LAGO
lake
lac
lago
“Um dos hábitats lênticos (de águas quietas). Nos lagos, as zonas limnéticas e profundas são relativamente grandes em comparação com a zona litoral” (Odum, 1972).
“Massa continental de água superficial de extensão considerável” (DNAEE, 1976).
“Depressões do solo produzidas por causas diversas e cheias de águas confinadas, mais ou menos tranqüilas, pois dependem da área ocupada pelas mesmas. As formas, as profundidades e as extensões dos lagos são muito variáveis. Geralmente, são alimentados por um ou mais ‘rios afluentes’. Possuem também ‘rios emissários’, o que evita seu transbordamento” (Guerra, 1978).
Lago eutrófico
“Lago ou represamento contendo água rica em nutrientes, surgindo como conseqüência desse fato um crescimento excessivo de algas” (ACIESP, 1980).
Lago distrófico
“Lago de águas pardas, húmicos e pantanosos. Apresentam alta concentração de ácido húmico e é freqüente a aparição de turfa nas margens” (Diccionario de la Naturaleza, 1987).
Lago oligotrófico
“Lago ou represamento pobre em nutrientes, caracterizado por baixa quantidade de algas planctônicas” (ACIESP, 1980).
LAGOA
pond
étang, lagune
laguna, estanque
“Um dos hábitats lênticos (águas quietas) (…) são extensões pequenas de água em que a zona litoral é relativamente grande e as regiões limnética e profunda são pequenas ou ausentes” (Odum, 1972).
“Pequeno reservatório natural ou artificial” (DNAEE, 1976).
“Depressão de formas variadas ‑ principalmente tendente a circulares ‑ de profundidades pequenas e cheias de água salgada ou doce. As lagoas podem ser definidas como lagos de pequena extensão e profundidade (…) Muito comum é reservarmos a denominação ‘lagoa’ para as lagunas situadas nas bordas litorâneas que possuem ligação com o oceano” (Guerra, 1978).
Lagoa aerada
“Lagoa de tratamento de água residuária artificial ou natural, em que a aeração mecânica ou por ar difuso é usada para suprir a maior parte de oxigênio necessário” (ABNT, 1973).
Lagoa aeróbia
“Lagoa de oxidação em que o processo biológico de tratamento é predominantemente aeróbio. Estas lagoas têm sua atividade baseada na simbiose entre algas e bactérias. Estas decompõem a matéria orgânica produzindo gás carbônico, nitratos e fosfatos que nutrem as algas, que pela ação da luz solar transformam o gás carbônico em hidratos de carbono, libertando oxigênio que é utilizado de novo pelas bactérias e assim por diante” (Carvalho, 1981).
Lagoa anaeróbia
“Lagoa de oxidação em que o processo biológico é predominantemente anaeróbio. Nestas lagoas, a estabilização não conta com o curso do oxigênio dissolvido, de maneira que os organismos existentes têm de remover o oxigênio dos compostos das águas residuárias, a fim de retirar a energia para sobreviverem. É um processo que a rigor não se pode distinguir daquele que tem lugar nos tanques sépticos (Carvalho, 1981).
Lagoa de maturação
“Lagoa usada como refinamento do tratamento prévio efetuado em lagoas ou outro processo biológico, reduzindo bactérias, sólidos em suspensão, nutrientes, porém uma parcela negligenciável de DBO” (ABNT, 1973).
Lagoa de oxidação ou estabilização
“Um lago artificial no qual dejetos orgânicos são reduzidos pela ação das bactérias. As vezes, introduz‑se oxigênio na lagoa para acelerar o processo” (The World Bank, 1978).
“Lagoa contendo água residuária bruta ou tratada em que ocorre estabilização anaeróbia e/ou aeróbia” (Carvalho, 1981).
LAGUNA
lagoon
lagune
laguna
“São ecossistemas formados em depressões, abaixo do nível do mar, e dele separados por cordões litorâneos. Esses cordões podem isolá‑las totalmente do oceano, formando lagunas fechadas ou semifechadas, ou simplesmente permanecem em contato permanente com o mar, através de canais” (Azevedo apud CEUFF, 1984).
“Depressão contendo água salobra ou salgada, localizada na borda litorânea. A separação das águas da laguna das do mar pode se fazer por um obstáculo mais ou menos efetivo, mas não é rara a existência de canais, pondo em comunicação as duas águas. Na maioria das vezes, se usa erradamente o termo `lagoa’ ao invés de laguna” (Guerra, 1978).
“Massa de água pouco profunda ligada ao mar por um canal pequeno e raso” (DNAEE, 1976).
LATERIZAÇÃO
laterization
latérisation
laterización
“Processo característico das regiões intertropicais de clima úmido e estações chuvosa e seca alternadas, acarretando a remoção da sílica e o enriquecimento dos solos e rochas em ferro e alumina (…) Quando o processo se completa, temos solos transformados em rochas (lateritos)” (Souza, 1973).
LAUDÊMIO
“É a importância que o enfiteuta ou foreiro paga ao senhorio direto, quando ele, foreiro, aliena o domínio útil a outrem e o senhorio direto renuncia ao direito de reaver esse domínio útil, nas mesmas condições em que o terceiro o adquire” (Meireles, 1976).
LAVADOR
scruber
laveur de gaz
lavador
“Tipo de equipamento usado na amostragem ou na purificação de gases, no qual o gás passa através de um compartimento molhado ou de uma câmara de aspersão. Equipamento que utiliza um líquido para remover ou ajudar a remover partículas sólidas ou líquidas de um fluxo de gás” (Lund, 1971).
LAVADOR VENTURI
venturi scrubber
venturi
lavador venturi
Em controle da poluição do ar, equipamento absovedor , no qual “os gases passam através de um tubo venturi em cujo gargalo se adiciona água em baixa pressão” (Danielson, 1973).
LAVRA
mining
mine
labrado, minería
“É o conjunto das operações coordenadas que objetivam o aproveitamento da jazida, desde a extração das substâncias até seu beneficiamento” (Moreira Neto, 1976).
“Lugar onde se realiza a exploração da mina, geralmente ouro ou diamante. Lavra significa, por conseguinte, exploração econômica da jazida” (Guerra, 1978).
LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
environmental law, environmental legislation
législation sur l’environnement, législation environnementale
legislación ambiental
“Conjunto de regulamentos jurídicos especificamente dirigidos às atividades que afetam a qualidade do meio ambiente” (Shane apud Interim Mekong Committee, 1982).
LEITO FLUVIAL (ver ÁLVEO)
LEITO MAIOR
flood channel
champ d’innondation
cauce
“Calha alargada do rio, utilizada em períodos de cheia” (DNAEE, 1976).
“Banqueta de forma plana, inclinada levemente na direção de jusante e situada acima do nível das águas, na estação seca. O leito maior dos rios é ocupado anualmente, durante a época das chuvas ou então por ocasião das maiores cheias” (Guerra, 1978).
Leito maior sazonal
“Calha alargada ou maior de um rio, ocupada em períodos anuais de cheia” (Resolução nº 004, de 18.09.85, do CONAMA)
LEITO MENOR
low-flow channel
lit mineur
madre, álveo natural
“Canal ocupado pelo rio no período das águas baixas” (DNAEE, 1976).
“Canal por onde correm, permanentemente, as águas de um rio, sendo a sua seção transversal melhor observada por ocasião da vazante” (Guerra, 1978).
LENÇOL FREÁTICO
phreatic water
nappe phréatique
agua subterránea libre
“Lençol d’água subterrâneo limitado superiormente por uma superfície livre (a pressão atmosférica normal)” (DNAEE, 1978).
“A superfície superior da água subterrânea” (ACIESP, 1980).
“É um lençol d’água subterrâneo que se encontra em pressão normal e que se formou em profundidade relativamente pequena” (Carvalho, 1981).
(ver também ÁGUA SUBTERRÂNEA)
LI (ver Licença de Instalação)
LICENÇA
permit, licence
permit
permiso, licencia
“Ato administrativo negocial, concordância da Administração com atividades particulares, preenchidos os requisitos legais” (Moreira Neto, 1976).
“É o ato administrativo vinculado e definitivo pelo qual o Poder Público, verificando que o interessado atendeu a todas as exigências legais, faculta‑lhe o desempenho de atividades ou a realização de fatos materiais antes vedados ao particular” (Meireles, 1976).
Licença ambiental
“Certificado expedido pela CECA ou por delegação desta, pela FEEMA, a requerimento do interessado, atestatório de que, do ponto de vista da proteção do meio ambiente, o empreendimento ou atividade está em condições de ter prosseguimento. Tem sua vigência subordinada ao estrito cumprimento das condições de sua expedição. São tipos de licença: Licença Prévia (LP), Licença de Instalação (LI) e Licença de Operação (LO)” (Del. CECA nº 03, de 28.12.77).
Licença prévia ‑ LP
“É expedida na fase inicial do planejamento da atividade. Fundamentada em informações formalmente prestadas pelo interessado, especifica as condições básicas a serem atendidas durante a instalação e funcionamento do equipamento ou atividade poluidora. Sua concessão implica compromisso da entidade poluidora de manter o projeto final compatível com as condições do deferimento” (Del. CECA nº 03, de 28.12.77).
“(…) na fase preliminar do planejamento da atividade, contendo requisitos básicos a serem atendidos nas fases de localização, instalação e operação, observados os planos municipais, estaduais ou federais de uso do solo” (Decreto nº 88.351, de 1.06.83).
Licença de instalação ‑ LI
“É expedida com base no projeto executivo final. Autoriza o início da implantação do equipamento ou atividade poluidora, subordinando‑a a condições de construção, operação e outras expressamente especificadas” (Del. CECA nº 03, de 28.12.77).
“(…)autorizando o início da implantação (da atividade), de acordo com as especificações constantes no Projeto Executivo aprovado” (Decreto nº 88.351, de 1.06.83).
Licença de operação ‑ LO
“É expedida com base em vistoria, teste de operação ou qualquer outro meio técnico de verificação. Autoriza a operação de equipamento ou de atividade poluidora subordinando sua continuidade ao cumprimento das condições de concessão da LI e da LO” (Del. CECA nº 03, de 28.12.77).
“(…) autorizando, após as verificações necessárias, o início da atividade licenciada e o funcionamento de seus equipamentos de controle da poluição, de acordo com o previsto nas Licenças Prévia e de Instalação” (Decreto nº 88.351, de 1.06.83).
Licenças intercambiáveis, licenças negociáveis
Instrumento econômico de política ambiental, pelo qual o Poder Público autoriza “os poluidores a operar segundo alguns limites de emissão (de poluentes) por múltiplas fontes, permitido-lhes que negociem as licenças até que se alcancem os limites estabelecidos. Tais sistemas podem operar também no caso de licenças para uma única fonte de emissão. Se um poluidor emitir menos poluição que o permitido, a firma pode vender ou negociar as diferenças entre suas descargas reais e as descargas autorizadas, com outra firma que então passa a ter o direito de emitir mais do que o limite que lhe foi imposto. O intercâmbio pode ser dentro da própria fábrica, entre fábricas da mesma firma ou entre diferentes firmas” (OECD, 1994).
“Depois que as autoridades responsáveis estabelecem níveis de qualidade ambiental (traduzidos pelo número total de emissões permitidas), os direitos de descarregar são atribuídos às firmas em forma de licenças que podem ser transferidas de uma fonte de poluição para outra” (Margulis & Bernstein, 1995).
LICENCIAMENTO AMBIENTAL
Instrumento de política ambiental instituído em âmbito nacional pela Lei nº 6.938, de 31.08.81, e regulamentado pelo Decreto nº 88.351, de 1.06.83, que consiste em um processo destinado a condicionar a construção, a instalação, o funcionamento e a ampliação de estabelecimento de atividades poluidoras ou que utilizem recursos ambientais ao prévio licenciamento, por autoridade ambiental competente. A legislação prevê a expedição de três licenças ambientais, todas obrigatórias, independentes de outras licenças e autorizações exigíveis pelo Poder Público: Licença Prévia (LP), Licença de Instalação (LI) e Licença de Operação (LO) (art. 20 do referido decreto).
LIMITAÇÃO ADMINISTRATIVA
“É uma forma de intervenção do Estado na propriedade ou na atividade particular, que se caracteriza por ser ordenatória, abstrata e geral, limitativa do exercício de liberdades e de direitos, gratuita, permanente e indelegável. Visa a condicionar o exercício do direito de propriedade ao bem‑estar coletivo. Pode ser baixada por atos gerais, lei ou decreto regulamentar, mas sem jamais importar na coibição total do exercício do direito porque, no caso, só seria possível um ato concreto expropriatório” (Moreira Neto, 1976).
“É toda imposição geral, gratuita, unilateral e de ordem pública condicionadora do exercício de direitos ou de atividades particulares às exigências do bem‑estar social” (Meireles, 1976).
LIMNÍGRAFO
limnigraph
limnigraphe
limnígrafo
“Instrumento registrador de níveis de água, em função do tempo” (DNAEE, 1976).
LIMNOLOGIA
limnology
limnologie
limnología
“Termo criado em 1892 pelo suíço F.A. Forel, para designar a aplicação dos métodos de oceanografia ou da oceanologia às águas estagnadas continentais (lagos). À limnologia interessam portanto, todos esses fatores da vida nas águas estagnadas (…) Entretanto, o I Congresso Internacional de Limnologia, realizado em Kiel, em 1922, propôs designar sob o termo limnologia a ciência da água doce, aplicando‑se ela ao conjunto de águas continentais ou interiores, separadas do mundo oceânico” (Lemaire & Lemaire, 1975).
LISTAGEM DE CONTROLE
checklist
checklist
lista de chequeo
Tipo básico de método de avaliação de impacto ambiental caracterizado por uma lista de todos os parâmetros e fatores ambientais que possam ser afetados por uma proposta.
“Apresentam uma lista dos parâmetros ambientais a serem afetados por possíveis impactos, mas não requerem o estabelecimento de relações de causa e efeito com as atividades do projeto. Podem ou não incluir diretrizes quanto à possível medição e interpretação dos dados dos parâmetros. Podem‑se definir quatro amplas categorias de listagens de controle: listagens de controle simples, uma lista de parâmetro sem que se forneçam indicações de como os dados devem ser medidos e interpretados; listagens de controle descritivas que incluem essa indicação; listagens de controle escalares, similares às descritivas, porém acrescidas de instruções básicas para a atribuição de uma escala de valores subjetivos aos parâmetros; listagens de controle escalares‑ponderadas, que compreendem as escalares acrescidas de instruções para a atribuição de pesos a cada parâmetro, através da avaliação subjetiva de sua importância em relação aos demais parâmetros” (Canter, 1977).
“São listas abrangentes dos fatores ambientais e indicadores de impacto concebidas para estimular o analista a pensar de modo amplo sobre as possíveis conseqüências das ações programadas” (Munn, 1979).
“Consistem em uma lista de aspectos ambientais que possam ser afetados por um projeto; às vezes também se fornece uma lista das ações do projeto que possam causar impacto” (Bisset, 1982).
LITORAL, COSTA
coast
littoral, côte
litoral, costa
“Faixa de terra emersa, banhada pelo mar” (Guerra, 1976).
“É toda a região que se situa entre a plataforma continental e as áreas sob a influência da maré mais alta (mangue, bancos de espartina, praias, costões, estuários etc.)” (ACIESP, 1980).
“Extensão no fundo do mar ou lago até a profundidade alcançada pela ação da luz e das ondas. No mar, é a zona geralmente entre o nível da maré alta e os duzentos metros, aproximadamente, o limite da plataforma continental. Nos lagos alcança próximo de uma profundidade de dez metros” (Carvalho, 1981).
“Faixa de terreno que compreende as margens e as zonas adjacentes de um mar ou oceano” (Diccionario de la Naturaleza, 1987).
LIXIVIAÇÃO
lixiviation, percolation
lixiviation
levigación, lixiviación
“Processo que sofrem as rochas e solos, ao serem lavados pela água das chuvas(…) Nas regiões intepropicais de clima úmido os solos tornam-se estéreis com poucos anos de uso, devido, em grande parte, aos efeitos da lixiviação” (Souza, 1973).
“Forma de meteorização e intemperismo que ocasiona a remoção de matérias solúveis por água percolante” (Batalha, 1987).
A lixiviação também ocorre em vazadouros e aterros de resíduos, quando são dissolvidos e carreados certos poluentes ali presentes para os corpos d’água superficiais e subterrâneos.
LO (ver Licença de Operação)
LOCAIS DE INTERESSE TURÍSTICO
“Consideram‑se de interesse turístico as Áreas Especiais e os locais instituídos na forma da presente Lei, assim como os bens de valor cultural e natural, protegidos por legislação específica, e especialmente: os bens de valor histórico, artístico, arqueológico ou pré‑histórico; as reservas e estações ecológicas; as áreas destinadas à proteção dos recursos naturais renováveis; as manifestações culturais ou etnológicas e os locais onde ocorram as paisagens notáveis; as localidades e os acidentes naturais adequados ao repouso e à prática de atividades recreativas, desportivas ou de lazer; as fontes hidrominerais aproveitáveis; as localidades que apresentem condições climáticas especiais; outros que venham a ser definidos, na forma desta Lei” (Lei nº 6.513, de 20.12.77).
LODO
sludge
boue
lodo
“Mistura de água, terra e matéria orgânica, formada no solo pelas chuvas ou no fundo dos mares, lagos, estuários etc.” (Diccionario de la Naturaleza, 1987).
“Sólidos acumulados e separados dos líquidos, de água ou água residuária durante um processo de tratamento ou depositados no fundo dos rios ou outros corpos d’água” (ACIESP, 1980).
Lodo ativado ou ativo
“Lodo que foi aerado e sujeito a ação de bactérias, usado para remover matéria orgânica do esgoto” (The World Bank, 1978).
“Floco de lodo produzido em água residuária bruta ou sedimentada, formado pelo crescimento de bactérias do tipo zoogléa e outros organismos, na presença de oxigênio dissolvido. O lodo é mantido em concentração suficiente pela recirculação de flocos previamente formados” (ABNT, 1973).
Lodo bruto
“Lodo depositado e removido dos tanques de sedimentação, antes que a decomposição esteja avançada. Freqüentemente chamado lodo não digerido” (ABNT, 1973).
Lodo digerido
“Lodo digerido sob condições anaeróbias ou aeróbias até que os conteúdos voláteis tenham sido reduzidos ao ponto em que os sólidos são relativamente não putrescíveis e inofensivos”(ACIESP, 1980).
“Massa semilíqüida resultante da digestão da matéria decantada no tratamento biológico primário” (Carvalho, 1981).
LOTEAMENTO
land parcelling, allotment
lotissement
lotificación
“Forma de parcelamento que é a divisão do solo com urbanização caracterizada pela abertura de novos logradouros” (Moreira Neto, 1976).
“Subdivisão de gleba em lotes destinados à edificação, com abertura de novas vias de circulação, de logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou ampliação das vias existentes (Lei nº 6.766, de 19.12.79).
Loteamento industrial
“Considera‑se loteamento industrial a subdivisão da gleba em lotes destinados a edificações industriais, com abertura de novas vias de circulação, de logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou ampliação das vias existentes” (FUNDREM, 1982).

cascavel vive do desvio de verbas, e a sec de cultura representa a maior incompetecia possivel, não sei como os artistas profissionais vivem lá, aqui em toledo estamos dando um banho em cascavel que é terra de bandido, por isso , por causa deste descaso na cultura , que até o filho do prefeito é viciado em crack ( o calé) será que já nao basta de descaso, será que os ricos caipiras não aprenderam que a cultura é o caminho, vlorizar os grupos locais tanto profissionais como os amadores seria o correto, fomos ver o festival de teatro de lá , e deu até dó de ver , um teatro sem qualidade, e o festival de cinema, que merda era aquela, elogios só para a dança e os musicos .
edgar planta e colhe ignorancia
Gostei muito da iniciativa de produzir estas sacolas, so tomei parte hoje(28/02/2010) pois fui comprar um remédio e a farmácia o envolveu nesta sacola.Esta campanha de evitar a sacolinha é ótima mais deveria ser mais divulgada na midia os danos que esta praga faz ao ambiente, fui fazer uma campanha em um supermercad pela faculdade cujo o tema foi o SACO È UM SACO e pude notar a desenformação por parte dos cidaões, muitos me perguntaram se realmente era verdade estes impactos que as sacolinhas trazem.Bom a campanha é boa de adquirir estas sacolas oxy-biodegradaveis,só depende da conciência de cada um para fazer valer esta iniciativa.
agiuardo resposta como comprar
aguardo resposta como comprar
Achei o artigo interessante do ponto de vista de controle do uso do plástico mas acho que ainda fica faltando uma conscientização da reciclagem do plástico que o devolve o carbono a cadeia de produção e retira do meio ambiente a sacola plástica, a garrafa pet, e etc.
Outro fator a ser observado é a implementação do plástico oxi-biodegradável que não encontra validade na sua biodegradação, e ao invés disso, o que ocorre a deterioração e fragmentação da sacola em partículas que não vemos a olho nu, mas as mesma continuam no ambiente.
Partindo deste ponto, o que seria melhor: a visualização do problema ou uma maquiada no mesmo?
Acho que o ideal é diminuirmos o consumo de plástico através de sacolas retornaveis, sejam elas mochilas, carrinhos de feiras, bolsas de marca e até mesmo sacolas plásticas reutilizadas diversas vezes. Incluindo nisso uma conscientização a partir do investimento em educação, informando a todos sobre a reciclagem e coleta seletiva, invés do descarte aleatório.
Uma outra medida prática é não fazer compra de sacos plásticos para lixo. Mas a cabo disso surge outra questão: como descartar nosso lixo para as companhias coletoras? A COMLURB-RJ não aceita que o lixo seja descartado em “ecobagas de pano” por exemplo, e nem em sacos de papel. Já a sacola plástica tem a sua função de selar os liquidos provenientes do lixo.
Em função disso tudo acho que ocorre uma grande demonização do plástico, sem levar em consideração do seu uso e da sua praticidade para a sociedade.
Nada como um pensamento crítico e consciente para resolver pequenas questões que afetam toda a sociedade e rever “verdades” que são formadas por grupos de interesse.
PS: Não sou defensor do plástico só estou contribuindo com informações .colhidas.
***
Duda,
Respostas para suas perguntas.
Achei o artigo interessante do ponto de vista de controle do uso do plástico mas acho que ainda fica faltando uma conscientização da reciclagem do plástico que o devolve o carbono a cadeia de produção e retira do meio ambiente a sacola plástica, a garrafa pet, e etc.
RESPOSTA: Não fica faltando não, pois temos o projeto resíduo zero que ensina condomínios a fazerem a separação do lixo, das lâmpadas, pilhas e baterias e óleo usado, damos consultoria para prefeituras que querem aumentar a vida útil dos aterros em 95% com a compostagem e reciclagem, então o ciclo fica completo. Se você ler nossa página com mais atenção, verá que estamos apoiando e fazendo lobbie para acabar com as garrafas one way, para se utilizar somente garrafas de vidro reutilizáveis e o próximo passo é a lei para banir também a PET nos refrigerantes, voltando o uso de vidro reutilizável. Se você ler nossa página mais profundamente – afinal a página existe desde 2005 e tem mais de 1.000 artigos – , perceberá que o objetivo final da FV é banir as sacolas de plástico de uso único e quando algum prefeito ou governador, vereador ou deputado nos solicita, temos projeto lei de utilização de oxi-biodegradável que prevê o banimento gradual destas sacolas de uso único até restar somente a sacola retornável, a única alternativa viável para carregar compras.
Outro fator a ser observado é a implementação do plástico oxi-biodegradável que não encontra validade na sua biodegradação, e ao invés disso, o que ocorre a deterioração e fragmentação da sacola em partículas que não vemos a olho nu, mas as mesma continuam no ambiente.
RESPOSTA: Qualquer fruta, legume ou verdura, a unha do dedão do pé e o cabelo que você corta, o jornal, uma folha de grama ou a flor de um ipê, todo organismo vivo primeiro se degrada para então posteriormente se biodegradar, a exemplo do plástico oxi-biodegradável, que em muitos casos se biodegrada muito antes dos exemplos citados acima, sendo que o plástico oxi-biodegradável volta para o planeta em forma de biomassa – adubo – água e uma pequena quantidade de CO2, isto tudo em aproximadamente 18 meses, ao contrário do plástico convencional que demora até cinco séculos poluindo e plastificando a mãe terra. A FV é uma fundação de meio ambiente com compromisso para com a humanidade e o planeta e nossos projetos sempre prevêem diminuir o consumo, diminuir a retirada de recursos naturais do planeta, reciclar, recuperar e pesquisa sempre novas tecnologias para que este objetivo seja alcançado, portanto, você acha mesmo que depois de um ano de pesquisa, iniciada em 2004, que foi à procura de uma tecnologia para desplastificar o planeta teríamos, em 2005, lançado o projeto sacolas ecológicas sem ter todos os laudos para se certificar de que a tecnologia era eficaz e segura ambientalmente? Temos dezenas de laudos nacionais e internacionais comprovando a eficácia e a segurança ambiental do plástico com ciclo de vida útil controlado D2W. Não podemos viver na idade média, temos que pesquisar e usar tecnologias que mudem nossa vida, que garantam a continuidade dos humanos no planeta, claro que sempre embasados em laudos e pesquisas.
Partindo deste ponto, o que seria melhor: a visualização do problema ou uma maquiada no mesmo?
RESPOSTA: Não estamos maquiando o problema, mas sim, resolvendo o problema da plastificação mundial e estamos lutando por isso desde 2004, com ótimos resultados, com leis e mudança de comportamento da população na sua relação insana com as malditas sacolas plásticas de uso único. Ninguém antes da FV abordou este gravíssimo problema das sacolas plásticas, e dizemos mais, ninguém detém tantos dados técnicos da plastificação do país como nós, após anos de levantamento de dados. Mas não fizemos só isso, além de acordar o Brasil para o problema, encontramos a solução, portanto, não entendemos como você pode nos acusar de maquiar um problema, muito estranha esta sua afirmação.
Acho que o ideal é diminuirmos o consumo de plástico através de sacolas retornaveis, sejam elas mochilas, carrinhos de feiras, bolsas de marca e até mesmo sacolas plásticas reutilizadas diversas vezes. Incluindo nisso uma conscientização a partir do investimento em educação, informando a todos sobre a reciclagem e coleta seletiva, invés do descarte aleatório.
RESPOSTA: Estas suas indagações já estão respondidas nos parágrafos anteriores e estamos agindo em todas estas áreas, da educação ambiental à proposição de leis tanto no Brasil como no exterior.
Uma outra medida prática é não fazer compra de sacos plásticos para lixo. Mas a cabo disso surge outra questão: como descartar nosso lixo para as companhias coletoras? A COMLURB-RJ não aceita que o lixo seja descartado em “ecobagas de pano” por exemplo, e nem em sacos de papel. Já a sacola plástica tem a sua função de selar os liquidos provenientes do lixo.
RESPOSTA: A solução final é banir sim a sacola plástica de uso único com multas para quem distribuir e usar, acondicionar o lixo orgânico somente em saco de lixo oxi-biodegradável feito de plástico reciclado – para criar demanda para o plástico reciclado e gerar renda para o reciclador -, usar container reutilizável – caixa de papelão, saco de juta, tambor de plástico ou do que quiser, desde que seja não descartável – para o lixo reciclável que deve estar limpo e seco e assim diminuir em 75% o uso do saco de lixo e as cidades realizarem compostagem com o lixo orgânico – o saco de lixo oxi-biodegradável pode ser compostado junto – aumentando assim vida útil dos lixões e aterros em 95% e proporcionando dignidade ao coletor de recicláveis e compostáveis, que prestam um serviço inestimável a toda a sociedade.
Em função disso tudo acho que ocorre uma grande demonização do plástico, sem levar em consideração do seu uso e da sua praticidade para a sociedade.
RESPOSTA: ninguém está demonizando o plástico de uso permanente, mas sim o plástico de uso único que corresponde a 80% de todo o plástico fabricado, que é utilizado somente uma vez e depois deixado de herança para os seres do amanhã. Veja bem, 20% de todo o lixo coletado diariamente corresponde a plástico e 50% desse plástico corresponde a sacolas plásticas de uso único que não tem valor comercial, portanto este plástico não é reciclado jamais, num país em que a taxa geral de reciclagem não chega a 1% e que mais de 85% de todas as cidades só contam com lixões a céu aberto. São descartadas do país anualmente mais de 20 bilhões de sacolas plásticas de uso único e que ficarão aí, poluindo, entupindo bueiros, matando animais por 500 anos e você diz que demonizamos o plástico? Não precisamos, esta é uma invenção por si só demoníaca e deve ser banida, legada ao esquecimento e as pessoas tem que entender que se não dermos um passo atrás ao esquecer esta invenção e retornarmos ao velho hábito da sacola retornável, nossos descendentes estarão pisando não em solo fértil, mas em montanhas de plástico antes num futuro não muito distante.
Nada como um pensamento crítico e consciente para resolver pequenas questões que afetam toda a sociedade e rever “verdades” que são formadas por grupos de interesse.
PS: Não sou defensor do plástico só estou contribuindo com informações colhidas.
RESPOSTA: Os membros da FV não tem o perfil de ambientalista de escritório, isto é, aqueles que reclamam na mídia, querem seus 15 minutos de fama, mas não resolvem os problemas e só ficam gritando que o mundo está acabando mas sem apresentar nenhuma proposta para salvar o mundo. Nós da FV detectamos o problema, pesquisamos as soluções e finalmente as aplicamos, em uma união do primeiro, segundo setor e terceiro setor. Se ainda tiver dúvidas sobre a lei de sacolas plásticas e a nossa batalha contra a plastificação planetária ou ainda, perguntas sobre qualquer um de nossos projetos, por favor, entre em contato novamente que teremos o maior prazer em responder a todas as suas perguntas e assim quem sabe, ajudar a esclarecer dúvidas de outros leitores. Você também está convidado a participar do Fórum sobre o ciclo de vida de embalagens plásticas com foco no descarte final que ocorrerá no dia 19 de março de 2009, sexta-feira, na câmara municipal de Piracicaba, SP.
Duda,
Respostas para suas perguntas.
Achei o artigo interessante do ponto de vista de controle do uso do plástico mas acho que ainda fica faltando uma conscientização da reciclagem do plástico que o devolve o carbono a cadeia de produção e retira do meio ambiente a sacola plástica, a garrafa pet, e etc.
RESPOSTA: Não fica faltando não, pois temos o projeto resíduo zero que ensina condomínios a fazerem a separação do lixo, das lâmpadas, pilhas e baterias e óleo usado, damos consultoria para prefeituras que querem aumentar a vida útil dos aterros em 95% com a compostagem e reciclagem, então o ciclo fica completo. Se você ler nossa página com mais atenção, verá que estamos apoiando e fazendo lobbie para acabar com as garrafas one way, para se utilizar somente garrafas de vidro reutilizáveis e o próximo passo é a lei para banir também a PET nos refrigerantes, voltando o uso de vidro reutilizável. Se você ler nossa página mais profundamente – afinal a página existe desde 2005 e tem mais de 1.000 artigos – , perceberá que o objetivo final da FV é banir as sacolas de plástico de uso único e quando algum prefeito ou governador, vereador ou deputado nos solicita, temos projeto lei de utilização de oxi-biodegradável que prevê o banimento gradual destas sacolas de uso único até restar somente a sacola retornável, a única alternativa viável para carregar compras.
Outro fator a ser observado é a implementação do plástico oxi-biodegradável que não encontra validade na sua biodegradação, e ao invés disso, o que ocorre a deterioração e fragmentação da sacola em partículas que não vemos a olho nu, mas as mesma continuam no ambiente.
RESPOSTA: Qualquer fruta, legume ou verdura, a unha do dedão do pé e o cabelo que você corta, o jornal, uma folha de grama ou a flor de um ipê, todo organismo vivo primeiro se degrada para então posteriormente se biodegradar, a exemplo do plástico oxi-biodegradável, que em muitos casos se biodegrada muito antes dos exemplos citados acima, sendo que o plástico oxi-biodegradável volta para o planeta em forma de biomassa – adubo – água e uma pequena quantidade de CO2, isto tudo em aproximadamente 18 meses, ao contrário do plástico convencional que demora até cinco séculos poluindo e plastificando a mãe terra. A FV é uma fundação de meio ambiente com compromisso para com a humanidade e o planeta e nossos projetos sempre prevêem diminuir o consumo, diminuir a retirada de recursos naturais do planeta, reciclar, recuperar e pesquisa sempre novas tecnologias para que este objetivo seja alcançado, portanto, você acha mesmo que depois de um ano de pesquisa, iniciada em 2004, que foi à procura de uma tecnologia para desplastificar o planeta teríamos, em 2005, lançado o projeto sacolas ecológicas sem ter todos os laudos para se certificar de que a tecnologia era eficaz e segura ambientalmente? Temos dezenas de laudos nacionais e internacionais comprovando a eficácia e a segurança ambiental do plástico com ciclo de vida útil controlado D2W. Não podemos viver na idade média, temos que pesquisar e usar tecnologias que mudem nossa vida, que garantam a continuidade dos humanos no planeta, claro que sempre embasados em laudos e pesquisas.
Partindo deste ponto, o que seria melhor: a visualização do problema ou uma maquiada no mesmo?
RESPOSTA: Não estamos maquiando o problema, mas sim, resolvendo o problema da plastificação mundial e estamos lutando por isso desde 2004, com ótimos resultados, com leis e mudança de comportamento da população na sua relação insana com as malditas sacolas plásticas de uso único. Ninguém antes da FV abordou este gravíssimo problema das sacolas plásticas, e dizemos mais, ninguém detém tantos dados técnicos da plastificação do país como nós, após anos de levantamento de dados. Mas não fizemos só isso, além de acordar o Brasil para o problema, encontramos a solução, portanto, não entendemos como você pode nos acusar de maquiar um problema, muito estranha esta sua afirmação.
Acho que o ideal é diminuirmos o consumo de plástico através de sacolas retornaveis, sejam elas mochilas, carrinhos de feiras, bolsas de marca e até mesmo sacolas plásticas reutilizadas diversas vezes. Incluindo nisso uma conscientização a partir do investimento em educação, informando a todos sobre a reciclagem e coleta seletiva, invés do descarte aleatório.
RESPOSTA: Estas suas indagações já estão respondidas nos parágrafos anteriores e estamos agindo em todas estas áreas, da educação ambiental à proposição de leis tanto no Brasil como no exterior.
Uma outra medida prática é não fazer compra de sacos plásticos para lixo. Mas a cabo disso surge outra questão: como descartar nosso lixo para as companhias coletoras? A COMLURB-RJ não aceita que o lixo seja descartado em “ecobagas de pano” por exemplo, e nem em sacos de papel. Já a sacola plástica tem a sua função de selar os liquidos provenientes do lixo.
RESPOSTA: A solução final é banir sim a sacola plástica de uso único com multas para quem distribuir e usar, acondicionar o lixo orgânico somente em saco de lixo oxi-biodegradável feito de plástico reciclado – para criar demanda para o plástico reciclado e gerar renda para o reciclador -, usar container reutilizável – caixa de papelão, saco de juta, tambor de plástico ou do que quiser, desde que seja não descartável – para o lixo reciclável que deve estar limpo e seco e assim diminuir em 75% o uso do saco de lixo e as cidades realizarem compostagem com o lixo orgânico – o saco de lixo oxi-biodegradável pode ser compostado junto – aumentando assim vida útil dos lixões e aterros em 95% e proporcionando dignidade ao coletor de recicláveis e compostáveis, que prestam um serviço inestimável a toda a sociedade.
Em função disso tudo acho que ocorre uma grande demonização do plástico, sem levar em consideração do seu uso e da sua praticidade para a sociedade.
RESPOSTA: ninguém está demonizando o plástico de uso permanente, mas sim o plástico de uso único que corresponde a 80% de todo o plástico fabricado, que é utilizado somente uma vez e depois deixado de herança para os seres do amanhã. Veja bem, 20% de todo o lixo coletado diariamente corresponde a plástico e 50% desse plástico corresponde a sacolas plásticas de uso único que não tem valor comercial, portanto este plástico não é reciclado jamais, num país em que a taxa geral de reciclagem não chega a 1% e que mais de 85% de todas as cidades só contam com lixões a céu aberto. São descartadas do país anualmente mais de 20 bilhões de sacolas plásticas de uso único e que ficarão aí, poluindo, entupindo bueiros, matando animais por 500 anos e você diz que demonizamos o plástico? Não precisamos, esta é uma invenção por si só demoníaca e deve ser banida, legada ao esquecimento e as pessoas tem que entender que se não dermos um passo atrás ao esquecer esta invenção e retornarmos ao velho hábito da sacola retornável, nossos descendentes estarão pisando não em solo fértil, mas em montanhas de plástico antes num futuro não muito distante.
Nada como um pensamento crítico e consciente para resolver pequenas questões que afetam toda a sociedade e rever “verdades” que são formadas por grupos de interesse.
PS: Não sou defensor do plástico só estou contribuindo com informações colhidas.
RESPOSTA: Os membros da FV não tem o perfil de ambientalista de escritório, isto é, aqueles que reclamam na mídia, querem seus 15 minutos de fama, mas não resolvem os problemas e só ficam gritando que o mundo está acabando mas sem apresentar nenhuma proposta para salvar o mundo. Nós da FV detectamos o problema, pesquisamos as soluções e finalmente as aplicamos, em uma união do primeiro, segundo setor e terceiro setor. Se ainda tiver dúvidas sobre a lei de sacolas plásticas e a nossa batalha contra a plastificação planetária ou ainda, perguntas sobre qualquer um de nossos projetos, por favor, entre em contato novamente que teremos o maior prazer em responder a todas as suas perguntas e assim quem sabe, ajudar a esclarecer dúvidas de outros leitores. Você também está convidado a participar do Fórum sobre o ciclo de vida de embalagens plásticas com foco no descarte final que ocorrerá no dia 19 de março de 2009, sexta-feira, na câmara municipal de Piracicaba, SP.
gostaria de receber um video ou informaçoes detalhadas sobre a construçao. materiais nescessarios par construçao do aquecedor solar caseiro com garrafas pet. fico no aguardo. muito obrigado
Ótima iniciativa!!!!
A inscrição pode ser via-email?
Pode sim.
ATENÇÃO: EM RESPOSTA AOS E-MAILS QUE ESTAMOS RECEBENDO E ÁQUELES QUE PROCURAM TAL INFORMAÇÃO, AS INSCRIÇÕES PARA O EVENTO PODERÃO SEREM FEITAS NO DIA DO EVENTO.
ACESSO PIRACICABA VIA AVIÃO: AEROPORTO DE VIRACOPOS – CAMPINAS. AEROPORTO DE CONGONHAS E CUMBICA – SÃO PAULO
ACESSO PIRACICABA VIA ÔNIBUS: SAÍDA DA RODOVIÁRIA TIETÊ EM SÃO PAULO, DE 30 EM 30 MINUTOS (VIAÇÃO PIRACICABANA – UMA HORA E QUARENTA DE VIAGEM). SAÍDA DA RODOVIÁRIA DE CAMPINAS: DE HORA EM HORA (VIAÇÃO AVA – 45 MINUTOS DE VIAGEM). SAÍDA DA RODOVIARIA DO RIO DE JANEIRO: 10H00 E 23H55 (VIAÇÃO COMETA-OITO HORAS E MEIA DE VIAGEM. CIDADES VIZINHAS À PIRACICABA TÊM SAÍDA DE ÔNIBUS. OUTRAS CAPITAIS TAMBÉM POSSUEM SAÍDA À PIRACICABA – CONSULTAR.
ACESSO PIRACICABA CARRO: PARA QUEM VÊM DE SÃO PAULO=RODOVIA ANHANGUERA OU RODOVIA DOS BANDEIRANTES – ENTRADA NA RODOVIA SP 304 – LUIZ DE QUEIRÓZ. OUTROS DESTINOS, PODE CONSULTAR VIA E-MAIL.