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Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 18 de novembro de 2006 – sábado

Hoje, para terminar a quadra, plantamos 41 árvores nos buracos finais, nos lugares onde o Marcos passou as últimas semanas roçando.

Sempre as malditas sacolas de mercado, por onde quer que você ande.

Além das vacas em local de preservação permanente, as sacolas, que as vacas acabam comendo e morrendo.

A humanidade …  consome como se nada fosse acabar, recursos renovaveis, infinitos, jogando o lixo em qualquer lugar, pois sempre haverá alguém para limpar, sempre haverá água limpa, mesmo sabendo que o lixo acaba nos fundos de vale, córregos, rios, oceanos, poluindo a água, os peixes.

Quando os humanos arcordarão do seu sono profundo, irão parar de olhar só para seus umbigos e verão que se cabe a eles salvarem o mundo, não aos governantes, estes, ladrões por excelência, que continuam embolsando todos os impostos abusivos que pagamos para enriquecimento próprio ao invés de usá-los para o bem comum.

E os homens lendo as notícias sobre a bandidagem, como se fosse um filme, achando que não tem a ver com eles, continuam em suas vidinhas pacatas, como escravos do novo milênio, trabalhando, pagando seus impostos, sendo roubados e não fazendo nada.

Tá bom, pode parecer um exagero todos esses comentários só de olhar uma foto como esta abaixo, mas as implicações estão aí, para quem quiser ver.

Mas é mais fácil assistir novelas, viver a vida das heroinas e vilões a viver sua vida e ter que tomar decisões, as vacas de presépio. Afinal, dá trabalho mover a engrenagem da vida.

Da coluna do Milton Ravagnani, no Jornal O Diário Maringá [ … Nossas alíquotas estão entre as maiores do mundo, chegando a 31 % do salário nominal (contando os recolhimentos dos trabalhadores e empregadores). Fora os nórdicos, só a Itália tem índice maior (32,7 %). Na América a diferença é brutal: Argentina, 17,2 %; Chile 10 %, e México 6,3 %. Sem falar dos EUA, maior economia do mundo, que arrecada 12, 4%. Os europeus, conhecidos pela proteção social oferecida, também são menores: Alemanha 19,5 %, França 15, 5 %. Mesmo a nórdica Suécia não salga tanto o setor produtivo: 18,9 %. Resumindo, não é por falta de arrecadação que o sistema está inviabilizado. É mesmo pelo lado dos benefícios. E para o balanço fechar, é preciso cortar.]

Esta é a opinião de um leitor do mesmo jornal [Luiz Massaharu Inaba – Maringá – Fiz algumas comparações. Se no ano de 2005 o orçamento da Câmara era de R$ 9,5 mi, com a devolução de R$ 400 mil à Prefeitura, os vereadores gastaram R$ 9.100.000,00. A folha de pagamento dos 7400 funcionários da Prefeitura em outubro 2006 foi de R$ 9,68 mi; a manutenção do atendimento do Hospital Municipal é de R$ 10,8 mi anual. Nos últimos quatro anos a Câmara gastou R$ 34 mi de reais. Se esse valor fosse transformado em obras de melhorias para o Município dá para imaginar como estaria a cidade hoje?]

Continuando, após o desabafo, os estagiários foram ver a mina que as vacas estavam pisoteando e destruindo. A prefeitura tirou as vacas nesta semana.

Aproveitamos também para pegar água da mina para aguar as árvores plantadas. Não vale a pena ligar a motobomba para aguar só isso de árvores.

É só deixar a natureza em paz, que ela se regenera – a nao ser que tenha sido plantada lavoura convencional, onde você usa venenos à vontade, matando o banco de sementes – a mina está aumentando a vazão, agora que não está sendo pisoteada mais pelas vacas.

Depois do plantio, que foi muito rápido, fizemos apresentação dos projetos que serão desenvolvidos em 2007 para que os voluntários e estagiários escolham os projetos que querem se engajar – sem deixar de lado o projeto MATA CILIAR FUNVERDE, que é o carro chefe dos projetos da FUNVERDE.

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