Lei sancionada em BH proíbe sacolas de plástico

reusablebags

Mark Standing

minicloud

Uai, de 29 de fevereiro de 2008

A lei que proibirá, em três anos, o uso de sacolas plásticas convencionais no comércio de Belo Horizonte foi sancionada ontem pelo prefeito Fernando Pimentel (PT). O objetivo é reduzir a degradação ambiental, pois o material usado atualmente leva centenas  de anos para se decompor na natureza. As lojas terão que se adaptar, oferecendo exemplares ecológicos. A decisão é polêmica, porque, para parte dos especialistas, o único tipo de embalagem disponível do mercado pode poluir mais que o modelo tradicional. A Superintendância de Limpeza Urbana (SLU) reconhece o problema e informa que, até a legislação entrar em vigor, será estudada uma alternativa.

Quem são estes especialistas, especialistas em que?

Peçam um único laudo a estes pseudo especialistas, eles não tem, só tem palpite e para mim palpite é coisa de gente fofoqueira.

Todos os laudos internacionais e nacionais atestam a eficácia e segurança do plástico oxi-biodegradável, inclusive aprovando o contato com alimentos, só as petroquímicas são contra porque temem perder parte de seu lucro bilhonário, coisa de empresa mafiosa.

Originário de um projeto de lei do vereador Arnaldo Godoy (PT), o texto diz que os sacos plásticos terão que ser substituídos por modelos ambientalmente corretos em estabelecimentos públicos e privados. A regra vale para supermercados, padarias, farmácias, açougues, lojas de roupas e todos os pontos comerciais que usam o recipiente ecologicamente incorreto. Por ora, os comerciantes podem optar pela troca. A partir de 2011, torna-se obrigatória. O prazo começou a contar ontem e, em 120 dias, deve ser publicada a regulamentação das normas.

Parabéns ao vereador Arnaldo Godoy, que teve coragem de enfrentar as poderosas petroquímicas.

É uma pena que o prazo tenha sido de 3 anos, quando o ideal seria de 1 ano, pois isto é tempo mais que suficiente para a lei ser cumprida.

O único recipiente “ecológico” disponível atualmente é a sacola de plástico oxibiodegradável. Ela é produzida da mesma forma que a tradicional, a partir de derivados do petróleo, mas contém um aditivo que acelera a deterioração. Em vez de se decompor em até 400 anos, leva de três a 18 meses para se esfarelar. A diferença é que o material se desintegra em milhares de pequenas partículas, em vez de continuar inerte. “Na prática, espalha-se com mais facilidade e pode contaminar rios e plantas”, afirma a gerente do Centro de Tecnologia de Embalagem do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), órgão do governo paulista, Eloisa Garcia.

Essa eloisa é uma safada, comprada, ela afirma mas não tem um único laudo para confirmar o que diz, isso, como diria o boris casoy, isso é uma vergonha.

Ela deveria que ser processada por falar tantas mentiras.

Secretário-executivo da organização não-governamental Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), dedicada à promoção do reaproveitamento de resíduos, André Vilhena esclarece que o aditivo – uma espécie de catalisador – contém metais pesados, como chumbo e cadmio. “Por isso, esse tipo de sacola pode ser ainda mais tóxica”, diz, acrescentando que a solução mais adequada é estimular o consumo consciente das embalagens e aumentar o percentual reciclado no país.

Outro mentiroso comprado, temos laudos internacionais e nacionais que comprovam que o aditivo não contém metais pesados.

Mas veja bem quem é esse sujeito, veja que ele tem interesses escusos, leia o nome da ong … reaproveitamento de resíduos … muito estranho.

Peça para ele mostrar um laudo comprovando que o aditivo tem metal pesado.

Ele vai se engasgar e mudar de assunto.

Esse andré vilhena é um inimigo da raça humana, ser desprezível.

A própria SLU reconhece, em parecer que fundamentou a sanção da lei, que o plástico oxibiodegradável pode ser maléfico. De acordo com a análise, os cientistas divergem sobre o assunto. Uma corrente diz que o aditivo reduz a estrutura molecular da sacola, permitindo o acesso de microorganismos, que se incumbem da decomposição. Outra considera que o resíduo apenas desaparece a olho nu e o material é dispersado no ambiente, com pigmentos e componentes de tintas, cujo impacto não está estabelecido. Por isso, a lei é genérica e não menciona o tipo de embalagem a ser adotada.

Povo burro da slu, como vocês falam uma imbecilidade desta de que o oxi pode ser maléfico? Fumaram alguma coisa estragada, é?

Me digam quais cientistas divergem sobre o assunto?

Tem os cientistas de verdade, com laudos que são a favor e os palpiteiros de plantão, pseudocientistas, sem um laudo em mãos, mas com o bolso cheio de grana dado pelas petroquímicas que falam que não é bom.

Então né, em quem acreditar? Em cientista com uma pilha enorme de laudos que dizem que o oxi é seguro, que degrada e posteriormente biodegrada, que pode ter contato com alimento, que libera CO2 ao invés da sacola convencional que libera metano, 23 vezes mais prejudicial do que o CO2, ou … nos seres rastejantes comprados pelas petroquímicas mafiosas?

A superintendente do órgão, Sinara Chenna, esclarece que a intenção é sinalizar para o comércio a necessidade de adotar embalagens que causem menos impacto à natureza. “A tecnologia é recente e ainda não há consenso sobre ela. Mas queremos que o empreendedor tenha a preocupação ambiental e é esse o avanço da lei. Em três anos, a comunidade científica pode ter chegado a uma conclusão sobre o plástico oxibiodegradável ou mesmo aparecer um novo material”, justifica, acrescentando que as regras serão detalhadas quando o texto for regulamentado.

Ô sinara, sua anta, a comunidade científica internacional e nacional já chegou à conclusão de que pode ser usado o plástico oxi-biodegradável, o que mais você precisa? Eita povo burro, uai, sô.

Consumo

Na capital, a tecnologia é pouco usada nos supermercados, considerados os maiores papa-plástico do comércio. Apenas uma rede, com três lojas, oferece sacolinhas do tipo há nove meses. O consumo chega a 1,2 milhão por mês “Estamos preservando o meio ambiente, faça também a sua parte. Recicle seu lixo”, diz mensagem na embalagem.

Eloisa diz que o ideal não é acabar com a sacolinha, mas evitar que ela vá parar na natureza ou em aterros sanitários e lixões, estimulando o reaproveitamento. E conscientizar o consumidor sobre a necessidade de economizar embalagens, o que é possível com atitudes simples, como ressuscitar a boa e velha bolsa da vovó, de lona ou pano, comum nas feiras. “Sob o viés da limpeza urbana, o ideal é consumir cada vez menos”, concorda Sinara.

Embaladora em um supermercado do Bairro Santo Antônio, na Região Centro-Sul, Weslha Pereira Campos, de 20 anos, diz que muitos clientes já levam a sacola de casa. Mas outros estão longe de se preocupar com a natureza. “Tem gente que parece consumir mais a sacola que produtos. Pedem para levar um bolo delas, para ensacar lixo”, conta. “A gente aproveita para outras finalidades. Mas acho que o uso excessivo é uma questão de comodismo da sociedade moderna. Há pouco tempo, isso não era hábito. Basta conscientizar a população para a cultura mudar”, afirma a bióloga Gláucia Drummond, de 41, que ontem levava, num exemplar oxibiodegradável, sanduíche e refrigerante.

Não temos mais tempo de conscientizar ninguém, agora é hora de fazer leis severas e fazer cumprir estas leis, de hoje até 2010 sacolas oxi-biodegradáveis e retornáveis, depois de 2010 sacolas retornáveis de uso único e embalagens de mercadorias – xampu, óleo, margarina, sorvete … – de plástico oxi-biodegradável.

E fazer como no meu estado, o Paraná, multas de até 50 mil até 50 milhões para o comerciante que não cumprir a lei.

E já que a sinara finge estar tão preocupada com o planeta, porque não implanta a coleta seletiva e a reciclagem 100% no seu município?

Faça valer seu salário sinara, pense no planeta e não vá na conversa das petroquímicas ou pseudo ongs mantidas pelas petroquímicas – plastimorte.

Pense com sua própria cabeça, não deixe o lobo cuidar das ovelhas, não ouça os bandidos, pelo bem do habitantes da sua cidade.

Supermercados pagam a clientes que não usem sacos de plástico

jeedyjeed

Lusa / AO online 29 de fevereiro de 2008

Numa medida sem precedentes, uma rede de supermercados de Barcelona, Espanha, está a fazer descontos de dois cêntimos por cada 10 euros de compras a clientes que prescindam dos sacos de plástico.

A campanha “Melhor que um saco de plástico” partiu da rede de supermercados catalã “Bon Preu” (Bom preço em português) e tem como objectivo consciencializar os clientes para a necessidade de uma redução drástica do número de sacos de plásticos utilizados.

“O custo do saco é simbólico em comparação com os benefícios que traz ao impacto ambiental a poupança de sacos de plástico”, pode ler-se num panfleto informativo da cadeia de supermercados que implementou a iniciativa inovadora em Espanha.

Esta acção pretende chamar a atenção para o facto de o plástico ser um material impermeável e não degradável que provoca a morte de numerosos animais marinhos.

Diversos estudos efectuados demonstram, entre outros exemplos, o caso das tartarugas que morrem lentamente por ingerir sacos de plástico por serem facilmente confundíveis com as medusas de que se alimentam e que lhes obstruem o estômago.

Os catalães usam em média seis sacos de plástico por compra, o que equivale a mais de 11 milhões de sacos de um só uso, por semana.

A organização traçou como meta reduzir os sacos de plástico utilizados em dez milhões de unidades em 2008.

Em declarações à Lusa, uma responsável do supermercado Esclat de Valls (Tarragona) confirmou o êxito da campanha. Assegurou que os próprios clientes tomam a iniciativa de se fazer acompanhar de outro tipo de recipientes para transportar as compras.

Apesar do sucesso da campanha, a direcção desta rede de supermercados ainda não dispõe de números concretos, já que a acção decorre apenas há 10 dias.

O Governo Regional da Catalunha está a tentar encontrar formas de reduzir o número de sacos plástico em 30 por cento até 2009 e em 50 por cento até 2012.

A nível nacional em Espanha, o Ministério do Meio Ambiente decidiu substituir 70 por cento dos sacos de plásticos pelos de papel até 2015.

Xiii, conhece a história do cara que importou cobras para acabar com ratos, daí teve que importar tigres para comer as cobras e assim por diante? Então, sacola de papel é tiro no pé, usar terra fértil para plantar sacola não dá né pessoal …

Uma das alternativas para pôr de lado o plástico é o uso de um carrinho com rodas que cada vez mais as pessoas guardam em sua casa para irem às compras, os sacos de papel que custam cinco cêntimos e as caixas de cartão.

A rede de supermercados “Bon preu” decidiu implementar esta campanha inovadora numa época em que diversas cadeias de hipermercados cobram pelos sacos de plástico solicitados pelo cliente.

Plasticomania está nos matando

Alberto Hektor El – Khouri  

Diário de Natal de 02 de março de 2008

O Brasil é o paraíso dos sacos plásticos e o Rio Grande do Norte segue a mesma tendência. Supermercados, farmácias e boa parte do comércio varejista embalam em saquinhos tudo o que passa pela caixa registradora. Uma escova é guardada em um saco onde cabem outras 30. A matéria-prima dos saquinhos de supermercado é derivada do petróleo, demora séculos para desintegrar e compõe quase 10% do lixo produzido ao ano no Brasil. Apenas 15% das 210 mil toneladas desse material é reciclado. Essa realidade preocupante aos ambientalistas brasileiros justificou mudanças na legislação – e na cultura – de vários países europeus. Na Alemanha, por exemplo, cada saco plástico custa o equivalente a R$ 0,60. A medida multiplicou o número de alemãs nos supermercados com suas próprias sacolas. Em Natal, grandes redes de supermercados gastam em média R$ 70 mil mensais na compra de cerca de até quatro milhões de sacolas. Quase nada é reciclado.

Afirmamos que nem 3% das sacolas plásticas são recicladas no país.

Parece óbvia a relação direta do aumento de lixo com o crescimento populacional. Também é notória a ligação do consumismo, incentivado pelo sistema de capital, com a produção crescente de plásticos. Em tempos de aquecimento global também é de conhecimento que as fontes de petróleo e outras matérias-primas não-renováveis estavam e estão se esgotando. Ainda assim, a cultura da plasticomania perdura no Brasil e mais ainda em Natal. Já a coleta seletiva ou a reciclagem ainda são incipientes. No país que sediou a Rio-92 (Conferência Mundial da ONU sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente), apenas 2% do lixo é reciclado. Na cidade considerada dos ares mais puros do país, a coleta seletiva corresponde a apenas 3,5% do lixo recolhido e o consumo de sacolas plásticas de supermercado é considerado acima da média nacional.

A culpa pelos índices desfavoráveis à imagem de um Brasil consciente ou de uma Natal antenada e pró-ativa aos anseios de um planeta ambientalmente sustentável, desta vez, não recai apenas sobre os ombros largos do Poder Público. A poluição maior está embutida no senso comum da população. Claro, passa também pela iniciativa privada ou pela falta de incentivos dos gestores às indústrias de reciclagem. Da classe política potiguar, a única atenta à necessidade de leis voltadas à melhoria e conscientização ambiental é a deputada estadual pelo PV, Micarla de Sousa. O Projeto de Lei da parlamentar obriga supermercados do Estado a usarem embalagens plásticas biodegradáveis para acondicionar produtos. E a justificativa é clara: além de algumas embalagens plásticas levarem cinco séculos até a decomposição, ‘‘o que importa é o despertar da consciência de cada um para o problema’’.

O PL da deputada está na gaveta a espera para entrar na pauta de votação na Assembléia. Se aprovado, os supermercados terão o prazo de um ano para substituir as sacolas comuns pelas biodegradáveis (degradação mais acelerada), a contar da data de publicação da lei. O descumprimento acarretará multa a ser fixada pela Secretaria de Estado da Tributação. No âmbito municipal, o prefeito Carlos Eduardo Alves sancionou requerimento do vereador Aquino Neto, também do PV. A Lei nº 5.840/08 – publicada no Diário Oficial do Município em 9 de janeiro – responsabiliza empresas que produzem, distribuam ou comercializem produtos plásticos para destinação final ambientalmente adequada, orientada para a preservação ambiental.

A Lei falta ser regulamentada. O prazo termina no início de abril. Quando for implementada, as empresas terão prazo de dois anos para adequação final de pelo menos 50% das embalagens comercializadas. Com mais um ano, 75%. No ano seguinte, todas as embalagens devem estar adequadas também a processos de economia solidária. Mas basta uma visita a qualquer supermercado de Natal para constatar a realidade da plasticomania ainda consolidada. Os caixas parecem treinados a usarem mais sacos para agradarem o consumidor. Um exemplo típico de culpabilidade da população e setor privado. E apesar de o Brasil possuir das legislações mais avançadas do planeta, a classe política também precisa acordar para o problema do descarte de embalagens em geral, e mais ainda, dos sacos plásticos. A única iniciativa de regulamentar a atividade foi rechaçada pelo Congresso na legislatura passada. O então deputado Emerson Kapaz foi o relator da comissão criada para elaborar a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

SÉRGIO VILAR – da equipe de O POTI

Deputado cobra andamento do projeto de lei que incentiva uso das sacolas oxi-biodegradáveis

Jan Pleiter

Assembléia Legislativa do Paraná, 20 de fevereiro de 2008

Ele ressaltou o fato de que, enquanto o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) multa em R$210 mil grandes redes de Supermercado pela resistência em adotar medidas alternativas às sacolas plásticas, a Assembléia Legislativa ainda não avançou na questão

O deputado estadual e presidente da Comissão de Ecologia e Meio Ambiente da Assembléia Legislativa, Luiz Eduardo Cheida (PMDB) cobrou nesta quarta-feira (20), em plenário, o andamento do Projeto de Lei que torna obrigatório a utilização de material biodegradável ou reutilizavel para embalagens e incentiva os mesmos a adotarem programas ambientais.

“Enquanto a sociedade procura se organizar, propondo alternativas às sacolas plásticas convencionais, a Assembléia Legislativa demora a disciplinar esta questão”, declarou Cheida.

Claro, o deputado edgar bueno, a mando das petroquímicas sentou em cima do projeto – pediu vistas ao projeto para que não seja aprovado de jeito nenhum – e não levanta de jeito nenhum de cima dele desde o início do ano passado.

Ele ressaltou o fato de que, enquanto o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) multa em R$210 mil grandes redes de Supermercado pela resistência em adotar medidas alternativas às sacolas plásticas, a Assembléia Legislativa ainda não aprovou uma medida com o mesmo propósito. “Projetos de Lei tramitam há quase um ano na casa, enquanto o Paraná sofre para acabar com o plástico convencional. A Assembléia não pode caminhar a passos menores”, reforçou Cheida.

Segundo informações da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, as redes de supermercados distribuem 1,2 bilhão de sacolas plásticas mensalmente no Paraná.

Finalmente descobriram o número correto, e olhe que isto é dado do meio do ano passado que nós estamos informando ao governo desde abril de 2007, para você ter idéia da lambança que os supermercadistas estão fazendo no Paraná.

Oxi-biodegradável – O deputado Cheida apresentou ainda, resultados de laudo do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) – número TEC07007752 – comprovando a viabilidade e menor impacto ao meio ambiente com o uso de sacolas oxi-biodegradáveis. A sacola oxi-biodegradável é um dos modelos alternativos, porque reduz o tempo de decomposição das sacolas convencionais de 400 anos para 18 meses.

Quer melhor edgar bueno? Tome vergonha nessa cara e saia de cima do projeto de lei que você está atravancando, pense mais na humanidade e menos nos seus patrocinadores de campanha.

“Os laudos do Tecpar comprovam que o material da oxi-biodegradável satisfaz as exigências da Resolução número 105/99 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), vinculada ao Ministério da Saúde”, relatou. De acordo com a divisão de análises e ensaios tecnológicos do laboratório de alimentos da Tecpar, sobre a composição da sacola oxi-biodegradável, quando em contato com os alimentos, não ocorre contaminação.

Isto é segurança no contato com alimentos, coisa que já havia nos laudos internacionais, por isso em países civilizados os supermercadistas já embalam há tempos os alimentos com o plástico oxi-biodegradável.

Vamos falar de ciclo de vida do produto. O ciclo de vida do plástico que embala um xampu não pode ser milhões de vezes maior – mais de 500 anos – do que o ciclo de vida do produto, que se usa em uma semana. A embalagem tem que durar o tempo em que for útil, quer dizer, tem que durar aproximadamente o tempo de sua utilidade para embalar o produto.

Cheida lembrou, que discussões já foram promovidas sobre o tema na Comissão de Indústria e Comércio e na Comissão de Ecologia e Meio Ambiente – que esclareceu a polêmica em torno das sacolas oxi-biodegradáveis. No último mês de setembro, a Comissão trouxe à Casa o representante do Comitê de Meio Ambiente do Reino Unido e coordenador da Associação Mundial dos Cientistas especializados em Plásticos Oxibiodegradáveis, Dr. Michael Stephen.

Estivemos lá, O Michael respondeu a todas as dúvidas dos deputados, a lei já deveria ter sido aprovada e seria, se não fosse o edgar bueno – gente, lembrem-se de não votar neste sujeito nas próximas eleições, anotem aí no seu caderninho preto de políticos safados – que está encarregado pelas petroquímicas, plastivida, sindicato dos plásticos e fiep a enrolar o que puder. Só não sei o que ele ganha com isso. Na verdade sei sim e você também sabe …

“A Comissão de Indústria e Comércio colocou, corretamente, o pé atrás nos projetos que tramitavam. Mas agora, após parecer do Tecpar de que o oxi-biodegradável não causa danos e não polui, e é utilizado em mais de 53 países, quero acreditar que a Assembléia poderia apreciar estes projetos”, finalizou Cheida.

Ô Cheida, encoste o edgar bueno na parede, passe um corretivo neste sujeito comprado, faça isso por seus eleitores, por favor.

O deputado Edgar Bueno, presidente da Comissão de Indústria e Comércio disse que o Projeto de Lei do deputado Caíto Quintana já possui parecer favoravél da sua Comissão, podendo seguir seu trâmite.

“Concordo que as sacolas oxi-biodegradáveis devem ser implantadas, mas não que seu uso seja obrigatório”, disse Edgar Bueno.

Ahá, claro edgar bueno, mas você, como não é uma pessoa isenta, está falando a mando das petroquímicas, não tem que concordar ou discordar de nada, saia de cena que é melhor para sua já manchada imagem neste assunto.

Você não tem vergonha não? Não pensa que você foi eleito com os votos da população paranaense e que trabalha para eles? Com o meu voto não, tá certo? Jamais!

Você deve andar vendado dentro de sua limusine, nunca deve ter visitado um lixão, usa vidros escuros no carro, só pode, para ser um alienado deste tamanho que não vê o problema que as sacolas estão causando no planeta inteiro.

Este projeto de sacolas oxi-biodegradáveis nasceu aqui, em Maringá, pela FUNVERDE em 2005, porque não acreditamos em políticos comprados como você e sabemos que se esperarmos que gente como você salve o mundo, estaremos todos extintos logo, logo …

Mas graças aos céus nem todo político é como você, edgar bueno, porque no país todo estão sendo aprovadas leis para obrigatoriedade de uso de sacolas de uso único oxi-biodegradáveis ou retornáveis, no primeiro e segundo setor.

Mesmo com políticos como você que estão sendo pagos para segurar de todas as maneiras estes projetos, com a plastimorte, o sindicato dos plásticos e as petroquímicas injetando seus milhões para continuarem destruindo o planeta, ainda tem políticos que não são subornáveis e estão fazendo seu trabalho, que é trazer uma solução para a continuidade da raça humana.

E mais uma coisa, mesmo em cidades que ainda não tem obrigatoriedade de uso das sacolas oxi-biodegradáveis e retornáveis, somos procurados diariamente por dezenas de empresas que querem saber como comprar estas sacolas, empresários do Século XXI, preocupados em ser ambientalmente corretos, em praticar o capitalismo sustentável.

Estes empresários estão preocupados, ao contrário de você, com cenas como a da foto acima, com seres humanos em lixões, com o planeta plastificado e, assim como nós, estão fazendo sua parte, estão nos procurando para saber de nossos projetos de reciclagem e compostagem, ecocaixas, multiplicadores de boas práticas ambientais, recolhimento de óleo, projeto cidade limpa, mesmo com gente como você a humanidade irá sobreviver, graças à mãe terra.

Então, mesmo que você tente segurar esta revolução, saiba que você está perdendo esta guerra, dia a dia, mesmo que ganhe uma batalha aqui, outra ali.

E lembre-se que não somos brasileiros comuns, alienados, preocupados somente com seu próprio umbigo, nós temos memória de elefante e tenha certeza de que nas próximas eleições nós nos lembraremos disso e faremos todos lembrarem.

MATÉRIA DE RESPONSABILIDADE DO GABINETE DO DEPUTADO LUIZ EDUARDO CHEIDA (PMDB)

Campanha do governo vai incentivar sacola retornável

 

Só podia ser coisa do governo mesmo, fingir preocupação com o planeta e realizar uma campanha de 5 dias, hahahahaha.

O estado de São Paulo

Elas ainda são minoria. Chegam ao supermercado ou à feira carregando suas sacolas, geralmente de lona ou fibra, e dispensam sacos plásticos para levar as compras para casa. Uma atitude ecologicamente correta, comum em países como França e Alemanha, já que uma sacola plástica demora até 450 anos para se desintegrar.

Na verdade, elas demoram mais de 500 anos para se decompor.

A bióloga Carla Conde é pioneira. Começou a usar a própria bolsa de compras há 16 anos, ainda no rastro da onda verde que invadiu o Rio com a ECO-92. Naquela época, usava às vezes a sacola de pano. Mas há oito anos radicalizou. Sacolas de plástico nem pensar. No início, os outros clientes no supermercado estranhavam. Aos poucos, mudaram. Hoje em dia já acham normal. “Usar sua própria sacola virou fashion”, diz Carla.

Para que pessoas como ela não sejam exceção, o Ministério do Meio Ambiente decidiu lançar a campanha “A Escolha é Sua, o Planeta é Nosso”. Entre os dias 10 e 15 deste mês, o Departamento de Economia e Meio Ambiente da pasta incentivará o uso de sacolas retornáveis, as “ecobags”, com o objetivo de reduzir a circulação de embalagens de plástico. Fernanda Altoé Daltro, técnica do ministério, espera que a campanha desperte a consciência dos brasileiros para diminuir a circulação de um dos vilões da degradação ambiental. “Quando as pessoas levam em conta a variável ambiental, praticam o consumo sustentável”.

Mas como é mesmo? 5 dias de campanha? Isso é brincadeira mesmo, coisa de gente que ganha seu gordo salário tirado de nossos altíssimos impostos para fingir que trabalha.

Acontece que se eles estão fingindo que trabalham, nós não estamos fingindo acreditar, não.

Acordem seus burrocratas – com dois R mesmo – uma campanha dessa só funciona se tiver a duração mínima de um ano, com divulgação em tv, rádio, jornal, outdoor, o diabo a quatro e se vier acompanhada de lei para punir quem não for “sensível” ao problema, isto é, banir plástico de uso único que não seja de rápida degradação ou só utilizar sacola retornável, isso sim funciona, isso sim é atitude de um governo responsável.

Perai, desculpem, governo responsável no Brasil, hahaha, um presidente bêbado, assessores que gastam milhões nos cartões corporativos, vereadores que compram laptops supersupersuperfaturados, desculpem novamente, achei que estava na Suiça, delirei.

Falado em presidente bêbado, lembrei da história da atriz gorda, em que você procura em imagens no google e aparece a Preta gil, procure também em google imagens por presidente bêbado e vai ver quem aparece, não preciso dizer mais nada.

Então esqueçam, seus burrocratas do faz de conta, porque fazer uma campanha dessa é só para contar no curriculum dos burrocratinhas do governo, porque eficácia mesmo …

A campanha ensinará atitudes simples.“No lugar de levar quatro sacolas de plástico em cada compra, podemos levar nossas bolsas retornáveis ao supermercado e usar apenas uma plástica. O importante é reduzir o consumo”, diz.

Maravilhoso, até aí tudo bem, mas pelamordamãeterra, 5 dias é piada de burrocrata.

O ministério não cogita propor soluções drásticas como a que o governo da China tomou. Com o aquecimento da economia, os chineses aumentaram muito o consumo, inclusive das embalagens plásticas. Em um único dia, os chineses gastavam 3 bilhões de sacolas. O impacto no ambiente foi tão forte que, em junho de 2007, o governo proibiu o uso delas em supermercados. Vetou também sacos para embalar frutas e verduras. A medida fez com que os chineses voltassem a usar bolsas de pano e cestas de vime.

Mas é claro que o governo não cogita proibir as sacolas plásticas convencionais de uso único.

O petróleo vem da petrobrás, o governo é dono da petrobrás, então imagine se eles vão cortar da própria carne – essa aprendi com o presidente bêbado – em benefício do país, imagine se vão acabar com seu lucro proibindo o plástico de uso único.

Só aqui mesmo neste país de faroeste caboclo para o governo pensar primeiro no bolso das grandes empresas – porque é daí que sai a propina – ao invés de pensar primeiro no bem estar do país e de seus habitantes.

Mas tanksgod estamos aqui para isso, para obrigar o governo a aprovar essas leis, para obrigá-los a fazer o que deveriam fazer de boa vontade, para fazer valer seus polpudos salários.

Moda

As “ecobags” vêm ganhando força nos últimos anos. Somente uma rede de supermercados vendeu, desde 2005, cerca de 140 mil sacolas retornáveis, das quais 30 mil no último trimestre do ano passado. O Rio é o campeão de vendas. As lojas cariocas comercializam 25% a mais que as outras filiais.

Grifes chiques de roupas femininas também lançaram suas sacolas. É o caso da Mara-Mac, no Rio, que vendeu mais de 1.500 bolsas em pouco mais de seis meses. “Reponho o estoque e a bolsa esgota”, diz Mara MacDowell, dona da grife. A bolsa parece uma carteira quando dobrada. Aberta vira um sacolão. Custa R$ 70. Há modelos mais baratos, como a vendida pela organização não governamental Recicloteca, que funciona em um casarão em Laranjeiras, zona sul do Rio. Custa R$10.

É claro, lógico e obvio que eles não citaram a nossa sacola retornável, que custa R$ 20,00 e que substitui 5 sacolas de mercado.

Você pode adquirir nossas sacolas CLICANDO AQUI.

No dia 08 de março, em comemoração ao dia internacional da mulher relançaremos o kit de sacolas retornáveis, com 5 sacolas custando R$ 60,00 mais despesas de correio.

Faremos um número limitado de kits para poder atender às diversas pessoas que solicitam o retorno do kit que fizemos no natal.

A FUNVERDE comercializa as sacolas retornáveis para manter seu PROJETO MATA CILIAR FUNVERDE que planta mais de 10 mil árvores nativas por ano de no mínimo 1,5 metro de altura para recuperar as margens dos rios, degradadas pelo capitalismo selvagem, em que o fazendeiro planta até a beira do rio para ter mais lucro, só não planta ou cria gado dentro do rio porque a correnteza leva.

Em São Paulo, a Prefeitura lançou recentemente uma campanha para tentar reduzir o uso de sacolas plásticas.

Belo Horizonte proíbe uso de sacolas plásticas

Delfo

Seldon72

clique nesta foto para ver em tamanho normal.

roger taylor 85 – G2 Studio

Máfia do lixo de 02 de março de 2008

A primeira capital brasileira a impor restrições ao uso das sacolas plásticas tradicionais.

A Lei nº 9.529 sancionada pelo prefeito municipal determina a substituição do produto por outro confeccionado com material ecológico.

Supermercados, padarias, farmácias e os demais estabelecimentos comerciais da cidade terão um prazo de até três anos para se adaptar à lei.

A intenção é minimizar o impacto ambiental causado pelas embalagens plásticas, que hoje representam 9,7% do lixo produzido no país ou o equivalente a 210 mil toneladas.

A prefeitura acredita que o prazo de três anos para o comércio se adaptar à lei, em caráter facultativo, será suficiente para que a eficiência dos novos materiais seja comprovada.

Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), Merheg Cachum, retomar hábitos antigos não resolve.

Verdade, banir a sacola de plástico convencional e levar sua sacola de casa não resolve, os europeus em peso estão fazendo isto, banindo as sacolas de plástico convencional e para eles está resolvendo, mas aqui não resolve viu gente, só porque o merheg cachum, uma pessoa sem interesse nenhum no assunto, uma pessoa que não ganha milhões vendendo plástico que contamina nosso planeta, a maior autoridade do planeta em desenvolvimento sustentável disse que não resolve.

Então meus amigos, podem esquecer sua sacola retornável, vamos seguir à risca o que este pulha disse e continuar consumindo plástico convencional dele, para que ele fique mais rico ainda.

Isso é a cara do Brasil podre, corrupto, onde se pensa no próprio umbigo, o bolso do cachum estiver cheio para que ele vai pensar na humanidade? A raça humana que se dane.

Agora é hora de tirar todos os milhões do cara e radicalizar, levar sua sacola retornável em todos os lugares, da feira livre ao shopping, do mercado à farmácia, da videolocadora à padaria, essa é nossa melhor vingança, a única que funciona com bandido, tirar seu dinheiro, parar de consumir o que ele vende.

“Não é porque sou de setor de plástico que falo isso. Se vamos substituir, que seja por algo mais avançado, como o plástico biodegradável. Usar produtos antigos é retroceder no tempo”, diz.

Não pessoal, não é porque ele é do setor do plástico que ele fala isso, acreditem nele, acreditem no coelho da páscoa, no papai noel, no bicho papão … epa … o bicho papão é o setor do plástico, nesse vocês podem acreditar, hahaha.

Segundo ele, se as sacolas plásticas tradicionais fossem confeccionadas com materiais mais resistentes, o uso indiscriminado do produto seria resolvido.

É isso aí cachum, vamos fazer as sacolas mais grossas ainda, para que não durem somente 500 anos, vamos fazê-las com 100 micras ao invés de 20 micras para que durem 5 mil anos, afinal você só está interessado no bem estar do consumidor, mas como você é bonzinho, um verdadeiro santo.

Na avaliação de Cachum, uma embalagem de melhor qualidade representaria sua fabricação em menor volume, pois as pessoas poderiam carregar mais compras em uma única embalagem.

Vamos ter coragem e obrigar leis que banam o plástico convencional, vamos pensar primeiro em nós como um todo, a humanidade, agora é a hora, a FUNVERDE iniciou todo esse processo de leis em 2005, mas agora está sendo formada uma massa crítica que pode levar à mudança final, uma lei federal para banir todos os plásticos convencionais, sendo permitida apenas a utilização de sacos oxi-biodegradáveis e retornáveis até 2010.

Após 2010, sacola de uso único só retornável e para embalagens de produtos plástico oxi-biodegradável.

Simples assim e deixe as petroquímicas, os barões do plástico espernearem, vai ser bom ver isso, não vai?

Faça sua parte – resposta à perguntas da senhora viviane

Para os analfabetos em inglês, click neste link http://br.youtube.com/watch?v=1WzgIOsb-DQ 

Não estamos incentivando ninguém a beber, por favor, mas este comercial fala de imortalidade através da ação, que é o que a FUNVERDE faz diariamente há quase uma década.

Recebemos um comentário que achamos por bem responder aqui mesmo, em comentários, coisa que normalmente não fazemos, enviamos diretamente para a pessoa que questiona.

Vamos responder pergunta a pergunta, porque esta senhora que se identificou como viviane dellagnolo parece estar tão sem um norte para se guiar…

Acredito que fazendo uma campanha para incentivar a reciclagem de sacolas tipo supermercado teria um melhor resultado e menos transtorno economico do que criar leis ou incentivar uma mudança de cultura.

Toda mudança causa transtorno, não importa o grau que esta mudança ocasiona, mas gera transtorno.

Transtorno econômico, sim é claro, caso a senhora esteja se sentindo injustiçada porque tem uma fábrica e vai perder algumas moedas no lucro ou representa as petroquímicas que vai perder mais algumas moedas (cerca de 1% do lucro no caso de oxi-biodegradáveis).

Nada impede que a senhora faça uma campanha para reciclar, visto que tanto as sacolas plásticas oxi-biodegradáveis como as retornáveis podem e devem ser recicladas, sabemos que mudanças muito grandes, correm o risco de não acontecer.

Quanto à mudança de cultura, os europeus estão realizando esta transição e ninguém está desmaiando de stress por causa disso, ninguém está reclamando porque sabem que esta é a única saída para um problema tão grave, que é a preguiça de levar sua própria sacola para fazer as compras.

A agenda xxi já determina esta mudança. mudança no padrão de produção e consumo, frear o consumismo e por aí vai, só estamos seguindo o que prega a agenda XXI.

Pois mesmo a sacola retornavel chegará um momento que terá de ser jogada no lixo o qual terá uma contaminação no meio ambiente igual ou superior a sacolinha de mercado.

Acontece que você usa uma sacola retornável por no mínimo um ano, e esta sacola está substituindo no mínimo 1.000 sacolas de plástico convencional e certamente você ao menos colocará esta sacola retornável em um saco de lixo, porque você pagou por ela e certamente não vai jogar no meio da rua e a sacola retornável ao ser jogada no lixo não sairá voando e contaminando o planeta como acontece com a sacola convencional, que é leve e não custa nada ao consumidor e por isso ele não da valor jogando em qualquer lugar, inclusive na saída do supermercado onde comprou um sorvete, primeiro ele joga a sacola na saída do mercado, depois joga a embalagem do sorvete e ao final do consumo do sorvete joga também o palito no chão.

Migrar para a embalagem de papel teremos o desmatamento uma vez que a fibra do papel não suporta mais que quatro ou cinco reciclagens.

A funverde jamais incentivou o uso de sacolas retornáveis de papel, pois se você lesse nossa página com mais frequência, veria que repudiamos o uso de sacolas de uso único de papel, o que equivale a plantar sacolas e o nosso solo fértil, já tão raro, deve ser utilizado exclusivamente para plantar alimento para humanos, de agora e os que nem nasceram ainda, os seres de amanhã.

As embalagens plástica reciclaveis proporcinam grande geração de empregos com mão de obra tanto desqualificada quanto qualificada que vai desde o catatador até o profissional técnico, com isto sendo retirado do mercado o que irão fazem os catadores sem qualificação alguma?

Senhora, entenda, catador não cata sacola, porque ele precisa catar somente 20 latas de alumínio para conseguir R$ 1,00 e catar 800 sacolas para conseguir os mesmos R$ 1,00, então … o que você acha? ele vai catar o que lhe dá mais dinheiro.

E os trabalhadores do plástico?

Lembre-se, o foco no momento é o uso indiscriminado das sacolas plásticas de uso único, aquela que você usa uma hora no máximo e deixa para natureza cuidar dela por 500 anos, é isso que estamos focando, não do xampu, da embalagem de margarina, do container de oleo e os muitas outras embalagens feitas a partir do plástico. este é um passo a seguir, que estamos trabalhando para focar em um futuro muito próximo.

O custo desta embalagem retonavel quem pagará?

Senhora, viviane, quem a senhora acha que paga as sacolas de plástico que a senhora “acha” que ganha no mercado, hein? A senhora, sempre o consumidor paga por tudo, não existe almoço grátis uai, acorde para a realidade, o comerciante nunca perde, sempre repassa os custos.

Mais uma vez nos consumidores.

O consumidor sempre paga por tudo, apenas vai pagar uma única vez ao comprar as suas sacolas retornáveis e usá-las por muito tempo, ao invés de pagar os R$ 0,05 a R$ 0,10 por cada sacola que pega e que o comerciante embute no preço da mercadoria.

Já não basta sustentar todo o governo que também distribui dinheiro para as Ongs?

ONG é uma abreviação de organização não governamental, se recebe dinheiro do governo, certamente não é ONG, você pode até confundir, mas nós da funverde não somos organização governamental. Caso o governo fosse nosso mantenedor ou patrocinador, não teríamos a liberdade de fazer os comentários que você sempre vê em nossos post (matérias).

Uma ONG só existe porque o governo é ineficiente em cumprir suas funções. Tanto ambiental como social, as ONGs são criadas para preencher as lacunas que os governos não agem. Nós existimos para melhorar o mundo para toda a humanidade. Infelizmente, as prostitutas existem em todas as áreas, não somente nas ONGs.

Será que um tabalho bem organizado de Ongs como cita os comentários acima, que as Ongs dizem que fazem,

Como na resposta anterior, podemos falar pela funverde, as demais, não temos competência para isto, em nosso caso, basta acompanhar nossa história que você verá que falamos e fazemos. Muitas vezes, sem aparecer. Existem muitas ONGs que denunciam e nada sugerem para que sejam resolvidos os problemas, nós muitas vezes resolvemos e nada falamos.

Não teria melhor resultado se fosse atuar em cima da reciclagem e ai sim criar leis para punir as industrias, comercio, e consumidores que jogam as sacolinhas no lixo e incentivar as prefeituras a fazer a separação do lixo como é, por exemplo em Curitiba?

Para julgar melhor ou pior resultado, você primeiro precisa tentar. Em nosso sofá de casa, assistindo a televisão, vendo os outros fazendo, fica muito fácil opinar. Quando saímos para o mundo real, onde nos transformamos em vidraça, as coisas mudam.

Educação ambiental é um caminho que todos temos que seguir, mas infelizmente, o tempo está acabando, e muita gente ainda não se conscientizou. Daí a necessidade de você passar da falação para ação, ou do discurso político para por a mão na massa. Incentivar a reciclagem não é mais suficiente, precisamos de lei. Caso o cinto de segurança em automóveis ainda estivesse no incentivo, muita gente já teria morrido. Não temos certeza de quanto tempo nos resta, mas tempos de pensar nos seres de amanha, e agir rapidamente para que exista um planeta para estas pessoas do futuro.

As prefeituras não tem que ser incentivadas, tem que fazer como no Paraná, prefeitos que não fizerem gestão de resíduos, como reciclagem e compostagem tem que ir para a cadeia sim, porque ele é pago para fazer seu trabalho, e um dos trabalhos dos prefeitos é pensar no futuro da cidade.

Qual será o interesse do Governo, das Ongs, e das industrias em incentivar somente sacolas de Pet e tecido uma vez que sabemos que o Pet tem uma degadação superior ao da sacolinha de mercado ?

Dona viviane, primeiro o que é degradação superior?

Segundo, o interesse do governo e das indústrias não nos diz respeito.

Terceiro, nosso interesse é desplastificar o planeta, pura e simplesmente.

Quanto tempo seremos enganados pelas Ongs, Governos e interesses da industria em Camnpanhas que aparentam ter finalidades de proteção ao Meio Ambiente e que se analizadas pouco efeito ou nenhum efeito ecologico terá?

Tem um ditado que diz, cada povo tem o governante que merece, pois o governo é um de nós que foi eleito. A ignorância que você alega, é algo que temos que combater. Algumas campanhas infelizmente, são mais para que alguns do governo ganhe e não focam o objetivo. Mas para isso que existem as ONGs, para cobrar do governo ou fazer o que eles deveriam fazer.

Você sozinha usa mais de 1.000 sacolas anualmente, no mínimo você irá viver por mais cinquenta anos, qual efeito você sozinha trará ao meio ambiente? Extrapole isso para seis bilhões de pessoas, você continua achando que isso não afeta o planeta? Temos de fazer algo e urgente, o que estamos propondo é exatamente isso. Aceitamos sugestões para nos ajudar nesta cruzada, caso você não concorde com nossas ações.

Acorde e venha para o século XXI, em que não se admite pessoas descompromissadas com o futuro do planeta, porque para merecer morar nesta bolinha azul neste século, tem que fazer sua parte, diminuir o consumismo desenfreado, cada tem o dever de fazer sua parte para poder haver um amanhã.

Será que não podemos estudar camapanhas que aliem a proteção ao meio ambiente ao desenvolvimento economico?

Nós da funverde, jamais seremos contra o desenvolvimento. Principalmente porque todos os membros desta fundação são empresários.

O diferencial é, crescer com sustentabilidade, isto é, desenvolvimento sem destruir o meio ambiente, reconstruindo o que foi perdido no passado e que agora esta fazendo falta, especialmente a mata ciliar que foi tirada sem nenhum beneficio. Alias, prejudicando os rios, com excesso de defensivos agrícolas e lama. Veja em nosso projeto mata ciliar funverde que terá mais informação a respeito. No caso das sacolas ecológicas, onde propomos a substituição de uma sacola plástica convencional que irá ficar por mais de 500 anos na natureza por sacolas plásticas oxi-biodegradável que se decompõe em até 18 meses, ninguém perde, somente ganhamos mais tempo neste planeta.

O capitalismo selvagem está dando seus últimos suspiros, estamos caminhando, graças a projetos como os nossos e de outras ONGs para um capitalismo ambientalmente sustentável.

Até quando o consumidor irá bancar os devaneios do governo e dos ecologistas que não conseguem juntar o desenvolvimento com a presenvação do planeta?

Você deve estar mal informada, pois as ONGs estão tentando. o governo tenta fazer, em alguns casos, mais fala do que faz, mas se ninguém fizer nada, imagine como será o futuro neste planeta!!!

Sou uma consumidora preocupada com o meio ambiente e com a economia do pais porém estou farta de propostas que não levam a lugar nenhum e que quando implementam atingem o bolso do consumidor?

A preocupação sem ação, não resolve nenhum problema. como já falamos anteriormente, temos que sair de nossa situação de conforto e confrontar os problemas, gerando com isso ação que leva a solução. Ficar somente no discurso não é mais suficiente neste século. junte se a nós, faça a diferença. Para conseguir a imortalidade, basta fazer a diferença. Pense, aja, realize, todos juntos, fica mais fácil e diminui o trabalho individual.

Fornecimento de sacolas plásticas azul e branca agora é lei

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Corumba online de 26 de fevereiro de 2008

O prefeito Ruiter Cunha de Oliveira sancionou a Lei 2.027, que trata do fornecimento obrigatório de embalagens diferenciadas para acondicionamento de mercadorias pelas maiores redes de supermercados de Corumbá, como parte do programa de coleta seletiva do lixo.

Os supermercados com área comercial superior a 200 metros quadrados e que disponibilizam sacolas plásticas para armazenar mercadorias, terão que fornecê-las nas cores azul e branca. A lei foi publicada no último dia 23 e os estabelecimentos terão 40 dias para se adequarem.

A nova lei complementa as ações que o município vem realizando na implantação da coleta seletiva do lixo produzido na região urbana, cujo serviço já ocorre na região central desde outubro do ano passado, em dois dias da semana: às terças e quintas-feiras.

A adesão dos supermercados contribui para estimular mudanças de atitude da população, explicou o secretário municipal de Meio Ambiente, Ricardo Eboli, na orientação sobre a importância da separação do lixo para reduzir impactos ambientais que geram má qualidade de vida.

Maravilhoso senhor prefeito, já passou da hora de se fazer coleta seletiva e compostagem em todos os municípios do país. Isto é uma questão de responsabilidade de todos os administradores municipais.

Só que … o lixo de sua cidade vai gerar metano em duas cores diferentes de sacolas, que irão demorar 500 anos poluindo nosso querido planeta.

Agora … o senhor poderia ter sido mais corajoso ainda e enfrentar as petroquímicas e tornar obrigatório o plástico oxi-biodegradável nestas sacolas e nos sacos de lixo vendidos em sua cidade, aí sim seria uma medida maravilhosa.

Poderia ter ido mais longe senhor prefeito, poderia ter decretado que o comércio só utilizasse sacolas retornáveis e que os sacos de lixo vendidos na cidade fossem de 3 cores – à sua escolha, pois o que seria do laranja se todos gostassem do fucsia – uma cor – de preferência transparente, ih perai, transparente é cor? Hmmm … – para o lixo reciclável, permitindo que os lixeiros vissem se as pessoas estão realmente separando o lixo reciclável, uma outra cor para o lixo compostável – adubo para nosso solo cada vez menos fértil – e uma terceira cor para o rejeito – fraldas, absorventes, e o que mais não pode ser reciclado.

O senhor deu o primeiro passo, agora é hora de caminhar mais um pouco, o que é fácil porque é com o primeiro passo que se inicia a caminhada rumo a uma humanidade sustentável.

maverickapollo

Pesquisa mostra que 71% da população japonesa é contra a caça de baleias

 

Marcus Vegas

Máfia do lixo de 19 de fevereiro de 2008

Uma pesquisa de opinião encomendada pelo Greenpeace e divulgada ontem, segunda-feira (18/02), indica que 71% da população japonesa não apóia a caça de baleias em águas internacionais.

O Japão é um dos poucos países no mundo que permitem a caça dos cetáceos.

Em novembro do ano passado, o país iniciou seu programa anual de captura de baleias com fins científicos.

O programa foi bastante criticado por ambientalistas, que afirmam que a justificativa científica utilizada pelos baleeiros japoneses é uma forma de encobrir a caça para fins comerciais.

O levantamento divulgado pelo Greenpeace foi feito pelo Centro de Pesquisa Japonesa, empresa da Gallup International Association.

Os pesquisadores entrevistaram 1.051 pessoas de 15 a 60 anos no início deste ano.

Foram feitas 18 perguntas relacionadas à caça de baleias.

Entre os resultados obtidos, a pesquisa também aponta que 87% das pessoas consultadas não sabem que parte dos impostos cobrados no Japão ajudam a subsidiar a atividade baleeira do país.

Eles só continuam com esta prática bárbara porque nós, cidadãos do planeta estamos alheios à situação, presos em nossos mundinhos.

Lembrem-se de que juntos, podemos tudo, mas separados estamos deixando o mundo acabar.

Os monstros não nascem sozinhos,

Leiam e pensem, ou melhor dizendo melhor, ajam, porque nós já estamos agindo.

“[…]

Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.

[…]”

Para onde vai o lixo?

Jan Pleiter

O estado de são paulo de 23 de fevereiro de 2008

Thaís Pinheiro

Abrir uma embalagem de brinquedo, fazer esculturas de papel, comer um pacote de bolachas… Tudo o que sobra das brincadeiras e da comilança vai parar direto na lixeira.

A cidade de São Paulo produz 12 mil toneladas de “restos” por dia. E depois? Aonde vai tanta tranqueira? Precisamos consumir menos e reciclar mais e, assim, não deixar que o lixo tome conta do nosso planeta.
 
Para contribuir, uma boa alternativa é reaproveitar. Aliás, você conhece a coleta seletiva? O Estadinho vai mostrar o caminho que o lixo faz, desde sua casa até o destino final: o aterro sanitário. Entenda também a reciclagem e mãos à obra!

1. Lugar certo

Em casa, tudo o que sobra é colocado em sacolas de lixo, certo? Esses sacos vão para as lixeiras, na rua. Na cidade de São Paulo, todo esse lixo é recolhido três vezes por semana. Uma dica: não deixe o lixo em qualquer lugar e não o coloque na rua nos dias em que o caminhão não faz a coleta. Dessa forma, evita-se que a água da chuva leve embora as sacolas, que animais rasguem os sacos e que insetos e ratos apareçam.

2. Separação

Além da preocupação com bichos, é preciso atenção com materiais perigosos. Um copo quebrado, por exemplo, pode machucar os coletores do caminhão de lixo. Você pode evitar acidentes embrulhando os objetos cortantes em papel, antes de jogá-los fora. Para facilitar o trabalho nos aterros, coloque em sacolas diferentes os produtos que podem ser reutilizados ou reciclados.

Separe seu lixo em 2 sacos, 1 para o que pode ser reciclado, 1 para o que pode ser compostado, que são os restos de comida e o terceiro para o que não pode ser reciclado nem compostado, o chamado rejeito.

3. Distribuição

Nas chamadas estações de transbordo, o lixo é separado. O que pode ser reciclado e reaproveitado fica por lá. Já o material orgânico, que não pode ser reutilizado, é passado para outro caminhão e segue viagem. Por isso, quando as pessoas não embalam o lixo corretamente, o trabalho fica mais difícil.

4. Proteção

Este é o ponto de chegada. No aterro, o lixo é depositado sobre um plástico impermeável (que não permite a passagem de líquidos) para proteger o solo. Em seguida, o lixo é coberto com uma camada de terra e com outro plástico – e assim por diante. Todo esse cuidado é para evitar que o líquido que sai do lixo (chorume) contamine a água. Esse chorume é direcionado para um lugar próprio e depois tratado. Por dia, o aterro São João, na zona leste da capital, retira 70 caminhões de chorume.

Se fosse feita a compostagem não haveria chorume, o lixo orgânico seria transformado em adubo.

Novinha

Depois de tomar um suco, o que fazer com a latinha? Reciclar! Para produzir uma lata a partir de outras recicladas, uma quantidade bem menor de energia é consumida. Uma economia que vale a pena!

Não tome refrigerante ou cerveja em lata, só consuma bebidas em garrafas de vidro retornáveis.

Na moda

Ninguém quer (e nem consegue) esperar 400 anos para ver uma garrafa plástica desaparecer, não é? Uma garrafa PET pode virar arte e até camiseta!

Não use PET, não custa repetir, só consuma bebidas em garrafas de vidro retornáveis.

Resistente

Se os pneus não forem reaproveitados, eles demoram até 600 anos para se decompor! Você sabia que eles podem virar asfalto, bolsas e até sandálias super-resistentes?