As árvores do horto florestal que o PT cortou

Em 2003, a prefeitura da administração anterior cortou todas as árvores em volta do horto florestal.

Pior, deixaram os troncos com aproximadamente 1 metro de altura. Se alguém que estiver caminhando em volta do horto e tropeçar pode se ferir gravemente.

Estamos iniciando um projeto para replantar todas estas árvores, de preferência espécies com floração exuberante, atraindo turistas.

Insistimos para que o novo plano diretor de arborização da cidade siga os moldes do plano de 1952 de Anibal Bianchini, onde previa que a cada estação tivéssemos pelo menos uma espécie arbórea florindo, tornando a arborização ser incluída como roteiro turístico da cidade.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 22 de abril de 2006 – sábado

Primeiro dia do plantio atrás do Posto São Nicolau, no Córrego Mandacaru. 

Mesmo com o trator fazendo os buracos, tem lugar que tem muito entulho ou é muito acidentado e o trator não entra, sendo necessário fazer o buraco com a cavadeira.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 08 de abril de 2006 – sábado

Como a SAOP ainda não teve tempo de roçar a mata ciliar do Córrego Diamante, trouxemos a roçadeira costal e alguns facões para nós mesmos começarmos a roçada e podermos estaquear.

As árvores estão sofrendo muito, sendo abafadas pelo capim colonião. São árvores que foram plantadas em dezembro e desde esta data ainda não teve roçada de manutenção. 

O Vagner assumiu a roçadeira costal.

O Vagner está deitado no asfalto de puro cansaço.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 01 de abril de 2006 – sábado

A SEMAA conseguiu uns 1.000 bambus para estaquearmos as árvores plantadas no Córrego Diamante.

Por falta de bambu tivemos que plantar o Córrego Diamante inteiro sem estaquear.

Normalmente estaqueamos no momento do plantio para ficar mais fácil. 

 

O mato cresceu tanto que tivemos que parar o estaqueamento. O mato está mais alto que os bambus e quando for feita a roçada, o bambu pode estragar as roçadeiras. teremos que estaquear só onde não tem mato.

Pelos nossos cálculos, o colonião está crescendo em média, 1 metro ao mês, pois esta área foi roçada em dezembro de 2005.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 30 de março de 2006 – quinta-feira

Preparação do terreno atrás do posto São Nicolau, na Av Alexandre Rasgulaeff para plantio.

No local há muitas nascentes que desaguam no Córrego Mandacaru cheias de peixes.

Depois de terminarmos o Córrego Diamante – apesar de ainda estarmos fazendo manutenção neste córrego por causa da queimada criminosa no carnaval – podemos continuar o Córrego Mandacaru, que esperamos terminar de plantar em 2006.

Em 2007 iniciaremos o Córrego Maringá.

Este local é pequeno, provavelmente só caberão umas 500 árvores.

O tratorista da prefeitura veio fazer os buracos

Novas logos da FUNVERDE

Hoje inauguramos a nova logo da FUNVERDE.

A criação da logomarca ficou a cargo do publicitário Eduardo Marçal, voluntário da FUNVERDE. A logo já foi registrada.

Nenhuma logo da FUNVERDE pode ser utilizada sem autorização por escrito.

 

Ele criou tambem a logomarca para o PROJETO MATA CILIAR FUNVERDE. Desenvolvemos este projeto desde 2004. Todos os sábados plantamos 500 árvores. Mas o projeto também envolve limpeza de rios e outras atividades afins.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 18 de março de 2006 – sábado

Hoje vieram muitos voluntários, então pudemos separá-los em dois grupos, um plantando e o outro limpando o rio.

O Cláudio e Edmundo foram verificar o estado das minas depois das enchentes. Estas nascentes brotam no meio do bananal.

Na imagem ampliada dá para ver melhor a água.

Estes plásticos estão pendurados na cerca porque a água sobe até esta altura em dias de chuva forte. Isto é o que fica preso, o resto vai poluir outros rios.

 

Esta é a continuação da cerca que chega até à Avenida Doutor Alexandre Rasgulaeff. Ao fundo as chuvas carregaram árvores para dentro do rio, diminuindo a vazão das águas e fazendo com que a água cubra a avenida quando chove.

Iniciando a limpeza.

Por hoje, terminamos.

 

Levando o lixo para o destino correto.

 

As árvores são deixadas agrupadas em 50 mudas em vários locais, porque são pesadas para se ficar carregando longe e assim facilita para os voluntários.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 11 de março de 2006 – sábado

O voluntário David trouxe em cima do carro 30 mudas de árvores nativas.

 

O Luiz Henrique ficou encarregado de tirar o lixo que a enchente decorrente da chuva depositou em cima das árvores.

O caminhão do Edmundo que estava carregando as mudas atolou. Ainda tem muita lama no local.

 

Como a prefeitura não pode fazer buracos esta semana, tivemos que usar as cavadeiras, enxadas e enxadões.

 

Recolhendo o lixo – embalagens das árvores plantadas.

O Lixo deixado pela chuva no Córrego Diamante x Córrego Mandacaru, quase chegando na Avenida Doutor Alexandre Rasgulaeff. Forma-se uma cortina de lixo.

Observe o tamanho do tronco que foi levado para dentro do rio.

 

Porque a PET é atraida para os rios?

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 07 de março de 2006 – terça-feira

Trote ecológico dos calouros de biologia da UEM. Dos 40 compareceram 26.

Início, todos limpinhos – ainda.

A foto não está desfocada. É só mais uma tempestade de verão caindo.

Depois de conhecerem o Córrego Diamante e terem uma explicação sobre o projeto, uma caminhada pelo plantio.

Abandonando os sapatos

Hidratando.

Desenterrando os buracos que estão cheios de lama depois da tempestade de sábado passado.

Por causa da lama, o caminhão do viveiro não pode entrar no local do plantio e os calouros tiveram que andar até a estrada – uns 300 metros – para buscar as mudas e levar até o local dos buracos.

Para não perder o costume, quando estávamos voltando para a UEM, vimos uma fumaça ao longe. O incendiário atacou novamente.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 06 de março de 2006 – segunda-feira

Depois de ouvir na CBN que a tempestade de sábado – da qual tivemos que fugir no sábado às 15:00 – tinha destruído fundos de vale da cidade, fomos ver o tamanho do estrago e também ver se os buracos feitos na sexta-feira e no sábado não estavam cobertos de lama. Amanhã tem o trote ecológico de biologia da UEM.

Descendo a Rua Mário Clapier Urbinati, já vimos plásticos e PETs entupindo bueiros. As pessoas realmente não sabem para que servem as lixeiras.

 

A rua passa por cima do Córrego Mandacaru, e todo o lixo das redondezas da UEM acaba indo parar no rio, principalmente plásticos e PETs.

 

As copas das árvores estavam cobertas de capim e lixo. Calculamos que a água deve ter subido mais de 2 metros.

Logicamente, os Córregos Mandacaru e Diamante ficaram cheios de plástico.