PROJETO MATA CILIAR Archive

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 15 de março de 2008 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 15 de março de 2008 – sábado

Nos encontramos no sítio e depois saímos em comboio para conhecermos o terreno do próximo plantio no Córrego Maringá, já que em dezembro terminamos o trecho perto do sítio.

Naturalmente, os vizinhos estão utilizando o local para pasto de cavalos, para depósito de lixo, normal, infelizmente sempre normal.

Fazendo reconhecimento do novo local de plantio.

Já vimos que vai ser duro instalar a motobomba para aguar as árvores, porque a ribanceira até chegar ao rio deve dar uns 5 ou 6 metros, lá vão os meninos fazer rapel.

Frutíferas nativas.

Voltando da expedição, já sabemos onde ligar a motobomba, o espaçamento das árvores e comemos frutas nativas.

Agora é só fazer a marcação com o espaçamento dos buracos e chamar a prefeitura para roçar e fazer os buracos com o trator para iniciarmos o plantio.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 08 de março de 2008 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 08 de março de 2008 – sábado

Reinício do Projeto Mata Ciliar FUNVERDE em 2008.

Até o ano passado reiniciávamos em fevereiro, mas o início das aulas sempre é em março e é a data em que os estagiários iniciam o semestre, portanto a partir deste ano de 2008, o Projeto Mata Ciliar FUNVERDE se desenvolverá entre março e novembro, porque em dezembro os estagiários já estão em férias.

O dia estava ensolarado – nem vou comentar do calor infernal – um dia ótimo para plantar árvores à beira dos rios.

O local, um lindo sítio, onde estávamos plantando no final do ano passado.

O pessoal chegando.

Os estagiários novos e os velhos – não de idade gente, são estagiários de semestres anteriores – e os voluntários se juntam para a foto de início de semestre.

Como é o primeiro dia, muitos não vieram, chegaram atrasados ou se perderam e não encontraram o caminho e acabaram ficando fora da foto.

Fomos mostrar o local onde plantamos no final do ano anterior e conversar sobre o projeto com os novos estagiários.

Temporada de goiaba, vamos roubar goiabas – roubar dos passarinhos, calma – e levar limões para fazer limonada em casa, neste calor infernal.

As árvores plantadas no ano passado, em novembro e dezembro.

Nascente de um afluente do Córrego Maringá.

 Enchendo o galão de água na bica.

Depois dos estagiários conhecerem como será seu estágio no Projeto Mata Ciliar FUNVERDE, voltamos para casa para iniciarmos o plantio na próxima semana.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 08 de dezembro de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 08 de dezembro de 2007 – sábado

Hoje não vamos pegar no pesado, vamos ganhar todas as calorias que perdemos durante o ano plantando árvores.

Hoje é dia de comemorar as milhares de árvores que plantamos durante o ano, dia de relembrar os causos que ocorreram durante o ano, dia de confraternização.

Vegetarianos, não olhem para as fotos abaixo.

Fim de festa, agora só resta acabar com o barril de chopp para ir para casa.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 1 de dezembro de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 1 de dezembro de 2007 – sábado

Último dia do ano de atividade no PROJETO MATA CILIAR FUNVERDE.

Desde 2004, de fevereiro a novembro – às vezes temos que avançar dezembro para cumprir metas, como neste ano de 2007 – os membros, voluntários e estagiários da FUNVERDE recompõe a mata ciliar dos rios de Maringá.

às vezes com um sol de cozinhar ovo em asfalto – como hoje, o calor está infernal -, às vezes com chuva ou frio, fazemos um trabalho de formiguinha, mas em 3 anos já  plantamos mais de 30 mil árvores às margens dos rios de nossa cidade, árvores nativas de no mínimo 1,5 metro, sempre usando até 25% de frutíferas nativas para atração da avifauna.

Já revegetamos os córregos mandacaru, diamante e nazaré, agora estamos no início do córrego maringá, que pretendeos terminar até o final de 2008, só revegetamos terrenos públicos – o primeiro setor não tem interesse em plantar mata ciliar – ou de pessoas carentes, porque esses não tem dinheiro para recuperar as margens dos rios.

Hoje, como precisávamos terminar um trecho grande, pedimos que todos viessem, parentes, voluntários, amigos, estagiários, veio até uma turma da UEM – universidade estadual de Maringá, da química e deram uma ajuda danada.

O calor estava insuportável, o pessoal trabalhava um pouco e logo tinha que correr para uma sombra tomar água, mas como são todos muito determinados, conseguimos plantar, estaquear e aguar o que era necessário.

Hoje tem muitas fotos, mas temos que registrar o esforço de todos esses voluntários, que poderiam estar tomando uma cerveja, jogando bola, dormindo, mas estão aqui, todos os sábados, ajudando a melhorar a vida no planeta para nós e nossos descendentes.

Tirando os intrumentos de trabalho.

Como o local de plantio não dá acesso a carros, primeiro descarregamos as 250 árvores da pickup e depois levamos ao local de plantio.

Ok essa é velha, mas tenho que escrever novamente. Caminho da roça.

O tratorista para variar deixou algumas carreiras sem buraco, então lá vai o pessoal fazer buraco na cavadeira, não se esquecendo que ao sol a sensação era de estar fritando a pele.

Indo ao rio para ligar a motobomba para aguar as árvores após o plantio.

Este menino é uma graça, ajuda como adulto, será um grande engenheiro florestal, engenheiro agrônomo ou algo do gênero, porque adora o plantio.

Olha aí Rose e Airton, sua filha enchendo vocês de orgulho. Ao final ela ficou toda queimada, porque é o primeiro dia dela no plantio e logo neste dia quentíssimo.

Adoramos esse pessoal feliz, sempre com boa vontade para recuperar nossos rios.

Olhe o tamanho do terreno que temos que preencher de árvores hoje.

Fila indiana para aguar as árvores.

Olha aí o presidente da FUNVERDE ligando a motobomba.

 

Como a área do plantio é extensa, tivemos que ligar a motobomba em dois lugares diferentes para ficar mais perto dos baldes.

Pausa para se hidratar porque ninguém é de ferro.

As árvores todas estaqueadas.

De volta à civilização.

Foto de final de ano, muito obrigada a todos por mais um ano de recuperação das margens e águas de nossos rios. Sem todos esses voluntários, não existiria o projeto mata ciliar FUNVERDE.

Ano que vem tem mais, agora só nos encontraremos na semana que vem para o churrasco de final de ano.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 24 de novembro de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 24 de novembro de 2007 – sábado

Hoje continuamos a demarcar – retirar o mato em um determinado local com enxada, neste caso, como o solo é plano, em quadrados de 3 metros por 3 metros – para o tratorista da prefeitura fazer mais buracos para plantio na próxima semana.

Aguamos as árvores já plantadas em semanas anteriores.

Estaqueamos as árvores plantadas em semanas anteriores.

A chegada.

Após pegar as ferramentas na carreta, caminho da roça.

Enquanto uns ficam com a trena determinando o local para demarcação, outros já vão retirando o mato para o tratorista ver onde fazer os buracos e para a grama não enroscar na perfuratriz.

Note as meninas fazendo festa, enquanto os meninos pegam no pesado.

Como a bomba dá um trabalho danado para ligar, quando o rio não tem uma ribanceira muito alta, o pessoal prefere pegar água sem bomba mesmo, fora que tem mais de 50 metros de mangueira para levar e dá um trabalho danado.

Note também que sempre tem um que sofre mais, porque se ele cair de cabeça, vai doer, e muito.

Essas meninas estão sempre de ótimo humor. Mas também, num ambiente sudável desses, no meio da natureza, sempre entre amigos, num sábado à tarde, tem mesmo é que se divertir.

Enquanto isso, os senhores ganham calos nas mãos demarcando.

Todo este local será plantado até a semana que vem. Provavelmente teremos que plantar mais de 500 árvores na próxima semana para complentar este grande espaço.

Enquanto a maioria ficou demarcando e aguando, alguns foram trazer bambu para o estaqueamento, que estava armazenado no último local de plantio.

Quando o cansaço chega, tem sempre uma sombra para descansar.

Este é nosso estaqueador chefe, tem quase 2 metros de altura então a função sobrou para ele.

Fazendo a amarração das árvores, sempre em dois pontos, o primeiro a 20 cm do chão, com o barbante em oito ou o símbolo do infinito, para não prender demais e acabar sufocando durante o crescimento e outro logo abaixo da primeira bifurcação, também em oito. É importante dar dois dedos de espaço entre a estaca e a árvore.

Se quiser saber porque, é só ver a árvore plantada ao lado do Hotel Deville, em frente ao MacDonalds, em que amarraram a árvore apertada na estaca e quando ela cresceu o barbante entrou dentro do tronco. Há algumas semanas fomos lá e desamarramos a pobre árvore, mas ficamos com uma vontade danada de chicotear o peão estúpido que fez este plantio, sem noção alguma.

Compramos o bambu sem ponta, daí é necessário apontar o bambu como se aponta um lápis, sendo que o apontador é o facão.

Viu porque tem que ser alto para bater estaca? Note o balde embaixo do nosso estaqueador.

No final, voltamos ao ponto de chegada para conversar sobre o que aconteceu de novo na semana, notícias ambientais, problemas ambientais …

Os pais trazem as crianças para ter contato com a natureza.

 

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 17 de novembro de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 17 de novembro de 2007 – sábado

Hoje fizemos buracos onde o trator não conseguiu chegar, porque o terreno em alguns lugares é muito irregular e também plantamos onde a prefeitura fez buracos durante a semana.

Viu, não é só homem que pega no pesado.

Hmmm, colhendo catuaba né?

Ensinando a receita de como preparar a catuaba, dizem que é um remédio milagroso. Só não me contaram para que serve, você sabe?

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 10 de novembro de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 10 de novembro de 2007 – sábado

Hoje demarcamos buracos e tiramos o capim do local onde serão feitos os buracos para não enroscar na broca do trator para a prefeitura fazer buracos durante a semana que vem para plantarmos no próximo sábado.

Rendevouz.

Caminho da roça.

Antes de furar, é feita a medição com a trena e neste local como é um terreno nao tem caída, o espaçamento é de 3 m x 3 m.

Colocando ao mão na massa. O local dos buracos é demarcado tirando o capim superficialmente para o tratorista visualizar onde deve furar.

Veja como este rio está desprotegido, sem sua mata ciliar.

Como de costume, após terminado o serviço físico, vem o intelectual, com debates sobre o que ocorreu na semana de importante na ecologia.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 27 de outubro de 2008 – Receita de sabão de óleo usado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 27 de outubro de 2008 – Receita de sabão de óleo usado

Nao tivemos plantio hoje, porque hoje os estagiários fizeram o curso de sabão de óleo de fritura usado, para que transformem em multiplicadores.

  

Os ingredientes: água, álcool, óleo, soda. A receita completa, com vídeo, você encontra na página da FUNVERDE.

Quem deu o curso foi o Noboru Hioka, da UEM e voluntário da FUNVERDE, que passou um bom tempo falando de segurança e dos perigos ao se manusear a soda cáustica.

 

Depois dos ingredientes, mexer até dar o ponto.

O Hioka estava mostrando as fitas para verificar o PH do sabão, porque se ficar muito ácido queima a mão.

Agora é só deixar o sabão descansando para endurecer 24 horas.

Depois do sabão, um lanche da tarde oferecido pelos vizinhos do plantio, que também fizeram a aula de sabão.

É covardia tanta comida caseira, cada bolo delicioso que ninguém lembrou do regime.

Note que a casa é um verdadeiro orquidário, tem de todas as cores, tamanhos, cheiros, um verdadeiro paraíso para quem gosta de orquídeas.

 

Depois de uma tarde maravilhosa como esta, só nos resta ir para casa e descansar, com a sensação de ter feito nossa parte.

Vale frisar que esta família é a primeira que a partir do meio de 2007 está participando todas as semanas do plantio, a primeira família que resolve ser voluntária do projeto que acontece desde 2004.

Normalmente os vizinhos de onde plantamos ficam assistindo de suas casas, sem nem perguntar o que estamos fazendo, típico de brasileiros que só pensam em seus umbigos. O plantio pode pegar fogo que não estão nem aí, como se só lhes importasse o que acontece dentro de seus próprios quintais.

Pessoas assim parecem que moram em marte, porque estamos ali, perto de suas casas, plantando árvores frutíferas – 25% do total de árvores – que eles irão usufruir dentro de pouco tempo, porque já plantamos árvores grandes, essas árvores darão sombra, deixarão a água dos rios limpas e tantos outros benefícios que as árvores trazem e não querem nem saber.

Será que custaria para esses vizinhos sairem de sua rotina por duas horas aos sábados e nos ajudar a plantar, ou então, no meio da semana os aposentados aguarem ou roçarem o local, impedirem que vândalos roubem, quebrem, arranquem as árvores?

Aparentemente eles não conseguem raciocinar, estão tão presos ao seu mundinho de futebol, novela, bbb, fofocas, que já perderam a noção da realidade, não se sentem mais parte do ambiente que os rodeia.

É triste viver em um país assim, em que você está plantando e os vizinhos jogam seu lixo no meio das árvores que plantamos, de tão desvinculados da realidade eles estão.

Vemos sempre esses vizinhos de onde plantamos desperdiçando água, com seus quintais imundos,  sem raciocinar que agora não temos dengue agora por causa do inverno, mas que o verão logo chega e sua imundície irá trazer doença para a própria comunidade onde eles vivem.

As igrejas falam muito de contemplar. Contemplar o que pelamordamãeterra, porque essas comunidades religiosas não congregam seus membros todos os finais de semana e fazem arrastões nos bairros onde estão essas igrejas para limpar o lixo dos quintais, para plantar sua mata ciliar, repor árvores nas calçadas, porque essas religiões não unem estas pessoas em comunidade? Porque não fazem estas pessoas agirem como cidadãos?

Essas pessoas, todo final de semana ficam em sentadas em suas cadeiras, nas suas calçadas sujas e sem árvores, fofocando, esperando a hora do futebol e da novela, como se não tivessem nada mais a fazer, como se não conseguissem enxergar que estão vivendo no meio da sujeira e da doença.

Não consigo entender isso e acho que nunca conseguirei, como o povo brasileiro é alienado, folgado, preguiçoso, faz o mínimo possível esperando o máximo possível de recompensa, espera que o grande pai, o governo lhe dê tudo de mão beijada.

Note que estou falando do povo, generalizando, porque claro que temos muita gente boa – a minoria da nimoria da minoria da população – tentando mudar este país para melhor, tentando fazer a diferenca, mas você concorda que se mais pessoas estivessem agindo, a missão seria mais leve para todos?

Depressão ambiental …

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 20 de outubro de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 20 de outubro de 2007 – sábado

No sábado anterior – dia 13 de outubro – não tivemos atividade por causa do feriado de 12 de outubro, em que muitos voluntários avisaram que iriam viajar e quando estamos em poucos voluntários sobra muito trabalho para todo mundo, neste caso, todos descansam em casa.

Estamos neste trecho do Córrego Maringá. Clique na foto para ver em tamanho maior.

Primeiro tirando as ferramentas de trabalho da carreta.

Descarregando as árvores.

Neste caso estas árvores do carro foram doação.

E estas árvores abaixo vieram do nosso estoque do viveiro.

Montando a motobomba para aguar as árvores plantadas.

Neste local foi um sacrifício transportar os bambus, porque eles estavam todos no último local de plantio e até terminarmos este local temos que ir buscar de 100 em 100 na carreta.

Os mais altos ficam para bater estaca.

Caminho da roça de volta depois do trabalho concluído.

O pessoal está com esta cara cansada porque o sol estava ardido, quente, isto acaba com qualquer um.

Como está ficando este trecho

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 06 de outubro de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 06 de outubro de 2007 – sábado

 

Hoje foi dia de aguar as árvores.

Pegando água direto do rio.

Final de semana, os pescadores da vizinhança.

Hmmm, ela vai ter que aprender a andar nas pedras lisas.

Não aprendeu, caiu.

Ligando a motobomba.

Um descanso antes da volta.

Antes de irmos para casa, sempre tem debate ambiental, comentando os fatos da semana.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 29 de setembro de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 29 de setembro de 2007 – sábado

Depois de quase um ano sem postar as atividades do PROJETO MATA CILIAR FUNVERDE, voltamos – a postar, é claro, porque sempre estivemos plantando.

Continuamos as atividades como sempre, desde 2004, de março a novembro, todos os sábados, das 2 as 4 horas da tarde, onde plantamos árvores nativas, de tamanho mínimo de 1,5 metro, de 100 a 500 árvores por sábado, dependendo do número de buracos que a prefeitura – parceira nossa no projeto, que fica encarregada somente de fazer os buracos para plantarmos – fez na semana.

Plantamos somente em terreno público ou de pessoas carentes, que são indicadas pelo nosso querido promotor de meio ambiente, Doutor Manoel Ilecir Heckert.

Antes tínhamos menos projetos e tínhamos tempo para postar toda semana, mas agora, devido ao acúmulo de projetos e o número de pessoas desenvolvendo estes projetos não ter aumentado, temos que dedicar mais tempo e energia para divulgar os outros projetos que estão iniciando.

Afinal, o projeto mata ciliar está consolidado e para nós já virou rotina plantar todos os sábados, uma deliciosa rotina que nos faz esquecer do stress do dia a dia de nossos trabalhos.

Então, a partir de hoje, iniciamos a postagem desde o dia 29 de setembro de 2007 até chegar na atualidade.

Plantio no ínico do Córrego Maringá.

Neste dia estava uma chuva danada, mas como não tinha relâmpago – esse é nosso medo – plantamos mesmo assim, afinal, nada como um banho de chuva para nos relembrar nossa infância.

E o pessoal se diverte, faça chuva ou faça sol, só não se diverte muito quem lava a roupa depois de um dia de chuva desse.

Diga a verdade, isso é que é árvore, concorda?

Não sei como as prefeituras e o IAP – instituto ambiental do Paraná tem a coragem de vender ou dar árvores de 20 cm para quem quer plantar, a perda com uma árvore deste tamanho vergonhoso chega a 95%, dependendo das condições climáticas.

Está na hora destes órgãos do governo reverem o tamanho das árvores que plantam e vendem ou doam.

Com árvores deste tamanho, com um torrão de bom tamanho, temos uma perda de no máximo 1% das árvores plantadas, porque elas demoram a sofrer concorrência com o mato, o torrão lhes fornece nutrientes até que se adaptem ao local plantado.

 

 

 

Como tinha muita gente, o plantio acabou mais cedo e daí … caçar frutas nativas.

Esta cara de nojo lembra o velho ditado, o que é pior que encontrar um bicho na goiaba? Encontrar meio bicho na goiaba, eca.

Haja omo para lavar estas roupas.

Estaqueando.

Como não sabíamos se a chuva duraria o final de semana inteiro – choveu, perdemos tempo -, resolvemos ligar a motobomba e aguar as árvores.

Recolhendo o material.

O trabalho do dia acabado.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 22 de setembro de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 22 de setembro de 2007 – sábado

Hoje os vizinhos do local em que estamos plantando vieram ajudar.

 

Essas meninas, tentando carregar peso … deixem para os meninos que foram geneticamente programados para isso.

Olhe a facilidade com que ele carrega esse feixe de bambu.

Os vizinhos, sempre benvindos.

Esse é nosso batedor de estacas preferido – ele tem mais de 1,80 de altura.

Olhe os mais baixinhos, como sofrem.

Trabalho finalizado.

Esse trecho será cuidado pelos vizinhos, que farão roçadas de manutenção.

Isso quer dizer que a floresta irá fechar mais rápido.

Um viva aos vizinhos conscientes.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – palestra na COPEL e plantio de árvores na mata ciliar – 19 de setembro de 2007

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – palestra na COPEL e plantio de árvores na mata ciliar – 19 de setembro de 2007

No dia 19 de setembro de manhã demos palestra para funcionários da COPEL – companhia paranaense de energia elétrica – sobre os projetos da FUNVERDE e como as pessoas podem sair do discurso e passar para a prática para fazer sua parte para salvar o planeta.

 

Depois da palestra fomos olhar a araucária de copos de plástico montada para conscientizar os funcionários de quantos copos eles utilizam por dia – quase 2.000.

Esse é o início de um projeto da COPEL de dar uma caneca para cada funcionário e assim parar de utilizar mais de 70 mil copos por ano que tem uso único e ficam poluindo o planeta por centenas de anos.

Quer algo mais irracional do que levantar da sua cadeira na empresa, pegar um copo, tomar alguns goles de água ou café e depois jogar o copo no lixo?

Desperdício, consumismo, afinal, ninguém vai morrer se tiver que passar uma água na caneca após o uso.

Quer ver como não muda quase nada? Levantar da sua cadeira, pegar a caneca em cima da mesa, levar ao local onde irá tomar a água ou o café, tomar o líquido, lavar a caneca, levar de volta para a mesa e ir trabalhar.

Não doeu nada, não se perdeu mais que um minuto e sua consciência fica limpa com a certeza de ser um cidadão ambientalmente responsável.

À tarde, fomos plantar algumas árvores – simbolicamente, pois foram trazidas 150 árvores, mas só 12 dessas árvores estavam dentro do nosso padrão de qualidade e tamanho, então só plantamos as 12 - para comemorar o dia da árvore – adiantado – com alguns funcionários da COPEL.

Todos limpinhos para tirar fotos,  calor de 38 ºC à sombra, nem sabem o que os espera.

Gente de escritório não sabe pular cerca.

Início do plantio.

Hora de descer até o rio para pegar água para regar as árvores.

Como eram poucas árvores não usamos a motobomba.

Dai né, para descer todo o santo ajuda, mas para subir, o Roberto Ueno não está acostumado. Ê Roberto, tem que vir plantar mais vezes para aprender a escalar barranco.

Digam x.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 15 de setembro de 2007 – sábado – dia mundial da limpeza

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 15 de setembro de 2007 – sábado – dia mundial da limpeza

A FUNVERDE participou com seus membros, voluntários e estagiários do dia mundial da limpeza, evento que acontece simultaneamente em aproximadamente 120 países.

Fizemos limpeza nas margens do Córrego Maringá e plantamos 50 árvores, para comemorar a o início da recuperação de mais um córrego de Maringá.

Este já é o quarto córrego em que estamos replantando a mata ciliar, sempre utilizando árvores nativas da floresta estacional semidecidual, bioma a que Maringá pertence.

Plantamos até 25% de frutíferas nativas para atração da avifauna e claro, para os moradores do local terem contato com frutas que não venham do supermercado.

Como plantamos hoje só 50 árvores, fomos buscar com nossa carreta, só pedimos para o viveiro entregar quando plantamos mais de 100 árvores.

A chegada, com todos reunidos para receber instruções das atividades do dia.

Separamos em duas turmas, a da limpeza e a do plantio.

Caminho da roça.

Calma gente, não comecem a transpirar, os buracos já foram feitos pelo trator, o pessoal está apenas aprofundando alguns porque algumas mudas vieram com o torrão muito grande.

O pessoal joga de tudo no lixo.

Lâmpadas fluorescentes, altamente tóxicas, jogadas a poucos metros do rio.

Compramos 10 baldes novos – os pretos.

Levamos os sacos de lixo para a avenida para coleta.

Como eu havia dito, os buracos estão todos prontos, feitos por trator.

Mulherada trabalhadora.

Temperatura à sombra, 36ºC, que calor.

Os mais altos ficaram batendo as estacas para fixar melhor.

Ser muito alto também tem suas limitações, ele quase não consegue passar pelo arame farpado. Diversão para os outros.

As árvores, depois de plantadas, estaqueadas e aguadas.

Ao lado do rio, tem uma serraria desativada, fomos conversar com a dona do local para ela contar como era Maringá – clima, água … – quando ela veio para Maringá, na década de 70. Ela fez uma palestra para nossos estagiários para eles conhecerem um pouco da história da cidade, contada por alguém que vivenciou as mudanças climáticas nesses 30 anos.

Nossa pequena contribuição na limpeza do planeta de 1 hora de coleta.

Fomos deixar o lixo na avenida para o recolhimento, daí passou um casal nos xingando porque estávamos jogando lixo no local.

ô vontade de jogar os sacos de lixo neles, porque sem saber o que estávamos fazendo foram logo julgando.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 01 de setembro de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 01 de setembro de 2007 – sábado

Hoje foi dia de espaço saúde, em que a prefeitura faz prevenção de doenças com exames, atividades e dicas de alimentação saudável nos bairros da cidade.

Nós participamos com dicas para a dona de casa de economia de água, energia, reciclagem, destinação de óleo de cozinha …

Nem sempre a pessoa polui por maldade, mas por falta de informação e a FUNVERDE tem a obrigação de informar as pessoas de seus deveres para com o planeta.

Porque parece que as pessoas só tem direitos, direito de não reciclar, de gastar água, energia elétrica, jogar lixo nas ruas … e não há multa para coibir estas atitudes.

Enquanto a multa não vem, ensinamos as pessoas a mudarem sua atitude para merecerem ser inquilinos deste planeta.

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Enquanto a maioria ficou no espaço saúde, uma parte foi, com o mapa dos rios, verificar o próximo lugar de plantio de mata ciliar, no córrego Maringá.

Cade a mata ciliar que deveria estar aqui? Só tem uma fileira de leucenas, árvore exótica e invasora.

Com essa grama baixa nem precisa roçar, é só fazer os buracos e plantar.

Melhor ainda, já está cercado, portanto, os animais quadrúpedes não irão comer as ponteiras das árvores e os animais bípedes não irão entrar para destruir as árvores.

Uma bomba d´água perdida no meio do mato.

Aqui nem leucena tem fingindo ser mata ciliar.

Pergunto novamente, cade a mata ciliar que estava aqui? O bicho homem comeu.

Gramadão bunitu sô.

Alguém que tem dinheiro para manter este gramado lindo deste jeito também deve ter dinheiro para plantar a mata ciliar, então porque não o faz?

Detalhe, o terreno é da prefeitura mas o povo da foto está usando o local.

E o rio, para variar, está imundo.

Claro, todo mundo joga lixo nas ruas e nem para para pensar que esse lixo sempre vai para o lugar mais baixo, ou seja, o rio.

Depois de andar por mais de uma hora no mato, é hora de sentar e descansar, ou melhor, fazer planos para o plantio.

Estamos sentados em frente a um lugar problemático, que seria nosso próximo local de plantio, mas como a prefeitura HUMANIZOU A PAISAGEM, vamos ter que pensar em algo para nao provocar a ira da população.

Fizeram um parque gramado em local de mata ciliar e a prefeitura roça periodicamente.

Estas árvores que você vê são leucenas, exóticas agressivas e só tem uma fileira destas árvores antes do barranco do rio.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 18 de agosto de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 18 de agosto de 2007 – sábado

Hoje, como não chove há um mês na cidade – apesar de estar chovendo nos estados acima e nos estados abaixo do Paraná – tivemos que aguar as árvores porque elas estão sofrendo com a terra esturricada.

Como vamos realizar o evento na quinta-feira, dia 23 de agosto, do café da manhã empresarial do primeiro software carbono zero do Brasil, trouxemos 15 maravilhosas árvores para a diretoria da PRODUTEC, desenvolvedora do software PRODUTIVO – ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO plantar.

A PRODUTEC neutralizou as emissões de carbono geradas durante o processo de produção do software com a doação de 100 árvores nativas para a FUNVERDE usar na recuperação das matas ciliares da cidade, tendo o direito de receber o o certificado de software amigo do planeta por estar contribuindo com a diminuição do aquecimento global cpm a captura de carbono das árvores plantadas e a proteção da água com a recomposição da mata ciliar dos rios do Paraná.

Não costumamos plantar só 10 árvores, mas como queríamos fotos para o eventos só plantamos estas para dar tempo de aguarmos as cerca de 1000 árvores plantadas no local.

Hoje utilizamos a cavadeira que o Braido doou na semana passada para fazer os buracos à mão – estamos tão acostumados com o trator fazendo os buracos – e a machadinha também doada por ele para fazer ponteira na estaca de bambu.

A PRODUTEC, já combinou conosco de trazer os funcionários da empresa para plantarem mais árvores conosco em setembro.

Como hoje é o último dia que aceitamos estagiários neste semestre, foram distribuidas as camistas do projeto mata ciliar para os estagiários do semestre passado e os novos.

Também demos instruções sobre o estágio no mata ciliar, frisando que mesmo os estagiários dos outros projetos PRECISAM participar do projeto mata ciliar.

A diretoria da PRODUTEC já com as árvores, recebendo instruções básicas de plantio.

É de criança que se aprende a amar a natureza.

As árvores vieram etiquetadas com nome da espécie

Doaram e fizeram o plantio.

Esse é o Artur, da PRODUTEC, plantando.

Agora, a Tais.

Não sei não se alguém vai querer neutralizar conosco, porque sempre convidaremos a diretoria e os funcionários da empresa certificada para plantarem conosco.

Mas pela cara deles, eles não parecem infelizes.

Obrigada pessoal da PRODUTEC pelas árvores e por plantarem estas árvores.

Agora a ligação da motobomba para aguar as árvores plantadas hoje e as antigas.

Joga a corda, desce pela corda com as mangueiras e a motobomba.

Depois da motobomba ligada, para cima, com a ajuda da corda, é lógico.

Aguando.

Nossa contadora de ferramentas Rosangela – são dois, ela e o com o Elias que todos os dias, após o término das atividades contam o estoque de ferramentas, baldes, luvas para que nada se perca – e a Nair – sombra e água fresca depois de muito trabalho.

O mapa que necessitávamos desde fevereiro, para sabermos quais são os terrenos da prefeitura nos rios da cidade e assim podermos plantar a mata ciliar.

Este mapa já deu até briga, porque pedimos para o responsável no início do ano e até ontem nada, fomos conseguir com a Maria Isabel, que não tem nada a ver com o assunto mas é uma pessoa consciente e sabe da importância do nosso trabalho.

Nota zero para o engenheiro que não fez seu serviço e nota dez para a Isabel que fez um serviço que não é seu.

É assim que dá para ver quem tem compromisso com o planeta e quem está na prefeitura só pelo salário, esperando a aposentadoria chegar.

Pensa que só os homens pegam no pesado, nananinanina, as meninas também trabalham muito.

O Charles e o Cido trazendo a motobomba e as mangueiras.

Lembre-se de que eles desceram o barranco agarrados nas cordas, desmontaram tudo e subiram com uma mão na corda e a outra carregando os equipamentos. Cansativo …

Depois das atividades, com o povo acabado de cansaço, o grupo da pesquisa sobre a destinação do óleo de cozinha nas empresas da cidade se reuniram para uma reunião com distribuição de mais formulários e para as equipes – estamos com 12 equipes de 2 pessoas – trocarem informações sobre as visitas aos comerciantes, suas dificuldades, as equipes mais antigas dando dicas de aproximação com o comerciante …

Todas as semanas eles se reunem e quinzenalmente apresentam os resultados para a FUNVERDE.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 11 de agosto de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 11 de agosto de 2007 – sábado

Post atrasado, estou sem tempo para postar, mas paciência, posto tudo que fazemos, só que às vezes com um pouco de atraso.

Este post pode tambem ter o título de TENTATIVA DE PLANTIO DE MATA CILIAR.

Quando chegamos ao local não imaginávamos o tamanho da encrenca que iríamos encontrar.

Veja esta foto e diga quantos metros de mata ciliar tem esta quadra.

Não conte a fileira de leucenas, porque é apenas uma fileira na barranca estável e esta árvore é exótica e agressiva, ou seja, onde ela ocorre nada mais nasce, porque ela libera uma substância – essência – que impede qualquer outro tipo de vegetação de nascer.

Na verdade o proprietário do empreendimento plantou grama e disse que tinha recomposto a mata ciliar.

O vizinho, desta casa ao fundo da foto brigou de manhã com o tratorista para dizer que não era para ele fazer buracos porque o dono do empreendimento – chefe dele – não iria gostar.

O tratorista – certíssimo ele – foi embora tendo feito somente uns 50 buracos.

 Pelas nossas medições esse senhor desta casa não fez mais que 15 metros de mata ciliar – neste rio com menos de 10 metros de largura tem que ter 30 metros de mata ciliar.

Chegou todo mundo animado para plantar e nós achando que o vizinho era somente um chato.

O vizinho azucrinando, todo cheio de razão – ele pensa.

Tá bom né, então chamamos o chefe da polícia ambiental, que prontamente compareceu ao local.

O presidente da FUNVERDE, um soldado da polícia ambiental e o Tenente ribeiro, chefe da polícia ambiental e o chato reclamão.

O cara reclamando na frente de todo mundo, afirmando que as áreas estavam com mata ciliar.

No fim o cara começou a culpar quem fez a medição, que fez do leito do rio, subiu o barranco e deu aquela medição ao invés de contar os 30 metros a partir do barranco estável. Ah, agora sim, o cara abaixou a bola.

Enfim, a conversa agora é na polícia ambiental, que pediu o projeto de recuperação de mata ciliar dele e do proprietário do empreendimento que tem que ser levado na polícia ambiental.

Não é mais problema nosso, mas é claro que agora queremos saber uma data – um prazo para eles recuperarem a área e constantemente passar no local para ver se foi feito o serviço.

Caso contrário, não vamos mais ouvir abobrinhas quem está errado e ainda fica dando uma de macho para cima de nós.

É uma pena, imagine como iria ficar linda esta quadra toda plantada. Fazer o que …

Agora, depois de passada a raiva, vamos às boas notícias.

O José Luiz Braido fez uma doação de 5 enxadas, 5 enxadões, uma cavadeira e uma machadinha para cortar ponteira de bambu.

Agradecemos demais esta contribuição, porque irá facilitar muito o plantio das árvores.

Muitíssimo Obrigada Braido.

O Eias e o Adison irão encabar as ferramentas e trazer na semana que vem.

Um dia que começou com muita raiva terminou muitíssimo bem, ainda bem.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 04 de agosto de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 04 de agosto de 2007 – sábado

Esta semana recebemos como doação 78 dúzias de bambus para estaquear as árvores plantadas no Córrego Nazaré.

Estaqueamos a quadra toda e ainda sobraram 49 dúzias que utilizaremos no segundo terreno da prefeitura, o que medimos a semana passada para plantar semana que vem.

Só que agora, como temos bambus, vamos plantar junto com a árvore, não teremos que fazer buraco depois.

O Kistner, um amigo nosso engajado na causa fez cinco marretas utilizando madeira de demolição, umas perobas que iam para o lixo.

Além de baratas – custo zero – utilizamos o R do reutilizar.

Ele fez até o local de pegar no torno.

O pessoal chegando – inclusive 20 novos estagiários – e preenchendo as fichas de inscrição, tirando fotos para o crachá, assinando ficha de presença.

Na semana que vem teremos mais estagiários, é que as aulas iniciaram ontem e quase ninguém compareceu.

Aviso aos navegantes, SÓ ACEITAREMOS ESTAGIÁRIOS ATÉ O ÚLTIMO SÁBADO DO MÊS DE AGOSTO, depois disso só no próximo semestre.

Ensinando método de amarrio de estaca para os novos estagiários.

2 barbantes de 50 cm cada.

Primeiro amarrio a 20 cm do chão, segundo imediatamente antes da primeira bifurcação.

Barbante de algodão, para que apodreça e não machuque a árvore.

Amarrio em 8 com 2 dedos de distância para dar espaço para a árvore se movimentar com o vento e se o barbante não quebrar antes dela ficar um pouco mais grossa, não irá estrangular o tronco.

Imagine o 8 deitado passa um lado na estaca gira e outro lado na árvore.

Vou filmar na próxima vez e postar.

As árvores ainda sem estaqueamento, não dá destaque no cenário e quando o mato crescer corre-se o perigo do roçador confundir a árvore com o mato e cortar na hora da roçada.

Fazendo ponta no bambu para facilitar o trabalho.

Mão na massa, estaqueando.

O Leandro transportando os bambus para o local de estaqueamento.

Sem preconceito, meninos e meninas fazendo o mesmo serviço.

Tá bom, vá, as meninas não vão fazer ponta no bambu usando machadinha ou facão.

Eis porque preferimos estaquear no momento do plantio, neste caso a estaca ficou longe demais porque foi fincada agora.

Só os mais altos batem a estaca porque alguns bambus vieram muito grandes.

O Elias, que tem todas as ferramentas, até as que não conheço foi em casa e buscou essa peça que perfura até o chão mais compactado.

Trouxe também uma machadinha que dá um banho no facão para fazer ponta no bambu.

Notem o chapéu, vamos comprar para todos, pena que ele não comprou em Maringá, porque esse protege rosto, pescoço, coisa da roça mesmo.

É uma peça de caminhão adaptada, feita ponta, que com um golpe perfura o local para o bambu.

Esse Elias é engenhoso.

Veja como o estaqueamento dá uma outra cara ao plantio.

As meninas - e um marmanjo – não aguentaram, porque realmente o trabalho é pesado.

Acabado o serviço, hora de conversar sobre tudo que for ambiental, qualquer um pode conduzir a conversa final, que hoje girou em torno do óleo de cozinha usado.

Trabalho acabado, semana que vem levar as 49 dúzias de bambu para o outro lado do rio para o plantio e só voltar neste local para regar em caso de falta chuva e roçar no verão.

Diga se não muda a aparência de um local?

Imagine este local daqui a cinco anos, com sua floresta fechada, com muitas árvores frutíferas para atração da avifauna e dos moradores locais.

Não precisa nem imaginar, daqui a cinco anos tiraremos fotos para comprar com hoje.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 28 de julho de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 28 de julho de 2007 – sábado

Atrasado mas postado.

Terminamos de plantar a primeira das 3 quadras – datas – da prefeitura no Córrego Nazaré e fomos medir a segunda para fazer os furos e plantar daqui a duas semanas.

A primeira visão do terreno, sem uma árvore.

Início das marcações.

O pessoal foi do barranco estável até 30 metros acima e fincou estacas para o tratorista saber até onde fazer os buracos.

O Elias ajudando os meninos medirem a mata ciliar.

Está vendo a casa à direita e à esquerda um mato, pois bem, o proprietário plantou esta mata há uns 5 anos e mais para frente vamos mostrar as fotos da mata já fechada, dá até gosto.

Veja se não dá gosto o tamanho da mata.

Como a mata está cheia de pata de vaca florindo, muitos beija-flor e abelhas estão fazendo algazarra.

Terra maravilhosa em que se plantando – e cuidando – tudo dá.

A primeira vez das estagiárias na mata.

Senhoritas, bem vindas ao estágio e espero que gostem de estar conosco melhorando o planeta com nossos projetos que agora também são seus.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 14 de julho de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE  – 14 de julho de 2007 – sábado

Hoje não foi quase ninguém, porque todo mundo está de férias.

Mesmo a meteorologia dizendo que iria chover, depois de dois meses sem chuva ninguém acreditou e fomos aguar as árvores, que estavam esturricadas.

Mesmo na semana passada tendo sido aguadas, se tivéssemos plantado árvores do padrão da COCAMAR ou do IAP, elas não teriam resistido a esta seca.

Na sexta-feira, ontem, a umidade do ar estava menos de 20%, o Amador – José Carlos Amador, diretor do Hospital Municipal de Maringá -, médico membro da FUNVERDE, disse que estamos respirando ar de deserto.

Hoje o Eduardo Marçal, publicitário da FUNVERDE – veio pela primeira vez plantar árvores, no caso aguar.

Todos os logotipos, camisetas, banners, folders, tudo que é gráfico é criação dele.

Ele é mais um dos membros voluntários da FUNVERDE, que utilizam seu talento natural para fazer alguma coisa pelo planeta, lembre-se, não adianta só se preocupar, tem que se ocupar.

Não pedimos nada impossível para ninguém, apenas que as pessoas utilizem seus talentos, seus dons, se unam a nós para o bem comum, para mudar o planeta para melhor.

Esse é o Eduardo vendo o barranco que teria que descer para ligar a motobomba – nada de mais, só uns 8 metros – calma, tem uma corda para se agarrar.

O charles, já acostumado, foi primeiro, claro, que com a corda.

Temos que comprar uma corda maior porque os barrancos estão cada vez maiores.

Fundo de vale mesmo, muito fundo.

O fernando quase chegando no rio. Observe ao fundo, o rio.

Descer é fácil, todo santo ajuda não é Charles e Fernando?

Agora subir …

O alex ficou brincando com a mangueira hoje e abastecendo os baldes.

O solo está tão seco que a água não infiltra.

Molhamos normalmente cada árvore com 20 litros de água, mas hoje colocamos até 80 litros em cada árvore.

Olhe o estado deste balde, temos que comprar novos.

`

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Olhe o céu.

Terminamos de aguar as árvores, com a consciência tranquila, sabedores de que elas irão resistir mais duas semanas sem chuva.

Bem, guardamos os apetrechos embaixo de uma chuva, que durou a semana inteira.

Hahaha, mas o que vale é a intenção e a consciência tranquila, a sensação do dever cumprido.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 10 de julho de 2007 – terça-feira

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 10 de julho de 2007 – terça-feira

Passamos algumas semanas pedindo para a prefeitura aguar o plantio de mata ciliar do córrego Nazaré.

Afinal estamos há quase 2 meses sem chuva na cidade e as árvores estão sofrendo.

Só estão vivas porque plantamos árvores de 1 metro e meio, com um grande torrão.

Náo conseguimos que eles fossem aguar, apesar de plantarmos mata ciliar em terrenos públicos, isto é, da prefeitura.

Dai tentamos alugar um caminhão pipa.

R$ 300,00 para aguar 1000 árvores é muito dinheiro, não dá para encarar.

Vocês lembram daquela empresa que derrubou óleo no córrego Diamante, o primeiro córrego que revegetamos?

Pois bem, eles foram lá, limparam toda o óleo, corrigiram seu erro, é só o que pedimos.

Lembramos deles e fomos pedir o favor, porque o pessoal da SANEPAR disse que empresa que faz asfalto tem caminhão pipa.

Pedimos ontem, na segunda-feira, e hoje, terça-feira, às 08:00 eles estavam no local com o caminhão pipa.

Como foi de um dia para outro não deu para convocar ninguém da FUNVERDE, porque eles disseram que não tinham ninguém para manejar a mangueira.

Então o presidente da FUNVERDE, o Cláudio foi ser o aguador.

Foi rapidinho, agradecemos à empresa por serem tão prestativos.

Uma pena que esquecemos a câmera fotográfica.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 16 de junho de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 16 de junho de 2007 – sábado

Hoje estamos terminando o primeiro dos 3 terrenos do Córrego Nazaré que pertencem à prefeitura de Maringá.

Plantamos 100 árvores.

Note que o pessoal já está uniformizado e com crachá.

O pessoal assinando as fichas de presença.

Cada estagiário tem sua ficha, com foto, para ao final do estágio sabermos a frequência de cada um.

Na ficha consta data, local e ativide desenvolvida.

Assim que chegamos constatamos que algum espírito de porco – desculpem-me os porcos - abriu uma galeria de esgoto da SANEPAR – companhia de água e esgoto do Paraná para jogar lixo dentro.

Claro que entupiu a tubulação e estava vazando esgoto – merda – e o cheiro estava insuportável.

Mas ao contrário de pessoas que vivem de denúncia, não de ações – vejam alguns sites de denúncia – nós imediatamente ligamos para a SANEPAR e dentro de uma hora eles vieram e desentupiram e fecharam a tampa da galeria.

Isso é ser uma ONG do Século XXI, encontrar um problema, descobrir a solução e solucionar, chega com esta história de ganhar ibope fazendo denúncias e o problema continuar lá.

Voltando ao plantio …

Conhece esta árvore? É um pau brasil.

Agora vem a encrenca.

Veja a ribanceira que tiveram que descer – e o pior foi subir – para ligar a motobomba para aguar as árvores plantadas.

O Braido está lá em cima decidindo se desce ou não – não desceu.

Dai, o pessoal, feliz por ter conseguido descer a ribanceira, ligar a motobomba.

E ai olham para cima …

E agora?

Ainda bem que somos preparados e tem sempre uma corda na carreta.

Infelizmente ninguém é vaqueiro, demorou um monte para jogar a corda para cima.

Claro que foi coisa de portugues, desceram a corda para jogar de baixo para cima ao invés de deixar a corda lá em cima e jogar para baixo.

Ai, ai, porque não fomos colonizados pelos ingleses … brincadeirinha.

Pelo filme abaixo você pode ver que só um conseguiu subir no braço – O seu Elias, o menos novinho de todos – , se agarrando nas raizes das árvores, os outros foram içados pela corda.

Disse ele que quando estava quase chegando ao topo, uma raiz quebrou. Quase voltou rolando.

Esses homens estão ficando cada vez mais intelectualizados e menos atléticos.

Desculpe o barulho de fundo, mas o barulho do motor da motobomba é irritante mesmo.

O Charles – o cowboy que jogou a corda – falando dos problemas ambientais do Córrego Nazaré.

Plantando um pau-brasil. Vamos ver o tamanho daqui a 10 anos.

Aguando as árvores plantadas. Não só as de hoje, mas aguamos até as 4 da tarde. Não chove nesta cidade, ainda bem que as árvores já são grandes, porque se fossem aquelas que o IAP, a COCAMAR e a prefeitura distribuem, já teriam morrido todas.

O Elias encontrou mais uma nascente do Córrego Nazaré. Estava jorrando pouca água, daí ele escavou um pouco e o volume de água aumentou muito.

Nós temos que encontrar um tempo e falar com o Pedro Diesel, que descobriu uma técnica de recuperação de minas e nascentes.

Ele escava para aumentar a vazão da nascente ou mina e depois coloca pedras para não entupir a mina novamente.

Desde o ano passado estamos tentando arranjar tempo para ir até Cascavel fazer um mini curso com ele.

Como você pode ver, foi um sábado bem agitado.

Se você gosta de natureza e se preocupa com a sobrevivência da humanidade – e espero que se preocupe, porque 75% do nosso corpo é água -, junte-se a nós todos os sábados, de fevereiro a novembro, revegetando as margens dos rios de Maringá.

Só fazemos um rio por ano porque não temos mais gente e árvores, sempre precisamos de voluntários.

Neste passo, com 32 rios na cidade, iremos precisar de 32 anos e não sei se até lá estes rios já não terão desaparecido por falta de mata ciliar.

Nós estamos cansados de sermos congratulados por nosso trabalho, nós precisamos de menos aplausos e mais ajuda.

Precisamos também de comentários sobre as postagens para sabermos que tem mais gente preocupada com o planeta, comente, sugira, una-se a nós.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 19 de maio de 2007 – Sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 19 de maio de 2007 – Sábado

Ai, Ai …

Na semana passada a câmera foi setada errada e tirou 16 fotos por foto, hoje, para não melhorar, ficou em qualidade VGA, sendo que sempre tiro em 3 megapixel.

Nem vou ficar brava – mais do que o normal – mas na semana que vem antes de tirar qualquer foto, vou verificar todas as configurações.

Se alguém quiser tocar nesta câmera, vou dar um tapa na mão, juro.

Fico possessa quando mexem na câmera e depois vem aquele sorriso amarelo de – OPS, foi sem querer.

Linquei a entrevista do Laerty Dudas – SEMA Paraná do post anterior – consegui. É só clicar no microfone para ouvir sobre as sacolas ecológicas.

Estivemos nos espaço saúde novamente, desta vez no Jardim São Silvestre.

Os acadêmicos de farmácia da UEM – universidade estadual de Maringá, que irão estar amanhã na EXPOINGÁ comentando alguns dos projetos da FUNVERDE vieram aprender sobre os projetos conosco e com o estagiários.

Não sei explicar EXPOINGÁ, coloque no GOOGLE e você vai achar – para quem gosta de cowboy é um prato cheio.

Alguns estagiários aproveitaram para cortar os cabelos enquanto o público era pequeno.

Fizemos demonstração das sacolas ecológicas, sacolas recicláveis, destinação de lâmpadas e baterias, destinação de óleo de cozinha usado, para sabão e biodiesel e dicas de economia de recursos naturais, como por exemplo, pedir para as pessoas trocarem suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes, não lavar a calçada com mangueira …

Fomos convidados pela secretaria de esportes da cidade a dar curso de sabão de óleo nos 10 bairros onde a prefeitura já tem cursos regulares.

Claro, não é só o curso, mas também uma oportunidade de ensinar truques novos a cachorros velhos, ou seja, mudar o padrão de consumo e o modo de agirdestas pessoas que queremos mudar.

Hoje tínhamos vários tipos de sabão, com álcool, com sebo, com glicerina e até sabão líquido.

As pessoas que passavam achavam que era cocada, doce de leite, um perigo, porque já iam pedindo para provar.

Teve até quem achasse que o sabão líquido era mel.

Agora, as fotos.

Note que sairam um horror, porque estava em VGA.

Duas semanas com fotos estragadas ninguém merece.

 

 

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 12 de maio de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 12 de maio de 2007 – sábado

Como coi cancelado de ultima hora o espaço saúde e tivemos que fazer uma atividade alternativa.

Fomos visitar final do Córrego Mandacaru, para ver como estavam as árvores plantadas no segundo semestre de 2006 e fazer limpeza no rio.

Tem gente soltando animais no local, o rio está – para variar – cheio de lixo, mas …

A câmera foi setada no modo errado e saiu um monte de foto dentro de foto – multi-burst – mas vou postar uma mesmo assim, para você ver a cacai que saiu.

Alguém sabe como separar essas fotos?

Os voluntários falaram um pouco do voluntariado.

Observe ao final da filmagem alguém escorregando nas pedras.

Foi desligar a filmagem e ele caiu mesmo, saiu ensopado do rio.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 05 de maio de 2007 – plantio e churrasco

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 05 de maio de 2007 – plantio e churrasco

Hoje plantamos 100 árvores – por falta de buracos não pudemos plantar mais – e aguamos as árvores.

O tratorista só veio hoje de manhã fazer os buracos de plantio e fez poucos. Semana que vem vamos tentar plantar 500 árvores, isto é, se o tratorista fizer os 500 buracos.

As mudas, como sempre – do Viveiro Tangará – de excelente qualidade, grandes, saudáveis e como sempre sempre plantamos frutíferas nativas numa quantidade que pode ir até 50% do total plantado, afinal, quem não gosta de uma pitanga, araçá, guabiroba, jabuticaba …

Descarregando e levando cada uma para seu buraco de plantio.

O Córrego Nazaré.

O lixo no rio.

Ligando a motobomba para aguar as árvores.

Pneu de caminhão e de carro jogado dentro do rio. Povo porco.

 

 

Aguando.

Consertando os buracos para o plantio.

Plantando.

Nossa conversa de final de atividade, para descontrair.

Recolhendo o equipamento.

Agora, depois de uma tarde trabalhando duro, o Elias nos ofereceu um saboroso churrasco na casa dele depois do plantio e antes da aula de fabricação sabão de óleo culinário usado.

Os estagiários irão aprender como fazer sabão para depois ensinarem nos bairros, igrejas e empresas.

No espaço saúde, que ocorre a cada 15 dias em um bairro diferente da cidade – ver post anterior sobre o assunto – queremos dar o curso.

Hoje eles farão sabão para cortar em pequenos pedaços para dar de amostra no espaço saúde aos visitantes.

Só de olhar dá fome.

O Elias, nosso anfitrião é o senhor de camiseta laranja.

Ele construiu – sozinho – em sua casa um sistema de captação de chuva para uso secundário – aguar as plantas, lavar calçada.

A água do telhado cai aqui e é coletada.

Passa pela lateral da casa.

Essa caída é para tirar eventuais impurezas – normalmente folhas.

A água com sujeira é descartada neste cano e cai na horta.

A água limpa é armazenada em caixas d´água para posterior uso.

A caixa é coberta por uma tela para não cair insetos dentro, não virar criadouro de dengue.

O Hioka testando o sistema.

Agora depois de descansados e alimentados, a aula de sabão no próximo post, porque este já ficou muito longo.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 14 de abril de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 14 de abril de 2007 – sábado

Enquanto estivemos viajando, o Hioka e a Sueli assumiram o PROJETO MATA CILIAR FUNVERDE.

No sábado, 14 de abril de 2007 foram plantadas 100 árvores, com 35 voluntários e estagiários no Córrego Nazaré, pena que ninguém lembrou de fotografar o plantio.

No outro sábado, dia 21 de abril de 2007 foi feriado e não houve plantio.

Amanhã, como irá haver um evento de saúde e meio ambiente, vamos plantar mais 100 árvores no mesmo córrego, mas 30 estagiários estarão neste evento, então vai sobrar mais trabalho por pessoa.

Amanhã fotografo as árvores da semana passada e o plantio de amanhã.

A prefeitura irá levar as estacas para estaquear as árvores, porque não deu tempo de levar no dia 14.

Fiquei sabendo que eles tiraram caminhões de entulho do local do plantio, porque é só roçar e a vizinhança acha que é local de jogar lixo.

Ainda bem que depois que plantamos eles entendem e param de descarregar entulho.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 17 de março de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 17 de março de 2007 – sábado

Hoje sim, vieram mais de 40 pessoas, entre membros da FUNVERDE, voluntários, convidados e estagiários.

Saímos da do estacionamento da catedral para ensinar o caminho até o primeiro plantio do Córrego Nazaré.

Vou tentar explicar.

Vá até a frente da 9ª SDP, vire à esquerda e siga até acabar a rua.

Explicamos os 4 projetos, sempre frisando que quem está no primeiro ano do curso técnico em meio ambiente só pode fazer parte do PROJETO MATA CILIAR FUNVERDE.

Quem está no segundo ou terceiro ano pode escolher entre os projetos, BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS, CURSO DE SABÃO CASEIRO DE ÓLEO DE COZINHA USADO OU LEVANTAMENTO DE DADOS PARA O PROJETO BIODIESEL DE ÓLEO DE COZINHA USADO.

Os mais novos foram aprender a medir os 30 metros para plantio de mata ciliar, noção de barranco estável e até como usar uma trena – ler os números na trena de 50 metros.

Ponto de encontro, estacionamento da catedral.

Aproveitamos para os novos estagiários fazerem as fichas de inscrição para o estágio e os antigos atualizarem suas fichas.

O Roberto e a Sonia Verdade, da diretoria da FUNVERDE, vieram pela primeira vez conhecer o projeto mata ciliar funverde.

Depois que quase todos chegaram, fomos ao Córrego Nazaré.

Alguns atrasadinhos se perderam no meio do caminho e outros nem conseguiram chegar, por isso que no primeiro mês de cada rio novo, nos encontramos na catedral para ensinar o caminho.

Mesmo sendo dentro da cidade, é difícil encontrar esses rios, afinal são 32.

Mesmo a metade ainda chegando, já iniciamos com informações para os estagiários – detesto gente atrasada, afinal, se marcamos para as 14:00 iniciamos neste horário e quem se atrasar que chegue na hora da próxima vez.

O Verdade e  o Hioka, químicos, explicaram os malefícios do plástico convencional e os benefícios do plástico oxi-biodegradável.

Depois falaram sobre os problemas causados pelo descarte inadequado do óleo de fritura.

Depois das explicações sobre os projetos, os estagiários foram divididos em 3 grupos para os 4 projetos.

Lembrando sempre que não importa o projeto, todos tem que participar do projeto mata ciliar ao menos 2 sábados por mês.

Conhecendo o local do plantio da mata ciliar.

Conhecendo a leucena, exótica invasora com suas milhares de sementes.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 10 de março de 2007 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 10 de março de 2007 – sábado

Reinício do projeto mata ciliar, ou deveria ter sido.

Com a chuva, dos 40 estagiários, só compareceram 7.

Ficamos meia hora embaixo de chuva esperando os outros, mas como ninguém vinha, fizemos uma reunião no Shopping Aspen para definirmos as metas do ano.

Pessoal, quando dizemos que com chuva não tem estágio, é chuva mesmo, com raios e relâmpagos, afinal, ninguém derrete com uma chuva fraca.

Isso que é dedicação, o Leandro foi catapultado da moto por um carro e compareceu, pelo menos para dar uma força moral no primeiro dia. Melhoras, Leandro, e por favor, pare de andar de moto, você mata todo mundo de susto.

Ficou definido que os estagiários do primeiro ano só ficam no PROJETO MATA CILIAR FUNVERDE, os do segundo e terceiro ano podem escolher entre o projeto PROJETO BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS e PROJETO ÓLEO RECICLADO.

Mas, todos eles, do segundo e terceiro ano tem que se comprometer a participar ao menos dois sábados por  mês no projeto mata ciliar, afinal, eles já tem prática de plantio desde o primeiro ano e podem ensinar os novatos.

De qualquer maneira, precisamos de muita gente para plantar a mata ciliar dos rios de Maringá, porque, se nós não plantarmos, ninguém o fará, ou, pelo menos, até hoje só nos estamos fazendo, desde 2004.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 02 de dezembro de 2006 – sábado

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 02 de dezembro de 2006 – sábado

Hoje aproximadamente 50 voluntários do curso de pós graduação em gestão de pessoas turma 2005 e os voluntários da FUNVERDE fizeram o plantio de 200 árvores no Córrego Mandacaru, na margem esquerda entre a Avenida Palmeiras e o Contorno Sul Major Abelardo Cruz.

O sol estava de rachar, o termômetro marcava 37ºC. Como não há previsão de chuva tivemos que aguar as árvores.

Primeiro, fizemos a apresentação dos projetos da FUNVERDE e a previsão para os projetos em 2007.

Deixamos os carros na margem esquerda do rio porque onde iríamos plantar não tinha sombra e fomos andando para o local do plantio.

A pickup do viveiro já estava esperando para ser descarregada mas o Hioka já tinha descarregado tudo sozinho, o que é um perigo nesta temperatura. Na próxima vez seremos mais rápidos para não deixar ele trabalhar sozinho.

Aguando.

Depois de algum tempo sob o sol escaldante, a maioria foi procurar uma sombra.

A Fátima da B&L Consultoria, parceira da FUNVERDE no Projeto Sacolas Ecológicas trouxe o filhote para ajudar no plantio.

O Narciso que ajudou a organizar o evento também trouxe seu filho.

A função mais agradável da tarde, mexer com água.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 28 de novembro de 2006 – Crime ambiental

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 28 de novembro de 2006 – Crime ambiental

Calma, sem stress, conte até dez … até tento, mas é revoltante demais.

Primeiro olhe as imagens do primeiro rio que a FUNVERDE recuperou – plantio de mata ciliar, detecção de lançamento clandestino de esgoto e posterior conserto pela SANEPAR, limpeza do rio – em 2005.

Agora olhe imagens anteriores do rio - pena que não no mesmo ângulo - anteriores ao derramamento de 400 litros de óleo, graxa ou sei lá o que - tenho o nome técnico da gosma do inferno, à tarde escrevo.

Recebemos uma ligação anônima ontem dizendo do ocorrido. Chamamos a polícia ambiental, que chamou o IAP, pegamos a máquina fotográfica e fomos ver o estrago.

É melhor suprimir meus os palavrões e mostrar o crime para que você possa se expressar com os seus próprios impropérios.

Na foto abaixo encontra-se a nascente do Córreto Diamante, agora cheia de óleo.

Ai vem o sujeito dizendo que foi “um acidente”. Que não imaginou que o óleo fosse parar no rio. Não animal, o óleo evanesce, evapora, vai para outra dimensão.

É sempre assim, demoramos um ano para salvar um rio e em um “acidente” o rio fica totalmente contaminado.

É caminhão com produtos químicos que caem em rios, navios que se arrebentam e contaminam o mar.

É sempre “um acidente”.

De qualquer maneira, deixemos para a polícia ambiental, o IAP e a prefeitura resolverem a parte legal.

E vamos olhar novamente o rio contaminado.

O mato está alto, mas a VIAPAR irá roçar na semana que vem, a última roçada do ano para evitar concorrência do capim colonião com as árvores até elas crescerem e fazerem sombra para o capim não crescer.

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