melhor desempenho em processos produtivos sustentáveis, com destaque para a fabricação de álcool de cereais a partir do reaproveitamento de resíduos agrícolas (Duartina/SP);
Res Brasil Embalagens Sustentáveis – Melhor desempenho no segmento de inovações tecnológicas para a fabricação de embalagens, pela introdução da tecnologia D2W de biodegradação de plásticos;
Shopping Barigui - Curitiba - PR - Melhor desempenho no comércio varejista de qualidade;
Osklen - Melhor desempenho na promoção do conceito de moda sustentáveis;
Starbuck Coffee - São Paulo/SP – Melhor desempenho na promoção da sustentabilidade de suprimentos;
Indústria de Móveis Todeschini - Melhor desempenho no controle socio-ambiental da cadeia produtiva da fabricação de móveis e utensilios domésticos;
Mogi das Cruzes/SP - Melhor desempenho na relação indústria- comunidade em defesa dos recursos naturais na região do bairro onde se localiza o Distrito Industrial do Taboão.
Fonte - Agência Brasil Sustentável
Parabéns à Empresa RES Brasil, que, com a invenção da tecnologia D2W – plástico com ciclo de vida útil controlado -, revolucionou a história do plástico, fazendo com que os plásticos durem muito menos que o plástico convencional e diminuindo seu impacto no planeta.
O plástico com ciclo de vida útil programado D2W aproxima o ciclo de vida da embalagem ao ciclo de vida do produto contido na embalagem, ou seja, o produto que estiver embalado no plástico, não terá um tempo de vida muito diferente do plástico da embalagem, ao contrário do plástico convencional que fica por 500 anos poluindo o planeta, o plástico com ciclo de vida útil programado em aproximadamente 18 meses já terá se biodegradado, sobrando apenas biomassa, água e uma pequena quantidade de CO2.
A FUNVERDE escolheu este plástico com ciclo de vida útil programado D2W em 2005 como a melhor opção para substituição do plástico com vida eterna, onde a fábrica não demite um único funcionário para se adaptar e não gera despesas em troca de equipamento para o dono da indústria, tornando-se assim a única opção viável econômica e ambientalmente para onde o plástico não pode ser substituído. Esta transição não é onerosa e substitui as sacolas plásticas fabricadas com plástico convencional e todos os demais plásticos de uso único, que correspondem a 80% de todo o plástico consumido em qualquer lugar do mundo.
Em um país em que o índice de reciclagem não chega a 1% de todo lixo produzido, em que pouco mais de 5% das cidades tem reciclagem organizada pelo poder público, em que pouco mais de 10% de suas cidades conta com aterros controlados, é necessária a mudança nos produtos para diminuir a poluição do planeta.
Lembrando sempre que para sacolas plásticas de uso único, a FUNVERDE recomenda o uso de sacolas retornáveis, que são boas para o planeta, exceto em casos em que elas são imprescindíveis, como em açougues, peixarias ou outros produtos que não podem ser acondicionados em sacolas retornáveis.
Pedimos a todos, pense em reduzir o consumo de produtos que são utilizados somente uma vez, reutilize, recicle, pense nos nossos filhos, netos e bisnetos, precisamos fazer o possível agora para que haja um ambiente saudável para os seres que ainda nem nasceram, os seres do amanhã.
O comércio utiliza sacos e sacolas plásticas biodegradáveis e recicláveis d2w, com ciclo de vida útil controlado.


De novo, repetindo, mais uma vez, até que todos aprendam.
Em primeiro lugar, tenha sempre na sua bolsa, no seu carro, na sua mochila, sempre jundo com você, uma sacola retornável.
Agora, nos casos em que a sacola plástica de uso único não puder ser substituída por motivos de higiene, só use plástico com ciclo de vida útil programado, o plástico que não fica 500 anos poluindo o planeta, o plástico que em apenas 18 meses já terá se biodegradado, retornado ao planeta em forma de nutrientes.

Estudo encomendado por empresa química ignora tempo de decomposição do plástico e supõe que o destino das sacolas descartáveis seja apenas o aterro sanitário ou a reciclagem
É difícil falar sobre sacolas plásticas sem esbarrar em interesses, seja das indústrias petroquímicas ligadas à fabricação da matéria-prima, seja de quem as condenam. No meio desse debate ficam os consumidores, que precisam decidir se colocam as compras na sacolinha descartável – que depois pode acomodar o lixo – ou se levam a sacolona de pano ou plástico mais durável, que podem ser reutilizadas centenas de vezes, minimizando a produção de lixo no planeta.
Para abordar o assunto, o Instituto Akatu lançou o estudo Ecoeficiência das sacolas de supermercado, encomendado pela Braskem – produtora de resina termoplástica, matéria prima para as sacolas – e desenvolvido pela Fundação Espaço Eco que, por sua vez, é uma entidade vinculada à empresa química Basf.
No estudo, que analisou oito tipos de sacola, concluiu-se que as de plástico são mais “ecoeficientes” que as demais alternativas em diversas situações.
Nas palavras da diretora-presidente da Fundação Espaço ECO, Sonia Chapman: “Por um lado, sacolas descartáveis de plástico apresentaram melhor ecoeficiência nas situações que os consumidores têm maior volume de compras, maior frequência de ida ao supermercado e uma frequência de descarte de lixo maior, que garanta o reuso das sacolas plásticas para o descarte desse lixo. Por outro lado, sacolas retornáveis de tecido ou de plástico apresentaram melhor ecoeficiência nas situações em que os consumidores têm menor volume de compras, menor frequência de ida ao supermercado e uma frequência de descarte de lixo menor, com baixa compra de sacos para condicionar o lixo”.
Sacolas retornáveis foram, são e sempre serão a melhor opção para acondicionamento das compras, não acredite nas besteiras que este estudo está tentando enfiar goela abaixo do consumidor.
Lacunas
Esse panorama, no entanto, merece ressalvas. O estudo não incluiu entre os fatores de impacto ambiental o tempo de decomposição de cada um dos materiais, principal preocupação daqueles que se opõem às sacolas plásticas. Os pesquisadores levaram em conta o que acontece com os produtos – da produção ao descarte – apenas no período de um ano.
“Não consideramos todo o ciclo porque ninguém sabe exatamente quanto tempo a sacola de plástico demora pra se decompor. E só trabalhamos com dados oficiais”, diz Emiliano Graziano, gerente de ecoeficiência da Fundação Espaço Eco.
Esta foi boa. Sacolas plásticas de uso único quando fabricadas com plástico convencional demoram ao menos 500 anos para sumir da face da terra. Sim, um segundo para serem produzidas, trinta minutos de uso e cinco séculos poluindo o planeta e matando aves, peixes e animais.
Embora o tempo de decomposição do plástico seja objeto de controvérsia, não existe nenhuma estimativa que não se componha em séculos.
O estudo também considera que o destino das sacolas plásticas, após o descarte, é o aterro sanitário ou a reciclagem. A realidade do país, no entanto, mostra que apenas 32% dos municípios têm aterros sanitários para enviar o lixo de forma segura ao meio ambiente e à saúde pública. Pelo menos 30% do que é descartado pelas cidades vai parar em lixões a céu aberto e sem tratamento, segundo dados do Instituto de Geografia e Estatística (IBGE).
Somente 14% dos municípios tem aterro sanitário – o 64% tem lixão e o resto das cidades conta com aterro controlado -, apenas 6% das cidades tem reciclagem organizada pela prefeitura, menos de 1% do lixo do país vai para a reciclagem – 0,8% – e poderíamos continuar com os dados por muito tempo, mas já deu para você ter uma idéia de que sacolas jamais são recicladas, até porque é necessário coletar 800 delas para poder vender por uns poucos centavos. É óbvio que o catador de recicláveis NÃO vai coletar algo que dê mais trabalho e renda menos dinheiro. Lógica pura.
Analisados só os processos produtivos, as sacolas de pano e ráfia (um tipo de plástico mais resistente) causariam mais impactos ao meio ambiente, porque consomem mais recursos naturais, energia para produção e água. Uma sacola de tecido, por exemplo, passa pelo cultivo do algodão, uso de agrotóxicos, colheita, transporte, fabricação de fibra até virar pano. Segundo Ana Domingues, da Fundação Verde, uma ONG que milita contra o uso de sacolas descartáveis, o ciclo do plástico é de fato mais curto e com menos emissões do que o do algodão. “Se consideramos apenas a primeira parte do ciclo de vida de uma sacola de pano, ela tem maior impacto ambiental, mas como dura de cinco a dez anos, esse impacto é minimizado e vale a pena produzi-la”, diz.
Quanto à reciclagem, ainda segundo Graziano, o estudo se baseou em dados da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), que afirmam ser de 10% o índice de reciclagem de sacolas plásticas no País. Para a Fundação Verde, no entanto, essa marca não chega a 1%. Por serem muito leves, não compensa recolher sacos para reciclá-los. Para obter um quilo, é preciso juntar 800 unidades. A produção do plástico virgem é de baixo custo, o que desestimula o processo industrial para reciclar.
Agora o graziano abusou da nossa inteligência, ao querer nos convencer de que 10% das sacolas são recicladas. É um absurdo, será que ele não fica vermelho ao contar esta lorota?
Para que o caminho da sacola retornável tenha valido a pena para a natureza, o estudo da Akatu afirma que é preciso que ela seja reutilizada diversas vezes. A de ráfia, por exemplo, é feita de um plástico durável, mas deve ser levada ao supermercado pelo menos 60 vezes. Ana Domingues afirma que, ao eliminarmos o consumo e o descarte de sacolas descartáveis, diminuímos 10% do lixo do planeta. “Para jogar o lixo doméstico fora, temos alternativas como usar os saquinhos que transportam frutas e legumes ou usar caixas de papelão. E a sacola retornável é uma alternativa boa em qualquer circunstância”, diz.
Questionado se, por ter sido encomendado por uma empresa ligada ao setor, a credibilidade do estudo não estaria em risco, Emiliano diz que o maior objetivo da pesquisa é educar. “Trabalhamos com a Braskem baseados em critérios de seriedade e por ela ser uma empresa idônea. Não sei o que eles vão fazer com os resultados, mas o estudo serve para promover a reflexão dos impactos que todos os tipos de sacolas têm”, afirma.
Nos recusamos a comentar o último parágrafo. Pense no que o graziano disse e tente não rir.
Fonte – Revista Página 22 de 10 de agosto de 2011
Imagem – milliped

Antes de ler a notícia abaixo, veja quem é quem neste estudo, para deixar bem claro que o patrocinador do mesmo é quem produz o plástico e por isso, o estudo é totalmente parcial. Eles querem que a população consuma uma quantidade maior de plásticos para poderem auferir maiores lucros e por isso tem todo o interesse em dizer que o plástico é fantástico, em convencer você de que o plástico é a oitava maravilha do mundo e esconder a poluição causada por este produto no pós consumo, consumo este que corresponde a 20% de todo o lixo gerado diariamente em qualquer cidade e as sacolas em particular representam metade de todo o plástico também descartado diariamente, isto é, sacolas plásticas correspondem a 10% de todo o lixo produzido diariamente no país.
A plastivida foi criada pela braskem em 1994 para defender seus intereses e desde que iniciamos em 2005 o projeto para banir as sacolas plásticas de uso único eles tem se mostrado fiéis aos seus criadores, a braskem, ao inventar maneiras criativas de mentir o para a população e esconder os malefícios causados pelo plástico.
A fundação espaço eco foi criada em 2005 pela basf, a que produz plástico de comida – a sacola de amido que usa terra fértil e água limpa para plantar alimentos que contem amido como batata, mandioca, milho, arroz, trigo ou qualquer outro alimento que contenha amido e depois rouba este alimento do prato da humanidade para fabricar uma sacola que será usada por meia hora e depois descartada muitas vezes no meio ambiente, em local incorreto -.
A sacola de amido ainda tem mais alguns agravantes, um deles sendo que a sacola de amido tem em sua composição mais de 50% de petróleo, portanto é um engodo, mentem ao dizer que é uma sacola feita de recursos naturais renováveis - se menos da metade dela é feita de comida, então que desistam desta idéia e continuem a usar petróleo, é uma mentira e menos terão que nos contar.
A sacola de amido não pode ser reciclada junto com o plástico convencional e só se degrada nos prometidos 180 dias se for colocada em um ambiente biologicamente ativo, isto é, dentro de uma composteira e, infelizmente, dá para contar nos dedos de uma mão as cidades que praticam compostagem no Brasil.
O instituto akatu, apoiador do projeto tem em sua página a braskem como seu apoiador estratégico, isto é, recebe dinheiro da braskem, portanto cai por terra a isenção do akatu e a baskem é a que fabrica plástico convencional e agora também o plástico de cana, que usa terra fértil e água potável para fabricar o plástico de cana que, a propósito, demora os mesmos 500 anos para se degradar. Sim, os mesmos 500 anos de poluição que causa o plástico convencional.
Agora, a matéria.
A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, a Fundação Espaço ECO e o Instituto Akatu apresentam hoje (02/08), um estudo comparativo sobre o uso de diferentes tipos de sacolas para transporte de compras de supermercado, bem como os impactos econômicos e ambientais de cada alternativa. A análise foi desenvolvida pela Fundação Espaço ECO, entidade que busca o desenvolvimento sustentável por meio do compartilhamento de conhecimento e tecnologias aplicadas em ecoeficiência, educação socioambiental e restauração ambiental. A divulgação do estudo tem o apoio do Instituto Akatu, referência na busca da conscientização a favor do consumo consciente.
Para que a discussão sobre a melhor alternativa de uso de sacolas passasse a ser baseada em estudos científicos, foi analisado o ciclo de vida de algumas opções de sacolas disponíveis no mercado brasileiro, entre elas algumas descartáveis (de polietileno tradicional, de polietileno de cana-de-açúcar e as aditivadas com promotor de oxibiodegradação) e algumas retornáveis [papel, ráfia, tecido e TNT (tecido não tecido)]. Aha, finalmente estão admitindo que as sacolas são realmente oxibiodegradáveis, estão utilizando a terminologia correta.
O estudo é inédito no Brasil e leva em consideração algumas das condições atuais no país quanto à tecnologia, métodos de produção e impactos ambientais decorrentes, quando se considera alguns cenários de uso da sacola e de descarte de lixo pelos consumidores. As alternativas de sacolas englobadas no estudo foram avaliadas para um período de um ano, considerando variados cenários envolvendo maior ou menor volume de compras, maior ou menor frequência de idas ao supermercado, maior ou menor frequência de descarte do lixo, tipo de matéria-prima utilizada na produção das sacolas, capacidade de carga, custo de cada sacola, número de vezes em que é utilizada, reutilização ou não da sacola como saco de lixo e envio ou não da sacola para reciclagem. Incrível, avaliadas para o período de um ano. Isso só pode ser piada, pois as sacolas retornáveis podem ser utilizadas por pelo menos uma década, dependendo do material de fabricação, como o algodão. Mesmo as sacolas retornáveis de plástico – PP – podem ser utilizadas por pelo menos meia década. Enquanto isso, o problema causado pelas sacolas plásticas de uso único dura pelo menos 500 anos. Sim, são cinco séculos em que estas sacolas ficam poluindo o planeta, ocupando espaço, provocando enchentes, matando animais, peixes e aves, provocando impermeabilização nas camadas dos lixões e aterros, enfim, sacola plástica de uso único é uma desgraça ambiental que deve simplesmente ser banida para todo o sempre. Mas como dissemos acima, o estudo foi encomendado por agentes interessados em sua continuidade, portanto, para nós, não tem valor científico.
A análise do ciclo de vida (ACV) foi ampliada para considerar o que é chamado de “ecoeficiência”, que avalia cada alternativa quanto ao seu impacto ambiental e seu custo – englobando desde a extração da matéria-prima até o descarte da sacola, passando pela sua produção e uso. Desta forma, toda a cadeia produtiva é considerada e analisada em relação ao impacto ambiental e o custo em cada uma de suas etapas.
“Com esse estudo, buscamos incentivar uma discussão informada sobre o tema e ao mesmo tempo motivar uma visão abrangente e científica sobre os diversos impactos ambientais associados aos hábitos de transporte de compras de supermercados. Precisamos informar o consumidor para que ele se sinta mais seguro na hora de decidir que sacola utilizar”, diz Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. “Quem ganha com essa análise e com a decisão correta do consumidor é a natureza e, por decorrência, a sociedade”, afirma. Aham, faz de conta que acreditamos em fadas, elfos, gnomos … tá bom, acreditamos nos poneis malditos e nos smurfs, principalmente se for em 3D.
O estudo mostra que a melhor opção de sacola depende do cenário em que ela é utilizada, podendo variar segundo o volume de compras, o número de idas ao supermercado e a frequência de descarte do lixo. “Foram feitas análises para diversos cenários e identificadas duas tendências. Por um lado, sacolas descartáveis de plástico apresentaram melhor ecoeficiência nas situações que os consumidores têm menor volume de compras, maior frequência de ida ao supermercado e uma frequência de descarte de lixo maior, que garanta o reuso das sacolas plásticas para o descarte desse lixo. Por outro lado, sacolas retornáveis de tecido ou de plástico apresentaram melhor ecoeficiência nas situações em que os consumidores têm maior volume de compras, menor frequência de ida ao supermercado e uma frequência de descarte de lixo menor, com baixa compra de sacos para condicionar o lixo”, afirma Sonia Chapman, diretora-presidente da Fundação Espaço ECO. Então, vamos traduzir assim. A indústria do plástico deve ter pensado: bem, quem vai muito ao supermercado usa muitas sacolas portanto é nosso consumidor e portanto devemos dizer para usarem nossas sacolas. Quem não vai quase nunca ao supermercado usa poucas sacolas portanto nos dá pouco lucro e então vamos fazer papel de bonzinhos e dizer que esses ecochatos podem usar sacolas retornáveis, afinal, eles não afetam nosso lucro. Brincadeira sem graça. Quando ao lixo, se você separar o material para a reciclagem, você já economizará 75% dos sacolas de lixo – o lixo reciclável representa em média 75% do volume do lixo gerado diariamente e 40% do peso - e só usará um saco de lixo por semana para colocar esse lixo que deve ser encaminhado para reciclagem e o saco pode ser reutilizado, principalmente se for de ráfia. Quanto ao lixo de orgânico – restos de alimentos – e o lixo de banheiro – papel higiênico – você pode usar as sacolas de flv - frutas, legumes e verduras -, aquelas que você acondiciona alho, cebola, batata … e normalmente não são reutilizadas para nada mas são muito mais resistentes que as sacolas de uso único e tem o tamanho ideal para o lixo de cozinha e banheiro. Assim, se você estiver preocupado com o preço do saco do lixo, ai está a solução e acabou seu problema.
“O consumo com consciência dos seus impactos ambientais e sociais guia as decisões e os comportamentos do consumidor consciente, que busca sempre aumentar os impactos positivos e reduzir os negativos. Esse estudo serve como parâmetro para que cada consumidor tome suas decisões com informações embasadas cientificamente, levando sua consciência à prática na hora de definir que sacola usar para suas compras de supermercado, escolhendo a melhor alternativa frente aos cenários do estudo que melhor se encaixa à realidade do consumidor”, diz Hélio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu. Sonia Chapman complementa: “é importante que o estudo seja utilizado para que cada agente possa contribuir para reduzir os impactos e isso pode mudar as conclusões no tempo. A melhoria contínua dos impactos socioambientais deve ser o foco e depende tanto dos produtores, nas diversas etapas de produção, como das decisões dos consumidores”.
Fonte – Gazeta Web de 02 de agosto de 2011
Imagem – Sacola Vicbag
A sacola retornável é uma tendência mundial e é certo que, daqui a algum tempo, todos estarão utilizando algum tipo desta sacola.
A indústria plástica está fazendo o papel dela, está tentando mostrar que precisa sobreviver. Está na hora destas indústrias se adaptarem a um novo mundo e a um novo consumidor, um consumidor que exige qualidade e responsabilidade ambiental. Produtos ecologicamente incorretos ou com uma pegada ambiental grande, está com seus dias contados nas prateleiras do supermercado ou no varejo em geral.
Mas, para acabar logo com esta conversa, leve sempre sua sacola retornável, para não cair na armadilha da compra por impulso, não importa com que material seja fabricada, separe seu lixo para a reciclagem e não acredite nesses estudos encomendados por quem não está preocupado com o planeta, mas sim simplesmente com o lucro e inventa estudos para enganar a população.

Etihad Airways, The World´s Leading Airlines, pelo segundo ano consecutivo, é a primeira empresa aérea do mundo a utilizar sacos plásticos biodegradáveis e recicláveis d2w, com ciclo de vida útil controlado.
Fonte – www.etihadairways.com
Symphony Environmental Ltda. Empresa certificada ISO, é uma subsidiária integral da Symphony Environmental Technologies PLC, uma empresa pública britânica criada em 1995 e dedicada a encontrar
soluções técnicas para os problemas ambientais do mundo. É um membro da Associação dos Plásticos Oxibiodegradáveis, da Sociedade da Indústria Química (Reino Unido), da British Plastics Federation (BPF), da Organização Européia de
Embalagem e Meio Ambiente (Europen) e do Grupo Britânico de Marcas. Symphony participa ativamente dos trabalhos da British Standards Institute (BSI), da American Society for Testing and Materials (ASTM), da organização européia de
normatização (CEN) e da International Standards Organization (ISO). A Symphony tem laboratórios e instalações de testes na Inglaterra, onde constantemente testa, desenvolve e aprimora seus produtos, em colaboração com universidades e
especialistas no Reino Unido e no exterior.
Qual a importância e o problema causado pela sobreembalagem?
Hoje, tudo vem com sobreembalagem, seja para proteção ou por marketing, mas isso gera muitos problemas, pois tem aumentado muito o resíduo gerado por estas sobreembalagens que raramente são recicladas.
Vamos aos dados.
Cada brasileiro gera em média 1 quilo de lixo por dia, entre potencialmente reciclável, potencialmente compostável e rejeito. De 50 a 60% desse lixo – dependendo da região – é composto de orgânicos – restos de comida, cascas, folhas de legumes, frutas e verduras – e que deveriam ser compostados, isto é, transformados em adubo orgânico para recuperar a produtividade do solo. Aproximadamente 40% é composto por material potencialmente reciclável – vidro, papel, metal, plástico … – e que deveria voltar à cadeia produtiva evitando retirar novos recursos naturais do planeta e ainda gerar renda para os catadores e de 3 a 5% de rejeito, isto é, o que não pode ser reciclado ou compostado.
O plástico corresponde a 20% de todo o resíduo pós consumo gerado diarialmente no país. Metade disso, isto é, 10% de todo o lixo gerado diariamente é composto por sacolas plásticas de uso único e por isso lutamos ferrenhamente desde 2004 para banir estas sacolas inúteis que ficam 500 anos poluindo o planeta e que passam de 30 bilhões todos os anos, Sim, são usadas por meia hora e descartadas mais de trinta bilhões de sacolas plásticas de uso único no Brasil anualmente.
80% de todo o plástico é de uso único e normalmente tem como destino final os lixões e aterros e não volta para a cadeia de reciclagem.
O percentual de material potencialmente reciclável no lixo gerado diariamente passa de 40% mas, contudo, porém, entretanto, o Brasil recicla menos de 1% de todo o material que poderia ser reciclado.
Somente 6% das cidades brasileiras conta com coleta seletiva organizada pelas prefeituras e veja que existem mais de 5.500 cidades no país.
Apenas 13% das cidades conta com aterro controlado – note que estamos falando de aterro controlado e não aterro sanitário e que há uma grande diferença entre estes dois tipos – e o resto das cidades dispõe seu lixo - reciclável, compostável e rejeito – em lixões a céu aberto, em que muitas vezes o chorume gerado por este lixo ou que polui o lençol freático ou escorre para cursos de água.
Lendo os dados acima, você acredita que os materiais abaixo voltarão para a cadeia de produção como material para a indústria? Não? Nós também temos certeza que não. Ainda estamos em uma cultura que apenas retira do planeta os recursos naturais, usa-os e depois joga fora, longe das cidades, para que todos pensem que eles sumiram e depois, novamente, continuamos retirando esses recursos naturais do planeta. Acontece que este planeta tem uma quantidade de materiais a serem explorados e depois acabou, isso é um sistema fechado, acabou, acabou, ainda não temos tecnologia para minerarmos outros planetas e a cada vez que exploramos esses recursos naturais e no pós consumo jogamos em um canto qualquer, estamos privando nossos descendentes de matéria prima para sua geração e ainda estamos usando terra fértil para acumular lixo e que depois não poderá ser recuperada para a agricultura ou para nada mais por causa da poluição causada pelos lixões.
Claro que o ideal é o conceito berço a berço e podemos usar como exemplo uma garrafa de vidro retornável que ou pode ser reutilizada – se for uma garrafa retornável – ou triturada e voltar a ser uma garrafa novamente eternamente, mas normalmente não é o que ocorre. Então, até todos os municípios reciclarem 100% do material potencialmente reciclável, as fábricas acabarem com as sobreembalagens, a solução ideal é o plástico com ciclo de vida útil controlado, o plástico oxibiodegradável, que não muda o método de produção, que não causa desemprego mas à diferença do plástico convencional, que demora 500 anos para sumir da face do planeta, em aproximadamente 18 meses já terá se biodegradado, se transformado em biomassa, água e uma pequena quantidade de CO2.
Abaixo algumas imagens de sobreembalagens. Neste post estamos usando como exemplo os plásticos encolhíveis e esticáveis que são usados apenas para transportar as mercadorias entre a fábrica e os pontos de venda e depois jogados no planeta.



Veja que o leite está embalado em plástico esticável, depois dentro tem a caixa de papelão e depois vem a embalagem do leite.


Aqui, carteiras de escola, que já estão embaladas em papelão mas ainda assim, adicionaram o plástico esticável como sobreembalagem.

Com o arroz a mesma coisa, várias embalagens embaladas em uma sobreembalagem, chega ao supermercado a sobreembalagem é descartada.





Sim, até tijolo agora vem embalado em plástico. Absurdo!



Ainda nem abordamos as embalagens dos produtos, como por exemplo o plástico que envolve o papel higiênico e que deveria ser plástico com ciclo de vida útil controlado oxibiodegradável.

Plástico tem que ter uma vida útil menor, para aproximar a vida útil da embalagem ao ciclo de vida do produto contido na embalagem e a solução, que apoiamos desde 2005 é o plástico oxibiodegradável. Não apoiamos o plástico de comida, seja de cana ou de amido, pois terra é para plantar alimento para a humanidade e enquanto nossa matriz energética mundial for o petróleo, não há porque queimar nafta em refinaria e usar comida para fazer plástico. Quando necessário, use plástico oxibiodegradável, que usa o petróleo mais um aditivo que permite a biodegradação deste plástico em aproximadamente um ano e meio já terá se biodegradado, não poluindo o planeta.
Hoje existem mais de 300 fábricas que produzem plástico oxibiodegradável e qualquer plástico pode ser convertido em plástico oxibiodegradável, ou também conhecido como plástico com ciclo de vida útil controlado.

Cervejaria SABMiller, uma das gigantes mundiais no segmento, passará a utilizar plásticos biodegradáveis d2w com Ciclo de Vida Útil Controlado nas embalagens secundárias de latas e garrafas
Reducen la degradación 395 años
SABMiller implementará en los empaques plásticos de las latas y botellas no retornables de su cerveza Backus el aditivo oxodegradable que permite que se degraden entre 2 a 5 años, en lugar de 400 años.
Cada día nos preocuparnos por reducir el impacto ambiental (…) el aditivo oxodegradable tiene la facultad de desintegrarse gracias a la acción de la naturaleza, sin causar daños al medio ambiente”, señala Manuel Galliani, Director de Compras de Backus.
Estos empaques se degradarán sin dejar residuos nocivos para el medio ambiente quedando al final de este proceso, solamente agua y biomasa en cantidades mínimas
Fonte – Club Darwin de 05 de agosto de 2011
Symphony Environmental Ltda. empresa certificada ISO, é uma subsidiária integral da Symphony Environmental Technologies PLC, uma empresa pública britânica criada em 1995 e dedicada a encontrar soluções técnicas para os problemas ambientais do mundo. É um membro da Associação dos Plásticos Oxibiodegradáveis, da Sociedade da Indústria Química (Reino Unido), da British Plastics Federation (BPF), da Organização Européia de Embalagem e Meio Ambiente (Europen) e do Grupo Britânico de Marcas. Symphony participa ativamente dos trabalhos da British Standards Institute (BSI), da American Society for Testing and Materials (ASTM), da organização européia de normatização (CEN) e da International Standards Organization (ISO). A Symphony tem laboratórios e instalações de testes na Inglaterra, onde constantemente testa, desenvolve e aprimora seus produtos, em colaboração com universidades e especialistas no Reino Unido e no exterior. RES Brasil Ltda é representante exclusiva no Brasil da Symphony e suas tecnologias.
Leia mais sobre plásticos encolhíveis e esticáveis, ou shrink e stretch – a tradução ficou feia, eca – no próximo post.
Fact – by Braskem’s own admission http://www.braskem.com.br/plasticoverde/eng/im-green.html
To produce just 3 tonnes of Green PE, land equal to 1 football pitch of sugar cane is need. To meet today’s global polyethylene (PE) demand of 160 Million Tonnes, this equates to planting enough sugar cane to cover 53,333,333 football pitches, or planting enough sugar plantations the size of a football pitch, in a line stretching around the world 121 times. Is this sustainability?
They claim that the sugar cane absorbs CO2 and that their green PE Carbon foot print is therefore positive, but that would only be true if there was MORE sugar cane than the vegetation already there.
Is there any good reason to take arable land and water resources away from people around the world to produce bio-plastics and bio-fuels?
We don’t think so. Food prices are high enough already. 2009 to 2010 the global food prices inceased overall by 49% and from 2010 to 2010 increased 39% prices, increased even more the problem of the hunger around the world.
Interest in bio-based plastics derives from two mistakes – first that it reduces demand for oil, and second that the plastic is biodegradable in the open environment.
Polyethelyne (PE) and Polypropylene (PP) play a significant role in our lives but oil is not extracted to make plastic. It is extracted for fuel, and plastic is made from a by-product which used to be wasted. Plastic does not therefore increase the amount of oil extracted, and can in fact reduce it. This is because plastic has the same calorific value as the oil from which it was made. It should not be wasted by being sent to landfill, but should instead be sent to modern incinerators, where the calorific value can be captured and used to generate electricity without harmful emissions. This, of course, afterpassing through recycling until it is not possible to recover this plastic by recycling.
Bio-based plastics are not necessarily biodegradable in the open environment or at all, but there is a commercially viable solution for the Global Packaging Industry, by using low-cost oxo-biodegradable additives.
When the additive is added to PE or PP (whether derived from oil or sugar cane), it will break down the molecular structure, in the presence of oxygen. It turns ordinary plastic after its useful life into a material with a completely different molecular structure. At that stage it is no longer a plastic and has become a material which can be bio-assimilated in the open environment, in the same way as a leaf, therefore will significantly help resolve the increasing problem of Plastic Waste in the Environment, that blights our Countryside, blocks drains and pollutes our rivers and oceans .
Oxo-Biodegradable plastics can be made with recyclate and are also recyclable. They can be tested according to the test methods prescribed in ASTM 6954; UAE Standard 5009/2009 – and the recently published British Standard 8472, which provide tests for biodegradation in soil and simulate the real-world behaviour of plastic products which get into the environment and cannot realistically be collected.
Plastic of life cycle controlled – oxybiodegradable – is the best option to solve the problem of excess plastic that society uses, but only where it can not be use reusable bag, it is the best and most logical choice for packaging of goods retail.
Fato – por admissão da própria Braskem, veja em http://www.braskem.com.br/plasticoverde/eng/im-green.html
Para produzir apenas 3 toneladas de PE Verde, é necessária uma área igual a 1 campo de futebol plantada com cana de açúcar. Para atender a demanda atual global de polietileno (PE) de hoje de 160 milhões de toneladas, isso equivaleria ao plantio de cana-de-açúcar suficiente para cobrir 53.333.333 campos de futebol. Para que cultivo de plantações de cana de açúcar seja suficiente para suprir a demanda de mercado mundial isso corresponde a uma linha de campos de futebol que se estende ao redor do mundo, dando 121 vezes voltas no planeta. Isto é sustentabilidade?
Eles alegam que a cana absorve o CO2 e que os seus Polietilenos verdes reduzem a pegada de carbono, sendo portanto, positiva, mas isso só seria verdade se houvesse mais plantações de cana de açúcar do que as já existentes.
Existe alguma boa razão para tomar recursos naturais tais como terras aráveis e água e privar as pessoas destes recursos ao redor do mundo, para produzir bioplásticos e biocombustíveis?
Nós não pensamos assim. Os preços dos alimentos já estão altos o suficiente. De 2009 para 2010 os preços globais dos alimentos aumentaram internacionalmente em 49% e de 2010 para 2011 aumentaram de preço 39%, aumentando ainda mais o problema da fome ao redor do mundo.
O interesse em plásticos baseados em materiais de fontes renováveis deriva de dois erros – o primeiro que reduz a demanda por petróleo, e segundo que o plástico é biodegradável em ambiente aberto.
Polietileno (PE) e polipropileno (PP) desempenham um papel significativo em nossas vidas, mas o petróleo não é extraído para fabricar plástico. É extraído para uso como combustível, e plástico é feito de um subproduto que costumava ser desperdiçado. Plástico, portanto, não faz aumentar a quantidade de petróleo extraído, e pode de fato e pelo contrário, reduzir o petróleo extraído. Isso se dá porque o plástico tem o mesmo valor calórico que o óleo a partir do qual ele foi feito. Não deve ser desperdiçado ao ser enviado para aterro, mas devem ao invés disso, ser enviados para incineradores modernos, onde o valor calórico pode ser capturado e usado para gerar eletricidade sem emissões nocivas. Isto, é claro, após passar por reciclagem até não ser mais possível recuperar este plástico pela reciclagem.
Plásticos baseados em materiais de fontes renováveis e biodegradáveis não o são necessariamente no ambiente aberto ou no ambiente em geral, mas há uma solução comercialmente viável para a indústria global de embalagens, que é usar os aditivos oxibiodegradáveis que são economicamente viáveis.
Quando o aditivo é adicionado ao PE ou PP (se derivados do petróleo ou do Etanol da cana de açúcar), ele irá quebrar a estrutura molecular, na presença de oxigênio. Isso acontece, após sua vida útil, transformando o plástico comum, em um material com uma estrutura molecular completamente diferente. Nessa fase não é mais um plástico e se torna um material que pode ser bioassimilado em ambiente aberto, da mesma forma que uma folha, portanto, ajuda significativamente a resolver o problema crescente de resíduos de plástico no ambiente, que afeta nossos campos, entopem bocas de lobo afentando a drenagem urbana e polui os nossos rios e oceanos, matando animais, aves e peixes.
Plásticos oxibiodegradáveis podem ser feitos a partir de plástico reciclado e também são recicláveis. Eles podem ser testados de acordo com os métodos de ensaio prescrito no ASTM 6954; UAE Padrão 5009/2009 – e o recentemente publicado British Standard 8472, que oferecem testes de biodegradação em solo e simula o comportamento no mundo real de produtos de plástico que ficam no ambiente e que não podem ser realisticamente recolhidos.
Plástico com ciclo de vida útil controlado – oxibiodegradável – é a melhor opção para resolver o problema do excesso de plásticos que a sociedade consome, mas apenas onde não puder ser utilizada a sacoal retornável, que é a melhor e a mais lógica opção para acondicionamento de mercadorias no varejo.

The Green Room – green materials
Oxo-Biodegradeable Additives Gain Traction in the Middle East
Technology explained in detail by experts in the market
Across the world, plastic manufacturers are looking for ways to lower their carbon footprint. Packaging products in particular are coming under increasing scrutiny for their impact on the environment. In the Middle East there is a fast-growing movement towards a relatively new type of additive technology which can dramatically help manufacturers in improving their green credentials — oxo-biodegradeable.
A key provider of oxo-biodegradeables is Eco-Polymers, a materials distributor based in Sharjah, UAE. It distributes d2w oxobiodegradable plastic additives, a product from UK manufacturer Symphony Environmental. At MEP magazine we wanted to find out more about the product and its uses in the Middle East, so we spoke with Winston Pryce, General Manager of Eco-Polymers. We also caught up with Michael Laurier, CEO of Symphony Environmental, to learn about the different types of degradeable technology available.
According to Pryce, d2w oxobiodegradable plastics are being chosen increasingly in the United Arab Emirates in particular as well as across the Middle East. Symphony and Eco-polymers were
instrumental in the passage of a law in 2009 in the UAE, which calls for all “plastic bags and other disposable plastic objects’’ used in the region to be oxo-biodegradable by 1st January 2013. These products must meet the UAE Standard, which was developed for the purpose. A number of other countries in the region are also developing similar laws and standards.
Pryce claims that an increasing number of customers across the region are using d2w products in plastic bags, shrink-wrap, plastic bottles and many other plastic packaging items. He told us that he expects this trend to continue with the progressive implementation of the UAE law, as other countries pass similar laws and consumers become more aware of the convenience, competitiveness and environmental benefits of the d2w option.
d2w, when included at the manufacturing stage, turns ordinary plastic at the end of its useful life into a material with a different molecular structure. At that point it is no longer a plastic but has become a material which is inherently biodegradable in the open environment, in the same way as a leaf.
Pryce concluded that the technology offers the best opportunity for the region to address the problem of plastic which ends up in the environment and is not collected.
Litter is becoming a problem all over the world and much of it is non-degradable plastic. Using oxo-biodegradable plastic would go a long way to solving the plastic waste problem, as ‘oxo’ degrades completely in the open air within a short, pre-set lifespan.

So it seems that the additives are likely to take a strong hold in the Middle East. And when they do, manufacturers will be faced with a variety of options as to which products they can use. The term “biodegradable” has been the subject of much debate across the industry. We asked Michael Laurier, CEO of Symphony Environmental to shed some light on the different technologies available. He explains that there are two types of biodegradable plastic. They are fundamentally different, and must not be confused.
Oxo-Biodegradables degrade by oxidation, caused by a small amount of d2w additive put into the product at manufacture. For Laurier, the fundamental point is that the additive does not just break up the plastic — it turns ordinary plastic (in the presence of oxygen) into a material with a different molecular structure. At that stage it is no longer a plastic and has become a material which is inherently biodegradable in the open environment in the same way as a leaf. The approximate timescale for degradation can be set at manufacture from as little as a few
months to as much as a few years. Oxobiodegradable plastics will degrade on land or sea, in heat or cold, and in light or dark.
Oxo-biodegradable plastics are designed to address the problem of plastic waste which escapes into the open environment — as some of it always will — and cannot realistically be collected. Laurier believes that there is no evidence that biodegradable plastic of any kind encourages littering.
This plastic bag is treated with oxobiodegradable additives and will degrade, then biodegrade until there are absolutely no traces left – no fragments, heavy metals and no methane emissions.

A popular argument for banning plastic bags is that it would save oil. Laurier points out that oil is imported to make fuels, and not a single barrel is imported to make plastic, as plastics are made from a by-product which used to be wasted. Using it to make plastic does not reduce the amount of fuel available nor increase oil extraction. In fact plastics should reduce the oil imported because they can be incinerated to release their calorific energy, to generate electricity or heat buildings. Laurier says it is a waste to put plastics in landfill.
He goes on to explain that oxobiodegradable plastics can be made with the same machinery as normal plastics — at little extra cost. During their useful life they have the same appearance and performance as ordinary plastic, and can be recycled with other oil-based plastics.
Hydro-biodegradable is the name given to the alternative type of biodegradeables. Hydro-biodegradation is initiated by hydrolysis. These plastics are usually made from crops, and are marketed as
“compostable”.
Some of them have a high starch content and it is claimed that they are therefore “renewable”. However, substantial amounts of non-renewable hydro-carbons are burned and CO2 emitted, by the tractors, trucks, and other machines employed in their production. In February 2011 a Life Cycle Assessment (LCA) by the UK Environment Agency showed that oxo-biodegradable plastic bags have a better LCA than paper or compostable bags.
Composting of organic waste makes sense, concludes Mr Laurier, but compostable plastic for shopping bags, food packaging and shrink-wrap does not. It is designed to biodegrade under industrial composting conditions; it is also up to 400% more expensive, is thicker and heavier and requires more trucks to transport it. Recycling with oilbased plastics is impossible. It uses scarce land and water resources to produce the raw material, and if buried in landfill, it can emit methane (a greenhouse gas 23 times more powerful than CO2).
Fonte – Symphony Enviromental / Res Brasil / MEP – Mid East Plast – Dubai – Emirados árabes Unidos de julho de 2011
Prefeitura de Uberaba atuará com rigor na fiscalização do uso de sacolas plásticas, que estará proibido a partir de hoje. Agentes de fiscalização da PMU vão percorrer os estabelecimentos comerciais da cidade para checar a adequação à nova lei.
A intenção é proibir a distribuição das sacolas de plástico comum, aquelas biodegradáveis, retornáveis e oxibiodegradáveis poderão ser utilizadas. A ideia é incentivar principalmente a utilização das sacolas retornáveis, já que em futuro próximo as plásticas como um todo serão exterminadas do comércio local, revela assessor jurídico da secretaria de Meio Ambiente, Bernardo Cecílio.
Durante a fiscalização, que começa a partir de amanhã, os agentes irão verificar os documentos do empreendimento, como alvará, e, dependendo do local, licenciamento ambiental, e, ainda, vão averiguar as sacolas utilizadas. Se aquelas encontradas não estiverem de acordo com a legislação, o empresário será notificado para se adequar num prazo de 15 dias e ainda será multado no valor de R$150, explica Cecílio.
Caso o estabelecimento ainda tenha grande quantidade de sacolas plásticas no estoque, compradas antes do dia 30 de março, deve procurar a Secretaria de Meio Ambiente até hoje para realização de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que concede prazo maior para que se adapte à nova lei, completa. Até o dia 30 de março os estabelecimentos comerciais tiveram que reduzir em pelo menos 50% o uso de sacolas plásticas. A alternativa aprovada para substituição são sacolas biodegradáveis, retornáveis e oxibiodegradáveis.
Fonte – JM Online de 28 de junho de 2011
Não adianta só fazer lei, tem que fiscalizar. Parabéns à prefeitura de Uberaba pela seriedade com que estão tratando o problema seríssimo causado pelas sacolas plásticas de uso único.
O primeiro passo é liberar sacolas com ciclo de vida útil controlado e o próximo é baní-las, somente usando sacolas retornáveis.
Não seja pego desprevenido, lembre-se sempre de levar sua sacola retornável quando for às compras.
Apesar de nem todos os empresários estarem preparados para cumprir a Lei 11.089/10, que dispõe sobre a responsabilidade pela distribuição e utilização de sacolas plásticas comuns e sua substituição no município pelas sacolas ecológicas, oxibiodegradáveis ou retornáveis. o diretor da Assuper (Associação dos Supermercados de Uberaba e da região do Triângulo Mineiro), Matusalém José Alves, garantiu que o setor está preparado para cumprir a legislação. “Acredito que o empresário não terá problema com esta lei, porque muitos já estão oferecendo as sacolas oxi-biodegradáveis para os clientes levarem suas compras”, afirma.
Em relação ao fato de alguns especialistas entenderem que está as sacolas oxibiodegradáveis não são as mais aconselhadas para diminuir a degradação ao meio ambiente, o diretor explicou que existem alguns laudos negativos e outros positivos em relação aos benefícios destas sacolas. “No meu ponto de vista, o que está acontecendo é uma política muito grande no setor de produção”, garante.
Segundo o diretor da Assuper, os laudos iniciais comprovam que a sacola oxibiodegradável se decompõe mais rápido na natureza do que as que eram tradicionalmente usadas no mercado. “Eu percebo que o empresário não mediu esforços para cumprir a legislação, porque não quer pagar multa ou correr o risco de ter o alvará de funcionamento suspenso. Apesar de existir uma pesquisa sobre as sacolas oxibiodegradáveis, é lógico que existem novos estudos sendo feitas sobre sua eficácia no meio ambiente”, finaliza.
Fonte – Jornal de Uberaba de 28 de junho de 2011
A tecnologia de plástico oxibiodegradável ja foi e continua sendo mais testada do que qualquer outro tipo de plástico e não existe um único laudo negativo, o que existem são pitacos da máfia do plástico. A FUNVERDE apóia e incentiva o uso do plástico oxibiodegradável como substituto para o plástico convencional desde 2005.
Mas claro, ele deve ser utilizado onde não puder ser utilizada a sacola retornável. Esta sim, é a solução final e ideal para o transporte de compras.

O que era ótimo ficou ainda melhor!
As embalagens plásticas d2w e d2p ganharam um parceiro infalível, o d2Detector.
Agora é possível saber, em menos de 60 segundos, o que está contido em uma embalagem ou produto plástico.
Recém-lançado pela Symphony, o d2detector é uma ferramenta precisa, prática, leve e portátil para ser utilizada no controle do uso correto dos aditivos d2w e d2p, distribuídos no país pela RES Brasil.
Este equipamento é a garantia de que o produto contém a quantidade correta do aditivo, assegurando a eficácia das tecnologias aplicadas ao plástico. Nossos fabricantes licenciados agora podem controlar a qualidade, possibilitando a correção prévia de eventuais falhas antes da entrega aos clientes.
Se até então precisávamos utilizar laboratórios para conferir a aplicação correta dos aditivos d2w e d2p – e aguardar algumas semanas pelos resultados -, o d2detector fará esta checagem de maneira rápida e confiável.
Único em sua categoria, desenvolvido e distribuído no mundo todo, o d2detector proporcionará um controle de qualidade totalmente eficaz. Com ele será possível identificar fraudes que, além de prejudicar comercialmente nossos licenciados, engana os consumidores que pensam ter feito uma opção ecologicamente responsável.
Bastará menos que um minuto para que qualquer interessado possa conferir se o produto atende aos parâmetros de plásticos com Ciclo de Vida Útil Controlado d2w / RES Brasil ou com Proteção antimicrobiana e fungicida dos produtos d2p / RES Brasil.
Portanto, em menos de sessenta segundos você saberá se produziu uma legítima embalagem ou artigo plástico d2w ou d2p; seu cliente receberá a informação se está adquirindo um produto fabricado dentro dos rígidos critérios de qualidade; e os órgãos fiscalizadores poderão conferir se o produto possui o aditivo que promete. Tudo com absoluta rapidez e total confiabilidade!
Em breve, o d2detector estará disponível para compra no Brasil e poderá ser vendido para o comércio, indústria, órgãos de fiscalização, governos, ONGs e institutos de pesquisa.
Para outras informações, contate a RES Brasil. Teremos prazer em esclarecer-lhe as dúvidas.
Fonte – RES Brasil de 02 de fevereiro de 2011
Parabéns à RES Brasil, que mais uma vez demonstra a seriedade do seu trabalho e a confiança em seu produto.
Desde 2005 a FUNVERDE apóia a tecnologia de plático com ciclo de vida útil controlado d2w, que é a única tecnologia que desde o início do projeto sacolas ecológicas, nos forneceu laudos internacionais e nacionais, comprovando a eficácia e segurança ambiental de seu produto.
Com o tempo, fomos pedindo mais e mais laudos e estudos científicos, o mesmo acontecendo com o governo do Paraná, que solicitou estes laudos e a RES Brasil, que sempre atendeu a estas solicitações e é por isso que a FUNVERDE apóia e incentiva a utilização do plastico com ciclo de vida útil controlado d2w, para aproximar o ciclo de vida útil da embalagem ao ciclo de vida útil do produto.
Empresa vai atuar para evitar falsificações das biodegradáveis
A partir da proibição do uso de sacolas plásticas em Uberaba, Secretaria de Meio Ambiente firmou acordo com empresa especializada na fabricação e comercialização de sacolas oxibiodegradáveis para evitar falsificações.
Assessor jurídico da Semat, Bernardo Cecílio explica que o convênio não terá ônus para o município, com intenção de evitar fraudes em sacolas oxibiodegradáveis oferecidas pelo comércio e que tenham impressas as logomarcas desta empresa, que é representante exclusiva no país. De acordo com assessor jurídico da Semat, este acordo vai permitir ainda, através de cruzamento de informações do fabricante da sacola com o banco de dados do representante, que a prefeitura verifique a autenticidade destas sacolas em conformidade com a lei em vigor.
Entretanto, “se durante a fiscalização, agentes da prefeitura tiverem dúvidas em relação às sacolas oxibiodegradáveis, elas serão recolhidas e encaminhadas à sede da empresa em Campinas, onde passarão por análise técnica e terão laudo emitido a respeito”, comenta Cecílio.
Fonte – JM Online de 01 de julho de 2011
A empresa é a RES Brasil, que comercializa o aditivo d2w, que faz com que as sacolas plásticas em aproximadamente 18 meses tenham se biodegradado, restando apenas água, biomassa e uma pequena quantidade de CO2.
Em Uberaba, podem ser utilizadas sacolas com ciclo de vida útil controlado, mas por favor, seja um humano responsável, leve sempre sua sacola retornável.
Comerciantes que ainda têm sacolas plásticas no estoque e não firmaram Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) ganharam mais tempo para se adequar. Foi prorrogado prazo para que os interessados compareçam à Secretaria de Meio Ambiente (Semat) para assinar o Termo que concede período maior para que se adaptem à lei municipal 11.089, de 31 de dezembro de 2010, que proíbe o uso de sacolas plásticas.
Inicialmente a data limite para a realização do TAC era o último dia 28, porém, Bernardo Cecílio, assessor jurídico da Secretaria de Meio Ambiente, afirma que ela foi prorrogada por mais essa semana, dando oportunidade àqueles empresários que não puderem comparecer à Semat até então.
Até o momento, 22 TACs estão prontos e outros ainda estão em andamento. No entanto, assessor ressalta que para aqueles que forem penalizados durante a fiscalização e já tiverem feito o Termo, mas ainda não estão com ele em mãos, terão a multa anulada. Já aqueles multados que não consolidaram o TAC ainda poderão fazê-lo, mas a multa permanecerá. “A fiscalização que deveria ter se iniciado no dia 29 foi prorrogada e deverá começar hoje, devido à grande movimentação em função do TAC.”
Se aquelas encontradas não estejam de acordo com a legislação, o empresário será notificado para se adequar em prazo de 15 dias e ainda será multado no valor de R$150. Se dentro desse prazo o comerciante não se adequar, a multa passará para R$500, afirma Cecílio.
Até o dia 30 de março os estabelecimentos comerciais tiveram que reduzir em pelo menos 50% o uso de sacolas plásticas. Até o fim de junho, 100% das sacolas plásticas deveriam estar fora de circulação. A alternativa aprovada para substituição são sacolas biodegradáveis, retornáveis e oxibiodegradáveis.
Fonte – JM Online de 01 de julho de 2011
A partir desta terça-feira – hoje – os empresários estão proibidos de utilizar sacolas plásticas tradicionais em seus estabelecimentos comerciais. De acordo com o assessor de gabinete da Semat (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo), Bernardo Cecílio da Fonseca, somente as sacolas determinadas na lei poderão circular no município. “A primeira multa é no valor de R$ 150, a segunda será R$ 500, a terceira autuação custará R$ 1.500. Se mesmo assim o comerciante insistir em usar as sacolas plásticas tradicionais, o estabelecimento será interditado por uma semana e, continuando a infração, o alvará de funcionamento será suspenso”, afirma.
Como nem todos os empresários dos segmentos conseguiram se adequar à legislação, o assessor de gabinete explica que os comerciantes procuraram a Semat, com objetivo de assinar um termo de compromisso e apresentar um PGRS (Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos) contemplando a destinação final ambientalmente adequada. “Somente quem comprou as sacolas tradicionais antes do dia 30 de março conseguiu realizar o termo de compromisso, onde foi estipulado um novo prazo para se adequar à legislação”, garante.
Sacola biodegradável – O assessor de gabinete garantiu que os empresários vão cumprir a lei, porque, além de ter sido realizada campanha de conscientização, a Prefeitura de Uberaba criou uma central de fiscais para fiscalizar todos os estabelecimentos comerciais da cidade. “Cada sacola biodegradável (feita de amido de milho) custa em média R$ 0,19. Como aconteceu com a oxibiodegradável, à medida que os comerciantes forem adquirindo a sacola biodegradável, o valor poderá ficar mais acessível aos comerciantes”, revela.
Sacola retornável – Já as sacolas retornáveis são aquelas confeccionadas com material resistente ao uso contínuo, que suportem o acondicionamento e transportam produtos e mercadorias em geral. “Estas sacolas custam entre R$ 2 até R$ 3. No entanto, têm empresas customizando as sacolas retornáveis e vendendo a preços exorbitantes. Recebi informações, que existe um estabelecimento vendendo as sacolas retornáveis por R$ 50″, finaliza.
Fonte – Jornal de Uberaba de 28 de junho de 2011
Aqui vai a lei para quem quiser copiar. Político bom não é aquele que fica pondo nome em rua e sim aquele que faz leis – como esta – que melhoram a qualidade de vida dos humanos e do planeta.
Parabéns à cidade de Uberaba por esta iniciativa que está livrando a cidade do plástico convencional eterno, que dura 500 anos até sumir do planeta.
A lei está ótima, podendo ser usada qualquer embalagem de uso único com ciclo de vida útil controlado – papel, oxibibiodegradável, biodegradável – que aproxima o ciclo de vida da embalagem ao ciclo de vida do produto contido na embalagem.
Só temos uma reclamação, uma das grandes. Não importa o tipo de embalagem com ciclo de vida útil controlado, ela tem que ser cobrada do cliente, para inibir seu uso. Já passou da hora de banirmos as embalagens de uso único, que é o símbolo do consumismo desenfreado em que vivemos. Se pudermos banir esta embalagem nosso mundo ficará melhor para nós e nossos descendentes.
Mas quem sabe Uberaba altere esta lei incluindo a cobrança, em um próximo passo para banir as sacolas plásticas de uso único.
Lei nº 11.089/2010
Dispõe sobre a responsabilidade pela distribuição e utilização de sacolas plásticas comuns e sua substituição no Município de Uberaba, e dá outras providências.
O Povo do Município de Uberaba, Estado de Minas Gerais, por seus representantes na Câmara Municipal, aprova e eu, Prefeito Municipal, em seu nome, sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º – As sociedades comerciais e os empresários de que trata o art. 966 do Código Civil, titulares de estabelecimentos comerciais no Município de Uberaba devem utilizar, para o acondicionamento de produtos e mercadorias em geral, sacolas ecológicas, sacolas plásticas oxi-biodegradáveis – OBP’s ou sacolas retornáveis, quando estas possuírem características de transitoriedade.
Parágrafo Único – Não se sujeitam à observância do disposto nesta Lei às embalagens originais das mercadorias e produtos.
Art. 2º – Para os efeitos desta Lei entende-se por:
I – sacolas ecológicas – aquelas feitas de material reciclável, retornável (is) ou que se decompõem por biodegradação, tendo como resultado gás carbônico, água e biomassa ou ainda as fabricadas com bioplásticos ou biopolímeros de fontes renováveis, provenientes de cultura agrícola, não ecotóxicos ou danosos ao meio ambiente;
II – sacolas Oxibiodegradáveis – aquelas que apresentam degradação inicial por oxidação acelerada por luz e calor, devendo degradar ou desintegrar em fragmentos por um período de tempo especificado, sendo possível ser biodegradada por microorganismos e cujos resíduos finais não sejam prejudiciais ao meio ambiente;
III – sacolas retornáveis – aquelas confeccionadas com material resistente ao uso contínuo, que suportem o acondicionamento e transporte de produtos e mercadorias em geral.
Art. 3º – Alternativas tecnológicas ambientalmente adequadas poderão ser utilizadas, desde que devidamente aprovadas pelo órgão competente.
Art. 4º – A substituição prevista por esta Lei será efetuada nos seguintes prazos:
I – em 90 (noventa) dias, deverá ocorrer a redução de 50% (cinquenta por cento) do número de sacolas plásticas comuns disponibilizadas aos clientes nos estabelecimentos de que trata esta Lei;
II – em 180 (cento e oitenta) dias, deverá a redução ocorrer em 100% (cem por cento) do número de sacolas plásticas comuns disponibilizadas aos clientes nos estabelecimentos de que trata esta Lei;
III – após o período mencionado no inciso anterior fica proibido o uso de sacolas plásticas comuns.
§ 1º – A comprovação da redução se fará mediante a apresentação de notas fiscais das sacolas plásticas adquiridas no ano base de 2010, com aquelas que forem adquiridas posteriormente.
§ 2º – Os estabelecimentos comerciais que optarem por utilizar sacolas plásticas comuns durante o período que trata o inciso I e II deste artigo, deverão assinar individualmente um Termo de Compromisso com a SEMAT e apresentar um PGRS – Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos contemplando a destinação final ambientalmente adequada do resíduo.
Art. 5º – Aos estabelecimentos comerciais cabe a realização de campanhas educativas e de conscientização dos seus clientes a respeito dos benefícios da substituição de que trata esta Lei, bem como o combate ao descarte inadequado, por meio de campanhas publicitárias e programas educacionais.
§1º – Os estabelecimentos deverão manter postos de entrega voluntária de sacolas plásticas residuais, disponíveis aos consumidores, devendo dar destinação final ambientalmente adequada para as mesmas.
§2º – As campanhas educativas e de conscientização a que se refere o caput deste artigo e para os fins do art. 6º também serão realizadas pelo Poder Executivo, através da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Turismo – SEMAT, para a população em geral.
Art. 6º – O uso de sacolas plásticas comuns como sacos de lixo são proibidos, de acordo com a Lei Municipal nº 10.697/2008, que dispõe sobre a organização do Sistema de Limpeza Urbana do Município.
Art. 7º – É vedado o uso de copos de papel pelos estabelecimentos comerciais.
Art. 8º – A inobservância do disposto nesta Lei acarretará ao infrator a imposição das seguintes sanções:
I – notificação e multa de 01 (uma) UFM, quando da primeira infração;
II – multa de 05 (cinco) UFMs, quando da primeira reincidência;
III – multa de 10 (dez) UFMs, quando da segunda reincidência;
IV – interdição temporária pelo período de 7 (sete) dias.
V – cassação do alvará de licença e localização, na terceira reincidência.
Parágrafo Único – O recolhimento de que trata este artigo será destinado ao Fundo Municipal do Meio Ambiente sendo os recursos arrecadados, destinados a projetos ambientais aprovados pelo órgão competente, conforme legislação vigente. 11.089/2010)
Art. 9º – A fiscalização do cumprimento dos dispositivos desta Lei será realizada pelos agentes credenciados pela Prefeitura Municipal de Uberaba.
Art. 10 – O Poder Executivo poderá regulamentar esta Lei por Decreto.
Art. 11 – As despesas com a execução desta Lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.
Art. 12 – Revogam-se as disposições em contrário em especial as Leis 10.298, de 11 de dezembro de 2007, e 10.361, de 15 de abril de 2008. Art. 13 – Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação.
Prefeitura Municipal de Uberaba(MG), 15 de dezembro de 2010.
ANDERSON ADAUTO PEREIRA Prefeito Municipal
ANTÔNIO SEBASTIÃO DE OLIVEIRA Secretário Municipal de Governo
Sempre que falarem besteiras sobre plásticos oxibiodegradáveis iremos colocar os dois seguintes filmes com testes provando sua eficiência e segurança ambiental.
O primeiro é o teste comparativo de biodegradação entre 1 sacola de comida, uma sacola oxibiodegradável e 1 folha. Não foi testada a sacola de plástico convencional por esta demorar 5 séculos para se decompor, então não tem porque estar na comparação
Dois tipos de sacolas biodegradáveis foram penduradas em um varal no dia 03/12/2010.
Mais de 350 fotos auditadas registraram o comportamento destas sacolas no meio ambiente pelo período de 181 dias, até 04/06/2011.
Materiais testados:
1 – Sacola branca, rotulada como 100% Biodegradável e 100% Compostável, fabricada em 07/2010 e vendida em supermercado na cidade de Jundiaí pelo valor unitário de R$ 0,19. O processo de biodegradação desta sacola é tecnicamente denominado Hidrobiodegradação. Este tipo de plástico, que não pode ser reciclado juntamente com os plásticos convencionais, é produzido com blenda polimérica de PLA (derivado de amido) + Poliéster (petroquímico).
2 – Sacola verde, corretamente produzida com a tecnologia e aditivos d2w – RES Brasil, fabricada em 10/2010, e distribuída sem custos para o consumidor por rede de supermercados da região de Vinhedo. O processo é tecnicamente denominado Oxobiodegradação. Este tipo de plástico pode ser reciclado juntamente com os plásticos convencionais, e fabricado a partir de plásticos convencionais reciclados.
3 – Uma folha de arbusto também foi utilizada para comparar a velocidade de degradação.
Podemos constatar que uma sacola de comida – que é fabricada com 40% de amido, isto é, milho, batata, mandioca, arroz, trigo, e 60% de petróleo, então não entendemos como é chamada de ecologicamente correta se é fabricada com mais da sua metade de petróleo – continua firme e forte, pois se não for descartada em ambiente de compostagem, não se biodegradará nos 180 dias que os fabricantes alegam.
A sacola oxibiodegradável, como a FUNVERDE já sabe desde 2005, é biodegradável, é reciclável, é o plástico ideal por ter seu tempo de vida útil programado para aproximar o ciclo de vida da embalagem ao ciclo de vida do produto contido na embalagem, tudo comprovado cientificamente por dezenas de laudos, dezenas de pesquisas, dezenas de pesquisadores nacionais e internacionais, por dezenas de institutos de pesquisa renomados.
Então, parem com esta brincadeira sem graça de usar terra fértil e água potável, recursos naturais cada vez mais escassos, para plantar comida e então, desviar esta comida do prato de milhões de famintos para fabricar uma sacola, que além de tudo, tem mais da sua metade da composição de petróleo para fingir estar salvando o mundo.
Parem de brincar com recursos naturais, parem imediatamente de fazer greenwashing.
Queremos banir as sacolas plásticas de uso único sim, mas não é assim que se faz e, dizemos isso por experiência, pois nossa guerra contra o plástico começou em 2004. Vamos dizer o que funciona e o que não funciona.
A sacola plástica de uso único tem que ser cobrada e o valor de 19 centavos é até baixo, queremos que seja cobrado o valor de 10 vezes o custo desta sacola isto é, 30 centavos, para o consumidor sentir no bolso a dor que o planeta sente ao receber este lixo inútil após meia hora de uso.
A sacola retornável tem que ter um custo acessível a todos, isto é, deve custar de 1 a 3 Reais, no máximo, pois assim, cada um pode ter 10 sacolas, o que é mais que suficiente para acondicionar as compras do mês.
Deve ser permitido o uso de qualquer sacola de uso único, cobrando por ela é lógico, mas desde que esta sacola tenha o ciclo de vida útil controlado, isto é, que não fique centenas de anos poluindo o planeta, podendo ser oxibiodegradável, hidrobiodegradável, de papel … o mercado escolhe e com educação ambiental, certamente não escolherá uma que irá aumentar a fome no mundo, que é a sacola de comida.
A APRAS está de parabéns ao cobrar pelas sacolas, só está mal informada sobre a sacola de comida, mas é um começo, um bom começo para o fim das sacolas plásticas de uso único.
O outro filme é sobre a degradação e biodegradação de uma sacola plástica com ciclo de vida útil controlado d2w.
A solução final para a plastificação planetária é a volta da sacola retornável. É nisso que temos trabalhado desde 2004. Agora, onde ela for indispensável – para frios, carnes, e produtos que não podem ser acondicionados em sacolas retornáveis – de ver usada a sacola com ciclo de vida útil controlada d2w e a defenderemos sempre, isto é, não toleraremos achismos e besteiras ditas por quem não entende o que fala, ou por burrice ou por bandidagem, porque termos provas científicas de que sacolas plasticas com ciclo de vida útil controlado d2w que são ambientalmente seguras.
Dois tipos de sacolas biodegradáveis foram penduradas em um varal no dia 03/12/2010.
Mais de 350 fotos auditadas registraram o comportamento destas sacolas no meio ambiente pelo período de 181 dias, até 04/06/2011.
Materiais testados:
1 – Sacola branca, rotulada como 100% Biodegradável e 100% Compostável, fabricada em 07/2010 e vendida em supermercado na cidade de Jundiaí pelo valor unitário de R$ 0,19. O processo de biodegradação desta sacola é tecnicamente denominado Hidrobiodegradação. Este tipo de plástico, que não pode ser reciclado juntamente com os plásticos convencionais, é produzido com blenda polimérica de PLA ( derivado de amido ) + Poliéster ( petroquímico ).
2 – Sacola verde, corretamente produzida com a tecnologia e aditivos d2w – RES Brasil, fabricada em 10/2010, e distribuída sem custos para o consumidor por rede de supermercados da região de Vinhedo. O processo é tecnicamente denominado Oxobiodegradação. Este tipo de plástico pode ser reciclado juntamente com os plásticos convencionais, e fabricado a partir de plásticos convencionais reciclados.
3 – Uma folha de arbusto também foi utilizada para comparar a velocidade de degradação.
Podemos constatar que uma sacola de comida – que é fabricada com 40% de amido, isto é, milho, batata, mandioca, arroz, trigo, e 60% de petróleo, então não entendemos como é chamada de ecologicamente correta se é fabricada com mais da sua metade de petróleo – continua firme e forte, pois se não for descartada em ambiente de compostagem, não se biodegradará nos 180 dias que os fabricantes alegam.
A sacola oxibiodegradável, como a FUNVERDE já sabe desde 2005, é biodegradável, é reciclável, é o plástico ideal por ter seu tempo de vida útil programado para aproximar o ciclo de vida da embalagem ao ciclo de vida do produto contido na embalagem, tudo comprovado cientificamente por dezenas de laudos, dezenas de pesquisas, dezenas de pesquisadores nacionais e internacionais, por dezenas de institutos de pesquisa renomados.
Então, parem com esta brincadeira sem graça de usar terra fértil e água potável, recursos naturais cada vez mais escassos, para plantar comida e então, desviar esta comida do prato de milhões de famintos para fabricar uma sacola, que além de tudo, tem mais da sua metade da composição de petróleo para fingir estar salvando o mundo.
Parem de brincar com recursos naturais, parem imediatamente de fazer greenwashing.
Queremos banir as sacolas plásticas de uso único sim, mas não é assim que se faz e, dizemos isso por experiência, pois nossa guerra contra o plástico começou em 2004. Vamos dizer o que funciona e o que não funciona.
A sacola plástica de uso único tem que ser cobrada e o valor de 19 centavos é até baixo, queremos que seja cobrado o valor de 10 vezes o custo desta sacola isto é, 30 centavos, para o consumidor sentir no bolso a dor que o planeta sente ao receber este lixo inútil após meia hora de uso.
A sacola retornável tem que ter um custo acessível a todos, isto é, deve custar de 1 a 3 Reais, no máximo, pois assim, cada um pode ter 10 sacolas, o que é mais que sufuciente para acondicionar as compras.
Deve ser permitido o uso de qualquer sacola de uso único, cobrando por ela é lógico, mas desde que esta sacola tenha o ciclo de vida útil controlado, isto é, que não fique centenas de anos poluindo o planeta, podendo ser oxibiodegradável, hidrobiodegradável, de papel … o mercado escolhe e com educação ambiental, certamente não escolherá uma que irá aumentar a fome no mundo, que é a sacola de comida.
A APRAS está de parabéns ao cobrar pelas sacolas, só está mal informada sobre a sacola de comida, mas é um começo, um bom começo para o fim das sacolas plásticas de uso único.
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Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), desde quinta-feira (2), até amanhã (terça-feira, 7), o jornal O Estado de S.Paulo vem embalado em saco plástico oxibiodegradável com anúncio da montadora, lembrando a importância da data e da consciência ambiental.
Trata-se de uma ação da Ford, com criação da JWT e solução do Estadão – Projetos Especiais.
Fonte e imagem – AdNews de 06 de junho de 2011
Parabéns ao Estadão pela iniciativa e agora que começaram, aqui vai uma cobrança, que continuem a usar o saco oxibiodegradável d2w RES Brasil para todo o sempre.
Começou tem que continuar, afinal, de que adianta ser ambientalmente correto apenas por uma semana se podem ser ambientalmente corretos todos os dias do ano.
Lembrem-se de que, terminada a semana do meio ambiente, ainda continuamos a viver neste planeta todos os outros dias do ano e as soluções tem que ser permanentes, para nosso próprio bem.

Proibição da distribuição e da venda de sacolinhas no comércio da cidade de São Paulo impõe mudança de hábitos; entre as alternativas estão sacolas retornáveis e caixas de papelão
A lei que proíbe a distribuição e a venda de sacolas plásticas no comércio de São Paulo, aprovada pela Câmara Municipal na semana passada e logo sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab (PSB), pôs os consumidores em uma encruzilhada. Se por um lado a retirada de circulação das sacolas traz benefícios, como a redução dos entupimentos em bueiros e do plástico descartado no ambiente, por outro impõe ao paulistano dilemas cotidianos. Como transportar as compras? E se não houver uma sacola retornável à mão? E o lixo doméstico, como descartar?
Para Eduardo Jorge, secretário do Verde e Meio Ambiente de São Paulo, é questão de hábito. “O que está sendo questionado com a lei é o uso excessivo das sacolas descartáveis. As cidades que já adotaram leis semelhantes, como Jundiaí e Belo Horizonte, mostram que o comércio soube se adaptar e a população aceitou a medida” diz Jorge.
Grandes redes do varejo se preparam para atender ao consumidor. No Grupo Pão de Açúcar, que engloba as redes Extra e CompreBem, os consumidores poderão adquirir sacolas retornáveis – os preços variam de R$ 2,99 a R$ 9,90 – ou solicitar aos funcionários caixas de papelão para transportar as compras.
Ligia Korkes, gerente de sustentabilidade do grupo, diz que a demanda por caixas de papelão gratuitas pode ser maior que a quantidade de embalagens disponíveis. “Pode faltar caixa e vamos avisar os consumidores.”
Fora da capital, a rede também venderá sacolas biodegradáveis, feitas com amido de milho, a R$ 0,20 a unidade. Mais rígida, a lei paulistana não permite a comercialização de nenhum tipo de sacola plástica. Agora sim Kassab, ou pode comercializar todas as sacolas com ciclo de vida útil controlado ou nenhuma delas, nada de privilegiar sacola feita de comida.
Experiências
Nove meses após o acordo com os supermercados que previa a extinção das sacolinhas plásticas, Jundiaí comemora a redução do envio para o aterro sanitário de 80 toneladas de plástico por mês, o que representa 720 toneladas no período. Os cálculos são da Associação Paulista de Supermercados. A adesão foi de 99% dos supermercados, que deixaram de distribuir 176 milhões de sacolas.
Agora, a cidade se prepara para estender a restrição à distribuição das sacolas para outros segmentos do comércio. Pesquisas locais apontam que 75% da população aprovou a medida.
No Estado do Rio, a legislação que estimula a redução do uso de sacolas plásticas, fiscalizada desde julho de 2010, não atingiu a eficácia esperada entre os consumidores, de acordo com balanço da Secretaria do Meio Ambiente. Cerca de 70% das lojas de grande porte cumprem a lei, mas a maior parte dos estabelecimentos deixa de oferecer o desconto de R$ 0,03 a cada cinco itens a quem não utilizar as embalagens. Desconto não convence ninguém, principalmente porque o desconto é tão pequeno que não dói no bolso. Tem que cobrar pela sacola e cobrar muito, só assim as pessoas entenderão que sacola faz mal, nem que a mensagem que eles entendam seja: sacola faz mal para o bolso, hahaha.
Mais branda que a lei paulistana, pois apenas estimula a substituição de sacolas comuns por embalagens reutilizáveis, o texto aprovado na Assembleia Legislativa do Rio em 2009 obriga os estabelecimentos a oferecer os descontos, vender embalagens mais resistentes e estabelece a troca de 50 sacolas plásticas por 1 kg de arroz ou feijão.
“Houve redução significativa do número de sacolas plásticas utilizadas, mas esperamos mais. A eficácia da lei poderia ser maior se a população se conscientizasse e exigisse o desconto em vez de utilizar a embalagem comum”, diz José Padrone, da coordenadoria de combate a crimes ambientais da Secretaria do Ambiente. / COLABORARAM BRUNO BOGHOSSIAN e ROSE MARY DE SOUZA, ESPECIAL PARA O ESTADO
Ninguém muda de habito sem pressão, as pessoas são acomodadas, preguiçosas, tem que existir lei que multe, que cobre, só assim ocorre a mudança.
Perguntas e respostas
1. Como transportar as compras, já que as sacolas plásticas agora estão proibidas em São Paulo?
Antes de ir às compras, consumidor terá de se programar e levar uma sacola retornável, que pode ser feita de lona, plástico, tecido ou qualquer outro material. Outra opção será levar um carrinho de feira; carregar uma mochila para transportar as compras ou pedir, nos supermercados, que as compras sejam acondicionadas em caixas de papelão. Se estiver de carro, o consumidor pode levar os itens até o porta-malas do veículo no próprio carrinho do supermercado.
2. E se o consumidor estiver desprevenido, sem uma sacola retornável à mão?
Nesse ponto, a lei aprovada em São Paulo restringe as opções dos consumidores, que não poderão comprar sacolas descartáveis, como ocorre em outras cidades. A opção será comprar uma sacola retornável (há modelos a partir de R$ 2,99 nas lojas do Pão de Açúcar, por exemplo), pedir a caixa de papelão ou transportar os itens na própria bolsa ou mochila que estiver carregando. Depois de algumas vezes esquecendo a sacola, certamente o consumidor terá aprendido a lição e não se esquecerá mais, principalmente porque este esquecimento tem um custo, o custo de adquirir uma nova sacola retornável.
3. A restrição às sacolas plásticas é válida também para feiras livres?
Alimentos vendidos a granel, como é o caso de hortifrútis comercializados em feiras livres e supermercados, poderão continuar sendo embalados em sacos plásticos descartáveis. O mesmo vale para alimentos que podem verter água – como carnes, peixes, laticínios -, que podem ser embalados com sacolas descartáveis. Aí a lei falha, pois deveria exigir que onde fosse impossível banir a sacola plástica de uso único, que essa obrigatoriamente fosse fabricada com material de ciclo de vida útil controlado, para aproximar o ciclo de vida da embalagem ao ciclo de vida do produto contido na embalagem. E mesmo onde seja imprescindível o seu uso, que a sacola com ciclo de vida útil controlado seja taxado, com o valor de 20 centavos, para desincentivar o seu uso.
4. A lei proíbe também sacolas descartáveis de papel?
Não, a lei aprovada em São Paulo proíbe sacolas de plástico. Não há qualquer restrição em relação às sacolas de papel, mesmo que sejam descartáveis. Sacola de papel é sacola com ciclo de vida útil controlado e deveria ser taxada, com preço de 20 centavos, para impedir seu uso indiscriminado, assim como o uso de qualquer sacola, pois ela também demanda terra fértil e água potável para ser fabricada e esses são recursos naturais preciosos, que não deveriam ser desperdiçados para se plantar sacolas.
5. Quando a lei passa a valer?
A legislação foi publicada no Diário Oficial em 18 de maio, então ela já está vigorando. No entanto, a lei ainda precisa ser regulamentada, o que deverá ser feito até 31 de dezembro pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente de São Paulo. O comércio se prepara para banir as sacolas plásticas somente a partir do dia 1.º de janeiro de 2012. Aleluia! Já passou da hora!
6. A restrição às sacolas plásticas valem só para os supermercados ou contempla outros tipos de estabelecimento comercial?
A restrição vale para todo tipo de comércio – shopping centers, farmácias, lojas de roupas e calçados, etc. Lojas do comércio popular, como as da Rua 25 de Março, já estão discutindo qual solução será dada aos consumidores: só nas 3,5 mil lojas da região, estima-se que sejam utilizadas 250 mil sacolas/dia. Esses estabelecimentos poderão continuar oferecendo sacolas de papel, ou poderão oferecer sacolas reutilizáveis para venda. Imagine a quantidade de sacolas de papel na 25, não queremos nem pensar, solução estúpida, tem que ser sacola retornável. Ainda bem que as sacolas de papel não aguentam muito peso e portanto não serão a solução ideal.
7. Pesquisas apontam que 100% dos consumidores utilizam as sacolas plásticas descartáveis para colocar o lixo doméstico. Com a proibição, quais são as alternativas?
Os consumidores terão de comprar sacos específicos para descartar o lixo. Esses sacos são encontrados em supermercados e são mais resistentes, além de serem, na maior parte das vezes, feitos com plástico já reciclado. Já existem opções de sacos para acomodar o lixo feitos de plástico de matérias-primas renováveis. A empresa Embalixo, de Campinas (SP), está produzindo sacos plásticos de cana-de-açúcar para embalar o lixo. A vantagem ambiental, explica o diretor da empresa, Rafael Costa, é que, diferente do petróleo, o material absorve CO2 da atmosfera. Sai por R$ 0,14 a unidade. Então tá, agora saco de lixo feito de comida, comida direto para o lixo, aiaiai. Saco de lixo tem que ter ciclo de vida útil controlado para não ficar 500 anos poluindo o planeta e ser fabricado com material reciclável para incentivar a cadeia da reciclagem, mas nunca com comida. Ah, você sabia que o saco de cana demora 500 anos para ser biodegradado, sumir da face da terra? Qual a vantagem em seu uso? Nenhuma, exceto a vantagem financeira que a máfia do plástico leva.
Outra opção será utilizar os sacos plásticos que continuarão a ser distribuídos (como os usados para embalar alimentos a granel ou que podem verter água) para dispor o lixo produzido em casa. Há ainda consumidores que estão usando jornal velho, dobrado em uma espécie de origami, para acomodar o lixo da pia da cozinha e do banheiro. Não esqueça o FLV, aquele saco de frutas, legumes e verduras, que continuará a ser distribuído, onde você coloca em cada um 1 maço de salsinha, 1 maço de cebolinha, 1 pimentão verde, 1 pimentão vermelho … enfim, são enormes e podem ser utilizados no lixo de banheiro e cozinha, para não irem direto para o lixo sem terem sido reutilizados.
Outro detalhe, se você fizer a separação do lixo para reciclagem você economizará 75% com sacos de lixo, pois o material reciclável corresponde a 75% do volume do lixo gerado e pode ser acomodado em embalagens retornáveis, como grandes sacos de lixo que voltam para você colocar novamente material reciclável, saco de ráfia, as caixas que você receberá no supermercado … enfim, opções não faltam, se você estiver preocupado com o preço do saco de lixo. E o saco para o lixo não reciclável – cozinha e banheiro – pode ser o FLV, como comentado anteriormente.
8.Qual o custo do saco de lixo?
Cálculos feitos pelo Sindicato dos Trabalhadores Químicos e Plásticos de São Paulo e Região apontam que, com a compra dos sacos de lixo, o consumidor terá um gasto mensal extra da ordem de R$ 11.
9. Quais impactos ao meio ambiente as sacolas descartáveis podem trazer?
Feitas de petróleo, as sacolas plásticas descartáveis podem demorar até 400 anos para se decompor no meio ambiente. Descartadas de forma incorreta pela população, entopem bueiros nas ruas e prejudicam a drenagem urbana. Podem ainda acabar em rios, lagos e mares, prejudicando a vida aquática. Peixes, aves, tartarugas e baleias morrem ao ingerir as sacolas por engano. A extração e o refino do petróleo utilizado para fabricar as sacolas descartáveis também são emissores de gases de efeito estufa, que agravam o aquecimento global. Cuidado, pois sacolas de uso único feitas de cana demoram 500 anos para se biodegradarem, mesmo sendo feitas de material orgânico, muito cuidado com as mentiras que a máfia do plástico conta. E sacolas feitas de comida – batata, mandioca, milho, arroz, trigo … – roubam comida do prato de humanos para serem utilizadas por meia hora. É literalmente, jogar comida no lixo. A melhor opção é a sacola retornável, carrinho de feira, qualquer opção que seja reutilizável.
10. De que modo a proibição pode ajudar a diminuir esse impacto? É realmente necessário banir as sacolas ou uma ampla campanha de conscientização resolveria o problema?
Só na cidade de São Paulo, estima-se que sejam usadas 650 milhões de sacolas/mês. No Estado são 2,5 bilhões/mês. Esse volume deixará de ser descartado incorretamente na cidade e reduzirá o volume de lixo que vai para aterros. Na avaliação do Instituto Akatu, ONG que incentiva o consumo consciente, as duas medidas devem caminhar juntas. “A criação da lei aliada à veiculação de uma campanha tem importância política: o cidadão percebe que tem obrigações, mas não está sozinho. As empresas e o governo também as têm” diz a ONG, em nota. Uma coisa que nos diverte muitíssimo é ver este número de 2,5 bilhões de sacolas por mês só no estado de São Paulo, significando 30 bilhões de sacolas por ano só no estado de São Paulo. Número finalmente vomitado pela associação de supermercadistas, número que sabíamos ser verdadeiro mas que era escondido a sete chaves pela máfia do plástico para esconder o lixo que geravam anualmente. Desde o ano passado a plastimorte, o braço pseudo ambiental da máfia do plástico estava com uma lengalenga de ter diminuido de 20 para 12 bilhões o número de sacolas plásticas de uso único fabricadas anualmente no país, desde 2008, esqueçendo que existem seres pensantes, que iriam contestar, acreditando que uma mentira dita muitas vezes acabaria sendo tomada como verdade. Não funcionou máfia, vocês foram descobertos.
Para entender
Diferentes tipos de plástico no mercado
Reciclado - Fabricado com plásticos usados e descartados. A maioria dos sacos pretos de lixo é desse material.
Plástico de cana – O “plástico verde”, feito de cana-de-açúcar, foi desenvolvido no Brasil pela petroquímica Braskem. Embora de matéria-prima renovável – ajuda a absorver carbono da atmosfera no processo de produção -, leva o mesmo tempo para se decompor que o plástico feito de petróleo. Leva 500 anos para se biodegradar e ainda usa terra fértil e água potável para ser produzido.
Biodegradável ou bioplástico – Feito com matéria-prima renovável, como milho ou mandioca, decompõe-se mais rapidamente na natureza. Em até seis meses, esse tipo plástico é decomposto. Outra vantagem da matéria-prima de origem vegetal é a substituição do petróleo, que produz mais gases de efeito estufa em sua extração e refino. Então, pois é, bem … vamos ter que comentar, não dá para deixar passar. Pessoal, gente, consumidor, cidadão, pare de acreditar em contos de fadas! Ninguém planta nada à mão, são usadas máquinas para preparar a terra, semear, passar adubo, veneno, colher, transportar a comida e este processo usa o que? Petróleo, gente, petróleo! São usados terra fértil e água potável para plantar comida – milho, mandioa, batata, arroz, trigo, qualquer alimento que gere amido pode potencialmente ser roubado dos nossos pratos para fazer sacola de uso único – e depois roubar esta comida da humanidade para fabricar sacola que será usada por meia hora e depois descartada imediatamente e se essa sacola não for para um local de compostagem – outra lenda urbana, praticamente não existem composteiras no país – liberará metano na sua decomposição, essa sacola inviabiliza a cadeia de reciclagem, pois não pode ser reciclada com plástico convencional, ao contrário da sacola oxibiodegradável. Essa sacola, por usar a mesma terra que seria usada para plantar comida, aumenta o custo da comida. Esta sacola de comida é um crime contra a humanidade.
Oxibiodegradável – Bastante difundido no comércio brasileiro, esse tipo de plástico é feito de petróleo e recebe um aditivo químico que acelera o processo de degradação das moléculas: o plástico pode se desfazer em 18 meses. Mas as substâncias químicas persistem no solo e na água. Aiaiai, dai-nos paciência. Esse plástico com ciclo de vida útil programado é a melhor solução para as aplicações onde o plástico é indispensável, como já comentado em parágrafos anteriores. A FUNVERDE apóia esta tecnologia desde 2005, após o recebimento de todos os laudos internacionais e nacionais que comprovam a sua eficácia e segurança ambiental.
Enfim, parabéns ao estado e à cidade de São Paulo, Parabéns ao Kassab por desafiar a máfia do pástico e deixar sampa mais bonita e segura para seus habitantes, os de hoje e os de amanhã.
Benvindas as sacolas retornáveis e mais um estado do Brasil!
Fonte – Estadão de 22 de maio de 2011
Imagem – Sacolas Vicbag
Comentário às matérias de jornais de São Paulo na semana de 17 a 23 de abril de 2011.
Ao contrário do que é mencionado na reportagem, as sacolas “verdes” não se decompõem no ambiente em 2 meses. Nas condições de aterros sanitários, principal forma de disposição de resíduos domiciliares em SP, as sacolas necessitarão de muitos anos para se decomporem.
Mesmo em condições ideais de compostagem (ainda uma solução minoritária em todo o país), as misturas de amido de milho com poliéster alifático-aromático (usadas nas sacolas) se decompõem muito depressa inicialmente (gerando CO2 do efeito estufa), para depois se decomporem muito mais lentamente. E aí começam os problemas, pois aproximadamente metade da mistura é formada por um polímero originado do petróleo, que contem a substância ácido tereftálico, com um anel aromático, de biodegradação muito mais lenta que a do amido, e cuja toxicidade no ambiente ainda não foi totalmente demonstrada.
Se é assim, então por que pagar tanto a mais por uma sacola, que irá se degradar com a mesma velocidade que as oxibiodegradáveis em aterros?
Não vejo como um plástico possa ser considerado “verde” por ser feito de um alimento, no caso o amido de milho, embora biodegradabilidade seja sempre interessante.
O governo mexicano deixou de recomendar plásticos feitos a partir do milho, depois que o preço deste alimento subiu às nuvens, jamais retornando ao patamar anterior. Isto, é claro, sem falar da poluição por agrotóxicos e fertilizantes, típicas das grandes indústrias interessadas em altos lucros a curto prazo.
As sacolas tradicionais aditivadas com pró-oxidantes (oxibiodegradáveis) também podem degradar-se rapidamente (biodegradando-se muito mais depressa que as sacolas convencionais), impedindo assim que se acumulem em bueiros ou em rios e oceanos e não são feitas a partir de alimentos, mas com uma fração do petróleo (a nafta), que representa 4% dos derivados, e que de qualquer maneira seria queimada, caso não fosse utilizada.
Não recomendo que as sacolas comestíveis sejam provadas ou comidas por pessoas, pois a metade (ou até mais) da sua composição é formada por um plástico que contém ácido tereftálico, um composto aromático que em certas concentrações é tóxico a humanos.
A preocupação é louvável, e a poluição dos materiais plásticos é incontestável. Mas a simples substituição por outros materiais, sem a análise completa do ciclo de vida dos produtos, apenas irá substituir o vilão, sem resolver o problema.
O papel e o papelão são excelentes materiais depois de prontos. Contudo, sua fabricação requer muita água e energia e é poluente do ar, da água e do solo, além de provir da monocultura de eucaliptos ou pinheiros, com fertilizantes e agrotóxicos.
As sacolas retornáveis feitas de fibras vegetais são uma alternativa inteligente. Mas é preciso levar em conta que sujam (tornando-se assim impróprias para alimentos) e rasgam com o tempo, e são muito mais pesadas (contem muito mais matéria prima) que as sacolas convencionais. Ah Telmo, quando a sacola retornável ficar suja, é só lavar que fica limpa novamente, pronta para muitos e muitos anos de uso. Sem contar que uma sacola retornável de bom tamanho substitui ao menos 15 sacos plásticos de uso único e durante os muitos anos que uma sacola retornável pode ser usada, a economia no uso e descarte do plástico pós consumo é muito grande.
E fica sempre faltando uma embalagem para colocar o lixo do dia-a-dia. Esta embalagem, como usado na Irlanda, poderia ser um saco bem grande de plástico, incluindo-se aqui os oxibiodegradáveis, podendo assim ser reciclada ou biodegradada. O saco de lixo deve ser sempre fabricado com material reciclado para estimular a cadeia da reciclagem e sempre com material com ciclo de vida útil programado, para diminuir o tempo de degradação, como por exemplo, o plástico oxibiodegradável. Isso porque a taxa de reciclagem no país não chega a 1% e apenas 8% das cidades conta com reciclagem.
Em conclusão, a preocupação com os plásticos é louvável e a situação assim como está não pode ficar. Mas é muito mais interessante oferecer todas as possibilidades e deixar as pessoas decidirem. Não vejo nenhuma razão lógica para as sacolas serem de apenas um dos materiais biodegradáveis oferecidos no mecado. Todos deveriam ser aceitos, observando-se a aceitação popular e os eventuais efeitos ao meio ambiente.
Fonte – Professor Telmo Ojeda da Área de Meio Ambiente – IFRS – POA, Membro do Comitê Científico da Oxobiodegradable Plastics Association
É isso Telmo, primeiro sacolas com ciclo de vida útil controlado, não importando a tecnologia, desde que claro, com os laudos comprovando a segurança e eficácia. Segundo cobrar pelas sacolas, pois quem quiser poluir que pague pela poluição causada e por último mas o mais importante, use sacola retornável sempre.