A poluição e contaminação por microfibras plásticas

Fonte – da série a História das Coisas, Capítulo a História das Microfibras

Boletim do Instituto IDEAIS de 06 de março de 2017

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Kalunga, pare de matar baleias com suas sacolas não degradáveis antes que seja tarde

Sacolas e sacos plásticos ultrapassados matam a vida selvagem. A Kalunga deveria se engajar e usar somente sacolas e sacos plásticos biodegradáveis certificados e verdadeiros que são aqueles que tem impresso selo ecológico verde em conformidade com a norma ABNT PE-308.01 de qualidade ambiental acreditada pelo INMETRO. Chega de poluir o planeta.

Este abaixo-assinado será entregue para:

sack@kalunga.com.br

adolfo@kalunga.com.br

Clique aqui para assinar.

Fonte – Instituto IDEAIS

Procon-SP autua 100% das lojas de material de construção fiscalizadas

Procon-SP autua 100% das lojas de material de construção fiscalizadas

A venda de produtos para construção e reforma aumentam nesta época do ano e o consumidor deve estar atento no momento da compra ou recebimento dos materiais que adquirir quanto ao prazo de validade, informações em língua portuguesa e a origem do fabricante.

Em operação de fiscalização, a Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania, 100% das lojas fiscalizadas desrespeitaram o Código de Defesa do Consumidor e foram autuadas.

A maioria dos materiais de construção, especialmente os de acabamento, têm validade que precisa ser respeitada para a segurança e durabilidade da obra. Quando não houver vencimento o produto deverá constar ‘Prazo de Validade Indeterminado’.

Para assegurar os direitos do comprador de materiais de construção, o Procon-SP vai realizar em todo o Estado operações regulares de fiscalização desses produtos nas lojas especializadas.

“O objetivo dessas operações é observar o cumprimento do Código de Defesa do Consumidor quanto a prazo de validade, origem e informações em língua portuguesa”, informa Bruno Stroebel, supervisor de planejamento de fiscalização operacional do Procon-SP.

No período de 3/6/2016 até 2/9/2016 o Procon-SP fiscalizou 25 lojas das grandes redes de material de construção e todas apresentaram irregularidades e foram notificadas e autuadas, a multa também foi emitida para os fabricantes que não atenderam a legislação. Veja a lista das lojas autuadas.

A loja através de seus funcionários e promotores do fabricante devem conferir a validade dos produtos em exposição nas gôndolas. Selantes, rejuntes e alguns tipos de cimentos têm validade e o uso após o seu vencimento podem ocasionar avarias na obra e causar acidentes, como desprendimento de revestimentos de fachadas, entre outros.

Irregularidades

Segundo Bruno, as irregularidades encontradas nas lojas de materiais de construção, em especial a venda de produtos vencidos, ocorrem também com comerciantes de outros tipos de produtos nacionais e importados. Incluem ainda preços distintos para o mesmo item, cobrança no caixa de valor diferente do anunciado na prateleira e falta informação claras sobre preços, formas de pagamento e trocas.

Com relação às mercadorias, os desrespeitos mais comuns ao CDC são a ausência de dados obrigatórios na embalagem, como composição e informações sobre o fabricante. E mais, falta de prazo de validade, falta da data de fabricação para o cálculo da validade, etiqueta apagada, falta de informações claras no rótulo, grafia em língua estrangeira e ainda, não ter instruções de uso e eventuais restrições. Em alguns tipos de produtos, também é conferido o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

(…) Em operação de fiscalização, a Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania, 100% das lojas fiscalizadas desrespeitaram o Código de Defesa do Consumidor e foram autuadas.(…)

Alertamos que é crime distribuir sacolas e sacos plásticos com propaganda impressa de proteção ambiental do tipo “Respeito ao Meio Ambiente”, “Sacola Biodegradável, Sacola Oxibiodegradável” entre outros apelos sem a devida comprovação e certificação do atributo divulgado. É crime de publicidade enganosa previsto no Código de Defesa do Consumidor.

São consideradas crime e proibidas (art.66, 67, CDC) a publicidade enganosa e a abusiva pelo Código de Defesa do Consumidor. Leia a página 31 do CDC acima. Art. 66. Fazer afirmação falsa ou enganosa, ou omitir informação relevante sobre a natureza, característica, qualidade, quantidade, segurança, desempenho, durabilidade, preço ou garantia de produtos ou serviços: Pena – Detenção de três meses a um ano e multa

A seção IV do Código de Defesa do Consumidor “Das Práticas Abusivas” considera abusiva (grifo nosso):

VIII – colocar, no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas 8 Lei no 8.884/94, Lei no 9.008/95 e Lei no 9.870/99. 24 Código de Proteção e Defesa do Consumidor específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – Conmetro;

Todo o cidadão tem o direito de exigir a certificação em conformidade com as normas e marcos regulatórios quando recebe um produto com apelo ecológico, mesmo que seja uma simples sacola. Qualquer um pode acionar os órgãos de fiscalização e apresentar denúncia de propaganda enganosa e/ou abusiva.

Evite ser autuado pelo crime de propaganda enganosa e prática abusiva. Exija a apresentação de certificado emitido pela ABNT, acreditado pelo INMETRO/Conmetro, de conformidade com a norma ABNT PE-308.01 para aditivos plásticos oxibiodegradáveis. Assim como imprima nas sacolas o selo ecológico verde de qualidade ambiental, autorizado e numerado pela ABNT.

Plástico biodegradável (oxibio e/ou hidrobio, compostável ou não) é solução para acabar com a poluição dos plásticos descartados pelas pessoas no meio ambiente.

Mas de nada adianta serem falsos e sem certificação. A ausência de certificação ilude o consumidor, e o plástico que não atendeu a norma vai se espalhar pelo planeta em pedaços não biodegradáveis. A partir do momento que existem normas brasileiras relacionadas a biodegradação ou compostagem de plásticos estas normas servem como referência nos casos de fiscalização e cumprimento de leis sobre embalagens plásticas biodegradáveis como é realidade em diversos estados e municípios do Brasil.

A certificação e o selo ecológico numerado impresso nas sacolas é a garantia do comerciante no caso de fiscalizações relacionadas ao cumprimento do Código de Defesa do Consumidor.

Fonte – Portal Newtrade

Boletim do Instituto IDEAIS – BI 09/02/2017

Baleia doente encalhada tinha 30 sacos de plástico no estômago

Pesquisador exibe sacos de plástico encontrados no estômago de baleias de 2 toneladas AP

Tendência é que material não reciclável seja mais presente nos oceanos do que vida marinha em 2050

Zoólogos noruegueses descobriram esta sexta-feira cerca de 30 sacos de plástico e outros resíduos plásticos no estômago de uma baleia-bicuda-de-cuvier que havia encalhado na costa sudoeste do país.

Segundo Terje Lislevand, pesquisador da Universidade de Bergen, a baleia, que pesava 2 toneladas e sofreu eutanásia, estava visivelmente doente. Seu intestino “não tinha comida, apenas alguns restos de cabeça de lula, além de uma fina camada de gordura”.

Lislevand avalia que os resíduos não-biodegradáveis foram “provavelmente a razão” para que a baleia tenha encalhado no último sábado nas águas rasas de uma ilha localizada a oeste de Bergen, a cerca de 200 quilômetros a noroeste de Oslo. A espécie não costuma ser encontrada em águas norueguesas.

A Organização das Nações Unidas estima que 8 milhões de toneladas de lixo plástico são despejadas nos oceanos a cada ano.

No início do ano passado, especialistas alertaram que haverá mais plástico do que vida marinha nos oceanos até 2050.

Pelo menos 8 milhões de toneladas de plástico são despejados anualmente no oceano — o equivalente a um caminhão de lixo a cada minuto, de acordo com um relatório do Fórum Econômico Mundial. A tendência é que este índice aumente cada vez mais, especialmente em países de economia emergente com regimes fracos de reciclagem.

A ONU estima que 8 milhões de toneladas de lixo plástico são despejadas nos oceanos a cada ano.

Plástico biodegradável em conformidade com normas é a solução para plásticos que dificilmente são reciclados e com grande chance de serem incorretamente descartados no meio ambiente.

Plástico verde não degradável de origem renovável e os plásticos convencionais serão encontrados em maior quantidade e serão mais abundantes nos oceanos do que a vida animal.

Além disto, os falsos plásticos biodegradáveis que não atendem normas, por exemplo ABNT PE-308.01, BS 8472, entre outras, são iguais aos plásticos convencionais ou verdes de origem renovável, com um aspecto ainda pior: Enganam o consumidor e autoridades.

Fonte – O Globo de 03 de fevereiro de 2017

Boletim do Instituto IDEAIS de 13 de fevereiro de 2017

Brasileiros retiram grande quantidade de plásticos da boca de uma tartaruga

Os cientistas descobriram que 50 por cento de todas as tartarugas marinhas ingerem plástico. Crédito da foto: The Daily Galaxy Inhabitat, Taz Loomans

O que os humanos têm feito com o planeta? A sua empresa ainda ignora a existência de plásticos biodegradáveis para proteção do planeta e da vida animal?

Cientistas descobriram que 50% de todas as tartarugas marinhas estão ingerindo plásticos descartados pelas pessoas no meio ambiente.

Este número tende a aumentar por conta dos índices de poluição plástica que continuam a subir.

“Estas manchas plásticas não desaparecem”, diz o autor principal Erik van Sebille, um oceanógrafo da Universidade de New South Wales.

As manchas de lixo ficarão lá pelo menos nos próximos mil anos.

Assista o filme da retirada de plásticos dentro da boca de uma tartaruga no Brasil.

Um novo estudo realizado pela Universidade de Queensland e publicado na revista Conservation Biology mostra que as tartarugas são significativamente mais propensas a engolir plástico hoje do que eram na década de 1980. O estudo descobriu que a probabilidade de uma tartaruga ingerir lixo criado pelo homem saltou de cerca de 30% para quase 50% em 2012.

Boletim do Instituto IDEAIS de 16 de janeiro de 2017

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Poluição na praia de São Conrado, Rio de Janeiro

Veja o vídeo do horror da poluição causada principalmente por embalagens plásticas irresponsavelmente descartada no meio ambiente pelas pessoas.
Provavelmente com alguma embalagem plástica com sua marca.

Sua empresa ainda vai ignorar esta realidade e continuar a usar plásticos convencionais ou vai optar por plásticos biodegradáveis fabricados com material que cumpre normas e por isso é certificado pela ABNT, OPA e Instituto IDEAIS? Poderemos um dia acreditar na responsabilidade ambiental das empresas?

Autor do Vídeo – Carlos Burle

Boletim do Instituto IDEAIS de 06 de dezembro de 2016

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Princess Cruise Lines vai pagar uma multa de US$ 40 milhões por “poluição deliberada dos mares e atos intencionais para encobri-lo”

Navio Princess Cruise Line saindo do porto de Buenos Aires, na Argentina, em 2012. Natacha Pisarenko / AP

segundo o Departamento de Justiça, que a chama de ” maior sanção penal já aplicada que envolveu poluição deliberada por embarcações.”

Nota do IDEAIS – Qual a diferença quando comparamos este caso com os dos fabricantes que fraudam sacolas biodegradáveis, ou dos fornecedores de falsos materiais biodegradáveis, ou do comércio que distribui sacolas plásticas não degradáveis impressas como se fossem ecológicas, oxibiodegradáveis, verdes e todo tipo de apelo falso e sem comprovação em conformidade com a norma ABNT PE-308.01 e outras em vigência?
Em todos os casos estão promovendo deliberadamente a poluição ambiental ao mesmo tempo que tentam se passar por ambientalmente corretas.

Leia no NPR – Princess Cruises Hit With Largest-Ever Criminal Penalty For ‘Deliberate Pollution’

Boletim do Instituto IDEAIS de 07 de dezembro de 2016

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No Brasil a corrupção é recompensada

A edição de 1° de novembro de 2016 do site EmbalagemMarca informa que O Boticário adotou o plástico verde de origem renovável da Braskem em todas as embalagens de polietileno da linha Cuide-se Bem.

As novas embalagens não degradáveis produzidas com polietileno de etanol derivado da cana de açúcar devem evitar a emissão de cerca de três mil toneladas de CO2 por ano.

Por outro lado, a edição de 22 de dezembro do mesmo ano do El País informa que a Odebrecht e seu braço petroquímico Braskem se declararam culpadas por pagar subornos, um dos desdobramentos da Operação Lava Jato. O acordo prevê o pagamento total de 3,5 bilhões de dólares para que as empresas se livrem das acusações em três países.

É a maior multa já paga no mundo em acordos do tipo e um dos trunfos da Lava Jato.

Os danos para toda a economia e para as pessoas causados pelas práticas de suborno da Braskem/Odebrecht apuradas pela Operação Lava Jato estão sendo recompensadas por empresas que acabam adotam discurso de marketing ecológico alegando que suas embalagens evitam emissão de CO2 ao usar plástico de origem da cadeia do etanol, mas que na verdade é a mesma coisa que o plástico convencional e que vai permanecer no meio ambiente poluindo e matando a vida selvagem por décadas.

Leia a notícia do El País – Odebrecht e Braskem pagarão a maior multa por corrupção da história

Leia a notícia da EmbalagemMarca – Plástico Verde dá prêmio de sustentabilidade para O Boticário em Paris

Boletim do Instituto IDEAIS de 11 de janeiro de 2017

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Bioplástico produzido a partir de biogás rico em Metano

Bioplastic from BiogasBioplastic from Biogas

A empresa VTT desenvolveu uma solução para converter até mesmo pequenas fontes de biogás rico em metano em matérias-primas para alimentação animal ou bioplástico em fazendas, aterros sanitários e estações de tratamento de águas residuais.

Esta solução de redução de emissões baseia-se na capacidade das bactérias metanotróficas a crescer em metano em fermentadores de gás.

New Approach by VTT to Convert Methane-rich Biogas into Bioplastics

VTT has developed a solution for converting even small sources of methane-rich biogas into raw materials for animal feed or bioplastic on farms, landfills and wastewater treatment plants. This emission-reducing solution is based on the ability of methanotrophic bacteria to grow on methane in gas fermenters.

Bioplastic from Biogas

Methane-rich biogas is generated on farms, landfills and wastewater treatment plants in anaerobic digestion of biological material. Until now, the processing of such gas into biomethane has only been viable on large biogas-producing sites; small biogas sources such as farms have remained largely unexploited.

The method developed by VTT would reduce emissions, increase the use of biogas and improve protein self-sufficiency.

Process

It is based on the ability of methanotrophic bacteria to grow in aerobic conditions in gas fermenters, using methane as the source for carbon and energy. The process is as follows:

  • The methane gas generated by anaerobic digestion is fed into a gas fermenter.
  • A growth medium containing the methanotrophic bacteria circulates through the pipes of the gas fermenter, creating a single-cell protein biomass with a protein content of around 60%.
  • The cell mass is filtered, pasteurized and dried.

The methanotrophic bacteria and (depending on the growth conditions) cell mass may also contain polyhydroxybutyrate plastic (PHB) – a natural substance in the cells that enables them to store conserve energy. For example, PHB can be used as a raw material for biodegradable packaging material, instead of oil-based and non-biodegradable plastics such as polypropylene (PP).

  • The cell mass may contain 50% half of the PHB, in which case the protein content is around 30%.
  • Extraction is used to separate the PHB and protein fractions from the dried cell mass.

The production rate of VTT’s method needs to be improved: a couple of years of development work lie ahead. In addition, the protein fraction’s suitability as a feed component needs to be tested.

Based on previous studies, single-cell proteins produced using micro-organisms can be substituted for ingredients such as meat, soya, egg whites or fish in food and feed. Finland is import-dependent with respect to soya: a fluctuating worldwide crop causes price fluctuations and uncertainty about the availability of this foodstuff.

In Europe and Finland, attempts are being made to meet the challenge of protein feed for domesticated animals by improving protein self-sufficiency. This mainly involves promoting the production of vegetable protein. The production of single-cell proteins represents a good opportunity to improve our protein self-sufficiency.

About VTT Technical Research Centre

VTT Technical Research Centre of Finland Ltd is one of the leading research and technology companies in the Nordic countries. VTT has a national mandate in Finland. It uses its research and knowledge to provide expert services for our domestic and international customers and partners.

Fonte – Omnexus Specialchem

Boletim do Instituto IDEAIS de 05 de dezembro de 2016

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Sacolas: uso de PE verde pode ser questionado em SP

Futuro Secretário Municipal do Meio Ambiente é contra exigência do bioplástico na embalagem

A exigência de polietileno verde na composição das sacolas camiseta no comércio paulistano, por ser o único bioplástico nacional com disponibilidade comercial, acaba de ser posta em xeque por João Doria, vencedor da eleição para prefeito realizada em outubro último.

Para a formação da cúpula da gestão municipal, ele nomeou o vereador Gilberto Natalini (PV-SP) para comandar a Secretaria do Meio Ambiente.

Em entrevista a Plásticos em Revista publicada  na edição de fevereiro último (nº622), Natalini demarcou sua posição ao informar ter encaminhado ao prefeito atual, o petista Fernando Haddad, nocauteado por Doria logo no primeiro turno, alertando que especificar na regulamentação para a sacola  uma resina de fabricação restrita (PE verde) implicava favorecer seu único produtor, no caso a Braskem.

No mesmo documento, ele comentou que, a despeito do mérito da origem renovável da resina em foco, lhe soava mais consistente, do ponto de vista ambiental, incorporar à sacola a sucata de plástico pós consumo.

A questão de fundo, contestada também pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast), são as distorções concorrenciais geradas pelas condições de acesso dos fornecedores de sacolas aos volumes de PE verde.

Conforme divulgou a reportagem, uma minoria de transformadores de maior porte adquire o bioplástico (material com participação de 51% na composição da sacola) a preços e volumes inatingíveis pelos rivais menores, dependentes de comprar o material a preços maiores dos distribuidores autorizados da Braskem. Gilberto Natalini toma posse em 1º de janeiro próximo.

Nota do IDEAIS: Este questionamento vem em boa hora. Quem sabe a nova administração mande apurar como uma lei que proíbe sacolas plásticas deu origem a um decreto que permite sacolas plásticas não degradáveis e poluentes produzidas a partir de resina plástica que um só fabricante no Brasil tem capacidade de produzir.

Relembre o caso onde até um juiz afirmou que as sacolas em PE verde são ilegais aqui: http://bit.ly/sacola_ilegal

Fonte – Plásticos em Revista

Boletim do Instituto IDEAIS de 30 de novembro de 2016

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