PROJETO MATA CILIAR Archive

Fotos do plantio de árvores para recuperar o bosque neste domingo

Mais fotos do plantio de árvores nativas neste domingo.

Estamos replantando um bosque que está morrendo, pois só foram plantadas grevíleas que vivem por aproximadamente meio século e o ciclo de vida delas está acabando e este bosque, que há dois anos atrás era era fechado com a copa das árvores, agora tem clareiras imensas.

Para cada árvore que cai, plantamos outras mais apropriadas para o local e que durem mais tempo.

Estamos plantando cerca de 50 árvores por domingo com os membros e estagiários da FUNVERDE, a partir das 9 horas da manhã.

Se você não tiver compromisso no domingo de manhã, junte-se a nós, você será muito bem vindo.

Se você quiser doar árvores, sempre aceitamos, desde que elas tenham mais de 1,5 metro de altura. Se você gostar de alguma fruta, compre uma árvore que nós plantamos no bosque para no futuro você poder colher esta fruta do pé.

Estamos plantando árvores nativas com madeira nobre e também muitas frutíferas nativas e exóticas, para que os visitantes do bosque comam estas frutas quando estiverem passeando, principalmente se estiverem com seus filhos, pois as crianças não sabem mais de onde vem as frutas, ou melhor, acham que as frutas vem do supermercado.

No local, serão plantadas mais de 3.500 árvores, mas não determinamos tempo para o final do plantio pois, como dissemos anteriormente, só plantaremos onde as árvores forem arrancadas ou caírem.

Este ano os visitantes já comeram muitas amoras e pitangas, mas no ano que vem muitas outras frutíferas alimentarão os visitantes do bosque, porque plantamos frutíferas já com idade de frutificação.

Abaixo algumas fotos das frutas. Para ver mais fotos da recuperação do bosque, clique em http://www.flickr.com/funverde

 

Projeto Canto das ervas – domingo, 25 de abril de 2010

Projeto Canto das ervas – domingo, 25 de abril de 2010

A planta abaixo é o figatil, também chamada de árvore do pinguço, por motivos óbvios. Temos três referências de nomes científicos, Vernonanthura condensata, Vernonia bahiensis e Vernonia sylvestris.

Conforme as plantas forem crescendo, iremos colocar os estágios de crescimento. Plantamos na semana passada somente as estacas sem nenhuma folha e hoje todas já estão com brotos novos.

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Preparando um novo canteiro para plantio de manjericão alface e manjericão roxa de folha larga, com 50 mudas de cada espécie.

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Demarcando e iniciando a retirada da grama para o plantio.

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Agora começa o mais difícil, que é afofar a terra.

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O Edson quis experimentar a furadeira, mas depois de dois buracos conseguiu prensar os dedos no cabo e com dor, abandonou a tarefa e foi plantar.

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Colocação de terra vegetal.

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Finalmente, o canteiro pronto.

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Projeto mata ciliar FUNVERDE – 18 de outubro de 2008 – sábado

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 18 de outubro de 2008 – sábado

Preciso falar? Mais post atrasado do mata ciliar.

Hoje plantamos 30 árvores.

Neste calor, nada melhor que muito sorvete.

Gabiroba.

O Negri trouxe uma roçadeira costal para facilitar o coroamento das árvores.

Os cavalos e vacas que pastam pelo local, para variar, entortaram as estacas de bambu.

Para realizar este trabalho em conjunto tem que ser muito amigo e ter confiança mútua.

Todo mundo quis testar a roçadeira.

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 11 de outubro de 2008 – sábado

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 11 de outubro de 2008 – sábado

Adivinhe … mais um post do projeto mata ciliar de 2008.

Plantadas, estaqueadas e amarradas 100 árvores.

Observe na foto abaixo a vizinhança fofocando na calçada, o famoso coçando o … Mas, se você ousa pedir ajuda no plantio ao lado da casa deles, onde eles usufruirão da sombra e frutas das árvores é um Deus nos acuda, todos inventam desculpas esfarrapadas. Assim caminha a humanidade, com muita preguiça e nenhuma vontade.

Agora, se é para se livrar do lixo eles fazem o esforço de caminhar até o barranco do rio, para que o lixo caia dentro da água. Vai ver eles pensam que a água é um desmaterializador de matéria. Não, nada disso, é vagabundagem mesmo. Bando de porcos!

E lá vem a chuva.

Sempre que observar que as estacas estão tortas ou caídas, veja o motivo abaixo. Apesar de suplicarmos, os vizinhos porcos safados deixam vacas e cavalos pastarem no local e os bichos derrubam tudo.

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 04 de outubro de 2008 – sábado

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 04 de outubro de 2008 – sábado

De novo post do projeto mata ciliar de 2008.

Plantamos, estaqueamos e amarramos 80 árvores.

Encontramos várias amoreiras no local e claro, nos divertimos.

A Silmara trouxe algumas orquídeas que o pessoal havia encomendado.

Como sempre, após o término do plantio, ficamos conversando sobre assuntos ambientais antes de ir embora.

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 27 de setembro de 2008 – sábado

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 27 de setembro de 2008 – sábado

Mais um post com atividades do projeto mata ciliar de 2008.

Hoje fizemos coroamento nas árvores para evitar concorrência com o mato, estaqueamos e amarramos as árvores plantadas anteriormente.

Marcamos o espaçamento das árvores com pequenas estacas para o tratorista saber onde fazer os buracos para plantio na próxima semana.

Como sobrou tempo, depois de terminar o trabalho pesado, descemos o barranco do rio para ver o lixo nas margens que estamos revegetando.

Claro que encontramos o de sempre, PET e muitas, mas muitas sacolas plásticas de uso único.

Depois da subida do barranco do rio, um descanso antes de ir para casa.

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 13 de setembro de 2008 – sábado

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 13 de setembro de 2008 – sábado

Mais um post de 2008 das atividades do projeto mata ciliar.

Pedimos para o viveiro separar 100 árvores, mas como voce pode ver pelas nuvens nas fotos, imaginamos que ninguém iria plantar e só levamos 25 para o local de plantio. Ainda bem, porque foram pouquíssimas pessoas, mas o suficiente para plantar as árvores.

No final do plantio o céu caiu e tivemos que ir rapidamente embora por causa dos raios e por isso também não regamos as árvores, o céu se encarregou do trabalho.

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 30 de agosto de 2008 – sábado

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 30 de agosto de 2008 – sábado

Retomando as postagens do Projeto Mata Ciliar FUNVERDE, que estão paradas desde agosto de 2008.

São tantos projetos, atividades, que ou nós desenvolvemos as atividades dos projetos ou mantemos a página atualizada, não temos gente suficiente para fazer as duas coisas.

Não é só o projeto mata ciliar que está com um leve atraso na postagem, mas todos os outros projetos estão com um ou dois anos de atraso, mas calma, chegaremos lá.

Plantadas 60 árvores.

Estaqueadas, amarradas e regadas as árvores plantadas anteriormente e as plantadas hoje.

Projeto Mata Ciliar, 18 de abril de 2009

Projeto Mata Ciliar, 18 de abril de 2009

Fomos roçar um pouco do mato que está encobrindo algumas árvores menores no Córrego Maringá.

Este foi o último trecho plantado no ano passado e fomos fazer a manutenção.

Os novos estagiários foram ter aula de como plantar árvores e como fazer o coroamento das árvores para impedir a concorrência da árvore com o mato.

Sempre que entram novos estagiários, eles aprendem desde como fazer uma cova para plantio, tirar o saquinho para não plantar a árvore com o saquinho – acredite, se não ensinar eles plantam – estaquear, fazer o amarrio, enfim, o beabá de como se plantar uma árvore para que  ela cresça saudável.

Os estagiários se reunindo embaixo da sombra para esperar todos chegarem.

Claudio, Manoel e o Geremias.

Distribuição do uniforme dos estagiários e das sacolas retornáveis.

Este ano cada um ganhou uma camiseta do projeto mata ciliar com o selo comemorativo de 5 anos do PROJETO MATA CILIAR FUNVERDE e uma camiseta com a frase EU MUDO O MUNDO, USO SACOLA RETORNÁVEL, com o selo comemorativo de 10 anos de criação da FUNVERDE e ainda uma sacola retornável para que cada um se livre do vício no plástico.

Palestra inicial sobre o PROJETO MATA CILIAR FUNVERDE.

Ao trabalho.

Note como estas árvores estão sendo sufocadas pelo mato.

Algumas árvores florindo.

Manoel encabando enxada.

Murilo cortando mamona.

Já temos árvores plantadas no final do ano passado dando sementes.

Depois de muito trabalho puxado, sombra e água fresca antes de voltar para casa.

Código antiambiental de Santa Catarina

O Eco de 24 de março de 2009

Transcorridos pouco mais de três meses das catástrofes que assolaram o estado de Santa Catarina, em razão das fortes enxurradas e dos descuidos do homem com o meio ambiente, provocando enchentes de toda ordem, deslizamentos de encostas, dezenas de mortos e milhares de desabrigados, além de gigantescos prejuízos econômicos ao Estado, parece que a tragédia sensibilizou o Brasil e o Mundo, mas não a maioria dos deputados catarinenses, determinados que estão para a aprovação do Código Ambiental Estadual, PL 0238.0/2008, prevista para o próximo dia 31 de março na Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina (ALESC).

Das inúmeras alterações realizadas pelo Governo do Estado à minuta inicialmente elaborada por representantes de diferentes segmentos da sociedade civil, entidades públicas e privadas, a mais grave e perigosa de todas as alterações, sem sombra de dúvidas, está na redução das matas ciliares situadas às margens dos cursos d’água, de 30 para 5 metros. A mobilização do setor produtivo, com o apoio explícito do Governo é enorme e bem articulada, confundindo significativamente a opinião pública.

O argumento utilizado é o prejuízo econômico que as áreas de preservação permanente- APPs, situadas ao longo dos rios, ocasiona com a perda de área produtiva na pequena propriedade rural. Segundo informações do Levantamento Agropecuário Catarinense – LAC, 89% das propriedades agrícolas catarinenses são minifúndios de até 50 hectares, representando aproximadamente 167.000 propriedades rurais distribuídas em solo catarinense.

E o argumento é que uma parcela destes está sendo economicamente afetada pelas regras ambientais vigentes. Porém, o que poucos sabem é que, também segundo dados do LAC, dos aproximadamente 6.000.000 de hectares que servem à produção agrícola do Estado, 32,52% pertence a apenas 1,9% dos proprietários rurais, detentores de grandes latifúndios. Este dado deixa explícito que os principais interessados (e beneficiados) com a mudança legislativa não são os pequenos agricultores (que representam 45,68% da extensão fundiária), e sim os grandes.

Com a lei, toda a sociedade catarinense abdicará para sempre de boa parte deste importantíssimo bem ambiental que a todos pertence (as matas ciliares), cuja função prioritária está na preservação dos recursos hídricos, essencial à sobrevivência humana, renúncia esta que servirá, de forma especial, a uma minoria economicamente privilegiada. É justo que isso ocorra?

O que poucos sabem, pasmem, é que o pequeno agricultor familiar, e somente ele, em vista do reconhecido interesse social da sua atividade, já possui autorização legal, pelo próprio Código Florestal (lei 4.771/65) que se pretende revogar, para economicamente utilizar as áreas de preservação permanente, desde que o faça mediante um sistema de manejo agroflorestal sustentável.

Na realidade, nem o Poder Executivo Estadual, nem o Setor Agroindustrial, em vista da redação do art. 115 do projeto de lei, demonstram empenho em contornar o problema pelo caminho da legalidade, estímulo à utilização responsável destas áreas ecologicamente importantes e geração de fontes alternativas de renda ao pequeno agricultor. Aliás, no sistema de integração é fato sabido que desinteressa às agroindústrias que os seus integrados tenham outras fontes de renda. A absoluta relação de dependência faz e sempre fez parte do negócio.

Também é importante que a população saiba que o Ministério Público, com razoabilidade e responsabilidade sócio-ambiental, de forma pontual, há anos, juntamente com a FATMA e outras entidades, mostra-se sensível à causa.

O auxílio vem sendo prestado a milhares de pequenos agricultores com a facilitação da obtenção dos licenciamentos ambientais através de termos de ajustamento de condutas- TACs, que vem sendo firmados e renovados com os diferentes setores produtivos (suinocultura, avicultura, rizicultura, fruticultura, dentre outros), voltados à regularização ambiental de situações consolidadas.

Esses ajustes, em sua maioria, fixam a extensão das matas ciliares a serem protegidas em 10 metros, e não 30 como afirma o setor produtivo, mediante o cumprimento de outras exigências ambientais importantes, com especial destaque para o tratamento e destinação adequada dos resíduos da produção.

É revoltante que projetos de lei voltados a instituição de incentivos fiscais ecológicos, assim como outras iniciativas de estímulo à preservação ambiental e à sustentabilidade da própria atividade econômica continuem sem vez na Assembléia Legislativa.

Se o Código Ambiental Estadual for aprovado com a atual redação, constituir-se-á numa aberração jurídica, eis que afrontará o Estado Constitucional de Direito em desrespeito às regras de competência previstas nas Constituições Federal e Estadual, como bem sabem os senhores Deputados, além de apresentar vício de legitimidade, eis que a sua redação atual não possui o amplo respaldo social, mas principalmente de um segmento, que é o setor produtivo.

E afetará também, de forma direta, a geração presente, tornando-a ainda mais vulnerável às intempéries climáticas, estimulando a ocorrência de novas catástrofes, possivelmente com maior envergadura que as já ocorridas, considerando a importância das matas ciliares na contenção de enchentes em face das previsíveis enxurradas que estão por vir.

Acredito que ainda haja tempo para uma mobilização e forte reação social voltada à reversão do quadro grave que se anuncia e sensibilização de nossos representantes, dispensando complexas batalhas judiciais, desgastantes e custosas aos cofres públicos. Ou aguardemos, mais uma vez, as conseqüências catastróficas de nossa passividade.

Luis Eduardo Souto é Promotor de Justiça e Coordenador-Geral do Centro de Apoio Operacional do Ministério Público de Santa Catarina. O artigo acima foi apresentado no seminário Ambientalis 2009, em Chapecó, entre 17 e 19 de março, na palestra Código Ambiental de Santa Catarina.

Absurdo dos Absurdos, vamos amarrar estes canalhas em cadeiras, pegar uma pinça e arrancar cada pelo dos cílios destes políticos e produtores e colocá-los em uma tempestade de areia ou de chuva mesmo, para eles entenderem na carne a importância da mata ciliar.

Nós, que temos um projeto continuado de replantio de mata ciliar desde 2004, que já plantamos dezenas de milhares de árvores, com 1/4 delas sendo de frutíferas nativas para atração da avifauna, com árvores de no mínimo um metro e meio para viabilizar sua sobrevivência, só podemos ficar pasmos diante deste crime contra a humanidade e o planeta.

Idiotas, suicidas e pior, assassinos das gerações futuras.

O ribeirão pede socorro

O Diário do Norte do Paraná de 11 de janeiro de 2009

Mau-cheiro e espuma no Bandeirantes do Sul denunciam poluição de ribeirão que passa pela zona oeste de Maringá; município atrasa entrega de Plano Hídrico à Suderhsa

Jari Crevelin, 65 anos, fala com pesar sobre o ribeirão que passa nos fundos da sua propriedade, na zona oeste de Maringá. O ribeirão Bandeirantes do Sul, um dos afluentes do rio Ivaí, aparenta estar poluído pelo despejo de resíduos químicos.

“O ribeirão está morto”, lamenta Crevelin. O Ribeirão Bandeirantes do Sul vai fazer parte do mapeamento de córregos e nascentes de Maringá. O diagnóstico das águas integra o Plano de Gerenciamento dos Recursos Hídricos; documento que todos os municípios paranaenses devem entregar à Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental (Suderhsa) este ano.

O prazo para a entrega do plano já foi prorrogado por duas vezes para dar mais tempo aos municípios. Até sexta-feira, apenas 49 prefeituras do Paraná haviam entregue o projeto – o que corresponde a 12% do total de 399 municípios do Estado. Maringá está na lista dos municípios que não entregaram o plano (leia box nesta página).

Crevelin recebeu a reportagem de O Diário na sua vinícola. Na ampla varanda da casa, enquanto selecionava os quiabos que iriam mais tarde para a panela, o agricultor contou sobre os bons tempos do Bandeirantes do Sul.

“A gente podia tomar água direto do ribeirão. Pescávamos os lambaris sem precisar de vara, era tudo no ‘litro’”, relembra. Criado na beira do Bandeirantes, Crevelin mora há 60 anos no mesmo sítio e acompanhou a trajetória do ribeirão.

“Eu conheci todas as qualidades desse rio”, afirma. “Só que, de 30 anos para cá, ele foi perdendo a vida. Hoje, o gado não bebe a água desse córrego.”

A reportagem de O Diário, acompanhada de Crevelin, conferiu de perto a situação do Bandeirantes do Sul. O mau-cheiro que exala do ribeirão, no trecho em que as águas cortam os fundos da vinícola da família, é o primeiro sinal de que as coisas não vão bem.

Já ao lado do córrego, as espumas brancas e a cor da água denunciam a poluição. “Parece que eles jogam produtos químicos no ribeirão”, diz o representante comercial Wilson Bespalhuk que, em novembro passado, percorreu, até Paiçandu, toda a extensão do Bandeirantes do Sul e registrou em fotografias o que viu.
Diante da situação do ribeirão, um abaixo-assinado está sendo organizado para pedir providências urgentes para cessar a poluição no local. O documento e as fotos feitas por Bespalhuk serão entregues ao Ministério Público.

Sinal de alerta

Do outro lado da cidade, são o ribeirão Maringá e o córrego Mandacaru que acionam o sinal de alerta dos ambientalistas. O presidente da organização não-governamental (ONG) Fundação Verde, Cláudio José Jorge, diz que, como não há fiscalização sobre os fundos de vale, o despejo de lixo é corriqueiro. “Lá, encontra-se lixo de tudo quanto é tipo”, diz.

Nos últimos cinco anos, a ONG tem feito a recomposição da vegetação de fundos de vale em Maringá, e Jorge conta que, ao longo desse período, já encontrou restos de tecido e de sofás, garrafas PET e de vidro, sacolas plásticas e até lixo hospitalar às margens do ribeirão Maringá e do córrego Mandacaru. “O rio se transformou em um depósito de lixo a céu aberto.”

Desde 2004, a Fundação Verde planta, anualmente, 10 mil árvores para recompor as margens dos córregos em Maringá. O trabalho da ONG já recuperou os córregos Mandacaru, Diamante Nazaré e Maringá.

Neste ano, a recomposição da vegetação estará concentrada no córrego Borba Gato, que nasce no Horto Florestal.

O projeto tem o apoio do Ministério Público, da Prefeitura de Maringá e de empresas, que se comprometem com a doação das mudas. A Prefeitura é encarregada de fazer as covas para as mudas.

Todos os sábados, de março a novembro, voluntários, estagiários de universidades e integrantes da ONG vão até os fundos de vale para fazer o plantio.

“Já plantamos mais de cem espécies de árvores de, no mínimo, 1,5 metro”, calcula Ana Domingues, instituidora da Fundação Verde. Vinte e cinco por cento das espécies plantadas às margens dos córregos são árvores frutíferas nativas.

As mudas são plantadas em propriedades da Prefeitura e de pessoas de baixo poder aquisitivo. “Hoje, não podemos plantar árvores para todos, mas, em breve, vamos plantar até para os ricos”, conta.

Já são mais de cem sábados plantando árvores para recompor as matas ciliares. Segundo o presidente da Fundação Verde, a falta de colaboração da população e as queimadas se tornaram um empecilho para o projeto. “Quando plantamos as árvores, rezamos para que ninguém coloque fogo no local.”

Plano é ‘obrigação moral’

Dos 13 municípios que compõem a Região Metropolitana de Maringá, apenas três enviaram o Plano de Gerenciamento dos Recursos Hídricos à Suderhsa: Doutor Camargo, Marialva e Sarandi.

A apresentação dos planos municipais tem como objetivo realizar a gestão integrada das águas nas esferas municipal, estadual e federal, além de assegurar às futuras gerações a disponibilidade da água com qualidade adequada para o consumo.

Os planos vão identificar se há necessidade de implantação de programas para recuperação e conservação das águas e mostrar se as prefeituras possuem políticas e diretrizes de proteção dos recursos hídricos.

As informações reunidas nos planos municipais de gestão das águas vão auxiliar na construção do Plano Estadual de Recursos Hídricos, que o governo do Estado prevê entregar até junho deste ano.

A assessoria de comunicação da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema) informou que os municípios que não entregaram o plano – entre os quais se inclui Maringá – e os que entregaram após o prazo, a princípio, não sofrerão sanções.

O Plano Municipal dos Recursos Hídricos fará o diagnóstico e estabelecerá metas e propostas para intervenções nas micro e macrobacias hidrográficas.

O promotor de Defesa do Meio Ambiente, Manoel Ilecir Heckert esclarece que o plano vai mostrar a situação das águas na cidade.

“O levantamento vai apontar qual o tamanho da área preservada, se nascentes e córregos estão em área industrial ou residencial, além de estabelecer metas para preservar as águas”, afirma. “Entregar o plano dentro do prazo é uma obrigação moral do município.”

Heckert diz que a prefeitura que não fizer o plano de gerenciamento pode ter de responder processo. “Os municípios estão brincando com uma coisa muito séria, que é a preservação da vida”, opina.

Apesar de o mapeamento ainda não ter sido entregue pela Prefeitura de Maringá, o promotor faz uma análise positiva – ao contrário do presidente da organização não-governamental (ONG) Fundação Verde, Cláudio José Jorge – sobre as águas que cortam a cidade.

Ele acredita que 70% de rios e nascentes estão preservados. “É uma situação boa, já que, no Paraná, essa preservação não chega a 50%, pelo menos nas áreas desenvolvidas economicamente”, considera.

De onde o promotor tirou que 70% dos rios e nascentes estão preservados? Queremos que ele vá dar uma volta conosco pelos rios da cidade para ele ver a real situação – de abandono – dos rios de Maringá.

Para Heckert, o índice de preservação ambiental de Maringá é o maior dentre as cidades do norte e noroeste do Estado. Segundo ele, esse cenário é fruto da atuação do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), da promotoria e da Policia Força Verde, que aplicaram multas a quem poluía as águas, e dos municípios, que incentivaram a recuperação das matas ciliares.

Procurada pela reportagem, a Prefeitura informou que não se manifestaria sobre o assunto.

CICLO DE CURSOS FUNVERDE – noções de dendrologia para identificação das principais espécies usadas na arborização urbana do sul do Brasil

 

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OBJETIVO – introduzir noções básicas e técnicas de dendrologia para identificação das principais espécies arbóreas usadas em vias públicas no sul do Brasil.

INSCREVA-SE AQUI – VAGAS LIMITADAS - 100 VAGAS

CONTEÚDO – clique aqui

DATA – 16 de novembro a 07 de dezembro de 2008 – para ver o horário detalhado clique aqui

LOCAL - Avenida Brasil, 3621 – sala 2 sobreloja – Centro – Maringá – PR – próximo ao terminal rodoviário entre a Avenida Getúlio Vargas e Avenida Herval. Clique aqui para visualizar o mapa.

CARGA HORÁRIA – 20 horas

INVESTIMENTO – R$ 50,00

INFORMAÇÕES - Fone   44 3226-2113   – funverde@funverde.org.br

INSTRUTOR – André Cesar Furlaneto Sampaio
Eng. Florestal (Universidade Federal do Paraná)
Especialista em Engenharia e Gestão ambiental (Instituto de engenharia do Paraná)
Mestre em Geografia (Universidade Estadual de Maringá)

PÚBLICO ALVO – Estudantes e profissionais das áreas de técnico e tecnólogo em meio ambiente, agronomia, engenharia florestal, biologia, produtores rurais e a comunidade em geral.

Diário da mata ciliar FUNVERDE

Diário da mata ciliar FUNVERDE

Se você olhar no topo da nossa página, observará que temos um novo componente na página, que é O DIÁRIO DA MATA CILIAR FUNVERDE.

Fizemos uma compilação de todos os dias de atividade no Projeto Mata Ciliar FUNVERDE para facilitar a consulta e a visualização do desenvolvimento do projeto.
  
Manteremos as atividades do projeto mata ciliar FUNVERDE sempre atualizadas neste espaço, para ser mais fácil localizar este projeto, tão importante para a biodersidade e para manter vivas as veias do planeta, que são os rios, tão importantes para nossa sobrevivência.  

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 23 de agosto de 2008 – sábado

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 23 de agosto de 2008 – sábado

Iniciando com um vídeo do plantio.

Hoje vieram vários estagiários novos, os que já terminaram o estágio com suas famílias e os voluntários que sempre estão conosco.

Buscando as árvores no banco de árvores.

Descarregando.

Levando as estacas de bambu para perto das covas de plantio.

Descendo o barranco com o equipamento para aguar as árvores.

Agora é a hora, porque se para baixo todo santo ajuda, na hora de desmontar o equipamento de aguar e levar para cima, é um pouquinho mais difícil.

Como ninguém é de ferro, no final vamos comprar umas orquídeas.

Junte-se a nós, todos os sábados, das 14:00 às 16:00 estamos plantando árvores nativas, nos divertindo, fazendo novos amigos.

Traga seus filhos, porque é de pequeno que se aprende amar o planeta terra. Como sempre plantamos em rios dentro da cidade, não existe perigo para as crianças – mas por favor, muito repelente contra insetos – e elas se divertem e aprendem a plantar.

O mais divertido é quando as crianças colhem frutas nativas, que normalmente não se encontra em mercados e aprendem que é da natureza que vem essas frutas.

Ainda temos vagas para estagiários no projeto mata ciliar.

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 16 de agosto de 2008, volta das férias

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 16 de agosto de 2008, volta das férias

Depois das férias de julho, voltamos no sábado a replantar a mata cilia do Córrego Maringá.

Durante o mês de julho a prefeitura foi fazendo buracos para quando voltássemos, já pudéssemos plantar.

Claro que com as chuvas do começo do mês tivemos que aprofundar vários buracos, porque encheram de barro, mas … menos mal, o importante é que a prefeitura fez os buracos para plantio.

Como achamos que não viria ninguém, trouxemos pouquíssimas árvores.

Aprofundando os buracos que encheram de terra durante as maravilhosas chuvas que tivemos no início do mês.

As árvores com folhas novas após as chuvas.

Hoje está uma moleza para estaquear, a terra muito fofa por causa do solo úmido.

Acabado o plantio, hora de recolher as ferramentas e catar o lixo, principalmente os sacos em que as árvores vieram embaladas.

Plantando pau brasil.

Estão todos convidados para a semana que vem se juntarem a nós no projeto mata ciliar FUNVERDE.

As incrições para estágio no projeto mata ciliar FUNVERDE estão abertas.

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 19 de julho de 2008

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 19 de julho de 2008

Hoje não tem plantio, hoje tem comemoração de final de semestre, afinal ninguém é de ferro e adoramos nos divertir com a mesma intensidade que amamos nosso trabalho voluntário.

O Sr. Zé do banestado, como ele é chamado, foi nosso churrasqueiro, preparou o almoço com muita dedicação e ficou perfeito, bonito e muito saboroso.

O Dirceu e a esposa estiveram lá nos prestigiando.

O Roberto Verdade, esposa e filha também estiveram conosco.

A Silmara e sua família estiveram no churrasco. Eles são nossos voluntários mais constantes.

Nosso objetivo no Projeto Mata Ciliar FUNVERDE é a revegetação dos fundos de vale, mas todos são voluntários ou estagiarios, por isso, quando na ocasião da formatura de uma turma de estagiarios, fazemos um churrasco para marcar a data.

Depois de formados, muitos se tornam voluntários, nos ajudando e participandos dos projetos e eventos promovidos pela FUNVERDE.

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 05 de julho de 2008

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 05 de julho de 2008

 Hoje levamos os voluntários e estagiários para visitar os locais em que a viapar está fazendo roçada de manutenção – desde o dia 27 de junho, é muito terreno para roçar – do plantio das árvores do PROJETO MATA CILIAR FUNVERDE

Todas as árvores das fotos foram plantadas no segundo semestre de 2007.

Oba, encontramos goiabas, enormes e maduras.

E encontramos também mixiricas, daquelas minúsculas e azedinhas.

O Córrego Maringá.

Só para relembrar poque criamos o projeto de desplastificação do planeta, porque por onde quer que olhemos tem plástico, principalmente sacolas e PET, um dia um extraterrestre chegará aqui e contestará o nome que demos para o planeta, que deveria se chamar planeta plástico e não planeta terra.

Um dos motivos de plantarmos árvores grandes é para as pessoas não terem que esperar 10 anos para ver o resultado do seu trabalho, em um ano já da para ver o desenvolvimento das plantas e dá até para pegar uma sombra. Neste mundo em que tudo é instantâneo, não temos tempo de plantar um pé de jabuticaba de 20 centímetros e esperar 10 anos para ele frutificar.

Claro que a árvore também sofrerá menos concorrência com o mato, sobreviverá melhor à seca porque o torrão de sua raiz é grande, fornecendo nutrientes até a árvore se adaptar no campo e mais um rol de motivos, mas o psicológico também faz parte.

Atravessando o rio para ver o plantio na outra margem.

Agora fomos para outro local de plantio, em outro córrego, o Nazaré.

Leia a placa, veja o lixo e chore.

Estas árvores grandes são leucenas, uma praga.

Quanto ao lixo, vamos fazer o que? Pedimos para a prefeitura fazer a limpeza até a próxima vez que os porcos resolverem jogar lixo no local do plantio, infelizmente as pessoas não tem noção, educação, não tem nada, só querem assistir novela, jogar futebol e fococar.

Muito raramente aparece um vizinho do local onde estamos plantando mas não para ajudar e sim para pedir árvores, pooode?

Bom, por hoje é só, a maior parte das árvores está maravilhosa, menos nos locais com leucena, em que esta árvore do inferno não deixa muita coisa sobreviver.

No início do ano de 2009 a VIAPAR fará outra roçada e voltaremos para mostrar o desenvolvimento das árvores

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 30 de junho de 2008

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 30 de junho de 2008

A VIAPAR iniciou hoje, segunda-feira, a manutenção das áreas de plantio do PROJETO MATA CILIAR FUNVERDE.

Temos uma parceria entre o primeiro, segundo e terceiro setor neste projeto de recuperação de nossos rios, onde a prefeitura disponibiliza áreas públicas, faz a roçada inicial e abre os buracos para o plantio de árvores.

A FUNVERDE entra com a mão de obra – voluntários e estagiarios – com as árvores de aproximadamente 1,5 m, com as estacas para tutoreamento e faz rega estas árvores durante o período de adaptação destas árvores ao local.

A VIAPAR faz a manutenção destas árvores, com roçadas periódicas, até o fechamento de suas copas, quando então não há mais competição com o mato que não cresce por falta de luz e daí é só deixar a natureza fazer seu trabalho.

Com este projeto, desde 2004 estamos recuperando as margens dos rios de nossa cidade, um a um, todos os sábados, de março a novembro – até 2007 era de fevereiro a novembro, mas por causa do crescimento do número de estagiários, cujas aulas iniciam em março, mudamos nosso calendário de plantio – , plantando árvores nativas de aproximadamente 1,5 m de altura, usando sempre frutíferas nativas – até 25% das árvores – para atração de aves e animais.

Se você estiver entediado e não tiver o que fazer aos sábados, junte-se a nós, você estará encontrando novos amigos com interesse em melhorar o planeta, fará muito exercício físico e mentalmente estará leve ao final do dia, isso sem contar que você estará doando uma pequena parte de seu tempo para ajudar o planeta ter água mais limpa, aumentar a biodiversidade e melhorar a qualidade do ar que respiramos.

As árvores que aparecem aqui foram todas plantadas no segundo semestre de 2007.

Conforme o mato é roçado, dá para ver como as árvores estão crescendo.

 Um morador dos arredores aproveitou para recolher o capim cortado para alimentar seus animais.

Olhe do outro lado do rio como as árvores estão enormes.

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 21 de junho de 2008

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 21 de junho de 2008

Hoje a tarde foi diferente, foi dia de reunião sobre o projeto condomínio sustentável, para juntar os grupos que irão converter os condomínios – Maringá tem mais de 1.100 condomínios, só contando os verticais – em locais de reciclagem, separação de óleo, lâmpadas e baterias, gerando renda para estes locais de grande concentração de pessoas e que não reciclam – a taxa de reciclagem em Maringá é ridícula, menos de 5% – , jogam material reciclável e orgânico no aterro da cidade, diminuindo o tempo de uso destes locais por descarte de material que não deve jamais ir para o aterro.

Se todos reciclarem, os aterros aumentarão seu tempo de uso em 95%, que é o que sobra entre reciclável e compostável, o chamado rejeito.

Entregamos anteriormente para todos material sobre reciclagem para que os grupos fizessem um folheto simples para ser utilizado no projeto, que atinja desde a empregada domésticas dos apartamentos até o patrão – o homem da casa é menos sensível a uma campanha dessas.

A FUNVERDE escolheu 2009 como o ano do lixo para resolvermos de vez o problema da preguiça generalizada em a população assumir sua a responsabilidade pelos rejeitos que gera.

Iniciamos com o plástico em 2005 e estamos evoluindo para atingir todos os tipos de resíduos, mas principalmente, é urgente parar de enviar o que pode ser reciclado e o que pode virar adubo para os lixões e aterros, isto não é uma conduta sustentável, até quando usaremos terra fértil para depositar lixo? Ninguém parece estar preocupado com o futuro, onde necessitaremos de terra fértil que terá virado terreno para lixões e aterros, recursos naturais para fazer novos materiais de consumo que poderiam ter sido economizados através da reciclagem, voltando uma lata, um plástico, um vidro para a cadeia de produção, enfim, o negócio é consumir até secar todos os recursos do planeta, e os que ainda não nasceram que se virem.

Então, até o final do ano estaremos fazendo testes em condomínios para deixar o projeto pronto para ser aplicado em toda a cidade em 2009 e posteriormente em todo o país.

Claro que a reunião tinha que ser no local do plantio, afinal é sábado, todos estão acostumados com o caminho da roça, nosso local de encontro.

Não podemos deixar de comentar, o clima está maravilhoso, frio para variar um pouco.

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 14 de junho de 2008

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 14 de junho de 2008

O pessoal que vai chegando fica na concentração, enquanto espera todo o grupo chegar.

Quer coisa mais bonita que esta? São o Charles e a sogra, sempre juntos no projeto mata ciliar.

Hoje o serviço será o mesmo, marcação de covas para a prefeitura fazer os buracos de plantio. Um trabalho que tem que ser feito, porque senão os buracos não ficam equidistantes.

Não tem jeito, toda semana tem que amolar as enxadas, que perdem o corte rapidamente por causa do capim.

Esses vizinhos não tem jeito, mesmo com nossos pedidos, eles soltam os cavalos no meio do plantio e os animais derrubam estacas, fazem um estrago danado. Fazer o que … quanto mais conhecemos os humanos, mais gostamos de nossas árvores.

Veja que já dá para notar uma diferença de agora para o início do ano nesse terreno, com as árvores estaqueadas. Agora, imagine daqui a cinco anos, isto é, se os vizinhos não atearem fogo, furtarem as árvores, se os cavalos não derrubarem tudo, um monte de impecilhos para que a floresta se desenvolva plenamente e os problemas são sempre ligados à vizinhança, que não tem consciência e não só consciência ambiental, consciência no geral, seus quintais são imundos, com lixo acumulando água e depois não sabem o porque das epidemias de dengue que ocorrem anualmente na cidade.

Enquanto os que tem enxadas fazem a marcação, os outros esperam sua vez de revezar as ferramentas.

Às vezes as pessoas vem sem uniforme porque chegam diretamente do serviço, não tendo dado tempo de ir para casa se uniformizar, tem quem trabalhe aos sábados.

Ou então é estagiario ou voluntário novo.

O caminhão de coleta de lixo passa regularmente, então, porque jogar lixo em local de preservação ambiental? Respondemos, pura vagabundagem, falta de vergonha na cara, falta de respeito para com o planeta, o sujeito só quer se ver livre do lixo, saiu da vista não é mais problema dele, não entende que ele mora ali, que se ele sujar o bairro, será O SEU bairro que ficará feio, desvalorizando sua propriedade, fazendo todo o bairro ficar um lugar pior para morar.

 

Parece que alguém fez uma limpa no guarda roupa e pensou, hmmm, onde vou jogar estas roupas velhas? Não teve dúvidas,  jogou no “mato”, ô gente porca.

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 07 de junho de 2008

Projeto mata ciliar FUNVERDE – 07 de junho de 2008

Mais um dia de recuperação de mata ciliar, de se desestressar da correria do dia a dia, porque, fale a verdade, não tem nada melhor do que encontrar os amigos no meio do mato, sábado à tarde, sabendo que também se está fazendo o bem para a coletividade e para o planeta, isto é, recuperanando a água dos nossos rios replantando suas margens.

O pessoal chegando, todo uniformizado.

Uma conversa à sombra enquanto não chegam todos.

Amolando a enxada.

Hoje estamos medindo o espaçamento das covas e fazendo marcações para a prefeitura fazer os buracos para o plantio.

Retirando o mato no local de marcação para o capim não enrolar na broca que irá fazer o buraco.

Como não temos enxadas para todos, fazemos os buracos revezando, enquanto uns trabalham, outros conversam, para ninguém ficar muito consado.

Preste atenção no fundo desta foto, veja como os vizinhos estão preocupados onde colocam seu lixo.

Após o trabalho físico, o trabalho mental, sempre com aulaas sobre plantio, pois sempre temos estagiários novos, que precisam aprender a plantar, tutorear, regar …

Depois de mais um dia de trabalho, todos podemos ir para casa com a consciência leve, sabendo que fizemos nossa parte, sem mudar quase nada em nossa rotina diária, apenas dedicando duas horas de cada sábado, para dar nossa contribuição ao planeta.

É fácil, faça você também sua parte, se não quiser plantar árvores, comece reciclando, economizando água, energia, afinal, se cada um mudar um pouco que seja, já afetará o destino do mundo.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 06 de junho de 2008

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 06 de junho de 2008

O pessoal chegando.

A turma esperando todos chegarem, descansando antes do trabalho duro.

Hoje é dia de marcar os locais que serão furados para plantio.

Afiando as enxadas.

Pela falta de ferramentas, enquanto alguns fazem o coroamento …

Outros tem que esperar sua vez para revezar as enxadas.

Cansadas.

Reunião antes de ir embora.

Você não tem idéia da energia positiva emanada por um grupo destes, todos voluntários, todos os sábados doando duas horas de suas vidas para tornar este um planeta melhor.

Pense, não é muito tempo, é depois do almoço, substitui um dia na academia, faz você se sentir útil, faz você sentir a consciência mais leve ao fazer sua parte para mudar o futuro de nossos descendentes.

Una-se a nós, seja um voluntário, mude você também o seu destino, mude você também o destino da humanidade.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 31 de maio de 2008

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 31 de maio de 2008
O dia amanheceu gelado, cinza, chuvoso, enfim, maravilhoso.
Está chovendo o tempo todo, portanto não teremos plantio de mata ciliar.

Resolvemos então ver como está o bosque II, e pedimos para alguém da secretaria do meio ambiente nos acompanhar – fizemos a solicitação no meio da semana.

Para variar, deu errado e todos ficaram muito bravos, porque o alguém da prefeitura não apareceu – que novidade.

Eu sei que era para estarmos acostumados a isto, afinal, pedir para funcionário público trabalhar num sábado é pedir um milagre, mas jamais nos acostumaremos com isto e nosso humor ficou como o clima, totalmente cinza.

Mas como assunto não falta, ficamos falando sobre o de sempre, o planeta, seus problemas e soluções, afinal, é assim que surgem os novos projetos.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 17 de maio de 2008

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 17 de maio de 2008

Hoje chegaram os bambus para estaqueamentos que adquirimos para estaquear as árvores plantadas em 2008.

 

Temos muito o que estaquear, todas as árvores plantadas desde o início do ano.

Estaquear e amarrar.

Como as estacas vem com sem ponta, temos que utilizar os delicados facõezinhos das fotos abaixo para fazer ponta e facilitar na hora de fincar na terra.

Quando a árvore é plantada e já estaqueada não tem problema, porque o buraco já está aberto, mas agora, depois da árvore plantada fica muito difícil enfiar as estacas na terra, tem que ser na base da marreta e de uma ponta bem afiada.

O pessoal levando as estacas já com ponta para o lado de cada árvore, onde serão enfiadas na terra e depois feito o amarrio com barbante de algodão.

Muito cuidado no manuseio do barbante, porque quando embola é um sacrifício soltar.

Força bruta senão a estaca cai.

Onde o solo está mais macio, dá para seguir a técnica do rapaz na esquerda da foto, se pendura na estaca usando o peso para afundar a estaca na terra.

Cuidado com as mãos, ela errou o alvo.

Faquinha sem vergonha, malemá corta o barbante, mas também não periga cortar as mãos. Esta faquinha minúscula é a única que ninguém perde, por isso acabamos usando sempre a mesma. Uma hora dessas levo uma tesoura, prometo, claro, se não esquecer.

A paisagem já está mudando, as estacas dão mais visibilidade para o local de plantio das árvores, o que é muito desejável na hora de fazer manutenção com poda, assim ninguém corta as árvores por engano.

Hoje não plantamos nada, mas como o tempo está seco, além de estaquear as árvores, aproveitamos para aguá-las.

Isso não vai dar certo.

Força demais destroi o trabalho, veja que ele está saltando – está literalmente no ar – para dar impulso e fixar a estaca, mas chegou a rachar o bambu.

Força Inez.

Guardando o equipamento.

Antes de ir embora, uma pausa para tomar água gelada e conversar sobre o que aconteceu na área ambiental na semana.

Como fica bonita a mata depois de estaqueada. Na foto não dá a noção de quão grande é o terreno que estamos revegetando, mas vou pedir para alguém medir, porque tem uma caída no terreno e não dá para ver o fim.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 10 de maio de 2008

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 10 de maio de 2008

Mais um dia de plantio da mata ciliar. Hoje a maioria dos estagiários – do primeiro e do terceiro ano – estão viajando com o JK e por isso o número de árvores plantadas por pessoa será muito maior, canseira à vista.

Ligando a mobotomba.

Descer é fácil.

Agora, subir …

com 50 pessoas é rápido para aguar, com menos de 10 complica.

Plantadas, aguadas, só falta estaquear na próxima semana, quando mais pessoas vierem.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 26 de abril de 2008

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 26 de abril de 2008

Agora sim, nossas árvores, com com nosso padrão de altura.

Para quem não leu o post anterior, houve um erro na entrega de árvores na semana passada e as árvores vieram com um padrão de tamanho inferior.

O pessoal chegando.

Fotos para o álbum.

levando as árvores para as covas de plantio.

Aprofundando os buracos, pois quando chove os buracos que o trator fez ficam cheios de terra e aí só usando a enxada.

Sem discriminação, mulher também pega no pesado.

Limpando o lixo do meio do plantio – note o tenis velho jogado no meio do local – olhe para a parte superior da foto como esses vizinhos são uns porcalhões, porque antes de iniciarmos o plantio a prefeitura fez uma limpeza nos entulhos mas os vizinhos não se emendam, adoram viver no meio do lixo.

Sim, tem coleta de lixo no bairro, mas eles estão tão acostumados a viver no meio da sujeira que jogam entulho em qualquer lugar.

Sim, eles sabem que estamos plantando, mas estão pouco se lixando, querem saber de seus umbigos e só.

Note os moradores no alto da foto, olhando os bestalhões – nós – se matando embaixo de um sol de rachar.

Para eles devemos ser atração de circo, porque se aglomeram e ficam olhando, daí quando pedimos para que se unam a nós, explicando que o bairro é deles, estamos fazendo para eles, principalmente o plantio do grande número de frutíferas, para eles, adivinhe … saem em disparada, não querem saber de trabalho não, bando de desocupados.

Só servem mesmo para queimar nossas árvores e jogar entulho onde plantamos. Ah, a humanidade …

Hoje foi dia de entregarmos as camisetas e sacolas retornáveis para os estagiários.

Cada um ganhou uma camiseta do PROJETO MATA CILIAR FUNVERDE e outra do PROJETO SACOLAS ECOLÓGICAS além de uma sacola retornável para que deixem de ser plastificadores do planeta.

Somos poucos mas fazemos a diferença.

Junte-se a nós, quanto maior o número de pessoas, mais rápido conseguiremos recompor a mata ciliar de nossos rios, limpando suas águas, atraindo aves e animais para as matas, trazendo frutas, sombra e conforto térmico para a população local, apesar deles não ligarem para isso. Não importa, nós ligamos, não fazemos somente por eles, mas pelos que ainda não chegaram a este planeta.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 19 de abril de 2008

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 19 de abril de 2008

Olhe que imagens maravilhosas, dos buracos feitos, somente esperando receber as árvores e os bambus.

Isto é fruto de uma parceria que nasceu em 2005, com a entrada do prefeito Silvio Barros e o secretário de meio ambiente José Croce, que entenderam a importância de nosso trabalho e resolveram nos ajudar.

Não é difícil leitor, a FUNVERDE escolhe um rio, descobre quais são os terrenos da prefeitura e de pessoas carentes neste rio, a prefeitura entra com a roçada e os buracos – primeiro setor -, os empresários entram doando árvores – segundo setor -, a FUNVERDE com seus voluntários e estagiários plantam, estaqueiam e aguam estas árvores – terceiro setor – e a  VIAPAR faz a manutenção, fazendo roçadas periódicas até a copa das árvores fecharem, sufocando o crescimento do mato – segundo setor novamente – e é assim que se faz uma parceria em que todos ganham, os humanos, a avifauna – os animais e aves que serão atraidos para seu local natural através das árvores para fazerem ninho e se alimentarem -, os rios em que a água ficará mais limpa por causa da proteção da mata ciliar  e finalmente o planeta.

Esse é o Murilo, nosso voluntário mais novo – não de tempo de voluntariado, mas sim de idade – tem só 13 anos e toda a vontade e energia do mundo.

Traga você também seus filhos e netos para plantar conosco, o local não oferece perigo e as crianças começam a dar valor às árvores, iniciando assim um costume familiar de recuperar o planeta.

Não é difícil fazer buracos com o trator, em menos de 1 minuto se faz um buraco.

Algumas árvores que se salvaram do incêndio da semana passada.

As árvores sendo trazidas do nosso estoque de árvores, árvores como sempre com muita qualidade, com torrão grande, que lhes permite ficar algum tempo sem ser aguadas e mesmo assim não sofrerem com a falta de água.

Depois das árvores descarregadas notamos algo muito estranho, mas quem trouxe as árvores já tinha ido embora e deixamos para brigar na segunda-feira.

Note o tamanho das árvores, minúsculas, fora de nosso padrão de 1,5 metro – só aceitamos árvores com 1 metro quando é frutífera, porque estas demoram mais a crescer – mas nosso pessoal pediu para plantar assim mesmo, mesmo sabendo do trabalhão que dará para cuidar e certamente muitas morrerão.

Na segunda-feira conversamos com o dono do viveiro e este disse que estava viajando e os funcionários entregaram árvores que não eram de nosso estoque – nossas lindas, maravilhosas, enormes árvores – e fez uma doação destas árvores, porque ele também sabe que poucas sobreviverão deste tamanho. Mas o que não dava era para desplantar  – sei que a palavra não existe, não me crucifique – estas árvores.

É por isso que somos fiéis ao mesmo viveiro desde 2004 – um viveiro com mais de 25 anos -, porque sabemos que quase não ocorrem enganos e quando excepcionalmente ocorrem, eles irão arrumar a bagunça que fizeram.

Após o plantio, é hora de guardar as ferramentas na carreta.

Veja como o ser humano não tem consideração pelos outros, só olha para seu próprio umbigo.

Os idiotas estão vendo que o terreno foi roçado, que tem buracos de plantio e mesmo assim uma malharia simplesmente jobou montes de retalhos de sua confecção onde estamos plantando.

Idiotas, gente assim não merece viver sobre este planeta.

Veja, dá para ler o nome da confecção.

Leia também que é material de confecção a ser entregue para a Loja Riachuelo.

É revoltante. É como se esses porcos estivessem jogando lixo dentro de suas próprias casas.

Não é o caso de dizer que dá vontade de desistir, porque não fazemos nosso trabalho voluntário por esses porcos e sim por nossos próprios descendentes, infelizmente esses porcos e seus descendentes que certamente serão porquinhos também – afinal, olhe o exemplo que esses nojentos dão – irão usufruir de nosso trabalho, mas se pudéssemos baní-los para o deserto de gobi, certamente o faríamos, para eles aprenderem que quando o homem não cuida da natureza, o planeta se vinga.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 12 de abril de 2008 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 12 de abril de 2008 – sábado

Hoje o dia está desanimador, uma chuva vem se avizinhando, os piromaníacos imbecis colocaram fogo no local roçado esta semana e por consequência queimaram as primeiras árvores que plantamos.

É por isso que sempre pedimos que a roçada ocorra antes de plantarmos, porque eu não sei o que se passa na cabeça destes idiotas, que não podem ver um local roçado logo vão botando fogo. Humanidade estúpida. Será que estes energúmenos não entendem que estamos plantando árvores perto da casa deles, que ELES é que irão usufruir das frutas, da sombra, da água limpa do rio que passa no seu bairro?

Ficamos todos tristes e nem vai dar para marcar mais buracos para a prefeitura fazer os buracos, porque não mexemos com ferramentas quando o tempo está deste jeito, não queremos ninguém sendo fulminado por um raio, queremos todos saudáveis para plantarmos por muitas décadas ainda.

Poucas pessoas vieram hoje, porque já estão adivinhando que a chuva irá chegar no horário do plantio, mas os poucos que vieram ficaram conversando sobre problemas e soluções para o planeta, é claro.

Olhe estas núvens, dá até medo, apesar do cinza do céu estar magnífico.

Agora olhe o estrago provocado pelo fogo e diga se não tenho razão ao visualizar uma chibata e as costas dos imbecis que colocaram fogo no local sendo açoitadas.

Enquanto estávamos tirando fotos da queimada, a tempestade chegou e fomos rapidamente para casa, mas … olhe a surpresa que nos aguardava ao chegarmos em casa.

Rua interditada pela queda de uma das dezenas de árvores que cairam na cidade este dia.

Mas também, em uma cidade com 350 mil habitantes e que tem 130 mil árvores somente nas praças e ruas, não se pode esperar nada diferente. É só conviver com a queda de galhos e árvores, porque os benefícios que estas árvores nos trazem superam a sujeira que fazem num dia de tempestade.

Maringá é muito quente, abafada e, sem a arborização urbana exuberante que nos fornece conforto térmico, os termômetros certamente marcariam uns 10 graus a mais.

Infelizmente, tivemos que dar a volta na quadra e transitar na contramão para podermos chegar em casa.

Mas o céu estava avisando que não seria uma simples chuva, seria uma baita de uma tempestade, nós é que fomos teimosos e resolvemos ir ao plantio.

Nós adoramos a chuva, porque sempre pensamos nas árvores que plantamos, que são aguadas sem precisarmos usar motobomba e balde.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 05 de abril de 2008 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 05 de abril de 2008 – sábado

Hoje o trator da prefeitura veio fazer roçada para podermos marcar mais locais para eles fazerem os buracos de plantio com o trator para a próxima semana.

Note a diferença de tamanho do mato antes e depois da roçada.

O grande perigo de andarmos no meio deste mato – são vários – é alguém ser picado por cobras, aranhas e outros animais peçonhentos.

Outra coisa perigosa é que todos os rios que estamos revegetando as margens desde 2004 ficam dentro da cidade, então é normal o povo – o povo, sempre o povo porco – jogar entulhos no meio do mato, inclusive vidro e o mato estando alto aumenta o perigo de acidentes.

As árvores ainda estão sem estaqueamento, mas assim que chegarem os bambus estaquearemos todas.

Como não tinha buracos para plantio nem trouxemos árvores, houve revezamento para limpar os locais dos buracos com enxada.

Enquanto uns ficavam à sombra – calor escaldante, sombra boa - conversando sobre os projetos e os problemas e soluções ambientais para nossa região, os outros … 

Os outros, coitados, suando até, ficaram marcando os locais para os buracos.

Quando ficavam com muito calor, iam para a sombra conversar e outros tomavam o lugar dos primeiros.

Nós sempre conversamos muito, trocamos idéias e experiências, é dai que saem as soluções e os projetos.

Por isso é tão importante a participação de muitas pessoas preocupadas com o planeta no projeto mata ciliar, sempre temos tempo para conversar - ao menos por meia hora a cada sábado - onde cada um traz um problema diferente que descobriu, cada um oferece uma idéia e se torna parte da solução.

Esta terra está muito viva, olhe as minhocas, não precisa de adubo nem nada, é só plantar direto.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 29 de março de 2008 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 29 de março de 2008 – sábado

Já com os buracos feitos durante a semana – mas ainda sem terem roçado, isto complica muito o plantio -, vamos ao que interessa, que é a recomposição da mata ciliar, isto é, plantar, plantar e plantar.

Observe o tamanho do mato.

Dando algumas dicas sobre plantio para os estagiários.

Tirando as árvores da carreta para levar até os buracos de plantio.

Como a nova carga de bambu para estaqueamento não chegou, hoje plantaremos sem estaquear e na semana que vem colocaremos as estacas e faremos o amarrio.

Claro que é mais complicado, porque colocar o bambu no buraco junto com a árvore é mais fácil, não tem que usar o martelo para enfiar o bambu na terra, mas … nós sempre nos adaptamos. 

Como alguns buracos ficaram muito rasos, alguns ficam com a função de aprofundar estes buracos

A pessoa com o saco na mão está recolhendo os saquinhos das árvores.

Como hoje plantamos poucas árvores, não valeu a pena ligar a motobomba, então, enquanto alguns ficaram na beira do rio, outros transportaram os baldes para aguar as árvores plantadas.

Adivinhe que fruta está na época de ser colhida?

Adivinhou, abacate.

Antes que eu me esqueça, este abacate é daqueles sem fiapos, parece manteiga, docinho, ótimo para comer com limão, fazer vitamina de abacate ou ainda, para quem preferir, fazer guacamole.

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