Oxibiodegradáveis: representante da indústria debate pontos polêmicos a respeito do material

d2w

Eduardo Von Roost é diretor da RES Brasil, especializada em aditivos e tecnologias no segmento de plásticos

Os oxibiodegradáveis são plásticos que, após receberem aditivos pró-degradantes, têm sua fragmentação facilitada por influência de oxigênio, luz, temperatura e umidade. Eles têm diversas aplicações e alguns modelos ficaram famosos por serem usados em sacolinhas (saiba mais a respeito na matéria “Plásticos oxibiodegradáveis: problema ou solução ambiental?“).

O Portal eCycle entrevista o diretor da RES Brasil, Eduardo Van Roost para debater alguns pontos importantes relacionados à produção e ao consumo e descarte dos oxibiodegradáveis. A RES Brasil é especializada em aditivos e tecnologias no segmento de plásticos, representante exclusiva no Brasil da inglesa Symphony, fabricante do aditivo pró-degradante d2w™, elemento que determina as características de oxibiodegradabilidade aos plásticos usualmente utilizados em embalagens oxibiodegradáveis.

Portal eCycle: Em relação aos que sugerem que os plásticos oxibiodegradáveis após seu descarte transformam-se em microplásticos, o que o senhor teria a dizer a respeito?

Eduardo Van Roost: Plásticos oxibiodegradáveis d2w™ não viram “microplásticos“, pois quando degradam não são mais plásticos e sim material repleto de oxigênio que atrai a água e microrganismos para sua completa biodegradação. O que vira microplástico e atrai substâncias tóxicas, podendo adentrar nossa cadeia alimentar, são os plásticos comuns, os chamados verdes, de fonte renovável ou não. E também plásticos meramente fragmentáveis ao invés dos verdadeiros oxibiodegradáveis.

Pode-se crer que os chamados plásticos oxibiodegradáveis não deixam vestígios no meio ambiente após seu descarte?

Pode-se ter certeza disto. Plásticos oxibiodegradáveis d2w™ biodegradam como o prometido pois atendem normas internacionais e são certificados por isso, inclusive pela ABNT, em conformidade com a norma PE-308.01, acreditada pelo Inmetro. O que não biodegrada, polui e mata a vida selvagem quando incorretamente descartados são os plásticos convencionais, mesmo os ditos verdes originados do etanol da cana-de-açúcar, e os falsos biodegradáveis.

Quanto ao processo de biodegradação deste tipo de plástico, que fases são previstas nas normas para serem atendidas?

Em qualquer tipo de plástico verdadeiramente biodegradável, é preciso antes haver a degradação para posterior biodegradação. Não existe biodegradação sem uma inicial degradação em fragmentos, assim como acontece com uma simples folha de árvore caída. Após a degradação, seja por oxidação no caso dos oxibiodegradáveis, seja por hidrólise para o caso dos hidrobiodegradáveis, acontece a fase da biodegradação.

A última fase é a análise dos resíduos, comum para os dois tipos, para conferir que não sejam ecotóxicos.

Sobre a proveniência dos plásticos, quais as perspectivas para tais materiais em suas origens não renovável e renovável?

Plásticos podem ser feitos a partir de fontes renováveis ou fósseis. A produção de plásticos convencionais de fonte não renovável consome cerca de 3% de cada barril de petróleo. Mesmo se não existissem os plásticos derivados de petróleo e gás natural, ele – o petróleo – continuaria sendo extraído e consumido. Atualmente, não existe produção no mundo capaz de substituir plásticos de origem fóssil por plásticos de origem renovável.

O que determina a condição de oxibiodegradável nos plásticos classificados como tal seriam os aditivos pró-degradantes empregados. Na composição desses aditivos, sais metálicos, como manganês, ferro, cobalto, níquel ou outros são identificados?

Com mais de 15 anos de conhecimento na área, os sais metálicos de transição mais comuns usados em aditivos oxibiodegradáveis que conheço são: ferro, cobalto e manganês. Não sei do uso de níquel como agente pró-degradante e nunca vi um trabalho científico publicado relacionado a níquel. Se tiverem algum agradeceria se pudessem enviar.

Em relação à empresa que representam no Brasil, a Symphony, que aditivo pró-degradante comercializa e como se dá sua presença no mercado?

A Symphony Environmental é uma empresa pública do Reino Unido e com ações comercializadas nas bolsas de valores de Londres e Nova Iorque. Por conta disso, todos os seus atos são públicos e transparentes. Atua no segmento de aditivos e plásticos oxibiodegradáveis, com presença em embalagens de empresas sérias e reconhecidas em mais de 96 países distribuídos pelo mundo. Symphony produz e é proprietária da marca registrada d2w™, seu aditivo pró-degradante oxibiodegradável.

Em se tratando das certificações disponíveis no mercado, quais são atendidas pelos produtos que representa?

O d2w™ é certificado pela ABNT em conformidade com a norma PE-308.01, e também, em conformidade com as normas ASTM D6954-04 (norte-americana), BS 8472 (britânica), AFNOR T51-808 (francesa) e UAES 5009:2009 (Emirados Árabes Unidos), as quais contemplam um guia padrão de exposição e teste de plásticos que se degradam no meio ambiente por uma combinação de oxidação e biodegradação e ensaios de ecotoxicidade.

Comparativamente, existe alguma analogia entre plásticos compostáveis e oxibiodegradáveis?

Compostagem e biodegradabilidade são conceitos diferentes. Plásticos oxibiodegradáveis d2w™ não são vendidos como plásticos compostáveis, embora tenham cumprido a norma EN 13432 (as normas EN 13432 e ASTM D6400 são normas de plásticos compostáveis) ao biodegradar em 88,86% em apenas 121 dias. Plásticos compostáveis derivados de plantas não podem ser reciclados juntamente com os plásticos convencionais e exigem sua coleta em separado e envio para usinas de compostagem industrial para que atendam as normas de biodegradabilidade em ambiente de compostagem industrial. Já os plásticos oxibiodegradáveis podem e devem ser descartados juntamente com os plásticos convencionais para sua posterior reciclagem.

Alguns estudos acadêmicos envolvendo instituições como Universidade de São Paulo, Faculdade Assis Guzarcs, Universidade Federal de Santa Maria ou Universidade de Aston, em Birmingham, Reino Unido apontam questionamentos acerca da total biodegradação de objetos cuja composição se dá em plásticos oxibiodegradáveis. Qual posição da marca que representa a respeito?

O estudo da Universidade de São Paulo não foi feito com d2w™. Notificamos o autor e temos a resposta onde ele esclarece não ter realizado testes com plásticos oxibiodegradáveis disponíveis no mercado. Caso precisem da resposta é só solicitar. O trabalho descrito como da Faculdade Assis Gurcaz também não foi feito com d2w™. O trabalho descrito pela Universidade Federal de Santa Maria não seguiu as normas de ensaios dos plásticos oxibiodegradáveis (ASTM D-6954 ou BS 8472) e também não fez checagem prévia se as sacolas plásticas oxibiodegradáveis eram falsas ou verdadeiras. E o trabalho da Universidade de Aston em nada é contrário aos plásticos oxibiodegradáveis e é desenvolvido justamente para desenvolver ensaios para os plásticos oxibiodegradáveis e o autor Gerald Scott– já falecido – é conhecido internacionalmente como o pai dos plásticos oxibiodegradáveis.

Algumas entidades internacionais, dentre elas o Conselho de Bioplásticos da Sociedade Industrial de Plásticos (SPI), a Associação Europeia de Recicladores de Plásticos (EuPR), criticam os plásticos oxibiodegradáveis, questionando padrões, a efetiva biodegradação. Como enxerga tal posicionamento?

As entidades internacionais citadas não são especialistas em plásticos oxibiodegradáveis e representam os interesses comerciais dos plásticos compostáveis ou de fontes renováveis, e também os plásticos comuns, os quais competem comercialmente com os plásticos oxibiodegradáveis.

Os riscos associados ao petróleo são maiores que os riscos associados aos plásticos de origem renovável?

Não é por que vem da cana, milho ou de outra fonte renovável que este tipo de plástico é melhor que aquele originado do petróleo. Plantas que podem dar origem a plásticos têm impactos importantes relacionados ao seu cultivo. Desmatamento da área para plantio, erosão, uso de agrotóxicos, depleção, contaminação do ar, solo e águas por pesticidas e defensivos, consumo elevado de energia e água, entre tantos outros impactos reconhecidamente maiores que aqueles do plástico derivado de origem fóssil. Tudo isso para produzir um plástico não degradável, descartável e poluente enquanto o petróleo continua a ser extraído todos os dias para gerar energia e mover motores no mundo todo?

O plástico de amido é de origem renovável e é compostável?

Não. Plásticos que contêm amido também tem partes de sua composição formada por plásticos de origem fóssil. Para ser compostável o plástico deve atender aos prazos e percentuais de biodegradação previstos em normas de compostagem (exemplos: ASTM 6400 e EN 13432). Se um plástico não atender os quesitos, mesmo sendo derivado de amido ou de qualquer outra fonte renovável, não poderá ser rotulado como compostável.

Plástico biodegradável derivado de amido ou de outras fontes renováveis é biocompatível com o corpo humano?

De jeito nenhum. Biodegradabilidade não é a mesma coisa que biocompatibilidade. A biocompatibilidade com o corpo humano é ensaiada por outros métodos.

A biodegradabilidade anaeróbia do plástico PLA emite CO2?

Não. Toda biodegradabilidade na ausência de oxigênio vai gerar metano, gás cerca de 23 vezes mais potente como efeito estufa que o CO2.

Plástico verde, de fonte renovável, pode ser biodegradável?

Sim, com a adição do d2w™ e ainda manter as características de reciclabilidade.

A ABNTPE 308.01 prevê ensaios de compostagem?

Não, a norma ABNT assim como todas as outras relacionadas a plásticos oxibiodegradáveis preveem ensaios de degradação e biodegradação em ambiente aberto. Normas para plásticos compostáveis em usinas industriais de compostagem são diferentes das normas dos plásticos oxibiodegradáveis.

A opinião de Francisco Graziano contrária aos plásticos oxibiodegradáveis está correta?

O Sr. Graziano foi notificado pela RES Brasil a esclarecer sua opinião sobre dos plásticos oxibiodegradáveis e se estava a se referir ao d2w™. Respondeu dizendo desconhecer o d2w™ e suas certificações. Portanto, emitiu opinião irresponsável sobre assunto que desconhece por completo.

E sobre a declaração negativa sobre os plásticos oxibiodegradáveis emitida pela SPI Bioplastics?

Como eles podem alegar enganosas as certificações emitidas por entidades acreditadas baseadas em normas internacionais vigentes Certificações só não são enganosas quando se trata de bioplásticos, defendidos e representados por esta entidade? SPI Bioplastics representa os interesses dos quais os plásticos oxibiodegradáveis competem comercialmente.

Por que a ABIPLAST não recomenda a utilização dos aditivos oxibiodegradáveis?

Talvez pelo mesmo motivo que grandes fabricantes de plástico verde o façam. O surgimento da tecnologia oxibiodegradável ajudou a evidenciar ainda mais o quanto é plástico convencional ou verde são poluentes e danosos para a vida animal quando indevidamente descartados no meio ambiente aberto. Entidades ligadas a este tipo de plástico atacam o plástico oxibiodegradável citando os fenômenos que vão acontecer com seus próprios produtos plásticos convencionais: a degradação em milhões de microplásticos poluentes e sua consequente impossibilidade de reciclagem. Plásticos d2w™ não geram microplásticos, não atraem substâncias toxicas e podem ser reciclados tanto quanto os plásticos convencionais antes que a degradação tenha sido iniciada.

Com relação à reciclabilidade dos plásticos oxibiodegradáveis, estes apresentam algum risco ao serem reciclados em conjunto plásticos convencionais?

Plásticos oxibiodegradáveis d2w™ são reciclados junto com os plásticos convencionais no Brasil desde o ano de 2003 e no mundo desde meados da década de 90. Temos laudos e provas de recicladores profissionais atestando a reciclabilidade dos plásticos oxibiodegradáveis d2w™ sem qualquer prejuízo para o material reciclado. O que não é reciclável juntamente com o plástico convencional é plástico compostável de fontes renováveis. Mesmo que oxibiodegradável não fosse reciclável (mas é 100% reciclável), somente 12% do plástico no Brasil é reciclado. Ou seja, 88% do restante que jamais é reciclado seria 100% biodegradável, sem resíduos tóxicos, preservando o meio ambiente e a vida animal. Isso não é bom?

Mediante tudo que conversamos até o momento, que tipo de considerações teceria em apoio aos consumidores de seus produtos em perspectiva o princípio da precaução?

É nossa prática a precaução e responsabilidade. Por isso mesmo d2w™ cumpre normas de proteção ambiental que os plásticos comuns não cumprem. Esperamos que estas boas práticas sejam observadas por terceiros antes da publicação de quaisquer artigos artigo citando marcas sérias e reconhecidas por sua responsabilidade e compromisso com a verdade. Nosso produto d2w™ está disponível no mundo todo e é certificado, contando inclusive com Análise de Ciclo de Vida (ACV) sob norma ISO, que conclui serem os plásticos d2w™ 75% melhores que os plásticos convencionais e que os de origem renovável quando o descarte indevido no meio ambiente é uma possibilidade real. Nossos atributos estão amparados por laudos e ACV que permitem a rotulagem ambiental tipos I, II e III. Portanto, ao contrário dos plásticos convencionais, os plásticos d2w™ são ambientalmente certificados em conformidade com normas nacionais e internacionais. Falta de precaução e responsabilidade é ignorar os fatos e distorcer um problema que é dos plásticos convencionais ou de origem renovável como se fossem problemas dos plásticos oxibiodegradáveis. O que está sendo taxado, banido ou sofrendo restrições no mundo todos são os plásticos convencionais, mesmo os verdes, não degradáveis. Os plásticos oxibiodegradáveis certificados são aceitos e usados no mundo todo, principalmente onde os comuns são proibidos.

Mais informações sobre o d2w™ podem ser adquiridas no site da RES Brasil.

Fonte – eCycle

Biodegradation and ecotoxicity of polyethylene films containing pro-oxidant additive

O mais recente estudo realizado no mundo, seguindo a norma internacional ASTM D6954-04, comprova biodegradação e ausência de ecotoxicidade dos plástico contendo aditivos pró-degradantes.

Os plásticos foram coletados no mercado e submetidos a testes. Todos os requisitos previstos na norma foram satisfeitos.

Os plásticos biodegradáveis testados e aprovados foram produzidos com aditivos e tecnologia d2w – Symphony (tecnicamente denominados oxibiodegradáveis). Distribuídos no Brasil pela RES Brasil.

d2w também é aprovado e certificado segundo norma ABNT PE-308.01 acreditada pelo INMETRO, assim como está em conformidade com os critérios da OPA (The Oxo-Biodegradable Plastics Association), Instituto IDEAIS, além da norma BS 8472 e da União Europeia EN 13432 para requisitos de degradação, biodegradação e ausência de resíduos nocivos.

Associados do IDEAIS tem acesso gratuito ao estudo completo. Solicite caso tenha interesse.

Abaixo resumo do estudo em inglês.

Abstract

The worldwide accumulation of non-degradable plastic materials, such as plastic bags, is one of the most important environmental concerns nowadays. The use of degradable materials is an option to mitigate the environmental impact generated by the consumption of plastics. One of the technologies used for the manufacture and use of degradable plastics is the use of pro-degradant additives that are incorporated in conventional plastics to promote their degradation under certain conditions. The aim of this study is to evaluate the process of oxidation, biodegradation and potential ecotoxicity of polyethylene films containing an oxo-degradable additive, according to the standard ASTM D-6954. This method establishes a procedure in which the samples are subjected to consecutive steps of accelerated oxidation, biodegradation by composting and ecotoxicity assessment. Furthermore, the effect of the presence of printing ink in the polyethylene samples with oxo-degradable additive was evaluated, and the results were compared with those obtained for samples of conventional polyethylene and polylactic acid. After 180 days of laboratory controlled composting, the samples reached the following percentages of biodegradation: polylactic acid, 41 %; printed oxo-degradable polyethylene, 32.24 %; oxo-degradable polyethylene, 25.84 %; printed polyethylene, 18.23 % and polyethylene, 13.48 %. The cellulose sample used as a control was mineralized in 58.45 %. Ecotoxicity assessment showed that the products of biodegradation of the samples tested, did not generate a negative effect on germination or development of the vegetal species studied. Under proper waste management conditions, these plastics can be used as an option to decrease the environmental impact of plastic films.

Fonte – Springer.com

Boletim do Instituto IDEAIS de 02 de maio de 2016

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Nova Zelândia – Tricampeã Mundial de Rugby e produtora de plásticos avançados

No último final de semana a Nova Zelândia conquistou o tricampeonato mundial de Rugby realizado na Inglaterra.

A seleção neozelandesa conhecida como os All Blacks venceu a final contra a Austrália.

Atualmente a Haka é conhecida mundialmente pela sua performance de intimidação no início dos jogos de Rugby da seleção da Nova Zelândia (All Blacks) que costuma antes de seus jogos executar uma Haka específica chamada Ka Mate.

Veja a Haka da grande decisão acima.

Assim como no Brasil, e em mais de 90 países, os plásticos d2w™ e d2p™ também são fabricados na Nova Zelândia. Clique na imagem para visitar o site.

Fonte – Comunicação RES Brasil de 04 de novembro de 2015

Cabo-Verdianos e São-Tomenses lutam contra a poluição do plástico

Antero Veiga, ministro cabo-verdiano do ambiente anunciou esta quarta-feira que a partir do dia 1 de Janeiro de 2017, será proibido no país o fabrico, importação e comercialização de sacos de plástico convencional para embalagens.

Ao anunciar esta medida, o governante referiu que vai ser incentivada a reciclagem do plástico e produção de embalagens biodegradáveis para lutar contra a proliferação de sacos plásticos no meio ambiente cabo-verdiano.

Noutro aspecto, o ministro Antero Veiga realçou que dos 66% dos habitantes do arquipélago moram em meio urbano e que produzem mais de 220 toneladas de lixo por dia, pelo indicou estarem a ser adquiridos equipamentos para de recolha e transporte de resíduos para os 22 municípios do país até ao próximo mês de Junho.

Marcelino Fortes, técnico da ADAD, Associação para a Defesa do Ambiente e Desenvolvimento em Cabo Verde, dá conta do envolvimento da sua organização neste projecto.

Por outro lado, em São Tomé e Príncipe, a luta contra a proliferação do plástico também se tornou uma questão importante. Lançada no ano passado, os organizadores da campanha “Na Ilha do Príncipe, Plástico Não”, anunciaram hoje que até agora já se recolheram mais de 175 mil garrafas de plástico na ilha do Príncipe. Iniciativa conjunta do governo regional do Príncipe e da UNESCO, este programa tem como objectivo livrar a ilha da poluição do plástico no horizonte 2020 e também levar água tratada em todas as escolas do Príncipe.

Plácida Lopes, coordenadora da Unidade de gestão da Biosfera da Ilha do Príncipe, explica como tem evoluído todo este processo.

Fonte – Liliana Henriques, RFI de 26 de fevereiro de 2015

Banquete protege o meio ambiente com embalagens plásticas d2w™

Todas as embalagens utilizadas pela Banquete em seus produtos passam a ser produzidas com aditivo e tecnologia d2w™.

d2w™ é um aditivo plástico oxibiodegradável certificado pela ABNT no âmbito de Rotulagem Ambiental, programa acreditado pelo INMETRO. Certificado n° 365.001/14.

Symphony Environmental Ltda. detentora das tecnologias d2w®, d2p® e d2t®, é empresa certificada ISO, é uma subsidiária integral da Symphony Environmental Technologies PLC, uma empresa pública britânica criada em 1995 e dedicada a encontrar soluções técnicas para os problemas ambientais do mundo. É um membro da Associação dos Plásticos Oxibiodegradáveis, da Sociedade da Indústria Química (Reino Unido), da British Plastics Federation (BPF), da Organização Europeia de Embalagem e Meio Ambiente (Europen) e do Grupo Britânico de Marcas. Symphony participa ativamente dos trabalhos da British Standards Institute (BSI), da American Society for Testing and Materials (ASTM), da organização europeia de normatização (CEN) e da International Standards Organization (ISO). A Symphony tem laboratórios e instalações de testes na Inglaterra, onde constantemente testa, desenvolve e aprimora seus produtos, em colaboração com universidades e especialistas no Reino Unido e no exterior.RES Brasil Ltda é representante exclusiva no Brasil da Symphony e suas tecnologias.

Fonte – Comunicação RES Brasil de 08 de setembro de 2015

Embalagens plásticas para o Rio 2016™ – Informação importante A tecnologia dos plásticos oxibiodegradáveis d2w™ certificada pela ABNT é sua credencial como fornecedor de embalagens da Rio 2016™

O Guia de Embalagens da Rio 2016™ contém informações sobre as embalagens e critérios adotados para escolha de fornecedores.

Destacamos a obrigatoriedade da adoção de rotulagem ambiental. A adoção de selos verdes é desejável.

Os aditivos plásticos oxibiodegradáveis d2w™ são certificados pela ABNT PE-308.01 em conformidade com os Programas de Selo Verde NBR ISO 14024. E também atendem a ANVISA – Resolução RDC n° 17, de 17 de Março de 2008.

Portanto os plásticos fabricados com d2w™ possuem vantagens competitivas por atender aos principais critérios de escolha da Rio 2016™. Junte a Certificação ABNT do d2w™ às suas propostas comerciais.

Acesse:

Guia das Embalagens Rio 2016™

Guia da Cadeia de Suprimentos Sustentável Rio 2016

A RES Brasil vai dar todo o apoio para que seus fabricantes licenciados sejam os fornecedores de artigos e embalagens plásticas que atendam os requerimentos da Rio 2016™.

Contem conosco e bons negócios com produtos bons para o planeta!

d2w™ é um aditivo plástico oxibiodegradável certificado pela ABNT no âmbito de Rotulagem Ambiental, programa acreditado pelo INMETRO. Certificado n° 365.001/14.

Symphony Environmental Ltda. detentora das tecnologias d2w®, d2p® e d2t®, é empresa certificada ISO, é uma subsidiária integral da Symphony Environmental Technologies PLC, uma empresa pública britânica criada em 1995 e dedicada a encontrar soluções técnicas para os problemas ambientais do mundo. É um membro da Associação dos Plásticos Oxibiodegradáveis, da Sociedade da Indústria Química (Reino Unido), da British Plastics Federation (BPF), da Organização Europeia de Embalagem e Meio Ambiente (Europen) e do Grupo Britânico de Marcas. Symphony participa ativamente dos trabalhos da British Standards Institute (BSI), da American Society for Testing and Materials (ASTM), da organização europeia de normatização (CEN) e da International Standards Organization (ISO). A Symphony tem laboratórios e instalações de testes na Inglaterra, onde constantemente testa, desenvolve e aprimora seus produtos, em colaboração com universidades e especialistas no Reino Unido e no exterior.RES Brasil Ltda é representante exclusiva no Brasil da Symphony e suas tecnologias.

Fonte – Comunicação RES Brasil de 22 de julho de 2015

Por que cada vez mais empresas vão estampar suas credenciais sustentáveis?

Uma logomarca sustentável reconhecidamente agrega valor para uma marca. Selos ecológicos fazem com que o sabor seja considerado melhor e alimentos mais saudáveis para o consumidor. Além de turbinar a imagem das empresas, mais e mais consumidores tem aceitado pagar mais por produtos certificados.

Isso já pode ser percebido no aumento do interesse por alimentos orgânicos com selos ecológicos.

O mesmo acontece com papéis e embalagens celulósicas com o selo da FSC impresso.

A boa notícia para os plásticos está na recente certificação dos aditivos plásticos oxibiodegradáveis. A norma ABNT PE-308.01, Programa de Qualidade Ambiental acreditado pelo INMETRO, permite a rotulagem de produtos certificados.

A recente certificação dos aditivos plásticos oxibiodegradáveis d2w™ pela ABNT abre novos horizontes para a cadeia de embalagens plásticas nas empresas que valorizam selos verdes e ecológicos concedidos por entidades reconhecidas como a ABNT / INMETRO.

Saiba mais como sua embalagem pode receber este selo. Entre em contato com a RES Brasil. 19 3871 5185.

Fonte – Comunicação RES Brasil de 30 de julho de 2015

Lei que proíbe utilização das sacolas plásticas é descumprida em Teresina

Nota do Instituto IDEAIS

Para evitar fraudes com sacolas oxibiodegradáveis já oferecemos os testes com o aparelho XRF da Bruker para as autoridades da fiscalização de Teresina / PI, assim como orientamos a exigir a certificação ABNT de cumprimento da norma para aditivos plásticos oxibiodegradáveis, programa PE-308.01 de qualidade ambiental acreditado pelo INMETRO.

Exija do seu fornecedor a certificação emitida pela ABNT com o número do certificado, e nome / marca da tecnologia. Imprima na sacola o modelo de selo com a certificação autorizado pela ABNT para os oxibiodegradáveis certificados.

Agora veja a notícia. Grifo nosso.

Estabelecimentos comerciais da capital continuam descumprindo a lei que entrou em vigor ainda em janeiro de 2010. Fiscalização é precária.

Estabelecimentos comerciais de Teresina descumprem a lei municipal que proíbe a utilização de sacolas plásticas que não se (de)compõem em até 18 meses. A lei entrou em vigor em 2 de janeiro de 2010 e prevê multa de R$ 5 mil. A maioria dos estabelecimentos da capital não estão adequados a norma e também não há fiscalização, pois a Prefeitura não dispõe de aparatos para fazer análise imediata das sacolas.

A lei municipal 3.879 diz que ficam obrigados a utilizar para acondicionamento de produtos e mercadorias em geral sacolas biodegradáveis ou oxi-biodegradáveis, ou, ainda, de papel ou tecidos retornáveis (n)os estabelecimentos comerciais com mais de 150 funcionários, que podem ser farmácias, lanchonetes, panificadoras, açougues, laboratórios de análise clínicas, hospitais, comércios e prestadores de serviços em geral.

De acordo com o secretário municipal do Meio Ambiente, Aluísio Sampaio Neto, existe uma dificuldade muito grande na fiscalização dessa lei pelo fato de que ela tem alguns problemas na sua concepção. “Não temos condições de fazer um teste para saber de qual material é feita a sacola do estabelecimento no momento da fiscalização. É preciso mandar para um laboratório em São Paulo para saber se o material é o mesmo especificado na lei”, declara.

Na visão do secretário, a lei tem uma difícil execução no que se refere a comprovação da origem do material do utensílio. Além disso, a Prefeitura tem uma pequena capacidade de fiscalização e por isso está procurando maneiras de solucionar a questão. “Pretendemos abrir um concurso público para suprir essa falta”, explica. São duas dificuldades: a complexidade da fiscalização em si pela falta de um laboratório local onde se possa fazer o teste e da própria estrutura de fiscalização.

Ainda de acordo com o secretário, será feita uma correção dos aspectos que no ponto de vista da execução estão descontextualizados com a realidade local. “Será feito uma análise técnica para saber o que pode ser corrigido e voltar para a Câmara com essa proposta de alteração para que possamos promover uma ação para tentar mudar essa situação”, explica.

Para Aluísio, a questão da preservação do meio ambiente deve ser abraçada por todos. “O poder público não tem capacidade de fiscalizar todas as coisas o tempo todo, pois o meio ambiente tem um raio de atuação muito vasto. Temos vários problemas com o rio, resíduos sólidos, poluição do ar entre outros. Acredito que a população precisa comprar a ideia e se conscientizar da importância de cada um fazer sua parte”, conta. Para ele, a sacola é um item que pode ser abolido de maneira descomplicada, se a população decidir não mais utilizá-la, buscando alternativas como levar de casa para o supermercado suas próprias sacolas ou cestas.

O universitário Gabriel Noleto acredita nesta ideia e usa sacolas ecológicas quando vai a feiras e supermercados. “Opto por ser uma atitude ecológica, reutilizável e por ter uma grande capacidade de carga”, esclarece Gabriel. A intenção da medida é diminuir o impacto ambiental causado pelas sacolas plásticas, que levam cerca de 400 anos para se decompor na natureza e quando utilizada para acondicionar lixo, aumenta o tempo a decomposição dos dejetos que estiverem em seu interior. Já um modelo biodegradável inicia a decomposição dentro de um ano, e se desfaz completamente em até oito.

Dados do Ministério do Meio Ambiente (MMA) revelam que cerca de 12 bilhões de sacolas são distribuídas anualmente no Brasil, sendo consumidas cerca de 800 sacolas plásticas ao ano por cada brasileiro. Em 2011, o ministério coordenou uma campanha com o slogan “Saco é um saco”. A iniciativa ajudou a evitar a circulação de 800 milhões de sacos plásticos no Brasil, de acordo com dados do ministério.

Em 2011, a Associação Brasileira da Indústria de Material Plástico (Abiplast) entrou com pedido de Ação Direta de Inconstitucionalidade no Tribunal de Justiça do Piauí contra a lei e teve o julgamento adiado cerca de 25 vezes. O parecer da Procuradoria Geral de Justiça foi de que a lei municipal fosse mantida.

Fonte – Ana Paula Diniz, Jornal O Dia / Boletim do Instituto IDEAIS de 22 de junho 2015

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8 de junho dia mundial dos oceanos

 

Fonte – Comunicação RES Brasil de 08 de junho de 2015

d2w™ é um aditivo plástico oxibiodegradável certificado pela ABNT no âmbito de Rotulagem Ambiental, programa acreditado pelo INMETRO

Certificado n° 365.001/14

Symphony Environmental Ltda. detentora das tecnologias d2w®, d2p® e d2t®, é empresa certificada ISO, é uma subsidiária integral da Symphony Environmental Technologies PLC, uma empresa pública britânica criada em 1995 e dedicada a encontrar soluções técnicas para os problemas ambientais do mundo. É um membro da Associação dos Plásticos Oxibiodegradáveis, da Sociedade da Indústria Química (Reino Unido), da British Plastics Federation (BPF), da Organização Europeia de Embalagem e Meio Ambiente (Europen) e do Grupo Britânico de Marcas. Symphony participa ativamente dos trabalhos da British Standards Institute (BSI), da American Society for Testing and Materials (ASTM), da organização europeia de normatização (CEN) e da International Standards Organization (ISO). A Symphony tem laboratórios e instalações de testes na Inglaterra, onde constantemente testa, desenvolve e aprimora seus produtos, em colaboração com universidades e especialistas no Reino Unido e no exterior.RES Brasil Ltda é representante exclusiva no Brasil da Symphony e suas tecnologias.

Catalão e Montes Claros. Mais duas cidades com leis sobre sacola de compras e sacos biodegradáveis para lixo

Catalão/GO e Montes Claros/MG são mais duas cidades que passam a fiscalizar o cumprimento de leis sobre sacos para lixo e sacolas de compras biodegradáveis.

Já entramos em contato com os promotores de justiça do meio ambiente e com os secretários do meio ambiente de ambos municípios para informar sobre certificações da OPA e do IDEAIS, assim como realização de testes gratuitos para comerciantes, consumidores e autoridades.

Também enviamos a norma ABNT PE-308.01 dos aditivos plásticos oxibiodegradáveis, avalizada pelo INMETRO, e recomendamos que exijam a certificação emitida pela ABNT dos fornecedores e comércio, assim como recomendamos a impressão do selo ecológico para aditivos plásticos oxibiodegradáveis acompanhado do número da certificação ABNT nos sacos e sacolas biodegradáveis.

Testes, certificações da OPA e IDEAIS e principalmente o uso de material certificado pela ABNT protege o meio ambiente, garante credibilidade, dificulta fraudes e preserva fabricantes fornecedores e comércio que utilizam autênticos plásticos biodegradáveis.

Se você produz sacolas plásticas de compras e/ou sacos para lixo e fornece para o comércio destas cidades, ou se você é comerciante, certifique-se de cumprir a lei com produtos certificados.

Fonte – Boletim do Instituto IDEAIS 27 de maio de 2015

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