Lancamento oficial do PROJETO SACOLAS ECOLÓGICAS

Na próxima segunda-feira, dia 5, às 9 horas da manhã, estaremos lançando oficialmente o projeto sacolas ecológicas.

Através deste projeto, que a FUNVERDE iniciou em 2005, várias empresas de Maringá já vem utilizando desde outubro de 2006, inicialmente na rede de supermercados Canção, VIAPAR, ACIM e vários outros que já estão aderindo ao plástico oxi-biodegradável – procure a subpágina com a logo dos participantes, conforme as empresas aderem estou colocando a logo.

No dia do evento – como está no convite – o prefeito de Maringá, Sr Silvio Barros II estará assinando o decreto para que os órgãos municipais, diretos ou indiretos iniciem o uso das sacolas oxi-biodegradáveis.

No mesmo dia será entregue o selo ambiental empresa amiga do planeta para as empresas que já aderiram ao projeto e estão fazendo a transição do plástico convencional, que demora até 500 anos para se degradar para o plástico oxi-biodegrádavel, que em aproximadamente 18 meses já terá se degradado, evitando poluição nos rios e mares e evitando a formação de metano nos lixões, que é 21 vezes mais prejudicial ao ambiente do que o carbono.

Para saber mais sobre a importância do projeto sacolas ecológicas e dos males do plástico convencional, navegue na página, sempre coloco artigos e tem uma subpágina só do projeto. Contamos com sua presença. Por favor, clique na imagem para vê-la em tamanho natural.

Prefeitura utilizará sacos de lixo oxi-biodegradáveis

Assessoria de Comunicação – Ariana ZahdiNa próxima segunda-feira (5), a partir das 9 horas, o prefeito Silvio Barros assina decreto que determina que a Prefeitura de Maringá passe a utilizar sacos de lixo oxi-biodegradáveis. Na ocasião, será lançado o projeto Sacolas Ecológicas, em parceria com a FUNVERDE, que incentiva que supermercadistas e comerciantes utilizem sacolas oxi-biodegradáveis para embalar seus produtos.As empresas que já utilizam o material receberão um selo de empresa amiga do planeta.

De acordo com a integrante da Funverde, Ana Domingues, o uso de plástico oxi-biodegradável é um grande avanço e demonstra a preocupação do município com o meio ambiente: “A administração pública de Maringá está dando o bom exemplo. O normal é que o poder público apenas cobre as ações, mas aqui é diferente, pois primeiro se faz para depois cobrar”. A Prefeitura utiliza cerca de 500 mil sacos de lixo por ano.

EMPRESAS

Ana destaca que cerca de 20 empresas receberão o selo por usarem as sacolas ecológicas. Ressalta que durante a cerimônia, representantes da Feira do Produtor, Feira Verde, Feira Pôr-do-Sol e Feira Livre receberão, simbolicamente, cinco mil sacolas oxi-biodegradáveis. De acordo com o presidente das feiras Livre e do Pôr-do-Sol, Mario Mituo, as duas feiras iniciarão o uso das sacolas oxi-biodegradáveis: “Além das que receberemos da Funverde, já estamos fazendo cotação para adquirir mais embalagens”.

Cada feira de Maringá gasta, em média, 100 mil sacolas mensais.

Os supermercados da cidade utilizam, mensalmente, 15 milhões de sacolas plásticas.

Com as embalagens ecológicas, o tempo de deterioração do plástico especial beneficia o meio ambiente. O plástico tradicional demora cerca de 500 anos para se degradar. O oxi-biodegradável se deteriora em 18 meses, evitando a poluição nos fundos de vales, córregos, rios, lagos e finalmente nos oceanos. A degradação acontece mesmo que o plástico seja descartado indevidamente e abandonado ao ar livre.

No Brasil, cerca de 50 indústrias estão fabricando sacolas oxi-biodegradáveis, sendo uma delas em Maringá.

PLÁSTICO

Para fabricar as sacolas oxi-biodegradáveis, além da matéria-prima já utilizada normalmente, é utilizada, também, uma pequena quantidade de um adidivo inglês que faz com que o plástico se deteriore em pouco tempo.

Os plásticos são utilizados desde da década de 1930 e menos de 5% de todo este plástico foi queimado, o resto está no ambiente até hoje e por pelo menos mais alguns séculos. De acordo com a Funverde, “existem comprovações dos efeitos letais deste material quando disposto no meio ambiente sem retorno ao processo de reaproveitamento, ameaçando tanto a existência humana do planeta”.

A degradação acontecerá mesmo que o plástico seja descartado indevidamente e abandonado ao ar livre.

CURIOSIDADES

Aproximadamente 56% do lixo plástico é composto por embalagens usadas. Três quartos disto é proveniente do uso doméstico.

O mundo consome 1 milhão de sacos plásticos por minuto, o que significa quase 1,5 bilhão por dia e mais de 500 bilhões por ano. É o resíduo que mais polui as cidades e campos. Prejudica a vida animal, entope a drenagem urbana e rios, contribuindo para inundações.

Hoje se produz e usa 20 vezes mais plásticos que há 50 anos.

Cada família brasileira descarta cerca de 40 quilos de plásticos por ano.

Mais de 80% de todos os plásticos são usados apenas uma vez e depois descartados.

Cerca de 90% das embalagens plásticas viram lixo 6 meses depois de compradas.

A cada mês, 1 bilhão de sacos plásticos são distribuídos pelos supermercados no Brasil. Isto significa 33 milhões por dia e 12 bilhões por ano. Ou 66 sacos plásticos para cada brasileiro por mês.

Em Maringá, 15 milhões de sacos plásticos são distribuídos pelos supermercados por mês. Isto significa 180 milhões por ano. Ou ainda, 43 sacos plásticos para cada maringaense por mês.

Quinze por cento dos resíduos da coleta seletiva no Brasil são compostos por plásticos.

Cerca de 2,2 mil toneladas de resíduos plásticos pós consumo foram gerados no Brasil em 2004. Deste total apenas 360 toneladas foram reciclados.

Cerca de 1,9 mil toneladas de resíduos plásticos pós consumo viraram lixo no Brasil em 2004. Foram parar nos lixões, nos aterros e no meio ambiente.

Somente 16,5% dos resíduos plásticos pós consumo são reciclados no Brasil, ou seja, 83,5% destes resíduos não são reciclados.

Mais de 60% dos resíduos encontrados nas praias são plásticos.

Animais morrem sufocados ao ingerir embalagens plásticas ao confundi-las com alimento.

Plásticos contaminam os rios e mares, criando zonas mortas nos mares, matando animais, provocando enchentes e o efeito estufa.

Oitenta por cento do 1 bilhão de sacolas de compras produzidas e distribuídas por mês, no Brasil, viram sacos para lixo doméstico. (Prefeitura Municipal de Maringá)

 

Austrália quer reciclar esgoto para obter água

 

by johnxgas  

Eca.

Quem não cuida da água hoje, tomará esgoto amanhã.

Se sensibilizou? Não? Então pelo menos fique com medo, fique com muito medo … e comece a economizar água pelamordedeus.

É fácil encontrar a população maringaense lavando calçada com mangueira, lavando carro com mangueira, regando o jardim por horas, só para matar tempo … mesmo nos dias de hoje, em que TODO MUNDO está sabendo que a água está acabando.

Moradores do Estado de Queensland, na Austrália, poderão ter de beber água obtida com a reciclagem de esgoto para ajudar o país a enfrentar a pior seca do século. De acordo com o primeiro-ministro John Howard, esse será o primeiro Estado a adotar esse tipo de medida e o restante do país deverá seguir o mesmo exemplo.

A novidade pode começar a valer já no ano que vem, conforme divulgado no site Times Online. “Eu sou fortemente a favor da reciclagem e tenho defendido essa causa há muito tempo”, afirmou o primeiro-ministro. Um referendo sobre o consumo de água reciclada foi marcado para março para que a população possa dizer o que pensa sobre o assunto.

O esgoto é reciclado por meio de dois processos. Um é conhecido como osmose inversa. O líquido é forçado contra membranas muito finas que filtram o sal e outras substâncias, mas deixam as moléculas de água passar. Além disso, o material também sofre um processo de desinfecção com radiação ultravioleta para garantir a pureza da água reciclada.

Segundo testes informais, a maioria das pessoas que bebeu água de torneira, em garrafa e reciclada não viu qualquer diferença entre os três tipos. A Comissão de Água de Queensland usa outros dados para alertar a população sobre a importância de se consumir água reciclada. Segundo a comissão, o Estado pode começar a sofrer com a falta d’água em dois anos e estar completamente seco em 2009. (Terra)

Inventor japonês cria pilha recarregável que funciona com água

Susumu Suzuki, um inventor japonês independente, apresentou uma nova invenção que poderá revolucionar o mercado mundial de pilhas e baterias. Susumu criou uma pilha que funciona à base de água.

Segundo ele, a bateria utiliza “praticamente os mesmos elementos químicos” que as pilhas comuns, de dióxido de manganês. Mas, ao contrário de eletrólitos químicos, a pilha funciona com a adição de pouco mais do que uma gota de água.

A capacidade de tensão e carga da pilha é a mesma de uma pilha comum. Com a vantagem de que, quando ele se descarrega, basta acrescentar mais água. Sussumu não declarou quantos ciclos de recarga sua nova pilha consegue suportar.

Para comercializar sua pilha a água, o inventor criou uma empresa, a TSC – Total System Conductor. A notícia foi veiculada por meio de um vídeo da agência Reuters. (Inovação tecnológica)

 

Vem aí a mineração de calor para geração de eletricidade

by Wolfgang Staudt

A universidade norte-americana MIT acaba de divulgar um estudo exaustivo sobre o potencial da energia geotermal – uma forma de energia alternativa que explora o calor do interior da Terra para gerar energia elétrica ou até mesmo para ser utilizado diretamente na indústria.

Já existem várias usinas ao redor do mundo que exploram a energia termal, mas sempre ligadas a fontes naturais de calor acessíveis da superfície. O que os cientistas estão propondo agora é a criação de uma nova forma de mineração, a mineração de calor para geração de eletricidade.
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Equipamento reduz consumo de água de chuveiro em 30%

 

Cientistas australianos inventaram um equipamento que, quando conectado a um chuveiro comum, preenche as gotas de água com uma minúscula bolha de ar. O resultado é que o chuveiro continua passando a mesma sensação de estar molhando a pessoa com a mesma intensidade – mas gastando muito menos água.

Segundo os pesquisadores do Instituto CSIRO, o volume do jato de água aumenta, mas a quantidade de água utilizada é reduzida em 30 por cento. Embora a idéia de se utilizar um chuveiro aerado não seja nova, os pesquisadores australianos, depois de dois anos de pesquisas, conseguiram construir um equipamento que é mais eficaz e mais econômico do que as alternativas anteriores.

O dispositivo de aeração é um pequeno bocal que se encaixa na saída de um chuveiro normal. O bocal funciona a partir do efeito Venturi – um pequeno tubo cujo diâmetro varia, criando uma diferença na pressão e na velocidade da água que passa através dele.

O ar é sugado para dentro do tubo Venturi devido a um “vácuo” relativo que se cria em seu interior, fazendo com que a água e o ar se misturem, formando as pequenas bolhas de ar no interior das gotas de água. “Nós tornamos ocas as gotas de água do jato e as bolhas expandem o volume da água do chuveiro,” diz o pesquisador Jie Wu.

Pesquisas com voluntários demonstraram que as pessoas não detectam diferenças na pressão da água, na sensação e na percepção geral do banho. Os pesquisadores agora estão procurando parceiros na indústria para que o produto chegue ao mercado. (Inovação tecnológica)

Café, a nova arma contra o mosquito da dengue

by ~~Tessy~~  

Não sei a fonte deste artigo, recebi de um amigo no outlook.

Mas de qualquer maneira, já estou usando, afinal, porque não? Se não matar o mosquito, que pelo menos adube as plantas.

Uma cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, do Instituto de Biociências da UNESP (campus de São José do Rio Preto), durante a pesquisa da sua dissertação de mestrado, descobriu que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do Aedes aegypti.

O processo é extremamente simples: o mosquito pode ser combatido colocando-se borra de café nos pratinhos de coleta de água dos vasos, no prato dos xaxins, dentro das folhas das bromélias, etc.

A borra de café, que é produzida todos os dias em praticamente todas as casas tem custo zero.

O único trabalho é o de colocá-la nas plantas, inclusive sendo jogada sobre o solo do jardim e quintal.
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Terra contaminada é limpa com aquecedor solar

Um dos principais problemas enfrentados pelos agricultores é a contaminação da terra em que vêm as mudas plantadas em viveiros, que geralmente estão contaminadas por fungos. Os métodos tradicionais de “esterilização” da terra são caros e anti-ecológicos.

Um deles é o uso de um tipo de forno que aquece a terra a uma temperatura que mata os fungos. Além de cara, tal medida acarreta na queima de madeira para aquecer o forno, poluindo o ar. A segunda opção é pulverizar sobre a terra o gás brometo de metila, que além de altamente tóxico (sua manipulação incorreta pode levar à morte) apresenta um grave efeito colateral: mata os microorganismos benéficos além dos maléficos, causando o chamado “vácuo ecológico”.

Uma solução alternativa e ecologicamente correta é o tratamento do solo com energia solar, usando um coletor desenvolvido pela engenheira agrônoma Raquel Ghini, do Centro de Meio Ambiente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

O coletor solar pode ser construído por qualquer um, a custo acessível. Aprenda:
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Menos uma substância a prejudicar a camada de ozônio

Mônica Pinto

Desde o dia 31 de dezembro passado, está proibido o uso do brometo de metila na agricultura brasileira. O agrotóxico era bastante utilizado em sementeiras de hortaliças e flores, para desinfestação de solo ou substrato (mistura de solo com matéria orgânica para cultivo de plantas em recipientes).

A proibição, regulamentada pela Instrução Normativa Conjunta 01 de 10 de setembro de 2002 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa -, atesta que o Governo está empenhado em fazer o seu dever de casa na luta contra o aquecimento global.

O brometo de metila, gás que age como inseticida e fumigante, mata os insetos, os patógenos (nematóides, fungos e bactérias), ervas daninhas e qualquer outro ser vivo presente no solo e na zona de sua penetração.

Cada átomo de bromo do brometo de metila que alcança a atmosfera destrói 60 vezes mais ozônio do que o átomo de cloro dos clorofluorcarbonetos (CFCs), muitos mais ilustres como vilões do efeito estufa.
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