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	<title>FUNVERDE - FUNDAÇÃO VERDE</title>
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		<title>VIAPAR &#8211; Serviço rodoviário atende 300 mil por ano</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 10:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Cerca de 300 mil utilizaram os SAU&#8217;s da VIAPAR em 2011 Dependências que funcionam 24 horas oferecem vários serviços Localizadas em pontos estratégicos na malha de 546,5 quilômetros da concessionária de rodovias VIAPAR, no Paraná, as sete unidades do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) mantidas pela empresa, receberam quase 300 mil visitantes em 2011. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008000;">Cerca de 300 mil utilizaram os SAU&#8217;s da VIAPAR em 2011</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Dependências que funcionam 24 horas oferecem vários serviços</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Localizadas em pontos estratégicos na malha de 546,5 quilômetros da concessionária de rodovias VIAPAR, no Paraná, as sete unidades do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) mantidas pela empresa, receberam quase 300 mil visitantes em 2011. Foram, exatamente, 283.478, média de 777 por dia, 97% dos quais classificaram o serviço oferecido como bom ou excelente. Nesses locais, o público que está viajando encontra sala climatizada para um breve descanso dotada de internet e tv, sanitários masculino e feminino, fraldário e água gelada.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Funcionando durante as 24 horas do dia, os SAU&#8217;s são acessados principalmente para o uso de sanitários e hidratação, segundo informa a coordenadora das unidades, Marina Ambiel. Do total de usuários, 34% são mulheres e 9% crianças.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Marina acrescenta que as dependências contam com rampa de acesso para portadores de necessidades especiais e sanitários especialmente preparados. Além disso, cada SAU dispõe de uma cadeira de rodas para auxiliar no deslocamento.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Com o propósito de evitar riscos de acidentes, a coordenadora chama atenção para um detalhe importante a quem costuma acessar o SAU. Caso o usuário esteja do lado direito da pista, é só encostar. Se estiver do lado esquerdo, a orientação é não cruzar a pista. “O condutor deve efetuar o pagamento da tarifa, comunicar o agente de pedágio da manobra e, depois de passar a praça de pedágio, achar um local seguro para retornar e acessar a unidade de atendimento de forma segura”, completa Marina.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">As unidades do SAU da VIAPAR estão localizadas em Arapongas, Mandaguari e Presidente Castelo Branco (BR-376), Floresta (PR-317), Campo Mourão, Ubiratã e Corbélia (BR-369 Sul).</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte – Marcelo Bulgarelli, assessoria de comunicação VIAPAR</span></p>
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		<title>Exigências para eficiência de eletrodomésticos vai aumentar</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 13:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Ecotecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Inmetro avisou que vai rever os níveis de classificação de eficiência energética dos aparelhos eletrônicos; expectativa é que metade perca a classificação máxima As novas classificações serão válidas para geladeiras, fogões, fornos e ar-condicionado A partir de janeiro de 2013, apenas cerca de 40% dos eletrodomésticos fabricados no país permanecerão com a classificação A, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008000;">Inmetro avisou que vai rever os níveis de classificação de eficiência energética dos aparelhos eletrônicos; expectativa é que metade perca a classificação máxima</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">As novas classificações serão válidas para geladeiras, fogões, fornos e ar-condicionado</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A partir de janeiro de 2013, apenas cerca de 40% dos eletrodomésticos fabricados no país permanecerão com a classificação A, que indica maior eficiência energética, do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Atualmente, 80% estão nessa categoria. A redução será consequência da revisão dos níveis de eficiência, que está sendo feita pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) do instituto. A revisão abrange geladeiras, fogões, fornos e ar-condicionado.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">De acordo com o Inmetro, o consumidor será o maior beneficiado com a reclassificação, ao trocar aparelhos de baixa eficiência por aqueles de menor consumo. A economia na conta de luz pode ultrapassar R$ 600 por ano, se for considerada a quantidade de aparelhos em uma casa.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">“Por ano, o consumidor pode economizar cerca de R$ 120 ao optar pelo condicionador de ar mais eficiente. Ou seja, considerando o tempo de vida útil do produto, em uma década estará comprando outro novo com o que economizou na utilização diária”, estima o coordenador do programa, Marcos Borges.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Dentro da nova classificação de eficiência, os eletrodomésticos terão que consumir entre 3% e 5% menos energia para receber a nota máxima de avaliação. Além disso, produtos da atual Classe E não poderão mais ser comercializados a partir de 2013. “O Inmetro faz periodicamente revisões dos programas, induzindo a indústria a implementar melhorias nos aparelhos, que vão subindo gradativamente na faixa de etiquetagem”, explica Borges.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O programa foi criado em 1984, para promover a fabricação de produtos mais econômicos e de menor impacto ambiental, que são etiquetados com a classificação de A a E. Desde então, somente os refrigeradores e condicionadores de ar mais eficientes já proporcionaram uma economia de pelo menos R$ 2,4 bilhões nas contas de energia da população, segundo cálculo do Inmetro.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Os produtos mais eficientes em cada categoria recebem o selo Procel e Conpet, da Eletrobras e da Petrobras, respectivamente. O primeiro premia os equipamentos elétricos e o segundo, os que consomem gás.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Portal Exame de 01 de fevereiro de 2012</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">O ideal é sempre melhorar a eficiência dos aparelhos que usem eletricidade para não ter que construir novas usinas para gerar mais e mais energia, conforme aumenta o consumo.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Se tem uma situação que está se arrastando é a das lâmpadas incandescentes, que no começo do século já foram banidas de vários países e aqui nada acontece. Simplesmente tem que ser proibidas porque consomem muito mais e duram muito menos do que uma lâmpada fluorescente ou LED. Uma lâmpada incandescente gasta 80% menos que uma fluorescente e dura 20 vezes mais. A LED dura ainda mais e gasta ainda menos do que as duas primeiras. E as lâmpadas correspondem a 25% do valor da fatura de eletricidade.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">O mesmo vale para aparelhos que utilizem água, como chuveiros, torneiras, vaso sanitário, que devem ter sua eficiência melhorada para evitar a falta de água.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Diminuir o consumo é um dos 5Rs.</span></p>
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		<title>VIAPAR começa construção de viadutos no Contorno de Mandaguari</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 12:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[O contorno de Mandaguari custará aproximadamente R$ 90 milhões; terá extensão total de 9,9 quilômetros de pista dupla Quase 50 pessoas e 15 máquinas estão envolvidas na construção do contorno de Mandaguari. Este número deve aumentar nos próximos meses, chegando a mais de 200 pessoas envolvidas, além de outras dezenas de máquinas. Segundo o departamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008000;">O contorno de Mandaguari custará aproximadamente R$ 90 milhões; terá extensão total de 9,9 quilômetros de pista dupla</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Quase 50 pessoas e 15 máquinas estão envolvidas na construção do contorno de Mandaguari. Este número deve aumentar nos próximos meses, chegando a mais de 200 pessoas envolvidas, além de outras dezenas de máquinas. Segundo o departamento de engenharia da concessionária VIAPAR, empresa responsável pela obra, os trabalhos estão concentrados em dois pontos da BR-376, locais que receberão viadutos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O engenheiro de obras da empresa, Egilson Mota Leal, responsável pelo contorno, estima que sejam retirados mais de 600 mil metros cúbicos de rochas – o equivalente a 60 mil caminhões. “Em alguns locais as escavações terão mais de 25 metros de profundidade. Para isso, serão realizadas dezenas de detonações com dinamite. Nos dias das explosões toda a área será isolada e feita evacuação de pessoas”, comentou.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O contorno de Mandaguari custará aproximadamente R$ 90 milhões. Terá extensão total de 9,9 quilômetros de pista dupla, com canteiro central de 6 metros. Ele terá início no quilômetro 210 da BR-376 (dois quilômetros após a praça de pedágio de Mandaguari, no sentido Maringá – Mandaguari) e terminará no km 203 da mesma rodovia. Pontos estes, onde começaram a ser construídos os dois viadutos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">“Orientamos aos motoristas que reduzam a velocidade e redobrem a atenção nestes dois locais. O trânsito foi desviado para melhor fluidez dos veículos”, destaca Leal. Além disso, a obra terá outros dois viadutos ferroviários, cinco passagens (trincheiras) para máquinas agrícolas e animais, além de quatro retornos em nível. Ao todo, serão utilizadas 69 mil toneladas de massa asfáltica e 2 milhões de metros cúbicos de terraplanagem.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A VIAPAR também vai construir 1.400 metros de bueiros, 18 mil metros de canaletas para o escoamento de água, 10,5 mil metros quadrados de pintura para sinalização horizontal e 321 metros quadrados de placas para a sinalização vertical.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Marcelo Bulgarelli, assessoria de comunicação VIAPAR</span></p>
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		<title>O Barcelona adota plásticos recicláveis e biodegradáveis d2w com Ciclo de Vida Útil Controlado em suas embalagens</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 11:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Plástico oxi-biodegradável]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7145/6806368619_fa98ed38b3.jpg" alt="" width="367" height="480" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7150/6806367855_6c83254e06.jpg" alt="" width="362" height="480" /></p>
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		<title>Fralda oxibiodegradável debuta em países vizinhos</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 10:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Plástico oxi-biodegradável]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Já estão sendo comercializadas na América do Sul ( Chile, Peru, Argentina ) as fraldas Babysec, fabricadas e embaladas com plásticos recicláveis e biodegradáveis d2w. A marca tornou-se líder em vendas em apenas 3 semanas depois do lançamento. Fabricada e acondicionada a partir de filmes de polietileno oxibiodegradáveis (que se decompõem em poucos meses), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7010/6806312211_0c3a57fb2a_o.jpg" alt="" width="150" height="133" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Já estão sendo comercializadas na América do Sul ( Chile, Peru, Argentina ) as fraldas Babysec, fabricadas e embaladas com plásticos recicláveis e biodegradáveis d2w.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A marca tornou-se líder em vendas em apenas 3 semanas depois do lançamento.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fabricada e acondicionada a partir de filmes de polietileno oxibiodegradáveis (que se decompõem em poucos meses), a Babysec Cuidado Total é mais nova integrante da linha de fraldas descartáveis Babysec, da chilena CMPC. O produto está à venda na Argentina, no Chile e no Peru.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A decomposição acelerada é resultado do uso dos aditivos degradantes d2w, da inglesa Symphony Environmental (representada no Brasil pela Res Brasil), na produção dos plásticos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; EmbalagemMarca</span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7019/6806315481_016bf4229e.jpg" alt="" width="500" height="222" /></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Finalmente a solução para mais um produto que ficava centenas de anos poluindo o planeta e agora em pouco tempo já terá se biodegradado. Agora faltam as marcas nacionais usarem plástico oxibiodegradável em suas fraldas.</span></p>
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		<title>Por que confiamos e indicamos os produtos da Vicbag</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sacola retornável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A FUNVERDE iniciou o projeto para banir as sacolas plásticas de uso único no Brasil em 2004. Em 2005 criamos a primeira lei que rapidamente foi copiada em varios estados e cidades do país. Mas, desde o início do projeto tínhamos alguns problemas que precisavam ser resolvidos para o projeto ficar completo. Um deles que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">A FUNVERDE iniciou o projeto para banir as sacolas plásticas de uso único no Brasil em 2004. Em 2005 criamos a primeira lei que rapidamente foi copiada em varios estados e cidades do país.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Mas, desde o início do projeto tínhamos alguns problemas que precisavam ser resolvidos para o projeto ficar completo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Um deles que foi resolvido em 2005 foi o plástico com ciclo de vida útil controlado biodegradável d2w, que resolveu nossos problemas com as embalagens de uso único que não podem ser banidas, a exemplo de embalagens de carnes, peixes, que contaminariam sacolas retornáveis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O outro só foi resolvido no início de 2010, quando vimos que precisávamos urgentemente de uma parceira que comercializasse sacolas retornáveis com baixo custo, para que, da classe A até a classe C, D e E pudessem ter sua sacola retornável, sem que isso pesasse no orçamento familiar. A solução foi a Vicbag, a primeira e maior empresa de sacolas retornáveis do mundo. Após o contato com eles no início de 2010, demorou mais de meio ano para que pudéssemos divulgar seu produto, no final de 2010, com laudos de terceira parte para termos certeza de que eles seguiam os princípios da sustentabilidade.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A sustentabilidade é um tripé em que estão contidos os aspectos econômicos, sociais e ambientais e por isso precisávamos de uma empresa que respeitasse essas normas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Após lermos o extenso relatório de sustentabilidade, pudemos apoiar a Vicbag que desde então, vem fornecendo sacolas para todo o país.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Surgiram muitos boatos contra a Vicbag, mas a FUNVERDE, apoiada não em fofocas, mas em relatórios e laudos continua a apoiar a Vicbag, que é a melhor alternativa para o varejista adquirir sacolas retornáveis a um preço e qualidade justos para que consigamos alcançar os objetivos do nosso projeto de banir as sacolas plásticas de uso único para sempre.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Abaixo, uma declaração da Vicbag atestando que seu produto sustentável, isto é, ecologicamente correto, socialmente justo e economicamente viável.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Clique na imagem para visualizar em tamanho maior.</span></p>
<p><a href="http://farm8.staticflickr.com/7158/6770613443_2826903826_o.jpg" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7158/6770613443_23ecff0a52_z.jpg" alt="" width="445" height="640" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vicbag sacolas retornáveis de baixo custo</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 11:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Sacola retornável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano começou diferente em várias cidades e estados do Brasil, a exemplo de São Paulo. O estado de São Paulo iniciou  o ano sem sacolas plásticas de uso único, através de acordo entre o governo e o varejo. Com a proibição da distribuição gratuita das sacolas plásticas de uso único surge uma necessidade, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">O ano começou diferente em várias cidades e estados do Brasil, a exemplo de São Paulo. O estado de São Paulo iniciou  o ano sem sacolas plásticas de uso único, através de acordo entre o governo e o varejo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Com a proibição da distribuição gratuita das sacolas plásticas de uso único surge uma necessidade, a da utilização da sacola retornável que é durável, prática e ecologicamente correta.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A FUNVERDE incentiva desde 2004 a utilização de sacola retornável, pois apenas uma sacola substitui até 15 sacolas plásticas de uso único, diminuindo a poluição planetária.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Varejista, a Vicbag tem o produto que você necessita para atender seus clientes, a sacola retornável com alta qualidade e baixo custo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Sacolas retornáveis em grande quantidade, a partir de 25.000 (vinte e cinco mil) unidades. Como o preço das sacolas é baixíssimo, sem concorrência no Brasil, você irá adquirir uma quantidade muito maior por um preço muito menor.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Para maiores informações, entre em contato com Charlotte Brun, da Vicbag falando em português.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Telefone 0021 33 1 4692 6654 – 21 é a operadora de telefonia, que pode ser substituída pela operadora de sua preferência.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Email <a href="mailto:charlotte@vicbag.com"><span style="color: #008000;">charlotte@vicbag.com</span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Site <a href="http://www.vicbag.com/"><span style="color: #008000;">www.vicbag.com</span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>VicBag Group<br />
</strong>31 rue Jean Jaurès</span><br />
<span style="color: #008000;"> 92800 Puteaux</span><br />
<span style="color: #008000;"> França</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Apesar da empresa ser na França, a língua não será uma barreira, pois você irá conversar com a Charlotte no mais perfeito português.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Veja algumas fotos abaixo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A maioria delas tem reforço no fundo, porta garrafas – normalmente para 4 garrafas – nas laterais e um fecho.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Essas abaixo tem lugar para 4 garrafas nos cantos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a title="sacola VB Sac PP woven Melon" href="http://www.funverde.org.br/blog/flickr/photo/4473997042/sacola-vb-sac-pp-woven-melon.html"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2724/4473997042_0d13c26577.jpg" alt="sacola VB Sac PP woven Melon" width="463" height="500" /></span></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;"><a title="sacola VB trilogie passion" href="http://www.funverde.org.br/blog/flickr/photo/4473997566/sacola-vb-trilogie-passion.html"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4061/4473997566_3e2a5e05b7.jpg" alt="sacola VB trilogie passion" width="485" height="500" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a title="sacola VB view (Small)" href="http://www.funverde.org.br/blog/flickr/photo/4473219765/sacola-vb-view-small.html"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4050/4473219765_444405b360.jpg" alt="sacola VB view (Small)" width="467" height="480" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Essa é imensa. Ótima para ir à feira, onde nenhuma fruta, verdura, legume ou tempero amassa o outro. Ela tem 90 cm de largura por 35 cm de fundo, uma alça grande e outra pequena e ainda um fecho.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a title="sacola VB Sac PP woven Melon" href="http://www.funverde.org.br/blog/flickr/photo/4473997042/sacola-vb-sac-pp-woven-melon.html"> </a></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a title="sacola VB Superbagopn" href="http://www.funverde.org.br/blog/flickr/photo/4473219063/sacola-vb-superbagopn.html"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4032/4473219063_de84d5ba3a.jpg" alt="sacola VB Superbagopn" width="500" height="470" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a title="sacola VB spar" href="http://www.funverde.org.br/blog/flickr/photo/4473996206/sacola-vb-spar.html"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2685/4473996206_46ccb93b71.jpg" alt="sacola VB spar" width="438" height="500" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Essa é de TNT, com um reforço no fundo e alças reforçadas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a title="sacola VB LEAF BAG CLEAR" href="http://www.funverde.org.br/blog/flickr/photo/4473995948/sacola-vb-leaf-bag-clear.html"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4070/4473995948_0a362cca7d.jpg" alt="sacola VB LEAF BAG CLEAR" width="394" height="414" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Essa é lindíssima, de juta, encara um shopping sem constrangimento.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a title="sacola VB jute logo copie" href="http://www.funverde.org.br/blog/flickr/photo/4473995882/sacola-vb-jute-logo-copie.html"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2803/4473995882_fd987a6bdb.jpg" alt="sacola VB jute logo copie" width="364" height="500" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a title="sacola VB DSC01809 fond blanc" href="http://www.funverde.org.br/blog/flickr/photo/4473216167/sacola-vb-dsc01809-fond-blanc.html"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4018/4473216167_044bb60210.jpg" alt="sacola VB DSC01809 fond blanc" width="378" height="500" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a title="sacola VB DPAM" href="http://www.funverde.org.br/blog/flickr/photo/4473215983/sacola-vb-dpam.html"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2686/4473215983_8ff914e80d.jpg" alt="sacola VB DPAM" width="500" height="361" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Essa além de ter os porta garrafas dentro, tem o fecho ajustável.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a title="sacola VB Auchan Italie" href="http://www.funverde.org.br/blog/flickr/photo/4473215675/sacola-vb-auchan-italie.html"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2708/4473215675_338393978c.jpg" alt="sacola VB Auchan Italie" width="438" height="500" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Essa é dobrável, se torna um saquinho de 15 cm e pode ser carregada na bolsa.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a title="sacola VB carrefour" href="http://www.funverde.org.br/blog/flickr/photo/4473992374/sacola-vb-carrefour.html"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2795/4473992374_54a268545a.jpg" alt="sacola VB carrefour" width="395" height="500" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a title="sacola VB 02" href="http://www.funverde.org.br/blog/flickr/photo/4473992168/sacola-vb-02.html"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4010/4473992168_79e0f7c0b3.jpg" alt="sacola VB 02" width="436" height="500" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Essa tem rodinhas, para quando estiver muito pesada.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a title="sacola VB Trolley vert bis" href="http://www.funverde.org.br/blog/flickr/photo/4473220529/sacola-vb-trolley-vert-bis.html"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4068/4473220529_26c16d8131.jpg" alt="sacola VB Trolley vert bis" width="224" height="500" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Estes são apenas alguns dos modelos da VicBag.</span></p>
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		<title>Gloria Kalil e o fim das sacolinhas plásticas</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 10:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sacola retornável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Há pelo menos dois anos muitas das melhores marcas de moda andam oferecendo de brinde para as mais diversas ocasiões &#8211; Natal, aniversários, desfiles – sacolinhas de pano em todos os formatos possíveis e imagináveis. Eu e toda a turma da moda, devemos ter ganho pelo menos umas cinquenta delas ao longo deste tempo. Pois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm6.staticflickr.com/5204/5225868039_cf25d1fc7a.jpg" alt="" width="468" height="500" /></p>
<p><span style="color: #008000;">Há pelo menos dois anos muitas das melhores marcas de moda andam oferecendo de brinde para as mais diversas ocasiões &#8211; Natal, aniversários, desfiles – sacolinhas de pano em todos os formatos possíveis e imagináveis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Eu e toda a turma da moda, devemos ter ganho pelo menos umas cinquenta delas ao longo deste tempo. Pois finalmente chegou a hora de usar pra valer as tais ecobags. Dia 25 de janeiro a cidade de São Paulo decretou o fim das sacolinhas plásticas no supermercados &#8211; lei que deve aos poucos ser implantada pelo país.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">De agora em diante vamos ter que nos lembrar de carregá-las pra baixo e para cima, especialmente na hora das comprinhas de supermercado, farmácia, feira&#8230; Só tem um jeito: deixar algumas no porta-malas dos carros ou bem dobradas no fundo de todas as nossas it bolsas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">É claro que no começo vai ser uma amolação e aquela gritaria de sempre – nada é mais difícil do que mudar um hábito. E onde colocar compras molhadas como peixes? Ou: com que forrar lixinhos de banheiro? Onde jogar cascas de banana? E onde colocar o frasco do xampu para ele não vazar na nécessaire?</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O tempo dirá!</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Blog Chic Gloria Kalil de 25 de janeiro de 2011</span></p>
<p><span style="color: #008000;"> Gloria Kalil é Jornalista, empresária e consultora de moda. Diretora de confecções como Fiorucci e Jeigikei. Desde 1995 dedica-se à consultoria de estilo e negócios ligados ao campo da moda e do comportamento. Faz palestras e projetos especiais, como vídeos, planos de marketing para lojas de varejo e assessorias para indústrias e organizações institucionais como o Senac. Colabora também com matérias de moda para a imprensa escrita, televisão e outras mídias</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Imagem &#8211; <a href="http://www.funverde.org.br/blog/archives/7569" target="_blank">Sacolas Vicbag</a></span></p>
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		<title>Oportunidade para trabalhar na Viapar</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 11:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[A empresa necessita de motorista Descrição do cargo &#8211; Transportar equipamentos, insumos e colaboradores. Carteira Nacional de Habilitação &#8211; D ou E Salário compatível com o mercado Vale alimentação, UNIMED, UNIODONTO e participação nos lucros da empresa. Interessados ligar para 44 3033-6046]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008000;">A empresa necessita de motorista</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Descrição do cargo &#8211; Transportar equipamentos, insumos e colaboradores.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Carteira Nacional de Habilitação &#8211; D ou E</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Salário compatível com o mercado</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Vale alimentação, UNIMED, UNIODONTO e participação nos lucros da empresa.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Interessados ligar para 44 3033-6046</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mensagens perdidas</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 10:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal, esta semana reenviaremos todas as mensagens respondidas na semana passada, portanto, nos desculpem se receberem respostas repetidas. Explicamos. Tivemos muita reclamação semana passada de dezenas de pessoas perguntando porque não estávamos respondendo as mensagens e daí descobrimos que as mensagens saiam da caixa de saída mas não chegavam ao destino. Entramos em contato com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Pessoal, esta semana reenviaremos todas as mensagens respondidas na semana passada, portanto, nos desculpem se receberem respostas repetidas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Explicamos. Tivemos muita reclamação semana passada de dezenas de pessoas perguntando porque não estávamos respondendo as mensagens e daí descobrimos que as mensagens saiam da caixa de saída mas não chegavam ao destino.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Entramos em contato com quem hospeda a página e eles até agora não descobriram o motivo deste sumiço então a solução é fazer o trabalho novamente e agora responderemos novamente todas as mensagens.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"> Então pedimos um pouco de paciência porque temos que responder as mensagens que forem chegando e as antigas e isso vai demorar um pouco.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Se até sexta alguém não receber a resposta, por favor, reenvie a mensagem que responderemos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Novamente, nos perdoem por este problema, mas resolveremos o mais rápido possível.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Audiência pública para queimar lixo amanhã 30 de janeiro de 2012 08 horas da manhã no auditório Hélio Moreira</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 21:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Incineração de lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma audiência pública da proposta do plano municipal de saneamento básico – leia-se queima de lixo, queima de recursos naturais. Desta vez irá ocorrer no dia 30 de janeiro de 2012, isto é, amanhã, 08 horas da manhã, no Hélio moreira, atrás da prefeitura. Reduzir o consumo, reutilizar embalagens e, finalmente, separar para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7175/6482121749_37ed8afc1a_z.jpg" alt="" width="460" height="640" /></p>
<p><span style="color: #008000;">Mais uma audiência pública da proposta do plano municipal de saneamento básico – leia-se queima de lixo, queima de recursos naturais.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Desta vez irá ocorrer no dia 30 de janeiro de 2012, isto é, amanhã, 08 horas da manhã, no Hélio moreira, atrás da prefeitura.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Reduzir o consumo, reutilizar embalagens e, finalmente, separar para a reciclagem e compostagem, esta é a única e sensata solução para o problema do lixo. Queimar lixo é o mesmo que esconder o lixo embaixo do tapete para não ter o trabalho de resolver verdadeiramente este problema, é incentivar o consumismo, afinal, tudo será queimado, desaparecerá magicamente em um monte de cinzas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Utilize sempre os 5Rs, para diminuir geração de resíduos, que hoje já passa de 1 quilo / dia por pessoa no Brasil.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">REPENSAR a nossa relação com o planeta e de como o nosso consumismo está afetando a viabilidade da continuação da raça humana e de todos os outros seres vivos, com o objetivo de nos tornarmos consumidores sustentáveis e diminuir a geração de lixo;</span></p>
<p><span style="color: #008000;">RECUSAR o que faz mal ao planeta e às pessoas, como no caso das sacolas plásticas e de tantas outras besteiras inventadas e também jamais adquirir produtos com embalagens que não possam ser recicladas ou com sobreembalagens;</span></p>
<p><span style="color: #008000;">REDUZIR nosso consumo somente para o necessário para que todos – inclusive os humanos que ainda não nasceram – tenham à sua disposição os recursos naturais, ar limpo, terra fértil e água potável para para viverem uma vida digna;</span></p>
<p><span style="color: #008000;">REUTILIZAR todas as  embalagens antes de separar para a reciclagem e finalmente,</span></p>
<p><span style="color: #008000;">RECICLAR, isto é, separar todo o material para a reciclagem e compostagem.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Participe da audiência pública e iga não à incineração de lixo!</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aprenda a fazer sacola retornável com aquela camiseta que você não usa mais</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 11:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sacola retornável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Chega de reclamar que você que não tem opção para carregar as compras com a proibição das sacolas. Quem quer faz, é só ver este vídeo de um programa infantil onde o professor Sassá ensina as crianças a fazerem suas próprias sacolas retornáveis com material que seria jogado fora. Então pare de tanta reclamação e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Chega de reclamar que você que não tem opção para carregar as compras com a proibição das sacolas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Quem quer faz, é só ver este vídeo de um programa infantil onde o professor Sassá ensina as crianças a fazerem suas próprias sacolas retornáveis com material que seria jogado fora.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Então pare de tanta reclamação e se acostume, porque a era das sacolas plásticas de uso único acabou, passou, ficou no passado.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Aja como um cidadão do Século XXI e pare de emporcalhar o planeta. Use sacola retornável.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/shPZKyB3JiE"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/shPZKyB3JiE" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
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		<title>Foi às compras e esqueceu a sacola? Não tem problema, faça um furoshiki na hora!</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 10:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sacola retornável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Repetindo o post de 2010, porque a idéia é mais atual do que nunca. Em 23 de setembro de 2009, durante o jantar de premiação do 1º prêmio FECOMERCIO de sustentabilidade  – a FUNVERDE participou da banca julgadora – A Sanae Murayama Saito, uma mulher fantástica, presidente do Sindivarejista de Campinas e região me ensinou a fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Repetindo o post de 2010, porque a idéia é mais atual do que nunca.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em 23 de setembro de 2009, durante o jantar de premiação do <a href="http://www.funverde.org.br/blog/archives/3844" target="_blank"><span style="color: #008000;"><strong>1º prêmio FECOMERCIO de sustentabilidade</strong></span></a>  – a FUNVERDE participou da banca julgadora – A Sanae Murayama Saito, uma mulher fantástica, presidente do Sindivarejista de Campinas e região me ensinou a fazer uma sacola tão fácil de fazer que não dá para ninguém mais usar a desculpa para não usar sacola retornável, porque esta sacola que pode ficar dobrada dentro da sua bolsa para emergências, como compras de impulso em shopping, farmácia, banca de revista …</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Claro que não estamos pedindo para você usar a furoshiki, esta sacola de nome tão estranho mas que é super prática, para fazer a compra do mês no supermercado, pois para grandes compras o ideal é usar sacolas retornáveis, caixas de papelão, carrinho de feira … qualquer coisa, menos as malditas sacolas de plástico de uso único, mas ela pode e deve ser usada quando você esqueceu a sua sacola retornável em casa para pequenas compras.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Assista abaixo, a maravilhosa matéria da Globo, realizada pela Juliane Guzonni, onde explicamos passo a passo como fazer uma furoshiki.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TBw-885s0TI"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/TBw-885s0TI" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p><span style="color: #008000;">O furoshiki é a arte tradicional de embrulho japonês através da utilização de um tecido quadrado – de preferência um tecido que não amasse, como seda – que possibilita embrulhar qualquer objeto. Este tipo de sacola é usada no Japão há muitos séculos – seu uso se iniciou há mais de 1200 anos atrás - e só perdeu sua popularidade após a criação das famigeradas sacolas plásticas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">No ano passado o uso desta sacola foi resgatado pela ministra do meio ambiente, Yuriko Koike, que compreendeu o grande mal causado pelo uso das sacolas plásticas de uso único e melhor, entendeu que mudança de atitude individual pode o destino da coletividade e melhor ainda, começou a divulgar a furoshiki e a utilizar esta sacola. Nada melhor do que o exemplo. Foi lançada então a campanha Mottainai furoshiki – 3 Rs reutilizar, reduzir, reciclar – pelo governo japonês para resgatar a tradição japonesa e incentivar o uso da furoshiki de forma moderna, como sacola retornável e fizeram até o folheto abaixo, para ensinar as pessoas como fazer diversos tipos de sacolas retornáveis, embrulhos, tudo com um pedaço de tecido.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4118/4926560224_42a8d387ea_o.jpg" target="_blank"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4118/4926560224_c7f9fda3a5.jpg" alt="" width="500" height="500" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Abaixo alguns modelos de furoshiki do site Muhle. clique nas imagens para ver em tamanho maior.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4100/4925963655_0bb7ac06a1_o.jpg" target="_blank"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4100/4925963655_9369dd8094.jpg" alt="" width="500" height="344" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4102/4925963835_9aa0ecc525_o.jpg" target="_blank"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4102/4925963835_0112b4e5b9.jpg" alt="" width="433" height="500" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4135/4926560578_33a46d0335_o.jpg" target="_blank"><span style="color: #008000;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4135/4926560578_314a6bb807.jpg" alt="" width="500" height="474" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Abaixo, mais um vídeo de como fazer uma furoshiki.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NC7MH3EzBWM"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NC7MH3EzBWM" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Quando for dar um presente, compre um tecido que não amasse, com padronagem que o presenteado gostar, e embrulhe este presente, pois na verdade você estará dando dois presentes, já que o embrulho não será descartado imediatamente no lixo e sim utilizado por muito tempo como uma sacola retornável e quem você presentear certamente lembrará mais tempo do presente que recebeu.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Mude o destino da humanidade e do planeta apenas mudando seus hábitos, use sacola retornável, use furoshiki.</span></p>
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		<title>Aprenda a fazer sua própria sacola retornável com jornal e cola</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 10:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Sacola retornável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O artista plástico Elson Sposito ensina passo a passo Com a polêmica envolvendo o fim das sacolinhas plásticas nos supermercados de Ribeirão Preto, o artista plástico Elson Sposito, morador do Jardim Flórida, criou há um ano uma sacola feita à base de jornal e cola. &#160; Forte e resistente, a ideia de fazer as sacolas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008000;">O artista plástico Elson Sposito ensina passo a passo</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Com a polêmica envolvendo o fim das sacolinhas plásticas nos supermercados de Ribeirão Preto, o artista plástico Elson Sposito, morador do Jardim Flórida, criou há um ano uma sacola feita à base de jornal e cola.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Forte e resistente, a ideia de fazer as sacolas de jornal surgiu das conversas com o filho biólogo. &#8220;Ele foi me estimulando e comecei a pensar no que podia fazer com aquela pilha de jornal, que depois de ler perde a utilização&#8221;, explica. De acordo com ele, os custos com a sacola de jornal é só com a cola e a alça pode ser feita de fitas, barbantes ou panos velhos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em visita à redação do jornal A Cidade, ele ensinou passo a passo a confecção da sacola ecologicamente correta. Ao lado, na galeria de fotos, uma sequência de imagens ilustra todo o processo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Para quem gostou da ideia e quer aprender diretamente com o artista, no dia 7 de fevereiro, terça-feira, às 20h, Elson vai realizar uma oficina sobre a sacola retornável no Centro Cultural Palace, em Ribeirão Preto.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Material</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Separar 8 folhas duplas de jornal, um tubo de cola, duas tiras de tecido, duas tiras de papelão e uma caixa de papelão.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Confecção</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Cole uma folha dupla sobre a outra, formando quatro peças.</span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7030/6770693691_819232c1eb_o.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p><span style="color: #008000;">Emende as peças com cola, formando uma fileira com as folhas.</span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7012/6770693729_8a59a21b51_o.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p><span style="color: #008000;">Utilizar como molde para a sacola uma caixa de papelão, que será revestida (enrolada) com as folhas de jornal. A caixa não deve ser colada, para que sirva apenas como forma para a sacola.</span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7006/6770693761_80b23740a1_o.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p><span style="color: #008000;">Para fazer o fundo da sacola, basta unir com cola as quatro laterais inferiores como se fosse um embrulho de presente. Terminado o fundo, retire a caixa de papelão.</span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7171/6770693801_b74165066d_o.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p><span style="color: #008000;">Para fazer a alça, basta dobrar a parte superior para o lado de dentro, como se fosse uma &#8220;barra&#8221; de calça. Nas duas partes maiores, cole uma tira de papelão para dar suporte à alça.</span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7154/6770693819_1060e8b045_o.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p><span style="color: #008000;">Faça um pequeno furo em cada lateral onde será colocada a alça. Utilize para fazer a alça o material de sua preferência. Pode ser barbante, sobras de tecidos, cadarço de tênis, etc. Na parte exterior, o nó deve ser maior do que o furo.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Acabamento</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Passe uma camada de verniz à base de água para tornar a sacola mais bonita e resistente. Depois de pronta, aguarde por duas horas a sacola secar.</span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7012/6770693929_f707751da4_o.jpg" alt="" width="500" height="750" /></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte e imagens &#8211; Paulo Schneider, Jornal A Cidade de 26 de janeiro de 2012</span></p>
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		<title>Monsanto não venderá milho transgênico na França</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 10:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Transgênico]]></category>

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		<description><![CDATA[O grupo americano Monsanto afirmou nesta terça-feira que NÃO venderá milho transgênico em 2012 na França, depois que o governo proibiu o cultivo deste tipo de milho geneticamente modificado. &#8220;A Monsanto considera que não se reúnem as condições favoráveis para a comercialização do MON810 na França em 2012 e mais adiante&#8221;, afirmou o grupo em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7033/6760889279_5f20708e49_o.jpg" alt="" width="512" height="347" /></p>
<p><span style="color: #008000;">O grupo americano Monsanto afirmou nesta terça-feira que NÃO venderá milho transgênico em 2012 na França, depois que o governo proibiu o cultivo deste tipo de milho geneticamente modificado.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"> &#8220;A Monsanto considera que não se reúnem as condições favoráveis para a comercialização do MON810 na França em 2012 e mais adiante&#8221;, afirmou o grupo em um comunicado.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Esta posição foi expressa em várias ocasiões e confirmada ante as autoridades francesas&#8221;, acrescentou a Monsanto.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Na segunda-feira, uma centena de militantes hostis aos organismos geneticamente modificados (OGM) ocuparam durante várias horas uma instalação do grupo americano perto de Carcasona (sul), onde tinham sido armazenadas sementes de milho transgênico.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Os militantes exigiram a &#8220;proibição de cessão, circulação e cultivo&#8221; de sementes de OGM.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O protesto pressionou a ministra da Ecologia, Nathalie Kosciusko-Morizet, a anunciar a proibição de cultivar estas sementes antes do fim de fevereiro, mediante uma nova moratória.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Referindo-se ao protesto, o grupo americano lamentou &#8220;a entrada à força e os danos ocasionados&#8221; pelos manifestantes a suas instalações, lembrando que não é a primeira operação deste tipo na França.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A moratória lançada pela França contra os OGM em fevereiro de 2008 foi recentemente invalidada pela Corte Europeia de Justiça, sediada em Luxemburgo, e pelo Conselho de Estado francês.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte e imagem &#8211; AFP de 25 de janeiro de 2012</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Só temos uma coisa a comentar. Agradecemos à monsanto por se retirar da França juntamente com a basf. A humanidade e o planeta agradecem. Não queremos comida que mata. Agora só falta bayer, sygenta &#8230;</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Unidos, podemos mudar o mundo, podemos destruir todas estas megacorporações que estão somente interessadas em lucro e normalmente destruindo o planeta e matando os humanos para isso.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Diga não ao transgênico! Consuma orgânico!</span></p>
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		<title>Vai fazer compra hoje? Lembre-se de levar sua sacola retornável!</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 10:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Sacola retornável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Vai fazer compra hoje? Lembre-se de levar sua sacola retornável. É hoje. Finalmente, após a máfia do plástico derrubar 3 leis proibindo as sacolas plásticas de uso único, governo e varejistas do estado de São Paulo se uniram em um acordo para banir aquelas que representam 10% de todo o lixo gerado diariamente em qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm3.staticflickr.com/2724/4473997042_0d13c26577.jpg" alt="" width="463" height="500" /></p>
<p><span style="color: #008000;">Vai fazer compra hoje? Lembre-se de levar sua sacola retornável.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">É hoje. Finalmente, após a máfia do plástico derrubar 3 leis proibindo as sacolas plásticas de uso único, governo e varejistas do estado de São Paulo se uniram em um acordo para banir aquelas que representam 10% de todo o lixo gerado diariamente em qualquer cidade do país, as sacolas plásticas de uso único, que demoram 1 segundo para serem produzidas, são utilizadas por meia hora e depois ficam poluindo por 500 anos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Kassab, Alckmin, APAS, parabéns pela coragem em enfrentar a máfia multibilionária do plástico para em nome do planeta e da humanidade.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Desde 2004 a FUNVERDE vem travando uma guerra contra a sacola plástica de uso único, perdendo inúmeras batalhas, mas ganhando algumas e garantimos, vale a pena, nossos descendentes merecem. Cada cidade, cada estado que adere à lei ou acordo, não nos importa, estamos mais perto do consumo sustentável, estamos mais perto de um planeta menos poluído para nossos descendentes.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Esta guerra começou aqui, em Maringá, no Paraná, em 2004, nos fundos de vales poluídos por sacolas plasticas e muitos outros produtos plásticos. Foi quando a FUNVERDE definiu que em 5 anos baniria as sacolas plásticas de uso único no país.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em 2005, após um ano de busca por uma tecnologia que fizesse o plástico ser menos impactante ao planeta, descobrimos o plástico com ciclo de vida útil controlado biodegradável de petróleo d2w, que ao invés de durar 500 anos, em 18 meses se biodegrada. Definimos que este seria nosso primeiro passo, chamar a atenção para o problema e daria menos tempo de vida a estas sacolas plásticas e mais tempo de vida para a humanidade. Começamos a incentivar o uso de sacolas retornáveis  e definimos que em cinco anos, acabaríamos com as sacolas plásticas de uso único. Óbvio que produtos como FLV &#8211; sacos para frutas, legumes e verduras &#8211; e sacolas para embalar carne, peixe, frango &#8230; produtos contaminantes ainda usariam o plástico, mas estes poderiam ser acondicionados com plástico biodegradável de petróleo, que também poderia ser usado em todas as outras embalagens de uso único, como embalagens de xampu, iogurte, saco de arroz ou qualquer produto embalado em plástico.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Quando começamos a estudar este plástico, recebemos inúmeros laudos internacionais e nacionais e começam novos testes nacionais e então fomos descobrindo fatos assustadores do plastico, dia a dia. Ficamos sabendo que a sacola plástica de uso único representava 10% de todo o lixo gerado diariamente no país, que 80% dos plásticos eram de uso único e a cada descoberta nos preocupávamos mais em encontrar uma solução para este problema que se mostrava muito pior do que inicialmente imaginávamos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A política nacional de resíduos sólidos estava quase completando duas décadas sem ser aprovada, a reciclagem no país não chegava a 1% &#8211; e não passa disso até hoje &#8211; menos de 10% das cidades tinha aterro sanitário, menos de 5% das cidades contava com reciclagem organizada pelo poder público &#8230; a cada descoberta ficávamos mais chocados e preocupados, nos perguntando porque ninguém do governo federal estava fazendo nada com relação ao lixo gerado no país.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Pronto, a solução estava pronta, agora era pegar as armas e iniciar a guerra pelo planeta e em cinco anos limpar o planeta, simples assim, ou assim, inocentemente pensávamos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Criamos assim a primeira lei de muitas para banir as sacolas, primeiro só podendo usar sacolas com ciclo de vida útil controlado para minimizar os danos ao ambiente e divulgar o problema da plastificação para a população, mas já avisando para quem fazia a lei que em 5 anos a lei mudaria, não podendo ser usada mais nenhuma sacola, apenas a retornável. no final de 2006 a primeira rede de supermercados do país se juntou ao projeto passando a usar somente as sacolas biodegradáveis de petróleo, o Supermercado Cidade Canção, aqui em Maringá. Em 2007 a primeira lei foi aprovada aqui em Maringá. No final deste ano o governo do Paraná nos chamou para limparmos o estado das sacolas e assim o Paraná se tornou o primeiro estado a banir as sacolas plásticas de uso único convencionais, só podendo ser utilizadas sacolas ambientalmente corretas, biodegradáveis de plástico ou papel e retornáveis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em 2008 o conselho superior de sustentabilidade da FECOMERCIO de São Paulo nos convidou para falar para os maiores varejistas do país sobre nosso projeto e fomos convidados a participar do fórum permanente de varejo e consumo sustentável da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. </span></p>
<p><span style="color: #008000;">Ainda 2007 começamos a enviar a lei para vereadores, prefeitos, deputados e governadores Brasil afora para que eles copiassem a lei e assim começaram nossos problemas. Foram dezenas de entrevistas em Rádio, Jornal e Televisão. O projeto ficou conhecido em todo o país e nós ficamos conhecidos pela máfia do plástico.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Até 2007 nem imaginávamos que tínhamos um inimigo tão poderoso, a máfia dos plásticos, com seus advogados caríssimos e cujo único objetivo foi, é e será sempre vomitar todo o plástico que pudessem, mas claro, sem responsabilidade de destinação pós consumo. Nossa vontade era apenas de proteger o mundo contra a vontade destas corporações de destruir o mundo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Foi assim que encontramos o fim da inocência, aprendemos que não é só querer salvar o mundo, tem que lutar todas as batalhas, cidade a cidade, estado a estado, o que fizemos bravamente até hoje e sabemos que a guerra não acabou, mas antes de 2015 teremos ganho esta guerra em todo o país, pela humanidade e pelo planeta.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Ao longo dos anos fomos modificando as leis para podermos defender o planeta das corporações que visam somente o lucro, sem pensar no amanhã. Finalmente a lei foi alterada de proibição para comercialização das sacolas,  pois vimos que a consciência do povo brasileiro reside no bolso e que, enquanto houvesse sacola grátis, nada mudaria.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Algumas redes decidiram dar desconto de 3 centavos a cada cinco itens adquiridos &#8211; é a média de produtos que cabe em uma sacola &#8211; mas era pouco, brasileiro não dá valor a tão pouco, não tem ideia de quanto vale uma moeda e portanto nossa sugestão para a lei era de cobrar 10 vezes o custo de cada sacola, isto é, quer usar sacola, pague 30 centavos a unidade.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Vimos algumas ações coordenadas de varejistas e o governo municipal ou estadual fazerem um acordo, no caso da lei ser derrubada e isso começou a ocorrer em cidades de Santa Catarina, onde a primeira cidade a banir as sacolas plasticas de uso único foi Xanxerê, no dia primeiro de abril de 2009.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Convidamos os supermercadistas de Xanxerê para contar sua história pelo Brasil, para convencer os políticos que valia a pena banir as sacolas, participamos e eventos junto com a ABRAS &#8211; Associação Brasileira de Supermercados em 2009 onde foram apresentados o caso de Xanxerê ao MMA &#8211; Ministério do Meio Ambiente. Foi nesta ocasião que o MMA começou a mobilização para acabar de vez com o uso indiscriminado da sacolas plásticas no Brasil.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Após inúmeras reuniões e muita conversa, estamos hoje vendo o início de uma nova era. A era da limpeza nas ruas, do final daquelas imagens de pessoas perdendo tudo nos dias de enchentes porque os bueiros estão entupidos com tantas sacolas plásticas de uso único jogadas incorretamente. Daquelas inúmeras sacolas voando nos dias de ventos fortes. Estamos iniciando uma era de cidadania plena, onde o cidadão age em vez de ficar somente reclamando, agora sabemos que podemos mudar o que está errado no planeta, onde a união entre as pessoas é o caminho para chegarmos a evolução, construindo um planeta melhor para nossos filhos e netos melhor do que o planeta que nos foi legado por nossos pais.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Temos muita história para contar sobre este projeto, mas o texto já está ficando longo demais. Aos poucos iremos contando toda a história, afinal a guerra ainda não está ganha. Não esquecemos do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais &#8230; e inúmeras cidades de apenas 5 mil habitantes em que seus governantes acabaram com as sacolas. A cada cidade que bane as sacolas plásticas de uso único nosso projeto cresce, o mundo fica mais limpo, e o destino do planeta muda, para melhor.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Lembrem-se deste dia, o dia em que os aterros e lixões de são paulo ganharam 10% a mais de vida útil. Isto é só o começo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Imagem &#8211; <a href="http://www.funverde.org.br/blog/archives/7569" target="_blank"><span style="color: #008000;">Sacola Vicbag</span></a></span></p>
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		<title>E você ainda acha legal usar sacola de comida?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 23:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos naturais]]></category>
		<category><![CDATA[Sacola retornável]]></category>

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		<description><![CDATA[Comida no prato e sacola retornável, já!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Comida no prato e sacola retornável, já!</span></p>
<p><a href="http://farm8.staticflickr.com/7002/6751716603_201a724684_b.jpg" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7002/6751716603_201a724684_z.jpg" alt="" width="453" height="640" /></a></p>
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		<title>Será que vai faltar sacola de plástico de comida?</title>
		<link>http://www.funverde.org.br/blog/archives/9978</link>
		<comments>http://www.funverde.org.br/blog/archives/9978#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 22:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos naturais]]></category>
		<category><![CDATA[Sacola retornável]]></category>
		<category><![CDATA[Superpopulação]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Com estiagem, perdas na agropecuária chegam a 40% no RS A estiagem que atinge o Rio Grande do Sul já impacta a produção da agricultura e da pecuária no Estado no início deste ano. De acordo com a Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), a escassez de chuvas provocou perdas de até 40% da produção. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008000;">Com estiagem, perdas na agropecuária chegam a 40% no RS</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A estiagem que atinge o Rio Grande do Sul já impacta a produção da agricultura e da pecuária no Estado no início deste ano. De acordo com a Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), a escassez de chuvas provocou perdas de até 40% da produção. As culturas mais afetadas são as de <strong>milho</strong>, feijão e soja, além da oferta de leite.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;As principais regiões atingidas são a central, a norte e a nordeste do Estado. Nesses locais, as estimativas de p<strong>erdas na produção do milho estão entre 20% e 30%.</strong> Na região de Santa Rosa, por exemplo, a produção de feijão perdeu cerca de 30% do total. Já na região central, a cultura de soja tem estimativas de perdas de 10%&#8221;, afirmou a doutora em agrometereologia da Fepagro, Loana Cardoso.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Já a produção da pecuária no Estado é a mais atingida com a falta de chuvas, pois o pasto, utilizado como alimento para o gado de leite, está escasso. &#8220;A produção leiteira perdeu entre 30% e 40%, principalmente do Vale do Taquari, na região central, já que as pastagens estão secando, diminuindo assim o alimento, e por fim, a produção de leite&#8221;, disse Cardoso.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">De acordo com o Centro Estadual de Metereologia do Rio Grande do Sul (Cemet), a estiagem vem se prolongando desde setembro e não há previsão de chuvas significativas até a segunda quinzena de janeiro. <strong>&#8220;A ração, geralmente utilizada como complemento à alimentação, pode substituir o pasto, mas os produtores não contam com grandes estoques. Por isso, devem racionar o uso para manter a oferta, já que não sabemos até quando irá essa seca&#8221;, concluiu.</strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Vinicius Pereira, Portal Terra de 04 de janeiro de 2012</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Somos e sempre fomos contra utilizar comida para outro uso que não seja alimento, seja para humanos, seja para animais como alimentação indireta, nos perdoem os amigos vegetarianos.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Com o aumento da temperatura do planeta, o clima totalmente louco, desertificação, longas estações sem chuva, quebra de safras ano após ano, aumento da população planetária e estas megacorporações do mal ainda inventam mais esta, roubar comida do prato da humanidade para fazer uma sacola que será usada por meia hora e depois descartada.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Comida no prato e sacola retornável, já!</span></p>
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		<title>¿Bolsas hechas con comida? Pero a quién se le ocurre…</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 21:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos naturais]]></category>
		<category><![CDATA[Sacola retornável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Como solución para reducir el número de bolsas de plástico que llevan años contaminando nuestros ríos, bosques, mares y selvas, el Gobierno sacó una ley (Ley 22/2011) que propone la sustitución de estas bolsas no biodegradables por bolsas fabricadas a partir de productos alimenticios. ¡Qué gran idea! O sea, que ahora nos vamos a dedicar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Como solución para reducir el número de bolsas de plástico que llevan años contaminando nuestros ríos, bosques, mares y selvas, el Gobierno sacó una ley (Ley 22/2011) que propone la sustitución de estas bolsas no biodegradables por bolsas fabricadas a partir de productos alimenticios.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">¡Qué gran idea!</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O sea, que ahora nos vamos a dedicar a cultivar para bolsas en vez de alimentar a las personas…</span></p>
<p><span style="color: #008000;">¡Qué no nos tomen el pelo!</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Amigos de la Tierra creemos que ya es hora de dejar de generar residuos que la Tierra no puede soportar y de consumir más recursos de los que deberíamos. Para ello, queremos: c</span><span style="color: #008000;">oncienciar a la población de lo importante que es realizar un consumo responsable, e</span><span style="color: #008000;">xigir a los gobiernos que gestionen los residuos adecuadamente e a</span><span style="color: #008000;">poyar alternativas sostenibles que hagan posible el cambio&#8230;</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Amigos de la Tierra</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Ainda bem que não estamos sozinhos na guerra contra as sacolas de comida.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Comida é para alimentar a humanidade e jamais para fazer sacola.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Comida para os humanos e sacola retornável, já!</span></p>
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		<title>BASF asume el fiasco de su patata transgénica y renuncia a vender transgénicos en Europa</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 17:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<description><![CDATA[La organización ecologista anima al resto de la industria a seguir el ejemplo La multinacional química alemana BASF anunció ayer su decisión de abandonar el mercado europeo de semillas transgénicas, reconociendo la “falta de aceptación en muchos lugares de Europa por parte de la mayoría de consumidores, agricultores y políticos”. Esto supone la retirada de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008000;">La organización ecologista anima al resto de la industria a seguir el ejemplo</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">La multinacional química alemana BASF anunció ayer su decisión de abandonar el mercado europeo de semillas transgénicas, reconociendo la “falta de aceptación en muchos lugares de Europa por parte de la mayoría de consumidores, agricultores y políticos”. Esto supone la retirada de la patata transgénica Amflora aprobada hace tan solo dos años, de la que se han cultivado apenas unas decenas de hectáreas y que, tras múltiples escándalos de contaminación, ha supuesto otro gran fracaso para la industria de los transgénicos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">La decisión de BASF se produce después de intensos años de lobby por parte de esta multinacional para introducir sus cultivos transgénicos en Europa. La patata transgénica Amflora fue el primer cultivo aprobado en la Unión Europea tras 12 años, y supuso una de las primeras y polémicas apuestas del Comisario de Salud y Consumo John Dalli.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">“La decisión de BASF es un aviso para empresas como Monsanto, Syngenta o Bayer, que siguen presionando para introducir cultivos transgénicos en Europa. El ejemplo de BASF demuestra que forzar la voluntad de los consumidores y de la gran mayoría de agricultores, ni siquiera es rentable económicamente” afirmó David Sánchez, responsable de agricultura y alimentación de Amigos de la Tierra.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Las tácticas de la industria de los transgénicos para la introducción de sus productos en Europa están cada vez más al descubierto, con protestas formales de Gobiernos Regionales como el de Azores por la injerencia de la Embajada Estadounidense por la reciente prohibición de estos cultivos [3]. O las presiones de la industria y la Embajada de EEUU en España que revelaron los cables de Wikileaks, y que confirmaron porqué España es el único país de la UE que cultiva transgénicos a gran escala [4]</span></p>
<p><span style="color: #008000;">“Animamos al resto de la industria de los transgénicos a seguir el ejemplo de BASF y reconocer que el futuro de la agricultura y alimentación en Europa y en el resto del mundo, pasa por un modelo social y sostenible, en el que cada vez está más claro que las semillas modificadas genéticamente no jugarán ningún papel” añadió Sánchez.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Amigos de la Tierra de  17 de janeiro de 2012</span></p>
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		<title>Revelaciones de Wikileaks sobre el Gobierno de España y los transgénicos</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 16:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Transgênico]]></category>

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		<description><![CDATA[Agricultores, ecologistas y consumidores exigen a Rosa Aguilar que la política española sobre transgénicos deje de estar dictada por las multinacionales y que se prohíba su cultivo Wikileaks demuestra la alianza de determinados miembros del Gobierno de España con EEUU para favorecer a la industria de los transgénicos y para presionar a la UE A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008000;">Agricultores, ecologistas y consumidores exigen a Rosa Aguilar que la política española sobre transgénicos deje de estar dictada por las multinacionales y que se prohíba su cultivo</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;"> Wikileaks demuestra la alianza de determinados miembros del Gobierno de España con EEUU para favorecer a la industria de los transgénicos y para presionar a la UE</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A raíz de la información publicada hoy en El País, basada en datos de Wikileaks que evidencian una estrategia conjunta a favor de los trangénicos de los gobiernos de España y EEUU, Amigos de la Tierra, Ecologistas en Acción, Greenpeace, COAG, Plataforma Rural y CECU exigen que la política española sobre organismos modificados genéticamente (OMG) deje de estar controlada por las multinacionales y una moratoria inmediata a su cultivo en España. Las organizaciones de agricultores, ecologistas y consumidores exigen a la ministra de Medio Ambiente, Medio Rural y Marino, Rosa Aguilar, que adopte las medidas oportunas, tome inmediatamente cartas en el asunto exigiendo responsabilidades a quienes, escandalosamente, han trabajado para favorecer los intereses de las grandes multinacionales biotecnológicas en detrimento de los del conjunto de la sociedad, de la salud pública y del medio ambiente.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Desde hace más de una década el Gobierno de España ha defendido prácticamente en solitario el cultivo de transgénicos en la UE, y es el único país que ha tolerado su cultivo a gran escala (según datos del propio ministerio, se cultivan entorno a 70.000 hectáreas de un maíz modificado genéticamente de Monsanto). Y lo ha hecho sin cumplir con las normas europeas y españolas de transparencia, sin seguir los productos a través de la cadena alimentaria, sin obligar a etiquetar los alimentos transgénicos y sin realizar seguimiento alguno de los campos cultivados con estas peligrosas semillas. Los datos hechos públicos ahora explican por qué se ha permitido que campeen a sus anchas las multinacionales del sector, a pesar de los innumerables casos de contaminación genética y los daños sociales y económicos que estos cultivos han ocasionado.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Por ello es de vital importancia que la nueva ministra cambie inmediatamente la posición del Gobierno de España y que la primera medida sea prohibir el cultivo de maíz transgénico de Monsanto MON 810 para la próxima campaña de siembra, tal y como llevan haciendo desde hace años los gobiernos de hasta diez países de la UE (entre ellos Francia, Austria o Alemania) debido a las evidencias científicas sobre sus impactos en el medio ambiente, la imposibilidad de convivencia de la agricultura transgénica con la convencional y ecológica y las incertidumbres sobre sus efectos sobre la salud a largo plazo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">La prohibición del cultivo de transgénicos por parte del Ejecutivo español es imprescindible para poder defender los intereses de nuestro medio ambiente, nuestra agricultura y la salud pública, para que éstos no sigan en manos de la industria de los transgénicos, de los intereses de EE UU y de quienes, desde las instituciones españolas, los han apoyado abiertamente, tal y como ha quedado demostrado en los cables de Wikileaks.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Amigos de la tierra</span></p>
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		<title>Europa expulsa basf. Para onde eles vão?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 11:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Transgênico]]></category>

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		<description><![CDATA[Basf desiste de transgênicos na Europa Notícia representa uma vitória de todo o movimento anti-transgênicos na Europa e da forte resistência manifesta por consumidores e produtores A Basf, multinacional do setor químico com sede na Alemanha, anunciou esta semana a decisão de abandonar o mercado europeu de sementes transgênicas. Segundo um comunicado divulgado pela empresa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008000;"><img class="alignnone" src="http://farm5.staticflickr.com/4006/4670816636_d6655fc1a9.jpg" alt="" width="500" height="375" /></span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Basf desiste de transgênicos na Europa</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Notícia representa uma vitória de todo o movimento anti-transgênicos na Europa e da forte resistência manifesta por consumidores e produtores</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A Basf, multinacional do setor químico com sede na Alemanha, anunciou esta semana a decisão de abandonar o mercado europeu de sementes transgênicas. Segundo um comunicado divulgado pela empresa, a decisão é devida ao fato de que <strong>“ainda existe uma falta de aceitação à tecnologia em muitas partes da Europa – por parte da maioria dos consumidores, agricultores e políticos”.</strong> A empresa irá concentrar seus esforços em “mercados mais atrativos para a biotecnologia de plantas na América do Norte, na América do Sul e nos mercados em crescimento na Ásia”.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A Basf é detentora da patente de uma das duas únicas variedades transgênicas aprovadas para cultivo na Europa: a batata transgênica Amflora, destinada à produção de amido para uso industrial. <strong>A produção de plantas alimentícias transgênicas para uso industrial é fortemente criticada em função do risco de contaminação de lavouras destinadas à alimentação.</strong> Desde que foi autorizada há dois anos, a Amflora foi cultivada em apenas algumas dezenas de hectares e já envolveu um escândalo em 2010, quando um campo experimental da própria empresa, na Suécia, foi contaminado por uma outra variedade de batata transgênica não autorizada, chamada Amadea. Um porta-voz da empresa declarou à AFP que, desde o episódio sueco, o cultivo da Amflora se limitou a uma parcela de dois hectares na Alemanha e que as vendas em 2011 foram “praticamente nulas” (UOL, 16/1/12).</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Com a saída da Europa, a Basf interromperá a comercialização e o desenvolvimento de todos os produtos transgênicos destinados ao mercado Europeu, incluindo as batatas transgênicas para a produção de amido industrial (Amflora, Amadea e Modena), uma batata resistente a uma doença conhecida como requeima e uma variedade de trigo resistente a doença fúngica. A empresa apenas dará continuidade aos pedidos de autorização comercial que já estão em curso.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte - Redação da EcoAgência com informações da AS-PTA de 20 de janeiro de 2011</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Imagem &#8211; <a href="http://www.flickr.com/photos/bund-esslingen_neckar/"><span style="color: #008000;">BUND_Esslingen</span></a></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Vamos analisar os argumentos da basf para entender o que aconteceu.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Ainda existe uma falta de aceitação à tecnologia em muitas partes da Europa, por parte da maioria dos consumidores, agricultores e políticos -</strong> europeus não são massa, não são povão, são sim cidadãos que entenderam desde o começo da era dos transgênicos o perigo que esta tecnologia representava para a toda a vida no planeta e desde então vem travando uma guerra contra basf, syngenta, bayer, monsanto &#8230; e agora, finalmente, conseguiram mais uma vitória, talvez a mais relevante de todas, já que conseguiram expulsar uma megacorporação do mal de suas terras. Eles lideraram a rotulagem, eles proibiram vários países de plantarem transgênicos, eles fizeram passeatas, convenceram políticos, queimaram plantações clandestinas quando o governo se absteve de cumprir seu papel, eles convenceram supermercadistas, eles foram cidadãos e por isso merecem esta vitória, que culminou com a expulsão dos produtores de veneno de seu continente.</span></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">A empresa irá concentrar seus esforços em mercados mais atrativos para a biotecnologia de plantas na América do Norte, na América do Sul e nos mercados em crescimento na Ásia -</span></strong><span style="color: #ff0000;"> vejamos, americanos comem o que vier pela frente, querem comer e estão comendo o mundo, com sua comida supersize, quanto mais, melhor. São basicamente brasileiros com mais dinheiro, só isso. Eles não tem exatamente uma consciência ambiental ou de qualquer coisa e por isso estão pouco se lixando se comem transgênico, não tem idéia do que seja orgânico &#8230; e por aí vai.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Ásia -</strong> os grandes países asiáticos estão tendo pela primeira vez chance de comer e por isso não se preocupam com qualidade, mas sim. China, Índia, Rússia, Japão e os tigres asiáticos concentram a maioria da população do planeta e precisam comer, não importa o que. Imagine o potencial de crescimento do faturamento das empresas de transgenia nestes locais? Lembrem-se, primeiro vem o pão, depois o sonho.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Cucarachas e macaquitos, traduzindo, brasileiros e américa latina -</strong> geralmente governos corruptos, população ignorante e sem engajamento, preocupada com seus próprios umbigos, isto é, se eu estiver bem, o resto pouco importa. É o paraíso das megacorporações do mal.</span></p>
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		<title>Transgênicos &#8211; Expulsa da Europa, Basf quer expandir no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 10:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Transgênico]]></category>

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		<description><![CDATA[A Basf vai abandonar o mercado europeu de sementes transgênicas, depois de muitas polêmicas envolvendo uma variedade de batata – plantada na Suécia sem autorização da União Europeia. Após o encerramento das atividades, anunciado na última semana, a multinacional alemã pretende aumentar sua presença no Brasil e outros mercados considerados potenciais. A batata transgênica Amflora, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm4.staticflickr.com/3501/4563577546_76b5917c7e_z.jpg" alt="" width="480" height="640" /></p>
<p><span style="color: #008000;">A Basf vai abandonar o mercado europeu de sementes transgênicas, depois de muitas polêmicas envolvendo uma variedade de batata – plantada na Suécia sem autorização da União Europeia. Após o encerramento das atividades, anunciado na última semana, a multinacional alemã pretende aumentar sua presença no Brasil e outros mercados considerados potenciais.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A batata transgênica Amflora, destinada à produção de amido para uso industrial, era a principal aposta da Basf. No entanto, a produção de plantas alimentícias transgênicas para uso industrial é fortemente criticada, devido ao risco de contaminação de lavouras destinadas à alimentação.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Uma nota divulgada pela multinacional relaciona a saída da Europa à baixa aceitação popular das sementes geneticamente modificadas.</strong> </span></p>
<p><span style="color: #008000;">Ao longo dos anos, consumidores, agricultores e políticos têm se mobilizado contra as tentativas das indústrias químicas de impor seus produtos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">As primeiras sementes transgênicas chegaram ao Brasil clandestinamente, em 1997. Depois da liberação, o país se tornou dono de uma das maiores produções agrícolas com variedades modificadas. Em 2010, cultivo transgênico atingiu uma área de 25,4 milhões de hectares.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Portal Vermelho de 21 de janeiro de 2012</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Imagem - <a href="http://www.flickr.com/photos/gruene_sh/"><span style="color: #008000;">Bündnis90/Die Grünen LV Schleswig-Holstein</span></a></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Abandonar? Foram chutados de lá por verdadeiros cidadãos preocupados com sua saúde e a saúde de todos os europeus.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Daí eles pensaram: hmmm, onde não seremos incomodados ao produzir nosso veneno, que irá destruir a humanidade pela boca? Já adivinharam?</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Então eles vem para cá, para a terra das cucarachas e dos macaquitos, em que não existem cidadãos, existem escravos que trabalham para pagar impostos e preços altíssimos por produtos e serviços e que ao invés de pensar em defender sua saúde ou qualquer coisa, tem idéia fixa com a tal da felicidade, a ponto de quererem transformar em lei &#8220;todos tem direito à felicidade&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Por aqui o negócio é trabalhar das oito às seis de segunda a sexta e deixar qualquer assunto, mesmo que vital para sua sobrevivência, ser decidida pelos políticos corruptos. E o argumento é sempre o mesmo: nós já trabalhamos demais e pagamos impostos altíssimos, eles que resolvam tudo. É a teoria do grande pai, que resolve todos os problemas para os filhos brincarem sossegados.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">A massa só quer pensar em felicidade, traduzida em carnaval ou qualquer aglomeramento que envolva música, de preferência pagode, sertanejo &#8230; quanto mais vulgar e brega, mais faz sucesso na terra das cucarachas e macaquitos. Tem a felicidade da bunda, traduzida nos BBBs da vida e incontáveis novelas e qualquer programa de auditório, com muita baixaria, revelações chocantes e dá-lhe miséria humana. E não podemos nos esquecer da cerveja ou a pinguinha do final do dia, afinal, ninguém é de ferro, só o homem de ferro, essa foi tosca.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">O sujeito nem chega em casa, gasta o salário no primeiro boteco fofocando com os amigos, sendo feliz. Ah, tem também o churrasquinho para reunir os amigos, para falar mal dos outros, ouvir música e ver muita bunda. E é claro, com a emergência da nova classe C, o consumismo, comprar para ser feliz, lembra do &#8220;todos tem direito à felicidade&#8221;? Compram de esmalte a eletrodomésticos, compram o que está na novela, compram para preencher o buraco existencial que eles não tem e jamais terão idéia de que existe dentro deles e enquanto isso, as corporações chegam silenciosamente, aproveitando a ignorância do povo e</span><span style="color: #ff0000;"> os políticos corruptos, as megacorporações do mal, os que se dizem espertos mas que na verdade são os destruidores de mundos e estão destruindo o planeta, encontraram o paraíso para eles e irão transformar a vida dos poucos cidadãos do lado debaixo do equador num inferno e levando a humanidade à extinção.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Acordem, seus zumbis, a vida é mais do que consumir, a vida também é lutar por um mundo melhor. Portanto, menos novela e mais engajamento em qualquer luta para melhorar o planeta.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Se nós permitirmos, as próximas serão syngenta, bayer, monsanto. Portanto, cabe a nós, os poucos cidadãos </span><span style="color: #ff0000;">do hemisfério sul mostrarmos para a basf que aqui eles também não são bem vindos, que ninguém no planeta quer seu lixo transgênico, que nós não os queremos envenenando nossa comida, ou melhor, nós não queremos suas plantas mutantes assassinas.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Transgênicos, não! Orgânicos, já!</span></p>
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		<title>Londrina, PR &#8211; VI conferência municipal do meio ambiente</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 10:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7007/6672756781_eacbe7258c_b.jpg" alt="" width="569" height="1024" /></p>
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		<title>São Paulo, SP &#8211; Sacola gigante é colocada no centro</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 10:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Sacola retornável]]></category>

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		<description><![CDATA[Feita de material reciclável, a sacola serve para conscientizar os paulistanos a utilizar as reutilizáveis Uma sacola gigante feita de material reutilizável está prendendo o olhar das pessoas que passam nesta segunda-feira pelo Largo São Bento, no centro de São Paulo. Essa é uma iniciativa do governo do Estado em parceria com a prefeitura da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7008/6713803373_934e9c18ed.jpg" alt="" width="500" height="334" /></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Feita de material reciclável, a sacola serve para conscientizar os paulistanos a utilizar as reutilizáveis</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Uma sacola gigante feita de material reutilizável está prendendo o olhar das pessoas que passam nesta segunda-feira pelo Largo São Bento, no centro de São Paulo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Essa é uma iniciativa do governo do Estado em parceria com a prefeitura da capital para conscientizar os paulistanos a utilizarem sacolas reutilizáveis.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Lei das sacolas plásticas</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">As sacolas plásticas nos supermercados de São Paulo deixarão de ser gratuitas a partir do dia 25 de janeiro. Acordo entre o comércio e a prefeitura prevê o fim das embalagens para proteger o meio ambiente.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A medida deveria entrar em vigor em janeiro, mas foi barrada pela Justiça após uma ação do sindicato da indústria de material plástico, que alega que a medida pode provocar a demissão de 6.000 pessoas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Apesar disso, a associação dos supermercados fez um acordo para acabar com as sacolas. O acordo prevê que 1.300 estabelecimentos acabem com a distribuição gratuita no dia 25. No lugar das embalagens gratuitas, os estabelecimentos passarão a vender sacolas biodegradáveis por R$ 0,19.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Quem não quiser pagar terá de levar as compras em caixas de papelão, mochilas ou sacolas de pano.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte e imagem &#8211; Portal da Band de 16 de janeiro de 2012</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Preparem suas sacolas retornáveis porque a era das sacolas acabou, finalmente.</span></p>
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		<title>Anvisa divulga lista de alimentos mais contaminados por agrotóxicos</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 10:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotóxico]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de iniciar a matéria, que fique extremamente claro, LAVAR FRUTAS, VERDURAS E LEGUMES NÃO ELIMINA, NÃO TIRA, NÃO SOME COM O AGROTÓXICO. Se você quiser vegetais sem agrotóxicos, compre orgânicos. Clique na imagem abaixo para ler na íntegra dos resultados do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos de 2010. O pimentão, o morango [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000;">Antes de iniciar a matéria, que fique extremamente claro, LAVAR FRUTAS, VERDURAS E LEGUMES NÃO ELIMINA, NÃO TIRA, NÃO SOME COM O AGROTÓXICO.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Se você quiser vegetais sem agrotóxicos, compre orgânicos.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Clique na imagem abaixo para ler na íntegra dos resultados do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos de 2010.</span></p>
<p><a href="http://www.funverde.org.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/anvisa-relatorio-agrotoxicos-2010.pdf" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7146/6685830995_a3d790c0a9_z.jpg" alt="" width="452" height="640" /></a></p>
<p><span style="color: #008000;">O pimentão, o morango e o pepino lideram o ranking dos alimentos com o maior número de amostras contaminadas por agrotóxico, durante o ano de 2010. É o que apontam dados do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos de Alimentos (Para) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), divulgados na última quarta-feira (7). Mais de 90% das amostras de pimentão analisadas pelo Programa apresentaram problemas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">No caso do morango e do pepino, o percentual de amostras irregulares foi de 63% e 58%, respectivamente. Os dois problemas detectados na análise das amostras foram: teores de resíduos de agrotóxicos acima do permitido e o uso de agrotóxicos não autorizados para estas culturas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A alface e a cenoura também apresentaram elevados índices de contaminação por agrotóxicos. Em 55% das amostras de alface foram encontradas irregularidades. Já na cenoura, o índice foi de 50%.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Na beterraba, no abacaxi, na couve e no mamão foram verificadas irregularidades em cerca de 30% das amostras analisadas. “São dados preocupantes, se considerarmos que a ingestão cotidiana desses agrotóxicos pode contribuir para o surgimento de doenças crônicas não transmissíveis, como a desregulação endócrina e o câncer”, afirma o diretor da Anvisa, Agenor Álvares.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Por outro lado, a batata obteve resultados satisfatórios em 100% das amostras analisadas. Em 2002, primeiro ano de monitoramento do programa, 22,2% das amostras de batata coletadas apresentavam irregularidades.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Balanço</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">No balanço geral, das 2.488 amostras coletadas pelo Para, 28% estavam insatisfatórias. Deste total, em 24,3% dos casos, os problemas estavam relacionados à constatação de agrotóxicos não autorizados para a cultura analisada.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Já em 1,7% das amostras foram encontrados resíduos de agrotóxicos em níveis acima dos autorizados. “Esses resíduos indicam a utilização de agrotóxicos em desacordo com as informações presentes no rótulo e bula do produto, ou seja, indicação do número de aplicações, quantidade de ingrediente ativo por hectare e intervalo de segurança”, evidencia Álvares.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Nos 1,9% restantes, as duas irregularidades foram encontradas simultaneamente na mesma amostra.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Cuidados</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Para reduzir o consumo de agrotóxico em alimentos, o consumidor deve optar por produtos com origem identificada. Essa identificação aumenta o comprometimento dos produtores em relação à qualidade dos alimentos, com adoção de boas práticas agrícolas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">É importante, ainda, que a população escolha alimentos da época ou produzidos por métodos de produção integrada (que a princípio recebem carga menor de agrotóxicos). Alimentos orgânicos também são uma boa opção, pois não utilizam produtos químicos para serem produzidos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Os procedimentos de lavagem e retirada de cascas e folhas externas de verduras ajudam na redução dos resíduos de agrotóxicos presentes apenas nas superfícies dos alimentos. “Os supermercados também tem um papel fundamental nesse processo, no sentido de rastrear, identificar e só comprar produtos de fornecedores que efetivamente adotem boas práticas agrícolas na produção de alimentos”, afirma Álvares.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em 2010, apenas 2,1% das amostras analisadas pelo Para não tiveram qualquer rastreabilidade. Na maioria dos casos (61,2%), foi possível rastrear o alimento até o distribuidor.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Confira na tabela o número de amostras analisadas por cultura e resultados insatisfatórios. PARA, 2010</span></p>
<p><img src="http://farm8.staticflickr.com/7163/6685800883_ba6230f4ff_o.jpg" alt="" width="474" height="519" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7001/6685906397_1f19293763.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7020/6685906307_b3bf2860ea.jpg" alt="" width="500" height="301" /></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Ciclovivo de 08 de dezembro de 2011</span></p>
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		<title>Annie Leonard &#8211; A revolução do consumo e da felicidade</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos naturais]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[De onde vem o papel que você segura neste momento? O quão sustentável é a camiseta supostamente ecologicamente correta que acaba de comprar? A mulher que respondeu a essas e a centenas de outras perguntas sobre produção de bens de consumo se tornou uma celebridade. A ambientalista americana Annie Leonard ficou mundialmente famosa pelo vídeo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3c88_Z0FF4k"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/3c88_Z0FF4k" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p><span style="color: #008000;">De onde vem o papel que você segura neste momento? O quão sustentável é a camiseta supostamente ecologicamente correta que acaba de comprar? A mulher que respondeu a essas e a centenas de outras perguntas sobre produção de bens de consumo se tornou uma celebridade. A ambientalista americana Annie Leonard ficou mundialmente famosa pelo vídeo &#8220;A história das coisas&#8221;, exibido milhões de vezes no YouTube. O curta ganhou uma versão em livro &#8211; o homônimo &#8220;A história das coisas&#8221; (Editora Zahar). Em ambos, Annie defende não só a sustentabilidade, mas a felicidade.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>O Globo -</strong> Qual a sua inspiração para fazer o vídeo e escrever &#8220;A história das coisas&#8221;?</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Annie Leonard -</strong> Quando era estudante universitária em Nova York, me impressionava muito com as monumentais pilhas de lixo depositadas nas ruas todos os dias. Um dia resolvi abrir os sacos para ver o que as pessoas jogavam fora. Fiquei chocada ao descobrir que havia muito material reutilizável, especialmente papel e metal. Então resolvi ir ao depósito de lixo da cidade. Havia montanhas de móveis, roupas, livros, comida. Isso despertou minha curiosidade sobre a função das coisas em nossas vidas. De onde elas vem, para onde vão e como administrar melhor sua produção e uso. Depois de formada, trabalhei para ONGs ambientais e viajei pelo mundo.Vi os impactos ambiental, social e de saúde ocultos das coisas que usamos e jogamos fora. Fiquei frustrada que o custo real de todos os bens que consumimos não é explicitado nas propagandas que nos encorajam a comprar coisas para nos assegurar felicidade, sucesso e segurança. Eu queria promover uma discussão mais honesta sobre padrões de produção e consumo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>O Globo -</strong> Como surgiu a ideia do filme e do livro?</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Annie -</strong> Comecei fazendo um cartoon para descrever os sistemas de ação e consumo. E deu certo! Depois criamos um vídeo de 20 minutos e o postamos em dezembro de 2007. Para minha surpresa, foi um sucesso. Já foi exibido mais de 15 milhões de vezes, acessado em praticamente todos os países do mundo. O livro &#8220;A história das coisas&#8221; foi continuação desse trabalho.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>O Globo -</strong> Você viajou por mais 40 países para pesquisar como as coisas são produzidas e descartadas. O que descobriu? O que viu de mais significativo?</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Annie -</strong> A lição mais importante que aprendi é que há muitos meios de criar um mundo melhor. Soluções economicamente viáveis já existem, energia renovável à produção limpa e resíduos zero. Precisamos fazer uma nova revolução industrial que transforme nossos sistemas de produção e consumo drasticamente, reduza o gasto de energia e água, elimine substâncias tóxicas, tornem os produtos mais duráveis. Precisamos investir mais em ação, saúde e meio ambiente, e não no acúmulo de coisas. Há muitos problemas ambientais para resolver, do caos climático ao colapso dos recursos pesqueiros. Seria fácil ficar deprimido se não tivéssemos tantas boas alternativas já disponíveis. Felizmente, podemos começar a construir um futuro agora. Em cada país que visito vejo pessoas &#8211; de professores a pais, empresários e até mesmo políticos &#8211; que trabalham para um futuro melhor. Isso me dá uma grande esperança.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>O Globo -</strong> Você já esteve no Brasil?</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Annie -</strong> Ainda não, mas espero conhecer o Brasil. É um dos países onde mais gente assistiu ao meu filme. Recebemos milhares de e-mails de brasileiros, de pessoas que concordam com a mensagem de &#8220;A história das coisas&#8221; e trabalham para um ambiente mais saudável, sustentável e justo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>O Globo -</strong> Como podemos tornar nossa vida mais sustentável e feliz?</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Annie -</strong> Pensando por nós mesmos. Estabelecendo nossa própria medição de satisfação. Não deixando comerciais instilarem um senso de inadequação que nos faça achar necessárias coisas das quais realmente não precisamos. Conhecendo melhor nossos valores e visão de uma vida feliz, e os pondo em prática.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>O Globo -</strong> Como mudanças pessoais podem fazer diferença?</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Annie -</strong> Escolhas responsáveis, como consumir o necessário, cuidar do lixo e usar menos carro, nos fazem não só nos sentirmos melhor quanto inspiram outras pessoas a fazer o mesmo, a levar uma vida ambientalmente responsável. É claro, o impacto ambiental das indústrias é maior, mas nosso grande potencial de mudança é a chance de pressionar por novos padrões de produção e consumo. É preciso mudar a mentalidade das pessoas sobre o lixo e o desperdício, fazê-las associar isso a sua vida pessoal.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>O Globo -</strong> Qual a melhor forma de educar as pessoas sobre meio ambiente?</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Annie -</strong> Nossa economia, nossa saúde, nossas vidas dependem de termos um ambiente saudável, mas a educação ambiental por muitos anos tem sido segregada como uma área de estudo opcional. Precisamos mudar isso. A consciência de nosso papel no meio ambiente deve permear todas as áreas de educação, inclusive as profissionais, como medicina ou negócios. Afinal, não existirão negócios, hospitais e produtos num planeta morto.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>O Globo -</strong> Como podemos conciliar nossa necessidade de coisas como computadores, geladeiras etc. com o impacto ambiental que causam?</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Annie -</strong> Eu não estou dizendo que devemos nos desapegar de tudo. O que eu digo é que os bens de consumo precisam ser saudáveis e seguros para o planeta, para quem os produz e para nós mesmos. Por exemplo, hoje os telefones celulares têm metais tóxicos. E também não duram nada. Somos estimulados a comprar sempre modelos novos, em campanhas publicitárias milionárias, que estigmatizam os aparelhos mais antigos. O ideal é que os aparelhos durassem mais, pudessem ser atualizados e utilizassem tecnologias que facilitassem a reciclagem. Hoje, nos EUA, o tempo de vida útil médio de um celular é de apenas um ano. Se considerarmos a quantidade de energia e os materiais necessários para produzir um celular, uma vida útil tão curta é uma verdadeira tragédia. Eu não sou contra ter coisas. Eu apenas defendo um consumo mais responsável. Defendo que as coisas sejam mais duráveis e possam ser recicladas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>O Globo -</strong> O que você faz para reduzir seu consumo, reutilizar produtos e proteger os recursos naturais?</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Annie -</strong> Eu compro menos coisas novas. Em parte porque eu levo muito a sério a responsabilidade ecológica e também porque eu não quero a minha casa entulhada de coisas. Há aparelhos, como impressoras, por exemplo, que podem ser compartilhados com amigos. Poderíamos compartilhar mais certos aparelhos e mesmo carros. DVDs, livros, tudo isso pode ser compartilhado e trocado entre amigos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>O Globo -</strong> A publicidade tem um grande impacto em nossa vida. Como podemos lidar melhor com isso?</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Annie -</strong> Eu tenho recebido muitos e-mails do Brasil que expressam exatamente preocupação com isso. Muitos anúncios fomentam uma sensação de ansiedade ou inadequação se você não tem um determinado produto. Todos os dias ouvimos que nosso cabelo e nosso corpo poderiam melhorar com esse ou aquele produto; que não temos um bom carro ou celular. Temos mais coisas do que qualquer geração antes da nossa e nem por isso somos mais felizes. Na verdade, somos mais infelizes do que as gerações que nos antecederam. Por isso, é prioritário limitar a publicidade para crianças, só estimula uma sensação permanente de insatisfação. Também deveria haver leis mais rígidas em relação à honestidade da informação que é veiculada. Precisamos encorajar o pensamento crítico sobre a publicidade. Ter coisas demais não aumenta nossa qualidade de vida.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>O Globo -</strong> Como podemos passar de uma cultura acostumada a jogar coisas fora a outra de lixo zero, que valorize produtos não-tóxicos?</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Annie -</strong> Não existe uma receita mágica. A solução está em várias frentes simultâneas. Numa delas podemos recompensar cidades e indústrias que reduzam o lixo e implementem taxas para grandes poluidores. Na frente tecnológica é importante desenvolver produtos com menos uso de materiais, que sejam mais duráveis e facilitem a reciclagem. Na frente cultural, estimular valores que não sejam baseados no consumo excessivo, investir em centros comunitários que compartilhem cultura. Na frente econômica, é preciso parar de favorecer indústrias poluidoras e incentivar a sustentabilidade. Há muitas estratégias e desafios. Mas muitos problemas ecológicos não são realmente difíceis de resolver. Já existem boas tecnologias e informação para fazer as coisas mudarem. A falta de ação é indesculpável.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>O Globo -</strong> O materialismo realmente nos faz infelizes?</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Annie -</strong> A despeito de todas as que pregam que consumir mais coisas nos torna mais felizes, um crescente número de pesquisas tem mostrado o contrário. Uma orientação de vida altamente materialista só aumenta a insegurança e a ansiedade. Eu não estou dizendo que comprar um produto novo nunca nos faz felizes. Mas à medida que consumimos mais, a satisfação vai diminuindo. Nosso primeiro ou segundo casaco certamente tiveram um impacto maior do que o 12 ou 13. Além disso, também nos preocupamos com os gastos. Obviamente, todas essas considerações só valem para quem pode consumir. Claro que pessoas que lutam para comprar comida a cada dia ficam muito felizes quando podem comprar alguma coisa. Mas quando falo de consumismo, estou me referindo a quem já tem o suficiente.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>O Globo -</strong> Nossa sociedade está mesmo passando por um momento de mudança de paradigma? Como a economia global pode se adaptar?</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Annie -</strong> Há ainda milhões e milhões de pessoas no mundo que vivem na pobreza, que vão dormir com fome e que precisam de bens materiais básicos de saúde e educação. Para essas pessoas, é importante, essencial. Mas também há milhões de pessoas que têm mais do que realmente precisam. Essas pessoas associam status, felicidade e segurança à quantidade de bens que possuem. Felizmente, eu percebo que muita gente começa a pensar de forma diferente. Muitas pessoas começam a se sentir sufocadas no meio de um oceano de coisas. Nossas casas estão cheias. Nossas garagens estão lotadas. Passamos nosso tempo livre comprando, arrumando as muitas coisas que compramos. Temos mais coisas, porém, menos amigos do que as gerações anteriores. Estamos nos tornando socialmente isolados e solitários. Por isso, muita gente começa a perceber que as coisas mais importantes na nossa vida não são coisas materiais. Temos um excesso de coisas e um déficit do que realmente importa: tempo para lazer, para vida em comunidade, senso de significado em nossas vidas. Pessoas de todos os países ricos do mundo começam a reconsiderar suas prioridades, aprender a como viver melhor com menos, e a construir redes de compartilhamento de coisas. Você facilita o acesso a uma série de produtos que precisa apenas por parte do tempo, como cortadores de grama, copiadoras, e não precisa mais ser consumido pelo excesso. Já vemos mudanças na economia em busca de um novo modelo. Negócios baseados em aluguel de carros, DVDs e mesmo vestidos caros começam a florescer em toda parte. Para esse tipo de negócio, que são uma forma de inovação, há muitas oportunidades. E é um caminho de sucesso que não está baseado na destruição dos recursos do planeta. Eu sei que existe um longo caminho para uma economia global sustentável. Há desafios. Mas esses desafios não são nada se comparados com o desastre que nos espera se tentarmos continuar com o modelo atual indefinidamente. A questão não é se a economia irá se adaptar. Mas como ela fará isso. Simplesmente não podemos manter para sempre nosso ritmo de consumo atual. Vamos mudar por vontade própria e estratégia ou devido a um desastre. Eu prefiro que mudemos por estratégia e acho que já começamos!</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Ana Lucia Azevedo, Agência O Globo de de 10 de janeiro de 2012</span></p>
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		<title>Caindo a máscara dos plásticos pseudo verdes e de amido &#8211; biofuels industry in denial over CO2 error</title>
		<link>http://www.funverde.org.br/blog/archives/9972</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 12:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia esta matéria que faz cair a mascara dos plásticos pseudo verdes da Braskem, dos plásticos de comida da Basf e de boa parte dos combustíveis de origem renovável. Agora, em português. Indústria do biocombustível nega erro de neutralização de carbono A União Europeia quer que o uso da bioenergia cresça mais de 50% até 2020, argumentando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000;">Leia esta matéria que faz cair a mascara dos plásticos pseudo verdes da Braskem, dos plásticos de comida da Basf e de boa parte dos combustíveis de origem renovável. Agora, em português.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Indústria do biocombustível nega erro de neutralização de carbono</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A União Europeia quer que o uso da bioenergia cresça mais de 50% até 2020, argumentando que esta fonte de energia é neutra em emissões de Carbono: o problema é que não é verdade, e este objetivo deve ser, de fato, descartado.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Tal medida iria enfrentar uma grande oposição do lobby ligado à agricultura, florestal e de energia, e diminuir ou reverter uma multibilionária indústria de bioenergia na Europa.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">No entanto, as emissões de Carbono pela queima de bioenergia são, na verdade, muitas vezes maiores do que os combustíveis fósseis sendo considerada nula de carbono sob as regras de comércio de emissões e de baixo carbono em energia renovável.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Bioenergia refere-se a combustíveis líquidos ou sólidos derivados de plantas, seja das colheitas de alimentos, madeira ou gramíneas. </span></p>
<p><span style="color: #008000;">Assim como combustíveis fósseis como gasolina, diesel e carvão, os chamados biocombustíveis também liberam Carbono quando se queimam em um motor de carro ou na indústria. </span></p>
<p><span style="color: #008000;">Mas os políticos têm afirmado que a energia da queima das plantas não é poluente, porque o Carbono liberado é o mesmo que o Carbono absorvido quando as plantas estavam em crescimento. </span></p>
<p><span style="color: #008000;">Essa afirmação ignora o fato que o plantio de uma lavoura para fins de gerar energia substitui outras plantações que seriam plantadas neste local, fazendo com que terras não cultivadas em outro lugar tenham que ser usadas para o cultivo que foi de lá tirado do seu local original de cultivo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Quando esse novo campo, onde existia  grama, árvores ou arbustos é convertido em plantações para fins alimentar, ele não pode mais absorver CO2, anulando o suposto efeito neutro desta bioenergia.</span></p>
<p><span><span style="color: #008000;">Em outras palavras, a ideia de que esta bioenergia é carbono neutro, acaba não saindo da porteira da fazenda.</span></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Uma exceção é o lugar onde a plantação desta lavoura de bioenergia, por exemplo, não substituiu a área plantada para produção de alimentação humana ou animal.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Mas isso significa reconhecer que existe alguma perda de utilidade,  isso é um debate antigo na industria, sendo plantar para fins de alimentação versus plantar para fins de gerar biocombustíveis.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">O erro</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Um painel de cientistas da Agência Europeia do Ambiente (EEA) há dois meses disse em uma nota: &#8220;As potenciais consequências deste erro da contabilidade de bioenergia são imensas&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Eles confirmaram a primeira pesquisa destacada por Timothy Searchinger da Universidade de Princeton em um artigo de 2009 na revista Science.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A EEA é uma agência da União Européia que fornece consultoria independente.  Em seu painel de ciência recomendou há três anos que o objetivo da UE de usar biocombustíveis líquidos deveria ser suspenso.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O erro é crítico porque o maior objetivo da UE é de direcionar um quinto da energia do bloco europeu para derivados de fontes renováveis até 2020 depende muito da bioenergia.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Enquanto isso, a indústria está se expandindo através de metas para as refinarias e utilitários para consumo deste tipo de combustível.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Um joint venture envolvendo a companhia petrolífera BP, Dupont e AB Açúcar irá inaugurar uma nova refinaria no nordeste da Inglaterra, onde irá processar anualmente 1.100.000 toneladas de trigo, gerando  bioetanol, e vende a ideia de que este produto gerado não irá emitir Carbono, ou seja, seria um produto Carbono neutro.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;O CO2 emitido quando o biocombustível é queimado nos veículos é compensado pelo CO2 absorvido durante o crescimento do trigo na lavoura&#8221;, diz o website Vivergo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O erro surgiu originalmente na Convenção do Clima das Nações Unidas 1992, onde as emissões de bioenergia foram categorizadas de acordo com o uso da terra em vez do tipo de energia, diz Searchinger.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O Protocolo de Kyoto de 1997 manteve essa abordagem. Mas neste protocolo, os países não têm a obrigatoriedade que prestar conta do uso de suas terras em suas metas de emissões e assim a quantidade CO2 emitido a partir de bioenergia desaparecem da contabilidade.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O erro do Carbono neutro acrescenta às preocupações de que os biocombustíveis poderiam realmente levar a grandes aumentos nas emissões de carbono, se os agricultores substituírem a perda de locais de plantação derrubando florestas, um efeito conhecido como a mudança indireta do uso da terra (ILUC).</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">O que significa?</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">O ponto principal é que o total das emissões de carbono emitidos nos escapamentos dos carros ou nas chaminés devem ser contabilizadas, assim como os combustíveis fósseis, em vez de ser ignorado, como está sendo feito hoje.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Atualmente, a bioenergia é considerada isenta de gases de efeito estufa permitindo o comércio de emissões de carbono no esquema da União Européia. Enquanto isso, funcionários da Europeus estão decidindo quais combustíveis gerados a partir de bioenergia devem ser considerados renováveis, dependendo das emissões de Carbono, o que provavelmente irá ignorar o equívoco do Carbono neutro. </span></p>
<p><span style="color: #008000;">A soma das emissões da queima faz da bioenergia muito mais poluente do que os combustíveis fósseis porque existem emissões extras no crescimento da cultura e porque o produto tem um maior teor de umidade do que o petróleo ou o carvão.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Então,  a bioenergia a partir de plantas , não deve ser considerada como mais renovável ou de baixo carbono do que a energia gerada partir dos combustíveis fósseis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Faz sentido continuar a apoiar a transformação de energia a partir de RESÍDUOS de produtos, incluindo resíduos de origem animal, alimentos e serrarias.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A bioenergia pode poupar algum carbono, mas é discutível se estes são suficientes para compensar as maiores emissões comparado com a queima de combustíveis fósseis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Um caminho é aumentar o preço dos alimentos que poderiam ajudar os agricultores a melhorar o rendimento das culturas, o que significaria melhorar o rendimento das terra não cultivadas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Outra coisa é não substituir as plantações deslocadas para outras áreas, apesar de que isso pode gerar ampliar os problemas com a alimentação humana .</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Utilizar subprodutos para alimentação animal também pode salvar o cultivo dedicado para a alimentação do gado.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Economias nas emissões de carbono serão feitas caso a plantação produzir mais matéria vegetal, e então absorver mais CO2 do que a safra que a substituiu. Esse é o caso, por exemplo, onde a cana para produzir etanol é cultivado no lugar das pastagens.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Mas há também impactos de Carbono, incluindo o impacto ILUC mencionado acima.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Dada a dificuldade de calcular esses impactos, a suposição padrão deve ser que estes combustíveis emitem tanto carbono quanto os combustíveis fósseis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Florestas plantadas para produzir o combustível de madeira também não escapam.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A primeira colheita pode absorver mais CO2 do que o uso anterior da terra. Mas, em sucessivas rotações, mudas novas absorvem menos carbono do que se as árvores cortadas fossem deixadas para crescer até a sua maturidade.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Searchinger usa o exemplo de uma rotação de 55 anos de Douglas Firs – uma conífera – para gerar combustível de madeira, que emite quatro a cinco vezes mais CO2 do que queimar carvão ou gás durante 25 anos, o período usual utilizado na análise de retorno do investimento.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"> Fonte – Gerard Wynn, Reuters de 14 de novembro de 2011. &#8211; Tradução &#8211; FUNVERDE</span></p>
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		<title>Caindo a máscara dos plásticos pseudo verdes e de amido &#8211; biofuels industry in denial over CO2 error</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 11:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia esta matéria que faz cair a mascara dos plásticos pseudo verdes da Braskem, dos plásticos de comida da Basf e de boa parte dos combustíveis de origem renovável. biofuels industry in denial over CO2 error The European Union wants bio-energy use to rise by more than half by 2020 arguing that the energy source is [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000;">Leia esta matéria que faz cair a mascara dos plásticos pseudo verdes da Braskem, dos plásticos de comida da Basf e de boa parte dos combustíveis de origem renovável.</span></p>
<p><strong style="color: #008000;">biofuels industry in denial over CO2 error</strong></p>
<p><span style="color: #008000;">The European Union wants bio-energy use to rise by more than half by 2020 arguing that the energy source is carbon neutral: the trouble is it isn&#8217;t, and the target should in fact be scrapped.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Such a move would face huge opposition from farming, forestry and energy lobbies and slow or reverse a multi-billion -euro bio-energy industry in Europe.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Yet carbon emissions from burning bio-energy are actually often higher than for fossil fuels, while being deemed zero carbon under emissions trading rules and low-carbon in renewable energy targets.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Bio-energy refers to liquid or solid fuel derived from plants, whether food crops, wood or grasses.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Like fossil fuels petrol, diesel and coal, biofuels release carbon when they burn in a car engine or power plant.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">But policymakers have maintained that energy from burning plants is non-polluting because the carbon released is the same as the carbon absorbed when the plants were growing.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">This ignores the fact that planting a field of energy crops displaces what was grown there before, causing uncultivated land elsewhere to be ploughed up.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">When that other field of grass, trees or scrub is converted to crops for consumption it can no longer absorb CO2, cancelling out the supposed &#8220;neutral&#8221; effect of bio-energy.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">In other words, the idea that it is carbon neutral stops at the farm fence.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">An exception is where the crop displaced by the energy crop, for example food or animal feed, is not replaced. But that means acknowledging some loss of utility in a long-running food-versus-fuel debate which the industry has always hotly disputed.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>The error</strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;">A European Environment Agency (EEA) panel of scientists two months ago in a note said: &#8220;The potential consequences of this bioenergy accounting error are immense&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">They were affirming research first highlighted by Princeton University&#8217;s Timothy Searchinger in a 2009 article in the journal Science.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">The EEA is an EU agency which provides independent advice. Its science panel three years ago recommended that the EU&#8217;s liquid biofuel target be suspended.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">The error is critical because the EU&#8217;s wider goal of deriving a fifth of the bloc&#8217;s energy from renewable sources by 2020 depends heavily on bio-energy. (See Chart 1)</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Meanwhile, the industry is expanding through targets for refiners and utilities to supply the fuel.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A joint venture involving oil company BP, Dupont and AB Sugar will launch a refinery in northeast England to annually process 1.1 million tonnes of wheat into bio-ethanol, and leans on the notion that the product is carbon neutral.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;The CO2 emitted when the biofuel is burnt in the vehicle is offset by the CO2 absorbed during the growing of the wheat crop,&#8221; the Vivergo website says.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">The error originally arose in the 1992 U.N. Climate Convention where bio-energy emissions were categorised under land use instead of energy, says Searchinger.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">The 1997 Kyoto Protocol retained that approach. But under Kyoto, countries didn&#8217;t have to account for land-use emissions in their emission targets, and so CO2 from bio-energy disappeared from such accounting altogether.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">The carbon-neutral error adds to concerns that biofuels could actually lead to vast increases in carbon emissions, if farmers replace lost food crops by clearing forests, an effect referred to as indirect land use change (ILUC).</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>What does it mean?</strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;">The bottom line is that the full carbon emissions at the tail pipe or smokestack should be accounted for in bio-energy, just as for fossil fuels, instead of being ignored as at present.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Currently, bio-energy is exempt from greenhouse gas permitting in the EU&#8217;s emissions trading scheme. Meanwhile EU officials are deciding which bio-energy fuels should count as renewable, depending on carbon emissions which will likely ignore the carbon neutral error. (See Chart 2)</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Adding the emissions from burning it makes bio-energy much more polluting than fossil fuels because there are extra emissions from growing the crop and because the product has a higher moisture content than oil or coal. (See Chart 3)</span></p>
<p><span style="color: #008000;">So while bio-energy from plants still has a role as an alternative energy source, it should not be supported in renewable or low-carbon targets any more than fossil fuels.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">It does makes sense to continue to support making energy from waste products including food, animal and sawmill waste.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">And bio-energy can make some carbon savings, but it&#8217;s debatable whether these are enough to offset the greater emissions compared with burning fossil fuels.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">One way is by raising food prices which could help farmers improve crop yields, which means less uncultivated land is ploughed.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Another is if displaced food crops are not replaced, although that has implications for malnutrition.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Using by-products for animal feed could also save growing dedicated crops for livestock.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">And savings are made if the energy crop produces more plant matter, and so absorbs more CO2, than the crop it replaces. That&#8217;s the case, for example, where sugar cane to produce ethanol is grown on grassland.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">But there are also carbon penalties, including the ILUC impact mentioned above.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Given the difficulty of calculating these savings and penalties as well as the wide-ranging academic estimates, the default assumption should be that these fuels are as carbon-emitting as fossil fuels.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Plantation forests for wood fuel don&#8217;t escape, either.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A first crop may absorb more CO2 than the former land use. But in successive rotations, new saplings will absorb less carbon than if the harvested trees were allowed to grow to maturity.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Searchinger uses the example of a 55-year rotation of douglas firs to burn wood fuel, which emits four to five times more CO2 than burning coal or gas over 25 years, the usual period used in payback analysis. (Editing by Jason Neely)</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Gerard Wynn, Reuters de 14 de novembro de 2011</span></p>
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		<title>Zaeli é multada por omitir transgênicos</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 10:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Transgênico]]></category>

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		<description><![CDATA[O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, multou hoje a empresa Alimentos Zaeli Ltda. em R$ 548 mil por deixar de informar no rótulo do produto a existência de ingrediente transgênico em sua farinha de milho. A fiscalização foi coordenada pelo DPDC com os Procons Estaduais do Mato Grosso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, multou hoje a empresa Alimentos Zaeli Ltda. em R$ 548 mil por deixar de informar no rótulo do produto a existência de ingrediente transgênico em sua farinha de milho.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A fiscalização foi coordenada pelo DPDC com os Procons Estaduais do Mato Grosso, São Paulo e Bahia. Dentre os diversos produtos coletados pelos órgãos estaduais para análise, a Farinha de Milho – Fubá Fino Mimoso, fabricada pela Alimentos Zaeli Ltda., apresentou resultado positivo para a presença de transgênicos sem informar no rótulo do produto.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">De acordo com o Código de Defesa do Consumidor e com o decreto 4.680/2003 2003, é obrigatório informar no rótulo do alimento a presença de mais de 1% de ingredientes transgênicos. Análise de laboratório confirmou a presença de 22% de milho geneticamente modificado.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; O bonde de 06 de janeiro de 2012</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">A solução simples, boicote esta e qualquer empresa que não tem respeito por seus clientes.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Oras, eles fabricam seus produtos para seus clientes, que são a base do seu lucro e se o cliente não quer transgênico, por que diabos eles estão fabricando isso? Para obter mais lucro?</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Empresas precisam entender que quem manda é o cliente, que a concorrência é grande e se a empresa mentir, omitir informações, o cliente migra para seu concorrente, o que pode significar o fechamento desta empresa que foi desleal com o cliente.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Consumidor, aprenda que seu poder é absoluto, que você pode mudar toda a indústria, você pode mudar o mundo, mas você tem que querer, tem que ter iniciativa, tem que tirar a bunda do sofá onde passa os dias assistindo novelas e mobilizar seus parentes, amigos, sua rede de contatos, para que tudo mude.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Diga não aos transgênicos! Se você não comprar, eles não irão plantar, eles não irão fabricar.</span></p>
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