Sacola retornável Archive

Por que confiamos e indicamos os produtos da Vicbag

A FUNVERDE iniciou o projeto para banir as sacolas plásticas de uso único no Brasil em 2004. Em 2005 criamos a primeira lei que rapidamente foi copiada em varios estados e cidades do país.

Mas, desde o início do projeto tínhamos alguns problemas que precisavam ser resolvidos para o projeto ficar completo.

Um deles que foi resolvido em 2005 foi o plástico com ciclo de vida útil controlado biodegradável d2w, que resolveu nossos problemas com as embalagens de uso único que não podem ser banidas, a exemplo de embalagens de carnes, peixes, que contaminariam sacolas retornáveis.

O outro só foi resolvido no início de 2010, quando vimos que precisávamos urgentemente de uma parceira que comercializasse sacolas retornáveis com baixo custo, para que, da classe A até a classe C, D e E pudessem ter sua sacola retornável, sem que isso pesasse no orçamento familiar. A solução foi a Vicbag, a primeira e maior empresa de sacolas retornáveis do mundo. Após o contato com eles no início de 2010, demorou mais de meio ano para que pudéssemos divulgar seu produto, no final de 2010, com laudos de terceira parte para termos certeza de que eles seguiam os princípios da sustentabilidade.

A sustentabilidade é um tripé em que estão contidos os aspectos econômicos, sociais e ambientais e por isso precisávamos de uma empresa que respeitasse essas normas.

Após lermos o extenso relatório de sustentabilidade, pudemos apoiar a Vicbag que desde então, vem fornecendo sacolas para todo o país.

Surgiram muitos boatos contra a Vicbag, mas a FUNVERDE, apoiada não em fofocas, mas em relatórios e laudos continua a apoiar a Vicbag, que é a melhor alternativa para o varejista adquirir sacolas retornáveis a um preço e qualidade justos para que consigamos alcançar os objetivos do nosso projeto de banir as sacolas plásticas de uso único para sempre.

Abaixo, uma declaração da Vicbag atestando que seu produto sustentável, isto é, ecologicamente correto, socialmente justo e economicamente viável.

Clique na imagem para visualizar em tamanho maior.

Vicbag sacolas retornáveis de baixo custo

O ano começou diferente em várias cidades e estados do Brasil, a exemplo de São Paulo. O estado de São Paulo iniciou  o ano sem sacolas plásticas de uso único, através de acordo entre o governo e o varejo.

Com a proibição da distribuição gratuita das sacolas plásticas de uso único surge uma necessidade, a da utilização da sacola retornável que é durável, prática e ecologicamente correta.

A FUNVERDE incentiva desde 2004 a utilização de sacola retornável, pois apenas uma sacola substitui até 15 sacolas plásticas de uso único, diminuindo a poluição planetária.

Varejista, a Vicbag tem o produto que você necessita para atender seus clientes, a sacola retornável com alta qualidade e baixo custo.

Sacolas retornáveis em grande quantidade, a partir de 25.000 (vinte e cinco mil) unidades. Como o preço das sacolas é baixíssimo, sem concorrência no Brasil, você irá adquirir uma quantidade muito maior por um preço muito menor.

Para maiores informações, entre em contato com Charlotte Brun, da Vicbag falando em português.

Telefone 0021 33 1 4692 6654 – 21 é a operadora de telefonia, que pode ser substituída pela operadora de sua preferência.

Email charlotte@vicbag.com

Site www.vicbag.com

VicBag Group
31 rue Jean Jaurès

92800 Puteaux
França

Apesar da empresa ser na França, a língua não será uma barreira, pois você irá conversar com a Charlotte no mais perfeito português.

Veja algumas fotos abaixo.

A maioria delas tem reforço no fundo, porta garrafas – normalmente para 4 garrafas – nas laterais e um fecho.

Essas abaixo tem lugar para 4 garrafas nos cantos.

sacola VB Sac PP woven Melon

 

sacola VB trilogie passion

sacola VB view (Small)

Essa é imensa. Ótima para ir à feira, onde nenhuma fruta, verdura, legume ou tempero amassa o outro. Ela tem 90 cm de largura por 35 cm de fundo, uma alça grande e outra pequena e ainda um fecho.

 

sacola VB Superbagopn

sacola VB spar

Essa é de TNT, com um reforço no fundo e alças reforçadas.

sacola VB LEAF BAG CLEAR

Essa é lindíssima, de juta, encara um shopping sem constrangimento.

sacola VB jute logo copie

sacola VB DSC01809 fond blanc

sacola VB DPAM

Essa além de ter os porta garrafas dentro, tem o fecho ajustável.

sacola VB Auchan Italie

Essa é dobrável, se torna um saquinho de 15 cm e pode ser carregada na bolsa.

sacola VB carrefour

sacola VB 02

Essa tem rodinhas, para quando estiver muito pesada.

sacola VB Trolley vert bis

Estes são apenas alguns dos modelos da VicBag.

Gloria Kalil e o fim das sacolinhas plásticas

Há pelo menos dois anos muitas das melhores marcas de moda andam oferecendo de brinde para as mais diversas ocasiões – Natal, aniversários, desfiles – sacolinhas de pano em todos os formatos possíveis e imagináveis.

Eu e toda a turma da moda, devemos ter ganho pelo menos umas cinquenta delas ao longo deste tempo. Pois finalmente chegou a hora de usar pra valer as tais ecobags. Dia 25 de janeiro a cidade de São Paulo decretou o fim das sacolinhas plásticas no supermercados – lei que deve aos poucos ser implantada pelo país.

De agora em diante vamos ter que nos lembrar de carregá-las pra baixo e para cima, especialmente na hora das comprinhas de supermercado, farmácia, feira… Só tem um jeito: deixar algumas no porta-malas dos carros ou bem dobradas no fundo de todas as nossas it bolsas.

É claro que no começo vai ser uma amolação e aquela gritaria de sempre – nada é mais difícil do que mudar um hábito. E onde colocar compras molhadas como peixes? Ou: com que forrar lixinhos de banheiro? Onde jogar cascas de banana? E onde colocar o frasco do xampu para ele não vazar na nécessaire?

O tempo dirá!

Fonte – Blog Chic Gloria Kalil de 25 de janeiro de 2011

Gloria Kalil é Jornalista, empresária e consultora de moda. Diretora de confecções como Fiorucci e Jeigikei. Desde 1995 dedica-se à consultoria de estilo e negócios ligados ao campo da moda e do comportamento. Faz palestras e projetos especiais, como vídeos, planos de marketing para lojas de varejo e assessorias para indústrias e organizações institucionais como o Senac. Colabora também com matérias de moda para a imprensa escrita, televisão e outras mídias

Imagem – Sacolas Vicbag

Aprenda a fazer sacola retornável com aquela camiseta que você não usa mais

Chega de reclamar que você que não tem opção para carregar as compras com a proibição das sacolas.

Quem quer faz, é só ver este vídeo de um programa infantil onde o professor Sassá ensina as crianças a fazerem suas próprias sacolas retornáveis com material que seria jogado fora.

Então pare de tanta reclamação e se acostume, porque a era das sacolas plásticas de uso único acabou, passou, ficou no passado.

Aja como um cidadão do Século XXI e pare de emporcalhar o planeta. Use sacola retornável.

Foi às compras e esqueceu a sacola? Não tem problema, faça um furoshiki na hora!

Repetindo o post de 2010, porque a idéia é mais atual do que nunca.

Em 23 de setembro de 2009, durante o jantar de premiação do 1º prêmio FECOMERCIO de sustentabilidade  – a FUNVERDE participou da banca julgadora – A Sanae Murayama Saito, uma mulher fantástica, presidente do Sindivarejista de Campinas e região me ensinou a fazer uma sacola tão fácil de fazer que não dá para ninguém mais usar a desculpa para não usar sacola retornável, porque esta sacola que pode ficar dobrada dentro da sua bolsa para emergências, como compras de impulso em shopping, farmácia, banca de revista …

Claro que não estamos pedindo para você usar a furoshiki, esta sacola de nome tão estranho mas que é super prática, para fazer a compra do mês no supermercado, pois para grandes compras o ideal é usar sacolas retornáveis, caixas de papelão, carrinho de feira … qualquer coisa, menos as malditas sacolas de plástico de uso único, mas ela pode e deve ser usada quando você esqueceu a sua sacola retornável em casa para pequenas compras.

Assista abaixo, a maravilhosa matéria da Globo, realizada pela Juliane Guzonni, onde explicamos passo a passo como fazer uma furoshiki.

O furoshiki é a arte tradicional de embrulho japonês através da utilização de um tecido quadrado – de preferência um tecido que não amasse, como seda – que possibilita embrulhar qualquer objeto. Este tipo de sacola é usada no Japão há muitos séculos – seu uso se iniciou há mais de 1200 anos atrás - e só perdeu sua popularidade após a criação das famigeradas sacolas plásticas.

No ano passado o uso desta sacola foi resgatado pela ministra do meio ambiente, Yuriko Koike, que compreendeu o grande mal causado pelo uso das sacolas plásticas de uso único e melhor, entendeu que mudança de atitude individual pode o destino da coletividade e melhor ainda, começou a divulgar a furoshiki e a utilizar esta sacola. Nada melhor do que o exemplo. Foi lançada então a campanha Mottainai furoshiki – 3 Rs reutilizar, reduzir, reciclar – pelo governo japonês para resgatar a tradição japonesa e incentivar o uso da furoshiki de forma moderna, como sacola retornável e fizeram até o folheto abaixo, para ensinar as pessoas como fazer diversos tipos de sacolas retornáveis, embrulhos, tudo com um pedaço de tecido.

Abaixo alguns modelos de furoshiki do site Muhle. clique nas imagens para ver em tamanho maior.

Abaixo, mais um vídeo de como fazer uma furoshiki.

Quando for dar um presente, compre um tecido que não amasse, com padronagem que o presenteado gostar, e embrulhe este presente, pois na verdade você estará dando dois presentes, já que o embrulho não será descartado imediatamente no lixo e sim utilizado por muito tempo como uma sacola retornável e quem você presentear certamente lembrará mais tempo do presente que recebeu.

Mude o destino da humanidade e do planeta apenas mudando seus hábitos, use sacola retornável, use furoshiki.

Aprenda a fazer sua própria sacola retornável com jornal e cola

O artista plástico Elson Sposito ensina passo a passo

Com a polêmica envolvendo o fim das sacolinhas plásticas nos supermercados de Ribeirão Preto, o artista plástico Elson Sposito, morador do Jardim Flórida, criou há um ano uma sacola feita à base de jornal e cola.

 

Forte e resistente, a ideia de fazer as sacolas de jornal surgiu das conversas com o filho biólogo. “Ele foi me estimulando e comecei a pensar no que podia fazer com aquela pilha de jornal, que depois de ler perde a utilização”, explica. De acordo com ele, os custos com a sacola de jornal é só com a cola e a alça pode ser feita de fitas, barbantes ou panos velhos.

Em visita à redação do jornal A Cidade, ele ensinou passo a passo a confecção da sacola ecologicamente correta. Ao lado, na galeria de fotos, uma sequência de imagens ilustra todo o processo.

Para quem gostou da ideia e quer aprender diretamente com o artista, no dia 7 de fevereiro, terça-feira, às 20h, Elson vai realizar uma oficina sobre a sacola retornável no Centro Cultural Palace, em Ribeirão Preto.

Material

Separar 8 folhas duplas de jornal, um tubo de cola, duas tiras de tecido, duas tiras de papelão e uma caixa de papelão.

Confecção

Cole uma folha dupla sobre a outra, formando quatro peças.

Emende as peças com cola, formando uma fileira com as folhas.

Utilizar como molde para a sacola uma caixa de papelão, que será revestida (enrolada) com as folhas de jornal. A caixa não deve ser colada, para que sirva apenas como forma para a sacola.

Para fazer o fundo da sacola, basta unir com cola as quatro laterais inferiores como se fosse um embrulho de presente. Terminado o fundo, retire a caixa de papelão.

Para fazer a alça, basta dobrar a parte superior para o lado de dentro, como se fosse uma “barra” de calça. Nas duas partes maiores, cole uma tira de papelão para dar suporte à alça.

Faça um pequeno furo em cada lateral onde será colocada a alça. Utilize para fazer a alça o material de sua preferência. Pode ser barbante, sobras de tecidos, cadarço de tênis, etc. Na parte exterior, o nó deve ser maior do que o furo.

Acabamento

Passe uma camada de verniz à base de água para tornar a sacola mais bonita e resistente. Depois de pronta, aguarde por duas horas a sacola secar.

Fonte e imagens – Paulo Schneider, Jornal A Cidade de 26 de janeiro de 2012

Vai fazer compra hoje? Lembre-se de levar sua sacola retornável!

Vai fazer compra hoje? Lembre-se de levar sua sacola retornável.

É hoje. Finalmente, após a máfia do plástico derrubar 3 leis proibindo as sacolas plásticas de uso único, governo e varejistas do estado de São Paulo se uniram em um acordo para banir aquelas que representam 10% de todo o lixo gerado diariamente em qualquer cidade do país, as sacolas plásticas de uso único, que demoram 1 segundo para serem produzidas, são utilizadas por meia hora e depois ficam poluindo por 500 anos.

Kassab, Alckmin, APAS, parabéns pela coragem em enfrentar a máfia multibilionária do plástico para em nome do planeta e da humanidade.

Desde 2004 a FUNVERDE vem travando uma guerra contra a sacola plástica de uso único, perdendo inúmeras batalhas, mas ganhando algumas e garantimos, vale a pena, nossos descendentes merecem. Cada cidade, cada estado que adere à lei ou acordo, não nos importa, estamos mais perto do consumo sustentável, estamos mais perto de um planeta menos poluído para nossos descendentes.

Esta guerra começou aqui, em Maringá, no Paraná, em 2004, nos fundos de vales poluídos por sacolas plasticas e muitos outros produtos plásticos. Foi quando a FUNVERDE definiu que em 5 anos baniria as sacolas plásticas de uso único no país.

Em 2005, após um ano de busca por uma tecnologia que fizesse o plástico ser menos impactante ao planeta, descobrimos o plástico com ciclo de vida útil controlado biodegradável de petróleo d2w, que ao invés de durar 500 anos, em 18 meses se biodegrada. Definimos que este seria nosso primeiro passo, chamar a atenção para o problema e daria menos tempo de vida a estas sacolas plásticas e mais tempo de vida para a humanidade. Começamos a incentivar o uso de sacolas retornáveis  e definimos que em cinco anos, acabaríamos com as sacolas plásticas de uso único. Óbvio que produtos como FLV – sacos para frutas, legumes e verduras – e sacolas para embalar carne, peixe, frango … produtos contaminantes ainda usariam o plástico, mas estes poderiam ser acondicionados com plástico biodegradável de petróleo, que também poderia ser usado em todas as outras embalagens de uso único, como embalagens de xampu, iogurte, saco de arroz ou qualquer produto embalado em plástico.

Quando começamos a estudar este plástico, recebemos inúmeros laudos internacionais e nacionais e começam novos testes nacionais e então fomos descobrindo fatos assustadores do plastico, dia a dia. Ficamos sabendo que a sacola plástica de uso único representava 10% de todo o lixo gerado diariamente no país, que 80% dos plásticos eram de uso único e a cada descoberta nos preocupávamos mais em encontrar uma solução para este problema que se mostrava muito pior do que inicialmente imaginávamos.

A política nacional de resíduos sólidos estava quase completando duas décadas sem ser aprovada, a reciclagem no país não chegava a 1% – e não passa disso até hoje – menos de 10% das cidades tinha aterro sanitário, menos de 5% das cidades contava com reciclagem organizada pelo poder público … a cada descoberta ficávamos mais chocados e preocupados, nos perguntando porque ninguém do governo federal estava fazendo nada com relação ao lixo gerado no país.

Pronto, a solução estava pronta, agora era pegar as armas e iniciar a guerra pelo planeta e em cinco anos limpar o planeta, simples assim, ou assim, inocentemente pensávamos.

Criamos assim a primeira lei de muitas para banir as sacolas, primeiro só podendo usar sacolas com ciclo de vida útil controlado para minimizar os danos ao ambiente e divulgar o problema da plastificação para a população, mas já avisando para quem fazia a lei que em 5 anos a lei mudaria, não podendo ser usada mais nenhuma sacola, apenas a retornável. no final de 2006 a primeira rede de supermercados do país se juntou ao projeto passando a usar somente as sacolas biodegradáveis de petróleo, o Supermercado Cidade Canção, aqui em Maringá. Em 2007 a primeira lei foi aprovada aqui em Maringá. No final deste ano o governo do Paraná nos chamou para limparmos o estado das sacolas e assim o Paraná se tornou o primeiro estado a banir as sacolas plásticas de uso único convencionais, só podendo ser utilizadas sacolas ambientalmente corretas, biodegradáveis de plástico ou papel e retornáveis.

Em 2008 o conselho superior de sustentabilidade da FECOMERCIO de São Paulo nos convidou para falar para os maiores varejistas do país sobre nosso projeto e fomos convidados a participar do fórum permanente de varejo e consumo sustentável da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. 

Ainda 2007 começamos a enviar a lei para vereadores, prefeitos, deputados e governadores Brasil afora para que eles copiassem a lei e assim começaram nossos problemas. Foram dezenas de entrevistas em Rádio, Jornal e Televisão. O projeto ficou conhecido em todo o país e nós ficamos conhecidos pela máfia do plástico.

Até 2007 nem imaginávamos que tínhamos um inimigo tão poderoso, a máfia dos plásticos, com seus advogados caríssimos e cujo único objetivo foi, é e será sempre vomitar todo o plástico que pudessem, mas claro, sem responsabilidade de destinação pós consumo. Nossa vontade era apenas de proteger o mundo contra a vontade destas corporações de destruir o mundo.

Foi assim que encontramos o fim da inocência, aprendemos que não é só querer salvar o mundo, tem que lutar todas as batalhas, cidade a cidade, estado a estado, o que fizemos bravamente até hoje e sabemos que a guerra não acabou, mas antes de 2015 teremos ganho esta guerra em todo o país, pela humanidade e pelo planeta.

Ao longo dos anos fomos modificando as leis para podermos defender o planeta das corporações que visam somente o lucro, sem pensar no amanhã. Finalmente a lei foi alterada de proibição para comercialização das sacolas,  pois vimos que a consciência do povo brasileiro reside no bolso e que, enquanto houvesse sacola grátis, nada mudaria.

Algumas redes decidiram dar desconto de 3 centavos a cada cinco itens adquiridos – é a média de produtos que cabe em uma sacola – mas era pouco, brasileiro não dá valor a tão pouco, não tem ideia de quanto vale uma moeda e portanto nossa sugestão para a lei era de cobrar 10 vezes o custo de cada sacola, isto é, quer usar sacola, pague 30 centavos a unidade.

Vimos algumas ações coordenadas de varejistas e o governo municipal ou estadual fazerem um acordo, no caso da lei ser derrubada e isso começou a ocorrer em cidades de Santa Catarina, onde a primeira cidade a banir as sacolas plasticas de uso único foi Xanxerê, no dia primeiro de abril de 2009.

Convidamos os supermercadistas de Xanxerê para contar sua história pelo Brasil, para convencer os políticos que valia a pena banir as sacolas, participamos e eventos junto com a ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados em 2009 onde foram apresentados o caso de Xanxerê ao MMA – Ministério do Meio Ambiente. Foi nesta ocasião que o MMA começou a mobilização para acabar de vez com o uso indiscriminado da sacolas plásticas no Brasil.

Após inúmeras reuniões e muita conversa, estamos hoje vendo o início de uma nova era. A era da limpeza nas ruas, do final daquelas imagens de pessoas perdendo tudo nos dias de enchentes porque os bueiros estão entupidos com tantas sacolas plásticas de uso único jogadas incorretamente. Daquelas inúmeras sacolas voando nos dias de ventos fortes. Estamos iniciando uma era de cidadania plena, onde o cidadão age em vez de ficar somente reclamando, agora sabemos que podemos mudar o que está errado no planeta, onde a união entre as pessoas é o caminho para chegarmos a evolução, construindo um planeta melhor para nossos filhos e netos melhor do que o planeta que nos foi legado por nossos pais.

Temos muita história para contar sobre este projeto, mas o texto já está ficando longo demais. Aos poucos iremos contando toda a história, afinal a guerra ainda não está ganha. Não esquecemos do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais … e inúmeras cidades de apenas 5 mil habitantes em que seus governantes acabaram com as sacolas. A cada cidade que bane as sacolas plásticas de uso único nosso projeto cresce, o mundo fica mais limpo, e o destino do planeta muda, para melhor.

Lembrem-se deste dia, o dia em que os aterros e lixões de são paulo ganharam 10% a mais de vida útil. Isto é só o começo.

Imagem – Sacola Vicbag

E você ainda acha legal usar sacola de comida?

Comida no prato e sacola retornável, já!

Será que vai faltar sacola de plástico de comida?

Com estiagem, perdas na agropecuária chegam a 40% no RS

A estiagem que atinge o Rio Grande do Sul já impacta a produção da agricultura e da pecuária no Estado no início deste ano. De acordo com a Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), a escassez de chuvas provocou perdas de até 40% da produção. As culturas mais afetadas são as de milho, feijão e soja, além da oferta de leite.

“As principais regiões atingidas são a central, a norte e a nordeste do Estado. Nesses locais, as estimativas de perdas na produção do milho estão entre 20% e 30%. Na região de Santa Rosa, por exemplo, a produção de feijão perdeu cerca de 30% do total. Já na região central, a cultura de soja tem estimativas de perdas de 10%”, afirmou a doutora em agrometereologia da Fepagro, Loana Cardoso.

Já a produção da pecuária no Estado é a mais atingida com a falta de chuvas, pois o pasto, utilizado como alimento para o gado de leite, está escasso. “A produção leiteira perdeu entre 30% e 40%, principalmente do Vale do Taquari, na região central, já que as pastagens estão secando, diminuindo assim o alimento, e por fim, a produção de leite”, disse Cardoso.

De acordo com o Centro Estadual de Metereologia do Rio Grande do Sul (Cemet), a estiagem vem se prolongando desde setembro e não há previsão de chuvas significativas até a segunda quinzena de janeiro. “A ração, geralmente utilizada como complemento à alimentação, pode substituir o pasto, mas os produtores não contam com grandes estoques. Por isso, devem racionar o uso para manter a oferta, já que não sabemos até quando irá essa seca”, concluiu.

Fonte – Vinicius Pereira, Portal Terra de 04 de janeiro de 2012

Somos e sempre fomos contra utilizar comida para outro uso que não seja alimento, seja para humanos, seja para animais como alimentação indireta, nos perdoem os amigos vegetarianos.

Com o aumento da temperatura do planeta, o clima totalmente louco, desertificação, longas estações sem chuva, quebra de safras ano após ano, aumento da população planetária e estas megacorporações do mal ainda inventam mais esta, roubar comida do prato da humanidade para fazer uma sacola que será usada por meia hora e depois descartada.

Comida no prato e sacola retornável, já!

¿Bolsas hechas con comida? Pero a quién se le ocurre…

Como solución para reducir el número de bolsas de plástico que llevan años contaminando nuestros ríos, bosques, mares y selvas, el Gobierno sacó una ley (Ley 22/2011) que propone la sustitución de estas bolsas no biodegradables por bolsas fabricadas a partir de productos alimenticios.

¡Qué gran idea!

O sea, que ahora nos vamos a dedicar a cultivar para bolsas en vez de alimentar a las personas…

¡Qué no nos tomen el pelo!

Amigos de la Tierra creemos que ya es hora de dejar de generar residuos que la Tierra no puede soportar y de consumir más recursos de los que deberíamos. Para ello, queremos: concienciar a la población de lo importante que es realizar un consumo responsable, exigir a los gobiernos que gestionen los residuos adecuadamente e apoyar alternativas sostenibles que hagan posible el cambio…

Fonte – Amigos de la Tierra

Ainda bem que não estamos sozinhos na guerra contra as sacolas de comida.

Comida é para alimentar a humanidade e jamais para fazer sacola.

Comida para os humanos e sacola retornável, já!

São Paulo, SP – Sacola gigante é colocada no centro

Feita de material reciclável, a sacola serve para conscientizar os paulistanos a utilizar as reutilizáveis

Uma sacola gigante feita de material reutilizável está prendendo o olhar das pessoas que passam nesta segunda-feira pelo Largo São Bento, no centro de São Paulo.

Essa é uma iniciativa do governo do Estado em parceria com a prefeitura da capital para conscientizar os paulistanos a utilizarem sacolas reutilizáveis.

Lei das sacolas plásticas

As sacolas plásticas nos supermercados de São Paulo deixarão de ser gratuitas a partir do dia 25 de janeiro. Acordo entre o comércio e a prefeitura prevê o fim das embalagens para proteger o meio ambiente.

A medida deveria entrar em vigor em janeiro, mas foi barrada pela Justiça após uma ação do sindicato da indústria de material plástico, que alega que a medida pode provocar a demissão de 6.000 pessoas.

Apesar disso, a associação dos supermercados fez um acordo para acabar com as sacolas. O acordo prevê que 1.300 estabelecimentos acabem com a distribuição gratuita no dia 25. No lugar das embalagens gratuitas, os estabelecimentos passarão a vender sacolas biodegradáveis por R$ 0,19.

Quem não quiser pagar terá de levar as compras em caixas de papelão, mochilas ou sacolas de pano.

Fonte e imagem – Portal da Band de 16 de janeiro de 2012

Preparem suas sacolas retornáveis porque a era das sacolas acabou, finalmente.

Prefeitura de SP lança campanha contra sacolas plásticas

A Associação Paulista dos Supermercados (APAS) e a prefeitura de São Paulo lançarão a campanha de conscientização “Vamos Tirar o Planeta do Sufoco” contra o uso de sacolas plásticas, na próxima quinta-feira (15), na Praça Victor Civita.

O evento acontecerá no Museu Aberto da Sustentabilidade e terá a presença de comerciantes da capital e do prefeito Gilberto Kassab. Será um ato público que visa incentivar a população a dar preferência às sacolas retornáveis.

A lei que proíbe o uso de sacolas plásticas em São Paulo foi derrubada na Justiça pelo sindicato da indústria do plástico. Ao invés de recorrer da decisão, a prefeitura e a APAS estão unindo forças para a campanha de conscientização.

Atualmente, são cerca de 1.200 supermercados se adaptando a nova medida, sendo que muitos destes já oferecem alternativas mais sustentáveis. Oficialmente, a campanha começará no dia 25 de janeiro, aniversário de São Paulo, e pretende conscientizar os consumidores e a indústria.

A campanha se espalhará por outras cidades do interior do Estado. Em Jundiaí, por exemplo, uma ação similar resultou na redução de 95% no uso de sacolas plásticas. Hoje os locais que ainda usam embalagens optam pelos materiais biodegradáveis, que têm impacto ambiental menor.

Fonte – Milton Jung, rádio CBN / Ciclovivo de 12 de dezembro de 2011

Pois e, máfia do plástico, essa batalha vocês perderam. Após mais de meia década de guerra, finalmente conseguiremos acabar com as malditas sacolas plasticas de uso único no estado que mais usa sacolas no país.

Agora é só questão de tempo para o país todo se desplastificar.

Que venham as sacolas retornáveis.

A indesejada sacola plástica

Entrevista concedida pela FUNVERDE para a revista HM! de setembro/outubro/novembro de 2011 sobre as malditas sacolas plásticas de uso único.

Leia a matéria e no fim faremos alguns comentários. Clique nas imagens para ver em tamanho maior.

Aqui estamos nós, novamente, após mais de meia década de luta para banir as malditas sacolas plásticas de uso único, falando sobre o que? As malditas sacolas plásticas de uso único. Esperamos que esta guerra acabe antes de completar uma década.

Agradecemos imensamente à Ana Carolina Okubo por nos escolher para falar sobre o assunto, porque mesmo contra nossa vontade, somos os maiores conhecedores do assunto no país, porque fomos obrigados a aprender tudo sobre sacolas desde 2004, para combater a máfia dos plásticos e finalmente conseguir atingir nosso objetivo, que é banir a sacola plástica de uso único do planeta.

Os seguidores do plástico comentam que o plástico consome menos matéria prima e emite menor quantidade de CO2 na atmosfera durante sua produção. Análise perfeita, só que nada imparcial, aliás, parcialíssima, tendenciosa, defendendo os interesses da máfia do plástico.

Realmente, se fomos analisar a somente o fator fabricação e compararmos uma sacola plástica de uso único e uma sacola retornável de algodão, a sacola plástica de uso único ganha disparado, mas, sempre tem um mas … Leia os próximos parágrafos.

Para se fabricar uma sacola retornável de algodão temos que usar terra fértil para o plantio do algodão, água potável para irrigação, adubo químico, e muitos, mas muitos tipos de veneno para controlar as pragas, tudo isso mais petróleo para abastecer as maquinas que irão irrigar, adubar e envenenar a plantação. Depois mais petróleo para abastecer a colheitadeira e o caminhão que irão levar este algodão para a fábrica, que depois irá usar máquinas abastecidas com petróleo ou eletricidade para separar a fibra do caroço, lavar a fibra, transformar em linha e posteriormente em tecido e por fim distribuir este tecido para todo o país para lojas usando caminhões para o transporte – mais petróleo -, que depois irão vender para fábricas que confeccionarão as sacolas retornáveis em algodão usando eletricidade. Parece desanimador e com uma pegada ecológica fabulosa, não? Calma, não se desespere, o cenário irá mudar, continue lendo.

Para se fabricar uma sacola plástica de uso único é só furar o planeta no mar ou em terra firme, usando petróleo para abastecer as maquinas que perfuram e retiram o óleo negro de dentro do planeta. Se for por mar, mais petróleo para os navios, se for por terra, petróleo para os caminhões que levarão o petróleo para as refinarias – isso quando não tem canos levando o petróleo direto para as refinarias. Mas tudo bem, certo? Afinal petróleo para perfurar, transportar, é tudo petróleo mesmo. Chega na refinaria e mais petróleo ou eletricidade é usado para refinar este petróleo e neste refinamento sobra um percentual de nafta, de 3 a 7%, que é a matéria prima do plástico. Daí esta nafta é transportada por caminhões para as fábricas que usarão eletricidade para em 1 segundo produzir uma sacola plástica de uso único. Aí você dirá: que embalagem perfeita, usa menos recursos naturais, é minha escolha para transportar compras, sem dúvida! Calminha aí segure seu entusiasmo, continue lendo.

Não confie nas aparências, vamos mostrar que apesar da máfia do plástico usar esta abordagem para dizer que o plástico é fantástico, que a sacola plástica de uso único é o bicho da goiaba, a última bolacha do pacote, tudo é encenação para confundir a cabeça do consumidor, para que ele continue viciado em sacolas.

Ao usar apenas uma sacola retornável você deixa de utilizar no mínimo 15 sacolas uso único ao fazer suas compras, pois uma sacola retornável de tamanho convencional – 50 cm de largura x 40 cm de altura x 20 cm de fundo – acondiciona o mesmo que seriam necessárias 15 sacolas plásticas de uso único para acondicionar a mesma quantidade de produtos. Segundo dados da Associação Brasileira de Supermercados, uma sacola plástica de uso único acondiciona em média cinco produtos. Só isso, sério? Explicamos. Quando você compra produtos pesados como arroz, refrigerantes, bebidas, qualquer coisa pesada, tem que utilizar duas ou até três sacolas plásticas, o que derruba a média de produtos por sacola. A sacola retornável no entanto, não enfrenta problema com peso, pois uma de algodão suporta mais de 30 quilos.

A sacola retornável pode e deve ser utilizada por muitos e muitos anos, enquanto uma sacola plástica de uso único é usada só uma vez e depois descartada, muitas vezes indevidamente. Você se Lembra do lixão no meio do pacífico onde se concentra uma grande quantidade de plásticos? Lembra-se das sacolas voando à mínima brisa?

Conforme a máfia do plástico diz, as sacolas retornáveis contaminam os produtos contidos dentro delas, sacolas retornáveis causam doenças, sacolas retornáveis matam. Esqueçam este argumento furado, tendencioso, que novamente, quer fazer você continuar escravo das sacolas plásticas de uso único. Quando você está sujo, você não toma banho e fica cheirosinho novamente? Quando sua roupa está suja, você não lava sua roupa querida? Então nos responda, porque alguém não lavaria sua própria sacola retornável, que é usada diariamente como uma roupa? Usou? Sujou? Lavou! Simples, sustentável, limpo, responsável.

Não estamos aqui falando de sacolas de papel de uso único, que são ridículas, um crime contra a humanidade, pois usa terra fértil e água potável e tudo o mais que se usa para plantar algodão, agora para se plantar milhares de árvores, cortar estas árvores, usar uma série de produtos químicos agressivos para transformar estas árvores em papel e finalmente em sacola de papel e no fim do ciclo a sacola só é usada por meia hora e jogada fora. Num país em que a reciclagem não alcança 1%, e a possibilidade desta sacola ser reciclada é muito pequena. E lá se foi solo fértil e água potável para o lixo.

Também não estamos falando de sacolas plásticas de uso único do pseudo plástico verde da Braskem que usa terra fértil e água potável, mais veneno, adubo químico etc. para plantar cana e fazer uma sacola que demorará os mesmos 500 anos para se decompor, o mesmo que uma sacola plástica de uso único de petróleo. Tem notado que o açúcar tem subido de preço? E o preço do álcool para abastecer seu carro, notou algum aumento abusivo? Então, agradeça ao plástico pseudo verde, o engodo do momento. Cadê a terra fértil e a água potável daqui, perguntarão nossos descendentes. O plástico verde comeu, responderemos envergonhados, se não impedirmos a fabricação de mais este sumidouro de recursos naturais.

Também não estamos falando de sacolas plásticas de uso único de comida, a sacola de amido da Basf, que usa terra fértil e água potável, mais adubo, veneno, para plantar alimentos que contenham amido, a exemplo do milho, batata, arroz, mandioca, trigo … todo alimento que contenha amido é um potencial produtor de plástico de comida. Tem amido, vai ser roubado do prato de uma humanidade cada vez mais numerosa e faminta para fabricar plástico que será usado por meia hora e depois descartado. Crime contra a humanidade. Roubo de terra e água das próximas gerações. Com mais um agravante, se não for descartada em composteira – dá para contar nos dedos de uma mão as cidades que possuem composteiras no país – não irá se biodegradar em 180 dias, gerará metano, não pode ser reciclada junto com o plástico convencional, se bem que nenhuma sacola plástica é reciclada, mas esse plástico de comida é outra imbecilidade inventada, uma imbecilidade que pode custar o alimento dos humanos do futuro.

Daí vem os adoradores d plásticos plástico dizer que apenas 0,2% do conteúdo de aterros sanitários são compostos por sacolas plásticas, ou melhor, por plásticos e como sabemos que 20% de todo o lixo gerado diariamente é composto por plásticos e 50% de todo o plástico é composto de sacolas plásticas, então, 10% de todo o lixo gerado diariamente é composto por sacolas plásticas, o quer dizer que, hmmm … será que eles querem dizer que todo o resto é descartado incorretamente, que está voando pelo planeta à primeira ventania, será que eles querem dizer que o resto sacolas, 9,9% de todas as sacolas plásticas de uso único está no lixão do pacífico? É uma interpretação válida, você não acha?

Mas não, cremos que eles querem mentir para você, cidadão, dizer que praticamente não existe produção de sacola plástica no país, que nós que defendemos o banimento das sacolas plásticas de uso único não sabemos do que estamos falando, que estamos fazendo uma tempestade em um copo de água. Só se for copo plástico descartável que, a exemplo da sacola plástica de uso único, também não é reciclado. Eles querem fechar seus olhos para que você não perceba o tamanho da poluição que eles causam, fabricando bilhões e bilhões de sacolas plásticas todo o ano, só no Brasil, tendo lucro, mas não se responsabilizando pela destinação pós-consumo, não realizando logística reversa, enfim, eles fabricam e depois dizem, tome, que o filho é seu, ou melhor, a sacola é sua, se vire.

E esta, não é para rir? Dizem que o plástico nos lixões impedem o chorume, Ô loco, exageraram na defesa do indefensável. Quando você acondiciona matéria orgânica, que é o lixo de cozinha, cascas e restos de alimentos dentro de uma sacola, ela impede que esta matéria orgânica se biodegrade na presença do oxigênio, gerando chorume e metano, gás com poder de aquecer o planeta 23 vezes mais que o CO2, que é gerado na biodegradação fora da sacola plástica de uso único. Quando matéria orgânica é biodegradada fora do plástico ela encontra oxigênio e se biodegrada sem chorume, gerando adubo orgânico e não gerando metano. Outro problema com sacolas e aterros ou lixões é que eles impermeabilizam estes locais, provocando desmoronamentos destes locais.

Sacola plástica não é saco de lixo e nem deve ser usada para tal. Com o fim das sacolas plásticas de uso único haverá o aumento da reciclagem, pois quem separa lixo para reciclagem economiza 75% em sacos de lixo. Explicamos, quando você separa o material para reciclagem, este material representa em volume 75% de todo o lixo e deve ser acondicionado em sacos retornáveis. Pode ser um saco de ráfia, um saco de lixo bem grande, caixas de papelão. O importante é que você entrega o lixo para a reciclagem e a embalagem fica em sua casa para poder ser reutilizada na semana seguinte.

Quanto aos 25% do lixo que é orgânico e rejeito, você pode usar aqueles saquinho transparentes que você coloca cebola tomate, chamados de FLV – Legumes Frutas e Verduras – e depois não sabe o que fazer com ele. Use para acondicionar lixo orgânico e se tiver um quintal, faça você mesmo a compostagem, pois pouquíssimas cidades contam com composteiras no país.

É adorável como eles afirmam, na cara dura, sem nem ficar com as bochechas rubras, que o dever de reciclar e educar a população é exclusivo do governo. Não é com eles, o negócio deles é fabricar, lucrar, só isso. Senhores, não finjam que desconhecem as leis 11.445 e 12.305 e tantas outras mais que afirmam que vocês tem SIM responsabilidade solidária, vocês são SIM responsáveis por destinar o que fabricam.

Mais blábláblá dos adoradores do plástico:

100% das sacolas plásticas de uso único são usadas como saco de lixo. Já dissemos que não se deve usar sacolas plásticas de uso único para acondicionar lixo e explicamos o porque.

71% dos consumidores preferem sacolas plásticas para transportar compras. Claro que sim, são pessoas acomodadas, viciadas em plástico, egoístas, que preferem comprometer o futuro dos seus próprios descendentes a assumir a responsabilidade de usar sacolas retornáveis.

75% dos consumidores são a favor da distribuição das sacolas plásticas de uso único no varejo. Claro que os consumistas de plantão estão se referindo à distribuição gratuita. Ou melhor, que eles acham ser gratuita. Será que são tão tapados que não percebem que o custo da sacola está embutido em qualquer produto que adquirem? Que se for banida a sacola plástica de uso único toda e qualquer mercadoria ficará menos cara?

E sobre esses dados acima, não esqueça que são dados da máfia do plástico, portanto, maquiados para servir aos seus propósitos.

Lembra do começo da matéria, em que o ministério do meio ambiente fez uma pesquisa? Nesta pesquisa você pode acreditar, porque é isenta de interesses econômicos e esta pesquisa diz que 75% da população defende o fim das sacolas plásticas de uso único.

Quem quer o banimento das sacolas plásticas de uso único já é maioria. Para a minoria, o peso da lei, a cobrança pelas sacolas, multas pesadas, porque se esperarmos as pessoas acomodadas, preocupadas com o próprio umbigo mudarem, vamos esperar sentados, sendo destruídos por bilhões de sacolas plásticas anualmente, por causa dos acomodados, egoístas que representam 99% da humanidade.

E o programa da indústria do plástico para enrolar a população e posarem de heróis. Faz-nos rir. O programa se resume simplesmente em fingir que querem diminuir 30% das embalagens para ajudar o planeta. Mas como? Como? Aumentando em 30% a quantidade de plástico por sacola. E o pior, a população alienada, que perdeu o poder de raciocinar por causa do vício em novela acredita em tudo. Qualquer besteira que se fale, ninguém pensa, ninguém quer pensar. Ah, e somente duas redes de supermercado no país aderiram a este programa, isto dito por um representante da máfia da indústria do plástico este ano.

Eles vem com números absurdos, que no início do ano foram desmascarados pela associação paulista de supermercados em que seu presidente diz que só a cidade de São Paulo usa 30 bilhões dela por ano. E eles vem dizer com números baixinhos, fantasiosos, esperando nos enganar. Não se engane, a máfia do plástico está soterrando a humanidade com suas sacolas malditas.

Daí vem eles vem dizer que são contra leis, leis estas em sua esmagadora maioria ou criadas pela FUNVERDE ou copiadas da lei original de 2005 da FUNVERDE. Dizem que leis são rápidas, mas não educam. Que lorota, que besteira. É só ver a lei do cinto de segurança. Ninguém usava antes da lei e agora todos usam. Vamos dar o exemplo da Europa. Pedestres esperam o sinal abrir e não atravessam mesmo que não tenha carro chegando, ninguém joga lixo na rua, todos separam lixo para reciclagem e mais um monte de exemplos. Será que é por educação? Não é não, é pela força da lei. A lei educa a primeira geração e as subsequentes são educadas pelas gerações anteriores. A consciência dos humanos reside no bolso. Lei e multa, isso muda o comportamento da população.

Se você teve paciência para ler até agora, já estamos finalizando, seja forte e aguente a leitura mais um pouco. Você sabia que desde a primeira sacola, aquela fabricada na década de 80 do Século XX, todas estão ainda poluindo o planeta e ainda ficarão por uns cinco séculos poluindo e matando animais? De milhões para bilhões em pouco tempo. Se não agirmos, logo serão trilhões por ano.

Nós somos responsáveis pela nossa casa, que é o planeta em que vivemos. Nós temos a obrigação de diminuirmos o consumo e limpar a sujeira que nossos antepassados e nós geramos. Nós temos o dever de deixar o planeta mais limpo para os próximos habitantes do planeta.

Os seres do amanhã ainda não estão aqui para defenderem seus direitos, seu território, seu planeta, mas nós estamos.

Utilize sempre os 5Rs, para diminuir geração de resíduos, que hoje já passa de 1 quilo / dia por pessoa no Brasil.

REPENSAR a nossa relação com o planeta e de como o nosso consumismo está afetando a viabilidade da continuação da raça humana e de todos os outros seres vivos, com o objetivo de nos tornarmos consumidores sustentáveis e diminuir a geração de lixo;

RECUSAR o que faz mal ao planeta e às pessoas, como no caso das sacolas plásticas e de tantas outras besteiras inventadas e também jamais adquirir produtos com embalagens que não possam ser recicladas ou com sobreembalagens;

REDUZIR nosso consumo somente para o necessário para que todos – inclusive os humanos que ainda não nasceram – tenham à sua disposição os recursos naturais, ar limpo, terra fértil e água potável para para viverem uma vida digna;

REUTILIZAR todas as  embalagens antes de separar para a reciclagem e finalmente,

RECICLAR, isto é, separar todo o material para a reciclagem e compostagem.

Supermercado não lucra com as sacolinhas

Diretoria da Apas intensifica ação para vencer as resistências e garantir sucesso com substituições.

A direção da Apas (Associação Paulista de Supermercados) resolveu escancarar as informações sobre as sacolinhas de plástico para tentar vencer as últimas resistências contra a sua retirada dos estabelecimentos. Tanto que o diretor regional em Bauru, Erlon Ortega, não economiza na explicação.

“Precisamos ser francos: os supermercados não lucram com as sacolinhas. Aliás, quem paga por elas é o próprio cliente porque esse custo já está embutido nas mercadorias”.

Erlon esclarece que a partir de 25 de janeiro de 2012, quando se espera tirar de circulação as sacolinhas, os supermercados oferecerão opções aos clientes a preço de custo. Como outra sacola plástica que poderá ser comprada – e que “nasceu para ser descartável porque é feita por meio de reciclagem. E, claro, se decompõe no ambiente muito antes do que os 100 anos previstos das outras sacolinhas.

Alternativas

 Além disso, vários tipos de sacola retornável serão oferecidas com capacidade para receber de 6kg até 15kg de mercadoria cada uma.

A partir de R$ 0,19 (sacolinha de amido de milho), o cliente já poderá ter uma sacolinha que demora de 6 a 9 meses para se decompor. Outras custarão a partir de R$ 0,50. “Também incentivamos o uso de caixas de papelão”, acrescenta.

O planeta agradece por essa mudança de hábito.

Fonte – Agência Bom Dia de 11 de novembro de 2011

Qualquer ameba apática já sabe que quem paga pela sacola plástica de uso único é o consumidor. Batemos nesta tecla desde 2004, quando decidimos que iríamos iniciar uma cruzada contra as sacolas plásticas de uso único, que representam 10% de todo o lixo gerado diariamente em qualquer cidade do mundo.

Parabéns ao estado de São Paulo que é a maior população do país, com mais de 30 bilhões de consumidores. Veja que não dissemos cidadãos, dissemos consumidores, consumistas, pois se fossem cidadãos, não precisaríamos estar em guerra já há mais de meia década contra a sacola plástica de uso único, os cidadãos entenderiam os malefícios das sacolas e por vontade própria já teriam banido estas pragas.

De qualquer maneira, finalmente o estado de São Paulo em 2012 se verá livre desta praga que jamais deveria ter sido inventada, que plastifica o país desde a década de 80 do século passado e qualquer uma destas sacolinhas, desde a primeira que foi fabricada ainda está poluindo o planeta e ficará poluindo ainda por algumas centenas de anos.

Estamos recebendo notícias da campanha de plastificação do estado, dando palpites, acompanhando de perto e apoiamos completamente esta inciativa do  estado, que muitas vezes está acontecendo cidade a cidade do estado, cada uma adaptando a lei à sua realidade.

Agora, desde o início da campanha, estamos brigando porque não concordamos com a venda de sacolas de amido ou de cana, que usam recursos naturais cada vez mais preciosos, que são terra fértil e água potável para produção de comida e depois transformam esta comida em sacola para ser usada por meia hora. Isto é um crime contra a humanidade, isto é roubar comida do prato de milhões de humanos famintos e roubar a terra fértil dos seres do amanhã.

Tem mais, a sacola de amido tem no máximo 25% de amido e o resto é petróleo. Então dizer que sacola de amido é ambientalmente correta é uma baita de uma mentira que a brakem nos conta.

A sacola de cana demora 500 anos para se degradar, o mesmo que uma sacola de plástico de petróleo. Dizer que é sustentável é outra mentira que basf nos conta.

Somos sim a favor da venda da sacola plástica de uso único, afinal, a consciência da humanidade reside no bolso. E que se venda a no mínimo 30 centavos a unidade, que é em média 10 vezes o preço de custo da sacola, para o consumidor sentir no bolso o estrago que uma sacola causa.

Agora, Se querem vender sacola de uso único, que vendam sacolas biodegradáveis de petróleo, as sacolas com ciclo de vida útil controlado com aditivo d2w, que em 18 meses já terá se biodegradado.

E acaba aí nossa briga com qualquer um que queira banir as sacolas, porque não se pode trocar seis por meia dúzia, não se pode trocar sacola de petróleo, que ainda é um produto abundante, que é a matriz energética mundial por sacola de comida, que aumenta a fome no mundo, que rouba comida e água dos humanos de hoje e terra fértil dos humanos de amanhã.

E por fim, use sempre sacola retornável, esta sim, a única solução para a plastificação do planeta.

 

 

Governador de São Paulo irá incentivar o uso de sacolas retornáveis

Alckmin participou do II Fórum de Sustentabilidade, na cidade de Paulínia, evento que marcou a abertura da 2ª edição do Festival de SWU (Start With You).

Segundo ele, o governo irá retirar a cobrança do ICMS das sacolas reutilizáveis para que a sacola plástica seja abolida.

A partir do dia 25 de janeiro de 2012, os supermercados de todas 645 cidades do Estado, segundo ele, deixarão de utilizar a sacola descartável.

Ele também ressaltou que o governo, por meio da Sabesp, irá intensificar as campanhas contra o desperdício de água.

Fonte – Agência Estado de 12 de novembro de 2011

I am a green … enganação

Se você não se importa com:

1 – Mais de 1 bilhão de pessoas sem comida;

2 – Mais de 1 bilhão de pessoas sem acesso a água potável;

3 – Aumento de preços de alimentos (preços internacionais de alimentos estão subindo quase 50% por ano);

4 – Aumento do preço do álcool combustível (etanol);

5 – Aumento do preço do açúcar;

6 – O Brasil importando álcool e pagando preços altos por não ter produção interna suficiente;

7 – Seus filhos e netos correndo o risco de não ter o que comer num futuro bem próximo;

8 – Gases efeito estufa como CO2, Metano (23 vezes mais potente que o CO2) e Óxido Nitroso (300 vezes mais potente que o CO2);

9 – Dinheiro publico sendo emprestado pelo BNDS para financiar estes projetos eco-engodos a juros subsidiados;

10 – Com os supermercados vendendo sacola de comida, contribuindo com aumento da fome no planeta.

Então compre nos supermercados sacolas compostáveis fabricadas com comida misturada com petróleo (menos de 25% de amido e o resto de petróleo), que não podem ser recicladas, não podem ser recicladas com os plásticos convencionais, não podem ser fabricadas com plásticos convencionais reciclados e que vão parar no lixo. Comida na forma de sacola, para ser jogada no lixo, sem qualquer outra utilização e que para serem fabricadas, usam terras férteis, água fresca, e adubos nitrogenados que emitem Óxido Nitroso e Metano quando biodegradarem nos lixões e aterros.

Ou então compre produtos plásticos descartáveis fabricados com o plástico derivado de Etanol de cana de açúcar, aquela mesma planta que produz açúcar para sua alimentação e álcool (Etanol) que você utiliza como combustível, ou está misturado na gasolina e que demora os mesmos 500 anos para sumir do planeta, como sua equivalente, a sacola de petróleo.

Seja cúmplice deste crime e engodo ambiental, comprando protetores solares, iogurte, xampu e outros produtos que estão sendo vendidos no Brasil e no mundo sob o falso apelo verde.

Mas se você se preocupa com os humanos, com o planeta, e com seus filhos e netos, então recuse comprar em supermercados que usam sacolas feitas de comida, não comprem produtos que tentam te enganar dizendo serem verdes só por que foram fabricados com plástico de Etanol, que ajuda a devastar o planeta, fontes de água e alimentos.

Você é o responsável pelas suas ações. A decisão é sua. Avisado você foi e pelo menos você não  poderá dizer que não sabia.

Agora, sem brincadeira, se você não tiver outra opção a não ser comprar nesses supermercados que vendem sacolas de comida, leve sua sacola retornável e pressione o gerente, encha a paciência dele para que, se forem vender sacolas plásticas de uso único para desestimular o consumo, que estas sacolas sejam biodegradáveis de petróleo com ciclo de vida útil controlado d2w, que em 18 meses já terá sumido da face da terra. Imagine você se o gerente não tiver tempo de fazer mais nada a não ser ficar ouvindo reclamação do cliente. Isso fará os supermercados banirem as sacolas de comida rapidinho. Você pode mudar o mundo, basta agir.

O que é uma sacola de comida? É a sacola fabricada a partir de amido de alimentos como milho, mandioca, trigo, batata, arroz … qualquer planta que contenha amido é potencialmente uma sacola de comida. Qualquer alimento que contenha amido pode ser roubada do prato dos humanos para ser transformada em uma sacola que será usada por apenas meia hora. Isso é um crime, um uso muito imbecil para qualquer alimento e para os recursos naturais – terra fértil e água potável – usados na sua produção.

I am green … washing – plásticos de Etanol

Uma fábula a álcool

Era uma vez, um país que disse ter conquistado a independência energética com o uso do álcool feito a partir da cana de açúcar. Seu presidente falou ao mundo todo sobre a sua conquista e foi muito aplaudido por todos. Na época, este país lendário começou a exportar álcool até para outros países mais desenvolvidos. Alguns anos se passaram e este mesmo país assombrou novamente o mundo quando anunciou que tinha tanto petróleo que seria um dos maiores produtores do mundo e seu futuro como exportador estava garantido.

A cada discurso de seu presidente, os aplausos eram tantos que confundiram a capacidade de pensar de seu povo. O tempo foi passando e o mundo colocou algumas barreiras para evitar que o grande produtor invadisse seu mercado. Ao mesmo tempo adotaram uma política de comprar as usinas do lendário país, para serem os donos do negócio. Em 2011, o fabuloso país grande produtor de combustíveis, apesar dos alardes publicitários e dos discursos inflamados de seus governantes, começou a importar álcool e gasolina.

Primeiro começou com o álcool, e já importou mais de 400 milhões de litros e deve trazer de fora neste ano um recorde de 1,5 bilhão de litros, segundo o presidente de sua maior empresa do setor, chamada Petrobras Biocombustíveis. Como o álcool do exterior é inferior, um órgão chamado ANP (Agência Nacional do Petróleo) mudou a especificação do álcool, aumentando de 0,4% para 1,0% a quantidade da água, para permitir a importação. Ao mesmo tempo, este país exporta o álcool de boa qualidade a um preço mais baixo, para honrar contratos firmados.

Como o álcool começou a ser matéria rara, foi mudada a quantidade de álcool adicionada à gasolina, de 25% para 20%, o que fez com que a grande empresa produtora de gasolina deste país precisasse importar gasolina, para não faltar no mercado interno. Da mesma forma, ela exporta gasolina mais barata e compra mais cara, por força de contratos.

A fábula conta ainda que grandes empresas estrangeiras, como a BP (British Petroleum), compraram no último ano várias grandes usinas produtoras de álcool neste país imaginário, como a Companhia Nacional de Álcool e Açúcar, e já são donas de 25% do setor. A verdade é que hoje este país exótico exporta o álcool e a gasolina a preços baixos, importa a preços altos um produto inferior, e seu povo paga por estes produtos um dos mais altos preços do mundo. Infelizmente esta fábula é real e o país onde estas coisas irreais acontecem chama-se Brasil.

Fonte – Celio Pezza

E aí, você ainda acha  sustentável, ecologicamente correto, a salvação da lavoura, o último biscoito do pacote, o bicho da goiaba … usar terra fértil e água potável, recursos naturais cada vez mais escassos, para plantar cana e fazer sacola de plástico para ser usada por meia hora e depois jogar esta sacola no planeta para ela ficar poluindo por 500 anos? Sim, porque plástico de cana dura os mesmos 500 anos que o plástico de petróleo.

Plástico de petróleo, ou melhor de nafta, que é um subproduto do refino do petróleo, em que sobram de 3 a 7% de nafta, se não for transformada em plástico, será queimada nas usinas aumentando a temperatura do planeta. O problema do plástico de  petróleo de uso único – qualquer plástico de uso único, que representam 80% de todos os produtos de plástico, mas principalmente, a sacola plástica de uso único que representa 50% de todos os produtos de plástico – é que ele fica poluindo por 500 anos e por isso apoiamos desde 2005 o plástico biodegradável de petróleo com ciclo de vida útil controlado d2w, que em 18 meses já terá voltado ao planeta.

Mas, e preste atenção no mas, sacola biodegradável de petróleo só deve ser usada onde não for possível usar sacola retornável, esta sim, a solução final para a plastificação do planeta.

Sacola de papel ou de plástico, qual a melhor opção?

Plástico ou papel, Oh, dúvida cruel! Qual das duas sacolas de uso único devo escolher para carregar minhas compras? É lógico que nenhuma das duas, que são péssimas para o planeta. Use sempre sacolas retornáveis, podendo ser até sacola retornável fabricada com, mas, atente para o detalhe, desde que não seja plástico fabricado de comida.

O que é plástico de comida - é o plástico fabricado com o amido de batata, milho, mandioca arroz e farinha … qualquer comida que contenha amido tem o potencial de ser desviada do prato dos humanos pela máfia do plástico para fabricar sacola. Tem também o plástico de cana, que ao invés de ser transformada em açúcar, também vira sacola, com o agravante de demorar os mesmos 500 anos para sumir da face da terra, assim como o plástico de petróleo.

Tenha sempre sacolas retornáveis na bolsa, na mochila, no carro, na moto ou bicicleta, em casa, no trabalho … crie este bom hábito, para não ser pego desprevenido nas chamadas compras por impulso, que é sempre a desculpa usada por quem não usa sacola retornável. Em qualquer matéria na tv, quando alguém é entrevistado, dá sempre a mesma desculpa: nooosaa, sabe, eu sei da importância de usar sacola retornável. Só não estou usando hoje, porque não programei a compra. Ou então: puxa vida, tenho sacola retornável sim, um montão delas, mas estão todas em casa. Seria hilário, se não fosse trágico, se não fosse um ato criminoso.

Usar sacola retornável significa banir sacola plástica de uso único, que por sua vez significa diminuir em 10% de todo o lixo gerado diariamente em qualquer local do país e, lembre-se, a reciclagem das sacolas de plástico de uso único é próxima de zero, pois elas são leves e é necessário coletar mais de 500 delas para conseguir um quilo de plástico e elas estão sempre contaminadas com o lixo depositado dentro delas. Portanto, não são recicladas e ficam por 500 anos poluindo o planeta.

Mas, e sempre tem o mas … nos casos em que é impossível usar sacola retornável para acondicionar produtos, como no caso de produtos molhados como em açougue, peixaria ou qualquer produto que contamine a sacola retornável, prefira sempre a sacola plástica de uso único à sacola de papel de uso único.

Você que acompanha a página da FUNVERDE, já sabe que sacola de papel usa recursos naturais valiosos e que jamais deveriam ser usados para fabricar algo que é usado por meia hora e depois descartado. Terra fértil e água potável devem ser usados para plantar alimentos para uma humanidade em crescimento, afinal, já passamos dos 7 bilhões, muitos dos quais, famintos e sedentos.

No entanto, sacolas plásticas de uso único já tem uma alternativa ambientalmente correta, que é adicionar aditivo que promove a biodegradação da sacola em 18 meses, transformando o plástico eterno que fica poluindo rios e mares por 500 anos em um produto que em 18 meses terá se biodegradado. Este plástico é conhecido como plástico com ciclo de vida útil programado d2w ou plástico oxibiodegradável ou ainda plástico biodegradável de petróleo.

Então, não se sinta tão culpado se for obrigado a usar sacolas de plástico de uso único, se elas forem biodegradáveis de petróleo, mas não se sinta tão confortável a ponto de esquecer as sacolas retornáveis, estas sim, são a solução para a plastificação do planeta.

Vamos aos comentários dos gráficos abaixo.

 

Os as duas sacolas analisadas são usadas apenas uma vez, por no máximo meia hora. Isso quer dizer que não importa a quantidade de energia usada para fabricá-las, mesmo que a sacola de plástico ganhe sempre de papel, a sacola retornável será sempre a vencedora, não importa de que material seja fabricada, será usada por centenas de vezes, durante anos, portanto, nem precisamos comparar com as duas acima.

As duas sacolas analisadas são utilizadas apenas uma vez, por no máximo meia hora e depois descartadas, portanto são inúteis e incompatíveis com o consumo sustentável. Isso quer dizer que não importa quanto a sacola de plástico é melhor que a sacola de papel – realmente é – mas o que importa é que a sacola retornável, não importa o material de que seja fabricada, é infinitamente melhor que as duas acima.

As duas sacolas analisadas são utilizadas apenas uma vez, por no máximo meia hora e depois descartadas, portanto são inúteis e incompatíveis com o consumo no Século XXI. Use sempre sacolas retornáveis.

Sacolas de plástico de uso único nunca, jamais são recicladas, porque são necessárias mais de 500 delas para o catador de recicláveis conseguir 1 quilo de plástico, quando pode usar seu tempo para coletar pouco mais de 50 latas de alumínio para conseguir o mesmo peso em muito menos tempo por um produto que irá lhe render muito mais dinheiro no final do dia. Isso não quer dizer que a sacola de papel é boa, nada disso, ela é péssima para o planeta, por usar recursos naturais preciosos, que são terra fértil e água potável para plantar árvores para então fazer uma sacola que será usada por meia hora e vamos parar com a brincadeira, pois estamos em um país em que se recicla menos de 1% do material potencialmente reciclável, isso quer dizer que sacolas plásticas ou sacolas de papel não são recicladas. Novamente, use sempre sacolas retornáveis, porque uma sacola de papel ou de plástico de uso único será usada para acondicionar em média 5 produtos e suporta um peso de 5 quilos é usada apenas uma vez enquanto uma sacola retornável suporta peso até 30 quilos e dezenas de produtos, pois o volume de uma sacola retornável de tamanho médio comporta o mesmo que 10 sacolas de uso único.

As duas vão invariavelmente acabar nos milhares de lixões do país, simples assim. Cansamos de analisar os comparativos acima, pois são todos tendenciosos, pendendo para a sacola plástica, sem usar a terceira alternativa, a mais correta para a humanidade e o planeta, a sacola retornável, não importa o material de que seja fabricada, que será usada por centenas ou milhares de vezes, que não voa com o vento, como a sacola de plástico, que não usa terra fértil e água potável para ser fabricada e usada uma única vez como a sacola de papel.

Resumindo, para produtos molhados, como peixe, carne ou qualquer coisa que não se possa usar sacola retornável, opte por sacola plástica de uso único biodegradável de petróleo, o plástico com ciclo de vida útil controlado d2w que em 18 meses já terá se biodegradado.

Jamais use sacola de uso único de papel, ou de plástico de cana ou de plástico de amido – feito de milho, batata, arroz, trigo, mandioca ou qualquer alimento que possua amido e que possa ser desviado do prato dos humanos pela máfia do plástico – que usa terra fértil e água potável para produzir algo inútil, algo que rouba recursos naturais dos humanos do futuro.

E por fim, seja um cidadão responsável, pense ao menos nos seus filhos e netos, seja menos egoísta e acomodado, mantenha o planeta livre das sacolas de uso único, tenha sempre sacolas retornáveis no carro, na bicicleta, no serviço, em casa, sempre.

Quanta energia é utilizada na fabricação de um saco de papel e de um saco de plástico?

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Sacola de plástico ou de papel? Lógico que nenhuma das duas, use sempre sacola retornável.

Tenha sempre sacolas retornáveis na bolsa, na mochila, no carro, na moto ou bicicleta, em casa, no trabalho … crie este bom hábito, para não ser pego desprevenido quando for comprar por impulso.

Usar sacola retornável significa banir sacola plástica de uso único, que por sua vez significa diminuir em 10% de todo o lixo gerado diariamente em qualquer local do país e, lembre-se, a reciclagem das sacolas de plástico de uso único é praticamente zero, pois são leves e é necessário coletar mais de 500 delas para conseguir um quilo de plástico e elas estão sempre contaminadas com o lixo depositado dentro delas. Portanto, não são recicladas e ficam por 500 anos poluindo o planeta.

Mas, e sempre tem o mas … nos casos em que é impossível usar sacola retornável para acondicionar produtos, como no caso de produtos molhados como em açougue, peixaria ou qualquer produto que contamine a sacola retornável, prefira sempre a sacola plástica de uso único à sacola de papel.

Você que acompanha a página da FUNVERDE, já sabe que sacola de papel usa recursos naturais valiosos e que jamais deveriam ser usados para fabricar algo que é usado por meia hora e depois descartado. Terra fértil e água potável devem ser usados para plantar alimentos para uma humanidade em crescimento, afinal, já passamos dos 7 bilhões, muitos dos quais, famintos e sedentos.

No entanto, sacolas plásticas de uso único já tem uma alternativa ambientamente correta, que é adicionar aditivo que promove a biodegradação da sacola em 18 meses, transformando o plástico eterno que fica poluindo rios e mares por 500 anos em um produto que em 18 meses terá se biodegradado. Este plástico é conhecido como plástico com ciclo de vida útil programado d2w ou plástico oxibiodegradável ou ainda plástico biodegradável.

Então, não se sinta tão culpado ao usar sacolas de plástico de uso único, se elas forem biodegradáveis de petróleo, mas não se sinta tão confortável a ponto de esquecer as sacolas retornáveis, estas sim, são a solução para a plastificação do planeta.

Uso de sacolas reutilizáveis nos supermercados de Jundiaí é aprovado por 77%, diz pesquisa

Um ano após adotar o uso de sacolas reutilizáveis nos supermercados, a população da cidade paulista de Jundiaí aprova a medida. Isso é o que revela a pesquisa realizada pela Associação Paulista de Supermercados (Apas), em que 77% dos entrevistados se mostraram favoráveis à substituição de sacolas descartáveis por reutilizáveis nos comércios.

Os dados, que também mostram que 73% não concordam com o retorno das sacolas descartáveis, foram divulgados nesta quinta, 13, e apresentados ao governador do Estado, Geraldo Alckmin. A medida faz parte da campanha “Vamos Tirar o Planeta do Sufoco”, que tem como objetivo substituir completamente o uso dessas embalagens nos supermercados de São Paulo.

A pesquisa foi executada pelo Ibope Inteligência com moradores de Jundiaí, cidade escolhida pela Apas para implantar o projeto-piloto da campanha “Vamos Tirar o Planeta do Sufoco”, que tem como objetivo substituir as sacolas descartáveis por reutilizáveis nos supermercados. Com esta pesquisa, a Apas buscou mensurar a percepção da população de Jundiaí e as mudanças de hábito após um ano da implantação do projeto na cidade, o que ocorreu em 30 de agosto de 2011.

Para o presidente da Apas João Galassi, a iniciativa de substituir as sacolas plásticas descartáveis por reutilizáveis é uma forma de conscientizar os consumidores quanto à preservação do meio ambiente. “A população de Jundiaí está de parabéns, pois os resultados apurados mostram seu elevado nível de consciência ambiental e sua capacidade de se adaptar a esta nova realidade”, afirma.

O protagonismo da população de Jundiaí se traduz nos resultados da pesquisa, já que 86% dos entrevistados consideram importante ou muito importante sua atitude individual de não usar sacolas descartáveis. E, para 77% dos entrevistados, a substituição das sacolas descartáveis é a ação em favor do meio ambiente mais lembrada pelos consumidores da cidade.

Outro indicador da aceitação da substituição das sacolas foi o fato do Procon do município não ter registrado reclamação por parte dos consumidores durante o primeiro ano de campanha. A pesquisa ainda demonstrou que 93% dos entrevistados apoiam a expansão da campanha “Vamos tirar o planeta do sufoco” para todo o estado de São Paulo, enquanto, 83% apoia a expansão da campanha para outros tipos de comércio.

As sacolas reutilizáveis e caixas de papelão foram as principais alternativas adotadas pela população para transportar suas compras. Para 89% a alternativa foi a utilização de sacolas reutilizáveis, 45% também optaram por caixas de papelão, 30% por sacolas biodegradáveis compostáveis, 16% por carrinho de feira e 13% por caixa de plástico.

“Agora estamos trabalhando para a implantação da Campanha em todo o estado para cessar a distribuição de sacolas descartáveis a partir de 25 de janeiro de 2012, conforme o acordo firmado em maio passado com o governo de São Paulo”, conclui Galassi.

Fonte – Estadão de 13 de outubro de 2011

Jaú, SP – Carregando as compras com ecologia

Ao que tudo indica, as sacolinhas de supermercados estão com seus dias contados. Em Jaú, professora desenvolve sacola ecológica que reaproveita o couro e ajuda o meio ambiente

Parece cena de comercial antigo, uma mulher entra no mercado, faz suas compras e depois sai com uma bela sacola de pano. Embora pareça coisa de cinema, isso está se tornando cada vez mais comum no dia a dia da população.

No mundo todo, mais de 500 bilhões de sacolas plásticas são produzidas por ano, o equivalente a 1,4 bilhão por dia ou a 1 milhão por minuto. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos supermercados mensalmente, uma proporção de 66 sacolas por habitante. No Brasil, anualmente mais de 30 bilhões de sacolas são usadas por meia hora e depois descartadas no ambiente para ficar poluindo por 500 anos.

A maior parte delas tem dois destinos: o lixão ou a natureza.

No meio ambiente cada sacola leva anos para se decompor. Isso quando não acabam servindo de alimento para animais que morrem por não conseguir digerir o produto. Com a Lei Municipal que entrou em vigor no dia 30 de julho, proibindo estabelecimentos de distribuir sacolas que não sejam a oxibiodegradáveis, a diminuição já pode ser sentida. No ambiente, as sacolas de uso único fabricadas com plástico convencional levam 500 anos para se decompor.

Segundo a tecnóloga em meio ambiente e recursos hídricos da secretaria de Meio Ambiente, Breyla Baricelli, o departamento buscou uma forma de incentivar o uso das sacolas ecológicas. “Fomos atrás de patrocínio pra fazer cinco mil sacolas ecológicas para o pessoal trocar por 1kg de alimento. Elas logo acabaram e, por fim, os alimentos foram entregues para o Fuss que destinou à famílias carentes”.

Sacolão

A professora Vandete Garcia de Moraes dá aulas há 20 anos no Centro Cultural de Jaú e já aderiu à nova forma de se fazer compras. Ela teve uma ideia inovadora ao criar uma sacola com couro e começou a ensinar o método a seus alunos. “Como agora as pessoas estão levando sacolas no mercado, decidi fazer um sacolão de couro”.

Vandete trabalha com couro desde 2001 e diz ter começado a utilizar o material em seus trabalhos devido a grande quantidade que é desperdiçada por fábricas de Jaú. “Começamos a ver que todo aquele lixo estava sendo jogado e que ninguém fazia nada. Sobravam muitos restos de couro e a prefeitura não vencia recolher”. E foi assim que surgiu a ideia da professora.

O “Curso de Couro”, com retalhos do produto, ensina os alunos a fabricar porta-moedas, almofadas, tapetes, bolsas e, agora, a novidade ecologicamente correta ‘sacolão de couro’. Essa é uma ecobag (bolsa ecológica) diferente, com a cara da cidade e que ajuda a preservar o meio ambiente. “Apesar de não ter espaço para as compras do mês, dá para levar as compras da semana”, diz Vandete. Ela afirma que o produto é mais resistente que as sacolas de pano disponíveis no comércio.

O único problema é o custo. No início muitas fábricas disponibilizavam os retalhos de couro gratuitamente. Com o tempo as doações diminuíram tanto que o Centro Cultural passou a comprar o material. “Ainda têm algumas fábricas que doam, embora sejam poucas. A maior parte tem medo, porque acha que jogaremos as sobras em qualquer lugar. Mas nós aproveitamos quase tudo, até fazemos almofadas de bolinha que usam pedaços ainda menores” explica.

Quando não existem doações, o único caminho é a compra do material para que os 15 alunos, em duas turmas, possam aprender o que fazer com os retalhos. “Fica caro para fazer um sacolão de couro se você tiver que comprar. Usamos 80 quadrados de 8 centímetros, cada um deles sai por R$ 0,30 centavos, e depois usamos mais R$ 4 de barbante. Então, para cada bolsa, gastamos R$ 30”, lamenta.

Vandete faz um apelo para que as fábricas de calçado ajudem com doações. “Se as fábricas doarem o que sobra do couro, poderemos fazer mais bolsas e elas não estarão jogando os restos em qualquer lugar. No final todos saem ganhando”.

Fonte – Agência Bom Dia

Imagem – Sacola Vicbag

Sacolas retornáveis podem ser fabricadas a partir de qualquer material, sempre aproveitando o material que seria descartado. Cada cidade uma realidade, uma oportunidade de se criar arte para o transporte das mercadorias.

Parabéns à cidade de Jaú e aos seus habitantes, que acabam de se livrar de um dos grandes problemas que a humanidade está enfrentando, o lixo. Graças a esta lei e à criatividade de pessoas como a Vandete, a cidade fica livre de 10% de todo o lixo gerado diariamente, as famosas sacolas plásticas de uso único de plástico convencional. O planeta e a humanidade agradecem.

Itália – Lei nacional obriga o comércio a utilizar sacolas plásticas biodegradáveis em substituição a sacolas plásticas convencionais

O comércio utiliza sacos e sacolas plásticas biodegradáveis e recicláveis d2w, com ciclo de vida útil controlado.

De novo, repetindo, mais uma vez, até que todos aprendam.

Em primeiro lugar, tenha sempre na sua bolsa, no seu carro, na sua mochila, sempre jundo com você, uma sacola retornável.

Agora, nos casos em que a sacola plástica de uso único não puder ser substituída por motivos de higiene, só use plástico com ciclo de vida útil programado, o plástico que não fica 500 anos poluindo o planeta, o plástico que em apenas 18 meses já terá se biodegradado, retornado ao planeta em forma de nutrientes.

Piada do mês: braskem e basf afirmam que sacola plástica pode ser ecoeficiente

Antes de ler a notícia abaixo, veja quem é quem neste estudo, para deixar bem claro que o patrocinador do mesmo é quem produz o plástico e por isso,  o estudo é totalmente parcial. Eles querem que a população consuma uma quantidade maior de plásticos para poderem auferir maiores lucros e por isso tem todo o interesse em dizer que o plástico é fantástico, em convencer você de que o plástico é a oitava maravilha do mundo e esconder a poluição causada por este produto no pós consumo, consumo este que corresponde a 20% de todo o lixo gerado diariamente em qualquer cidade e as sacolas em particular representam metade de todo o plástico também descartado diariamente, isto é, sacolas plásticas correspondem a 10% de todo o lixo produzido diariamente no país.

A plastivida foi criada pela braskem em 1994 para defender seus intereses e desde que iniciamos em 2005 o projeto para banir as sacolas plásticas de uso único eles tem se mostrado fiéis aos seus criadores, a braskem, ao inventar maneiras criativas de mentir o para a população e esconder os malefícios causados pelo plástico.

A fundação espaço eco foi criada em 2005 pela basf, a que produz plástico de comida – a sacola de amido que usa terra fértil e água limpa para plantar alimentos que contem amido como batata, mandioca, milho, arroz, trigo ou qualquer outro alimento que contenha amido e depois rouba este alimento do prato da humanidade para fabricar uma sacola que será usada por meia hora e depois descartada muitas vezes no meio ambiente, em local incorreto -.

A sacola de amido ainda tem mais alguns agravantes, um deles sendo que a sacola de amido tem em sua composição mais de 50% de petróleo, portanto é um engodo, mentem ao dizer que é uma sacola feita de recursos naturais renováveis - se menos da metade dela é feita de comida, então que desistam desta idéia e continuem a usar petróleo, é uma mentira e menos terão que nos contar.

A sacola de amido não pode ser reciclada junto com o plástico convencional e só se degrada nos prometidos 180 dias se for colocada em um ambiente biologicamente ativo, isto é, dentro de uma composteira e, infelizmente, dá para contar nos dedos de uma mão as cidades que praticam compostagem no Brasil.

O instituto akatu, apoiador do projeto tem em sua página a braskem como seu apoiador estratégico, isto é, recebe dinheiro da braskem, portanto cai por terra a isenção do akatu e a baskem é a que fabrica plástico convencional e agora também o plástico de cana, que usa terra fértil e água potável para fabricar o plástico de cana que, a propósito, demora os mesmos 500 anos para se degradar. Sim, os mesmos 500 anos de poluição que causa o plástico convencional.

Agora, a matéria.

A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, a Fundação Espaço ECO e o Instituto Akatu apresentam hoje (02/08), um estudo comparativo sobre o uso de diferentes tipos de sacolas para transporte de compras de supermercado, bem como os impactos econômicos e ambientais de cada alternativa. A análise foi desenvolvida pela Fundação Espaço ECO, entidade que busca o desenvolvimento sustentável por meio do compartilhamento de conhecimento e tecnologias aplicadas em ecoeficiência, educação socioambiental e restauração ambiental. A divulgação do estudo tem o apoio do Instituto Akatu, referência na busca da conscientização a favor do consumo consciente.

Para que a discussão sobre a melhor alternativa de uso de sacolas passasse a ser baseada em estudos científicos, foi analisado o ciclo de vida de algumas opções de sacolas disponíveis no mercado brasileiro, entre elas algumas descartáveis (de polietileno tradicional, de polietileno de cana-de-açúcar e as aditivadas com promotor de oxibiodegradação) e algumas retornáveis [papel, ráfia, tecido e TNT (tecido não tecido)]. Aha, finalmente estão admitindo que as sacolas são realmente oxibiodegradáveis, estão utilizando a terminologia correta.

O estudo é inédito no Brasil e leva em consideração algumas das condições atuais no país quanto à tecnologia, métodos de produção e impactos ambientais decorrentes, quando se considera alguns cenários de uso da sacola e de descarte de lixo pelos consumidores. As alternativas de sacolas englobadas no estudo foram avaliadas para um período de um ano, considerando variados cenários envolvendo maior ou menor volume de compras, maior ou menor frequência de idas ao supermercado, maior ou menor frequência de descarte do lixo, tipo de matéria-prima utilizada na produção das sacolas, capacidade de carga, custo de cada sacola, número de vezes em que é utilizada, reutilização ou não da sacola como saco de lixo e envio ou não da sacola para reciclagem. Incrível, avaliadas para o período de um ano. Isso só pode ser piada, pois as sacolas retornáveis podem ser utilizadas por pelo menos uma década, dependendo do material de fabricação, como o algodão. Mesmo as sacolas retornáveis de plástico – PP – podem ser utilizadas por pelo menos meia década. Enquanto isso, o problema causado pelas sacolas plásticas de uso único dura pelo menos 500 anos. Sim, são cinco séculos em que estas sacolas ficam poluindo o planeta, ocupando espaço, provocando enchentes, matando animais, peixes e aves, provocando impermeabilização nas camadas dos lixões e aterros, enfim, sacola plástica de uso único é uma desgraça ambiental que deve simplesmente ser banida para todo o sempre. Mas como dissemos acima, o estudo foi encomendado por agentes interessados em sua continuidade, portanto, para nós, não tem valor científico.

A análise do ciclo de vida (ACV) foi ampliada para considerar o que é chamado de “ecoeficiência”, que avalia cada alternativa quanto ao seu impacto ambiental e seu custo – englobando desde a extração da matéria-prima até o descarte da sacola, passando pela sua produção e uso. Desta forma, toda a cadeia produtiva é considerada e analisada em relação ao impacto ambiental e o custo em cada uma de suas etapas.

“Com esse estudo, buscamos incentivar uma discussão informada sobre o tema e ao mesmo tempo motivar uma visão abrangente e científica sobre os diversos impactos ambientais associados aos hábitos de transporte de compras de supermercados. Precisamos informar o consumidor para que ele se sinta mais seguro na hora de decidir que sacola utilizar”, diz Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. “Quem ganha com essa análise e com a decisão correta do consumidor é a natureza e, por decorrência, a sociedade”, afirma. Aham, faz de conta que acreditamos em fadas, elfos, gnomos … tá bom, acreditamos nos poneis malditos e nos smurfs, principalmente se for em 3D.

O estudo mostra que a melhor opção de sacola depende do cenário em que ela é utilizada, podendo variar segundo o volume de compras, o número de idas ao supermercado e a frequência de descarte do lixo. “Foram feitas análises para diversos cenários e identificadas duas tendências. Por um lado, sacolas descartáveis de plástico apresentaram melhor ecoeficiência nas situações que os consumidores têm menor volume de compras, maior frequência de ida ao supermercado e uma frequência de descarte de lixo maior, que garanta o reuso das sacolas plásticas para o descarte desse lixo. Por outro lado, sacolas retornáveis de tecido ou de plástico apresentaram melhor ecoeficiência nas situações em que os consumidores têm maior volume de compras, menor frequência de ida ao supermercado e uma frequência de descarte de lixo menor, com baixa compra de sacos para condicionar o lixo”, afirma Sonia Chapman, diretora-presidente da Fundação Espaço ECO. Então, vamos traduzir assim. A indústria do plástico deve ter pensado: bem, quem vai muito ao supermercado usa muitas sacolas portanto é nosso consumidor e portanto devemos dizer para usarem nossas sacolas. Quem não vai quase nunca ao supermercado usa poucas sacolas portanto nos dá pouco lucro e então vamos fazer papel de bonzinhos e dizer que esses ecochatos podem usar sacolas retornáveis, afinal, eles não afetam nosso lucro. Brincadeira sem graça. Quando ao lixo, se você separar o material para a reciclagem, você já economizará 75% dos sacolas de lixo – o lixo reciclável representa em média 75% do volume do lixo gerado diariamente e 40% do peso - e só usará um saco de lixo por semana para colocar esse lixo que deve ser encaminhado para reciclagem e o saco pode ser reutilizado, principalmente se for de ráfia. Quanto ao lixo de orgânico – restos de alimentos – e o lixo de banheiro – papel higiênico – você pode usar as sacolas de flv - frutas, legumes e verduras -, aquelas que você acondiciona alho, cebola, batata … e normalmente não são reutilizadas para nada mas são muito mais resistentes que as sacolas de uso único e tem o tamanho ideal para o lixo de cozinha e banheiro. Assim, se você estiver preocupado com o preço do saco do lixo, ai está a solução e acabou seu problema.

“O consumo com consciência dos seus impactos ambientais e sociais guia as decisões e os comportamentos do consumidor consciente, que busca sempre aumentar os impactos positivos e reduzir os negativos. Esse estudo serve como parâmetro para que cada consumidor tome suas decisões com informações embasadas cientificamente, levando sua consciência à prática na hora de definir que sacola usar para suas compras de supermercado, escolhendo a melhor alternativa frente aos cenários do estudo que melhor se encaixa à realidade do consumidor”, diz Hélio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu. Sonia Chapman complementa: “é importante que o estudo seja utilizado para que cada agente possa contribuir para reduzir os impactos e isso pode mudar as conclusões no tempo. A melhoria contínua dos impactos socioambientais deve ser o foco e depende tanto dos produtores, nas diversas etapas de produção, como das decisões dos consumidores”. 

Fonte – Gazeta Web de 02 de agosto de 2011

Imagem – Sacola Vicbag

A sacola retornável é uma tendência mundial e é certo que, daqui a algum tempo, todos estarão utilizando algum tipo desta sacola.

A indústria plástica está fazendo o papel dela, está tentando mostrar que precisa sobreviver. Está na hora destas indústrias se adaptarem a um novo mundo e a um novo consumidor, um consumidor que exige qualidade e responsabilidade ambiental. Produtos ecologicamente incorretos ou com uma pegada ambiental grande, está com seus dias contados nas prateleiras do supermercado ou no varejo em geral.

Mas, para acabar logo com esta conversa, leve sempre sua sacola retornável, para não cair na armadilha da compra por impulso, não importa com que material seja fabricada, separe seu lixo para a reciclagem e não acredite nesses estudos encomendados por quem não está preocupado com o planeta, mas sim simplesmente com o lucro e inventa estudos para enganar a população.

How many football pitches are needed to make green plastic?

Fact – by Braskem’s own admission http://www.braskem.com.br/plasticoverde/eng/im-green.html

To produce just 3 tonnes of Green PE, land equal to 1 football pitch of sugar cane is need. To meet today’s global polyethylene (PE) demand of 160 Million Tonnes, this equates to planting enough sugar cane to cover 53,333,333 football pitches, or planting enough sugar plantations the size of a football pitch, in a line stretching around the world 121 times. Is this sustainability?

They claim that the sugar cane absorbs CO2 and that their green PE Carbon foot print is therefore positive, but that would only be true if there was MORE sugar cane than the vegetation already there.

Is there any good reason to take arable land and water resources away from people around the world to produce bio-plastics and bio-fuels?

We don’t think so. Food prices are high enough already. 2009 to 2010 the global food prices inceased overall by 49% and from 2010 to 2010 increased 39% prices, increased even more the problem of the hunger around the world.

Interest in bio-based plastics derives from two mistakes – first that it reduces demand for oil, and second that the plastic is biodegradable in the open environment.

Polyethelyne (PE) and Polypropylene (PP) play a significant role in our lives but oil is not extracted to make plastic. It is extracted for fuel, and plastic is made from a by-product which used to be wasted. Plastic does not therefore increase the amount of oil extracted, and can in fact reduce it. This is because plastic has the same calorific value as the oil from which it was made. It should not be wasted by being sent to landfill, but should instead be sent to modern incinerators, where the calorific value can be captured and used to generate electricity without harmful emissions. This, of course, afterpassing through recycling until it is not possible to recover this plastic by recycling.

Bio-based plastics are not necessarily biodegradable in the open environment or at all, but there is a commercially viable solution for the Global Packaging Industry, by using low-cost oxo-biodegradable additives.

When the additive is added to PE or PP (whether derived from oil or sugar cane), it will break down the molecular structure, in the presence of oxygen. It turns ordinary plastic after its useful life into a material with a completely different molecular structure. At that stage it is no longer a plastic and has become a material which can be bio-assimilated in the open environment, in the same way as a leaf, therefore will significantly help resolve the increasing problem of Plastic Waste in the Environment, that blights our Countryside, blocks drains and pollutes our rivers and oceans .

Oxo-Biodegradable plastics can be made with recyclate and are also recyclable. They can be tested according to the test methods prescribed in ASTM 6954; UAE Standard 5009/2009 – and the recently published British Standard 8472, which provide tests for biodegradation in soil and simulate the real-world behaviour of plastic products which get into the environment and cannot realistically be collected.

Plastic of life cycle controlled – oxybiodegradable – is the best option to solve the problem of excess plastic that society uses, but only where it can not  be use reusable bag, it is the best and most logical choice for packaging of goods retail.

Quantos campos de futebol são necessários para se fazer plástico verde?

Fato – por admissão da própria Braskem, veja em http://www.braskem.com.br/plasticoverde/eng/im-green.html

Para produzir apenas 3 toneladas de PE Verde, é necessária uma área igual a 1 campo de futebol plantada com cana de açúcar. Para atender a demanda atual global de polietileno (PE) de hoje de 160 milhões de toneladas, isso equivaleria ao plantio de cana-de-açúcar suficiente para cobrir 53.333.333 campos de futebol. Para que cultivo de plantações de cana de açúcar seja suficiente para suprir a demanda de mercado mundial isso corresponde a uma linha de campos de futebol que se estende ao redor do mundo, dando 121 vezes voltas no planeta. Isto é sustentabilidade?

Eles alegam que a cana absorve o CO2 e que os seus Polietilenos verdes reduzem a pegada de carbono, sendo portanto, positiva, mas isso só seria verdade se houvesse mais plantações de cana de açúcar do que as já existentes.

Existe alguma boa razão para tomar recursos naturais tais como terras aráveis e água e privar as pessoas destes recursos ao redor do mundo, para produzir bioplásticos e biocombustíveis?

Nós não pensamos assim. Os preços dos alimentos já estão altos o suficiente. De 2009 para 2010 os preços globais dos alimentos aumentaram internacionalmente em 49% e de 2010 para 2011 aumentaram de preço 39%, aumentando ainda mais  o problema da fome ao redor do mundo.

O interesse em plásticos baseados em materiais de fontes renováveis deriva de dois erros – o primeiro que reduz a demanda por petróleo, e segundo que o plástico é biodegradável em ambiente aberto.

Polietileno (PE) e polipropileno (PP) desempenham um papel significativo em nossas vidas, mas o petróleo não é extraído para fabricar plástico. É extraído para uso como combustível, e plástico é feito de um subproduto que costumava ser desperdiçado. Plástico, portanto, não faz aumentar a quantidade de petróleo extraído, e pode de fato e pelo contrário, reduzir o petróleo extraído. Isso se dá porque o plástico tem o mesmo valor calórico que o óleo a partir do qual ele foi feito. Não deve ser desperdiçado ao ser enviado para aterro, mas devem ao invés disso, ser enviados para incineradores modernos, onde o valor calórico pode ser capturado e usado para gerar eletricidade sem emissões nocivas. Isto, é claro, após passar por reciclagem até não ser mais possível recuperar este plástico pela reciclagem.

Plásticos baseados em materiais de fontes renováveis e biodegradáveis não o são necessariamente no ambiente aberto ou no ambiente em geral, mas há uma solução comercialmente viável para a indústria global de embalagens, que é usar os aditivos oxibiodegradáveis que são economicamente viáveis.

Quando o aditivo é adicionado ao PE ou PP (se derivados do petróleo ou do Etanol da cana de açúcar), ele irá quebrar a estrutura molecular, na presença de oxigênio. Isso acontece, após sua vida útil, transformando o plástico comum, em um material com uma estrutura molecular completamente diferente. Nessa fase não é mais um plástico e se torna um material que pode ser bioassimilado em ambiente aberto, da mesma forma que uma folha, portanto, ajuda significativamente a resolver o problema crescente de resíduos de plástico no ambiente, que afeta nossos campos, entopem bocas de lobo afentando a drenagem urbana e polui os nossos rios e oceanos, matando animais, aves e peixes.

Plásticos oxibiodegradáveis podem ser feitos a partir de plástico reciclado e também são recicláveis. Eles podem ser testados de acordo com os métodos de ensaio prescrito no ASTM 6954; UAE Padrão 5009/2009 – e o recentemente publicado British Standard 8472, que oferecem testes de biodegradação em solo e simula o comportamento no mundo real de produtos de plástico que ficam no ambiente e que não podem ser realisticamente recolhidos.

Plástico com ciclo de vida útil controlado – oxibiodegradável – é a melhor opção para resolver o problema do excesso de plásticos que a sociedade consome, mas apenas onde não puder ser utilizada a sacoal retornável, que é a melhor e a mais lógica opção para acondicionamento de mercadorias no varejo.

Peixes engolem de 12 mil a 24 mil toneladas de plástico por ano, diz estudo

Um estudo feita por pesquisadores do sul da Califórnia, nos Estados Unidos, mostrou que pequenos peixes do norte do Oceano Pacífico estão ingerindo plástico. De acordo com a publicação, 9% dos peixes capturados durante uma expedição feita em 2008, na Costa Oeste dos Estados Unidos, continham pedaços de plástico em seus estômagos.

Com base em evidências, os autores do estudo, Peter Davison e Rebecca Asch, estimam que os peixes que vivem em profundezas intermediária do Pacífico Norte ingerem entre 12 mil e 24 mil toneladas de plástico por ano.

O estudo foi apresentado no final de junho na revista científica Marine Ecology Progress Series e chamou a atenção para os efeitos do lixo que circula através das correntes marítimas. Fizeram parte da pesquisa a Algalita Marine Research Foundation (Fundação de Pesquisa Marinha Algalita) e California Coastal Water Research Project (Projeto de Pesquisa das Águas Costeiras da Califórnia).

De acordo com a pesquisa, cada peixe capturado pelo grupo continha, em média, dois pedaços de plástico. Mas animais de algumas espécies, como os peixes-lanterna, que se alimentam de plânctons, chegaram a engolir 83 peças do material.

Plástico ao longo da cadeia alimentar

Essa espécie de peixe é uma das mais comuns nos oceanos e é fonte de alimentos para outros, como o atum e o dourado. Dessa forma, o plástico ingerido pelos peixes-lanterna acaba sendo transferido para o estômago de outras espécies ao longo da cadeia alimentar. A dúvida dos cientistas agora é se essa substância pode chegar até os seres humanos

“À medida que os pedaços grandes de plástico se fragmentam, eles vão ficando do tamanho e com a textura de um alimento natural”, disse Charles Mooore, fundador da Fundação Algalita e autor do estudo. “O que estamos observando é toda a rede alimentar sendo contaminada pelo plástico”.

Os estudiosos já documentaram os perigos apresentados por esse lixo flutuante para as tartarugas, os pássaros marinhos e os mamíferos que se alimentam desse lixo ou ficam presos nos detritos.

Para realizar o estudo, os pesquisadores das duas instituições avançaram por cerca de 1,6 mil quilômetros da costa, em busca de peixes vivendo em meio às partículas de lixo flutuante numa área do Pacífico conhecida como Eastern Garbage Patch. Eles dissecaram e analisaram os peixes num laboratório em Costa Mesa.

Fonte – EcoD / Envolverde de 14 de julho de 2011

Imagem – jmhuttun

Já passou da hora de banir a sacola plástica de uso único. Sacola retornável, já!

Etanol e China estimulam alta de alimentos, ou, porque não usar sacola biodegradável

As pressões sobre a oferta provocadas pelo aumento na demanda da China por soja e milho para produção de etanol estimulam a forte alta nos preços mundiais dos alimentos, segundo estudo de economistas da Purdue University.

O maior consumo de biocombustíveis e a demanda da China por sementes oleaginosas exigiram 46,5 milhões de acres de terra agrícola nos Estados Unidos em 2010, quase o triplo do necessário em 2005, de acordo com o estudo divulgado ontem, em Washington.

As pressões sobre os preços foram ainda mais intensificadas pela fraqueza do dólar, que torna as exportações dos EUA mais atrativas, e por problemas com o clima, segundo o estudo. Além disso, a demanda passou a reagir menos a problemas na oferta, o que também pressiona os preços.

“O atual período de estoques apertados e os preços relativamente altos deverão continuar nos próximos um ou dois anos”, disseram os autores no estudo. “No fim das contas, a questão não é apenas se as ofertas mundiais podem acompanhar os recentes aumentos de demanda, mas se poderão manter o ritmo do crescimento da demanda ao longo do tempo”.

Os preços globais dos alimentos subiram 39% nos últimos 12 meses, chegando a patamar recorde em fevereiro, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU). O aumento nos custos influenciou em parte os distúrbios no norte da África e Oriente Médio, que resultaram na derrubada dos governos da Tunísia e Egito.

As despesas dos EUA com alimentos subiram 3,7% no ano até junho, de acordo com dados do governo americano. Nesse período, foram verificados os maiores preços, desde pelo menos 2008, nos contratos futuros de arroz, trigo, milho, soja e leite.

O relatório foi divulgado ontem no fórum mensal realizado em Washington pela Farm Foundation, um órgão de pesquisas sem fins lucrativos dedicado a questões agrícolas, que encomendou o estudo. Os autores do relatório da Purdue University, Wallace Tyner, Philip Abbott e Christopher Hurt, não especificaram o quanto cada fator foi responsável pela elevação dos preços.

A alta dos alimentos verificada nos últimos 12 meses é similar à observada em 2008, com várias das mesmas influências, embora sua importância relativa tenha mudado, disseram os autores do estudo.

Problemas climáticos que afetaram a produção, como a seca de 2010 na Rússia e as enchentes deste ano no Meio-Oeste dos EUA, combinados com uma demanda que não se adapta aos estoques mais baixos, estão fazendo os preços ficarem mais sensíveis a mudanças na oferta, segundo os pesquisadores. Como os países desenvolvidos têm menor capacidade para expandir a área de plantio, a escassez em outros países é mais difícil de ser solucionada, destaca o relatório.

No fórum de ontem em Washington, Tyner um dos autores, apontou o uso de etanol e o consumo de soja pela China como dois choques “muito grandes e persistentes na demanda”.

Essa demanda poderia estabilizar-se nos próximos anos, depois de as exigências governamentais de uso do etanol chegarem a seu ponto máximo e com a recomposição dos estoques de soja da China, de acordo com o relatório.

Atualmente, o etanol continua afetando os estoques de milho. O combustível pode consumir até 40% da última colheita americana de milho, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).

Fonte – Bloomberg / Alan Bjerga, Valor Econômico de 20 de julho de 2011

Entre 2009 e 2010 os preços globais dos alimentos subiram 49%, entre 2010 e 2011 subiram mais 39% e os mafiosos desviando comida do prato da humanidade para fazer sacola biodegradável. Isto é um crime contra a humanidade. Usam terra fértil e água potável para plantar comida para alimentar a humanidade e depois roubam estes alimentos para fabricar uma sacola que será usada por meia hora e depois jogada no planeta, como lixo.

E aí, vai uma sacola plástica feita de comida? Lembre-se, a sacola biodegradável leva à insegurança alimentar mundial, porque são usados alimentos para fabricá-las, tais como batata, arroz, milho, mandioca e trigo, alimentos que contém amido e que são a base da alimentação da população mundial.

Recuse a sacola biodegradável, não compre nos locais que oferecem sacolas biodegradáveis.

Quando for ao supermercado, lembre-se de levar suas sacolas retornáveis, que podem ser usadas durante anos, incontáveis vezes, não gerando lixo, protegendo o futuro da humanidade.

Prefeitura de Uberaba promete jogar duro contra sacolas plásticas

Prefeitura de Uberaba atuará com rigor na fiscalização do uso de sacolas plásticas, que estará proibido a partir de hoje. Agentes de fiscalização da PMU vão percorrer os estabelecimentos comerciais da cidade para checar a adequação à nova lei.

A intenção é proibir a distribuição das sacolas de plástico comum, aquelas biodegradáveis, retornáveis e oxibiodegradáveis poderão ser utilizadas. A ideia é incentivar principalmente a utilização das sacolas retornáveis, já que em futuro próximo as plásticas como um todo serão exterminadas do comércio local, revela assessor jurídico da secretaria de Meio Ambiente, Bernardo Cecílio.

Durante a fiscalização, que começa a partir de amanhã, os agentes irão verificar os documentos do empreendimento, como alvará, e, dependendo do local, licenciamento ambiental, e, ainda, vão averiguar as sacolas utilizadas. Se aquelas encontradas não estiverem de acordo com a legislação, o empresário será notificado para se adequar num prazo de 15 dias e ainda será multado no valor de R$150, explica Cecílio.

Caso o estabelecimento ainda tenha grande quantidade de sacolas plásticas no estoque, compradas antes do dia 30 de março, deve procurar a Secretaria de Meio Ambiente até hoje para realização de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que concede prazo maior para que se adapte à nova lei, completa. Até o dia 30 de março os estabelecimentos comerciais tiveram que reduzir em pelo menos 50% o uso de sacolas plásticas. A alternativa aprovada para substituição são sacolas biodegradáveis, retornáveis e oxibiodegradáveis.

Fonte – JM Online de 28 de junho de 2011

Não adianta só fazer lei, tem que fiscalizar. Parabéns à prefeitura de Uberaba pela seriedade com que estão tratando o problema seríssimo causado pelas sacolas plásticas de uso único.

O primeiro passo é liberar sacolas com ciclo de vida útil controlado e o próximo é baní-las, somente usando sacolas retornáveis.

Não seja pego desprevenido, lembre-se sempre de levar sua sacola retornável quando for às compras.

Uberaba, MG – Comércios com estoque de sacolas plásticas têm prazo para firmar TAC

Comerciantes que ainda têm sacolas plásticas no estoque e não firmaram Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) ganharam mais tempo para se adequar. Foi prorrogado prazo para que os interessados compareçam à Secretaria de Meio Ambiente (Semat) para assinar o Termo que concede período maior para que se adaptem à lei municipal 11.089, de 31 de dezembro de 2010, que proíbe o uso de sacolas plásticas.

Inicialmente a data limite para a realização do TAC era o último dia 28, porém, Bernardo Cecílio, assessor jurídico da Secretaria de Meio Ambiente, afirma que ela foi prorrogada por mais essa semana, dando oportunidade àqueles empresários que não puderem comparecer à Semat até então.

Até o momento, 22 TACs estão prontos e outros ainda estão em andamento. No entanto, assessor ressalta que para aqueles que forem penalizados durante a fiscalização e já tiverem feito o Termo, mas ainda não estão com ele em mãos, terão a multa anulada. Já aqueles multados que não consolidaram o TAC ainda poderão fazê-lo, mas a multa permanecerá. “A fiscalização que deveria ter se iniciado no dia 29 foi prorrogada e deverá começar hoje, devido à grande movimentação em função do TAC.”

Se aquelas encontradas não estejam de acordo com a legislação, o empresário será notificado para se adequar em prazo de 15 dias e ainda será multado no valor de R$150. Se dentro desse prazo o comerciante não se adequar, a multa passará para R$500, afirma Cecílio.

Até o dia 30 de março os estabelecimentos comerciais tiveram que reduzir em pelo menos 50% o uso de sacolas plásticas. Até o fim de junho, 100% das sacolas plásticas deveriam estar fora de circulação. A alternativa aprovada para substituição são sacolas biodegradáveis, retornáveis e oxibiodegradáveis.

Fonte – JM Online de 01 de julho de 2011

Uberaba, MG – Sacolas plásticas convencionais estão proibidas no comércio

A partir desta terça-feira – hoje – os empresários estão proibidos de utilizar sacolas plásticas tradicionais em seus estabelecimentos comerciais. De acordo com o assessor de gabinete da Semat (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo), Bernardo Cecílio da Fonseca, somente as sacolas determinadas na lei poderão circular no município. “A primeira multa é no valor de R$ 150, a segunda será R$ 500, a terceira autuação custará R$ 1.500. Se mesmo assim o comerciante insistir em usar as sacolas plásticas tradicionais, o estabelecimento será interditado por uma semana e, continuando a infração, o alvará de funcionamento será suspenso”, afirma.

Como nem todos os empresários dos segmentos conseguiram se adequar à legislação, o assessor de gabinete explica que os comerciantes procuraram a Semat, com objetivo de assinar um termo de compromisso e apresentar um PGRS (Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos) contemplando a destinação final ambientalmente adequada. “Somente quem comprou as sacolas tradicionais antes do dia 30 de março conseguiu realizar o termo de compromisso, onde foi estipulado um novo prazo para se adequar à legislação”, garante.

Sacola biodegradável – O assessor de gabinete garantiu que os empresários vão cumprir a lei, porque, além de ter sido realizada campanha de conscientização, a Prefeitura de Uberaba criou uma central de fiscais para fiscalizar todos os estabelecimentos comerciais da cidade. “Cada sacola biodegradável (feita de amido de milho) custa em média R$ 0,19. Como aconteceu com a oxibiodegradável, à medida que os comerciantes forem adquirindo a sacola biodegradável, o valor poderá ficar mais acessível aos comerciantes”, revela.

Sacola retornável – Já as sacolas retornáveis são aquelas confeccionadas com material resistente ao uso contínuo, que suportem o acondicionamento e transportam produtos e mercadorias em geral. “Estas sacolas custam entre R$ 2 até R$ 3. No entanto, têm empresas customizando as sacolas retornáveis e vendendo a preços exorbitantes. Recebi informações, que existe um estabelecimento vendendo as sacolas retornáveis por R$ 50″, finaliza.

Fonte – Jornal de Uberaba de 28 de junho de 2011

Aqui vai a lei para quem quiser copiar. Político bom não é aquele que fica pondo nome em rua e sim aquele que faz leis – como esta – que melhoram a qualidade de vida dos humanos e do planeta.

Parabéns à cidade de Uberaba por esta iniciativa que está livrando a cidade do plástico convencional eterno, que dura 500 anos até sumir do planeta.

A lei está ótima, podendo ser usada qualquer embalagem de uso único com ciclo de vida útil controlado – papel, oxibibiodegradável, biodegradável – que aproxima o ciclo de vida da embalagem ao ciclo de vida do produto contido na embalagem.

Só temos uma reclamação, uma das grandes. Não importa o tipo de embalagem com ciclo de vida útil controlado, ela tem que ser cobrada do cliente, para inibir seu uso. Já passou da hora de banirmos as embalagens de uso único, que é o símbolo do consumismo desenfreado em que vivemos. Se pudermos banir esta embalagem nosso mundo ficará melhor para nós e nossos descendentes.

Mas quem sabe Uberaba altere esta lei incluindo a cobrança, em um próximo passo para banir as sacolas plásticas de uso único.

Lei nº 11.089/2010

Dispõe sobre a responsabilidade pela distribuição e utilização de sacolas plásticas comuns e sua substituição no Município de Uberaba, e dá outras providências.

O Povo do Município de Uberaba, Estado de Minas Gerais, por seus representantes na Câmara Municipal, aprova e eu, Prefeito Municipal, em seu nome, sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º – As sociedades comerciais e os empresários de que trata o art. 966 do Código Civil, titulares de estabelecimentos comerciais no Município de Uberaba devem utilizar, para o acondicionamento de produtos e mercadorias em geral, sacolas ecológicas, sacolas plásticas oxi-biodegradáveis – OBP’s ou sacolas retornáveis, quando estas possuírem características de transitoriedade.

Parágrafo Único – Não se sujeitam à observância do disposto nesta Lei às embalagens originais das mercadorias e produtos.

Art. 2º – Para os efeitos desta Lei entende-se por:

I – sacolas ecológicas – aquelas feitas de material reciclável, retornável (is) ou que se decompõem por biodegradação, tendo como resultado gás carbônico, água e biomassa ou ainda as fabricadas com bioplásticos ou biopolímeros de fontes renováveis, provenientes de cultura agrícola, não ecotóxicos ou danosos ao meio ambiente;

II – sacolas Oxibiodegradáveis – aquelas que apresentam degradação inicial por oxidação acelerada por luz e calor, devendo degradar ou desintegrar em fragmentos por um período de tempo especificado, sendo possível ser biodegradada por microorganismos e cujos resíduos finais não sejam prejudiciais ao meio ambiente;

III – sacolas retornáveis – aquelas confeccionadas com material resistente ao uso contínuo, que suportem o acondicionamento e transporte de produtos e mercadorias em geral.

Art. 3º – Alternativas tecnológicas ambientalmente adequadas poderão ser utilizadas, desde que devidamente aprovadas pelo órgão competente.

Art. 4º – A substituição prevista por esta Lei será efetuada nos seguintes prazos:

I – em 90 (noventa) dias, deverá ocorrer a redução de 50% (cinquenta por cento) do número de sacolas plásticas comuns disponibilizadas aos clientes nos estabelecimentos de que trata esta Lei;

II – em 180 (cento e oitenta) dias, deverá a redução ocorrer em 100% (cem por cento) do número de sacolas plásticas comuns disponibilizadas aos clientes nos estabelecimentos de que trata esta Lei;

III – após o período mencionado no inciso anterior fica proibido o uso de sacolas plásticas comuns.

§ 1º – A comprovação da redução se fará mediante a apresentação de notas fiscais das sacolas plásticas adquiridas no ano base de 2010, com aquelas que forem adquiridas posteriormente.

§ 2º – Os estabelecimentos comerciais que optarem por utilizar sacolas plásticas comuns durante o período que trata o inciso I e II deste artigo, deverão assinar individualmente um Termo de Compromisso com a SEMAT e apresentar um PGRS – Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos contemplando a destinação final ambientalmente adequada do resíduo.

Art. 5º – Aos estabelecimentos comerciais cabe a realização de campanhas educativas e de conscientização dos seus clientes a respeito dos benefícios da substituição de que trata esta Lei, bem como o combate ao descarte inadequado, por meio de campanhas publicitárias e programas educacionais.

§1º – Os estabelecimentos deverão manter postos de entrega voluntária de sacolas plásticas residuais, disponíveis aos consumidores, devendo dar destinação final ambientalmente adequada para as mesmas.

§2º – As campanhas educativas e de conscientização a que se refere o caput deste artigo e para os fins do art. 6º também serão realizadas pelo Poder Executivo, através da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Turismo – SEMAT, para a população em geral.

Art. 6º – O uso de sacolas plásticas comuns como sacos de lixo são proibidos, de acordo com a Lei Municipal nº 10.697/2008, que dispõe sobre a organização do Sistema de Limpeza Urbana do Município.

Art. 7º – É vedado o uso de copos de papel pelos estabelecimentos comerciais.

Art. 8º – A inobservância do disposto nesta Lei acarretará ao infrator a imposição das seguintes sanções:

I – notificação e multa de 01 (uma) UFM, quando da primeira infração;

II – multa de 05 (cinco) UFMs, quando da primeira reincidência;

III – multa de 10 (dez) UFMs, quando da segunda reincidência;

IV – interdição temporária pelo período de 7 (sete) dias.

V – cassação do alvará de licença e localização, na terceira reincidência.

Parágrafo Único – O recolhimento de que trata este artigo será destinado ao Fundo Municipal do Meio Ambiente sendo os recursos arrecadados, destinados a projetos ambientais aprovados pelo órgão competente, conforme legislação vigente. 11.089/2010)

Art. 9º – A fiscalização do cumprimento dos dispositivos desta Lei será realizada pelos agentes credenciados pela Prefeitura Municipal de Uberaba.

Art. 10 – O Poder Executivo poderá regulamentar esta Lei por Decreto.

Art. 11 – As despesas com a execução desta Lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.

Art. 12 – Revogam-se as disposições em contrário em especial as Leis 10.298, de 11 de dezembro de 2007, e 10.361, de 15 de abril de 2008. Art. 13 – Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação.

Prefeitura Municipal de Uberaba(MG), 15 de dezembro de 2010.

ANDERSON ADAUTO PEREIRA Prefeito Municipal

ANTÔNIO SEBASTIÃO DE OLIVEIRA Secretário Municipal de Governo

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