Austrália quer reciclar esgoto para obter água

 

by johnxgas  

Eca.

Quem não cuida da água hoje, tomará esgoto amanhã.

Se sensibilizou? Não? Então pelo menos fique com medo, fique com muito medo … e comece a economizar água pelamordedeus.

É fácil encontrar a população maringaense lavando calçada com mangueira, lavando carro com mangueira, regando o jardim por horas, só para matar tempo … mesmo nos dias de hoje, em que TODO MUNDO está sabendo que a água está acabando.

Moradores do Estado de Queensland, na Austrália, poderão ter de beber água obtida com a reciclagem de esgoto para ajudar o país a enfrentar a pior seca do século. De acordo com o primeiro-ministro John Howard, esse será o primeiro Estado a adotar esse tipo de medida e o restante do país deverá seguir o mesmo exemplo.

A novidade pode começar a valer já no ano que vem, conforme divulgado no site Times Online. “Eu sou fortemente a favor da reciclagem e tenho defendido essa causa há muito tempo”, afirmou o primeiro-ministro. Um referendo sobre o consumo de água reciclada foi marcado para março para que a população possa dizer o que pensa sobre o assunto.

O esgoto é reciclado por meio de dois processos. Um é conhecido como osmose inversa. O líquido é forçado contra membranas muito finas que filtram o sal e outras substâncias, mas deixam as moléculas de água passar. Além disso, o material também sofre um processo de desinfecção com radiação ultravioleta para garantir a pureza da água reciclada.

Segundo testes informais, a maioria das pessoas que bebeu água de torneira, em garrafa e reciclada não viu qualquer diferença entre os três tipos. A Comissão de Água de Queensland usa outros dados para alertar a população sobre a importância de se consumir água reciclada. Segundo a comissão, o Estado pode começar a sofrer com a falta d’água em dois anos e estar completamente seco em 2009. (Terra)

Inventor japonês cria pilha recarregável que funciona com água

Susumu Suzuki, um inventor japonês independente, apresentou uma nova invenção que poderá revolucionar o mercado mundial de pilhas e baterias. Susumu criou uma pilha que funciona à base de água.

Segundo ele, a bateria utiliza “praticamente os mesmos elementos químicos” que as pilhas comuns, de dióxido de manganês. Mas, ao contrário de eletrólitos químicos, a pilha funciona com a adição de pouco mais do que uma gota de água.

A capacidade de tensão e carga da pilha é a mesma de uma pilha comum. Com a vantagem de que, quando ele se descarrega, basta acrescentar mais água. Sussumu não declarou quantos ciclos de recarga sua nova pilha consegue suportar.

Para comercializar sua pilha a água, o inventor criou uma empresa, a TSC – Total System Conductor. A notícia foi veiculada por meio de um vídeo da agência Reuters. (Inovação tecnológica)

 

Vem aí a mineração de calor para geração de eletricidade

by Wolfgang Staudt

A universidade norte-americana MIT acaba de divulgar um estudo exaustivo sobre o potencial da energia geotermal – uma forma de energia alternativa que explora o calor do interior da Terra para gerar energia elétrica ou até mesmo para ser utilizado diretamente na indústria.

Já existem várias usinas ao redor do mundo que exploram a energia termal, mas sempre ligadas a fontes naturais de calor acessíveis da superfície. O que os cientistas estão propondo agora é a criação de uma nova forma de mineração, a mineração de calor para geração de eletricidade.
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Equipamento reduz consumo de água de chuveiro em 30%

 

Cientistas australianos inventaram um equipamento que, quando conectado a um chuveiro comum, preenche as gotas de água com uma minúscula bolha de ar. O resultado é que o chuveiro continua passando a mesma sensação de estar molhando a pessoa com a mesma intensidade – mas gastando muito menos água.

Segundo os pesquisadores do Instituto CSIRO, o volume do jato de água aumenta, mas a quantidade de água utilizada é reduzida em 30 por cento. Embora a idéia de se utilizar um chuveiro aerado não seja nova, os pesquisadores australianos, depois de dois anos de pesquisas, conseguiram construir um equipamento que é mais eficaz e mais econômico do que as alternativas anteriores.

O dispositivo de aeração é um pequeno bocal que se encaixa na saída de um chuveiro normal. O bocal funciona a partir do efeito Venturi – um pequeno tubo cujo diâmetro varia, criando uma diferença na pressão e na velocidade da água que passa através dele.

O ar é sugado para dentro do tubo Venturi devido a um “vácuo” relativo que se cria em seu interior, fazendo com que a água e o ar se misturem, formando as pequenas bolhas de ar no interior das gotas de água. “Nós tornamos ocas as gotas de água do jato e as bolhas expandem o volume da água do chuveiro,” diz o pesquisador Jie Wu.

Pesquisas com voluntários demonstraram que as pessoas não detectam diferenças na pressão da água, na sensação e na percepção geral do banho. Os pesquisadores agora estão procurando parceiros na indústria para que o produto chegue ao mercado. (Inovação tecnológica)

Café, a nova arma contra o mosquito da dengue

by ~~Tessy~~  

Não sei a fonte deste artigo, recebi de um amigo no outlook.

Mas de qualquer maneira, já estou usando, afinal, porque não? Se não matar o mosquito, que pelo menos adube as plantas.

Uma cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, do Instituto de Biociências da UNESP (campus de São José do Rio Preto), durante a pesquisa da sua dissertação de mestrado, descobriu que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do Aedes aegypti.

O processo é extremamente simples: o mosquito pode ser combatido colocando-se borra de café nos pratinhos de coleta de água dos vasos, no prato dos xaxins, dentro das folhas das bromélias, etc.

A borra de café, que é produzida todos os dias em praticamente todas as casas tem custo zero.

O único trabalho é o de colocá-la nas plantas, inclusive sendo jogada sobre o solo do jardim e quintal.
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Terra contaminada é limpa com aquecedor solar

Um dos principais problemas enfrentados pelos agricultores é a contaminação da terra em que vêm as mudas plantadas em viveiros, que geralmente estão contaminadas por fungos. Os métodos tradicionais de “esterilização” da terra são caros e anti-ecológicos.

Um deles é o uso de um tipo de forno que aquece a terra a uma temperatura que mata os fungos. Além de cara, tal medida acarreta na queima de madeira para aquecer o forno, poluindo o ar. A segunda opção é pulverizar sobre a terra o gás brometo de metila, que além de altamente tóxico (sua manipulação incorreta pode levar à morte) apresenta um grave efeito colateral: mata os microorganismos benéficos além dos maléficos, causando o chamado “vácuo ecológico”.

Uma solução alternativa e ecologicamente correta é o tratamento do solo com energia solar, usando um coletor desenvolvido pela engenheira agrônoma Raquel Ghini, do Centro de Meio Ambiente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

O coletor solar pode ser construído por qualquer um, a custo acessível. Aprenda:
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Menos uma substância a prejudicar a camada de ozônio

Mônica Pinto

Desde o dia 31 de dezembro passado, está proibido o uso do brometo de metila na agricultura brasileira. O agrotóxico era bastante utilizado em sementeiras de hortaliças e flores, para desinfestação de solo ou substrato (mistura de solo com matéria orgânica para cultivo de plantas em recipientes).

A proibição, regulamentada pela Instrução Normativa Conjunta 01 de 10 de setembro de 2002 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa -, atesta que o Governo está empenhado em fazer o seu dever de casa na luta contra o aquecimento global.

O brometo de metila, gás que age como inseticida e fumigante, mata os insetos, os patógenos (nematóides, fungos e bactérias), ervas daninhas e qualquer outro ser vivo presente no solo e na zona de sua penetração.

Cada átomo de bromo do brometo de metila que alcança a atmosfera destrói 60 vezes mais ozônio do que o átomo de cloro dos clorofluorcarbonetos (CFCs), muitos mais ilustres como vilões do efeito estufa.
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Novo relatório: grãos transgênicos ainda não tiveram êxito

É … Será que as pessoas precisam da picada do escorpião para saber que o bicho é peçonhento? Parece que sim.

Tomara que dê tempo de voltarmos aos grãos tradicionais.

Podemos ter melhoramento genético através de seleção dos melhores grãos, cruzamentos de grãos da mesma espécie mas de variedades diferentes – como o trigo convencional mais trigo selvagem -, mas não, temos que bancar os Deuses e inserir genes de espécies diferentes, que a natureza não faz por algum motivo.

Só nos resta continuar postando as notícias e falar com agricultores para mostrar a verdade.

A verdade está lá fora mas também está no Rio Grande do Sul, perdendo produtividade por uso de transgênicos.

Quanto tempo será que irá demorar para conseguirem voltar a vender o grão tradicional?

Porque mesmo que se volte a plantar o grão tradicional, ainda haverá a contaminação por algum tempo, das sementes transgênicas que ficaram no chão durante a colheita.

Alguém já leu um relatório chamado os arquivos da monsanto?

Tenho uma fotocópia mas preciso digitar para colocar na página, porque mostra toda a conspiração para a monsanto dominar o mundo – pink e cérebro?

Trabalho mostra que mais de 70% das plantações de transgênicos em larga escala continua limitada a dois países (os Estados Unidos e a Argentina).

Kuala Lumpur (Malásia), Lagos (Nigéria), Bruxelas (Bélgica) – Um relatório de Amigos da Terra Internacional, lançado em 9 de janeiro, mostra que os grãos geneticamente modificados não conseguiram enfrentar os maiores desafios dos produtores em todo o mundo e que mais de 70% das plantações de transgênicos em larga escala continua limitada a dois países (os Estados Unidos e a Argentina).

O novo relatório “Quem se Beneficia com os Grãos Geneticamente Modificados? Uma análise do desempenho global dos grãos geneticamente modificados 1996-2006” também afirma que a “segunda geração” de grãos transgênicos com “atributos atraentes”, que a indústria prometeu há tempos, não apareceu.

“Nenhum grão transgênico no mercado hoje oferece benefícios ao consumidor em termos de qualidade e preço e não tem feito nada para aliviar a fome e a pobreza na África ou em qualquer outro lugar,” diz, na Nigéria, Nnimmo Bassey, de Amigos da Terra/África. “A grande maioria dos grãos transgênicos cultivados atualmente são usados para fornecer ração para a pecuária nos países ricos”, acrescenta.

O relatório aponta que, no Brasil, a produtividade de soja tem caído desde 2002, período de introdução da soja transgênica, em variedades possivelmente menos resistentes ao calor e a seca que as convencionais, e que produtores do Estado do Rio Grande do Sul relatam que a variedade de soja RR, transgênica, sofreu maior queda em produtividade do que a soja convencional durante a estiagem de 2004/2005.

Segundo o relatório, os grãos transgênicos comercializados hoje aumentaram o uso total de agrotóxicos, ao invés de diminuí-lo, e não resultaram em uma colheita maior em comparação às sementes convencionais. O meio ambiente não se beneficia do seu uso e as plantações de grãos geneticamente modificados serão cada vez menos sustentáveis no médio e longo prazo.
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Supermercado adota sacola ecológica


Eli Araujo

A rede de supermercados Cidade Canção, de Maringá, adotou uma sacola ecológica com o objetivo de reduzir os danos ao meio ambiente. A idéia da nova sacola foi apresentada à direção do supermercado pela FUNVERDE, uma organização não-governamental (ONG) que atua na cidade há quase 8 anos. Segundo o presidente da ONG, Cláudio José Jorge, a rede de supermercados de Maringá é a primeira do Brasil a usar a sacola em larga escala.

Só para se ter idéia, a sacola tradicional usada nos supermercados demora quase um século para se decompor, enquanto as sacolas ecológicas demoram um ano e meio quando mantidas dentro de casa ou no máximo meio ano quando em contato com a terra. Aparentemente, os dois tipos de sacolas não apresentam nenhuma diferença.

A fase de testes para a implantação da sacola ecológica começou no final de outubro do ano passado, com a compra de um lote de dois milhões de unidades. E ainda não foi feita nenhuma campanha para informar os consumidores. Por isso, a professora Juliana Rigolin Fraguas não sabia da novidade. ”Eu achava que fossem sacolas normais mesmo, não sabia que eram diferenciadas. Isso é muito bacana”.

Segundo ela, a preocupação com o meio ambiente deve começar o mais cedo possível. ”Hoje esse tipo de cuidado é muito necessário e em casa a gente já procura reciclar as coisas”. Para ela, a decisão do supermercado vai atrair mais clientes. ”A idéia é muito interessante e acho que vai atrair principalmente as pessoas preocupadas com a natureza”.

O corretor de imóveis José Carlos Druzian aprovou a iniciativa. ”Tudo aquilo que vem em benefício do meio ambiente é ótimo. Todas as empresas deveriam ter essa preocupação. Isto deveria ser adotado não apenas pelos supermercados, mas por todos os estabelecimentos que usam sacolas”.

Druzian acha que o mercado deveria aproveitar a oportunidade para informar melhor os consumidores sobre o assunto. ”Essa é uma informação relevante, que deve ser levada a todas as pessoas”.

Para a bióloga e pesquisadora, Clarice Gravena, da Universidade Estadual de Maringá, as pessoas devem saber que o ato de descartar uma sacola de maneira errada pode causar muitos danos ao meio ambiente. ”Parece que não, mas se você joga uma, o outro joga outra, isso vira um volume muito grande porque são milhões de pessoas que consomem isso todos os dias. Nós corremos o risco de ter tanto acúmulo de lixo que daqui a pouco não temos onde ficar”, afirma.

A pesquisadora já tinha conhecimento que o supermercado usa a sacola ecológica e avalia que a medida é positiva. Ela fez pós graduação na Inglaterra, onde os supermercados restrigem o uso de sacolas. ”Lá, eles só dão a sacola se você pedir; eles recomendam para a pessoa reaproveitar a sacola que tem em casa para evitar desperdício. Com esse uso racional, a gente tem redução de custos e principalmente de danos ao meio ambiente”.

Iniciativa gera boa imagem

A idéia de adotar as sacolas plásticas ecológicas nasceu na organização FUNVERDE, criada em Maringá em 1999, com o objetivo de revitalizar as matas ciliares do município. A ONG já efetuou o plantio de mais de 30 mil árvores às margens de córregos e rios.

Ao fazer o trabalho de limpeza dos rios, os integrantes da ONG encontraram grande quantidade de garrafas pet e sacolas plásticas dos supermercados. A partir desta constatação, o presidente da Funverde, Cláudio José Jorge iniciou uma pesquisa para reduzir o impacto causado pelos plásticos ao meio ambiente. Ele descobriu que alguns países da Europa usavam sacolas com adição de 1% de uma resina que permite a decomposição do material no máximo em um ano e meio. O nome técnico é sacola oxibiodegradável.

Jorge apresentou a idéia a vários supermercados de Maringá e a rede Cidade Canção resolveu fazer um teste de qualidade, resistência e aceitação junto aos consumidores. Segundo o gerente de marketing do supermercado, Célio Kuratani Hata, o consumidor está recebendo a medida com simpatia. ‘‘Há uma grande preocupação com o lixo e outros poluentes. E as pessoas sabem reconhecer as empresas que agem com responsabilidade social. Isto cria uma boa imagem’’, reconhece.

O presidente da Funverde informa que o lançamento oficial da sacola será no próximo dia 5 de fevereiro. Segundo ele, as sacolas serão adotadas também nas feiras de Maringá em ‘‘caráter experimental’’. Existe a possibilidade de que outros supermercados da cidade também passem a usar as sacolas ecológicas. (Folha de Londrina)