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	<title>FUNVERDE - FUNDAÇÃO VERDE</title>
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		<title>As sacolas retornáveis merecem cuidados especiais</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 11:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Sacola retornável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O pós-descartável - O consumidor precisa adotar uma série de procedimentos para evitar a contaminação dos alimentos De tecido ou de plástico, as sacolas retornáveis, aos poucos, conquistam o seu espaço pelos corredores dos shopping centers ou nos carrinhos dos supermercados. Com estilo, elas servem como suporte para campanhas em defesa do meio ambiente e contribuem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;"><strong><img class="alignnone" src="http://farm6.staticflickr.com/5210/5225875193_587d6361a3.jpg" alt="" width="500" height="299" /><br />
</strong></span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">O pós-descartável - O consumidor precisa adotar uma série de procedimentos para evitar a contaminação dos alimentos</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">De tecido ou de plástico, as sacolas retornáveis, aos poucos, conquistam o seu espaço pelos corredores dos shopping centers ou nos carrinhos dos supermercados. Com estilo, elas servem como suporte para campanhas em defesa do meio ambiente e contribuem para a conscientização das pessoas quanto ao uso do plástico em excesso e o descarte excessivo de materiais.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Mas se uma sacola retornável vale por mil de plástico, é bom ficar de olho na sua higienização. Caso não sejam bem lavadas e conservadas funcionam como uma faca de dois gumes quando o assunto é transmissão de bactérias. Especialistas alertam para o uso correto das sacolas retornáveis, bem como sua limpeza, que deve ser feita toda vez que for usada.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;As infecções e intoxicações alimentares são produzidas por várias classes de micro-organismos, sendo as mais comuns os fungos e as bactérias&#8221;, destaca Shandra Carmen Sales Aguiar, que é coordenadora Núcleo de Educação do Consumidor e Administração Familiar do Departamento de Economia Doméstica da Universidade Federal do Ceará (UFC).</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Dentre os tipos de micro-organismos que podem produzir infecções ou intoxicações alimentares, os fungos são os que aparecem, às vezes, sobre a superfície do pão, bolo ou queijo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Quanto às bactérias, apesar de algumas não causarem doenças, e serem usadas na indústria alimentícia na elaboração de certos alimentos, como o iogurte, leite fermentado e outros, a maioria de intoxicações alimentares são causados por elas, pelas toxinas que liberam.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Shandra Carmen Aguiar destaca algumas bactérias patogênicas, sendo as mais comuns Estafilococo, Shigella, Escherichia Coli, Salmonela e Bacillus Cereus, dentre outras. &#8220;Nem todos os alimentos são contaminados com a mesma facilidade&#8221;, diz.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Higiene</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Alguns, no entanto, oferecem mais chances para a multiplicação de micro-organismos, justamente, por serem alimentos mais perigosos do ponto de vista da higiene alimentar, como carne, leite e queijos frescos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Dessa maneira, as sacolas retornáveis apresentam risco de abrigar micro-organismos durante o transporte de alguns alimentos ou embalagens ocasionalmente contaminadas. &#8220;É natural, em certa medida, que a superfície de produtos e gêneros alimentícios contenha algumas bactérias, isso pelo manuseio da mercadoria e até pela sua própria origem&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Porém, só existe problema se a quantidade de micro-organismos estiver acima de um certo limite, ou quando ocorre condição favorável para a multiplicação deles. Se algumas bactérias atingirem a superfície das sacolas e não houver higienização, poderá ocorrer uma multiplicação suficiente para transformar essa &#8220;carga bacteriana&#8221; com potencial para causar doenças.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;É interessante que o consumidor observe sempre quando for usar a sacola retornável se não há algum resíduo&#8221;. O ideal é lavar a sacola de imediato. &#8220;Sempre recomendamos que os alimentos devam ser higienizados antes de armazenados&#8221;, sugere.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Os micro-organismos, quando em maior quantidade, podem, também, alterar o sabor e até estragar o alimento, observa. Outro cuidado que o consumidor deve ter, é nunca deixar as sacolas dentro do carro, mas em locais arejados, para evitar a multiplicação de bactérias, orienta.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O uso inadequado das sacolas retornáveis ou de caixas de papelão, podem ocasionar problemas de saúde nos consumidores. &#8220;O importante é ter mais de uma sacola&#8221;, orienta Aline Costa, engenheira de alimentos da Vigilância Sanitária da Prefeitura Municipal de Fortaleza.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Lavagem</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">As bactérias que ficam no tecido ou no plástico das sacolas ocasionam desde mau cheiro a doenças gastrointestinais. Para evitar contaminação, o consumidor deve dispor de pelo menos três sacolas retornáveis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Os produtos de limpeza não devem ser transportados junto com os alimentos&#8221;, recomenda Aline Costa. A temperatura deve ser adequada para que não haja contaminação dos produtos perecíveis durante o transporte.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Conservação</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A orientação é de que os consumidores utilizem sacolas separadas para levar carnes, vegetais e produtos de limpeza. O objetivo é evitar contaminação. O ideal, segundo os especialistas, é ter em mão três sacolas retornáveis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">As sacolas retornáveis devem ser lavadas com água e sabão, de preferência toda vez que forem utilizadas. A água sanitária também pode ser usada para a lavagem da sua &#8220;ecobag&#8221;, que pode ser limpa também com álcool gel.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Atenção Na hora de comprar a sua sacola retornável. O consumidor deve dar preferência a uma sacola que seja fácil de lavar. As de tecido muito grosso, oferecem maior risco dos micro-organismos ficarem presos entre as tramas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Ao optar pelas caixas de papelão, é preciso ficar atento ao produto que estava armazenado antes. Não se deve colocar frutas, verdura e outros alimentos em caixas que acondicionavam produtos de limpeza, por exemplo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Iracema Sales, Diário do nordeste de 16 de maio de 2012</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Imagem &#8211; Sacola Vicbaa</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Isso é normal, higiene serve para tudo. Afinal, quando você fica sujo, você toma banho, quando você cozinha, você lava pratos, panelas e talheres, limpa a pia e o fogão, quando suas roupas e calçados ficam sujos, você lava ou limpa&#8230; </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Nada de drama, use as sacolas, limpe ou lave e deixe elas prontas para usar novamente. É só o início de um novo costume, por isso todos estão tão alterados, assustados, em pânico. Mas está tudo certo, assimile este novo hábito e logo você nem lembrará que um dia existiram malditas e poluidoras sacolas de uso único.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">O planeta e os nossos descendentes agradecerão esta mudança de comportamento.</span></p>
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		<title>Mundo vive “estresse hídrico” e nem as grandes economias escapam, alerta estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>

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		<description><![CDATA[Relatório da consultoria Maplecroft mostra que o uso insustentável da água põe em risco negócios, agricultura e populações em países pobres, ricos e emergentes A equação é de assustar. Embora repleto de rios, mares e oceanos, o planeta Terra tem apenas 3% de água doce disponível para o consumo de cerca de 7 bilhões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><img class="alignnone" src="http://farm6.staticflickr.com/5223/5694852449_e38ce5486f.jpg" alt="" width="500" height="333" /></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Relatório da consultoria Maplecroft mostra que o uso insustentável da água põe em risco negócios, agricultura e populações em países pobres, ricos e emergentes</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A equação é de assustar. Embora repleto de rios, mares e oceanos, o planeta Terra tem apenas 3% de água doce disponível para o consumo de cerca de 7 bilhões de pessoas. Abundante em alguns países, escasso em outros, esse recurso natural essencial para a sobrevivência humana é usado intensamente pela agricultura, indústria e em atividades domésticas – só que de forma cada vez mais insustentável.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">É o que alerta um novo relatório da consultoria britânica de risco Maplecroft, que avaliou a pressão sobre a demanda de água em mais de 160 países. O resultado preocupa. Economias em crescimento como China e Índia, e até mesmo a maior do mundo, Estados Unidos, são identificadas pela empresa de análise tendo grandes regiões geográficas e setores da economia onde a demanda de água está superando a oferta.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Segundo a Maplecroft, a situação tem o potencial de limitar o crescimento econômico, restringindo atividades empresariais e agrícolas. E à medida que aumenta a insegurança hídrica, cresce também o medo em relação à capacidade de produzir alimentos suficientes para alimentar o mundo.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">China</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Atenta à questão, a China está tomando medidas importantes para minimizar os riscos de escassez de água em suas províncias através de um ambicioso projeto de desvio destinado a bombear água do rio Yangtze para Pequim através de uma série de canais, que garantem o abastecimento de um quarto da água da cidade até 2014. No entanto, devido à espiral crescente de custos – até agora já foram gastos US$ 22 bilhões &#8211; e incertezas sobre os efeitos futuros da mudança climática sobre o abastecimento de água no sul do país, veem surgindo dúvidas sobre a sustentabilidade da empreitada no longo prazo.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Índia</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A Índia, por sua vez, extrai mais água subterrânea do que qualquer outro país do mundo. Na média global, 56% dessa água é usada na agricultura. Acontece que na Índia essa parcela vai a 90%, devido às condições climáticas da região. Como um dos maiores produtores de arroz, trigo, batata e cana-de-açúcar em todo o mundo, o uso continuado insustentável de fornecimento de água subterrânea tem o potencial de reduzir as colheitas agrícolas, com implicações desastrosas para os preços globais dos alimentos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;O bombeamento de águas subterrâneas é uma opção politicamente atraente para aliviar questões de curto prazo de estresse hídrico, mas tem graves consequências a longo prazo&#8221;, afirma Charlie Beldon, analista da Maplecroft. &#8220;As fontes podem secar ou água salgada pode acabar sendo ‘arrastada’ para a oferta, tornando o recurso inútil para o consumo comercial, doméstico e agrícola&#8221;.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Estados Unidos</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Embora os EUA sejam classificados pela Maplecroft como &#8220;risco médio&#8221;, grandes áreas do país já estão sofrendo com o esgotamento das reservas de água do solo, incluindo estados como Arizona, Califórnia, Kansas, Nebraska, Novo México e Texas. De acordo com o estudo, o Aquífero Ogallala, que se estende pelas regiões altas de planícies dos EUA, é responsável por 30% do fornecimento de água para irrigação total no país.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">No entanto, a fonte está se esgotando rápido. Ao menos 15% da produção de milho e trigo nacional, bem como 25% das culturas de algodão, dependem dele. Os efeitos sobre a produção agrícola dos Estados Unidos precoupam, já que póderiam causar uma inflação significativa nos mercados globais de commodities. “Os efeitos do estresse hídrico sobre a inflação mundial de alimentos são ilustrados pelos recentes aumentos dos preços para a soja”, diz o estudo.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Onde a corda arrebenta</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Há um dito popular que diz que &#8220;a corda sempre arrebenta do lado mais fraco&#8230;&#8221;. Essa frase reflete bem a situação atual de “estresse hídrico” do mundo. A falta de acesso à água potável vem pesando sobre os países mais pobres ou marcados por histórico de conflitos militares, instabilidades políticas e sociais. Segundo o levantamento da Maplecroft, os países do Oriente Médio e África são os mais vulneráveis à falta de água. Nessas regiões, cada gota pode emergir como uma nova fonte de instabilidade.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em alguns dos maiores produtores de petróleo do mundo, como Kwait e Arábia Saudita, a escassez de água vem se tornando crítica há gerações. Primeiro colocado na lista de 10 países em “risco extremo”, Bahrein, no Golfo Pérsico, usa águas subterrâneas para a prática da horticultura, porém, em quantidade insuficiente para atender toda a população. A deterioração dos lençóis subterrâneos de água já é uma das principais preocupações nacionais.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Portal Exame de 15 de maio de 2012</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Imagem - <a href="http://www.flickr.com/photos/ejbsphotos/">EdwardBroadbent</a></span></p>
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		<title>10 países no mundo sob risco extremo de falta d´água</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Levantamento da consultoria britânica Maplecroft lista as regiões mais vulneráveis à escassez de água. Mais da metade fica no Oriente Médio, região onde cada gota pode emergir como um nova fonte de conflito Bahrein O país mais pobre do Oriente Médio é também o que mais sofre com a escassez de água, segundo o ranking [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm3.staticflickr.com/2531/3720588089_631bc335f0.jpg" alt="" width="500" height="320" /></p>
<p><span style="color: #008000;">Levantamento da consultoria britânica Maplecroft lista as regiões mais vulneráveis à escassez de água. Mais da metade fica no Oriente Médio, região onde cada gota pode emergir como um nova fonte de conflito</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Bahrein</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">O país mais pobre do Oriente Médio é também o que mais sofre com a escassez de água, segundo o ranking da Maplecroft. Mais da metade do território do Bahrein é desértico ou semidesértico. Em meio a crescente demanda pelo recurso, associada ao aumento populacional, os especialistas temem o surgimento de conflitos hídricos na região, que vive basicamente da exportação de petróleo. No interior, um pouco mais úmido, produz-se sorgo (um cereal) para consumo interno e algodão para exportação, mas com dificuldade.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Qatar</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">No Qatar, a escassez de água é apontada pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) como o principal problema. A ausência de rios perenes faz com que a agricultura seja quase inteiramente dependente de irrigação com água bombeada. Estima-se que os aquíferos de Qatar se esgotarão entre 20 e 30 anos, se mantidas as taxas atuais de retirada das águas subterrâneas. Além disso, o aumento do desenvolvimento urbano e rural tem levado à poluição das fontes.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Kuwait</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">O pequeno país do Oriente Médio e rei do petróleo corre &#8220;risco extremo&#8221; de desabastecimento de água, segundo o relatório da Maplecroft. Rodeado pelo deserto, o Kuwait é considerado o país mais seco do mundo e o único onde não existe água doce. Não há, ao longo de seus 18 mil km² de território, nenhuma reserva, rios ou lagos, nem mesmo aquíferos subterrâneos de água doce.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Aproximadamente 75% de toda a água potável consumida no país precisa ser dessalinizada ou importada. Essa é uma questão estratégica devido às altas temperatura da região, à falta de chuva e à deteriorização do solo para cultivo. A escassez de água doce é, inclusive, o principal entrave para o desenvolvimento da agricultura no país.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Líbia</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Como um país desértico, a Líbia sofre para encontrar água fresca. Seus recursos hídricos, além de limitados, são mal distribuídos pelo território. Para se ter uma ideia, a água de superfície responde por menos de 3% do consumo total do país. Já os aquíferos subterrâneos dão conta dos 97% do abastecimento para agricultura, indústria e uso doméstico. Desde 1960, contundo, os níveis de água veem variando ano a ano devido à irrigação intensiva. A queda anual nos níveis de água varia entre 0,5 m e 5 metros, o que muitas vezes leva ao ressecamento de aquíferos superficiais ou permite a invasão de água salina.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Djibouti</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">O quinto país à beira da seca, segundo o ranking da Maplecroft, é vizinho da Etiópia e da Somália. Com clima quente e seco durante todo o ano, Dijibouti não possui rios perenes e registra apenas 150 mm de chuva por ano – volume que uma única tempestade forte despeja sobre São Paulo em apenas 24hs. Pior, em Dijibouti, essa água evapora antes mesmo de chegar aos lençóis freáticos, cujo acesso por comunidades locais, bem como para a produção agrícola e precuária em pequena escala, não é nada fácil.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Emirados Árabes</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A escassez de água é uma das questões que mais têm determinado as opções tecnológicas dos Emirados Árabes, confederação no Golfo Pérsico formada por Abu Dhabi, Dubai, Sharjah, Ajman, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah e Fujairah. O clima do país é árido, com temperaturas muito elevadas no verão.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Para driblar este cenário nada favorável, os Emirados têm investido em unidades de dessalinização da água do mar. Só Dubai deverá investir cerca de 20 milhões de dólares neste sistema nos próximos sete anos. Até 2025, estima-se que será necessário investir 200 milhões de dólares em programas de infraestrutura e de tratamento de esgoto.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Iêmem</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">O Iêmem é a sétima nação do mundo em risco extremo de secar. Mantidos os ritmos atuais de extração, os poços que abastecem a capital Sanaa podem praticamente desparecer nos próximos dez anos. Conflitos civis são a principal efeito de uma oferta de água que não acompanha o crescimento populacional, um dos mais elevados do mundo, com taxa de crescimento 3,46 por cento em 2008.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Arábia Saudita</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A Arábia Saudita é outro país que vive a crise da água de forma dramática. Pela falta de corpos hídricos na superfície, o abastecimento de água potável para o consumo e para outras atividades agrícolas e industriais é quase que totalmente garantido por fontes subterrâneas. Hoje, 90% da água de poços profundos é utilizada para fins agrícolas. O problema é que esse recurso, já precariamente baixo, tem sido contaminado há décadas por conflitos no Golfo Pérsico e pela infiltração de poluentes da própria atividade agrícola. Em função disso, o país começou a procurar novas fontes de água, movimento que pode resultar em pontos de tensão política e conflitos com seus vizinhos.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Omã</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A incerteza paira sobre os recursos hídricos deste pequeno país árabe. Secas constantes e um número limitado de chuvas ajudam a aumentar as pressões sobre o fornecimento de água para uso agrícola e também doméstico. O solo de Omã está cada vez mais salinizado pela exploração desenfreada e mal coordenada das reservas subterrâneas de água doce, o que muitas vezes permite a invasão de água salgada no lençol freático das planícies costeiras.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Egito</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Verões rigorosos, demanda crescente e aumento constante das tarifas tornam a situação do abastecimento de água no Egito bastante complicada. Faltam sistemas de saneamento em larga escala e menos de 15% da população conta com esgoto tratado. Durante o verão de 2008, muitos pessoas chegaram a beber água diretamente do próprio Nilo, o que causou uma série de infecções.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em muitos casos, nas áreas rurais onde não há canalização, os dejetos ficam a céu aberto, contaminando o solo e consequentemente os escassos lençóis freáticos. O acesso ao Rio Nilo, sem o qual o Egito seria um mero deserto, também está cada vez mais disputado por outros países, como Uganda, Etiópia, Ruanda e Tanzânia. A totalidade da população egípcia, estimada em 80 milhões de habitantes, retira do Nilo 90% de seus recursos hídricos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><a href="http://maplecroft.com/about/news/water_stress_index_2012.html" target="_blank"><span style="color: #008000;">Saiba mais clicando aqui</span></a></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Portal Exame de 15 de maio de 2012</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Imagem -  <a href="http://www.flickr.com/photos/uempe/"><span style="color: #008000;">uempe</span></a></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Mas não pense que é só no oriente médio que falta água. Este ano no nordeste do país quase toda a safra foi perdida por falta de água, o Reino Unido enfrenta uma seca sem precedentes e não se passa uma semana sem que se ouça sobre seca em algum local do planeta, pois o aquecimento global está mudando o regime de chuvas e assim, a falta de água só tende a piorar;</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Vai continuar deixando a torneira aberta enquanto escova os dentes, varrendo a calçada com mangueira, ignorando todos os vazamentos da torneira de casa? Acorde, mais de um bilhão de pessoas já passam sede e a situação só tende a piorar, principalmente pelo descaso com a água, pois as pessoas acham que ela sempre existirá, não importa o desperdício. E assim caminha a humanidade para o desastre, para a extinção, lentamente, com os olhos vendados pela estupidez, consumismo e egoísmo.</span></p>
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		<title>Plantando no vizinho &#8211; 10 países que estão comprando terras estrangeiras aos montes</title>
		<link>http://www.funverde.org.br/blog/archives/10597</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 11:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Deslocalização agrícola]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais de 83,2 milhões de hectares de terra em países em desenvolvimento foram vendidos em grandes transações internacionais desde 2000, segundo estimativa de um relatório do projeto Land Matrix, que reúne esforços de uma série de organizações internacionais focadas na questão agrária. Pelo menos metade destas transações foi reportada por fontes consideradas confiáveis pelo projeto. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;"><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7218/7210570686_72dae983c8.jpg" alt="" width="500" height="375" /></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Mais de 83,2 milhões de hectares de terra em países em desenvolvimento foram vendidos em grandes transações internacionais desde 2000, segundo estimativa de um relatório do projeto Land Matrix, que reúne esforços de uma série de organizações internacionais focadas na questão agrária. Pelo menos metade destas transações foi reportada por fontes consideradas confiáveis pelo projeto.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Segundo o levantamento, a África é o principal alvo das aquisições, puxadas pelo aumento nos preços das commodities agrícolas e pela escassez de recursos naturais em alguns dos países compradores. Terrenos na Ásia e América Latina também estão na rota das compras. Os fins vão desde agricultura e mineração até cultivo de madeira e turismo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Um dado preocupante levantado pelo estudo é o de que a maioria das aquisições se concentra em países pobres, pouco integrados à economia global e onde há graves problemas de fome entre a população local.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Entre os países mais procurados pelos investidores para a compra de terras estão Indonésia, Filipinas, Malásia, Congo, Etiópia, Sudão e o Brasil, que teve mais de 3,8 milhões de hectares vendidos para estrangeiros nos últimos 12 anos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Saiba quais são os países que arremataram as maiores porções de terras estrangeiras desde 2000.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Índia</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Os investidores indianos foram os que mais mostraram apetite no período analisado, comprando principalmente terras no sudeste asiático.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O país arrematou mais de 5,4 milhões de hectares de terras (um hectare equivale, a aproximadamente, um campo de futebol), por meio de investidores dos ramos da indústria, madeira, agricultura e mineração.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">China</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A China comprou mais de 5,3 milhões de hectares de terras no exterior por meio de seus investidores.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O alvo foram principalmente terras na África Central e no sudeste asiático. Empresas dos setores de madeira e agricultura lideraram as transações.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Estados Unidos</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Os Estados Unidos aparecem em terceiro lugar no ranking, tendo comprado mais de 4,1 milhões de hectares em terra estrangeira.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O alvo principal dos investidores foi o continente africano, mas as empresas americanas também compraram terras no sudeste asiático e na América Latina.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Malásia</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A Malásia adquiriu mais de 3,3 milhões de hectares em terras por meio de transações internacionais.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em um único negócio, a multinacional Sime Darby Berhad comprou mais de 250 mil hectares de terra na Indonésia.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Reino Unido</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Por meio de transações internacionais, o Reino Unido arrematou mais de 3 milhões de hectares de terras.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em um dos maiores negócios registrados, a NRG Chemicals comprou 700 mil hectares de terra nas Filipinas.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Coreia do Sul</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A Coréia do Sul adquiriu 2,6 milhões de hectares em terras fora de seu território, com destaque para aquisições na África e Sudeste Asiático.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A Kapa Ltda., por exemplo, adquiriu mais de 40 mil hectares de terra no Camboja.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Itália</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A Itália comprou mais de 2,6 milhões de hectares em terras por meio de transações internacionais.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em uma única transação, um investidor desconhecido arrematou, em 2009, 2 milhões de hectares em terras para agricultura na Indonésia.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Israel</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Os investidores israelenses compraram mais de 2,3 milhões de hectares em terras fora de seu território.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Um único investidor comprou 2 milhões de hectares na República Democrática do Congo para agricultura.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Emirados Árabes Unidos</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Mais de 2,2 milhões de hectares de terra foram comprados por investidores dos Emirados Árabes Unidos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A Al Ain National Wildlife comprou 1,6 milhão de hectares de terra para desenvolver atividades ligadas ao turismo no Sudão.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Arábia Saudita</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A Arábia Saudita adquiriu mais de 2,2 milhões de hectares em terra estrangeira.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Entre as grandes aquisições, está a compra de 273 mil hectares nas Filipinas pela Eastern Renewable Fuels Corp. para agricultura.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;"><a href="http://landportal.info/landmatrix" target="_blank"><span style="color: #008000;">Saiba sobre o  projeto Land Matrix clicando aqui</span></a></span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte e imagem &#8211; Portal Exame de 16 de maio de 2012</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Isso está tão errado, mas tão errado que não tem nem como explicar. Já passou da hora dos deputados federais e os deputados estaduais fecharem as portas para esse tipo de negócio, que só é bom para o país que compra a terra, nunca para o país explorado. Quer comprar madeira, minério, comida, compre de quem cultivou, mas não é possível que nossas terras continuem sendo vendidas para países que exploram a terra até o limite, destroem a produtividade, contaminam com agrotóxicos, plantam transgênicos e depois abandonam esta terra para comprar em qualquer outro país e repetir o crime.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">O solo é sagrado e deve pertencer somente ao país, somente aos cidadãos do país, que tem raízes, história, comprometimento com esta terra que será legada aos seus descendentes, aos seres do amanhã.</span></p>
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		<title>Consumo mundial de recursos naturais deve triplicar até 2050</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos naturais]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo da ONU adverte sobre impacto ao meio ambiente e pede que países reduzam uso de recursos como minério e combustíveis fósseis O consumo mundial de recursos naturais, como minérios e combustíveis fósseis, pode triplicar até 2050 e causar um catastrófico impacto sobre o meio ambiente, alerta um relatório divulgado nesta quinta-feira (12) pela ONU, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008000;">Estudo da ONU adverte sobre impacto ao meio ambiente e pede que países reduzam uso de recursos como minério e combustíveis fósseis</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">O consumo mundial de recursos naturais, como minérios e combustíveis fósseis, pode triplicar até 2050 e causar um catastrófico impacto sobre o meio ambiente, alerta um relatório divulgado nesta quinta-feira (12) pela ONU, que pede aos países que ajam com rapidez para evitá-lo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O documento, apresentado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) em Nova York, analisa o consumo atual dos recursos do planeta e estuda as medidas realizadas pelo mundo para reduzir a relação entre esse consumo e o crescimento econômico.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A humanidade poderia consumir até 2050 &#8220;cerca de 140 mil toneladas de minérios, combustíveis fósseis e biomassa por ano, um número que triplica o atual, a não ser que a taxa de crescimento econômico se dissocie da do consumo de recursos naturais&#8221;, indica o relatório.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;A humanidade pode e deve fazer mais com menos&#8221;, ressalta o estudo do Pnuma, que explica que atualmente os habitantes dos países desenvolvidos consomem, em média, 16 toneladas per capita por ano desses recursos essenciais, enquanto um cidadão da Índia consome quatro toneladas por ano.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Diante desses números, &#8220;tanto com o crescimento da população mundial como da prosperidade, especialmente nos países em vias de desenvolvimento, a perspectiva de níveis muito maiores aos atuais supera em muito o que é sustentável&#8221;, assinalam os autores do texto.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>&#8220;Chegou o momento de reconhecer os limites dos recursos naturais disponíveis para apoiar o desenvolvimento humano e o crescimento econômico&#8221;,</strong> sustenta o texto, que acrescenta que <strong>&#8220;o mundo já está ficando sem recursos acessíveis e de alta qualidade de materiais tão essenciais como petróleo, cobre e ouro&#8221;.</strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;">A solução está na chamada <strong>&#8220;dissociação do uso dos recursos naturais e o impacto ambiental do crescimento econômico&#8221;,</strong> ressaltou nesta quinta-feira o diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner, ao apresentar o relatório na sede das Nações Unidas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>&#8220;Essa dissociação faz sentido em todos os âmbitos: econômico, social e ambiental&#8221;,</strong> acrescentou Steiner, para quem esse processo é <strong>&#8220;parte da transição rumo a uma economia verde, baixa em emissões de carbono e eficiente respeito aos recursos&#8221;.</strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Ele explicou que se trata de buscar uma economia que &#8220;gere empregos decentes e erradique a pobreza de um modo que mantenha a pegada do homem dentro das capacidades planetárias&#8221;, para o que são necessárias &#8220;mudanças significativas nas políticas públicas, o comportamento empresarial e os padrões de consumo&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Será necessário mais inovação, inclusive uma inovação radical&#8221;, indicam os autores do relatório, que encoraja os países em vias de desenvolvimento a &#8220;mudar sua ideia do que significa o desenvolvimento em um mundo de poucos recursos&#8221; e destaca certos avanços obtidos em países como Alemanha, Japão e China, além da África do Sul.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Para conseguir o impulso da economia verde, os responsáveis do texto advertem que é <strong>&#8220;urgente reconsiderar os vínculos entre o uso de recursos e da prosperidade econômica, baseada em um investimento em massa em inovação tecnológica, financeira e social&#8221;.</strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Deve-se pelo menos congelar o consumo per capita nos países ricos e ajudar as nações em vias de desenvolvimento a seguirem um caminho mais sustentável&#8221;, destaca o documento. &#8220;Nos lugares mais densamente povoados, diminui o consumo per capita de recursos em contraposição a áreas pouco povoadas&#8221;, acrescenta.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Último Segundo de 12 de maio de 2012</span></p>
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		<title>São Paulo vai calcular sua pegada ecológica</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 17:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo vai calcular impactos do consumo sobre meio ambiente Estado e município vão medir pegada ecológica, quantidade de recursos ambientais necessários para manter o padrão de consumo Um novo estudo vai mostrar aos paulistas vão saber quantos hectares de água e terra são necessários para produzir e sustentar o que é consumido no Estado. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008000;">São Paulo vai calcular impactos do consumo sobre meio ambiente</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Estado e município vão medir pegada ecológica, quantidade de recursos ambientais necessários para manter o padrão de consumo</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Um novo estudo vai mostrar aos paulistas vão saber quantos hectares de água e terra são necessários para produzir e sustentar o que é consumido no Estado. Foi assinado hoje (20) um acordo entre o Estado, o município de São Paulo e a organização não governamental World Wildlife Fund (WWF) para a medição da pegada ecológica, um indicador ambiental que pode ajudar a basear medidas públicas. A previsão é que o resultado da pegada ecológica da capital e do Estado sejam apresentados na Rio+20, em junho.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">De acordo com o WWF, a estimativa é uma forma de traduzir, em hectares, a extensão de território que uma pessoa ou toda uma sociedade “utiliza” em média, para sustentar suas formas de alimentação, moradia, locomoção, lazer e consumo. De acordo com a Global Footprint Network, organização detentora da tecnologia e metodologia do índice, a ideia é descobrir se a quantidade de recursos disponíveis, a biocapacidade, é suficiente para suprir os padrões de consumo atuais.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">“A pegada permite um diálogo com os poderes públicos. O índice brasileiro está acima da média mundial, assim como a de Campo Grande (MS), e eu suspeito que a nossa também esteja”, disse o secretário municipal do Meio Ambiente, Eduardo Jorge.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A cidade de Campo Grande fez o cálculo da pegada ecológica em 2010. O resultado foi um número muito elevado. A cidade atingiu 3,14 hectares globais de pegada ecológica, muito mais que o Estado do Mato Grosso do Sul (2,82) e do Brasil (2,91). De acordo com o WWF, o ideal seria que a pegada global fosse de 1,8 hectares. “A mensagem é que estamos no cheque especial, estamos consumindo mais do que a natureza pode nos dar”, disse Michael Becker, coordenador do programa Cerrado-Pantanal do WWF Brasil. A primeira cidade brasileira a fazer o cálculo foi Curitiba (PR), que em 2006 atingiu 3,42 hectares globais.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Eduardo Jorge defende mudanças na maneira de viver como o aumento do vegetarianismo e a implementação dos pedágios ecológicos. <strong>“Vamos ter que mudar a maneira como vivemos e não é pouca coisa não. Mas é sempre bom ter a chance de participar de uma revolução. Vamos ver”,</strong> disse.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Do resultado do estudo para a tomada de ações será uma longa jornada. Não há metas para que ações sejam postas em práticas, o estudo pretende servir apenas como um <strong>“Esse número não é nenhum ponto de chegada, é um ponto de saída. É uma faísca para novas medidas para que a gente possa garantir os recursos naturais”,</strong> disse o secretário estadual de Meio Ambiente, Bruno Covas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Maria Fernanda Ziegler, iG de 20 de abril de 2012</span></p>
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		<title>População e consumismo ameaçam recursos do planeta</title>
		<link>http://www.funverde.org.br/blog/archives/10584</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 16:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Deslocalização agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Superpopulação]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Planeta leva um ano e meio para regenerar recursos consumidos anualmente. Relatório da Ong ambientalista WWF mostra que houve declínio de 30% da vida selvagem mundial desde 1970. População e consumismo ameaçam recursos do planeta, alerta WWF. Relatório da ong ambientalista aponta Qatar como país onde há mais impacto do consumo sobre o meio ambiente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Planeta leva um ano e meio para regenerar recursos consumidos anualmente.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Relatório da Ong ambientalista WWF mostra que houve declínio de 30% da vida selvagem mundial desde 1970.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">População e consumismo ameaçam recursos do planeta, alerta WWF.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Relatório da ong ambientalista aponta Qatar como país onde há mais impacto do consumo sobre o meio ambiente.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A crescente população mundial e o consumismo ameaçam a saúde do planeta, alerta a organização ambientalista Fundo Mundial para a Natureza (WWF).</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A demanda por recursos naturais se tornou insustentável e exerce uma pressão &#8220;tremenda&#8221; sobre a biodiversidade do planeta, destaca a organização em um estudo publicado nesta terça-feira.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em sua mais recente pesquisa sobre a saúde da Terra, o WWF citou o Qatar como o país com a maior pegada ecológica, seguido dos vizinhos Kuwait e dos Emirados Árabes Unidos. O Brasil aparece na 56ª posição com uma pegada ecológica de 2,9 hectares globais por habitante, índice próximo à média global que é de 2,7 hectares globais por habitantes.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Para se ter uma ideia, a pegada ecológica do Qatar é próxima de 12 hectares globais por habitante. A pegada ecológica é um instrumento de medição do uso de recursos naturais. Quanto menor é a pegada ecológica de uma nação, melhor é o uso que ela faz de seus recursos naturais.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Dinamarca e Estados Unidos completam o ranking dos 5 primeiros, segundo cálculo com base na comparação de fontes renováveis consumidas contra a capacidade de regeneração do planeta.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O relatório Planeta Vivo (&#8216;Living Planet Report&#8217;) revelou que países de alta renda têm uma pegada ecológica em média cinco vezes maior do que a de países de baixa renda.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Segundo a pesquisa, a pegada ecológica dobrou de tamanho em todo o planeta desde 1966. O relatório destaca que com o atual ritmo de consumo, <strong>&#8220;leva 1,5 ano para a Terra regenerar os recursos renováveis consumidos pelos seres humanos e absorver os resíduos de CO2 que eles produzem a cada ano&#8221;.</strong> O Relatório Planeta Vivo foi produzido pelo WWF em parceria com o ZSL e a Global Footprint Network.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>&#8220;Estamos vivendo como se tivéssemos um planeta extra à nossa disposição&#8221;,</strong> disse Jim Leape, diretor-geral do WWF Internacional.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>&#8220;Estamos usando 50% mais recursos do que a Terra pode produzir de forma sustentável e a menos que mudemos o curso, este número crescerá rápido. Em 2030, mesmo dois planetas não serão suficientes&#8221;,</strong> acrescentou.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Biodiversidade</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A pesquisa, compilada a cada dois anos, reportou uma redução média de 30% na biodiversidade desde 1970, chegando a 60% nas regiões tropicais, duramente afetadas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O declínio foi mais rápido em países de baixa renda, &#8220;demonstrando como <strong>os países mais pobres e vulneráveis subsidiam o estilo de vida dos países mais ricos</strong>&#8220;, destacou o WWF.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Em todo o mundo, cerca de 13 milhões de hectares de florestas foram perdidas todo ano entre 2000 e 2010.</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>&#8220;Uma demanda sempre ascendente por recursos de parte de uma população crescente põe uma enorme pressão sobre a biodiversidade do nosso planeta e ameaça nossa segurança, saúde e bem estar futuros&#8221;,</strong> informou o organismo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O relatório é publicado às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, a quarta maior cúpula sobre o tema realizada desde 1972, e que será celebrada em junho no Rio de Janeiro.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O presidente eleito da França, François Hollande, confirmou que estará entre os 100 líderes mundiais presentes à cúpula, com vistas a determinar o caminho rumo a uma economia que possa equilibrar crescimento econômico, erradicação da pobreza e proteção ao meio ambiente.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O WWF quer ver sistemas de produção mais eficientes que possam reduzir a demanda humana por terra, água e energia e uma mudança na política governamental que medisse o sucesso de um país para além do Produto Interno Bruto (PIB).</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Mas o enfoque imediato precisa estar na redução drástica da pegada ecológica dos países de alta renda, particularmente sua pegada de carbono, destacou o WWF.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;A Rio+20 pode e deve ser o momento de os governos estabelecerem um novo curso rumo à sustentabilidade&#8221;, disse Leape.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Necessidade de dois planetas em 2030</strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Caso o mundo não resolva o problema, até 2030 seriam necessários dois planetas Terra para sustentar a atividade humana, disse o WWF ao lançar seu relatório bienal sobre a biodiversidade e o meio ambiente, chamado &#8220;Relatório Planeta Vivo 2012&#8243;.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Mas, segundo a entidade, os governos mundiais não estão no caminho para definirem um acordo para a preservação dos recursos naturais durante a cúpula do desenvolvimento sustentável do mês que vem no Brasil, conferência conhecida como Rio+20.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Não acho que alguém conteste que não estamos nem perto de onde deveríamos a um mês da conferência em termos do progresso das negociações e de outros preparativos&#8221;, disse em Genebra o diretor-geral da WWF Internacional, Jim Leape.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Acho que todos nós estamos preocupados de que os países negociando no sistema da ONU um resultado para o Rio ainda não demonstraram disposição de realmente intervir para enfrentar esses desafios. Essas negociações ainda estão claramente emaranhadas.&#8221;<strong></strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Este relatório é como um check-up planetário e os resultados indicam que temos um planeta muito doente&#8221;, alertou Jonathan Baillie, diretor do programa de conservação da Sociedade Zoológica de Londres, que co-produziu o relatório, em conjunto com a organização Global Footprint Network, que elabora a pegada ecológica.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Último segundo de 15 de maio de 2012</span></p>
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		<title>Na Andaluzia, uma usina solar funciona até de noite</title>
		<link>http://www.funverde.org.br/blog/archives/10582</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 15:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Ecotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia renovável]]></category>

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		<description><![CDATA[Tecnologia da usina Gemasolar permite acumular energia da luz do sol mesmo à noite ou em dias chuvosos Na usina Gemasolar, ninguém se preocupa quando o céu está nublado: graças a uma tecnologia única no mundo, a energia acumulada quando o sol brilha permite produzir eletricidade mesmo à noite ou em dias chuvosos. A central, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008000;"><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7242/7204373342_73b03f6ee4.jpg" alt="" width="500" height="313" /></span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Tecnologia da usina Gemasolar permite acumular energia da luz do sol mesmo à noite ou em dias chuvosos</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Na usina Gemasolar, ninguém se preocupa quando o céu está nublado: graças a uma tecnologia única no mundo, a energia acumulada quando o sol brilha permite produzir eletricidade mesmo à noite ou em dias chuvosos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A central, que entrou em operação em maio passado, não passa despercebida na planície andaluza, no sul da Espanha.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Já na autoestrada, entre Sevilha e Córdoba, percebe-se sua torre iluminada, na qual estão colocados 2.650 painéis solares de 120 metros quadrados cada, dispostos em um imenso círculo de 195 hectares.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;É a primeira usina solar do mundo que trabalha 24 horas por dia, sendo assim funciona tanto de dia quanto de noite!&#8221;, explica Santiago Arias, diretor técnico da Torresol Energy, que administra a instalação.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Seu mecanismo é &#8220;muito fácil de ser explicado&#8221;, garante: os painéis, ao refletir a luz do sol sobre a torre, transmitem a ela &#8220;uma concentração de energia equivalente a 1.000 vezes a que recebemos em terra&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A energia é armazenada em um enorme recipiente de sais dissolvidos, a uma temperatura superior a 500 graus. Os sais vão servir, em seguida, para produzir vapor e este aciona uma turbina, gerando assim a eletricidade, como numa usina termelétrica solar clássica.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">É esta capacidade de estocar energia que torna a Gemasolar tão diferente, permitindo que &#8220;à noite continuemos a produzir eletricidade com a energia acumulada durante o dia&#8221;, precisa Santiago Arias.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Assim, &#8220;utilizo esta energia da forma que interessa a mim, não a ditada pelo sol&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O balanço é muito positivo: a usina &#8220;produz 60% a mais de energia, em relação a uma outra que não possui este sistema de armazenamento&#8221;, podendo funcionar 6.400 horas por ano, contra as 1.000 e 2.000 horas produzidas por uma central comum.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;A quantidade de energia que produzimos por ano é equivalente ao consumo médio de 30.000 lares na Espanha, portanto, de cerca de 90.000 pessoas&#8221;, explica Santiago Arias, proporcionando uma economia anual de 30.000 toneladas de CO2.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Encorajadas por um generoso sistema de ajuda pública, a geração de energia renovável vem sendo estimulada na Espanha, número dois no mundo em termos de aproveitamento da luz solar e primeiro na geração de energia eólica da Europa, à frente da Alemanha.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em 2011, o país cobriu um terço de sua demanda de eletricidade com as energias renováveis, principalmente a eólica (16%), enquanto que a solar, embora não tão importante (4%), dobrou em um ano, segundo a administradora da rede de transmissão elétrica REE.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Para o projeto Gemasolar, foi preciso, também, a contribuição de investidores estrangeiros: a Torresol Energy é formada pelo grupo espanhol de engenharia Sener (60% do conjunto) e a empresa de energias renováveis Masdar, financiada pelo governo de Abu Dhabi.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Mas &#8220;uma usina deste tipo custa caro, não pela matéria-prima utilizada, que é gratuita, mas pelos enormes investimentos exigidos&#8221;, reconhece Santiago Arias. A conta ultrapassa os 200 milhões de euros.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Mas, &#8220;no dia em que o empreendimento começar a trazer lucros aos bancos (em 18 anos, calcula), a usina se transformará em máquina de fabricar notas de 1.000 Euros!&#8221;, brinca, lembrando que o preço do barril de petróleo, que era de 28 dólares em 2003, beira, agora, os US$ 130.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em termos imediatos, a crise econômica projeta, no entanto, uma sombra nos projetos deste tipo: a Espanha, à beira da recessão e comprometida com um programa de austeridade, acaba de suspender os subsídios concedidos a novas centrais de produção de energia renovável.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Temos três projetos parados&#8221; devido a esta suspensão, comenta Santiago Arias, admitindo, também em um contexto de desaceleração mundial, não ter conseguido ainda vender para outros países a tecnologia Gemasolar, apesar do grande interesse despertado fora da Espanha.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Portal IG de 20 de março de 2012</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Imagem &#8211; AFP</span></p>
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		<title>Futuro do planeta depende de planejamento familiar e agricultura</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 14:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Superpopulação]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro bilhão chegou apenas em 1804, o segundo em 1927, e os seis bilhões chegaram menos de 100 anos depois, em 1999. Este ano, a população mundial chegará a sete bilhões de pessoas, e a ONU prevê que, até 2050, seremos nove bilhões no planeta, e chegará a seu auge em 2075, com 9,5 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">O primeiro bilhão chegou apenas em 1804, o segundo em 1927, e os seis bilhões chegaram menos de 100 anos depois, em 1999. Este ano, a população mundial chegará a sete bilhões de pessoas, e a ONU prevê que, até 2050, seremos nove bilhões no planeta, e chegará a seu auge em 2075, com 9,5 bilhões de pessoas. Como prover qualidade de vida para tanta gente?</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Esta é a pergunta levantada em um painel científico que acontece esta tarde na reunião anual da Sociedade Americana para o o Avanço da Ciência (na sigla em inglês, AAAS).</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>A solução está, em parte, no controle de natalidade</strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;">John Casterline, professor de sociologia da Universidade do Estado de Ohio, afirmou à imprensa que existe uma forte demanda não atendida por métodos concepcionais em países em desenvolvimento, em especial na África Subsaariana e sul da Ásia. “Uma em quatro mulheres africanas em um relacionamento estável dizem não querer ter mais filhos, mas não usam contraceptivos”, afirmou. Na Ásia e na América Latina, esse percentual é de 17 a 18%.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Incentivar o planejamento familiar é mais importante do que esperar que as tendências de famílias pequenas migrem de países desenvolvidos para o Terceiro Mundo. “O fornecimento de métodos contraceptivos respondeu por 44% do declínio da fertilidade em países de baixa renda. O desejo por poucos filhos foi responsável por apenas 13% desta diminuição”, disse Casterline. “O controle de natalidade é um dos grande sucessos de saúde pública deste século, e as pessoas não se dão conta disso”.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Segundo o sociólogo, a população prevista para os países em desenvolvimento em 2050 é de 6,25 bilhões de pessoas, mesmo com a alta mortalidade causada pela epidemia de AIDS na África. Mas políticas públicas de planejamento familiar poderiam segurar este crescimento, evitando até 250 milhões de nascimentos.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Escassez de alimentos</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Durante o painel também foi discutida uma iminente crise global de alimentos. O problema, segundo os especialistas, está mais na qualidade do que na quantidade. Metade dos cereais cultivados no mundo são destinados à alimentação animal e biocombustíveis, e a prática agrícola está cada vez mais insustentável.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O desafio é duplo, segundo Jonathan Foley, professor da Universidade de Minnesota: “Não se trata apenas de alimentar 9 bilhões de bocas, e sim como fazer isso de maneira a continuarmos tendo um planeta viável”.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Jason Clay, vice-presidente do WWF (World Wildlife Fund), acredita que a solução passe por engenharia genética, para melhoramentos genéticos das culturas (que não são a mesma coisa que criar alimentos transgênicos, ressaltou), reduzir o desperdício e melhorar as prática agrícolas. “Os melhores fazendeiros produzem 100 vezes mais que os fazendeiros ruins. Temos que focar neles”.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Até onze bilhões de pessoas</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">John Bongaarts, presidente da ONG Population Council, acredita que as estimativas populacionais dependem de vários fatores, com resultados imprevisíveis. “A trajetória é ainda incerta e depende que algumas tendências continuem como estão”, explicou Bongaarts, se referindo à baixa taxa de fertilidade verificada na Europa, por exemplo, e a expectativa de vida continuar igual.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Mas se o número de filhos por família em países com baixas taxas de fertilidade aumentar, e a longevidade exceder os 100 anos de vida antes do fim do século, a população pode facilmente chegar a 11 bilhões de pessoas. Mas o inverso também é verdadeiro: se a expectativa de vida se mantiver e as taxas de natalidade nos países em desenvolvimento diminuírem, pode ser possível segurar a explosão populacional. “O futuro não está escrito em pedra. Cabe aos governos agir para reverter esta tendência”, diz Bongaarts.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Natasha Madov, Portal IG de 20 de fevereiro de 2011</span></p>
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		<title>Energia solar cresceu 75% em 2010 na Alemanha</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 13:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Ecotecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Crescimento foi impulsionado pelo governo, que compra energia solar por um preço muito superior ao do mercado A capacidade de produção elétrica fotovoltaica na Alemanha aumentou 75% em um ano e alcançou os 17.300 megavatts em 2010, anunciou a autoridade alemã para a regulação das redes (Bundesnetzagentur). Apesar de contar apenas com 1.300 a 1.900 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Crescimento foi impulsionado pelo governo, que compra energia solar por um preço muito superior ao do mercado</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A capacidade de produção elétrica fotovoltaica na Alemanha aumentou 75% em um ano e alcançou os 17.300 megavatts em 2010, anunciou a autoridade alemã para a regulação das redes (Bundesnetzagentur).</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Apesar de contar apenas com 1.300 a 1.900 horas de sol por ano, a energia solar viveu um verdadeiro boom na Alemanha, graças ao sistema de preços garantido pelo Estado.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O Estado alemão garante a todo produtor de eletricidade solar, seja particular ou um agricultor que tenha instalado um campo de paneis solares, vender a energia que produz a um preço muito superior ao do mercado.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Esta diferença vai para as faturas pagas pelo consumidor, o que provoca muitas queixas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Portal IG de 21 de março de 2011</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">A notícia pode ser velha, mas ideia é maravilhosa. E quanto aos consumidores que reclamam, toda mudança gera insatisfação, mas se não existir a cobrança, o empurrão, não existirá a mudança na matriz energética, cada vez mais necessária.</span></p>
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		<title>Promoções tornam energia solar uma alternativa para lares americanos</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 12:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Ecotecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Jay Nuzzi, um policial de Nova Jersey, havia desistido de instalar painéis solares em sua casa por causa do custo: quase US$ 70.000 dólares (cerca de 136 mil reais). Então, em uma ida para a loja de departamentos Home Depot, ele se deparou com um oferta de painéis solares a um preço qu não ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7230/7204089202_c3d17b9baa.jpg" alt="" width="500" height="313" /></p>
<p><span style="color: #008000;">Jay Nuzzi, um policial de Nova Jersey, havia desistido de instalar painéis solares em sua casa por causa do custo: quase US$ 70.000 dólares (cerca de 136 mil reais). Então, em uma ida para a loja de departamentos Home Depot, ele se deparou com um oferta de painéis solares a um preço qu não ele não teria como recusar: grátis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Nuzzi teve que assinar um contrato de 20 anos prometendo comprar a eletricidade gerada pelos painéis solares dos quais ele não será dono. Mas o preço ficará muito abaixo do que ele costumava pagar para a fornecedora de energia de sua cidade.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">“O proprietário não tem nenhum gasto, por isso é uma oferta impossível de se recusar” disse Nuzzi enquanto uma equipe montava 41 painéis no telhado de sua casa. “Eu não precisei pensar muito a respeito”.</span><br />
<span style="color: #008000;"> Acordos semelhantes estão sendo feitos entre milhares de outros proprietários de imóveis e empresas em todo o país.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Os instaladores, que geralmente trabalham em grandes lojas de departamentos como a Home Depot ou a Lowe, estão aproveitando os incentivos fiscais, as possibilidades de financiamento e uma superabundância de painéis baratos feitos na China que pela primeira vez ajudam a tornar a energia solar acessível para o mercado de massa.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O número de instalações residenciais e comerciais duplicou nos últimos dois anos, chegando a 213.957, de acordo com a Greentech Media, uma empresa de pesquisa do setor.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">As principais empresas no negócio de instalação, como a Sunrun, a SolarCity e a Sungevity, estão prosperando mesmo enquanto um outro setor da indústria – o dos fabricantes de painéis solares – tenha sido superado pela concorrência feroz dos fabricantes chineses.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Grandes corporações como Google, U.S. Bancorp, Morgan Stanley e Bank of America Merrill Lynch veem o potencial de lucros estáveis em projetos solares e têm ajudado a fornecer o capital necessário para ajudar a cobrir os custos iniciais, que normalmente chegam a cerca de US$ 30.000 (cerca de 58 mil reais) ou mais para uma única família.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Os investidores afirmam acreditar que os retornos, geralmente entre 7% e 13%, são relativamente seguros porque as empresas provedoras de energia solar geralmente registrar apenas proprietários e empresas com crédito sólido. Além disso, os instaladores dizem que as pessoas tendem a pagar suas contas de energia elétrica mesmo quando enfrentam problemas financeiros.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Alguns analistas alertam que apesar de toda a atividade, o setor ainda enfrenta obstáculos, como os altos custos para atrair novos clientes e obter financiamento.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">“Ainda não ficou claro para mim se alguém já descobriu a forma de dimensionar este negócio de uma maneira concreta”, disse Dickon Pinner, co-autor de um relatório recente da McKinsey a respeito da indústria.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Diane Cardwell, Portal IG de 13 de maio de 2012</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Imagem - Marc Steiner, The New York Times</span></p>
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		<title>Empresas de Maringá deverão apresentar plano de gerenciamento de resíduos</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 11:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Até 30 de junho empresas de Maringá deverão apresentar, junto à Prefeitura, um plano de gerenciamento de resíduos sólidos. Conforme a Lei Federal 12305/2010 e Decreto Municipal assinado em 2011, todas as empresas, independente do segmento, que produzem algum tipo de resíduo sólido serão responsáveis pela destinação correta. A exigência fará parte do próprio alvará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Até 30 de junho empresas de Maringá deverão apresentar, junto à Prefeitura, um plano de gerenciamento de resíduos sólidos. Conforme a Lei Federal 12305/2010 e Decreto Municipal assinado em 2011, todas as empresas, independente do segmento, que produzem algum tipo de resíduo sólido serão responsáveis pela destinação correta. A exigência fará parte do próprio alvará municipal.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A Kochepki Advocacia e Consultoria Ambiental orienta as empresas para que realizem os projetos com responsáveis técnicos e avaliem bem o profissional que estarão contratando. &#8220;Além da obrigatoriedade de apresentação do PGIR Online na Prefeitura, para fins de alvará, o projeto é importante para a gestão ambiental da empresa, reduzindo custos, melhorando a organização, aumentando a lucratividade. Quando se tem um projeto bem elaborado, os efeitos são rápidos&#8221;, revela a advogada e auditora ambiental Letícia Kochepki (OAB/PR 34258), sócia-proprietária do escritório.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Ocorre que, diante da necessidade de cumprir os requisitos legais – muitas vezes já com uma notificação em mãos –, muitos empresários optam apenas pelo menor preço, sem primar pela qualidade do serviço. Os empresários precisam ter em mente, porém, que esse tipo de projeto faz parte da administração da própria empresa. Não basta contratar um PGIR online sem que a empresa saiba o que o profissional está colocando no sistema da Prefeitura, é preciso dados reais, acompanhamento periódico.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Orientamos os empresários a solicitarem um projeto completo, impresso em no mínimo duas vias, pois este mesmo projeto será utilizado em vários órgãos e para várias finalidades posteriormente. A partir do projeto impresso, que será implantado na empresa (gestão ambiental e de administração), é que surgirá o PGIR Online. O mero preenchimento de dados no sistema é um risco enorme, que pode gerar responsabilidade ambiental cível e criminal tanto para o responsável técnico quanto para o empreendedor&#8221;, revela a advogada.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O plano irá administrar todas as etapas, que inclui armazenamento, transporte, transbordo, tratamento ou destinação final do lixo. Segundo o geógrafo José Roberto Francisco Behrend, da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Maringá, as empresas serão obrigadas a se responsabilizar pelos resíduos que produzem.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A LPNMA – Lei de Política Nacional de Meio Ambiente, datada de 1981, já dispunha que a responsabilidade pelos resíduos pertencia ao gerador. &#8220;Os Municípios não têm obrigação legal de coletar resíduos de comércios ou indústrias. Por ora as Prefeituras ainda vêm coletando, até mesmo porque cobram para isto. Mas a tendência é que este cenário mude e que a cobrança pela coleta de resíduos seja dissociada do IPTU&#8221;, destaca a Dra. Letícia Kochepki. &#8220;A educação ambiental acaba saindo do próprio bolso do empresário, por assim dizer. Quando ele precisa destinar por si só os resíduos, começa a fazer a gestão correta dos mesmos e se surpreende com os resultados. Temos casos de tanto sucesso que o empreendedor já está buscando certificação ambiental e abrindo as portas para o mercado externo”, conclui.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Com a mudança de paradigma, a tendência é que se aumente consideravelmente a reciclagem no município de Maringá, gerando, ao final, emprego e renda, além de se poupar recursos naturais.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Kochepki Advocacia e Consultoria</span><br />
<span style="color: #008000;"> Direito Ambiental e Urbanístico</span><br />
<span style="color: #008000;"> Maringá/PR – (44) 3031-8867 – (44) 9964-7510</span></p>
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		<title>Quantidade de plástico nos mares pode ser 2,5 vezes maior</title>
		<link>http://www.funverde.org.br/blog/archives/10570</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 12:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Plástico]]></category>

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		<description><![CDATA[Vento empurra pequenos pedaços de plástico para baixo da superfície d&#8217;água Muitas pesquisas anteriores analisavam apenas a superfície das águas. &#8220;A quantidade de lixo plástico pode ter sido significativamente subestimada&#8221;, dizem os autores do estudo. A quantidade de lixo plástico nos oceanos pode ser maior do que se imaginava. Pesquisadores descobriram que pedaços minúsculos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008000;">Vento empurra pequenos pedaços de plástico para baixo da superfície d&#8217;água</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Muitas pesquisas anteriores analisavam apenas a superfície das águas. &#8220;A quantidade de lixo plástico pode ter sido significativamente subestimada&#8221;, dizem os autores do estudo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A quantidade de lixo plástico nos oceanos pode ser maior do que se imaginava. Pesquisadores descobriram que pedaços minúsculos do material são empurrados para até cinco metros de profundidade. Muitos estudos calculam a quantidade desse lixo analisando apenas a superfície da água. A pesquisa realizada por duas universidades americanas (Delaware e Washington) foi publicada no periódico Geophysical Research Letters.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Enquanto trabalhava em um barco de pesquisas no Oceano Pacífico, o oceanógrafo Giora Proskurowski percebeu algo estranho. A superfície da água estava tomada por pedacinhos de plástico parecidos com confete. Foi então que uma rajada de vento passou e as partículas desapareceram.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Depois de colher amostras de água a cinco metros de profundidade, Proskurowski, pesquisador da Universidade de Washington, descobriu que o vento estava empurrando o plástico para baixo da superfície da água. &#8220;Isso quer dizer que décadas de pesquisa verificando a quantidade de lixo plástico no oceano podem, em alguns casos, ter subestimado significativamente a quantidade do material nas águas marítimas&#8221;, disse.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Proskurowski reuniu dados em uma expedição ao Atlântico Norte em 2010. A equipe de pesquisadores coletou amostras na superfície da água e em três níveis de profundidade diferentes até 30 metros. &#8220;Quase todas as amostras tinham plástico, independente da profundidade&#8221;, disse.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O estudo conduzido por Proskurowski e Tobias Kukulka, da Universidade do Delaware, afirma que os dados coletados na superfície da água subestima a quantidade de plástico em até 2,5 vezes. Se o vento for muito forte, esse fator pode chegar até 27 vezes. &#8220;Isso mostra que os dados atuais podem estar errados&#8221;, disse Giora.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A pesquisa sugere um novo modelo para que ambientalistas e cientistas calculem com mais precisão a quantidade de lixo plástico nas águas marítimas.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Saiba mais &#8211; Plástico nos oceanos</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">O lixo plástico nos oceanos é uma preocupação por causa do impacto ambiental. Por exemplo, quando um peixe ingere o plástico, ele pode fazer mal ao fígado do animal. As partículas também servem de abrigo para bactérias e algas. Elas são transportadas junto com as partículas para outras regiões do oceano onde podem ser invasivas e causar problemas ao ambiente local.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Revista Veja de 27 de abril de 2012</span></p>
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		<title>Sopa de plástico do Pacífico aumentou 100 vezes em 40 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 11:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo estudo, acúmulo de plástico pode provocar desequilíbrio marinho O enorme redemoinho de lixo plástico flutuante do norte do Pacífico aumentou 100 vezes nos últimos 40 anos, revelou um artigo publicado na revista Biology Letters nesta quarta-feira. Cientistas alertam que a &#8216;sopa de microplástico&#8217;, cujas partículas medem menos de cinco milímetros, ameaçam alterar o ecossistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008000;">Segundo estudo, acúmulo de plástico pode provocar desequilíbrio marinho</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">O enorme redemoinho de lixo plástico flutuante do norte do Pacífico aumentou 100 vezes nos últimos 40 anos, revelou um artigo publicado na revista Biology Letters nesta quarta-feira.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Cientistas alertam que a &#8216;sopa de microplástico&#8217;, cujas partículas medem menos de cinco milímetros, ameaçam alterar o ecossistema marinho porque favorecerem a reprodução de um tipo de inseto que serve de alimento para peixes, tartarugas e aves.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">No período entre 1972 e 1987, nenhum microplástico foi encontrado em amostras coletadas para testes, destacou o artigo. Em pesquisa recente, estudiosos mostraram que a quantidade de plástico existente nos oceanos é muito maior do que se pensava anteriormente.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Atualmente, os cientistas estimam que a massa de lixo localizada na região do Giro Subtropical do Norte do Pacífico, conhecida como Grande Mancha de Lixo do Pacífico, ocupa uma área equivalente a duas vezes o território de Goiás, cerca de 695.660 km2.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), 13.000 partículas de lixo plástico são encontradas em cada quilômetro quadrado do mar, mas o problema é maior no Norte do Pacífico.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"> O acúmulo de plástico no centro dessa região é favorecido pelo movimento das correntes marítimas e dos ventos. De acordo com Paulo Sumida, oceanógrafo da USP, &#8220;o que acontece na região é semelhante ao que acontece quando você mexe o café de uma xícara e a espuma se concentra em seu centro. Como o plástico é leve, o movimento do giro oceânico faz com que ele se acumule no centro do redemoinho.&#8221;</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Desequilíbrio marinho</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Uma das preocupações dos autores do estudo é a relação entre o aumento de plástico no oceano Pacífico e o crescimento da população do Halobates sericeus, um inseto oceânico conhecido como &#8216;sea skater&#8217; ou inseto Jesus, por sua habilidade de caminhar sob a água.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O estudo indicou que o acúmulo de plástico no Pacífico Norte tornou-se um novo hábitat para esses insetos, que dependem de superfícies fixas para colocar ovos. Antes, a reprodução desses animais era limitada, pois dependia de materiais como pedaços de madeira boiando, conchas e pedra pome para porem ovos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Esses insetos se alimentam de zooplâncton e servem de alimento para peixes, pássaros e tartarugas marinhas. Os cientistas acreditam que o aumento da população desses insetos pode causar um desequilíbrio nessa cadeia alimentar.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Saiba mais</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Giro oceânico - </span></strong><span style="color: #008000;">São grandes sistemas de correntes marítimas rotativas e estão relacionadas ao movimento de rotação da Terra e dos ventos. Como são uma espécie de &#8216;redemoinho&#8217;, esses giros favorecem a concentração de material, como o plástico, em seu centro. São cinco os giros oceânicos: Pacífico Norte, Pacífico Sul, Atlântico Norte, Atlântico Sul e Índico.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Plástico nos oceanos - </span></strong><span style="color: #008000;">O lixo plástico nos oceanos é uma preocupação por causa do impacto ambiental. Por exemplo, a ingestão de plástico por um peixe pode causar danos no fígado do animal. As partículas também servem de abrigo para bactérias e algas. Elas são transportadas junto com as partículas para outras regiões do oceano onde podem ser invasivas e causar problemas ao ambiente local.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Zooplâncton - </span></strong><span style="color: #008000;">O zooplâncton é composto por organismos que não realizam fotossíntese (animais microscópicos, em sua maioria) e vivem na água (marinha ou doce), com locomoção limitada — apesar de que vários organismos, como microcrustáceos, podem se movimentar extensivamente.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Revista Veja de 10 de maio de 2011</span></p>
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		<title>42% dos resíduos sólidos coletados no país vão para locais inadequados, indica estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 11:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>

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		<description><![CDATA[A quantidade de resíduos sólidos gerados no Brasil em 2011 totalizou 61,9 milhões de toneladas, 1,8% a mais do que no ano anterior, de acordo dados do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2011, lançado na terça-feira (8), pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), durante a 11ª Conferência de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">A quantidade de resíduos sólidos gerados no Brasil em 2011 totalizou 61,9 milhões de toneladas, 1,8% a mais do que no ano anterior, de acordo dados do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2011, lançado na terça-feira (8), pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), durante a 11ª Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas da Cidade de São Paulo. Do total coletado, 42% do lixo acabam em local inadequado.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Segundo o diretor executivo da Abrelpe, Carlos Silva Filho, o crescimento de resíduos sólidos no período de 2010 para 2011 foi duas vezes maior do que o crescimento da população, que cresceu 0,9% no período. “Se continuarmos nessa curva ascendente de crescimento ano após ano e não conseguirmos, de alguma forma, adotar ações adequadas para conter essa geração, certamente, em médio prazo, nossos sistemas de gestão de resíduos entrarão em colapso”.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O estudo mostra ainda que, em 2011, foram coletados 55,5 milhões de toneladas de resíduos sólidos, o que resulta em uma cobertura de 90%. “Cerca de 10% de tudo o que é gerado acabam em terrenos baldios, córregos, lagos e praças. Nós vemos que esse problema é recorrente em praticamente todas as cidades do país”, disse Silva Filho. Da quantidade coletada, o Sudeste responde por 53% e o Nordeste por 22%. “Nessas duas regiões estão concentrados 75% de todo o lixo do território nacional”.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Segundo o Panorama, 42% dos resíduos sólidos foram destinados em locais inadequados como lixões e aterros controlados. Filho ressaltou que a Abrelpe considera a segunda opção inadequada porque, do ponto de vista ambiental, têm o mesmo impacto negativo que os lixões. “O aterro controlado não protege o meio ambiente como um aterro sanitário”.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">De acordo com a publicação, a quantidade de lixo levado para aterros sanitários pode ter sido maior em porcentagem, mas ao analisar a quantidade nota-se que em 2011 a situação piorou. “Em 2010 o volume de destinação inadequada foi 22,9 milhões de toneladas contra 23,2 milhões de toneladas em 2011”, disse.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O Panorama indica ainda que dos 5.565 municípios brasileiros, 58,6% do total, afirmaram ter iniciativas de coleta seletiva, o que significa um aumento de 1% em comparação ao ano anterior. Com relação à coleta de lixo hospitalar, os municípios coletaram e destinaram 237,6 mil toneladas de resíduos de saúde, das quais 40% têm destino inadequado. “Dessa porcentagem temos 12% indo para lixão, sendo depositados sobre o solo sem tratamento prévio, não só contaminando o meio ambiente mas trazendo um risco muito grave para as pessoas que tiram seu sustento desses lixões”.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Para Silva Filho, o cenário revelado pelo Panorama precisa ser modificado até agosto de 2014, quando acaba o prazo para o cumprimento das metas da Lei Nacional de Resíduos Sólidos. Na avaliação do diretor executivo, as empresas do setor estão preparadas para enfrentar o desafio, pois têm tecnologia, conhecimento técnico e mão de obra. “Precisamos de vontade política e do recurso necessário para tanto. Sem isso não teremos a possibilidade de atender o que determina a lei nacional”, disse.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Flávia Albuquerque, Agência Brasil de 08 de maio de 2012</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #008000;">&#8220;dos 5.565 municípios brasileiros, 58,6% do total, afirmaram ter iniciativas de coleta seletiva&#8221;.</span> Aí está uma coisa que sinceramente duvidamos. Uma coisa é o prefeito dizer que tem iniciativa de coleta seletiva para enganar a todos e fingir estar se adequando à nova política de resíduos sólidos, afinal, fica feio dizer que não está fazendo nada para resolver o problema do lixo. Outra coisa é este mesmo prefeito provar através de documentos, projetos, que a coleta realmente existe e que funciona e que passa de 1% do total do lixo coletado.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> É só ver o caso de Maringá, uma cidade que o prefeito diz ser moderna, ecológica, que diz que existe coleta seletiva, que o lixo é destinado corretamente&#8230; e no entanto, não dá suporte às cooperativas, só tem dois caminhões para 5 cooperativas coletarem todo o lixo reciclável da cidade, mais de 150 ton/dia de um total de 350 ton/dia de lixo gerado e que a coleta não passa de 3% desde que ele assumiu a prefeitura, um prefeito que afirma ser o guru do ambientalismo, o dalai lama de gaia.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Se estes prefeitos pudessem, fariam como nosso iluminado imperador, tentariam instalar uma usina para queimar todo o lixo e varrer a sujeira em forma de cinzas do incinerador para baixo do tapete, que é a prova da sua incompetência em gerir o lixo. Afinal, é muito mais fácil esconder a incompetência em forma de cinzas, para ninguém poder provar que as cinzas são na verdade o lixo reciclável e compostável, recursos naturais preciosos do planeta que estão sendo queimados e enterrados. Um crime contra a humanidade. </span></p>
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		<title>EcoScout &#8211; acampamento escoteiro com sustentabilidade em 1, 2 e 3 de junho de 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 11:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[A FUNVERDE apoia esta iniciativa. Participe. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">A FUNVERDE apoia esta iniciativa. Participe.</span></p>
<p><a href="http://ecoscout.com.br/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7083/7153582029_40dc96cedc_c.jpg" alt="" width="565" height="800" /></a></p>
<p><a href="http://ecoscout.com.br/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm9.staticflickr.com/8009/7153581735_aa8c89aa87_c.jpg" alt="" width="566" height="800" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vídeos da audiência pública Incineração dos Resíduos Sólidos Urbanos gerados no Paraná em 26 de abril de 2012</title>
		<link>http://www.funverde.org.br/blog/archives/10521</link>
		<comments>http://www.funverde.org.br/blog/archives/10521#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 22:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Compostagem]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
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		<category><![CDATA[Recursos naturais]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[A FUNVERDE registrou mais uma audiência pública sobre a intenção do prefeito de Maringá de instalar um incinerador de lixo na cidade. Desta vez, a organização da audiência foi da Comissão de Ecologia e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Paraná. Como o prefeito de Maringá foi o primeiro a propor esta idéia escabrosa, os deputados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7143/6481937555_55b4f6b801.jpg" alt="" width="500" height="500" /></p>
<p><span style="color: #008000;">A FUNVERDE registrou mais uma audiência pública sobre a intenção do prefeito de Maringá de instalar um incinerador de lixo na cidade.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Desta vez, a organização da audiência foi da Comissão de Ecologia e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Paraná. Como o prefeito de Maringá foi o primeiro a propor esta idéia escabrosa, os deputados da bancada ambientalista realizaram esta audiência para se posicionar quanto ao assunto no Paraná inteiro.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Sabemos que mais 12 cidades do estado estão pretendendo instalar incineradores de lixo para não ter que fazer o dever de casa como consta na política nacional de resíduos sólidos, no seu artigo 9º, que diz &#8220;Na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, deve ser observada a seguinte ordem de prioridade: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em Maringá, este prefeito assumiu em 2005, quando a reciclagem era de apenas 3% das 300 ton/dia de lixo gerado. Hoje, faltando apenas mais alguns meses para acabar o segundo mandato, a administração municipal não conseguiu avançar em absolutamente nada a reciclagem de resíduos sólidos urbanos, ao contrário do início desta administração, hoje temos apenas dois caminhões para coletar material reciclável, a reciclagem não passou dos 3% das mais 350 ton/dia de lixo gerado pelos maringaenses, o que é uma vergonha para uma cidade que faz propaganda de cidade ambientalmente correta para o Brasil e o mundo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Então, no final do mandato, nosso prefeito continua insistindo em planos mirabolantes, caríssimos, que lhe projetem uma imagem de gestor inovador, mas o dever de casa que deveria ter sido feito há muitos anos atrás ele simplesmente resolveu ignorar, que seria basicamente a separação de lixo na fonte em 3 categorias &#8211; ou 3 sacos de lixo &#8211; reciclável, compostável e rejeito. Por isso continuamos com o mesmo problema de sempre, o lixo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Para um político que se autointitula ecologista, ele simplesmente cospe no  tripé da sustentabilidade que diz que o desenvolvimento deve levar em conta três aspectos, o econômico, o humano e o ambiental. O desenvolvimento econômico é gerar negócio com o material reciclável, o desenvolvimento humano é educar a população para não gerar, reduzir, reutilizar e separar para reciclagem, compostagem e rejeito e ainda incentivar a reciclagem para gerar renda para os mais de 1.500 catadores da cidade e finalmente, o aspecto ambiental em que ao reciclar e compostar, estará poupando os recursos naturais do planeta para as próximas gerações.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O artigo 6º da PNRS &#8211; política nacional de resíduos sólidos &#8211; fala do princípio da prevenção e do princípio da precaução. O princípio da prevenção visa a prevenir danos quando as conseqüências da realização de determinado ato são conhecidas. O nexo causal já foi comprovado, ou decorre de lógica. Já o princípio da precaução é utilizado quando não se conhece, ao certo, quais as conseqüências do ato determinado. Ou seja, ele é imperativo quando a falta de certeza científica absoluta persiste. Esta falta de certeza não pode ser escusa para a não adoção de medidas eficazes a fim de impedir a degradação. &#8220;Em caso de certeza do dano ambiental, este deve ser prevenido, como preconiza o princípio da prevenção. Em caso de dúvida ou incerteza, também se deve agir prevenindo. Essa é a grande inovação do princípio da precaução. A dúvida científica, expressa com argumentos razoáveis, não dispensa a prevenção&#8221; (MACHADO, Paulo Afonso Leme. Direito Ambiental Brasileiro. São Paulo: Malheiros, 2001. p.55). Deste modo, conclui-se que o princípio da prevenção tem lugar para evitar danos que são, ou poderiam ser sabidos; enquanto o da precaução opera quando não há certeza científica quanto ao dano, mas faz permanecer o dever de evitá-lo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Aplicando-se os dois princípios à intenção de se instalar o incinerador, concluímos que os dois estão presentes, o da prevenção e o da precaução, muitos países estão criando lei para impedir a instalação dos incineradores, pois já foram comprovados os danos à saúde e ao ambiente que eles causam &#8211; princípio da prevenção &#8211; e muitos cientistas ainda não sabem ao certo quais outros problemas ambientais e de saúde que só saberemos com o passar do tempo, pois estes problemas são cumulativos &#8211; princípio da precaução -, nos sinalizando que não devemos, em hipótese nenhuma, permitir a instalação dos incineradores em qualquer lugar do planeta, iniciando a resistência em nossa cidade, Maringá. Por isso estamos documentando reuniões, disponibilizando documentos, laudos, estudos, filmando os eventos, para que sirvam de case &#8211; ou causo, se preferir &#8211; para ser usado em qualquer lugar do país em que um político incompetente queira instalar um incinerador por pura preguiça cumprir seu dever mais básico, que é resolver o problema do lixo com educação ambiental para incentivar a reciclagem e a  compostagem.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Assista a mais esta audiência pública que a FUNVERDE registrou quem não pode estar presente no evento, como forma de difundir o conhecimento e os problemas do incinerador. Aprenda, pois conhecimento é poder, poder de mudar o mundo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Abertura da audiência com a composição da mesa e as considerações iniciais dos convidados e palestrantes.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vV8y-x6Om-E"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/vV8y-x6Om-E" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Silvio Barros II, prefeito de Maringá e defensor ferrenho da instalação do incinerador, mesmo contra o desejo do habitantes de Maringá.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-OBydfHsafw"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-OBydfHsafw" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Deputado Doutor Batista.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5HfKrmKZjzw"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5HfKrmKZjzw" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Comentários do deputado Cheida.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iL3VVwLMsNQ"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/iL3VVwLMsNQ" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Jorge Villalobos, da UEM.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/L4vXKL0CBAY"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/L4vXKL0CBAY" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Comentários do deputado Cheida.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/K5VR84tKRXk"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/K5VR84tKRXk" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Álvaro Cabrini – Engenheiro Agrônomo e Assessor Parlamentar do CREA-PR.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gb-ZzpROPXo"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gb-ZzpROPXo" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Eduardo Felga Gobbi, representante da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/G0u2sqFQM0o"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/G0u2sqFQM0o" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Considerações finais e despedida da deputada Luciana Rafagnin.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yEiOwPOGtAc"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/yEiOwPOGtAc" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Doutor José Lafaiete Barbosa Tourinho, Promotor de Meio Ambiente de Maringá.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lzHBAqyXSRM"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/lzHBAqyXSRM" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Questionamentos e considerações da plenária e respostas dos palestrantes.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KfSyYDh65Pg"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/KfSyYDh65Pg" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lM17aJoLv6g"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/lM17aJoLv6g" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ppzu6PFr3v0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ppzu6PFr3v0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/evTSqAMzfCM"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/evTSqAMzfCM" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Considerações finais dos palestrantes e convidados.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/igatmuIxoyQ"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/igatmuIxoyQ" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
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		<title>Maringá, PR &#8211; Audiência pública dos deputados da Assembléia Legislativa do Paraná discute incineração do lixo</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 16:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Compostagem]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o objetivo de discutir se a incineração é uma solução adequada para o tratamento dos resíduos sólidos, a Comissão de Ecologia e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Paraná promoveu uma audiência pública nesta quinta-feira, 26 de abril de 2012. O evento aconteceu no Centro Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) de Maringá, cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Com o objetivo de discutir se a incineração é uma solução adequada para o tratamento dos resíduos sólidos, a Comissão de Ecologia e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Paraná promoveu uma audiência pública nesta quinta-feira, 26 de abril de 2012. O evento aconteceu no Centro Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) de Maringá, cidade que tem projeto para a instalação de um incinerador de lixo. A discussão vai nortear a elaboração de um projeto de lei estadual sobre o assunto.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A audiência foi conduzida pelo deputado estadual Luiz Eduardo Cheida (PMDB), presidente da Comissão, e também contou com a participação dos deputados Luciana Rafagnim (PT), Ênio Verri (PT) e Dr. Batista (PMN). “Queremos levar o debate para todo o estado antes de apresentar qualquer projeto na Assembleia Legislativa. O que não pode acontecer é começarmos uma tecnologia nova no Paraná sem um marco legal. É preciso uma discussão técnica e também instrumentos legais que coloquem limites à questão da incineração do lixo”, explicou Cheida.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O prefeito de Maringá, Sílvio Barros (PP), apresentou o projeto que pretende implantar na cidade, que se espelha no modelo de tecnologia usada em países da Europa. Ele defendeu a incineração como a melhor solução para o destino do lixo. “É uma alternativa inovadora”.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Já o professor Jorge Villalobos, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), mostrou estudos realizados sobre os danos que a queima do lixo causa ao meio ambiente. Seu posicionamento foi alinhado ao do promotor público de meio ambiente de Maringá, José Lafaiete Barbosa Tourinho: <strong>“Nenhum processo de combustão é completo. Geram-se cinzas e gases que contém substâncias tóxicas, inclusive cancerígenas. Por isso, a recomendação do Ministério Público Estadual, Federal e do Trabalho é promulgar uma legislação emblemática dizendo não à incineração do lixo”.</strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Segundo Lafaiete, a proposta de queimar o lixo contraria a Política Nacional de Resíduos Sólidos. <strong>“A legislação federal só permite a incineração como última alternativa, com controle rigoroso e reservado a rejeitos. Aqui em Maringá ainda não temos aterro sanitário, nem separação do lixo. Então, não está correto partirmos para uma solução radical dessas”.</strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Eduardo Gobi, representante da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, defendeu a sensibilização da sociedade e a educação ambiental como as ferramentas mais certeiras para o problema do lixo. “É uma tarefa de todos nós e um grande desafio para o paraná, especialmente para os municípios menores. Por isso, acreditamos no compromisso compartilhado como a melhor saída”.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O engenheiro do Crea, Álvaro Cabrini, também se pronunciou: “O Crea não poderia deixar de se posicionar a respeito desse assunto, já que o lixo está ligado diretamente à engenharia”. Ele defendeu uma ampla discussão técnica sobre o tema. “Não queremos uma posição política antes de uma discussão técnica, com profissionais que dominam o assunto e possam fornecer subsídios para um marco regulatório. Além disso, nos preocupamos em seguir a legislação vigente no país”.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Os deputados Luciana Rafagnin e Ênio Verri reafirmaram a posição contrária do PT em relação à incineração. <strong>“Se não fosse perigoso, não estaríamos preocupados com o debate. Mesmo com toda a tecnologia que temos hoje, não existe nada que nos assegure que a queima não seja prejudicial. Queremos trabalhar no sentido de não prejudicar ainda mais o nosso meio ambiente e a vida humana, principalmente”,</strong> disse a deputada Luciana. <strong>“A solução é ultrapassada na própria Europa porque concentra renda e polui. Por isso, defendemos outras alternativas como a reutilização e reciclagem, que geram emprego e não poluem”,</strong> complementou o deputado Ênio.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O evento ainda contou com a presença de vereadores e representantes do Ministério Público do Trabalho, Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (COMDEC), Fórum Lixo e Cidadania, Funverde, Sindicato dos Engenheiros de Maringá, DCE da UEM, Centro Social Marista, Observatório das Metrópoles, Observatório Ambiental, entre outros.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Rio+20</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A audiência pública sobre incineração de lixo abriu a programação que o mandato do deputado Cheida organizou para discutir propostas que serão levadas à Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontece em junho no Rio de Janeiro. Ao todo estão previstas seis audiência públicas, além de uma série de reuniões em colégios da rede pública de ensino. Cheida é o representante da Assembleia Legislativa na Rio+20.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Gabriela Siqueira, Assessoria de Imprensa do Deputado Luiz Eduardo Cheida</span></p>
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		<title>Novas fotos das atividades da FUNVERDE já estão no flickr</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 12:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já pode acompanhar os projetos e atividades da FUNVERDE na segunda quinzena de abril no flickr. Finalmente conseguimos postar todas as fotos no flickr, até mesmo a atividade de plantio de mata ciliar hoje de manhã. Então, leitores, estagiários, voluntários e membros da FUNVERDE, divirtam-se com 68 páginas de atividades da FUNVERDE só na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Você já pode acompanhar os projetos e atividades da FUNVERDE na segunda quinzena de abril no flickr.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Finalmente conseguimos postar todas as fotos no flickr, até mesmo a atividade de plantio de mata ciliar hoje de manhã.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Então, leitores, estagiários, voluntários e membros da FUNVERDE, divirtam-se com 68 páginas de atividades da FUNVERDE só na segunda quinzena de abril.</span></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/funverde/">http://www.flickr.com/funverde/</a></p>
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		<title>Planeta não é sustentável sem controle do consumo e população</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 11:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos naturais]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Planeta não é sustentável sem controle do consumo e população, diz relatório O consumo excessivo em países ricos e o rápido crescimento populacional nos países mais pobres precisam ser controlados para que a humanidade possa viver de forma sustentável. A conclusão é de um estudo de dois anos de um grupo de especialistas coordenados pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;"><strong><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7214/7124968859_9a1b7e07bc_o.jpg" alt="" width="398" height="500" /><br />
</strong></span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Planeta não é sustentável sem controle do consumo e população, diz relatório</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">O consumo excessivo em países ricos e o rápido crescimento populacional nos países mais pobres precisam ser controlados para que a humanidade possa viver de forma sustentável.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A conclusão é de um estudo de dois anos de um grupo de especialistas coordenados pela Royal Society (associação britânica de cientistas).</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Entre as recomendações dos cientistas estão dar a todas as mulheres o acesso a planejamento familiar, deixar de usar o Produto Interno Bruto (PIB) como um indicativo de saúde econômica e reduzir o desperdício de comida.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O relatório da Royal Society será um dos referenciais para as discussões da Rio+20, cúpula que acontecerá na capital fluminense em junho próximo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Este é um período de extrema importância para a população e para o planeta, com mudanças profundas na saúde humana e na natureza&#8221;, disse John Sulston, presidente do grupo responsável pelo relatório.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">&#8220;Para onde vamos depende da vontade humana &#8211; não é algo predestinado, não é um ato de qualquer coisa fora (do controle) da humanidade, está em nossas mãos&#8221;.</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">John Sulston ganhou renome internacional ao liderar a equipe britânica que participou do Human Genome Project, projeto responsável pelo mapeamento do genoma humano.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em 2002, ele foi ganhador, junto com outro cientista, de um prêmio Nobel de Medicina, e hoje é diretor do Institute for Science Ethics and Innovation, na Manchester University, em Manchester.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Discussão retomada</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Embora o tamanho da população humana da Terra fosse no passado um importante ponto de discussão em debates sobre o meio ambiente, o assunto saiu da pauta de discussões recentemente.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em parte, isso aconteceu porque alguns cientistas chegaram à conclusão de que a Terra seria capaz de suportar mais pessoas do que o imaginado. Além disso, países em desenvolvimento passaram a considerar a questão como uma cortina de fumaça criada por nações ocidentais para mascarar o problema do excesso de consumo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Entretanto, o tema voltou à pauta de discussões após novos estudos terem mostrado que mulheres em países mais pobres, de maneira geral, desejam ter acesso ao planejamento familiar, o que traria benefícios à suas comunidades.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Segundo a projeção &#8220;média&#8221; da ONU, a população do planeta, atualmente com 7 bilhões de pessoas, atingiria um pico de pouco mais de 10 bilhões no final do século e depois começaria a cair.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Dos três bilhões extra de pessoas que esperamos ter, a maioria virá dos países menos desenvolvidos&#8221;, disse Eliya Zulu, diretora execuriva do African Institute for Development Policy, em Nairóbi, no Quênia. &#8220;Só na África, a população deve aumentar em 2 bilhões&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Temos de investir em planejamento familiar nesses países &#8211; (desta forma,) damos poder às mulheres, melhoramos a saúde da criança e da mãe e damos maior oportunidade aos países mais pobres de investir em educação&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O relatório recomenda que nações desenvolvidas apoiem o acesso universal ao planejamento familiar &#8211; o que, o estudo calcula, custaria US$ 6 bilhões por ano.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Se o índice de fertilidade nos países menos desenvolvidos não cair para os níveis observados no resto do mundo &#8211; alerta o documento &#8211; a população do planeta em 2100 pode chegar a 22 bilhões, dos quais 17 bilhões seriam africanos.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Ultrapassando Fronteiras</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">O relatório é da opinião de que a humanidade já ultrapassou as fronteiras planetárias &#8220;seguras&#8221; em termos de perda de biodiversidade, mudança climática e ciclo do nitrogênio, sob risco de sérios impactos futuros.</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Segundo a Royal Society, além do planejamento familiar e da educação universal, a prioridade deve ser também retirar da pobreza extrema 1,3 bilhão de pessoas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">E se isso significa um aumento no consumo de alimentos, água e outros recursos, é isso mesmo o que deve ser feito, dizem os autores do relatório.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Nesse meio tempo, os mais ricos precisam diminuir a quantidade de recursos materiais que consomem, embora isso talvez não afete o padrão de vida.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Eliminar o desperdício de comida, diminuir a queima de combustíveis fósseis e substituir economias de produtos por serviços são algumas das medidas simples que os cientistas recomendam para reduzir os gastos de recursos naturais sem diminuir a prosperidade de seus cidadãos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Uma criança no mundo desenvolvido consome entre 30 e 50 vezes mais água do que as do mundo em desenvolvimento&#8221;, disse Sulston. &#8220;A produção de gás carbônico, um indicador do uso de energia, também pode ser 50 vezes maior&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">&#8220;Não podemos conceber um mundo que continue sendo tão desigual, ou que se torne ainda mais desigual&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Países em desenvolvimento, assim como nações de renda média, começam a sentir o impacto do excesso de consumo observado no Ocidente. Um dos sintomas disso é a obesidade.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">PIB</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A Royal Society diz que é fundamental abandonar o uso do PIB como único indicador da saúde de uma economia.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em seu lugar, países precisam adotar um medidor que avalie o &#8220;capital natural&#8221;, ou seja, os produtos e serviços que a natureza oferece gratuitamente.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">&#8220;Temos que ir além do PIB. Ou fazemos isso voluntariamente ou pressionados por um planeta finito&#8221;, diz Jules Pretty, professor de meio ambiente e sociedade na universidade de Essex.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">&#8220;O meio ambiente é de certa forma a economia&#8230; e você pode discutir gerenciamentos econômicos para melhorar as vidas de pessoas que não prejudique o capital natural, mas sim o melhore&#8221;, completa.</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">O encontro do Rio+20 em junho deve gerar um acordo com uma série de &#8220;metas de desenvolvimento sustentável&#8221;, para substituir as atuais metas de desenvolvimento do milênio, que vem ajudando na redução da pobreza e melhoria da saúde e educação em países em desenvolvimento.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Não está claro se as novas metas vão pedir o compromisso de que os países ricos diminuam seus níveis de consumo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Governos podem ainda concordar durante o encontro no Rio a usar outros indicadores econômicos além do PIB.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Richard Black, BBC News de 26 de abril de 2012</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Imagem &#8211; Pintura de Fernando Botero</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Programação da audiência pública em Maringá sobre incineração do lixo no Paraná</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 01:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Compostagem]]></category>
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		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Audiência pública &#8220;Incineração dos Resíduos Sólidos Urbanos gerados no Paraná&#8221; Data &#8211; 26 de abril de 2012 Horário &#8211; 8h30 às 13h30 Local &#8211; Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) Avenida Bento Munhoz da Rocha Neto, nº1139 – Maringá. &#160; Programação 8h30 às 9 horas &#8211; Abertura dos Trabalhos &#8211; Assembleia Legislativa do Paraná [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008000;">Audiência pública &#8220;Incineração dos Resíduos Sólidos Urbanos gerados no Paraná&#8221;</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Data &#8211; 26 de abril de 2012</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Horário &#8211; 8h30 às 13h30</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Local &#8211; Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA)</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Avenida Bento Munhoz da Rocha Neto, nº1139 – Maringá.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Programação</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">8h30 às 9 horas &#8211; Abertura dos Trabalhos &#8211; Assembleia Legislativa do Paraná</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Presidência da Mesa &#8211; Deputado Luiz Eduardo Cheida (Presidente da Comissão de Ecologia e Meio Ambiente) e Deputada Luciana Rafagnin</span></p>
<p><span style="color: #008000;">9 às 9h30 &#8211; Município de Maringá - Prefeito Silvio Barros</span></p>
<p><span style="color: #008000;">9h30 às 10 horas – Universidade de Maringá (UEM) – Apresentação de estudos realizados sobre a questão da Incineração como forma de destinação final dos resíduos sólidos urbanos para o município de Maringá - Prof. Jorge Villalobos</span></p>
<p><span style="color: #008000;">10 às 10h30 – Fundação France-Libertés – A Incineração como forma de destinação dos resíduos sólidos urbanos em vários países</span></p>
<p><span style="color: #008000;">10h30 às 11 horas – Crea &#8211; Posicionamento sobre a tecnologia Incineração, como forma de destinação final dos Resíduos Sólidos Urbanos - Eng. Alvaro Cabrini</span></p>
<p><span style="color: #008000;">11 às 11h30 – Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e Instituto Ambiental do Paraná (IAP)</span><br />
<span style="color: #008000;"> Sema – Secretário de Estado Jonel Iurk</span><br />
<span style="color: #008000;"> IAP – Diretor Presidente Luis Tarcísio Mossato Pinto</span></p>
<p><span style="color: #008000;">1130 às 12 horas – Ministério Público de Maringá, Centro de Apoio das Promotorias de Meio Ambiente do Paraná e Ministério do Trabalho &#8211; Dr. José Lafaiete Barbosa Tourinho &#8211; Promotor de Meio Ambiente de Maringá</span></p>
<p><span style="color: #008000;">12 às 13h30 &#8211; Debates</span></p>
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		<item>
		<title>Audiência pública sobre incineração de resíduos sólidos urbanos no Paraná</title>
		<link>http://www.funverde.org.br/blog/archives/10509</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 11:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Compostagem]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos naturais]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O lixo do Paraná deve ser incinerado? Bancada ambientalista da assembléia legislativa do Paraná convoca audiência pública para discutir incineração de resíduos sólidos O tratamento dos resíduos sólidos é um dos principais desafios das administrações municipais. Embora a Política Nacional de Recursos Sólidos dê prazo para os municípios implantarem aterros sanitários até 2014, 45% das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;"><strong>O lixo do Paraná deve ser incinerado?</strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Bancada ambientalista da assembléia legislativa do Paraná convoca audiência pública para discutir incineração de resíduos sólidos</strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;">O tratamento dos resíduos sólidos é um dos principais desafios das administrações municipais. Embora a Política Nacional de Recursos Sólidos dê prazo para os municípios implantarem aterros sanitários até 2014, 45% das cidades paranaenses ainda possuem lixões a céu aberto. Neste cenário, surgiu mais uma tecnologia: a incineração do lixo. Para discutir se essa é uma boa saída, a Comissão de Ecologia e Meio Ambiente, presidida pelo deputado Luiz Eduardo Cheida, promoverá uma audiência pública na manhã do dia 26 de abril, em Maringá. O pedido foi apresentado em parceria com a deputada Luciana Rafagnim. Maringá está entre as cidades que têm projeto para a instalação de um incinerador de resíduos sólidos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O evento deve contar com a presença de deputados e vereadores, além de representantes do Crea, Ministério Público do Trabalho, Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Instituto Ambiental do Paraná, prefeitura, universidades e entidades locais. “É um tema emergencial, que precisa ser discutido antes que surjam problemas maiores, já que o estado não possui marcos legais nesta área”, justifica Cheida. Segundo o deputado, neste primeiro momento a ideia é fazer um levantamento sobre as pretensões que as prefeituras apresentam para tratar a política de resíduos sólidos e o destino final da incineração. “Maringá será o ponto de partida para um mapeamento que queremos fazer em todo o estado. Depois de ouvir os prós e contras, a Assembleia Legislativa se posicionará sobre o assunto, inclusive com a elaboração de um projeto de lei para a regulamentação da atividade”.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Rio+20</strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;">A audiência pública sobre incineração de lixo faz parte da programação que o mandato do deputado Cheida organizou para discutir propostas que serão levadas à Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontece em junho no Rio de Janeiro. Ao todo estão previstas seis audiência públicas, além de uma série de reuniões em colégios da rede pública de ensino. Cheida é o representante da Assembleia Legislativa na Rio+20.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Audiência Pública sobre Incineração de Resíduos Sólidos Urbanos no Paraná</strong></span><br />
<span style="color: #008000;"><strong> Data &#8211; 26 de abril de 2012</strong></span><br />
<span style="color: #008000;"><strong> Horário &#8211; 8h30 às 13h30</strong></span><br />
<span style="color: #008000;"><strong> Local &#8211; Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Paraná – Crea</strong></span><br />
<span style="color: #008000;"><strong> Endereço &#8211; Avenida Bento Munhoz da Rocha Neto, 1139. Maringá – PR.</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>RES Brasil participa da Expo Embala 2012 e apresenta muitas novidades</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 12:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Plástico oxibiodegradável]]></category>

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		<description><![CDATA[Marque na sua agenda. Começa hoje à tarde! RES Brasil participa da Expo Embala 2012 e apresenta muitas novidades. Na semana de 24 a 27 de Abril a RES Brasil está participando da Expo Embala. Em seu estande poderão ser vistas algumas das novidades da RES Brasil para 2012. d2Detector É um parelho portátil que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Marque na sua agenda. Começa hoje à tarde!</span></p>
<p><span style="color: #008000;">RES Brasil participa da Expo Embala 2012 e apresenta muitas novidades.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Na semana de 24 a 27 de Abril a RES Brasil está participando da Expo Embala. Em seu estande poderão ser vistas algumas das novidades da RES Brasil para 2012.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>d2Detector</strong> É um parelho portátil que é utilizado para controle de qualidade no uso dos aditivos d2w e d2p , detecção de metais pesados e importante ferramenta anti-fraude / falsificações. C</span><span style="color: #008000;">om este equipamento, fabricantes de embalagens e artigos plásticos contendo d2w ou d2p poderão realizar testes de conformidade de lote e enviar relatórios para seus clientes juntamente com o lote testado. Uma grande vantagem e diferencial para os clientes finais, que poderão saber o que os plásticos contêm.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><img src="http://farm8.staticflickr.com/7253/7109271935_f39dd55b5a_n.jpg" alt="" width="320" height="163" /><img src="http://farm8.staticflickr.com/7199/6963161270_ebc2f7c2ff_o.jpg" alt="" width="369" height="258" /></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>d2p</strong> é o aditivo anti microbiano da RES Brasil / Symphony. Sua aplicação é possível em todos os tipos de plásticos, desde peças rígidas até embalagens flexíveis. Plásticos produzidos com d2p tem características anti-microbianas e anti-fungícas. O uso de d2p não altera processos e máquinas, nem as características dos plásticos convencionais.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><img src="http://farm8.staticflickr.com/7103/7109271973_57b457d2f9_m.jpg" alt="" width="216" height="240" /> <img src="http://farm8.staticflickr.com/7226/6963161314_a28c56040e_o.jpg" alt="" width="189" height="126" /></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Novos produtos, novas cores e novas fragrâncias dos produtos de limpeza RES Aqua, concentrados e embalados em plásticos hidrossolúveis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><img class="alignnone" src=" http://farm8.staticflickr.com/7122/7109234293_4b93e9b33b_o.jpg" alt="" width="141" height="235" /></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Novas embalagens plásticas hidrossolúveis para vestuário esportivo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7118/6963161370_339e15e849_o.jpg" alt="" width="241" height="184" /></span></p>
<p><span style="color: #008000;">Bolas hidrossolúveis para Golf.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Novos frascos, tampas, talheres e copos produzidos com plásticos biodegradáveis d2w.</span></p>
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		<title>RES Brasil mostra seus produtos na Expoembala 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 11:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Ecotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Plástico]]></category>
		<category><![CDATA[Plástico hidrossolúvel]]></category>
		<category><![CDATA[Plástico oxibiodegradável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Clique na imagem para fazer seu credenciamento online. Entre 24 e 27 de abril você terá a chance de conhecer novas tendências e tecnologias em plásticos ambientalmente corretos. Será uma ótima oportunidade de ver pessoalmente os produtos e as tecnologias d2w, d2p, d2detector, ResBiocompost e RES Aqua. Visite o estande da RES Brasil na ExpoEmbala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Clique na imagem para fazer seu credenciamento online.</span></p>
<p><a href="http://www.expoembala.com.br/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7241/7096109707_2a280aee67.jpg" alt="" width="500" height="286" /></a></p>
<p><span style="color: #008000;">Entre 24 e 27 de abril você terá a chance de conhecer novas tendências e tecnologias em plásticos ambientalmente corretos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Será uma ótima oportunidade de ver pessoalmente os produtos e as tecnologias d2w, d2p, d2detector, ResBiocompost e RES Aqua.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Visite o estande da RES Brasil na ExpoEmbala 2012.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Marque na sua agenda. É próxima semana!</span></p>
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		<title>Vídeos da audiência pública por uma Maringá sem incineração de lixo em 19 de abril de 2012</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Apr 2012 11:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Como de costume, a FUNVERDE registrou a audiência pública para quem não pode estar presente no evento, como forma de difundir o conhecimento. &#160; Abertura da audiência com as considerações iniciais dos convidados e palestrantes. &#160; André Abreu de Almeida, Diretor no Brasil da ONG France Libertés Fundação Danielle Mitterrand e Consultor do MNCR &#8211; Incineração de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7143/6481937555_55b4f6b801.jpg" alt="" width="500" height="500" /></p>
<p><span style="color: #008000;">Como de costume, a FUNVERDE registrou a audiência pública para quem não pode estar presente no evento, como forma de difundir o conhecimento.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Abertura da audiência com as considerações iniciais dos convidados e palestrantes.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7PltOYvaQhE"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/7PltOYvaQhE" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">André Abreu de Almeida, Diretor no Brasil da ONG France Libertés Fundação Danielle Mitterrand e Consultor do MNCR &#8211; Incineração de resíduos: contexto e riscos associados</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wNLe8XcbQXw"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wNLe8XcbQXw" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Margaret Matos de Carvalho, Procuradora do Trabalho do Ministério Público do Trabalho no Paraná e Coordenadora Executiva do Fórum Lixo e Cidadania do Paraná - Política Nacional de Resíduos Sólidos e Incineração</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cha6cqXazCU"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/cha6cqXazCU" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Álvaro Cabrini – Engenheiro Agrônomo e Assessor Parlamentar do CREA-PR e </span><span style="color: #008000;">José Lafaiete Barbosa Tourinho &#8211; Promotor do meio ambiente de Maringá</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hUghm_0nF7o"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/hUghm_0nF7o" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Questionamentos e considerações da plenária.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KmgIm9aXsUA"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/KmgIm9aXsUA" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/63ONHAUmL_g"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/63ONHAUmL_g" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;">Considerações finais dos palestrantes e convidados.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vxLYQpSxHBg"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/vxLYQpSxHBg" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"></embed></object></span></p>
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		<title>Audiência pública discutiu proposta de usina de incineração em Maringá</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 14:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Promotores públicos, representantes de entidades de classe e do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis participaram nesta quinta-feira (dia 19) de uma audiência pública na Câmara Municipal de Maringá para discutir a política de destinação de lixo que será adotada em Maringá, tendo em vista a proposta da prefeitura de instalar uma usina de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">Promotores públicos, representantes de entidades de classe e do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis participaram nesta quinta-feira (dia 19) de uma audiência pública na Câmara Municipal de Maringá para discutir a política de destinação de lixo que será adotada em Maringá, tendo em vista a proposta da prefeitura de instalar uma usina de incineração.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O promotor do Trabalho Fábio Alcure abriu a audiência ressaltando que “Maringá é símbolo de um embate por causa da discussão da tecnologia que será usada para destinação do lixo”. Ele criticou o posicionamento do governo municipal ao afirmar que “embora a prefeitura esteja divulgando na mídia que flexibilizaria a proposta e lançaria um edital aberto a qualquer tipo de tecnologia de destinação, é preciso deixar bem claro que não é isto que está acontecendo. Na prática a prefeitura tem trabalhado para aprovar de forma rápida um requerimento de licenciamento junto ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP) que contempla uma usina de incineração” (no final do encontro, o chefe do escritório regional do IAP, Gilberto Sentinelo, informou aos participantes da audiência que recebeu um telefone de um funcionário do instituto informando que a prefeitura tinha acabado de pedir a retirada do requerimento de licença junto ao órgão).</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O engenheiro Osvaldo Danhoni, que compôs a mesa de autoridades representando o CREA, lembrou que o Conselho tem 78 anos e é formado por engenheiros que buscam a tecnologia como aliada. “Hoje a disposição do lixo está sendo feita de forma correta e por que não achar uma tecnologia que dê continuidade a este tipo de destinação?”. Ele ressaltou que nos próximos dias o CREA realizará um evento técnico para discutir o tema, oferecendo uma contribuição tecnológica e legal para a destinação de lixo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Meio Ambiente do Ministério Público do Paraná, Saint Clair Honorato Santos, declarou que a implantação de uma usina de incineração custará R$ 300 milhões e que o investimento não se pagará em 20 anos, que é o tempo de concessão do edital. “A conta não fecha e será a população que pagará por isso. Os países europeus estão proibindo os incineradores, que é uma tecnologia ultrapassada, altamente poluente e vai contra a política de resíduos sólidos brasileira, que é voltada para a geração de renda para os catadores”.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em nome do Movimento Nacional dos Catadores, Carlos Alencar, reafirmou que o modelo proposto pela prefeitura contraria a política nacional vigente. “Fica a dúvida sobre o verdadeiro interesse no processo de incineração, porque além do impacto social, há o impacto ambiental”.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Já o consultor técnico do Movimento Nacional, André Almeida, disse que “estamos vivendo um momento fundamental para a construção de modelos de tratamento sólido e a palavra-chave é sustentabilidade. A tecnologia de incineração nasceu no século passado em países em que há problema de área física, como o Japão. Mas hoje é um modelo ultrapassado. Faz 11 anos que nenhuma usina de incineração é aprovada nos Estados Unidos”. Ele lembrou que há grandes passivos resultantes da tecnologia como os poluentes orgânicos persistentes, que são transportados por seres vivos, e a falta de capacidade de monitoramento ambiental, porque não há nenhum laboratório especializado no Brasil. “Esta proposta não resiste a dez minutos de embate numa discussão técnica e econômica”.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O assessor parlamentar do CREA, Álvaro Cabrini Júnior, destacou que o Conselho realizará um evento técnico para discutir o tema, inclusive o objetivo é trazer técnicos de municípios norte-americanos e alemães. Ele citou o caso da capital de Ohio que, três meses depois de instalado, o incinerador foi desativado por comprovada emissão de gases tóxicos. Segundo ele, o IAP concedeu doze licenças ambientais para incineradores em todo o Paraná, portanto o problema hoje é de todos os paranaenses. “A prefeitura de Maringá parece querer uma solução cara onde se pode trilhar os descaminhos da política, a exemplo do que se tem noticiado nos altos fóruns da república. Quem não tem competência para organizar uma simples coleta seletiva municipal, terá competência para cuidar de uma tecnologia cara e complexa como esta e garantir aos cidadãos maringaenses a segurança necessária que a nossa saúde merece?”, questionou.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O presidente da comissão de Meio Ambiente do CREA, Luiz Francisco Vasco, destacou que é preciso discutir a política municipal de saneamento e política de resíduos sólidos paralelamente à questão do tratamento do lixo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Um encontro técnico será realizado pelo CREA, com a presença de especialistas do Brasil inteiro para discutir o assunto em Maringá. A data está sendo definida.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; Assessoria do CREA-PR</span></p>
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		<item>
		<title>Feira Internacional NPE 2012 &#8211; USA apresentou novas tecnologias para plásticos d2w, d2p, novos produtos e equipamento detector</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 13:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Ecotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Plástico oxibiodegradável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O estande da Symphony USA e RES Brasil foi sucesso absoluto na NPE 2012 realizada em Orlando / USA, de 01 a 05 de abril. Centenas de pessoas visitaram o estande da Symphony para conhecer a tecnologia e produtos plásticos biodegradáveis e recicláveis d2w. A maior atração foi o lançamento de embalagens e artigos plásticos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm6.staticflickr.com/5329/6950144004_fd9b93e480_o.jpg" alt="" width="443" height="225" /></p>
<p><span style="color: #008000;">O estande da Symphony USA e RES Brasil foi sucesso absoluto na NPE 2012 realizada em Orlando / USA, de 01 a 05 de abril.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Centenas de pessoas visitaram o estande da Symphony para conhecer a tecnologia e produtos plásticos biodegradáveis e recicláveis d2w.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A maior atração foi o lançamento de embalagens e artigos plásticos produzidos com aditivo antimicrobiano e antifungos d2p. Estes produtos além de proteger a saúde contra micro-organismos na superfície dos plásticos, tem também a finalidade de prolongar o tempo de vida útil de alimentos embalados em plásticos, reduzindo perdas por apodrecimento precoce.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">No estande os visitantes presenciaram a realização de testes utilizando o d2detector (em breve disponível no Brasil), equipamento desenvolvido especialmente pela Symphony e que tem por finalidade a detecção de aditivos d2w ou d2w, assim como a presença de metais pesados e outras substâncias que promovem degradação de plásticos.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"> O equipamento chamou a atenção de autoridades e também de fabricantes de artigos e embalagens plásticas que reconhecem a necessidade de testar plásticos e lotes para informar para a sociedade o que está contido nos plásticos que fabricam e usam.</span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm6.staticflickr.com/5452/7096214883_b5cd376fe0_o.jpg" alt="" width="296" height="370" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7223/7096214845_91fa3b4b77_o.jpg" alt="" width="328" height="370" /></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Nova norma para plásticos oxibiodegradáveis &#8211; além das BS 8472 e ASTM D 6954-04, agora AFNOR AC T51-808 de Março de 2012</title>
		<link>http://www.funverde.org.br/blog/archives/10483</link>
		<comments>http://www.funverde.org.br/blog/archives/10483#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 12:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Ecotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Plástico oxibiodegradável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova norma para plásticos oxibiodegradáveis. Além da BS 8472 e da ASTM D 6954-04, agora já existe uma norma francesa, a AFNOR AC T51-808 de Março de 2012. Foi publicada e está disponível uma nova norma para plásticos oxibiodegradáveis. Além das normas BS 8472, Swedish Standard SPCR 141 &#8211; Appendix 4 , UAE.S 5009:2009 e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;"><img class="alignnone" src="http://farm1.staticflickr.com/114/295679753_286974a2ef.jpg" alt="" width="369" height="500" /><br />
</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Nova norma para plásticos oxibiodegradáveis. Além da BS 8472 e da ASTM D 6954-04, agora já existe uma norma francesa, a AFNOR AC T51-808 de Março de 2012.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Foi publicada e está disponível uma nova norma para plásticos oxibiodegradáveis. Além das normas BS 8472, Swedish Standard SPCR 141 &#8211; Appendix 4 , UAE.S 5009:2009 e da ASTM D 6954-04, e também a XP T 54-980-1 para filmes agrícolas, agora já existe uma norma francesa, a AFNOR AC T51-808.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Plásticos corretamente produzidos com d2w atendem integralmente e rigorosamente essa nova norma, assim como já atendiam as demais acima citadas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fonte &#8211; <a href="http://www.boutique.afnor.org/norme/ac-t51-808/plastiques-evaluation-experimentale-de-l-oxobiodegradabilite-de-materiaux-polyolefiniques-sous-forme-de-films-methodologie-e/article/797369/fa174048" target="_blank"><span style="color: #008000;">Site Oficial da AFNOR</span></a></span></p>
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		<title>No Paraná, moradores tentam impedir primeira usina de incineração de lixo doméstico do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 11:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Compostagem]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A resistência da população pode fazer com que a prefeitura de Maringá (428 km a noroeste de Curitiba) reveja a intenção de instalar na cidade a primeira usina de incineração de lixo doméstico do Brasil. Uma campanha contra a usina, deflagrada por líderes religiosos, ambientais e Ministério Público, trabalha num projeto de lei de iniciativa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008000;">A resistência da população pode fazer com que a prefeitura de Maringá (428 km a noroeste de Curitiba) reveja a intenção de instalar na cidade a primeira usina de incineração de lixo doméstico do Brasil. Uma campanha contra a usina, deflagrada por líderes religiosos, ambientais e Ministério Público, trabalha num projeto de lei de iniciativa popular que vete o incinerador.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Por conta dele, a prefeitura informa que o projeto de instalação da usina está “parado”. A assessoria de imprensa diz que a prefeitura aguarda até que os vereadores analisem a proposta, que requer a assinatura de 12,5 mil moradores – já há mais de dez mil, segundo os líderes do movimento.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O Ministério Público, porém, vê o recuo com cautela. “Ainda que fale em reavaliar (a instalação do incinerador) e em ouvir outras propostas, o fato é que o município já pediu licenciamento para a obra”, afirmou José Lafaieti Barbosa Tourinho, promotor de Justiça do Meio Ambiente do Ministério Público Estadual.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Enquanto isso, nas 26 paróquias da cidade coletam-se assinaturas para embasar o projeto de lei contra a usina. O arcebispo metropolitano de Maringá, dom Anuar Battisti, é um dos coordenadores da campanha, que há poucos dias ganhou a adesão formal de líderes evangélicos, muçulmanos, umbandistas, budistas, entre outros.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Problema social</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">“Estamos defendendo os anseios e a saúde da população”, diz dom Anuar. “Não existe nenhuma experiência no Brasil que comprove que incinerar seja a solução para o lixo. A prefeitura busca um caminho contrário ao definido pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada há menos de dois anos, que recomenda a redução, reutilização, reciclagem e compostagem dos resíduos.”</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Tourinho explica que a usina consumiria mais lixo do que Maringá produz atualmente. “Para funcionar plenamente, ela consumiria 500 toneladas de lixo por dia, mas a cidade produz 300 toneladas”, informou.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Para suprir a diferença, a empresa que iria construir e operar a usina, a paulista Foxx Soluções Ambientais, traria lixo de cidades vizinhas, afirma o promotor. “Isso, na verdade, acabaria por incentivar a produção de lixo, o que vai contra a visão moderna de reduzir os resíduos e reaproveitar e reciclar tudo o que for possível”, afirmou Tourinho.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">“Não é possível queimar lixo orgânico sem plástico, papel. Assim, acabaria o incentivo à separação dos resíduos. E, com todo o lixo queimado, milhares de pessoas que hoje sobrevivem da coleta de material reciclável ficariam sem trabalho”, disse dom Anuar.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">“A própria prefeitura admite, em depoimento formal ao Ministério Público, que mais da metade do lixo urbano da cidade pode ser reciclado. Ou seja – queimá-lo é um equívoco ambiental que, ainda por cima, cria um grave problema social”, declarou o promotor.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Licença prévia e riscos à saúde</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">A Promotoria do Meio Ambiente de Maringá abriu em março inquérito civil para conhecer detalhes do projeto da usina incineradora de lixo. “Enquanto isso, fizemos uma recomendação, assinada também pelos Ministérios Públicos Federal e do Trabalho, para que o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) não licencie o empreendimento”, explica Tourinho.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A assessoria de imprensa do IAP confirmou ao UOL que recebeu a recomendação, e que a prefeitura já entrou em contato com o órgão para saber quais os estudos necessários para instalar a usina. A Foxx, responsável por construir a unidade, por outro lado, ainda não fez qualquer pedido ao IAP.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Vamos mandar um ofício à prefeitura solicitando os estudos que estão em andamento”, informa o promotor. Segundo o MP, o município realiza, por recomendação do IAP, um estudo sobre o impacto ambiental que seria causado pela usina, para obter licença prévia para o empreendimento.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">A assessoria de imprensa da prefeitura não forneceu detalhes do estudo, e disse que nem o prefeito Silvio Barros (PP) nem secretários municipais dariam entrevistas sobre o assunto.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O Ministério Público não sabe informar, com precisão, quais os riscos para a saúde trazidos pelo incinerador de lixo. “O ônus de provar que não há risco é da prefeitura. Não somos nós que devemos que provar que ele existe. Mas é certo que a queima produz cinzas e gases tóxicos”, afirma Tourinho.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">“Além disso, em todo o mundo usinas de incineração se submetem a um monitoramento rigororos. Mas, aqui, o IAP carece de pessoal até mesmo para fiscalizações simples, do dia a dia”, disse o promotor.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Entenda o caso</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Terceira maior cidade do Paraná (357 mil habitantes, segundo o censo 2010 do IBGE) e com índice de desenvolvimento humano de 0,841, considerado elevado, Maringá deposita os resíduos num aterro provisório, controlado, instalado numa pedreira desativada.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Enquanto isso, o Ministério Público cobra o cumprimento de uma decisão judicial, de 2006, que obriga o município a ter um aterro definitivo. Por conta disso, a prefeitura abriu em 2011 um Procedimento de Manifestação de Interesse, buscando soluções para o problema. Uma das propostas apresentadas foi a da usina de incineração de lixo.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Em fevereiro de 2011, a prefeitura enviou à Câmara Municipal projeto que a autorizava a firmar parceria público-privada com a Foxx para a construção da usina de incineração de lixo. Os vereadores aprovaram o texto, mesmo ante protestos da população.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Desde então, a campanha contra a usina ganhou corpo, com manifestações públicas, o abaixo-assinado para elaboração de projeto de iniciativa popular vetando a usina e o envolvimento do Ministério Público.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Usinas de incineração de lixo são adotadas em vários países da Europa e no Japão. Em alguns casos, o calor produzido pela queima é utilizado pela gerar eletricidade. No Brasil, a técnica é usada apenas para destruir lixo hospitalar ou tóxico.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Rafael Moro Martins, UOL de 17 de abril de 2012</span></p>
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		<title>Maringá, PR &#8211; Audiência pública &#8220;por uma Maringá sem incineração de lixo&#8221; em 19 de abril de 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 21:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fundação Verde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Compostagem]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos naturais]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Incineração de lixo, uma ameaça ao meio ambiente e à saúde O Fórum Lixo e Cidadania do Paraná e o Fórum Intermunicipal Lixo e Cidadania Maringá, Sarandi e Paiçandu convidam para a Audiência Pública para discutir a proposta de incineração dos resíduos sólidos e suas consequências maléficas ao meio ambiente e à saúde. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong><img class="alignnone" src="http://farm8.staticflickr.com/7143/6481937555_55b4f6b801.jpg" alt="" width="500" height="500" /><br />
</strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Incineração de lixo, uma ameaça ao meio ambiente e à saúde</strong></span></p>
<p><span style="color: #008000;">O Fórum Lixo e Cidadania do Paraná e o Fórum Intermunicipal Lixo e Cidadania Maringá, Sarandi e Paiçandu convidam para a Audiência Pública para discutir a proposta de incineração dos resíduos sólidos e suas consequências maléficas ao meio ambiente e à saúde.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">O risco da incineração de resíduos sólidos urbanos será o tema da audiência pública, evento da mais alta significância e que visa a proibição total de incineração de resíduos sólidos urbanos em Maringá, como medida de proteção da saúde de toda a população em razão da reconhecida emissão de agentes poluentes altamente cancerígenos, também como medida de proteção ambiental e de proteção do trabalho e renda dos catadores que sobrevivem da comercialização dos materiais recicláveis.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Destaca-se a presença do palestrante André Abreu de Almeida, Diretor no Brasil da ONG France Libertés Fundação Danielle Mitterrand, que foi criada pela primeira dama da França, Danielle Mitterrand em 1986, para proteger recursos naturais preciosos do planeta, principalmente a água e para defender a educação, a democracia participativa e a economia sustentável. Madame Mitterrand apoiava e acompanhava de perto a luta do movimento nacional dos catadores de materiais de recicláveis no Brasil, se posicionando firmemente contra a incineração do lixo, que além dos danos ambientais, problemas de saúde, causa o desemprego dos catadores, pessoas sem qualificação profissional, que não encontram seu lugar na economia tradicional e conseguem seu sustento através da comercialização do lixo reciclável, que acaba desaparecendo com a instalação de incineradores.</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Também estarão presentes Autoridades dos Ministérios Públicos do Trabalho e do Meio Ambiente de Curitiba e de Maringá.</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Data &#8211; 19 de abril de 2012</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;"> Horário &#8211; das 09h às 12:30h</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Local &#8211; Câmara de Vereadores de Maringá</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Programação</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">9:00h &#8211; abertura</span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;">Presidência da Mesa &#8211; Deputada Estadual do Paraná Luciana Rafagnin</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Fábio Aurélio Alcure &#8211; Procurador do Trabalho do Ministério Público de Maringá e Coordenador do Fórum Intermunicial Lixo e Cidadania Maringá, Sarandi e Paiçandu </span></p>
<p><span style="color: #008000;">Álvaro Cabrini &#8211; Engenheiro Agrônomo e Assessor Parlamentar do CREA-PR</span></p>
<p><span style="color: #008000;">Autoridades Locais</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Palestras</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">10:00 às 10:30h - </span></strong><span style="color: #008000;"><strong>Saint-Clair Honorato Santos</strong> (Procurador de Justiça do Ministério Público do Paraná e Coordenador da CAOP Centro Operacional de Apoio às Promotorias de Meio Ambiente do Paraná)</span><br />
<strong><span style="color: #008000;"> Aspectos legais</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">10:30 às 11h - </span></strong><span style="color: #008000;"><strong>Carlos Alencastro Cavalcanti</strong> (membro do MNCR Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis Comissão do Paraná e da Coordenação do Fórum Paranaense da Economia Solidária)</span><br />
<strong><span style="color: #008000;"> Incineração e Impactos nas atividades dos catadores</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;"> 11h às 11:30h - </span></strong><span style="color: #008000;"><strong>André Abreu de Almeida</strong> (Diretor no Brasil da ONG France Libertés Fundação Danielle Mitterrand e Consultor do MNCR)</span><br />
<strong><span style="color: #008000;"> Incineração de resíduos: contexto e riscos associados</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">11:30h às 12:00h - </span></strong><span style="color: #008000;"><strong>Margaret Matos de Carvalho</strong> (Procuradora do Trabalho do Ministério Público do Trabalho no Paraná e Coordenadora Executiva do Fórum Lixo e Cidadania do Paraná)</span><br />
<strong><span style="color: #008000;"> Política Nacional de Resíduos Sólidos e Incineração</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Vídeo “Eu Sou Catador”</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">11:30h às 12:30h - </span><span style="color: #008000;">Debates</span></strong></p>
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