A FUNVERDE e o bosque sensorial

Ong ajuda na preservação de bosque com plantio até de frutas – À Disposição da População

A FUNVERDE, uma organização não-governamental vem ajudando a preservar uma área verde bastante conhecida em Maringá. É o Bosque das Grevíleas, que com auxílio de voluntários vem ganhando árvores e espécies de plantas diferentes. Entre as novidades, estão até frutas, como amora e carambola. E o melhor: tudo à disposição da população.

Ric Rural de 30 de abril de 2017

As árvores do bosque sensorial grevíleas foram doadas pela VIAPAR.

Doe também árvores para o bosque. Estamos criando o maior pomar urbano do país para todos poderem provar frutas que normalmente não são encontradas em locais comerciais gratuitamente.

Projeto bosque sensorial grevíleas FUNVERDE

A FUNVERDE desenvolve o projeto bosque sensorial grevíleas desde outubro de 2009 e já plantou mais de mil árvores, em sua maioria frutíferas.

Venha nos ajudar a plantar todos os sábados à tarde.

Veja provar frutas que você não encontra para comprar, frutas de sua infância.

Fonte – Rede Massa de 18 de maio de 2017

As árvores do bosque sensorial grevíleas foram doadas pela VIAPAR.

Doe também árvores para o bosque. Estamos criando o maior pomar urbano do país para todos poderem provar frutas que normalmente não são encontradas em locais comerciais gratuitamente.

Bosque sensorial – Pimenta rosa

Dia 06 de fevereiro de 2017 fomos visitar o bosque sensorial após a roçada para ver se as roçadeiras ou tratores tinham estragado muitas árvores durante a manutenção.

Ao caminhar pelo bosque, encontramos várias aroeiras, que produzem a pimenta-rosa e que estão carregadas de frutos maduros.

Conheça mais sobre a pimenta-rosa na wikipedia.

Projeto bosque sensorial – 12 de novembro de 2016

Estas são as árvores que plantamos hoje. Limão galego, jenipapo, caqui chocolate, noz pecã, noni, fruta do conde.

Poucas árvores, mas como este ano não estamos trabalhando com estagiários, plantamos poucas árvores a cada sábado. Mas, como temos todo o tempo do mundo, isso não faz diferença. Plantamos pouco mas sempre desde 2009.

Transportando as árvores da carreta para o local de plantio.

Transportando os protetores de roçada, as ferramentas de poda e de plantio.

Ô presidente, é para fazer buraco ou para ficar no face? Hahaha…

Protegendo as árvores das roçadeiras.

Colocando tutor nas árvores plantadas.

Operação salvamento da gravioleira.

E assim, acabou mais um dia de plantio no projeto bosque sensorial. Depois de plantar, fomos comer as frutas, claro.

 

Bosque Sensorial na primavera

O Projeto bosque sensorial, que desenvolvemos – plantamos – desde 2009, já a alguns anos tem suas árvores frutificando, para deleite dos visitantes do local, que vem com suas famílias para piqueniques e fazer caminhadas ao redor do bosque.

Abaixo, algumas árvores que fotografamos este ano, comemos suas frutas – claro – e plantamos árvores que irão frutificar nos próximos anos.

Caramboleiras florindo.

Árvores de fruta-do-conde – pinha, ata -, fruta-da-condessa, graviola, atemoia, cherimoia, noni, araticum. As anonáceas estão florindo e frutificando.

Aceroleiras florindo e frutificando.

Manga rosa, espada, coquinho, tommy atkins, palmer, bourbon, carregando tanto as árvores que os galhos estão quase chegando ao chão. Ainda não plantamos manga coração-de-boi, não conseguimos muda.

Mangueira na frente e ao fundo jaca.

Guabirobeiras frutificando.

Pigangueiras florindo e frutificando.

Limoeiros florindo e frutificando.

Amoreiras florindo e frutificando. Vários tipos de amora, inclusive amora gigante.

Jaqueiras frutificando. Jaca mole e jaca dura.

Ingazeiros florindo. Temos ingá-feijão, ingá-doce, ingá-cipó e outros.

Já acabou a frutificação da nêspera.

Essas são apenas algumas das frutas plantadas no bosque sensorial.

Assim, sabemos que chegou a primavera, observando e provando as frutas do bosque sensorial.

Mudas frutíferas são plantadas no Bosque das Grevíleas de Maringá

Parceria da Funverde com a VIAPAR: mais de mil arvores no Bosque Sensorial

Ao todo, já foram cultivadas mais de 1.000 árvores de 100 espécies com apoio da VIAPAR

Quem visita o Bosque das Grevíleas em Maringá, de longe estranha ao ver alguns pontos brancos em meio às árvores. Isso nada mais é do que vida. São novas plantas crescendo em meio às velhas árvores que compõem o cenário. No lugar de cada grevílea morta a Organização Não Governamental FUNVERDE cultiva uma nova, no caso, uma espécie frutífera. Um trabalho invisível realizado faz sete anos. Para isso a instituição recebe o apoio da concessionária de rodovias VIAPAR, a qual também ampara outros projetos ambientais da ONG.

Ao todo, já foram cultivadas mais de 1.000 árvores somente no espaço, chegando a 3.500 ao final do projeto Bosque Sensorial. “É uma forma de mostrar, principalmente para as crianças que frequentam o local, que existem outras frutas além de maça e banana. Caqui, pitanga, ingá, abacate e manga são algumas das mais de 100 espécies plantadas ali onde as pessoas sempre realizam piqueniques. Sem o apoio da concessionária nada disso sairia do papel, uma parceria de quem quer fazer, com quem pode fazer”, declarou a instituidora e voluntária da FUNVERDE, Ana Domingues.

Recentemente a ONG também cultivou quase 30 mudas de Ipê Roxo na sede da VIAPAR, em Maringá. Elas foram plantadas no espaço onde atualmente é realizado o projeto da Oficina de Trânsito, bem ao lado do Bosque do Trabalhador, outro plantio coordenado pela FUNVERDE. Em paralelo a concessionária auxiliou esta mesma instituição no plantio de 40 mil árvores as quais ajudam a reflorestar a mata ciliar em quatro rios de Maringá. E se você pensa que as ações ambientais da empresa param por ai está enganado.

Preocupada com a preservação da natureza a VIAPAR mantém diversos outros programas ecológicos. Um deles consiste no recolhimento de lixo às margens das estradas administradas nas regiões Norte, Noroeste e Oeste do Paraná. A parte são realizadas ações voltadas para o descarte correto de componentes eletrônicos e lâmpadas fluorescentes. “Além disso, recentemente a concessionária plantou 610 árvores nativas nas alças do contorno de Campo Mourão”, frisou o engenheiro de Segurança, responsável pela Gestão Ambiental da VIAPAR, Guilherme Giandon.

Neste caso, as mudas foram fornecidas pelo viveiro do município e o cultivo realizado em parceria com o Instituto Ambiental do Paraná (IAP).

Fonte – Assessoria de Comunicação da VIAPAR de 30 de agosto de 2016

Nota da FUNVERDE – As árvores foram adquiridas no Viveiro Tangará – fone 44 3266 6110 -, onde adquirimos as árvores para todos os nossos projetos desde 2004. Sempre se mostraram eficientes e confiáveis.

Projeto Bosque Sensorial – plantio do dia 27 de agosto de 2016

No sábado à tarde, fomos plantar árvores, na maioria frutíferas, no Bosque sensorial, projeto que desenvolvemos desde 2009.

Plantamos pés de mangostim, oliveira, caqui, acerola, canela, manga, romã, ameixa do governador, pinha, tamarindo, pitomba, manga, uvaia, carambola e loureiro.

Buscando as árvores no viveiro.

Enquanto o Ayrton e o Claudio descarregavam as ferramentas, o Charles transportava as árvores para o local de plantio.

Uma oliveira plantada e usado um tronco morto para proteção.

Estaqueando.

O Claudio fazendo a cova para o plantio enquanto o Ayrton já plantou, estaqueou, amarrou e colocou o protetor de roçada.

Formigas e cigarras…

Salvando uma muda que quebrou durante o transporte do viveiro.

Academia? Pfff… Ganhar massa muscular com um propósito é aqui.

Plantando um loureiro, encontramos uma muda. Salvamos e vamos levar cuidar até ficar do tamanho adequado para plantar. Nada se perde.

Pinha. Nham…

Abiu roxo. As folhas tem coloração verde-escura lustrosa na face superior e dourado-tomentosas na inferior.

Ipê amarelo.

No sábado, convidamos pela pelo face, whats e insta, os cidadãos para se juntarem a nós para o plantio. Vieram a Luz Marina e o Plinio. Agradecemos a participação e já convidamos os dois para virem sempre. Sempre precisamos de cidadãos preocupados com o planeta para dividir o trabalho pesado.

Colocando o protetor de roçada na árvore que o Plinio plantou.

Fazendo um tour com a Luz e o Plinio, mostrando algumas árvores não muito conhecidas na região.

Não sabemos quem está instalando estes bancos, mas queremos mais.

No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.

Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
Carlos Drummond de Andrade

Não, neste caso, tinha uma árvore caída no meio do caminho.

Secretário Gilmar, da SEMUSP, por favor, peça para retirarem a árvore do meio do caminho.

Projeto bosque sensorial – 23 de novembro de 2014

Hoje foi o plantio das últimas árvores do ano. Da primeira semana de dezembro até a segunda semana de fevereiro paramos com desenvolvimento dos projetos e nos preparamos para a volta no ano que vem, escrevendo novos projetos e adequando os projetos em andamento, com análise do que está funcionando, o que tem que ser mudado. Aquela parte burocrática, chata, mas que tem que ser feita.

Claro que apesar da correria deu para comer algumas frutas antes de irmos embora.

Projeto bosque sensorial – 16 de novembro de 2014

Ficamos quase um mês sem plantar nada no bosque sensorial, simplesmente porque não choveu nada neste mês e plantar seria condenar as árvores à uma morte certa.

Agora que a chuva voltou – mais ou menos – voltamos ao bosque para manutenção e na próxima semana plantaremos as últimas árvores do ano, se chover um pouco mais.

Olhem o que a falta de chuva fez com as últimas árvores plantadas. Secaram completamente. Mas não se enganem, elas não estão mortas, já tem folhas novas nascendo. Só sofrem muito, as flores que vieram do viveiro e que poderiam se transformar em frutas morrem e elas atrasam na frutificação, provavelmente só frutificarão no ano que vem.

Troca de protetor de roçada.

Mais algumas semanas e teremos goiabas vermelhas saborosas.

Podando os pés de acerola, que estão cheios de flores e frutas verdes e maduras.

Podando os ingazeiros.

Podando as paineiras.

Limoeiros com limões quase  no ponto de limonada.

Conhece esta árvore?

E agora reconheceu pela fruta? É o caju. O bosque tem vários cajueiros, todos frutificando pela primeira vez.

E esta árvore, você conhece? Olhe o tamanho dela e cheio de frutas ainda verdes.

Como hoje só faremos manutenção com poda e conserto de  proteção de roçada tivemos tempo para fotografar as árvores que estão frutificando.

E agora a fruta mais esperada, porque já há dois anos que as frutas caem enquanto estão pequenas. Mas este ano teremos jaca mole e jaca dura.

No final do trabalho, tivemos que comer manga do pé. Mas para isso o Ayrton teve que trepar na árvore.

Quer desestressar no final de semana? Venha nos ajudar a plantar árvores no bosque sensorial.

O bosque sensorial e seus frutos

Jabuticaba a R$ 23,27 o quilo. Aproximadamente 20 jabuticabas a R$ 4,56.

Carambola a R$ 11,05 o quilo. 5 carambolas a R$ 4,29.

Acerola a R$ 16,17 o quilo. Um punhadinho de carambolas a R$ 7,76.

Nêspera a R$ 20,67 o quilo. Umas 10 nêsperas a R$ 9,30.

 

E a finalmente, a grande oferta do dia: jaca a R$ 4,12.

Ninguém está dizendo que frutas tem que ser distribuídas gratuitamente pelo comércio. Ninguém trabalha de graça. Quem trabalha tem que ganhar com o fruto – neste caso, as frutas – do seu trabalho.

O que nos causa estranheza é a dependência com o comércio que as pessoas tem para comer frutas. Primeiro, se perguntar para qualquer criança de 10 anos o nome dessas frutas, a esmagadora maioria não saberá o nome de sequer uma delas. Depois, essas frutas acabam apodrecendo nas gôndolas porque ninguém conhece e portanto ninguém compra.

O normal é comer o que? No sul, laranja e banana no dia a dia e mais raramente maçã e mamão. As outras vendem muito menos e nem se encontra normalmente nos supermercados, só em frutarias epecializadas em frutas não convencionais.

Ao analisarmos o consumo de frutas da população, tivemos a ideia do Projeto Bosque Sensorial em 2007, projeto que só iniciou em 2009. Serão bosques nos bairros ou no centro das cidades para as pessoas voltarem a ocupar as praças, fazerem piqueniques com suas famílias e ao mesmo tempo educar as crianças a respeitar a natureza e comer frutas que não comeriam normalmente.

Queríamos com o projeto também incentivar também as pessoas a plantarem frutas em seus quintais, em vasos, para aproximar a população urbana de um modo de vida mais saudável e natural, criando respeito e incentivando a conservação da natureza, da qual todo humano depende mas que se afastou tanto do meio natural que acha que sua vida independe do ambiente, que pode viver no meio artificial, esquecendo que o humano é um ser biológico, orgânico, e que depende da exclusivamente da natureza.

Então, se vocês estiverem em Maringá – por enquanto o projeto está sendo desenvolvido na cidade – você pode comer da época frutas gratuitamente quando for fazer sua caminhada no bosque sensorial. Estas e muitas outras espécies.