Cinco vídeos da NASA explicando o aquecimento global e suas consequências

A NASA possui uma série de vídeos curtos (em inglês) intitulada ‘Minuto da Terra’, abordando o aquecimento global e as mudanças climáticas. Abaixo é apresentada uma seleção a respeito dos principais temas da ciência climática.

1. Aquecimento global

A temperatura média global da superfície da Terra aumentou no último século. E continuará aumentando no presente século, caso se mantenha inalterada a tendência de emissões de gases de efeito estufa. A temperatura média global é um entre vários indicadores do aquecimento global.

2. Gases de efeito estufa

A atmosfera é composta por gases, entre eles aqueles chamados de efeito estufa. Os gases de efeito estufa interferem na quantidade de energia absorvida e emitida pelo planeta, e com isso em todo o sistema climático. Desde a Revolução Industrial, as atividades humanas tem sido a fonte de aceleradas emissões de gases de efeito estufa para a atmosfera.

3. Fatores que influenciam o sistema climático

O desenvolvimento da ciência do clima ocorreu através do estudo dos fatores que condicionam o sistema climático da Terra, como aqueles citados pelo vídeo – vulcanismo, correntes oceânicas, ou insolação. Foi por meio do conhecimento desses fatores que a ciência avaliou as mudanças registradas no último século, concluindo que elas se devem à alteração na composição dos gases atmosféricos causada pelas atividades humanas.

4. Aumento do nível do mar

O aumento do nível do mar é uma das consequências mais críticas do aquecimento global. O nível do mar está subindo por dois motivos: de um lado, o aumento da temperatura faz as águas expandirem em volume, de outro lado, o derretimento da criosfera (como calotas polares e geleiras) adiciona mais água aos oceanos. Milhares de pessoas vivem atualmente em cidades costeiras, e inúmeras atividades humanas dependem ou estão relacionadas com essa região.

5. Groenlândia

Por que monitorar a Groenlândia é tão importante quando o assunto é aquecimento global? Em primeiro lugar, porque essa região do planeta é mais sensível às alterações no sistema climático, funcionando como um indicador do que pode estar por vir para o restante do planeta. Mas também porque as mudanças na região do Ártico tem implicações extremamente relevantes, tanto em termos do nível do mar, quanto da circulação atmosférica.

Fontes – NASA / Clima e Ciência de 07 de setembro de 2017

Educação ambiental é inserida no currículo das escolas da rede estadual de ensino de MS

Educação ambiental foi inserida no currículo das escolas da rede estadual de ensino (Foto: Claudia Gaigher/TV Morena)Educação ambiental foi inserida no currículo das escolas da rede estadual de ensino (Foto: Claudia Gaigher/TV Morena)

Abordagem do assunto será feita por meio de uma abordagem integrada, transversal, interdisciplinar e sistemática, levando em consideração a diversidade sociocultural das comunidades.

Resolução da secretaria estadual de Educação de Mato Grosso do Sul (SED) insere a educação ambiental no currículo das escolas da rede estadual. A determinação foi publicada na edição desta sexta-feira (15), do Diário Oficial do estado, e já entrou em vigor.

Segundo a resolução, a educação ambiental passa a ser tema integrante do currículo da educação formal e estará presente de forma articulada nos conhecimentos repassados aos estudantes em todas as etapas e modalidades de ensino.

Também determina que a inserção do assunto será feita por meio de uma abordagem integrada, transversal, interdisciplinar e sistemática, levando em consideração a diversidade sociocultural das comunidades e dos territórios de identidade.

Destaca ainda que a abordagem curricular deve enfatizar a natureza como fonte de vida e relacionar a dimensão ambiental à justiça social, aos direitos humanos, à saúde, ao trabalho, ao consumo, à pluralidade étnica, racial, de gênero, de diversidade sexual, e à superação do racismo e de todas as formas de discriminação e injustiça social.

As atividades pedagógicas e demais modalidades de ensino, devem contemplar a diversidade dos múltiplos saberes em relação ao convívio cuidadoso com os seres vivos e seu habitat, promovendo o respeito e a responsabilidade com as diversas formas de vida, culturas e comunidades.

A resolução estipula também que os professores deverão participar de uma capacitação continuada para a aplicação do conteúdo de educação ambiental. Essa formação deve promover: o estímulo e a divulgação de estudos, pesquisas e experiências pedagógicas; produção de conhecimentos, tecnologias sustentáveis e materiais didáticos, em parceria com a comunidade e incentivo à pesquisa e à apropriação de instrumentos pedagógicos e metodológicos que aprimorem a prática docente e a cidadania ambiental.

Fonte – G1 de 15 de setembro de 2017

Rock in Rio: Querem salvar a Amazônia, mas não juntam o próprio lixo

O Rock in Rio 2017 se propôs, entre outras coisas, a ser um espaço em defesa da Amazônia.

Neste domingo (17) a cantora norte-americana Alicia Keys convidou ao palco a líder indígena e representante da Articulação dos Povos Indígenas no Brasil (Apib), Sonia Guajajara, para falar dos ataques à Amazônia promovidos pelo governo de Michel Temer.

O ‘Fora Temer’ também foi entoado por diversas vezes, notadamente quando a modelo internacional Gisele Bündchen lançou a campanha global Believe, uma proposta com soluções para questões sociais e ambientais.

O drástico é ver que após os shows, a plateia, teoricamente entusiasta e simpatizante da ideia, foi incapaz de juntar o próprio lixo, destoando às completas de qualquer iniciativa voltada para uma proposta de inspiração ambiental.

Lamentável.

Fonte – Jornal da Cidade de 18 de setembro de 2017

É o mesmo caso das pessoas abaladas ao verem a tartaruga com um canudo no nariz, todos preocupados com o novo continente gerado por plásticos jogados no mar e mesmo assim são incapazes de usar sacolas retornáveis, parar de usar PET, long neck, canudos, copos, pratos e talhares descartáveis. Hipocrisia! É bonito dizer que se é ecologicamente engajado, mas na hora de mudar seus péssimos hábitos…

Ministério do Meio Ambiente abre novos cursos a distância

© Depositphotos.com / potowizard

Interessados podem se inscrever, gratuitamente, a partir desta segunda-feira (11/09) no ambiente virtual do MMA

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) abre, a partir desta segunda-feira (11/09), as inscrições para cursos a distância em diversas áreas, entre elas educação ambiental e água, sustentabilidade, unidades de conservação, juventude e igualdade de gênero. Ao todo são dez cursos abertos ao público em geral e um fechado, direcionado aos gestores municipais, intitulado Estruturação da Gestão Ambiental Municipal.

Confira os detalhes de cada curso

Os interessados devem se cadastrar no ambiente virtual do MMA até 17 de setembro e escolher um ou mais cursos, que serão realizados sem tutoria. A efetivação da inscrição está condicionada à oferta de vagas. As capacitações começam no dia 18 de setembro.

O conteúdo produzido é livre, para uso público e pode ser disponibilizado para que instituições parceiras os ofertem em suas próprias plataformas Moodle.

Hstórico

O MMA investe, desde 2012, na customização de um ambiente virtual de aprendizagem e na elaboração de cursos de educação a distância. O objetivo é permitir o acesso a conteúdos socioambientais e materiais pedagógicos para utilização online e off-line. Já passaram pela plataforma cerca de 95 mil usuários.

“Esse alcance é considerado de extrema importância, tendo em vista que todos os conteúdos disponibilizados se tornam subsídios e aportam ferramentas para o planejamento e a gestão de programas regionais e locais de educação ambiental”, afirma a analista ambiental Ana Luísa Teixeira de Campos, do Departamento de Educação Ambiental do MMA.

Alguns cursos foram pensados e disponibilizados para recortes específicos de público e outros para ser ofertados de maneira livre, de maneira semipresencial, com apoio de instituições parceiras, a distância, com tutoria contratada ou voluntária e autoexplicativas (sem tutoria).

Fonte – Assessoria de comunicação social (Ascom/MMA) de 08 de setembro de 2017

Currículo da rede municipal de SP em 2018 incluirá desenvolvimento sustentável

Desenvolvimento sustentável será incluido no currículo das escolas de ensino fundamental da rede municipal de São PauloTânia Rêgo/Arquivo/Agência Brasil

As escolas de ensino fundamental da rede municipal de São Paulo incluirão o tema desenvolvimento sustentável no currículo a partir de 2018. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), parceira da Secretaria Municipal de Educação neste projeto, a cidade é pioneira ao contemplar esta questão com o objetivo de aprendizagem. O material produzido para as aulas – como vídeos e publicações para os professores – foi apresentado em 15 de agosto em evento na capital paulista.

“O currículo serve para a gente pensar que tipo de sociedade queremos para frente, que tipo de cidadão a gente quer preparar, para que ele possa intervir no mundo em que vive”, explicou o secretário de Educação, Alexandre Schneider. A educação faz parte dos Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS), um conjunto de 17 metas assumidas por 193 estados-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) a serem cumpridas até 2030. “É um compromisso que o Brasil assumiu e é um bom guia para esse processo de formação”.

Para Felipe Felisbino, coordenador de Educação Ambiental e Temas Transversais da Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), a inclusão é um avanço, tendo em vista que os parâmetros curriculares mais antigos apenas sugeriam a abordagem desses temas. “Os ODSs estarão nos objetivos de aprendizagem de cada área de conhecimento. São Paulo dá muitos passos adiante na concepção de um novo currículo, tratando com muita seriedade temáticas sociais e, dentre elas, a principal: sustentabilidade, que perpassa pelo direito humano, pelo consumo sustentável”, disse.

Filmes produzidos pela Unesco

A série em vídeo produzida para crianças entre 7 e 11 anos contempla oito dos 17 ODS, entre eles Fome Zero e Saúde Sustentável, Saúde e Bem-estar, Educação de Qualidade e Água Potável e Saneamento. Os filmes têm duração de até dois minutos e meio e foram produzidos pela Unesco no Brasil em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e o Ministério da Educação.

A representante interina da Unesco no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, que é também diretora da área programática da entidade, destaca que a posição de São Paulo é um exemplo para outros municípios. “Nós percebemos que só existe uma maneira de contribuir para a transformação do mundo e é sempre pela ação. As ideias comovem, mas exemplos arrastam. São eles que efetivamente transformam. Nós nos encarregaremos de ajudar a difundir esse exemplo”, disse.

De acordo com Schneider, a comunidade escolar discute agora as mudanças no currículo, mas o tema desenvolvimento sustentável, como é um objetivo de aprendizagem, estará mantido na proposta. A medida envolverá cerca de 450 mil alunos do ensino fundamental.

“Para sensibilizar crianças entre 7 e 11 anos e a comunidade escolar sobre a importância da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS), a UNESCO no Brasil, em parceria com o MEC e o MMA, selecionou e produziu vídeos sobre nove Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e algumas das suas metas que integram a temática da EDS para essa faixa etária. Os ODS apresentados nos vídeos estão alinhados às políticas nacionais de educação ambiental.” UNESCO

ODS 2

ODS 3

ODS 4

ODS 6

ODS 11

ODS 12

ODS 13

ODS 14 e 15

Fonte – Camila Maciel, edição Fábio Massalli, Agência Brasil de 15 de agosto de 2017

Educação Ambiental: A importância deste debate na Educação Infantil

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A educação, sem dúvida alguma, ainda é a melhor via para o desenvolvimento da cidadania, e os processos educativos são fundamentais para a promoção das mudanças de hábitos e atitudes das pessoas e suas relações com meio ambiente, principalmente os que associam atividades informativas e sensibilizadoras. Porém, deve-se compreender que tais processos não podem ser vistos como ferramentas isoladas, mas que integram um conjunto de ações sociais para a busca de soluções dos problemas ambientais. O Meio Ambiente é um tema de abrangência nacional e discuti-lo, favorece a compreensão da realidade e a participação social. Portanto, é assunto fundamental para a construção da cidadania e da democracia. Os Parâmetros Curriculares Nacionais
(PCN, 2007) o introduziram como tema transversal, referendado pela Política Nacional de Educação Ambiental, oficializada, por meio da Lei 9.795 de 27 de Abril de 1999, que introduz a Educação Ambiental no ensino formal. Portanto, a proposta da transversalidade é uma forma concreta de reinserir a escola e a comunidade no contexto da vida das comunidades e incorporar as questões ambientais existentes no cotidiano da localidade para o interior da prática disciplinar e do projeto educativo da escola.

Todavia, a inserção da temática ambiental no projeto educativo escolar e na prática pedagógica dos educadores de forma permanente e contínua, tem encontrado obstáculos. Isso pode ser observado na maioria das salas de aula.

Para diminuirmos os problemas da crise ambiental precisamos resgatar valores e vivências. A humanidade evolui construindo máquinas e mecanismos que facilitam a sua vida, mas o preço dessa evolução é o dano ambiental ( e social ), pelo consumo exagerado. Mas, como reverter essa situação? A EA, neste contexto, assume papel crucial para o desenvolvimento de uma sociedade sustentável, que seja capaz de viver
de forma que não se esgotem os recursos naturais. É preciso sensibilizar para que possa ocorrer a conscientização coletiva.

 

Fonte – EcoDebate de 16 de agosto de 2017

40 simples atitudes sustentáveis para você adicionar ao seu dia a dia

 

O poder de mudar o mundo está em nossas mãos. Até as mais simples atitudes sustentáveis que adotamos podem fazer toda a diferença na missão de tornar o mundo um lugar melhor para se viver.

Muito tem se falado sobre sustentabilidade nos últimos tempos. Esse termo é usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades dos seres humanos sem comprometer o futuro das próximas gerações.

Em outras palavras, é a capacidade de nos desenvolvermos econômica e socialmente respeitando a natureza, garantindo o uso racional dos recursos naturais.

Por muito tempo pensava-se que os recursos naturais eram infinitos, jamais se esgotariam, porém hoje a realidade é outra.

Sabe-se que para garantir o futuro das próximas gerações é necessário preservar o meio ambiente por meio de atitudes sustentáveis.

O que nem todo mundo sabe é que a preservação do meio ambiente não cabe apenas à indústria e ao Estado.

Muitas vezes não nos damos conta dos impactos ambientais de nossos hábitos cotidianos, mas deveríamos.

A preservação da natureza depende de cada um de nós!

É por isso que nós do Awebic preparamos uma lista de atitudes sustentáveis que podem ser adotadas no seu dia a dia no trabalho, no trânsito, na escola ou em casa.

Por menores que sejam essas atitudes, elas trazem muitos benefícios para sua rotina e seu bolso, além de contribuir para o futuro das próximas gerações.

Então vamos lá!

1 – Apague as luzes – Não deixe as luzes acesas durante o dia ou quando não houver pessoas no recinto. O desperdício de energia elétrica no Brasil é imenso e boa parte desse desperdício é oriundo do uso residencial.

2 – Cultive plantas em casa – Qual é a origem do que você comeu hoje? Pois é, pouquíssimas pessoas são capazes de responder a essa pergunta. Produzir seu próprio alimento é uma atitude sustentável, pois evita o desperdício. Ter uma horta em casa, segundo especialistas, é resgatar a essência do ato de se alimentar. Além disso, o cultivo de plantas em casa faz bem para a saúde e diminui o estresse.

3 – Não deixe seus aparelhos em Stand By – Ótima atitude sustentável para ser incorporada em sua casa e no escritório! Simplesmente desligue ou tire da tomada todos eletrodomésticos que não estão sendo usados. A função Stand By é uma grande vilã das contas de energia elétrica, chegando a representar 12% do consumo total de uma casa ou escritório.

4 – Ande menos de carro – Existem inúmeras opções de transportes sustentáveis (como andar a pé ou de bicicleta, por exemplo), e mais tantas outras opções de transporte coletivo como ônibus, metrô e trem. Sempre que puder, opte por não usar o carro. O uso de carros não é nada sustentável, o ramo dos transportes é um dos que mais tem potencial de redução de consumo de energia.

5 – Compre alimentos orgânicos – Sempre que puder, opte pelos alimentos orgânicos. Sua produção respeita o ciclo de vida dos animais e meio ambiente, evitando contaminação do solo, água, vegetação. Além disso, existem outras inúmeras vantagens de se consumir alimentos orgânicos: são livres de hormônios, agrotóxicos ou qualquer produto químico, absorvem mais gás carbônico da atmosfera do que a agricultura tradicional e são extremamente saborosos. O único empecilho de incorporar tal atitude sustentável no dia a dia ainda é o preço, porém com o aumento do incentivo e demanda, a tendência é que essa realidade mude.

6 – Use a máquina de lavar apenas quando estiver completamente cheia – A máquina de lavar consome bastante energia elétrica e água, procure usá-la somente em sua capacidade máxima. Caso precise muito lavar alguma peça e não há roupas sujas o suficiente para enchê-la , procure optar pela lavagem manual.

7 – Posicione bem sua geladeira e freezer – Ao colocá-los próximo do fogão, eles utilizam de muito mais energia para compensar o ganho de temperatura. Além disso, mantenha-os um pouco afastados das paredes. E por favor, NUNCA coloque roupas para secar atrás da geladeira, essa definitivamente não é uma atitude sustentável e inteligente.

8 – Recicle – Existem formas bem fáceis de reciclar o lixo orgânico (como a compostagem, por exemplo) e diversas instituições que reciclam materiais como alumínio, plástico, papel, etc. Procure separar o lixo orgânico do reciclável e use e abuse da coleta seletiva de sua cidade.

9 – Use um ventilador ao invés do ar condicionado – Pode parecer bobeira, mas optar pelo ventilador ao invés do ar condicionado é uma atitude sustentável das grandes. O ventilador chega a gastar 90% menos energia do que o ar condicionado.

10 – Regue suas plantas no horário certo – Regar suas plantas entre o final da manhã e o começo de tarde pode não ser uma boa ideia. O calor do horário faz com que a água evapore muito rapidamente, gerando desperdício de água. Procure regar suas plantas no começo do manhã ou no final da tarde.

11 – Prefira as escadas ao invés do elevador – Além de colaborar com o meio ambiente economizando energia, optar pelas escadas ao invés do elevador é uma ótima alternativa para queimar calorias no seu dia a dia.

12 – Desligue o computador – Hoje em dia inúmeras pessoas têm o hábito de deixar o computador ligado e tantas outras acreditam que ligar e desligar o computador pode ser prejudicial, o que gera um desperdício muito grande de energia elétrica. Os computadores de hoje aguentam milhares e milhares de ciclos de ligar e desligar. Procure desligar seu computador sempre que for ficar algumas horas sem utilizá-lo e faça o mesmo com seu monitor sempre que for sair de perto dele.

13 – Lave seu carro à seco – Muita água é consumida na lavagem convencional de carros. Uma ótima opção sustentável é a lavagem à seco de seu veículo. A lavagem à seco utiliza em média apenas 300 ml de água por lavagem e, além disso, não casa nenhum dano a pintura do veículo.

14 – Use pilhas e baterias recarregáveis – Todo ano, bilhões de pilhas e baterias são produzidas e vendidas no mundo, mas a maioria delas ainda não é recarregável. Uma pilha/bateria recarregável chega a durar o equivalente a mil descartáveis. Isso significa menos produtos químicos e matérias-primas que seriam utilizadas na produção, muito menos resíduos descartados de forma inadequada, além de economia para o consumidor.

15 – Tome banho de chuveiro – Isso mesmo! Tomar banho de banheira não é nada sustentável. Um banho de banheira chega a gastar quatro vezes mais energia e água do que um banho convencional de chuveiro. Além disso, procure diminuir o tempo de chuveiro ligado, pois o mesmo é um dos aparelhos que mais gastam energia dentro de uma casa.

16 – Prefira alimentos frescos ao invés dos congelados – Alimentos congelados consomem muito mais energia em sua produção e armazenagem. Além disso, costumam custar muito mais caro que os alimentos fresquinhos.

17 – Escolha bem seus eletrodomésticos – Sempre opte pelos eletrodomésticos mais eficientes e economize muita energia a longo prazo. Os produtos nacionais ou estrangeiros com melhor desempenho energético em sua categoria são etiquetados com o selo PROCEL.

18 – Tampe suas panelas enquanto cozinha – Ao tampar as panelas enquanto você cozinha muito calor que simplesmente se perderia no ar é aproveitado. Dessa forma, economiza-se GLP (gás de cozinha) e tempo.

19 – Use menos água quente – Aquecer a água gasta muita energia! Procure utilizar água fria para lavar suas mãos, louças e roupas.

20 – Consuma menos carne – A produção de carne em escala global é um dos principais responsáveis pelo efeito estufa, isso devido ao metano oriundo da flatulência das reses. O setor da agropecuária também é um dos principais responsáveis pelo desmatamento de florestas, pois necessita-se de uma grande área de pastagem para a criação de gado. Além disso, consome-se muita água e energia durante todo o processo. Saiba mais sobre o assunto clicando aqui.

21 – Reutilize a água da sua máquina de lavar – A máquina de lavar é um dos aparelhos domésticos que mais desperdiçam água. Um sistema para reutilizar a água de sua máquina de lavar é algo muito atrativo para o meio ambiente e para o bolso.

22 – Evite talheres e copos descartáveis – Muita água é usada na produção desse tipo de produto, a maioria deles não será reciclada devido ao seu baixo preço de mercado e são produtos que demora muito para se decompor na natureza.

23 – Dê e pegue caronas – Evite tirar o carro da garagem para andar sozinho! Dar e pegar caronas é uma atitude sustentável que segue os mesmos princípios do transporte público, veículos cheios diminuem a quantidade de veículos nas ruas e, consequentemente, a emissão de gases poluentes. Quer saber tudo sobre caronas? Então clique aqui.

24 – Não use sacolas plásticas – Use sempre uma ecobag para carregar suas compras. Sacolas plásticas são grandes vilãs do meio ambiente. Elas são produzidas com matérias-primas oriundas do petróleo ou gás natural (não renováveis) e não são biodegradáveis. Além disso, são umas das principais causas de entupimento de bueiros.

25 – Use menos papel – Usar papel significa consumir florestas e ecossistemas inteiros. Hoje em dia não é necessário o uso de papel impresso, muitas impressões podem ser substituídas pelo uso de tablets, celulares, notebooks e afins. Caso o papel seja mesmo necessário, utilize sempre folhas recicladas.

26 – Instale uma válvula regulador em sua descarga – Nem toda descarga precisa da mesma quantidade de água! A instalação de uma válvula reguladora é uma forma de economizar bastante água no dia a dia. É interessante notar que tal atitude sustentável pode ser introduzida em qualquer lugar, como casas, empresas, escolas, locais públicos, entre outros. A regra é simples: uma quantidade menor de água para o número 1 e uma quantidade maior para o número 2.

27 – Use a panela de pressão para cozinhar – Muita gente tem medo de panela de pressão, mas elas são nossas aliadas na economia de gás de cozinha. Sempre que possível, use panelas de pressão para cozinhar seus alimentos, pois a temperatura de cozimento desse tipo de panela é muito mais alta do que de uma panela convencional, fazendo com que consumam menos gás.

28 – Cozinhe em fogo mínimo – A água não ultrapassa 100º C (no nível do mar) em uma panela comum. Portanto, sempre que estiver cozinhando algo e notar que a água começou a borbulhar, abaixe o fogo. O fogo alto não irá cozinhar os alimentos mais rapidamente, apenas irá desperdiçar gás de cozinha.

29 – Substitua suas lâmpadas – Essa é uma atitude sustentável ideal para ser usada em casa, no escritório, nas escolas e até mesmo em locais públicos. Não use lâmpadas incandescentes de forma alguma, pois elas gastam muita energia. Entre as lâmpadas fluorescentes e as de LED, opte pelas lâmpadas de LED sempre que possível. Elas são muito mais econômicas e possuem vida útil bem maior.

30 – Lave sua louça em uma bacia de água – Use uma bacia ou até mesmo a própria pia (tapando a passagem de água) para ensaboar a louça sem deixar a torneira aberta. Pode parecer bobeira, mas segundo o Instituto Akatu tal ação pode gerar uma economia de 170 litros de água por lavagem. Ao longo de um ano, você poderá economizar água o suficiente para abastecer sua casa por mais de dois meses. Além de preservar o meio ambiente, tal atitude gera muita economia.

31 – Escolha muito bem qual carro comprar – Carros movidos a álcool, em geral, poluem menos que os movidos a gasolina. Ambos lançam CO2 nas mesmas quantidades na atmosfera, porém o etanol é renovável e durante o desenvolvimento da planta (no caso do Brasil, cana-de-açúcar), ela sequestra carbono da atmosfera. Uma ótima opção para reduzir a poluição causada por automóveis são os carros elétricos, porém no Brasil ainda existem poucas opções desses veículos. Lembre-se também que carros menores, com motores menos potentes, poluem menos. Você deve escolher muito bem qual carro comprar, de acordo com suas necessidades e estilo de vida (não faz muito sentido ter um carro muito potente se você passa boa parte do dia preso em congestionamentos, por exemplo). Outra dica sustentável bastante importante é sempre manter seu veículo sempre regulado.

32 – Diminua o uso de embalagens e dê preferência às recicláveis – Evite sempre sacolas plásticas e embrulhos, procure sempre as maiores embalagens, de preferência com refil, pois isso é sinônimo de economia de recursos naturais. Além disso, dê preferência à produtos com embalagens recicláveis e lembre-se sempre de separá-las para a reciclagem.

33 – Incentive o comércio local – Prefira comprar produtos fabricados perto de você, isso diminui a quantidade de gás carbônico emitida no transporte. Incentivar o comércio local também ajuda a contribuir com o crescimento de seu bairro ou cidade. Além de ser uma atitude sustentável, incentivar o comércio local tem grande importância social.

34 – Não crie animais silvestres – Muitas vezes essa é uma prática criminosa! A criação de animais silvestres contribui para a extinção das espécies e, consequentemente o desequilíbrio de todo um ecossistema. Pense que para cada animal silvestre vendido, muitos outros morreram durante o transporte.

35 – Aproveite ao máximo todo alimento – Você sabia que cerca de um quinto de toda a produção mundial de alimentos é jogada fora? Pois é, o é desperdício é imenso. Procure sempre consumir tudo o que compra e, em vez de jogar fora os restos, faça compostagem.

36 – Descarte corretamente seus resíduos nocivos (pilhas, baterias, lixo hospitalar, óleo…) – Todos os resíduos que geramos devem ser descartados de forma correta. Procure sempre locais apropriados para o descarte de resíduos nocivos ao meio ambiente, a fim de evitar efeitos negativos ao ecossistema, como contaminação da água e do solo, transmissão de doenças, etc…

37 – Plante árvores – Plantar árvores contribui para a purificação do ar e conservação da água, auxiliam na recuperação da capacidade produtiva do solo, no combate à erosão e no aumento da diversidade biológica. Além disso, as árvores deixam os ambientes mais frescos e bonitos.

38 – Faça compostagem – Aproximadamente 3% da emissão de metano (gás causador do efeito estufa) é gerado pelo lixo orgânico doméstico. Aprenda a fazer compostagem, além de ser uma atitude sustentável, deixará seu jardim bonito e saudável.

39 – Economize nas mídias físicas – CD’s e DVD’s são sem dúvidas mídias eficientes e baratas, porém são feitos de materiais não biodegradáveis e, ao serem incinerados, voltam como chuva ácida. Procure utilizar mídias regraváveis, drives USB, FTP’s, ou ainda coloque seus arquivos na nuvem. Hoje em dia, são poucos arquivos que não podem ser compartilhados virtualmente.

40 – Exerça seus direitos – Sempre que perceber violações às leis ambientais, denuncie! Está pronto para adicionar essas atitudes sustentáveis à sua rotina? Você já pratica alguma dessas atitudes sustentáveis? Tem alguma que você adota que não está nessa lista? Deixe a sua contribuição nos comentários e não se esqueça de compartilhar essa lista com os seus amigos e familiares.

Fonte – Rafael, Awebic de 25 de julho de 2017

Catadora mostra erros na separação e no descarte de lixo; veja dicas – parte 4 de 5

Catadora mostra erros na separação e no descarte de lixo; veja dicas

Roselaine Mendes Ferreira, integrante do Movimento Nacional dos Catadores de Recicláveis, mostra os problemas mais graves quando se joga resíduos fora

A catadora Roselaine Mendes Ferreira, integrante do Movimento Nacional dos Catadores de Recicláveis (MNCR), mostrou os principais erros na separação e no descarte de lixo, a pedido do G1.

Ela é uma das líderes de uma cooperativa no bairro Boqueirão, em Curitiba, e diz que o cuidado em casa e nas empresas faz toda a diferença para o reaproveitamento dos materiais e também na proteção dos catadores de ferimentos e doenças graves.

Saiba mais sobre o descarte correto e incorreto do lixo na reportagem muitas famílias ainda não descartam corretamente o lixo.

Veja os principais problemas clicando aqui: Caixa de leite, lixo de banheiro, alimentos, material hospitalar, tubo de televisão, isopor, pneus, lâmpadas e pilhas, vidro, remédios.

Lixo tóxico

Pilhas, baterias, toner de impressão, embalagens de inseticidas, tintas, medicamentos vencidos, lâmpadas fluorescestes (até 10 unidades), óleos de origem animal e vegetal (embalados em garrafas PET de 2 litros) devem ser levados a locais específicos, determinados pelas prefeituras. Para saber para onde levar no município em que mora, basta procurar a administração municipal.

Fonte – G1 PR de 03 de agosto de 2017

Projeto promove o cultivo de hortaliças em lajes de Paraisópolis

Projeto Horta na Laje em ParaisópolisHortas: os moradores poderão fazer cursos de cultivo de hortaliças (Marina Demartini/EXAME.com)

O “Horta na Laje” tem como objetivo incentivar a alimentação saudável, a sustentabilidade e a economia dentro da comunidade paulistana

O cinza do concreto e o marrom dos tijolos estão prestes a ganhar o verde das plantas em Paraisópolis, comunidade na zona sul paulistana. As lajes dos cerca de 120 mil habitantes que lá vivem devem ganhar hortaliças em breve, graças ao projeto “Horta na Laje”.

A iniciativa teve início nesta semana com a implantação de uma horta comunitária na laje da União dos Moradores de Paraisópolis. Criado a partir de uma parceria entre o Instituto Stop Hunger e a Associação das Mulheres de Paraisópolis, o “Horta na Laje” terá a participação direta de 500 pessoas no cultivo das hortaliças na União dos Moradores.

O objetivo final é oferecer cursos de técnicas de plantio em vasos para que moradores da comunidade cultivem alimentos em suas casas. “Não temos espaço na horizontal, mas temos muito espaço de sobra na vertical, são milhares de quilômetros de lajes na comunidade”, falou a EXAME.com o presidente do Instituto Escola do Povo Gilson Rodrigues. Que tal montar uma mini-horta em casa? A Casa Verde te ensina o passo a passo. Confira! Patrocinado

A ideia, segundo Fernando Cosenza, presidente do Instituto Stop Hunger, ligado a Sodexo, é formar e capacitar os moradores para que tenham uma alimentação mais saudável. “Muitas pessoas não se alimentam bem na comunidade não só porque falta dinheiro para comprar hortaliças, que geralmente são caras, mas também pela falta de acesso a esses produtos”, explica Cosenza em entrevista a EXAME.com.

Projeto "Horta na Laje" em Paraisópolis

A inspiração para a criação do “Horta na Laje” veio de outro projeto do Instituto, o “Programa Hortaliças”. Nessa iniciativa, estudantes de agronomia da Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho (Unesp) ganham bolsas de estudo para trabalharem em hortas comunitárias. Todos os alimentos produzidos são doados para outras organizações sociais.

A Unesp, aliás, irá auxiliar o projeto na comunidade com o oferecimento de cursos de técnicas de plantio aos moradores. As aulas serão realizadas bimestralmente e serão ministradas por Arthur Bernardes, professor de agronomia da universidade. A EXAME.com, Bernardes conta que os cursos irão englobar assuntos relacionados ao cultivo de hortaliças, como adubação, irrigação e todo o cronograma de plantio.

Para o professor, o “Horta na Laje” traz os princípios da segurança alimentar e da integração familiar. “Ao plantar em suas lajes, as famílias irão se alimentar do que plantam, o que facilita o acesso e diminui gastos”, explica. “Além disso, tem a ideia do trabalho coletivo, em que cada um tem que fazer um pouco para as hortaliças crescerem saudáveis.”

Economia sustentável

Outro foco do projeto é transformar Paraisópolis em uma comunidade sustentável. “Queremos reaproveitar o que já foi usado, como água e terra”, diz Rodrigues, do Instituto Escola do Povo. No futuro, o projeto deve trabalhar com a compostagem.

Rodrigues adiciona que a promoção da sustentabilidade também está relacionada com a aproximação da comunidade com a natureza. “Paraisópolis é uma comunidade de origem nordestina, um povo acostumado a mexer com a terra. Queremos que essas pessoas voltem a ter um contato mais próximo com a natureza a partir do plantio.”

Já Fernando Cosenza espera que, em breve, os moradores criem uma economia própria dentro da comunidade com a troca dos alimentos que serão cultivados nas lajes. “Enquanto um planta apenas alface, outro irá cultivar apenas agrião, permitindo a rotação desses alimentos entre as pessoas e promovendo o trabalho coletivo.”

Projeto Horta na Laje em Paraisópolis

Empoderamento feminino

Para Elizandra Cerqueira, presidente da Associação das Mulheres de Paraisópolis, o projeto vai além da sustentabilidade ou da alimentação saudável. “O ‘Horta na Laje’ é uma oportunidade para as mulheres da comunidade gerarem renda a partir da troca ou venda alimentos”, diz em entrevista a EXAME.com.

Segundo Cerqueira, a associação promove um projeto de gastronomia, em que as mulheres são ensinadas a cozinhar para buffets e incentivadas a empreender no ramo. “Com as hortas, elas poderão utilizar os alimentos colhidos para a criação de pratos. Assim, as moradoras poderão oferecer um serviço sem precisar gastar com a matéria-prima”, explica. Por dentro do assunto: É mais difícil empreender sendo mulher?

Atualmente, 53% da população de Paraisópolis é composta por mulheres, sendo que 20% delas são chefes de família, de acordo com a associação. “Por isso, o projeto deve beneficiar as mulheres que precisam sustentar seus filhos, ao mesmo tempo que providencia uma alimentação saudável”, diz a presidente. “Além disso, uma mulher que tem educação, trabalho e se sente empoderada, dificilmente irá aceitar viver em uma situação de violência.”

Fonte – Marina Demartini, Exame de 02 de junho de 2017

Censo de abelhas mobiliza britânicos em aplicativo no celular

Foto: divulgação Friends of the Earth

Há poucas coisas que os britânicos gostem tanto do que cuidar de seus jardins. Nesta época do ano, quando o sol finalmente dá a graça nesta ilha do Hemisfério Norte, lojas de plantas ficam lotadas e moradores passam mais tempo no quintal, regando e admirando as cores e aromas da primavera.

Junto com o desabrochar das flores, chegam os animais selvagens. Ou o que ainda restou deles, já que muitos foram levados quase à extinção nos últimos séculos, devido à urbanização desenfreada, até então, sinônimo de desenvolvimento e progresso econômico.

Hoje em dia os ingleses tentam recuperar o que foi perdido. Trazer de volta a vida selvagem para o quintal de suas casas. Por isso mesmo, abelhas, borboletas, ouriços e esquilos (somente os nativos) são muito bem-vindos e há campanhas, estimulando e ensinando a população a atraí-los.

E fazer a contagem anual destas espécies é uma das muitas iniciativas promovidas pelas organizações que trabalham pela proteção e conservação da fauna e flora no Reino Unido.

Agora, por exemplo, acontece um censo nacional para a contagem de abelhas, o The Great British Bee Count, realizado pela ONG Friends of the Earth. No ano passado, milhares de pessoas participaram e quase 400 mil abelhas foram contabilizadas.

O censo começou no último dia 19 de maio e vai até 30 de junho. Este é o pico da primavera, quando as flores atraem mais abelhas nesta parte do mundo.

Censo de abelhas mobiliza britânicos em aplicativo no celularFoto: divulgação Friends of the Earth

Para participar, como eu estou, já que moro perto de Londres atualmente,
basta fazer o download gratuito de um aplicativo no celular. Aí, toda vez que você avistar uma abelha, tira uma foto, identifica qual sua espécie (há uma opção entre duas delas, com ilustrações bem explicativas), informa a quantidade e onde foi observada. Simples assim! Divertido, rápido e muito bacana.

O objetivo da campanha britânica é auxiliar especialistas a entender o comportamento e situação atual das diferentes espécies, como elas estão se adaptando às mudanças climáticas e à perda de habitat.

No mundo todo, há um declínio da população de abelhas. Cientistas apontam o uso de pesticidas na lavoura como sendo um dos principais responsáveis pelo desaparecimento destes insetos, essenciais para a polinização e consequente, produção de alimentos no planeta. Só no Reino Unido, 20 espécies de abelhas já estão extintas e outras 35 ameaçadas de desaparecer.

Estudos mostram que jardins urbanos e parques são tão importantes para insetos polinizadores quanto o campo, porque na cidade, eles encontram uma maior variedade de plantas e flores. O aplicativo do censo das abelhas também dá dicas do que cultivar no jardim para atrair mais insetos. Flores de cor roxa são as que as abelhas mais enxergam.

Então, quando chegar a primavera no Brasil, que tal deixar seu quintal ou sacada mais convidativos também para estes insetos?

Um dos registros do censo de 2016, quando quase 400 mil abelhas foram registradas. Foto: divulgação Friends of the Earth

Abaixo, algumas das fotos enviadas pelos participantes do The Great British Bee Count

Suzana Camargo – Jornalista, já passou por rádio, TV, revista e internet. Foi editora de jornalismo da Rede Globo, em Curitiba, onde trabalhou durante seis anos. Entre 2007 e 2011, morou em Zurique, na Suíça, de onde colaborou para diversas publicações brasileiras, entre elas, Exame, Claudia, Elle, Info, Superinteressante e Planeta Sustentável. Desde 2008 , escreve sobre temas como mudanças climáticas, energias renováveis e meio ambiente. Atualmente vive em Londres.

Fonte – Conexão Planeta de 24 de maio de 2017