36 motivos para conectar crianças à natureza

36 motivos para conectar crianças à natureza

Artigo de Ana Lúcia Machado, do blog Educando Tudo Muda

Proporcionar e incentivar o brincar livre da criança em contato com a natureza é algo simples, de baixo custo, que traz muita alegria, encantamento e um profundo sentimento de unidade e pertencimento. Pode ser uma caminhada num parque ou numa praça para ouvir o vento soprar, o canto dos pássaros, observar as árvores , as cores das flores. Respirar fundo e sentir o cheiro de terra úmida. Pisar em folhas secas. Procurar minhocas, musgos, borboletas. Subir em árvores, correr entre elas, e muito mais.

A criança deve ser compreendida como um ser lúdico, contemplativo, explorador e investigativo, e atendida nessas necessidades. Pesquisas científicas já comprovaram inúmeros benefícios que o contato com a natureza propicia. Esses benefícios envolvem aspectos físicos, emocionais, cognitivos, sociais e espirituais.

Eis os principais motivos para conectar crianças à natureza:

1. Permite maior movimentação corporal auxiliando na estruturação do sistema muscular. Estar ao ar livre é um convite para o movimento – correr, pular, escorregar, explorar troncos caídos, escalar barrancos, etc.

2. Ajuda na aquisição do equilíbrio do corpo

3. Desenvolve a destreza corporal

4. Contribui para o domínio espacial

5. Promove estímulos sensoriais

6. Propicia maior gasto de energia, que é uma necessidade biológica do corpo

7. Auxilia na qualidade do sono, tão importante para a fase de crescimento infantil

8. Regula hormônios, diminui o cortisol (hormônio do stress)

9. Ajuda a respirar melhor

10. Contribui para a melhora nas medições de pressão sanguínea e batimentos cardíacos

11. Previne a obesidade

12. Previne a deficiência de Vitamina D, pela exposição aos raios solares

13. Previne a miopia. Espaços amplos, abertos e com iluminação natural estimulam o exercício dos músculos oculares. As crianças precisam focar em objetos grandes e ao longe. É importante que os olhos se movimentem seguindo a linha vertical, horizontal e de profundidade para a prevenção do encurtamento dos músculos dos olhos. A ocorrência de miopia tem crescido entre as crianças e uma das explicações é o acesso precoce e excessivo ao mundo tecnológico

14. Fortalece o sistema imunológico, pois a criança entra em contato com uma série de bactérias e micro-organismos

15. Previne o desenvolvimento de alergias

16. A criança aprende a correr riscos e medi-los, como ao subir numa árvore

17. A criança aprende a superar desafios

18. Desenvolve resiliência e autoconfiança

19. Colabora para a autonomia da criança

20. Alivia a ansiedade

21. Diminui a hiperatividade

22. Reduz a agressividade

23. Estimula a capacidade cognitiva

24. Aumenta a concentração

25. Contribui para a melhoria da aprendizagem

26. Nutri a imaginação

27. Enriquece o repertório da criança

28. Promove a convivência e interação social

29. Fortalece os vínculos afetivos

30. Estimula o espírito solidário

31. Dá a sensação de liberdade e pertencimento

32. Promove equilíbrio interno, autorregulador da criança.

33. Promove harmonia, vitalidade e alegria

34. Eleva a capacidade criativa

35. Estimula o cuidado com o meio ambiente. A criança em contato com a natureza é o potencial cuidador e preservador do meio ambiente, porque em sua memória haverá registros do significado do frescor à sombra de uma árvore por exemplo

36. Promove a educação ambiental vivencial, na prática

Em contato com a natureza a criança tem acesso a processos vivos que estão em constante transformação. Alimentar os sentidos da criança com formas primordiais, substancias vivas, e elementos naturais que exalam aromas, florescem, frutificam e emitem sons nativos, é fundamental para o desenvolvimento integral infantil.

Tudo isso propiciará a formação de um reservatório de experiências vivas e reais para a vida.

Ana Lúcia Machado é pesquisadora da cultura da infância e arte na educação. Autora do blog “Educando Tudo Muda”, carrega a bandeira da educação como a única revolução capaz de transformar o mundo. Ela é autora do livro “Clarear – a pedagogia Waldorf em debate” e do projeto “Playoutside – alegria de brincar na natureza”.

Fonte – CicloVivo de 02 de novembro de 2017

Índia institui ‘Compaixão pelos Animais’ como matéria escolar em milhares de colégios públicos e privados

Índia institui ‘Compaixão pelos Animais’ como matéria escolar em milhares de colégios públicos e privados

Desde a pouca idade, a natureza aflora em nós um encantador universo de descobertas e autoconhecimento. Na Índia, essa ideia é levada a sério e foi incluída na grade escolar de colégios de todo o país como atividade extracurricular. Por meio do projeto educacional Compassionate Citizen, as crianças aprendem a ter compaixão pelos animais, ampliando seu engajamento ambiental.

Direcionado para a garotada entre 8 e 12 anos, o programa é uma parceria entre as ONGs Animal Rahat e PETA, que atuam na defesa dos direitos dos animais.

O intuito é desenvolver nessas crianças e adolescentes atitudes de respeito, empatia, gentileza e não violência para com os outros seres vivos. “A maioria das crianças sente naturalmente preocupação e afeição pelos animais, mas elas absorvem o comportamento cruel da sociedade e gradualmente perdem sua compaixão. A falta de respeito por outras espécies pode se traduzir em insensibilidade e crueldade – inclusive para com outros seres humanos”, explica um comunicado oficial sobre o projeto.

Segundo ele, a educação humanizada dentro da escola serve justamente para não abrir essa porta para futuros atos de violência contra os animais e os seres humanos. Propondo que todos sejam tratados respeitosamente, a mensagem se espalha principalmente em comunidades mais remotas, onde por vezes os animais são utilizados como instrumento de trabalho pesado, fazendo com que os pequenos percam a noção de seus sentimentos e de sua importância no mundo.

O impacto de aulas do tipo gerou engajamentos significativos e que colaboram com a formação social dos envolvidos. Na vila de Sawali, por exemplo, os alunos e professores já fizeram até mesmo marchas pacíficas em prol dos animais, espalhando mensagens de amor por toda a comunidade e pedindo para que as pessoas evitem o uso do manja, uma corda de pipa bastante usada na Índia que fere e mata as aves.

O projeto já se espalhou por 21 mil escolas públicas e privadas, impactando o pensamento de 4,3 milhões de crianças e, consequentemente, resultando numa nova geração mais gentil e amorosa.

Fonte – The Greenest Post de 15 de outubro de 2017

Sustentabilidade e o princípio da precaução

Os princípios são utilizados como diretrizes fundamentais pelas práticas jurídicas. Fornecem os fundamentos para a criação de leis e são a essência das normatizações no direito. O Direito Ambiental visa a manutenção de um perfeito equilíbrio nas relações do meio antrópico com as dimensões físicas e biológicas do meio natural e possui alicerces próprios, que são decorrentes não apenas de um sistema normativo ambiental, mas também do sistema de direito positivo em vigor.

Dentre os diversos princípios do Direito Ambiental, se destacam os princípios da prevenção e da precaução.

O princípio da prevenção se caracteriza pela prioridade que deve ser dada para as medidas que evitem o estabelecimento de atentados para as condições ambientais que se considera em equilíbrio, de maneira a reduzir ou eliminar as causas de ações suscetíveis de alterar sua qualidade.

Pelo princípio da prevenção, é permitida a instalação de uma determinada atividade ou empreendimento, mas impedindo que esta ação antrópica cause danos futuros, por meio de medidas mitigadoras ou de caráter preventivo que se comprovem eficazes e eficientes através de ações de monitoramento propostas pelo empreendedor e aprovadas pelo órgão licenciador.

Paulo de Bessa Antunes ressalta que existe “um dever jurídico-constitucional de considerar as condições do meio ambiente quando se for implantar qualquer empreendimento econômico”.

Conforme este doutrinador, a Carta Magna obriga todo empreendedor a proteger o meio ambiente ao exercer sua atividade econômica, razão pela qual se conclui que o princípio da prevenção impõe o equilíbrio entre o desenvolvimento socioeconômico e a preservação ambiental. Sempre se busca a manutenção o equilíbrio ecossistêmico e da homeostase ambiental como premissas da sustentabilidade obtida com equidade social, eficiência econômica e preservação ambiental.

O princípio da precaução, por outro lado, é um estágio além da prevenção. A precaução argumenta que não se deve permitir a realização do empreendimento, se houver risco de dano irreversível. Objetiva a adoção de medidas de vigilância, por parte do Estado e de particulares, para evitar danos futuros, quando incertos e não-comprovados, cujo resultado não possa imediatamente ser avaliado.

Isto não está caracterizado nas condições de prevenção, onde não se avalia risco e se busca apenas estabelecer uma compatibilização entre a atividade e a preservação ambiental.

Assim, pelo princípio da precaução, quando existe risco ou incerteza científica sobre a ocorrência ou possibilidade de dano ambiental, o empreendimento ou a atividade sequer podem e devem ser licenciadas para implantação. A nebulosidade e a complexidade de muitas situações, que são de difícil apropriação, exigem a aplicação deste princípio como fiador da preservação das condições de sustentabilidade.

O ordenamento jurídico brasileiro é bastante explícito sobre a indissociabilidade dos temas concernentes à saúde e ao meio ambiente. E para tanto emprega em defesa da qualidade ambiental e qualidade de vida do povo, os princípios da prevenção e precaução. Um para viabilizar as condições de preservação ambiental. E outro para evitar ações impactantes quando explicitamente comprovadas.

A utilização adequada destas concepções, cada uma em conformidade com as características da situação, é garantia e condicionante prévia para a evolução dos conceitos de sustentabilidade. Se as premissas não são respeitadas, condições posteriores de desequilíbrio podem determinar arranjos que não são mais passíveis de controle ou compatibilização.

O princípio da precaução é um dos vetores de proteção socioambiental previstos na dimensão jurídica. A aplicação criteriosa do princípio da precaução pressupõe sua adequação à proporcionalidade, e a efetivação da disseminação da informação ambiental para fundamentar o debate democrático amplo acerca dos riscos que devem ser evitados pela incerteza das suas consequências.

A Internet, como nova esfera pública, pode se constituir em instrumento essencial à concretização desta demanda do princípio da precaução.

O princípio da precaução é uma das três diretrizes estruturantes do direito ambiental alemão (KLOEPFER, 2004). A análise de sua origem, desenvolvimento e principais aspectos, mostra analogia de exegese requerida pela hermenêutica, no direito brasileiro (FREITAS, 2006; MACHADO, 2007; LEITE e AYALA, 2004, alemão (KLOEPFER, 2004; REHBINDER, 1994), norte-americano (SUNSTEIN, III JORDAN e O’RIORDAN, 2008) e francês (EWALD, GOLLIER e SADELEER, 2001; KOURILSKY e VINEY, 2000; GODARD, 2000).

Este instituto jurídico foi concebido e evoluído no direito ambiental alemão, no controle de emissão de poluentes, a partir da década de 70 do século passado, a partir da noção de que eram necessárias medidas de proteção e preservação do ambiente em face de riscos plausíveis de dano futuro, mesmo que ainda não cientificamente comprovados e confirmados.

O desenvolvimento do princípio da precaução marcou a adoção de uma política de preservação ambiental eminentemente preventiva, contraposta àquela repressiva (REHBINDER, 1994).

A positivação do princípio ocorreu em vasto número de documentos legais internacionais, sendo seu principal marco jurídico internacional a expressa previsão no Princípio 15 da Declaração das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, de 1992.

No direito brasileiro é explicitamente referido na Lei de Biossegurança, de 2005, e implicitamente positivado na Constituição de 1988.

A aplicação do princípio enfrenta obstáculos, como a abstração do instituto, e que dificulta uma conceituação precisa (MACHADO, 2007); a impossibilidade de definição dos riscos que devem ser evitados e de como deve se dar esse combate (EWALD, GOLLIER e SADELEER, 2001); o perigo real do uso de versão desproporcional do princípio (SUNSTEIN, 2008); e a necessidade de respeito à proporcionalidade (SILVA, 2002; CANOTILHO, 2003; ÁVILA, 2004; SARLET, 2005).

Os mecanismos de informação e democratização podem calibrar a proteção adequada, na aplicação do princípio da precaução para viabilizar posteriormente condições satisfatórias de evolução das condições de desenvolvimento sustentável.

A informação é um meio de disseminação dos conhecimentos acerca dos riscos, alertando e conscientizando a população em geral e contribuindo para determinações de sínteses dialéticas fundamentadas, utilizando e agregando conhecimentos formais, culturas tradicionais e toda forma de contribuição (KOURILSKY e VINEY, 2000).

A necessidade da devida disseminação da informação ambiental, bem como a imprescindibilidade do debate acerca dos riscos que enfrentam a sociedade e o planeta, implicam em grandes desafios e paradigmas de nosso tempo.

Quando se aborda sustentabilidade dentro de acepções gerais, são consideradas as apropriações ecodesenvolvimentistas do economista Ignacy Sachs. Eficiência econômica, equidade social e preservação ambiental.

Mas no direito foram se desenvolvendo abordagens próprias, chamadas de princípios ou diretrizes, que se fundamentam nas características peculiares e de raciocínio hermenêutico, próprios da natureza jurídica.

Conforme exaustivamente dissecado, na prevenção ocorre que em vez de avaliar os danos e executar sua reparação, é estimulado que se evite sua ocorrência, controlando as respectivas causas. Metodologias de controle devem ser integradas nas atividades, permitindo identificar ações com impactos deletérios na qualidade de vida da comunidade.

No princípio da precaução próprio da sociedade complexa e de risco que se vive, sempre que se verifique a possibilidade de ocorrência de efeitos que gerem desarmonia significativa e irreversível, a ausência de certeza científica não deve ser utilizada para justificar adiamentos de medidas preventivas de degradação ambiental, que no caso são de inibição do empreendimento.

Ao contrário da interpretação primária e primitiva realizada por muitos empreendedores com grande carência escolar, o princípio do poluidor-pagador não constitui passaporte pago para a destruição ambiental. Este é apenas um princípio específico, prevendo a obrigatoriedade do poluidor em corrigir ou recuperar o ambiente já afetado, não sendo permitido continuar a ação poluente.

O princípio da cooperação determina a procura de soluções em clima de consertação social, com outros atores locais, nacionais ou internacionais para os problemas de ambiente e de gestão dos recursos naturais que venham a ser identificados. A cooperação inicial entre todas as partes interessadas no processo de planejamento e implementação de políticas, planos e projetos pode atenuar alguns obstáculos que se identifique.

A diretriz de integridade ecológica evolui a partir dos conceitos dos ecossistemas urbanos, buscando avaliar ambientes construídos artificialmente do mesmo modo que os ecossistemas no mundo natural. Nesta apropriação, sustentabilidade significa que não se pode aumentar as necessidades indefinidamente. Políticas têm que ser formuladas e implantadas de forma participativa, de modo a assegurar uma proteção adequada da biodiversidade e da manutenção dos principais processos ecológicos e dos sistemas que suportam a vida.

Aplicado em normatizações e no aprimoramento de situações de vida, o princípio da melhoria contínua determina a necessidade do desenvolvimento de políticas, planos e projetos dinâmicos, flexíveis e participativos, reconhecendo a necessidade de adaptações e alterações, seguindo uma lógica de progressão contínua rumo à sustentabilidade. A este princípio estão associados os conceitos de avaliação e monitoramento constante de todas as situações.

A diretriz da equidade intra e entre geracional, propugna a necessidade de assegurar a melhoria da qualidade de vida da população em geral, tanto nas gerações atuais, como nas futuras.

O princípio da integração determina a criação dos meios adequados para assegurar a conexão das políticas de crescimentos econômico, bem estar social e de conservação da natureza, tendo como finalidade o desenvolvimento integrado, harmônico e sustentável. É inspirada em Ignacy Sachs.

A diretriz de participação democrática propõe que a sustentabilidade deve ser fomentada por processos participativos, que permitam que a comunidade integralmente tenha o mesmo envolvimento no processo de tomada de decisão e participação satisfatória nas resultantes das intervenções sociais.

O princípio da subsidiariedade implica que as decisões devem ser tomadas ao nível de decisão o mais próximo possível do cidadão. Embora simples, tal proposição representa uma aproximação com demandas sociais de avaliação intangível.

O princípio do envolvimento comunitário e transparência, reconhece que a sustentabilidade não pode ser alcançada, nem pode haver um progresso significativo nesse sentido, sem o suporte e o envolvimento de toda a comunidade. O processo de tomada de decisão deve ser claro, explícito e público.

Por fim, o princípio da responsabilização aponta para que os agentes sejam protagonistas das suas ações, direta ou indiretamente sobre os recursos naturais finitos e sobre as vulnerabilidades das complexas inter-relações ambientais.

Referências

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ANDRADE, José Carlos Vieira de. Os direitos fundamentais na constituição portuguesa de 1976. Coimbra: Almedina, 1987.

BECK, Ulrich. Ecological politics in an age of risk. Cambridge (UK): Polity, 1995.

CANARIS, Claus-Wilhelm. Direitos fundamentais e direito privado. Coimbra : Almedina, 2003.

CANOTILHO, J.J. Gomes. Direito constitucional e teoria da constituição. 7ª ed. Coimbra: Almedina, 2003.

CASTELLS, Manuel. A era da informação: economia sociedade e cultura. A sociedade em rede. Vol I. Rio de Janeiro: Ed. Paz e terra: 2002.

CUNHA, Paulo Ferreira da. Direito à informação ou deveres de protecção informativa do Estado? In: SARLET, Ingo Wolfgang. Direitos Fundamentais, informática e comunicação: algumas aproximações. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007.

EWALD, François; GOLLIER, Christian; SADELEER, Nicolas de. Le principe de précaution. Paris: Presses Universitaires de France, 2001.

FISHKIN, James. Possibilidades democráticas virtuais: Perspectivas da democracia via internet. In: EISENBERG, José; CEPIK, Marco. Internet e política: teoria e prática da democracia eletrônica. Belo Horizonte: UFMG, 2002.

FREITAS, Juarez. Princípio da precaução: vedação de excesso e de inoperância. Interesse Público. v.7, n.35, p.33-48, jan./fev., 2006.

FREITAS FILHO, Roberto. Os alimentos geneticamente modificados e o direito do consumidor à informação: um questão de cidadania. Revista de informação legislativa. v.40, n.158, p.143-161, abr./jun., 2003.

GODARD, Olivier. Le principe de précaution, une nouvelle logique de l’action entre science et démocratie. Philosophie politique. mai 2000. Disponível em: http://ceco.polytechnique.fr/CAHIERS/pdf/526.pdf. Acessado em: 02/05/08.

HARTMANN, Ivar A. M. O acesso à Internet como direito fundamental. Revista de Derecho Informático. n. 118, maio 2008. Disponível em: http://www.alfa-redi.org/rdiarticulo.shtml?x=10359. Acessado em: 28/05/08.

JORDAN, Andrew; O’RIORDAN, Timothy. The Precautionary Principle in Contemporary Environmental Policy and Politics. Disponível em: http://www.ingentaconnect.com/content/whp/ev/1995/00000004/00000003/art00001. Acessado em: 02/05/08.

KLOEPFER, Michael. Umweltrecht. 3A ed. Munique: Beck Juristischer Verlag, 2004. A caminho do Estado Ambiental? A transformação do sistema político e econômico da República Federal de Alemanha através da proteção ambiental especialmente desde a perspectiva da ciência jurídica. In: SARLET, Ingo W.; MOLINARO, Carlos Alberto; MEDEIROS, Fernanda; FENSTERSEIFER, Tiago (Orgs.). A dignidade da vida e os direitos fundamentais para além dos humanos. Minas Gerais: Forum, 2008 (no prelo).

KOURILSKY, Philippe; VINEY, Geneviève. Le principe de précaution. Rapport au Premier ministre. Paris: Ed. Odile Jacob et la Documentation française, 2000.

LEITE, José Rubens Morato; AYALA, Patryck de Araújo. Direito ambiental na sociedade de risco. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004.

LÉVY, Pierre. Cyberdémocratie: essai de philosophie politique. Paris : Odile Jacob, 2002. MACHADO, Paulo Affonso Leme. O princípio da precaução e a avaliação de riscos. Revista dos Tribunais. São Paulo, v.96, n.856, p.35-50, fev., 2007. . Direito à informação e meio ambiente. São Paulo: Malheiros, 2006 . Direito ambiental brasileiro. 12ª ed. São Paulo: Malheiros, 2004.

MALJEAN-DUBOIS, Sandrine. La Convention Européenne des Droits de l’Homme et le Droit à l’Information en Matière d’Environnement. Revue Générale de Droit International Public. 4/995-1021. Paris, 1998.

MIRRA, Álvaro Luiz Valery. Direito ambiental: o princípio da precaução e sua aplicação judicial. Revista de Direito Ambiental. v.6, n.21, p.92-102, jan./mar., 2001.

MOREIRA, Renato de Castro. O Direito à liberdade informática. Revista da AJURIS. Porto Alegre, p. 139-167, dez. 1999.

NERY JUNIOR, Nelson. Alimentos transgênicos e o dever de informar o consumidor. In: TEIXEIRA, Sálvio de Figueiredo (Coord.). Estudos em homenagem ao ministro Adhemar Ferreira Maciel. São Paulo: Saraiva, 2001.

REHBINDER, Eckard. Precaution and Sustainability: Two Sides of the same coin? In: KISS, Alexander Charles. A law for the environment: essays in honour of Wolfgang E. Burhenne. Genebra: IUCN, 1994.

ROCHA, Leonel Severo; CARVALHO, Delton Winter de. Policontexturalidade jurídica e estado ambiental. In: SANTOS, André Leonardo Copetti; STRECK, Lenio Luiz; ROCHA, Leonel Severo. Constituição, sistemas sociais e hermenêutica. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007.

SARLET, Ingo Wolfgang. A eficácia dos direitos fundamentais. 6ª ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2006.

SILVA, Luís Virgílio Afonso da. O proporcional e o razoável. Revista dos Tribunais. São Paulo. v. 798. p. 23-50. abr. 2002.

SOARES, Guido Fernando Silva. Direito internacional do meio ambiente: emergência, obrigações e responsabilidades. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2003.

SUNSTEIN, Cass R. Beyond the precautionary principle. Disponível em: http://www.law.uchicago.edu/Lawecon/index.html. Acessado em: 02/05/08.

TRINDADE, Antônio Augusto Cançado. Direitos humanos e meio-ambiente: paralelo dos sistemas de proteção internacional. Porto Alegre: S. A. Fabris, 1993.

VIEIRA, David Laerte. Princípio da precaução versus princípio da equivalência substancial e a polêmica em torno da liberação dos transgênicos no Brasil. Interesse Público. v.9, n.41, p.109-120, jan./fev., 2007.

HARTMANN, Ivar Alberto Martins e MOLINARO, Carlos Alberto (orientador) Princípio da Precaução: Informação Ambiental, Democracia e Acesso à Internet. Programa de Pós-Graduação em Direito, Faculdade de Direito, PUCRS, III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação – PUCRS, 2008

Dr. Roberto Naime, Colunista do Portal EcoDebate, é Doutor em Geologia Ambiental. Integrante do corpo Docente do Mestrado e Doutorado em Qualidade Ambiental da Universidade Feevale.

 

Fonte – EcoDebate de 17 de outubro de 2017

Cinco vídeos da NASA explicando o aquecimento global e suas consequências

A NASA possui uma série de vídeos curtos (em inglês) intitulada ‘Minuto da Terra’, abordando o aquecimento global e as mudanças climáticas. Abaixo é apresentada uma seleção a respeito dos principais temas da ciência climática.

1. Aquecimento global

A temperatura média global da superfície da Terra aumentou no último século. E continuará aumentando no presente século, caso se mantenha inalterada a tendência de emissões de gases de efeito estufa. A temperatura média global é um entre vários indicadores do aquecimento global.

2. Gases de efeito estufa

A atmosfera é composta por gases, entre eles aqueles chamados de efeito estufa. Os gases de efeito estufa interferem na quantidade de energia absorvida e emitida pelo planeta, e com isso em todo o sistema climático. Desde a Revolução Industrial, as atividades humanas tem sido a fonte de aceleradas emissões de gases de efeito estufa para a atmosfera.

3. Fatores que influenciam o sistema climático

O desenvolvimento da ciência do clima ocorreu através do estudo dos fatores que condicionam o sistema climático da Terra, como aqueles citados pelo vídeo – vulcanismo, correntes oceânicas, ou insolação. Foi por meio do conhecimento desses fatores que a ciência avaliou as mudanças registradas no último século, concluindo que elas se devem à alteração na composição dos gases atmosféricos causada pelas atividades humanas.

4. Aumento do nível do mar

O aumento do nível do mar é uma das consequências mais críticas do aquecimento global. O nível do mar está subindo por dois motivos: de um lado, o aumento da temperatura faz as águas expandirem em volume, de outro lado, o derretimento da criosfera (como calotas polares e geleiras) adiciona mais água aos oceanos. Milhares de pessoas vivem atualmente em cidades costeiras, e inúmeras atividades humanas dependem ou estão relacionadas com essa região.

5. Groenlândia

Por que monitorar a Groenlândia é tão importante quando o assunto é aquecimento global? Em primeiro lugar, porque essa região do planeta é mais sensível às alterações no sistema climático, funcionando como um indicador do que pode estar por vir para o restante do planeta. Mas também porque as mudanças na região do Ártico tem implicações extremamente relevantes, tanto em termos do nível do mar, quanto da circulação atmosférica.

Fontes – NASA / Clima e Ciência de 07 de setembro de 2017

Educação ambiental é inserida no currículo das escolas da rede estadual de ensino de MS

Educação ambiental foi inserida no currículo das escolas da rede estadual de ensino (Foto: Claudia Gaigher/TV Morena)Educação ambiental foi inserida no currículo das escolas da rede estadual de ensino (Foto: Claudia Gaigher/TV Morena)

Abordagem do assunto será feita por meio de uma abordagem integrada, transversal, interdisciplinar e sistemática, levando em consideração a diversidade sociocultural das comunidades.

Resolução da secretaria estadual de Educação de Mato Grosso do Sul (SED) insere a educação ambiental no currículo das escolas da rede estadual. A determinação foi publicada na edição desta sexta-feira (15), do Diário Oficial do estado, e já entrou em vigor.

Segundo a resolução, a educação ambiental passa a ser tema integrante do currículo da educação formal e estará presente de forma articulada nos conhecimentos repassados aos estudantes em todas as etapas e modalidades de ensino.

Também determina que a inserção do assunto será feita por meio de uma abordagem integrada, transversal, interdisciplinar e sistemática, levando em consideração a diversidade sociocultural das comunidades e dos territórios de identidade.

Destaca ainda que a abordagem curricular deve enfatizar a natureza como fonte de vida e relacionar a dimensão ambiental à justiça social, aos direitos humanos, à saúde, ao trabalho, ao consumo, à pluralidade étnica, racial, de gênero, de diversidade sexual, e à superação do racismo e de todas as formas de discriminação e injustiça social.

As atividades pedagógicas e demais modalidades de ensino, devem contemplar a diversidade dos múltiplos saberes em relação ao convívio cuidadoso com os seres vivos e seu habitat, promovendo o respeito e a responsabilidade com as diversas formas de vida, culturas e comunidades.

A resolução estipula também que os professores deverão participar de uma capacitação continuada para a aplicação do conteúdo de educação ambiental. Essa formação deve promover: o estímulo e a divulgação de estudos, pesquisas e experiências pedagógicas; produção de conhecimentos, tecnologias sustentáveis e materiais didáticos, em parceria com a comunidade e incentivo à pesquisa e à apropriação de instrumentos pedagógicos e metodológicos que aprimorem a prática docente e a cidadania ambiental.

Fonte – G1 de 15 de setembro de 2017

Rock in Rio: Querem salvar a Amazônia, mas não juntam o próprio lixo

O Rock in Rio 2017 se propôs, entre outras coisas, a ser um espaço em defesa da Amazônia.

Neste domingo (17) a cantora norte-americana Alicia Keys convidou ao palco a líder indígena e representante da Articulação dos Povos Indígenas no Brasil (Apib), Sonia Guajajara, para falar dos ataques à Amazônia promovidos pelo governo de Michel Temer.

O ‘Fora Temer’ também foi entoado por diversas vezes, notadamente quando a modelo internacional Gisele Bündchen lançou a campanha global Believe, uma proposta com soluções para questões sociais e ambientais.

O drástico é ver que após os shows, a plateia, teoricamente entusiasta e simpatizante da ideia, foi incapaz de juntar o próprio lixo, destoando às completas de qualquer iniciativa voltada para uma proposta de inspiração ambiental.

Lamentável.

Fonte – Jornal da Cidade de 18 de setembro de 2017

É o mesmo caso das pessoas abaladas ao verem a tartaruga com um canudo no nariz, todos preocupados com o novo continente gerado por plásticos jogados no mar e mesmo assim são incapazes de usar sacolas retornáveis, parar de usar PET, long neck, canudos, copos, pratos e talhares descartáveis. Hipocrisia! É bonito dizer que se é ecologicamente engajado, mas na hora de mudar seus péssimos hábitos…

Ministério do Meio Ambiente abre novos cursos a distância

© Depositphotos.com / potowizard

Interessados podem se inscrever, gratuitamente, a partir desta segunda-feira (11/09) no ambiente virtual do MMA

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) abre, a partir desta segunda-feira (11/09), as inscrições para cursos a distância em diversas áreas, entre elas educação ambiental e água, sustentabilidade, unidades de conservação, juventude e igualdade de gênero. Ao todo são dez cursos abertos ao público em geral e um fechado, direcionado aos gestores municipais, intitulado Estruturação da Gestão Ambiental Municipal.

Confira os detalhes de cada curso

Os interessados devem se cadastrar no ambiente virtual do MMA até 17 de setembro e escolher um ou mais cursos, que serão realizados sem tutoria. A efetivação da inscrição está condicionada à oferta de vagas. As capacitações começam no dia 18 de setembro.

O conteúdo produzido é livre, para uso público e pode ser disponibilizado para que instituições parceiras os ofertem em suas próprias plataformas Moodle.

Hstórico

O MMA investe, desde 2012, na customização de um ambiente virtual de aprendizagem e na elaboração de cursos de educação a distância. O objetivo é permitir o acesso a conteúdos socioambientais e materiais pedagógicos para utilização online e off-line. Já passaram pela plataforma cerca de 95 mil usuários.

“Esse alcance é considerado de extrema importância, tendo em vista que todos os conteúdos disponibilizados se tornam subsídios e aportam ferramentas para o planejamento e a gestão de programas regionais e locais de educação ambiental”, afirma a analista ambiental Ana Luísa Teixeira de Campos, do Departamento de Educação Ambiental do MMA.

Alguns cursos foram pensados e disponibilizados para recortes específicos de público e outros para ser ofertados de maneira livre, de maneira semipresencial, com apoio de instituições parceiras, a distância, com tutoria contratada ou voluntária e autoexplicativas (sem tutoria).

Fonte – Assessoria de comunicação social (Ascom/MMA) de 08 de setembro de 2017

Currículo da rede municipal de SP em 2018 incluirá desenvolvimento sustentável

Desenvolvimento sustentável será incluido no currículo das escolas de ensino fundamental da rede municipal de São PauloTânia Rêgo/Arquivo/Agência Brasil

As escolas de ensino fundamental da rede municipal de São Paulo incluirão o tema desenvolvimento sustentável no currículo a partir de 2018. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), parceira da Secretaria Municipal de Educação neste projeto, a cidade é pioneira ao contemplar esta questão com o objetivo de aprendizagem. O material produzido para as aulas – como vídeos e publicações para os professores – foi apresentado em 15 de agosto em evento na capital paulista.

“O currículo serve para a gente pensar que tipo de sociedade queremos para frente, que tipo de cidadão a gente quer preparar, para que ele possa intervir no mundo em que vive”, explicou o secretário de Educação, Alexandre Schneider. A educação faz parte dos Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS), um conjunto de 17 metas assumidas por 193 estados-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) a serem cumpridas até 2030. “É um compromisso que o Brasil assumiu e é um bom guia para esse processo de formação”.

Para Felipe Felisbino, coordenador de Educação Ambiental e Temas Transversais da Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), a inclusão é um avanço, tendo em vista que os parâmetros curriculares mais antigos apenas sugeriam a abordagem desses temas. “Os ODSs estarão nos objetivos de aprendizagem de cada área de conhecimento. São Paulo dá muitos passos adiante na concepção de um novo currículo, tratando com muita seriedade temáticas sociais e, dentre elas, a principal: sustentabilidade, que perpassa pelo direito humano, pelo consumo sustentável”, disse.

Filmes produzidos pela Unesco

A série em vídeo produzida para crianças entre 7 e 11 anos contempla oito dos 17 ODS, entre eles Fome Zero e Saúde Sustentável, Saúde e Bem-estar, Educação de Qualidade e Água Potável e Saneamento. Os filmes têm duração de até dois minutos e meio e foram produzidos pela Unesco no Brasil em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e o Ministério da Educação.

A representante interina da Unesco no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, que é também diretora da área programática da entidade, destaca que a posição de São Paulo é um exemplo para outros municípios. “Nós percebemos que só existe uma maneira de contribuir para a transformação do mundo e é sempre pela ação. As ideias comovem, mas exemplos arrastam. São eles que efetivamente transformam. Nós nos encarregaremos de ajudar a difundir esse exemplo”, disse.

De acordo com Schneider, a comunidade escolar discute agora as mudanças no currículo, mas o tema desenvolvimento sustentável, como é um objetivo de aprendizagem, estará mantido na proposta. A medida envolverá cerca de 450 mil alunos do ensino fundamental.

“Para sensibilizar crianças entre 7 e 11 anos e a comunidade escolar sobre a importância da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS), a UNESCO no Brasil, em parceria com o MEC e o MMA, selecionou e produziu vídeos sobre nove Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e algumas das suas metas que integram a temática da EDS para essa faixa etária. Os ODS apresentados nos vídeos estão alinhados às políticas nacionais de educação ambiental.” UNESCO

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ODS 14 e 15

Fonte – Camila Maciel, edição Fábio Massalli, Agência Brasil de 15 de agosto de 2017

Educação Ambiental: A importância deste debate na Educação Infantil

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A educação, sem dúvida alguma, ainda é a melhor via para o desenvolvimento da cidadania, e os processos educativos são fundamentais para a promoção das mudanças de hábitos e atitudes das pessoas e suas relações com meio ambiente, principalmente os que associam atividades informativas e sensibilizadoras. Porém, deve-se compreender que tais processos não podem ser vistos como ferramentas isoladas, mas que integram um conjunto de ações sociais para a busca de soluções dos problemas ambientais. O Meio Ambiente é um tema de abrangência nacional e discuti-lo, favorece a compreensão da realidade e a participação social. Portanto, é assunto fundamental para a construção da cidadania e da democracia. Os Parâmetros Curriculares Nacionais
(PCN, 2007) o introduziram como tema transversal, referendado pela Política Nacional de Educação Ambiental, oficializada, por meio da Lei 9.795 de 27 de Abril de 1999, que introduz a Educação Ambiental no ensino formal. Portanto, a proposta da transversalidade é uma forma concreta de reinserir a escola e a comunidade no contexto da vida das comunidades e incorporar as questões ambientais existentes no cotidiano da localidade para o interior da prática disciplinar e do projeto educativo da escola.

Todavia, a inserção da temática ambiental no projeto educativo escolar e na prática pedagógica dos educadores de forma permanente e contínua, tem encontrado obstáculos. Isso pode ser observado na maioria das salas de aula.

Para diminuirmos os problemas da crise ambiental precisamos resgatar valores e vivências. A humanidade evolui construindo máquinas e mecanismos que facilitam a sua vida, mas o preço dessa evolução é o dano ambiental ( e social ), pelo consumo exagerado. Mas, como reverter essa situação? A EA, neste contexto, assume papel crucial para o desenvolvimento de uma sociedade sustentável, que seja capaz de viver
de forma que não se esgotem os recursos naturais. É preciso sensibilizar para que possa ocorrer a conscientização coletiva.

 

Fonte – EcoDebate de 16 de agosto de 2017