Telhado inteligente economiza energia em todas as estações

Pintura do telhado

Cubra a sua casa com um telhado claro, capaz de refletir a luz solar, e você terá efeitos opostos conforme a estação. A casa ficará fria no verão, diminuindo a necessidade do ar condicionado, mas ficará gelada no inverno, aumentando o uso do aquecedor.

Escolha telhas pretas e o resultado será inverso, com uma casa quentinha no inverno mas tórrida no verão.

Ou seja, mesmo querendo aderir a uma construção mais ambientalmente correta, será difícil escapar do consumo de energia numa ou noutra estação. Não dá para ter as duas coisas ao mesmo tempo.

“Telhado inteligente”

Mas essa situação se refere apenas aos telhados “burros” atuais, cuja única propriedade variável é a capacidade de absorção ou reflexão da luz solar dadas pela sua cor.

Um grupo de engenheiros dos Estados Unidos lançou agora o conceito de “telhado inteligente”, capaz de “ler” um termômetro e ajustar suas propriedades de acordo com a temperatura.

Fabricado com um material derivado do óleo de cozinha usado, o revestimento muda automaticamente de característica, passando para a reflexão ou para a absorção do calor solar quando a temperatura exterior atinge um valor específico predeterminado, que pode ser ajustado às condições climáticas locais.

Telhados revestidos com o novo material serão capazes de refletir a abrasadora luz do Sol do verão, diminuindo os gastos com ar condicionado. Durante o inverno, o material passa a absorver o calor, ajudando a aquecer o interior da residência e diminuindo os gastos com aquecimento.

Biorrevestimento

“Este é um dos materiais de revestimento de coberturas mais inovadores e práticos desenvolvidos até hoje,” afirma o Dr. Ben Wen, líder do projeto de pesquisa.

“Este biorrevestimento de telhado inteligente, em comparação com um telhado tradicional, é capaz de reduzir os custos de aquecimento e de refrigeração ao mesmo tempo, uma vez que ele responde ao ambiente externo. Além disso, proporcionará um novo uso para milhões de litros de óleo usado,” diz ele.

Os testes mostraram que revestir um telhado com a cobertura à base de óleo reciclado pode reduzir a temperatura das telhas de 50 a 80% nos meses mais quentes do ano.

Durante o inverno, o revestimento pode aumentar a temperatura do telhado em até 80 por cento em comparação com os telhados tradicionais.

“Mesmo que a temperatura do teto seja reduzida ou aumentada em uns poucos graus, dependendo da temperatura exterior, essa mudança pode fazer uma grande diferença na conta de energia”, argumenta Wen.

Processamento do óleo de cozinha

Para fabricar o revestimento, o óleo de cozinha usado é transformado em um polímero líquido que endurece após a aplicação. Ao contrário do óleo descartado, que pode trazer consigo o cheiro das frituras, o polímero resultante é praticamente inodoro.

Os fabricantes poderão produzi-lo em qualquer tonalidade, variando do claro ao preto, dependendo dos aditivos usados. Segundo Wen, mesmo sendo um plástico, o material é não-inflamável e atóxico.

Wen adverte contra tentativas de jogar óleo de cozinha usado sobre o telhado na tentativa de conseguir um efeito similar. Isso porque o óleo de cozinha comum não irá se transformar em um polímero e não irá endurecer, além de não conter o ingrediente para controlar os níveis de luz infravermelha e ainda representar um risco de incêndio para a casa.

O próximo passo da pesquisa é monitorar a durabilidade do material. Embora falem em “vários anos”, os pesquisadores afirmam que a cobertura poderá ser reaplicada se deteriorar.

Eles esperam ter o produto pronto para comercialização dentro de três anos.

Fonte – Inovação Tecnológica de 09 de abril de 2010

Puma e Yves Béhar projetam nova caixa de sapatos super ecológica

Puma e Yves Béhar passam três anos projetando nova caixa de sapatos super ecológica

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É difícil imaginar algo tão simples quanto uma caixa de sapatos passando por uma transformação total. Mas a Puma e a Fuseproject fizeram exatamente isso, e o resultado foi um projeto que vai transformar completamente a cadeia de ditribuição da marca — economizando milhões em eletricidade, combustível e água.

“Repensar a caixa de sapatos é um problema incrivelmente complexo. O custo do papelão e das sobras de impressão são enormes, dado que 80M são enviados da China a cada ano”, disse Béhar ao FastCompany.com. “Compartimentos de carga nos navios podem chegar a temperaturas de  até 43 graus durante semanas seguidas, por isso que as embalagens são um enorme problema. Esta solução protege o calçado e ajuda as lojas a estocá-los, enquanto economiza valores altíssimos em materiais”.

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Depois de passar 21 meses estudando fabricação e transporte de caixas, a Fuseproject se deu conta que qualquer melhoria feita ao antigo sistema seria meramente incremental. Por isso que, em vez de incrementar a caixa, a “clever little bag” (caixinha esperta, em português) combina os dois elementos do pacote de qualquer venda de calçado – a caixa e a sacola – com genialidade tecnológica.

A sacola em si mantém presa uma estrutura de papelão – que, diferente de uma caixa, apenas dá a forma, reduzindo o uso de papelão em 65%. Além disso, sem aquele exterior brilhante da caixa, não há papelão laminado (o que interfere na reciclagem). Não há papel-manteiga dentro. E não há uma sacola plástica que você vai jogar fora. A sacola em si é feita de PET reciclado.

O impacto – a Puma estima que a nova caixa/sacola irá cortar consumo de água, energia e combustível em 60% só na fabricação – em um ano, isso resulta em economia de 8.500 toneladas de papel, 20 milhões de mega joules de eletricidade, 264.000 galões de combustível e 264 galões de água. A dispensa das sacolas plásticas vai salvar 275 toneladas de plástico, e o peso reduzido vai economizar outros 132.000 galões de diesel no transporte.

A implementação disso está planejada para o ano que vem. Depois disso é só esperar que o design se torne o padrão.

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As vantagens da clever little bag

Serão economizadas cerca de 8,5 mil toneladas de papel
5,5 Kw/h a menos de energia
Economia de 1 milhão de litros de água
Cerca de 500 mil litros de diesel deixarão de ser usados no transporte
Quase 275 toneladas de plástico economizadas na substituição das sacolas tradicionais

Fonte – Gizmodo Brasil

O Lixo não desce redondo!!!

E o Rio de Janeiro sucumbiu a mais uma tempestade! E mais uma vez a natureza, pobre coitada, é a culpada! Moramos em um país tropical, e o conhecimento sobre as chuvas no fim do verão não está restrito ao círculo dos técnicos da meteorologia, até o poeta cantou: “são as águas de março fechando o verão…”.

É preciso desmacarar a falsa representação da realidade que serve a determinados interesses!

Não é  possível que em um mundo repleto de ameaças ambientais que desafiam a tecnologia e a ciência, como a extinção de várias espécies, o aquecimento global ou o buraco na camada de ozônio, ainda não tenhamos resolvido o problema do saneamento básico em suas três dimensões; a coleta e tratamento dos esgotos sanitários a gestão das águas pluviais e a gestão dos resíduos sólidos.

Antes da chuva cair muito trabalho de casa estava por fazer. Enquanto os políticos desperdiçam verbas com propagandas pra se autopromover o Rio, cidade maravilhosa, vai ficando cada dia mais decadente. No domingo passado o jornalista Elio Gaspari denunciou:“O prefeito Eduardo Paes pediu R$ 270 milhões ao governo federal para acabar com o alagamento da Praça da Bandeira. Faria melhor destinando à prevenção de enchentes os R$ 120 milhões que separou para gastar em publicidade. Depois, pediria ao governador Sérgio Cabral que lhe desse R$ 150 milhões do ervanário de R$ 180 milhões que pretende encharcar em propaganda. Secaria a praça e sobrariam R$ 30 milhões”. O dinheiro existe, a questão é a prioridade na destinação das verbas. Acidentes pressupõem que a ocorrência seja inevitável ou imprevisível e os problemas estruturais da cidade só viram o foco depois das tragédias e aí fica claro como os discursos das autoridades não passam de jogo de linguagem que encobrem a ausência de macroestratégias para tratar estas questões.

Nas encostas onde é proibido construir, as moradias se equilibram, nas várzeas onde a cheia é certa, os construções desafiam a natureza e enquanto isso tem muito político querendo flexibilizar a legislação ambiental que se observada e cumprida impediria que muitas desgraças acontecessem. Mas a tentação em ceder aos poderosos da construção civil faz com que a miopia de certos governantes enxerguem nas áreas verdes e não construídas um oásis para encher o bolso de dinheiro, desprezando a certeza de que quanto mais pavimentamos as cidades, mais contribuímos para uma drenagem deficiente aumentando o risco de enchentes.

Por outro lado a sociedade está cada vez mais apática e delega todas as suas responsabilidades. Não é apenas dos políticos a responsabilidade de cuidar da cidade. A cidade mais limpa é aquela que mais se limpa ou aquela em que os cidadãos a sujam menos? Com a discussão sobre a tragédia das chuvas um velho tema veio à tona: o lixo nosso de cada dia. Ele vai parar em todos os lugares, menos no lugar certo que é o aterro sanitário. Ele vai parar nos rios, nas calçadas, nos lixões, no mar e na areia da praia. Aqui são três problemas: o banhista que larga o lixo na areia, os fabricantes de sucos e refrigerantes, que pra melhorar sua logísitica abandonaram as embalagens retornáveis e não deram uma solução para as embalagens plásticas os espécimes mais avistados faça sol ou chuva e ainda os panfletos publicitários distribuídos.

São aqueles papéis recheados de tintas que muitos nem lêem e que acabam se somando ao lixo abandonado no fim de um dia de praia. Culpa de quem? Dos banhistas? Dos panfleteiros? Das agências? Impossível não responabilizar os patrocinadores … responsabilidade solidária. No final ninguém sabe quem distribuiu ou criou a campanha, mas o patrocinador, aquele que gasta milhões promovendo sua marca, acaba “ficando mal na foto” associando sua marca ao lixo que emporcalha as praias. Por que não usar faixas pra fazer a propaganda? Por que não investir em campanhas de educação para demostrar o perigo que o lixo representa para a cidade e seus cidadãos? E é para que eles mudem sua estratégia de marketing respeitando a natureza e o espaço público que eu faço este texto e pergunto. Gostou da foto? Tanta verba gasta pra morrer na praia?

Fonte – Márcia Pimenta, Envolverde

Rio de Janeiro ganha lei que bane sacolas plásticas

Sacolas descartáveis voltaram ao centro das discussões. No Rio entra em vigor em julho lei que restringe seu uso e estabelece que redes de supermercados ofereçam descontos e alternativas aos consumidores, que ainda resistem à mudança.

O Rio é o primeiro Estado do País a ter uma lei para controlar o consumo excessivo de sacolas plásticas. Em 15 de julho, entra em vigor a Lei nº 5.502, que regulamenta o uso das sacolas nos supermercados dos 92 municípios cariocas. Ainda não é o banimento total, como fizeram outros países, onde cada consumidor leva sua própria embalagem para carregar produtos e alimentos.

Para reforçar a luta pela redução no consumo de sacolas, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, distribuiu ontem três mil sacos retornáveis a quem passava pela Praia de Ipanema. “O meio ambiente não aguenta. Ano passado conseguimos reduzir 600 milhões de sacolas plásticas. A meta pra esse ano é de 1,5 bilhão”, afirmou o ministro.

Olha o minc aí fazendo propaganda política para se eleger sabemos lá o que ele quer ser. Não quis banir as sacolas plásticas de uso único enquanto era ministro e no último minuto da última hora do último dia de ministro vem fazer obaoba para aparecer na mídia.

Queremos dados concretos e provas de que diminuíram 600 milhões de sacolas, o que é um nada visto que o consumo delas passa de 20 bilhões anualmente. E não nos venha ele dizer em 1,5 bilhão, pois mesmo assim não seria nada, se ele se referir ao programa da máfia do plástico que aumentou em 30%  a espessura da sacola, então mesmo que diminuíssem 30% do consumo de sacolas anualmente, a soma ainda seria zero, pois as sacolas estão com 30% mais plástico em sua composição.

Minc, uma vaia para sua atuação como ministro do meio ambiente e a sua incompetência em resolver a gravíssima questão das sacolas que representam 10% de todo o lixo gerado diariamente no país.

No Rio, os supermercados serão obrigados a oferecer alternativas, como caixas de papelão, além de dar desconto de três centavos a cada cinco produtos que o consumidor comprar sem usar a embalagem do local. Segundo a secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, até 2012 todos os estabelecimentos deverão estar adaptados.

Cada sacola, feita a partir do petróleo ou do gás natural, demora cerca de quatro séculos para se dissolver na natureza. E, no Brasil, o consumo é alto: são 12 bilhões de sacolas por ano. Um milhão e meio a cada hora. Pelo menos 20% delas, segundo cálculo do Ministério do Meio Ambiente, acabam descartadas e ajudam a entupir bueiros, poluir rios e infestar o fundo do mar.

Cada sacola que demora 1 segundo para ser fabricada, é utilizada por meia hora, demora 500 anos para sumir da face da terra.

O consumo das sacolas no país ultrapassa 20 bilhões por ano.

Menos de 1% das sacolas é encaminhada para reciclagem.

Menos de 15% dos municípios tem aterro sanitário, o resto é lixão a céu abrerto.

Arroz e feijão. A lei determina também que o supermercado é obrigado a dar um quilo de feijão ou arroz ao consumidor que devolver 50 sacolas. Elas terão de ser encaminhadas para reciclagem. “O estímulo econômico é capaz de mudar hábitos”, define Marilene.

Resta saber se o consumidor vai aderir à lei.

Caramba dona Marinele, confie na lei e se não der para confiar, encha de fiscais com enormes multas, daí a senhora vai ver como essa lei será cumprida.

Hoje, cerca de 80% das sacolas são usadas para colocar o lixo doméstico – e, sem as sacolas, muitas pessoas não sabem o que fazer com os resíduos domésticos. “Para o lixo úmido não há nada melhor do que o plástico, mas é preciso usar com mais critério”, defende Fernanda Daltro, coordenadora da campanha Saco é um Saco, do Ministério do Meio Ambiente.

Quem disse que 80% delas são usadas para acondicionar o lixo doméstico? De onde a moçoila tirou esse número? Será que foi com a plastimorte? Se fosse assim, não existiriam estas sacolas aos bilhões poluindo o país. Uma casa utiliza no máximo uma sacola dessas por dia para acondionar o lixo e como o ano ainda tem 365 dias, sobra sacola para dar, vender, poluir, e matar a vida no planeta. Tinha que ser uma pérola saída da boca de alguém do MMA. Incompeteeentes …

Vamos dar uma aula para a fernandinha. Fernandinha, é o seguinte, o lixo orgânico tem que ser acondicionado em saco de lixo feito de material reciclado, para fomentar a reciclagem, para aumentar o valor do plástico reciclável e aumentar a taxa de coleta, viu filhinha? E quanto ao lixo reciclável, este deve ser acondicionado em embalagens retornáveis, isto é, você coloca o lixo e o coletor devolve sua caixa, seu saco de juta ou plástico, seu balde, seu tambor … para ser utilizado indefinidamente. Aulinha básica de disposição de lixo para você fernandinha.

Algumas redes já se anteciparam à lei. O Carrefour planeja banir até 2014 as sacolas plásticas nas suas lojas no Brasil. “Fizemos isso na Espanha, França, Bélgica, Polônia, Itália e China. Os brasileiros já têm maturidade para ter uma nova forma de se relacionar com a sacola plástica”, defende Paulo Pianez, diretor do grupo.

O carrefour distribui mensalmente 150 milhões de sacolas. Até 2014 o carrefour terá distribuido e deixado de herança para os moradores que nascerão há 500 anos aproximadamente 9 bilhões de sacolas. Quem quer acabar com as sacolas acaba em 6 meses e não fica planejando acabar em meia década.

O Walmart também já aderiu à campanha. Há um ano, a rede dá desconto a quem dispensa a sacola plástica nas 300 lojas nas regiões Nordeste, Sul e Centro-Oeste do País. Segundo cálculos da rede americana, o programa tirou de circulação 16,6 milhões de sacolas no período. Nas filiais cariocas, o projeto entra em vigor em 60 dias.

O walmart distribui mensalmente 150 milhões de sacolas. O walmart distribui anualmente 1 bilhão e 800 milhões de sacolas. O programa tem um ano. Então eles diminuiram a distribuição das sacolas em menos de 1% em um ano. Preste atenção nas contas. Os números soltos parecem grandes, significativos, mas quando se faz as contas, vemos que eles não estão fazendo nadinha para diminuir a distribuição das sacolas.

O grupo Pão de Açúcar ainda estuda mudanças para cumprir a lei. “Temos grande interesse nesta questão. Fomos a primeira empresa do varejo a adotar medidas para reduzir embalagens”, diz Paulo Pompilio, diretor de relações institucionais do grupo.

O pão de açúcar também distribui mensalmente 150 milhões de sacolas. Leia o discurso vazio acima, não estão fazendo absolutamente nada, estão fazendo ainda menos que seus concorrentes do carrefour e walmart.

Ícone

Agora só falta o consumidor se acostumar. “A sacola é o ícone do desperdício. Leis como esta tiram a gente da zona de conforto”, defende Fernanda Daltro. Ela resume o hábito de muitos consumidores atuais: pegamos a sacola de graça, jogamos fora, não nos preocupamos em separar o lixo. “Vai dar trabalho mudar, mas não dá para fugir desta questão por muito tempo.”

Dicas

Quantidade – sempre que for possível, prefira embalagens que tragam maior volume de produto (5kg de açúcar ou arroz em vez de 1kg, por exemplo) ou compre a granel
Excesso – procure comprar produtos que usem uma menor quantidade de embalagens: biscoitos que usam uma grande embalagem para todos em vez daqueles que trazem cada um embalado individualmente, por exemplo
Lixo – em casa, prefira um lixo maior, para usar um saco grande em vez de várias sacolinhas
Ecobag – no mercado, leve sua própria sacola de compras

Fonte – Estadão

Parabéns ao estado do Rio de Janeiro, mas cremos que a lei deveria prever uma data limite para o uso destas dispensáveis sacolas plásticas de uso único, como por exemplo, dezembro de 2010. Após essa data, quem fabricar, distribuir ou ainda utilizar estas pragas, que sejam multados, presos ou o que mais for necessário para desplastificar o estado do Rio.

Piracicaba, SP – Sacolas eliminadas no Carrefour? Temos nossas dúvidas!

A partir de segunda-feira, 15 de março, o Grupo Carrefour irá iniciar o processo de eliminação das sacolas plásticas convencionais de toda a rede. A loja de Piracicaba foi escolhida para lançar o projeto de sustentabilidade.

Parabéns pela iniciativa, mas calma lá, vamos continuar a ler e ver o que tem por trás disso.

Os consumidores poderão optar por carregar suas compras em caixas de papelão; sacolas retornáveis – distribuída gratuitamente nos primeiros 15 dias; ou sacolas Eco Solidárias – aparentemente iguais as convencionais, mas feitas de amido de mandioca. Elas serão vendidas a R$ 0,30, com toda a renda revertida ao Lar dos Velhinhos de Piracicaba.

Sacolas feitas de amido! Creda! Sacolas feitas de comida! Eles vão utilizar comida, aquilo que deve ser utilizado para alimentar o bilhão de famélicos do planeta para fazer uma sacola que será utilizada por meia hora e depois jogada no ambiente. Isso sem falar na terra fértil e água limpa utilizada para plantar a planta da qual irão retirar o amido e sem contar que sacola de comida emite metano, 23 vezes mais potencializador do efeito estufa.

Para fechar o ciclo de sustentabilidade, as sacolas plásticas usadas para embalar produtos perecíveis, como frutas, legumes e carnes, também serão substituídas pela mesma versão feita de amido de mandioca. São 100% biodegradáveis e compostáveis (retirada de fontes renováveis, se decompõem como lixo biodegradável ou alimento perecível).

Beleza, mais comida sendo roubada da boca dos famintos, mais água e terra fértil sendo desviadas para fazer algo totalmente dispensável, que são sacolas. Quem será a anta que pensou na idéia hedionda de fazer sacola de comida?

A loja colocará à venda também sacos para lixo – que podem substituir as novas sacolas Eco Solidárias ou os tradicionais sacos pretos nos descartes dos lixos domésticos. O preço ainda não foi definido.

Segundo Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade do Carrefour, as mudanças começarão por Piracicaba, pois ano passado a loja da cidade completou dez anos. “Percebemos o engajamento do poder público com o município, além de ela ter sido a primeira cidade a trabalhar a questão das sacolas plásticas enquanto lei.”

Pianez explica que diariamente cerca de 1,5 milhão de pessoas passam pelas lojas da rede Carrefour. “Cada pessoa consome em média seis sacolas plásticas por compra. Ao ano, a soma do consumo fica entre 800 a 900 milhões de sacolas em toda a rede Carrefour”, revela ele, lamentando o fato de todo esse material ir parar nos lixões, rios e mares, poluindo o planeta.

Céus, peloamordamãegaia, que mentira, que papagaiada, sabemos que o Carrefour distribui e polui o planeta com 150 milhões de sacolas por mês – dados de 2007 -, então, se levarmos em conta o aumento do consumo e o aumento do número das sacolas podemos dizer que o carrefour emporcalha o solo e águas do país com aproximadamente 1,5 bilhão de sacolas por ano.

“Em junho de 2008 diminuímos em 400 milhões o número de sacolas consumidas, após o lançamento do programa de Uso Consciente de Sacolas de Plástico.”

Essa queremos ver eles provarem, eles estão dizendo que diminuiram em quase 50% o número das sacolas após aumentarem em 30% o peso das sacolas? Cada hora dizem uma coisa, no final do ano passado a plastimorte dizia que tinha diminuído em 12%, agora dizer que diminuiram em quase 50% é forçar a barra, você não acha? É passar atestado de burrice para o brasileiro.

Com isso, diz ele, de 2008 até hoje foram vendidas 1 milhão de sacolas retornáveis.

Ter vendido 1 milhão de sacolas não quer dizer 1 milhão de sacolas sendo utilizadas na rede. É só ficar durante uma hora em frente à saída de qualquer supermercado para perceber que nem 1% das pessoas utilizam as sacolas retornáveis. Falamos isso porque sempre fazemos essa vigília e nada mudou desde 2004, quando iniciamos o projeto que pretende banir as sacolas plásticas de uso único no país.

Foi implantado o sistema poupa saco – que libera uma embalagem por vez, inibindo o consumo. Melhora também na qualidade dessas embalagens, para evitar a sobreposição.

Aiaiai, nem comentaremos essa, porque a dona de casa vai na cara dura e pede mais sacos e o empacotador põe, é normal, é o costume. É para usar no lixo, dizem elas.

Em Piracicaba, destaque para a parceria com o Reciclador Solidário, por meio da prefeitura, que, em 2009 destinou 28 toneladas de recicláveis ao projeto. Ao todo, foram reciclados 239 toneladas em toda as lojas do Carrefour do Brasil.

Para Pianez, banir as famosas sacolas é muito mais complexo do que parece. “Poucas pessoas pensam em levar os modelos retornáveis às compras. Elas estão acostumadas a ‘conviver’ com as de plástico. Então começamos a analisar alternativas para resolver o problema.”

Ó céus, está chamando brasileiro de macaquito? Como assim, resolver o problema das sacolas é complexo? É só não distribuir mais sacolas, dizer na mídia que a partir de dia tal a rede não fornecerá mais sacolas. Um problema complexo, tããão complexo … taí a solução, se vocês quiserem enxergar. Nos poupe, por favor, quem quer faz, quem não quer enrola, inventa mentiras!

Atualmente o mercado distribui cerca de 17 bilhões de sacolas de plástico ao ano.

Passou de 20 bilhões de sacolas distribuídas anualmente no país em 2009.

“O consumidor vai ter que se engajar numa nova maneira de fazer compra. Tem como pressuposto um consumo consciente em termos sócioambientais”, diz o diretor.

Blábláblá, nhénhénhém. Repetimos que a solução é simples, a partir de tal dia o consumidor terá que trazer sua própria sacola, pois não forneceremos mais, ponto final.

O Carrefour da cidade também tem novo parque de iluminação que economiza energia em 40%, se comparado ao sistema anterior. E forno para assar pães, movido a bagaço de cana.

LANÇAMENTO – No Dia Mundial do Consumidor, 15, às 9h30, o lançamento da iniciativa do Grupo Carrefour terá a presença do Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, do Prefeito de Piracicaba, Barjas Negri. Também estarão presentes o Diretor Presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, Hélio Mattar, e o Diretor Superintendente do Grupo Carrefour Brasil, Jean-Marc Pueyo.

NÚMERO – 1 bilhão de sacolas são distribuídas pelo mercado aos consumidores

Número – beeem mais de 1 bilhão de sacolas são distribuídas pela rede carrefour anualmente aos consumidores.

Fonte – Priscola Perez para a Gazeta de Piracicaba de 13 março de 2010

Carrefour comete crime contra a humanidade e contra o planeta com o aval do MMA

Ou se você preferir o título alternativo … Não compre no Carrefour para não aumentar a fome e a sede da população global!

A notícia é de 15 de março, mas precisava ser comentada.

O Grupo Carrefour banirá a utilização de sacolas plásticas em toda a sua rede de lojas no Brasil nos próximos quatro anos. O anúncio oficial da decisão, uma das mais expressivas ações de sustentabilidade das grandes redes varejistas no país, será feito no próximo dia 15, na loja do Carrefour localizada em Piracicaba, interior de São Paulo. O evento contará com a presença do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.

Segundo o diretor de Sustentabilidade do Carrefour, Paulo Pianez, a decisão vale tanto para as sacolas plásticas entregues ao consumidor quanto para os sacos plásticos utilizados dentro das lojas (por exemplo, para acondicionar frutas ou legumes). E envolve todas as marcas do grupo (Carrefour, Atacadão e Dia%).

“Depois de diversas ações para reduzir o uso das sacolas, chegamos à conclusão de que deveríamos ser mais definitivos nessa questão, adotando uma das medidas mais radicais que o varejo pode adotar, uma vez que afeta diretamente os hábitos do consumidor: o banimento definitivo do plástico”, antecipou Pianez à Folha.

“A utilização das sacolas plásticas é um tema sobre o qual nós, varejistas, somos constantemente questionados pela sociedade. E com razão, dados os impactos da destinação inadequada desse produto. Essa é uma contribuição importante”, afirmou.

Para compensar possíveis impactos negativos da medida em relação aos consumidores, que no caso brasileiro utilizam de maneira intensiva as sacolas plásticas, especialmente como sacos de lixo, o Carrefour oferecerá opções para o transporte das compras, como sacolas retornáveis vendidas a preço de custo e caixas de papelão usadas nas lojas, entre outras.

Em conjunto com a Basf, a empresa também desenvolveu uma sacola plástica com capacidade para até dez quilos feita de material bioplástico 100% degradável. Um produto que, segundo o Carrefour, é totalmente absorvido pela natureza em até 18 semanas (uma sacola plástica comum leva até 300 anos para se decompor).

O diretor acrescenta que a expectativa do Carrefour em relação aos impactos da decisão sobre os consumidores é positiva. “Nossa percepção é que o consumidor já tem maturidade suficiente para entender que ele também tem um papel a cumprir nesse sentido.”

Nos últimos anos, o grupo adotou o banimento dos plásticos em diversos países nos quais opera, como França, Bélgica, Polônia e Espanha.

Para evitar que o consumidor sinta-se prejudicado ao não poder contar com as sacolas plásticas para acondicionar seu lixo doméstico, a rede varejista oferecerá ainda sacos de lixo produzidos com plástico reciclado a um custo subsidiado, além de promover fóruns e palestras com os consumidores para esclarecer o impacto ambiental das sacolas plásticas tradicionais.

Tendência

O banimento das sacolas plásticas no Carrefour é mais um capítulo na acirrada disputa entre as grandes varejistas do país por ações de sustentabilidade, que ganharam fôlego nos últimos anos. O Walmart, por exemplo, vem apostando no engajamento de sua cadeia de fornecedores para criar produtos 100% sustentáveis.

Já o Pão de Açúcar, conhecido pelas ações de reciclagem que promove, ampliou sua rede de “lojas verdes” e também adotou uma série de procedimentos socioambientais. “Essa é uma disputa da cooperação. Quanto mais ações semelhantes, melhor para a sociedade”, conclui o diretor do Instituto Akatu, Hélio Mattar.

Em Washington, lei veta oferta de sacolas gratuitas

Desde janeiro, entrou em vigor em Washington uma lei que proíbe a distribuição gratuita de sacolas plásticas no comércio. Quem não leva sua própria bolsa pode carregar os itens na mão ou pagar US$ 0,05 por sacola.
A lei não se restringe a supermercados e inclui também livrarias, lojas de roupas e de presentes. A expectativa dos grupos ambientalistas é que ela se torne uma referência para os Estados americanos. Esse tipo de lei é a primeira no país, embora San Francisco já tenha proibido as sacolas plásticas.

Dados da Agência de Proteção Ambiental dos EUA apontam para um volume de plástico desperdiçado em 2008 de 3,96 milhões, entre bolsas, sacolas e embrulhos. Menos de 1% desse total foi reciclado.

Grandes redes de varejo nos EUA, como CVS e Target, já começaram a premiar com dinheiro ou créditos a iniciativa de consumidores que carregam suas próprias sacolas reutilizáveis.

Em Nova York, a legislação exige que os varejistas que distribuem gratuitamente sacolas plásticas façam a reciclagem do material. Algumas redes no Estado já cobram pelo uso das sacolas. Em qualquer supermercado de médio porte de Nova York, ao lado do caixa, existem sacolas reutilizáveis disponíveis para venda.

Em Seattle, recentemente o uso de sacolas de papel e de plástico passou a ser desencorajado, com a cobrança de US$ 0,20 por sacola.

Consideradas um símbolo do desperdício no consumo, as sacolas plásticas têm sido culpadas pela poluição nos oceanos e emissão de carbono. A onda de criação de taxas de cobrança pelo uso vem se espalhando em algumas cidades do país desde 2007. O assunto já foi discutido em Estados como Connecticut, Maryland, Massachusetts, Texas e Virgínia.

Fonte – Folha de São Paulo de 04 de março de 2009

Por que vão demorar 4 anos para banir as sacolas plásticas? Precisam tudo isso? Banir sacola deve ser uma determinação imediata e não daqui a quatro anos quando já tiverem despejado mais de 10 bilhões de sacolas plásticas convencionais e poluentes em nosso solo, deixando o passivo ambiental para os humanos que nascerão daqui a  5 séculos limpar.

Será que daqui quatro anos vão cumprir a palavra num país onde as autoridades não se veêm na obrigação de cumprir nenhuma lei, onde a fiscalização faz cara de paisagem para tudo?

Se estivessem falando a verdade, que de fato estão preocupados com o meio ambiente, deveriam banir essas malditas sacolas já e não falar que daqui quatro anos farão isso. Falam isso para ficar bem na foto, serem demagogos e continuarem a poluir. Dizer que vão banir é querer ficar bem na foto por quatro anos e ainda acharem os brasileiros verdadeiros palhaços.

“O evento contará com a presença do ministro do meio ambiente, carlos minc.”

Nada a estranhar que isso aconteça no brasil. A presença de um ministro de estado para dar falsa credibilidade. A presença do ministro neste teatro, onde os palhaços somos nós, só confirma o poder destas empresas junto ao governo para terem licença para poluir.

Minc apoiando a basf e carrefour … lula apoiando a venezuela e irã … hummm … tudo a ver.

Segundo o diretor de sustentabilidade do carrefour, a decisão vale tanto para as sacolas plásticas entregues ao consumidor quanto para os sacos plásticos utilizados dentro das lojas – por exemplo, para acondicionar frutas ou legumes – e envolve todas as marcas do grupo – carrefour, atacadão e dia% -.

“Depois de diversas ações para reduzir o uso das sacolas, chegamos à conclusão de que deveríamos ser mais definitivos nessa questão, adotando uma das medidas mais radicais que o varejo pode adotar, uma vez que afeta diretamente os hábitos do consumidor: o banimento definitivo do plástico”, antecipou o diretor de sustentabilidade à folha.

“A utilização das sacolas plásticas é um tema sobre o qual nós, varejistas, somos constantemente questionados pela sociedade. E com razão, dados os impactos da destinação inadequada desse produto. essa é uma contribuição importante”, afirmou.

Na verdade vocês varejistas são questionados por legisladores que de fato são preocupados com o meio ambiente e nada respondem. na verdade as três grande redes varejistas, pão de açúcar, wall-mart e inclusive o carrefour, não cumprem com as leis das sacolas vigentes de diversos lugares do brasil. Ou seja, não obedecem as leis e ainda contam com apoio do governo e de seu ministro.

Por falar no assunto, por que não cumprem as determinações da Secretaria do Meio Ambiente do Paraná em relação às sacolas e não pagam as multas que recebem diariamente há anos?

Essa é a verdade e não o que querem impor de forma enganosa à população!

“Para compensar possíveis impactos negativos da medida em relação aos consumidores, que no caso brasileiro utilizam de maneira intensiva as sacolas plásticas, especialmente como sacos de lixo, o carrefour oferecerá opções para o transporte das compras, como sacolas retornáveis vendidas a preço de custo e caixas de papelão usadas nas lojas, entre outras.”

“Em conjunto com a basf, a empresa também desenvolveu uma sacola plástica com capacidade para até dez quilos feita de material bioplástico 100% degradável. um produto que, segundo o carrefour, é totalmente absorvido pela natureza em até 18 semanas (uma sacola plástica comum leva até 300 anos para se decompor).”

Aqui está o crime ambiental e contra a humanidade praticado pelo carrefour. Estas sacolas que dizem que vão usar são produzidas com amido. Isso mesmo, amido, por exemplo amido de milho, que vai ser desviado da cadeia alimentar para produzir sacolas.

Se você ainda não entendeu, explicamos: a basf usa milho transgênico para produzir a matéria prima destas sacolas. usam terras férteis e água potável para produzir amido que será usado na produção das sacolas que são usadas apenas uma vez e que depois vão parar no lixo.

Além do mais, estas sacolas jamais poderão ser recicladas. Se forem recicladas vão destruir a indústria da reciclagem contaminando todo o material reciclado e inviabilizando a reciclagem dos plásticos no brasil. Estas sacolas criminosas do carrefour e da basf ainda geram metano, gás 23 vezes mais potente para o efeito estufa. Custam no mínimo 3 vezes mais que as sacolas atuais. adivinha quem vai pagar a conta? Cara de pau este carrefour.

A nossa única alegria é ver o chico tóxico da braskem ter que explicar aos seus patrões da braskem o motivo que vai fazer a braskem vender menos resinas plásticas para a fabricação das sacolas. Quem sabe alguém inteligente da braskem veja a verdadeira bobagem que o xico fez ao atacar soluções como as oxi-biodegradáveis … quebraram a cara.

A não ser que o monopólio braskem compre a basf. Quanto o valor das ações da basf subiram hoje?

Nos últimos anos, o grupo adotou o banimento dos plásticos em diversos países nos quais opera, como frança, bélgica, polônia e espanha.

Já há muitos anos eles baniram os plásticos em países que tem leis rígidas, enquanto isso aqui, vão enrolando, fingindo … e continuam usando as malditas sacolas plásticas de uso único.

Abaixo estes três grupos que só querem te enganar. Dê preferência aos pequenos mercados e supermercados, que mesmo usando sacolas plásticas, são honestos e não querem te enganar e com eles a conversa é mais fácil para mudar qualquer política. Com os pequenos supermercados, se o consumidor disser que não quer mais sacolas, certamente eles banirão de suas lojas.

Não parece estranho o instituto akatu apoiar plásticos feitos de comida, usando terras férteis, emitindo metano na biodegradação?

Projeto Canto das ervas – domingo, 11 de abril de 2010

Semana passada, no dia 04 de abril não plantamos nada por causa do feriado de páscoa que paralisou o país desde quinta-feira.

Hoje fizemos a limpeza nos canteiros do Bosque II, plantados em 2009 retirando muita tiririca – uma espécie de grama que invade tudo – e uma planta rasteira que também toma todo o espaço matando as ervas.

Replantamos algumas ervas que morreram, retirando mudas do próprio canteiro, raleando um pouco esses canteiros.

Sobre este dia alguns fatos interessantes. O presidente da FUNVERDE encontrou um amigo – mui amigo – no meio da semana e este muito irritado cobrou a manutenção nos canteiros do Bosque II, que estavam horríveis, completamente abandonados. Como o presidente é sangue bom, levou na esportiva e disse que já estava programada a manutenção nestes canteiros – e estava mesmo, desde antes da páscoa – e claro, convidou o reclamão para dar ajudar na manutenção. Este, depois de uma pausa – vai ver se arrependeu da reclamação – disse que certamente estaria no local no domingo, que podíamos contar com a ajuda dele.

Bem, bão, pois estamos até hoje esperando pelo humano do Século XX, aquele que reclama do tempo, do governo, do mundo, mas fica de bunda pregada no sofá assistindo novela, futebol com seu copo de cerveja na mão e só reclamando sem agir para resolver o problema que gerou a reclamação. Agir é para humanos do Século XXI, isto é, detectar o problema, encontrar a solução e aplicar a solução através de projetos, sem esperar que outro resolva o problema.

Esquecemos de tirar a foto do antes para você ver o tamanho do capinzal.

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Deste lado da santa bárbara – fizemos o canteiro em volta da uma frondosa santa bárbara – fora o boldo do chile, morreu todo o resto do que foi plantado.

Então pegamos algumas mudas de arnica – a arnica está na terceira geração, pois cai a semente e nasce um monte mais delas – e transplantou para o lado esquerdo da árvore.

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Hoje os estagiários fizeram greve pelo jeito, não veio ninguém, o que significa mais trabalho por pessoa. Garotada, esperem pela semana que vem, porque o monitor de estágio vai disparar bronca para todos os lados.

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Nesta foto dá para ver que o povo já estava cansado. Olhe o matagal que estava o local.

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O material orgânico é roçado e jogado para dentro da cerca, para se tornar adubo.

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Até que o Charles derrubou o balde para dentro da cerca. Abaixo, o resgate do balde.

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O balde resgatado. Desculpe Charles, perdemos o amigo, mas nunca a piada.

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Depois de carpido todo o mato e rastelado, agora é hora de fazer os buracos para plantar novas ervas.

 

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Retirando as mudas para plantio.

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Esta muda é de hortelã pimenta.

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Veja o tamanho da moita de boldo do chile.

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A arnica também está enorme.

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Se você prestou atenção, viu que nos dividimos em dois grupos, um do lado esquerdo da santa bárbara e outro do lado direito.

Quando o pessoal terminou o plantio do lado direito, foram com baldes para trazer água e regar as plantas. Tudo certo, até que voltaram e alguém que não foi buscar água e que estava do lado esquerdo do plantio rastelando e jogando a grama arrancada dentro bosque teve uma inspiração. Poxa, o povo esqueceu de jogar este monte de mato fora – o mato em questão era tudo que tinha sido plantado do lado direito da santa bárbara.

Resultado, rastelou tudo e já estava indo jogar dentro do bosque as mudas quando o pessoal avisou que aquilo não era mato e sim as ervas. Hahaha. Só que quem plantou não tinha experiência em plantio, são voluntários novos.

Daí chegou o Cido, o nosso jardineiro mor e viu que tinha sido tudo plantado na superfície, que uma simples chuva levaria tudo.

Resultado, arrancou todas as plantas – coitadas – novamente, refez os buracos e pela terceria e definitiva vez replantou as mudas de ervas medicinais.

Coitado do voluntário – não vou citar o nome porque ele ficou muito chateado -, o pessoal só ria dele, mas no fim ficou tudo certo e as ervas foram plantadas e regadas e logo estarão vigorosas, prontas para serem colhidas pela população para fazer chá.

As pessoas tem que aprender que merdas acontecem, é assim mesmo, mas tudo deve ser levado na esportiva, afinal estamos desenvolvendo o projeto canto das ervas e todos os outros projetos na FUNVERDE por amor e para se divertir, relaxar, esquecer o estresse do dia a dia. E, no final, tudo acaba bem.

O terceiro replantio das mesmas ervas abaixo.

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Depois de aguar, adubando com terra vegetal.

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Quer ver mais fotos? Estão todas no flickr.

Quer passar algumas horas se divertindo? Junte-se a nós, todos os domingos a partir das nove horas da manhã.

Projeto Canto das ervas – domingo, 28 de março de 2010

Hoje plantamos a dupla de temperos mais conhecida da cozinha brasileira, plantamos um canteiro de salsinha e cebolinha, aqueles temperos que estão no dia a dia da cozinha de qualquer casa.

Estamos procurando por tipos diferentes de salsinha, como a crespa, a gigante e a salsinha francesa e a japonesa para os próximos canteiros.

Plantamos também um canteiro de pimenta.

Foram dois canteiros, um com 50 salsinhas e 50 cebolinhas e outro com 50 pimentas.

Os canteiros já estavam preparados, tínhamos delimitado o canteiro, cavado e afofado a terra na semana passada para plantar hoje.

Se você prestar atenção, verá que o lado esquerdo de todas as fotos tem um fantasma, sim, um fantasma do dedo de alguém que ao tirar a tampa da lente deixou a impressão digital, então todas as fotos estão meio estranhas do lado esquerdo.

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Alcânfora de jardim, contra picada de insetos. 

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Essa terra preta que colocamos após o plantio é o produto da compostagem de restos de folhas e restos de vegetais como cascas, sementes e bagaço. Este produto que normalmente seria jogado fora sem ter utilidade, se transforma no melhor adubo para qualquer tipo de planta.

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