Plástico oxi-biodegradável, a evolução do projeto

Todos evoluímos – exceto as petroquímicas -, aprendemos e evoluímos.

Da esquerda para a direita, a primeira sacola oxi-biodegradável foi verde, depois veio a branca.

As duas são utilizadas nos mercados para diferenciar a separação de lixo em casa, afinal, já é tradição a dona de casa utilizar as sacolas de supermercado como sacos de lixo – a verde para lixo reciclável e a branca para rejeito – e em agosto estamos iniciando o treinamento de caixas e empacotadores que irão orientar a dona de casa a fazer a reciclagem, que em Maringá está em 5%, quase nada.

Imagine os recursos naturais que estão sendo desperdiçados, renda – e consequentemente aumento populacional, pois quanto maior a renda menos filhos – sendo jogada no lixo porque a dona de casa tem preguiça de colocar duas sacolas na cozinha, para separar o lixo que pode ser reciclado.

Estou sim, culpando a dona de casa, mas culpo também o poder público, o primeiro setor.

Curitiba, capital do Paraná, já teve 19% do seu lixo reciclado, e segundo ouvi no dia 17, no dia da audiência pública, hoje só recicla 3%.

Só tem dois caminhos para a reciclagem, a educação constante, martelar a informação incessantemente ou então o peso da lei.

Maringá não tem nenhum nem outro.

Esta semana ligaram aqui reclamando de um bairro que há mais de um mês não vê o caminhão que recolhe recicláveis.

A prefeitura comprou para as cooperativas 3 caminhões, pretende comprar mais 2 e esse povo não está  querendo trabalhar.

Isso é um absurdo, a dona de casa faz o que é mais difícil – mais difícil de ensinar – e os catadores que dependem da boa vontade da dona de casa separar o material reciclável, tiram sua renda desta atitude não aparecem para recolher o material.

Isso é uma vergonha.

Está na hora de cobrar alguma coisa dos catadores, chega de dar – antes tinham que empurrar o carrinho, agora tem o caminhão – e obrigá-los a fazer seu trabalho.

Já ouvi dizer que eles não gostam de descer do caminhão, que tem vergonha da profissão, que não gostam de conversar com a dona de casa.

Caramba, o que é isto? Como é que alguém tem vergonha de um trabalho que lhes dá sustento?

E olhe que todo o dinheiro para as cooperativas de catadores, caminhões, combustíveis, vem do nosso dinheiro através dos impostos.

Será que é só dar tudo para os excluídos, será que eles só tem direitos? E cadê as obrigações?

Voltando ao assunto …

Em abril, um passarinho muito poderoso do simpep – sindicato da indústria do material plástico do Paraná – admitiu que quando eles dizem que o plástico oxi-biodegradável tem metais pesados na verdade querem esconder que os metais pesados estão na pigmentação de qualquer plástico produzido no país, graças a ganância dos empresários que não querem gastar um pouco mais nos pigmentos sem metais pesados – sempre a ganância dos poderosos – mas que eles não se importavam porque o plástico convencional irá se biodegradar em até 500 anos e até lá eles não estariam mais aqui para serem responsabilizados e ter que limpar a sujeira que criaram.

Não sei se você sabe, mas para exportar plásticos para os estados unidos e comunidade europeia nossos fabricantes de plásticos tem que utilizar essas tintas não tóxicas, inclusive teve um fabricante que faz parte do simpep que teve que fazer mais de 15 testes antes de poder exportar seus plásticos.

Mas ele fez estes testes e exportou plásticos sem metais pesados.

O medo deles é que a população descubra o lixo tóxico que eles produzem aqui – produzem lixo para poder ter mais lucro e não o lucro justo – e por isso estão combatendo com unhas e dentes – e muita grana – o plástico oxi-biodegradável, porque eles estão sendo expostos, sua sujeira está vindo à tona e eles serão obrigados a ganhar o justo ao ter que produzir o correto.

Então, enquanto não conseguimos obrigá-los a utilizar as tintas sem metais pesados estamos incentivando o plástico sem pigmentação, por dois motivos, proteger o ambiente dos metais pesados – não do oxi-biodegradável, mas das tintas utilizadas no país – e depois para economia de recursos naturais

Afinal, porque colocar pigmentação em uma sacola que irá ser utilizada somente uma vez e depois descartada

Esta é a sacola que está no lado direito

Ela tem diversas funções, na feira por exemplo, as pessoas levam as compras em sacolas coloridas e depois colocam em sacos transparentes para poder ver o que tem dentro mais facilmente na geladeira.

Depois, irá nos auxiliar no PROJETO RECICLAGEM 100%, porque, como a dona de casa utiliza a sacola de compra como lidxo, fica mais fácil visualizar o conteúdo dentro da sacola na hora do recolhimento do lixo reciclável.

Isso, quando ouver lei para multar quem não reciclar – estamos vendo um excesso de individualismo, pessoas que não reciclam porque é um direito delas, prejudicando o coletivo, pessoas que dependem da reciclagem para obterem renda sendo prejudicadas, aterros sanitários tendo sua vida útil diminuida pelo tanto de material que poderia ser reciclado e está sendo depositado nestes aterros – será de grande ajuda, porque os lixeiros poderão visualizar facilmente quem não recicla.

Então, faça sua parte, exija que os supermercados, feiras, farmácias, videolocadoras, acougues, enfim, onde houver sacola, que esta seja transparente.

Ações como esta fazem a diferença na proteção ao planeta.

A solução para os problemas do planeta reside em sua casa, faça sua parte.  

Plastivida, a quem serve

Estes dias encontrei este folder da plastivida e está lá claro quem é associado, para que propósito foram criados e certamente não foi porque queriam ajudar o planeta.

Só para você ver a quem eles servem, a que interesses estão ligados.

Adorei o texto do folder, concordo com tudo, desde que eles distribuam para a população, mas isto eles não fazem, fizeram o folder só para dar uma cara bonita à organização.

Conhecem os nomes basf, braskem – maior petroquímica da américa latina que porque irá perder 1% dos bilhões de lucros está querendo destruir o planeta -, dow, ipiranga, petroquímica, petroquímicas triunfo, união e syzabi, petroquisa e outros.

Cerca de 30 deles estiveram em Curitiba na audiência pública, inscreveram-se todos para falar.

Como não temos os recursos financeiros que eles possuem, ficamos em minoria absoluta.

O pesquisador do sul que fez uma pesquisa comprovando que o oxi-biodegradável não é eco-tóxico, que se degrada e que não contém metais pesados não foi ao evento porque foi ameaçado com a perda do emprego.

A universidade enviou outra pesquisadora que disse que estava utilizando os dados do pesquisador e deturpou todas as conclusões.

Porque será?

E o que vamos fazer?

Se uma pessoa recebe ameaças tem toda a razão em se preservar, afinal, primeiro a vida e depois o planeta.

Você pode ler abaixo que este folder não é para educar a população, mas para atrair associados.

No item 2 está claro que eles estão fazendo bem seu trabalho de defender o associado, ao encher as audiências públicas de paus-mandados para fazer lobby e impedir que leis que impeçam as indústrias poluidoras – suas associadas – de serem responsabilizadas pelo mar de plásticos que produzem e ficam por aí, por até 500 anos poluindo o planeta.

Parabéns à plastivida, está fazendo bem seu trabalho sujo.

Agora não me venha posar de amiga do planeta, porque é a última coisa que a plastivida é.

Plastivida, você está sendo desmascarada, agora sabemos quem são os seus mestres e senhores.

O que você achou do folder, entendeu agora?

Se dizem ong, mas nem aqui nem na china, são na verdade uma organização mantida pelas petroquímicas, é contra este tipo de forças que estamos lutando, com nenhuma ética e um monte de dinheiro para detonar o mundo, contanto que seus bolsos estejam cheios.

Plástico oxi-biodegradável em questão de vestibular

Toda essa polêmêmica rendeu até esta questão de vestibular.

São as petroquímicas utiizando seus bilhões para prejudicar o planeta mas só estão tornando o assunto cada vez mais conhecido da população.

Ótimo.

Propaganda sempre é benvinda.

Afinal, estamos lançando os holofotes sobre o problema da gestão dos resíduos, está passada da hora das pessoas perceberem que o consumismo atual está nos levando cada vez mais para a beira do abismo.

Soluções simples como trocar as sacolas de compras de plástico convencional por plástico oxi-biodegradável, levar suas sacolas retornáveis para fazer compras, compras embalagens mais simples, comprar menos produtos industrializados, reciclar 100% do lixo caseiro, separar material compostável para a compostagem, nada que afete o dia-a-dia de ninguém, que mude seu estilo de vida nem atrapalhe, mas que no final, são estas atitudes, que saem de casa que salvam o planeta

Palestra sobre projetos FUNVERDE, ou, recrutando estagiários – 21 de julho de 2007 – sábado

Vou postar as 3 últimas semanas, porque para variar, o projeto sacolas ecológicas e retornáveis tomou todo o tempo.

Hoje, mesmo não tendo começado o semestre do curso técnico em meio ambiente, já vieram 4 novos estagiários que ficarão conosco por no mímino 6 meses – se não gostarem do estágio – até 18 meses, se gostarem de estagiar conosco.

Como não tínhamos local de encontro, nos encontramos no shopping Aspen.

Primeiro, apresentamos aos novos estagiários nossos projetos e os estagiários antigos relataram o que ocorreu na semana com os questionários e as entrevistas.

Como vamos iniciar um treinamento no final de agosto, precisamos de pelo menos 10 estagiários para o treinamento, então explicamos do que se trata este treinamento – projeto novo, temos que manter segredo até o final do mês – e eles ficaram de ver entre eles quem entra neste projeto extra.

É que tem que ensinar um monte de pessoas e muita gente tem pavor de palco.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 14 de julho de 2007 – sábado

Hoje não foi quase ninguém, porque todo mundo está de férias.

Mesmo a meteorologia dizendo que iria chover, depois de dois meses sem chuva ninguém acreditou e fomos aguar as árvores, que estavam esturricadas.

Mesmo na semana passada tendo sido aguadas, se tivéssemos plantado árvores do padrão da COCAMAR ou do IAP, elas não teriam resistido a esta seca.

Na sexta-feira, ontem, a umidade do ar estava menos de 20%, o Amador – José Carlos Amador, diretor do Hospital Municipal de Maringá -, médico membro da FUNVERDE, disse que estamos respirando ar de deserto.

Hoje o Eduardo Marçal, publicitário da FUNVERDE – veio pela primeira vez plantar árvores, no caso aguar.

Todos os logotipos, camisetas, banners, folders, tudo que é gráfico é criação dele.

Ele é mais um dos membros voluntários da FUNVERDE, que utilizam seu talento natural para fazer alguma coisa pelo planeta, lembre-se, não adianta só se preocupar, tem que se ocupar.

Não pedimos nada impossível para ninguém, apenas que as pessoas utilizem seus talentos, seus dons, se unam a nós para o bem comum, para mudar o planeta para melhor.

Esse é o Eduardo vendo o barranco que teria que descer para ligar a motobomba – nada de mais, só uns 8 metros – calma, tem uma corda para se agarrar.

O charles, já acostumado, foi primeiro, claro, que com a corda.

Temos que comprar uma corda maior porque os barrancos estão cada vez maiores.

Fundo de vale mesmo, muito fundo.

O fernando quase chegando no rio. Observe ao fundo, o rio.

Descer é fácil, todo santo ajuda não é Charles e Fernando?

Agora subir …

O alex ficou brincando com a mangueira hoje e abastecendo os baldes.

O solo está tão seco que a água não infiltra.

Molhamos normalmente cada árvore com 20 litros de água, mas hoje colocamos até 80 litros em cada árvore.

Olhe o estado deste balde, temos que comprar novos.

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Olhe o céu.

Terminamos de aguar as árvores, com a consciência tranquila, sabedores de que elas irão resistir mais duas semanas sem chuva.

Bem, guardamos os apetrechos embaixo de uma chuva, que durou a semana inteira.

Hahaha, mas o que vale é a intenção e a consciência tranquila, a sensação do dever cumprido.

U R G E N T E – Audiência pública sobre plásticos oxi-biodegradáveis em Curitiba

Audiência Pública em Curitiba

Dia 17 de julho de 2007 – terça feira

Local Assembléia Legislativa do Paraná

Horário 10:00

Compareçam para mostrar para as petroquímicas – que estarão lá em peso para impedir que a lei seja sancionada – que a população quer um planeta melhor, apesar deles quererem que o planeta exploda, desde que seus lucros não diminuam.

Lembre-se, eles irão perder apenas 1% do seu lucro para salvar o planeta, isso não é nada, quer dizer, 1% de 3 bilhões e 200 milhões de lucro presumido só das indústrias plásticas do Paraná em 2007 não é bem nada, mas não irá afetar os lucros escandalosos deles em quase nada.

Até quando iremos permitir que estes piratas, que nos exploram – sempre digo que somos os escravos do Século XXI – destruam nosso país por ganância?

Vamos fazer esta lei passar no Paraná – foi aprovada por unanimidade nas duas vezes e só falta o Governador Requião sancionar – e em São Paulo – tambem foi aprovada por unanimidade nas duas vezes e só falta o Governador Serra Sancionar – e depois nos outros estados.

Quem puder comparecer, venha, quem não puder, lembre-se de algum amigo, parente, conhecido que more em Curitiba e peça para que compareça.

Sobre a enquete da Folha de São Paulo

A proibição de sacolas de plástico comum em SP terá efeito positivo?

Deputados da Assembléia Legislativa de São Paulo proibiram o uso de sacolas de plástico nocivas ao ambiente. A lei, que ainda precisa ser sancionada pelo governo estadual, obriga estabelecimentos comerciais a trocarem sacolas de plástico comum por material biodegradável. Você acredita que essa medida, se aprovada, terá efeitos positivos?

http://polls.folha.com.br/poll/0718304/results

Foram 11.864 votos

Resultado

Sim. É mais um passo para ações efetivas de conservação do ambiente                                       9.402 votos – 79%

Não. É apenas mais uma lei que não será cumprida, pois não haverá fiscalização suficiente     2.462 votos – 29%

  

Por esse resultado, podemos ver duas coisas, primeiro que tem muita interessada no assunto, visto o número de votantes.

Segundo, as pessoas querem que algo mude, querem fazer sua parte.

Então, vamos nos unir para que a lei de obrigatoriedade de utilização das sacolas oxi-biodegradáveis seja sancionada pelos governadores Requião do Paraná e Serra de São Paulo.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 10 de julho de 2007 – terça-feira

Passamos algumas semanas pedindo para a prefeitura aguar o plantio de mata ciliar do córrego Nazaré.

Afinal estamos há quase 2 meses sem chuva na cidade e as árvores estão sofrendo.

Só estão vivas porque plantamos árvores de 1 metro e meio, com um grande torrão.

Náo conseguimos que eles fossem aguar, apesar de plantarmos mata ciliar em terrenos públicos, isto é, da prefeitura.

Dai tentamos alugar um caminhão pipa.

R$ 300,00 para aguar 1000 árvores é muito dinheiro, não dá para encarar.

Vocês lembram daquela empresa que derrubou óleo no córrego Diamante, o primeiro córrego que revegetamos?

Pois bem, eles foram lá, limparam toda o óleo, corrigiram seu erro, é só o que pedimos.

Lembramos deles e fomos pedir o favor, porque o pessoal da SANEPAR disse que empresa que faz asfalto tem caminhão pipa.

Pedimos ontem, na segunda-feira, e hoje, terça-feira, às 08:00 eles estavam no local com o caminhão pipa.

Como foi de um dia para outro não deu para convocar ninguém da FUNVERDE, porque eles disseram que não tinham ninguém para manejar a mangueira.

Então o presidente da FUNVERDE, o Cláudio foi ser o aguador.

Foi rapidinho, agradecemos à empresa por serem tão prestativos.

Uma pena que esquecemos a câmera fotográfica.

07 de julho de 2007 – dia do cooperativismo

No dia 07 de julho de 2007, das 08:00 às 18:00, no CTG – centro de tradições gauchas, ocorreu o evento da UNIMED Maringá do dia do cooperativismo.

Estiveram presentes os médicos cooperados, suas famílias e convidados.

A UNIMED é parceira nos projetos da FUNVERDE e nos convidou para explanar nossos projetos e dar educação ambiental para os médicos.

Estivemos com nossos estagiários o dia inteiro ensinando o básico que qualquer pessoa pode fazer para ajudar o planeta.

Foi um evento muito bem organizado, com diversão e comida o dia inteiro.

A barraca da FUNVERDE. Fale a verdade, ficou linda, não acha?

Isso foi as 07:30 da manhã, quando todos estavam montando as barracas.

O dia estava ótimo, sol sem calor.

À direita, montaram um touro mecânico que foi nossa diversão o dia inteiro.

Ver cowboy levar tombo, cambalhota, cair de cabeça … melhor impossível.

Demonstração dos projetos e produtos dos cursos.

A Jacqueline, testando a comida.

Os visitantes, perguntando dos projetos.

A barraca principal de comida, mas o lado esquerdo tinha muitas barracas com comidas típicas.

Ficamos encantados com a organização profissional do evento.

Parecia coisa de primeiro mundo – não reclame da expressão, ela procede.

Para te dar água na boca, vamos falar das barracas de comida, tinha japonesa, costela no chão, feijoada, sanduiches americanos, espetinhos, sucos naturais, doces, cerveja.

E as barracas de bijouterias, tatuagens não permanentes, limpeza facial, massagem, enfim, era um verdadeiro spa – não spa para emagrecer, claro, com toda aquela comida – com atividades para os pais e as crianças relaxarem.

E eu não consegui tirar uma foto do Maurício, da Diretoria da UNIMED, que foi atender alguém que tinha se machucado brincando de jeep, foi num quadriciclo e voltou imundo.

Teve helimodelismo, brinquedos para as crianças, bandas de música – ficaram na barraca ao lado – exposição de carros antigos e muito mais.

O bom é que as pessoas estavam relaxadas, e neste estado zen é mais fácil incutir novos conceitos, sem stress, sem pressão.

Olhe o escorregador lá atrás, foi a festa das crianças.

O presidente da FUNVERDE sendo entrevistado pelo locutor Natan. Sim, tinha até rádio dando informações o dia inteiro.

Ele pediu dicas de como os presentes poderiam ajudar o planeta com suas ações individuais.

Na mosca Natan, perfeita a pergunta.

Não ficamos só nas barracas, os estagiários pegaram as sacolas oxi-biodegradáveis e circularam o dia inteiro distribuindo e falando dos projetos.

Viu como conosco não é apenas falação? Nossos estagiários não podem ver lixo no chão que saem recolhendo – claro que maldizendo os porcos que jogam lixo no chão -, isto é mudança de atitude que não tem volta, mudança de comportamento que dura uma vida inteira e é repassada para os descendentes.

Parabéns à UNIMED pelo evento impecável e obrigada por nos convidar para divulgarmos nossos projetos e principalmente podermos dar dicas aos médicos e suas famílias de como eles podem salvar o planeta de dentro de suas casas.

U R G E N T E – VOTE SIM

Já que as petroquímicas estão usando a mídia para impedir que o Governador Serra sancione o projeto de obrigatoriedade das sacolas oxi-biodegradáveis, vamos dar uma resposta.

Na cidade de São Paulo o prefeito gilberto kassab – em minúsculo mesmo, pois ele vetou a lei -, após a lei ter sido votada por unanimidade por duas vezes na câmara de vereadores VETOU a lei.

Agora os vereadores estão vetando o veto do kassab.

Eu estou assustada com o kassab, deve ter entrado o terço para ele, porque um prefeito que diz que vai diminuir em 30% a poluição da cidade, que retira aqueles outdoors horrorosos que causam poluição visual não enxerga os rios da cidade, cheios de plástico, qualquer terreno vazio cheio de sacolas plásticas.

Ou deve se locomover só de helicóptero ou deve ter sido convencido pelas petroquímicas – lembram da piada o papa sobre o terço? – a vetar o projeto.

Vamos mostrar ao Serra que tem gente interessada em que esta lei passe no estado de São Paulo, gente preocupada com o futuro do planeta e da humanidade.

Vamos usar o dinheiro das petroquímicas contra elas.

Já que eles estão comprando tantas matérias, vamos usar as matérias a nosso favor.

Vote sim.

Até o momento desta postagem a contagem está em 7.397 votos, 1570 – 21% – não e 5.827 – 79% – sim.

Folha on line de 03 de junho de 2007

Enquete da Folha On Line sobre a proibição de sacolas de plástico comum em SP.

Clique no link http://polls.folha.com.br/poll/0718304 e veja os resultados até o momento.

A proibição de sacolas de plástico comum em SP terá efeito positivo?
Deputados da Assembléia Legislativa de São Paulo proibiram o uso de sacolas de plástico nocivas ao ambiente.

A lei, que ainda precisa ser sancionada pelo governo estadual, obriga estabelecimentos comerciais a trocarem sacolas de plástico comum por material biodegradável.

Você acredita que essa medida, se aprovada, terá efeitos positivos?

http://polls.folha.com.br/poll/0718304

Esta enquete é a respeito da matéria do mesmo jornal do dia 29 de junho de 2007.

Deputados de SP aprovam proibição de sacola de plástico nociva ao ambiente

A Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou na noite de ontem (28) um projeto que obriga estabelecimentos comerciais a trocarem sacolas de plástico comum por material biodegradável.

A lei ainda precisa ser sancionada pelo governo do Estado em até 30 dias, e os estabelecimentos terão prazo de um ano para adotar material menos nocivo ao ambiente –sacolinhas de composto oxibiodegradável, também conhecidas como “sacolas ecológicas”. O material possui tempo de degradação menor que o do plástico comum.

Em caso de desobediência da lei, o proprietário será multado em 3.000 UFESP (Unidades Fiscais do Estado de São Paulo), valor hoje equivalente a R$ 42.690. A lei é de autoria do deputado estadual Sebastião Almeida (PT-SP).

Se houver reincidência, a multa será aplicada em dobro. A lei exige que os sacos plásticos contenham informações dos fabricantes sobre a composição do aditivo oxibiodegradável utilizado na produção.