
Então aqui estão alguns dos projetos que a FUNVERDE desenvolve com seus membros, voluntários e estagiários.
Não estão todos aqui porque os dados estão em apresentações, folders, espalhados, mas conforme for me lembrando vou adicionando os projetos.
PROJETO MATA CILIAR

A FUNVERDE iniciou em agosto de 2004, o PROJETO MATA CILIAR. Maringá tem 70 quilômetros de fundos de vale, 32 córregos e 68 nascentes catalogadas. O objetivo deste projeto é revegetar a mata ciliar de todos os córregos e nascentes de Maringá, da região e finalmente do Paraná. A FUNVERDE não definiu tempo para a finalização deste projeto, pois a quantidade de tempo e de arvores que serão destinadas a este projeto é muito grande. Finalizamos em dezembro de 2005, o Córrego Diamante, com o plantio de aproximadamente 10.000 árvores nativas com tamanho mínimo um metro e meio. Finalizamos o Córrego Mandacaru em dezembro de 2006, com o plantio de mais de 20.000 árvores nativas com tamanho mínimo um metro e meio. Em 2007 iniciamos o plantio da mata ciliar do Córrego Nazaré e do Córrego Maringá. Este projeto se desenvolve somente aos sábados durante duas horas – das 14:00 às 16:00, de fevereiro a novembro – com a participação semanal de aproximadamente 50 voluntários e estagiários. Para podermos nos certificar de que as mudas plantadas irão crescer e também para termos resultados mais rápidos, utilizamos sempre mudas de no mínimo 1,5 m de altura. Somente utilizamos mudas de espécies florestais nativas da região, no caso de Maringá, espécies da floresta estacional semidecidual. Plantamos 25% de frutíferas nativas para atração da avifauna, pois não adianta replantar a mata ciliar sem plantar frutas para os pássaros e animais comerem. Um outro grande problema com que nos deparamos durante a execução do projeto é o lixo que se acumula nas curvas dos rios, composto principalmente por sacolas plásticas de compras. Claro que tem todo tipo de lixo, como pneu, fogão, sapatos e roupas, PET … mas a grande maioria é de sacolas de supermercados. Este lixo está aumentando visivelmente com o passar do tempo, por isso, durante o período de revegetação de um local, estamos simultaneamente fazendo a limpeza das margens e de dentro dos rios. Só que notamos que não adiantava nada limpar os rios porque era só chover e as sacolas estavam de volta. Elas são muito leves, são levadas pelo vento, pelas enxurradas, então decidimos que tínhamos que resolver este problema. Do projeto mata ciliar nasceram três projetos, o projeto sacolas ecológicas, o projeto sacolas retornáveis e o projeto do manual de recuperação de mata ciliar.
PROJETO SACOLAS ECOLÓGICAS

Foi aí que em 2005 nasceu o PROJETO SACOLAS ECOLÓGICAS, que está trocando as sacolas de mercado convencionais que demoram 500 anos para se decomporem por sacolas de mercado oxi-biodegradáveis que em 18 meses já terão desaparecido do planeta, com o objetivo de acabar com a poluição na cidade, nos fundos de vale, rios e mares. Em todos os lugares que você compra, você ganha sacolas de mercado, saquinhos para legumes e verduras no mercado - inclusive 1 cabeça de alho – açougue, videolocadora, feira, padaria, farmácia – com 1 aspirina – e tente se lembrar de tantos outros lugares. Esses plásticos, se tivermos sorte, vão para o lixão, mas normalmente acabam jogados nas ruas e depois das chuvas, dentro dos rios. Esses plásticos são uma herança para nossos descendentes, que pode e deve ser evitada. A tecnologia existe, o preço é menos que 10% maior do que a sacola convencional, agora é só iniciar a mudança. Vários estados brasileiros estão criando legislação que obriga o primeiro e o segundo setor a trocar a sacola convencional por sacola oxi-biodegradável, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso. Existe também lei federal que deve ser aprovada ainda este ano. Existem mais de 90 fábricas habilitadas no Brasil a produzir estas sacolas. Para maiores detalhes, visite a página da FUNVERDE.
PROJETO SACOLAS RETORNÁVEIS

Este projeto nasceu em 2005, junto com o projeto sacolas ecológicas. Incentiva o uso de sacolas feitas de tecido ou qualquer material que se possa utilizar indefinidamente, que podem ser usadas indefinidamente, sem prejudicar o planeta. Lembre-se, seus avós passaram a vida inteira indo fazer compras com esta sacola e sobreviveram, ou melhor, sobreviveram sem poluir o planeta. A pegada ambiental deles foi ridiculamente pequena se comparada com a nossa.
PROJETO MANUAL DE RECUPERAÇÃO DE MATA CILIAR
No início do projeto tivemos problemas por não encontrar nenhum manual simples, que ensinasse um leigo a recuperar a mata nativa de sua propriedade.Nos fundos de vale das cidades, normalmente residem pessoas simples, que tem o desejo de plantar árvores para proteger a água, mas não sabem como fazer. Pensando nisso em 2004 a FUNVERDE lançou a primeira versão do manual de recuperação de mata ciliar. Um manual simples para que qualquer pessoa, independendente da formação acadêmica pudesse saber espécies, espaçamento, tratos culturais das árvores plantadas. Esse manual inicial contava com 100 espécies nativas da floresta estacional semidecidual, a que o Paraná pertence. Hoje estamos revisando este manual, que já conta com 400 espécies nativas, das quais 100 são de frutíferas nativas para atração da avifauna e para que os humanos possam também consumir estas frutas.
PROJETO TRANSFORMAÇÃO DE ÓLEO USADO EM SABÃO/BIODIESEL

Este projeto nasceu em 2007 e se estenderá até o final de 2008, quando teremos os dados de consumo de óleo de todos os estabelecimentos da cidade. 20 estagiários estão indo nos estabelecimentos do setor alimentício com um questionário para determinar como é utilizado o óleo de cozinha, práticas ambientais do estabelecimento, incentivando a reciclagem, destinação dos resíduos, ensinando economia de água, eletricidade … ensinar as empresas a economizar recursos naturais para as próximas gerações. 1ª fase – mapeamento dos maiores consumidores de óleo vegetal e descobrindo a destinação para este óleo pós-consumo – estabelecimentos do setor de alimentação como restaurantes, pizzarias, feiras, pastelarias, hospitais, refeitórios de empresas, lanchonetes … 2ª fase – destinação do óleo pós-consumo para fábricas de biodiesel ou de sabão, em container apropriado – bombonas.
PROJETO CURSO DE SABÃO

Este projeto nasceu em 2007 em conjunto com o projeto de transformação de óleo usado em sabão/biodiesel e se estenderá até o final de 2008. 20 estagiários estão envolvidos no projeto, realizando treinamento para produção artesanal de sabão a partir de óleo vegetal pós-consumo. Este projeto é direcionado a igrejas, condomínios e associações de bairros e tem o objetivo de conscientizar a dona-de-casa da destinação correta do óleo – colocar em PET e deixar para coleta seletiva, aumentando a renda do catador de lixo reciclável. Junto com o curso de sabão ensinamos boas práticas ambientais – economia de água, eletricidade, separação de lixo, incentivo à mudança de padrão de consumo, comprando somente em estabelecimentos que se preocupam com o planeta, consumir produtos orgânicos …
PROJETO AQUECEDOR SOLAR DE BAIXO CUSTO
Este projeto nasceu em 2006 e não tem data para terminar. Curso de aquecedor solar de baixo custo, feito de garrafas pet e embalagens de leite tetra pack. Um aquecedor pode ser construído em 8 horas, por pessoas sem nenhum treinamento específico. 30% do custo da eletricidade de uma casa vem do chuveiro e este aquecedor além de gerar água quente para o chuveiro, pode ser utilizado para aquecer torneiras, máquinas de lavar roupas, gerando economia doméstica e não pressionando os recursos naturais, pois quanto mais se utiliza energia elétrica, há mais necessidade de construção de usinas hidrelétricas, que destroem terras férteis, biomas que jamais serão recuperados, destroem habitats de potenciais remédios vindo de animais ou plantas para doenças que ainda nem imaginamos que ocorrerão no futuro.
PROJETO CALÇADA LIMPA
Este projeto nasceu em 2006 e não tem data para terminar. Conscientização para os donos de cães que saem para passear coletarem as fezes de seus animais em conjunto com a distribuição de luvas para a coleta das fezes. Fezes de animais, além de sujarem as ruas causando poluição visual, transmitem doenças para humanos.
PROJETO DIVULGAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS NAS EMPRESAS
Este projeto nasceu em 2007 e se estenderá até o final de 2008, quando teremos o diagnóstico das práticas ambientais dos estabelecimentos comerciais da cidade e que servirá de amostra para outras cidades do mesmo porte. 20 estagiários estão envolvidos no projeto, indo a todos os estabelecimentos das cidades com questionário para determinar o grau de compromisso ambiental dos comerciantes e como eles utilizam os recursos naturais. Depois de coletadas as informações teremos um panorama de como está uma cidade de porte médio e vamos definir programas para serem desenvolvidos junto ao segundo setor. Já é passada a hora do segundo setor fazer sua parte pelo planeta.
PROJETO LÂMPADA INCANDESCENTE, DIGA NÃO

Projeto que irá banir as fábricas de lâmpadas incandescentes do país. 20% da conta de energia elétrica vem das lâmpadas incandescentes, trocando as lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorecentes irá gerar economia doméstica e não pressionar os recursos naturais, pois quanto mais se utiliza energia elétrica, há mais necessidade de construção de usinas hidrelétricas, que destroem terras férteis, biomas que jamais serão recuperados, destroem habitats de potenciais remédios vindo de animais ou plantas para doenças que ainda nem imaginamos que ocorrerão no futuro.. A lâmpada fluorescente afeta (para melhor) o aquecimento global, não apenas porque a incandescente irradia calor. Na verdade, ela colabora para a redução da temperatura global por exigir menos energia para funcionar. Uma lâmpada fluorescente gasta 10 vezes menos e dura 10 vezes mais do que uma lâmpada incandescente. Estudo de caso – na Espanha, há cerca de 350 milhões de lâmpadas, média de 25 por residência. Cerca de 20% da conta de luz deve-se às lâmpadas. Se todas as incandescentes fossem substituídas, a Espanha economizaria perto de 10.000 gigawatt-horas, o equivalente a 6,5 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano, ou a mesma produção de 650 mil espanhóis, por ano. Se a COPEL – companhia de energia do Paraná distribuísse lâmpadas fluorescentes para as famílias beneficiárias do programa luz fraterna, além de não pesar no bolso da classe média – afinal o dinheiro vem de algum lugar e é lógico que do bolso do consumidor, nós sustentamos estas famílias - ainda ajudaria o meio ambiente.
PALESTRAS DE BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS

Palestras proferidas em clubes de serviço, igrejas, empresas, associações de bairro, condomínios, associação comercial e qualquer lugar onde formos chamados. Estas palestras pretendem mudar o padrão de consumo das famílias brasileiras, ensinando a economizar água, luz, reciclar, comprar menos e melhor, explicando a todos que os recursos naturais são finitos e temos que aprender a viver uma vida mais simples. Optar sempre por tudo que é mais natural, como comprar produtos orgânicos, evitar sempre produtos que contenham transgênicos, deixar área permeável nas casas, não jogar lixo nas ruas, atitudes simples que todos deveríamos ter naturalmente, sem imposição. Mudanças de hábito simples como parar de varrer a calçada com mangueira de água, trocar a descarga de válvula por caixa de descarga, dar destinação correta de resíduos líquidos e sólidos,. Devemos lembrar a todos que o inicio de tudo é o lar, fazendo a nossa parte em casa, nos demais locais, isso é automático.
Ajude-nos a preservar este planeta para as futuras gerações, elas não têm culpa do mal que estamos fazendo ao meio ambiente. Se engaje em um de nossos projetos, comece em casa, separando seu lixo, evitando desperdício de água, energia elétrica, reciclando o que for possível. São pequenas ações que irão fazer diferença quando multiplicamos por mais de seis bilhões de pessoas.

cascavel vive do desvio de verbas, e a sec de cultura representa a maior incompetecia possivel, não sei como os artistas profissionais vivem lá, aqui em toledo estamos dando um banho em cascavel que é terra de bandido, por isso , por causa deste descaso na cultura , que até o filho do prefeito é viciado em crack ( o calé) será que já nao basta de descaso, será que os ricos caipiras não aprenderam que a cultura é o caminho, vlorizar os grupos locais tanto profissionais como os amadores seria o correto, fomos ver o festival de teatro de lá , e deu até dó de ver , um teatro sem qualidade, e o festival de cinema, que merda era aquela, elogios só para a dança e os musicos .
edgar planta e colhe ignorancia
Gostei muito da iniciativa de produzir estas sacolas, so tomei parte hoje(28/02/2010) pois fui comprar um remédio e a farmácia o envolveu nesta sacola.Esta campanha de evitar a sacolinha é ótima mais deveria ser mais divulgada na midia os danos que esta praga faz ao ambiente, fui fazer uma campanha em um supermercad pela faculdade cujo o tema foi o SACO È UM SACO e pude notar a desenformação por parte dos cidaões, muitos me perguntaram se realmente era verdade estes impactos que as sacolinhas trazem.Bom a campanha é boa de adquirir estas sacolas oxy-biodegradaveis,só depende da conciência de cada um para fazer valer esta iniciativa.
agiuardo resposta como comprar
aguardo resposta como comprar
Achei o artigo interessante do ponto de vista de controle do uso do plástico mas acho que ainda fica faltando uma conscientização da reciclagem do plástico que o devolve o carbono a cadeia de produção e retira do meio ambiente a sacola plástica, a garrafa pet, e etc.
Outro fator a ser observado é a implementação do plástico oxi-biodegradável que não encontra validade na sua biodegradação, e ao invés disso, o que ocorre a deterioração e fragmentação da sacola em partículas que não vemos a olho nu, mas as mesma continuam no ambiente.
Partindo deste ponto, o que seria melhor: a visualização do problema ou uma maquiada no mesmo?
Acho que o ideal é diminuirmos o consumo de plástico através de sacolas retornaveis, sejam elas mochilas, carrinhos de feiras, bolsas de marca e até mesmo sacolas plásticas reutilizadas diversas vezes. Incluindo nisso uma conscientização a partir do investimento em educação, informando a todos sobre a reciclagem e coleta seletiva, invés do descarte aleatório.
Uma outra medida prática é não fazer compra de sacos plásticos para lixo. Mas a cabo disso surge outra questão: como descartar nosso lixo para as companhias coletoras? A COMLURB-RJ não aceita que o lixo seja descartado em “ecobagas de pano” por exemplo, e nem em sacos de papel. Já a sacola plástica tem a sua função de selar os liquidos provenientes do lixo.
Em função disso tudo acho que ocorre uma grande demonização do plástico, sem levar em consideração do seu uso e da sua praticidade para a sociedade.
Nada como um pensamento crítico e consciente para resolver pequenas questões que afetam toda a sociedade e rever “verdades” que são formadas por grupos de interesse.
PS: Não sou defensor do plástico só estou contribuindo com informações .colhidas.
***
Duda,
Respostas para suas perguntas.
Achei o artigo interessante do ponto de vista de controle do uso do plástico mas acho que ainda fica faltando uma conscientização da reciclagem do plástico que o devolve o carbono a cadeia de produção e retira do meio ambiente a sacola plástica, a garrafa pet, e etc.
RESPOSTA: Não fica faltando não, pois temos o projeto resíduo zero que ensina condomínios a fazerem a separação do lixo, das lâmpadas, pilhas e baterias e óleo usado, damos consultoria para prefeituras que querem aumentar a vida útil dos aterros em 95% com a compostagem e reciclagem, então o ciclo fica completo. Se você ler nossa página com mais atenção, verá que estamos apoiando e fazendo lobbie para acabar com as garrafas one way, para se utilizar somente garrafas de vidro reutilizáveis e o próximo passo é a lei para banir também a PET nos refrigerantes, voltando o uso de vidro reutilizável. Se você ler nossa página mais profundamente – afinal a página existe desde 2005 e tem mais de 1.000 artigos – , perceberá que o objetivo final da FV é banir as sacolas de plástico de uso único e quando algum prefeito ou governador, vereador ou deputado nos solicita, temos projeto lei de utilização de oxi-biodegradável que prevê o banimento gradual destas sacolas de uso único até restar somente a sacola retornável, a única alternativa viável para carregar compras.
Outro fator a ser observado é a implementação do plástico oxi-biodegradável que não encontra validade na sua biodegradação, e ao invés disso, o que ocorre a deterioração e fragmentação da sacola em partículas que não vemos a olho nu, mas as mesma continuam no ambiente.
RESPOSTA: Qualquer fruta, legume ou verdura, a unha do dedão do pé e o cabelo que você corta, o jornal, uma folha de grama ou a flor de um ipê, todo organismo vivo primeiro se degrada para então posteriormente se biodegradar, a exemplo do plástico oxi-biodegradável, que em muitos casos se biodegrada muito antes dos exemplos citados acima, sendo que o plástico oxi-biodegradável volta para o planeta em forma de biomassa – adubo – água e uma pequena quantidade de CO2, isto tudo em aproximadamente 18 meses, ao contrário do plástico convencional que demora até cinco séculos poluindo e plastificando a mãe terra. A FV é uma fundação de meio ambiente com compromisso para com a humanidade e o planeta e nossos projetos sempre prevêem diminuir o consumo, diminuir a retirada de recursos naturais do planeta, reciclar, recuperar e pesquisa sempre novas tecnologias para que este objetivo seja alcançado, portanto, você acha mesmo que depois de um ano de pesquisa, iniciada em 2004, que foi à procura de uma tecnologia para desplastificar o planeta teríamos, em 2005, lançado o projeto sacolas ecológicas sem ter todos os laudos para se certificar de que a tecnologia era eficaz e segura ambientalmente? Temos dezenas de laudos nacionais e internacionais comprovando a eficácia e a segurança ambiental do plástico com ciclo de vida útil controlado D2W. Não podemos viver na idade média, temos que pesquisar e usar tecnologias que mudem nossa vida, que garantam a continuidade dos humanos no planeta, claro que sempre embasados em laudos e pesquisas.
Partindo deste ponto, o que seria melhor: a visualização do problema ou uma maquiada no mesmo?
RESPOSTA: Não estamos maquiando o problema, mas sim, resolvendo o problema da plastificação mundial e estamos lutando por isso desde 2004, com ótimos resultados, com leis e mudança de comportamento da população na sua relação insana com as malditas sacolas plásticas de uso único. Ninguém antes da FV abordou este gravíssimo problema das sacolas plásticas, e dizemos mais, ninguém detém tantos dados técnicos da plastificação do país como nós, após anos de levantamento de dados. Mas não fizemos só isso, além de acordar o Brasil para o problema, encontramos a solução, portanto, não entendemos como você pode nos acusar de maquiar um problema, muito estranha esta sua afirmação.
Acho que o ideal é diminuirmos o consumo de plástico através de sacolas retornaveis, sejam elas mochilas, carrinhos de feiras, bolsas de marca e até mesmo sacolas plásticas reutilizadas diversas vezes. Incluindo nisso uma conscientização a partir do investimento em educação, informando a todos sobre a reciclagem e coleta seletiva, invés do descarte aleatório.
RESPOSTA: Estas suas indagações já estão respondidas nos parágrafos anteriores e estamos agindo em todas estas áreas, da educação ambiental à proposição de leis tanto no Brasil como no exterior.
Uma outra medida prática é não fazer compra de sacos plásticos para lixo. Mas a cabo disso surge outra questão: como descartar nosso lixo para as companhias coletoras? A COMLURB-RJ não aceita que o lixo seja descartado em “ecobagas de pano” por exemplo, e nem em sacos de papel. Já a sacola plástica tem a sua função de selar os liquidos provenientes do lixo.
RESPOSTA: A solução final é banir sim a sacola plástica de uso único com multas para quem distribuir e usar, acondicionar o lixo orgânico somente em saco de lixo oxi-biodegradável feito de plástico reciclado – para criar demanda para o plástico reciclado e gerar renda para o reciclador -, usar container reutilizável – caixa de papelão, saco de juta, tambor de plástico ou do que quiser, desde que seja não descartável – para o lixo reciclável que deve estar limpo e seco e assim diminuir em 75% o uso do saco de lixo e as cidades realizarem compostagem com o lixo orgânico – o saco de lixo oxi-biodegradável pode ser compostado junto – aumentando assim vida útil dos lixões e aterros em 95% e proporcionando dignidade ao coletor de recicláveis e compostáveis, que prestam um serviço inestimável a toda a sociedade.
Em função disso tudo acho que ocorre uma grande demonização do plástico, sem levar em consideração do seu uso e da sua praticidade para a sociedade.
RESPOSTA: ninguém está demonizando o plástico de uso permanente, mas sim o plástico de uso único que corresponde a 80% de todo o plástico fabricado, que é utilizado somente uma vez e depois deixado de herança para os seres do amanhã. Veja bem, 20% de todo o lixo coletado diariamente corresponde a plástico e 50% desse plástico corresponde a sacolas plásticas de uso único que não tem valor comercial, portanto este plástico não é reciclado jamais, num país em que a taxa geral de reciclagem não chega a 1% e que mais de 85% de todas as cidades só contam com lixões a céu aberto. São descartadas do país anualmente mais de 20 bilhões de sacolas plásticas de uso único e que ficarão aí, poluindo, entupindo bueiros, matando animais por 500 anos e você diz que demonizamos o plástico? Não precisamos, esta é uma invenção por si só demoníaca e deve ser banida, legada ao esquecimento e as pessoas tem que entender que se não dermos um passo atrás ao esquecer esta invenção e retornarmos ao velho hábito da sacola retornável, nossos descendentes estarão pisando não em solo fértil, mas em montanhas de plástico antes num futuro não muito distante.
Nada como um pensamento crítico e consciente para resolver pequenas questões que afetam toda a sociedade e rever “verdades” que são formadas por grupos de interesse.
PS: Não sou defensor do plástico só estou contribuindo com informações colhidas.
RESPOSTA: Os membros da FV não tem o perfil de ambientalista de escritório, isto é, aqueles que reclamam na mídia, querem seus 15 minutos de fama, mas não resolvem os problemas e só ficam gritando que o mundo está acabando mas sem apresentar nenhuma proposta para salvar o mundo. Nós da FV detectamos o problema, pesquisamos as soluções e finalmente as aplicamos, em uma união do primeiro, segundo setor e terceiro setor. Se ainda tiver dúvidas sobre a lei de sacolas plásticas e a nossa batalha contra a plastificação planetária ou ainda, perguntas sobre qualquer um de nossos projetos, por favor, entre em contato novamente que teremos o maior prazer em responder a todas as suas perguntas e assim quem sabe, ajudar a esclarecer dúvidas de outros leitores. Você também está convidado a participar do Fórum sobre o ciclo de vida de embalagens plásticas com foco no descarte final que ocorrerá no dia 19 de março de 2009, sexta-feira, na câmara municipal de Piracicaba, SP.
Duda,
Respostas para suas perguntas.
Achei o artigo interessante do ponto de vista de controle do uso do plástico mas acho que ainda fica faltando uma conscientização da reciclagem do plástico que o devolve o carbono a cadeia de produção e retira do meio ambiente a sacola plástica, a garrafa pet, e etc.
RESPOSTA: Não fica faltando não, pois temos o projeto resíduo zero que ensina condomínios a fazerem a separação do lixo, das lâmpadas, pilhas e baterias e óleo usado, damos consultoria para prefeituras que querem aumentar a vida útil dos aterros em 95% com a compostagem e reciclagem, então o ciclo fica completo. Se você ler nossa página com mais atenção, verá que estamos apoiando e fazendo lobbie para acabar com as garrafas one way, para se utilizar somente garrafas de vidro reutilizáveis e o próximo passo é a lei para banir também a PET nos refrigerantes, voltando o uso de vidro reutilizável. Se você ler nossa página mais profundamente – afinal a página existe desde 2005 e tem mais de 1.000 artigos – , perceberá que o objetivo final da FV é banir as sacolas de plástico de uso único e quando algum prefeito ou governador, vereador ou deputado nos solicita, temos projeto lei de utilização de oxi-biodegradável que prevê o banimento gradual destas sacolas de uso único até restar somente a sacola retornável, a única alternativa viável para carregar compras.
Outro fator a ser observado é a implementação do plástico oxi-biodegradável que não encontra validade na sua biodegradação, e ao invés disso, o que ocorre a deterioração e fragmentação da sacola em partículas que não vemos a olho nu, mas as mesma continuam no ambiente.
RESPOSTA: Qualquer fruta, legume ou verdura, a unha do dedão do pé e o cabelo que você corta, o jornal, uma folha de grama ou a flor de um ipê, todo organismo vivo primeiro se degrada para então posteriormente se biodegradar, a exemplo do plástico oxi-biodegradável, que em muitos casos se biodegrada muito antes dos exemplos citados acima, sendo que o plástico oxi-biodegradável volta para o planeta em forma de biomassa – adubo – água e uma pequena quantidade de CO2, isto tudo em aproximadamente 18 meses, ao contrário do plástico convencional que demora até cinco séculos poluindo e plastificando a mãe terra. A FV é uma fundação de meio ambiente com compromisso para com a humanidade e o planeta e nossos projetos sempre prevêem diminuir o consumo, diminuir a retirada de recursos naturais do planeta, reciclar, recuperar e pesquisa sempre novas tecnologias para que este objetivo seja alcançado, portanto, você acha mesmo que depois de um ano de pesquisa, iniciada em 2004, que foi à procura de uma tecnologia para desplastificar o planeta teríamos, em 2005, lançado o projeto sacolas ecológicas sem ter todos os laudos para se certificar de que a tecnologia era eficaz e segura ambientalmente? Temos dezenas de laudos nacionais e internacionais comprovando a eficácia e a segurança ambiental do plástico com ciclo de vida útil controlado D2W. Não podemos viver na idade média, temos que pesquisar e usar tecnologias que mudem nossa vida, que garantam a continuidade dos humanos no planeta, claro que sempre embasados em laudos e pesquisas.
Partindo deste ponto, o que seria melhor: a visualização do problema ou uma maquiada no mesmo?
RESPOSTA: Não estamos maquiando o problema, mas sim, resolvendo o problema da plastificação mundial e estamos lutando por isso desde 2004, com ótimos resultados, com leis e mudança de comportamento da população na sua relação insana com as malditas sacolas plásticas de uso único. Ninguém antes da FV abordou este gravíssimo problema das sacolas plásticas, e dizemos mais, ninguém detém tantos dados técnicos da plastificação do país como nós, após anos de levantamento de dados. Mas não fizemos só isso, além de acordar o Brasil para o problema, encontramos a solução, portanto, não entendemos como você pode nos acusar de maquiar um problema, muito estranha esta sua afirmação.
Acho que o ideal é diminuirmos o consumo de plástico através de sacolas retornaveis, sejam elas mochilas, carrinhos de feiras, bolsas de marca e até mesmo sacolas plásticas reutilizadas diversas vezes. Incluindo nisso uma conscientização a partir do investimento em educação, informando a todos sobre a reciclagem e coleta seletiva, invés do descarte aleatório.
RESPOSTA: Estas suas indagações já estão respondidas nos parágrafos anteriores e estamos agindo em todas estas áreas, da educação ambiental à proposição de leis tanto no Brasil como no exterior.
Uma outra medida prática é não fazer compra de sacos plásticos para lixo. Mas a cabo disso surge outra questão: como descartar nosso lixo para as companhias coletoras? A COMLURB-RJ não aceita que o lixo seja descartado em “ecobagas de pano” por exemplo, e nem em sacos de papel. Já a sacola plástica tem a sua função de selar os liquidos provenientes do lixo.
RESPOSTA: A solução final é banir sim a sacola plástica de uso único com multas para quem distribuir e usar, acondicionar o lixo orgânico somente em saco de lixo oxi-biodegradável feito de plástico reciclado – para criar demanda para o plástico reciclado e gerar renda para o reciclador -, usar container reutilizável – caixa de papelão, saco de juta, tambor de plástico ou do que quiser, desde que seja não descartável – para o lixo reciclável que deve estar limpo e seco e assim diminuir em 75% o uso do saco de lixo e as cidades realizarem compostagem com o lixo orgânico – o saco de lixo oxi-biodegradável pode ser compostado junto – aumentando assim vida útil dos lixões e aterros em 95% e proporcionando dignidade ao coletor de recicláveis e compostáveis, que prestam um serviço inestimável a toda a sociedade.
Em função disso tudo acho que ocorre uma grande demonização do plástico, sem levar em consideração do seu uso e da sua praticidade para a sociedade.
RESPOSTA: ninguém está demonizando o plástico de uso permanente, mas sim o plástico de uso único que corresponde a 80% de todo o plástico fabricado, que é utilizado somente uma vez e depois deixado de herança para os seres do amanhã. Veja bem, 20% de todo o lixo coletado diariamente corresponde a plástico e 50% desse plástico corresponde a sacolas plásticas de uso único que não tem valor comercial, portanto este plástico não é reciclado jamais, num país em que a taxa geral de reciclagem não chega a 1% e que mais de 85% de todas as cidades só contam com lixões a céu aberto. São descartadas do país anualmente mais de 20 bilhões de sacolas plásticas de uso único e que ficarão aí, poluindo, entupindo bueiros, matando animais por 500 anos e você diz que demonizamos o plástico? Não precisamos, esta é uma invenção por si só demoníaca e deve ser banida, legada ao esquecimento e as pessoas tem que entender que se não dermos um passo atrás ao esquecer esta invenção e retornarmos ao velho hábito da sacola retornável, nossos descendentes estarão pisando não em solo fértil, mas em montanhas de plástico antes num futuro não muito distante.
Nada como um pensamento crítico e consciente para resolver pequenas questões que afetam toda a sociedade e rever “verdades” que são formadas por grupos de interesse.
PS: Não sou defensor do plástico só estou contribuindo com informações colhidas.
RESPOSTA: Os membros da FV não tem o perfil de ambientalista de escritório, isto é, aqueles que reclamam na mídia, querem seus 15 minutos de fama, mas não resolvem os problemas e só ficam gritando que o mundo está acabando mas sem apresentar nenhuma proposta para salvar o mundo. Nós da FV detectamos o problema, pesquisamos as soluções e finalmente as aplicamos, em uma união do primeiro, segundo setor e terceiro setor. Se ainda tiver dúvidas sobre a lei de sacolas plásticas e a nossa batalha contra a plastificação planetária ou ainda, perguntas sobre qualquer um de nossos projetos, por favor, entre em contato novamente que teremos o maior prazer em responder a todas as suas perguntas e assim quem sabe, ajudar a esclarecer dúvidas de outros leitores. Você também está convidado a participar do Fórum sobre o ciclo de vida de embalagens plásticas com foco no descarte final que ocorrerá no dia 19 de março de 2009, sexta-feira, na câmara municipal de Piracicaba, SP.
gostaria de receber um video ou informaçoes detalhadas sobre a construçao. materiais nescessarios par construçao do aquecedor solar caseiro com garrafas pet. fico no aguardo. muito obrigado
Ótima iniciativa!!!!
A inscrição pode ser via-email?
Pode sim.
ATENÇÃO: EM RESPOSTA AOS E-MAILS QUE ESTAMOS RECEBENDO E ÁQUELES QUE PROCURAM TAL INFORMAÇÃO, AS INSCRIÇÕES PARA O EVENTO PODERÃO SEREM FEITAS NO DIA DO EVENTO.
ACESSO PIRACICABA VIA AVIÃO: AEROPORTO DE VIRACOPOS – CAMPINAS. AEROPORTO DE CONGONHAS E CUMBICA – SÃO PAULO
ACESSO PIRACICABA VIA ÔNIBUS: SAÍDA DA RODOVIÁRIA TIETÊ EM SÃO PAULO, DE 30 EM 30 MINUTOS (VIAÇÃO PIRACICABANA – UMA HORA E QUARENTA DE VIAGEM). SAÍDA DA RODOVIÁRIA DE CAMPINAS: DE HORA EM HORA (VIAÇÃO AVA – 45 MINUTOS DE VIAGEM). SAÍDA DA RODOVIARIA DO RIO DE JANEIRO: 10H00 E 23H55 (VIAÇÃO COMETA-OITO HORAS E MEIA DE VIAGEM. CIDADES VIZINHAS À PIRACICABA TÊM SAÍDA DE ÔNIBUS. OUTRAS CAPITAIS TAMBÉM POSSUEM SAÍDA À PIRACICABA – CONSULTAR.
ACESSO PIRACICABA CARRO: PARA QUEM VÊM DE SÃO PAULO=RODOVIA ANHANGUERA OU RODOVIA DOS BANDEIRANTES – ENTRADA NA RODOVIA SP 304 – LUIZ DE QUEIRÓZ. OUTROS DESTINOS, PODE CONSULTAR VIA E-MAIL.