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Vem aí a mineração de calor para geração de eletricidade

by Wolfgang Staudt

A universidade norte-americana MIT acaba de divulgar um estudo exaustivo sobre o potencial da energia geotermal – uma forma de energia alternativa que explora o calor do interior da Terra para gerar energia elétrica ou até mesmo para ser utilizado diretamente na indústria.

Já existem várias usinas ao redor do mundo que exploram a energia termal, mas sempre ligadas a fontes naturais de calor acessíveis da superfície. O que os cientistas estão propondo agora é a criação de uma nova forma de mineração, a mineração de calor para geração de eletricidade.

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Café, a nova arma contra o mosquito da dengue

by ~~Tessy~~  

Não sei a fonte deste artigo, recebi de um amigo no outlook.

Mas de qualquer maneira, já estou usando, afinal, porque não? Se não matar o mosquito, que pelo menos adube as plantas.

Uma cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, do Instituto de Biociências da UNESP (campus de São José do Rio Preto), durante a pesquisa da sua dissertação de mestrado, descobriu que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do Aedes aegypti.

O processo é extremamente simples: o mosquito pode ser combatido colocando-se borra de café nos pratinhos de coleta de água dos vasos, no prato dos xaxins, dentro das folhas das bromélias, etc.

A borra de café, que é produzida todos os dias em praticamente todas as casas tem custo zero.

O único trabalho é o de colocá-la nas plantas, inclusive sendo jogada sobre o solo do jardim e quintal.

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Terra contaminada é limpa com aquecedor solar

Um dos principais problemas enfrentados pelos agricultores é a contaminação da terra em que vêm as mudas plantadas em viveiros, que geralmente estão contaminadas por fungos. Os métodos tradicionais de “esterilização” da terra são caros e anti-ecológicos.

Um deles é o uso de um tipo de forno que aquece a terra a uma temperatura que mata os fungos. Além de cara, tal medida acarreta na queima de madeira para aquecer o forno, poluindo o ar. A segunda opção é pulverizar sobre a terra o gás brometo de metila, que além de altamente tóxico (sua manipulação incorreta pode levar à morte) apresenta um grave efeito colateral: mata os microorganismos benéficos além dos maléficos, causando o chamado “vácuo ecológico”.

Uma solução alternativa e ecologicamente correta é o tratamento do solo com energia solar, usando um coletor desenvolvido pela engenheira agrônoma Raquel Ghini, do Centro de Meio Ambiente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

O coletor solar pode ser construído por qualquer um, a custo acessível. Aprenda:

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Menos uma substância a prejudicar a camada de ozônio

Mônica Pinto

Desde o dia 31 de dezembro passado, está proibido o uso do brometo de metila na agricultura brasileira. O agrotóxico era bastante utilizado em sementeiras de hortaliças e flores, para desinfestação de solo ou substrato (mistura de solo com matéria orgânica para cultivo de plantas em recipientes).

A proibição, regulamentada pela Instrução Normativa Conjunta 01 de 10 de setembro de 2002 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa -, atesta que o Governo está empenhado em fazer o seu dever de casa na luta contra o aquecimento global.

O brometo de metila, gás que age como inseticida e fumigante, mata os insetos, os patógenos (nematóides, fungos e bactérias), ervas daninhas e qualquer outro ser vivo presente no solo e na zona de sua penetração.

Cada átomo de bromo do brometo de metila que alcança a atmosfera destrói 60 vezes mais ozônio do que o átomo de cloro dos clorofluorcarbonetos (CFCs), muitos mais ilustres como vilões do efeito estufa.

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Novo relatório: grãos transgênicos ainda não tiveram êxito

É … Será que as pessoas precisam da picada do escorpião para saber que o bicho é peçonhento? Parece que sim.

Tomara que dê tempo de voltarmos aos grãos tradicionais.

Podemos ter melhoramento genético através de seleção dos melhores grãos, cruzamentos de grãos da mesma espécie mas de variedades diferentes – como o trigo convencional mais trigo selvagem -, mas não, temos que bancar os Deuses e inserir genes de espécies diferentes, que a natureza não faz por algum motivo.

Só nos resta continuar postando as notícias e falar com agricultores para mostrar a verdade.

A verdade está lá fora mas também está no Rio Grande do Sul, perdendo produtividade por uso de transgênicos.

Quanto tempo será que irá demorar para conseguirem voltar a vender o grão tradicional?

Porque mesmo que se volte a plantar o grão tradicional, ainda haverá a contaminação por algum tempo, das sementes transgênicas que ficaram no chão durante a colheita.

Alguém já leu um relatório chamado os arquivos da monsanto?

Tenho uma fotocópia mas preciso digitar para colocar na página, porque mostra toda a conspiração para a monsanto dominar o mundo – pink e cérebro?

Trabalho mostra que mais de 70% das plantações de transgênicos em larga escala continua limitada a dois países (os Estados Unidos e a Argentina).

Kuala Lumpur (Malásia), Lagos (Nigéria), Bruxelas (Bélgica) – Um relatório de Amigos da Terra Internacional, lançado em 9 de janeiro, mostra que os grãos geneticamente modificados não conseguiram enfrentar os maiores desafios dos produtores em todo o mundo e que mais de 70% das plantações de transgênicos em larga escala continua limitada a dois países (os Estados Unidos e a Argentina).

O novo relatório “Quem se Beneficia com os Grãos Geneticamente Modificados? Uma análise do desempenho global dos grãos geneticamente modificados 1996-2006” também afirma que a “segunda geração” de grãos transgênicos com “atributos atraentes”, que a indústria prometeu há tempos, não apareceu.

“Nenhum grão transgênico no mercado hoje oferece benefícios ao consumidor em termos de qualidade e preço e não tem feito nada para aliviar a fome e a pobreza na África ou em qualquer outro lugar,” diz, na Nigéria, Nnimmo Bassey, de Amigos da Terra/África. “A grande maioria dos grãos transgênicos cultivados atualmente são usados para fornecer ração para a pecuária nos países ricos”, acrescenta.

O relatório aponta que, no Brasil, a produtividade de soja tem caído desde 2002, período de introdução da soja transgênica, em variedades possivelmente menos resistentes ao calor e a seca que as convencionais, e que produtores do Estado do Rio Grande do Sul relatam que a variedade de soja RR, transgênica, sofreu maior queda em produtividade do que a soja convencional durante a estiagem de 2004/2005.

Segundo o relatório, os grãos transgênicos comercializados hoje aumentaram o uso total de agrotóxicos, ao invés de diminuí-lo, e não resultaram em uma colheita maior em comparação às sementes convencionais. O meio ambiente não se beneficia do seu uso e as plantações de grãos geneticamente modificados serão cada vez menos sustentáveis no médio e longo prazo.

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Supermercado adota sacola ecológica

Eli Araujo A rede de supermercados Cidade Canção, de Maringá, adotou uma sacola ecológica com o objetivo de reduzir os danos ao meio ambiente. A idéia da nova sacola foi apresentada à direção do supermercado pela FUNVERDE, uma organização não-governamental…

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Plásticos no oceano podem contaminar animais marinhos do planeta

 

              Sacola retornável

Logo encontrada nos plásticos oxi-biodegradáveis.

No texto, falam de levar sua sacola retornável, mas na impossibilidade, compre em estabeclecimentos que utilizem sacolas de compras feitas de plástico oxi-biodegradável.

Em Maringá, a rede de supermercados Canção já vem usando este plástico desde outubro de 2006.

Em fevereiro, depois do lançamento do projeto sacolas ecológicas, no dia 05, os feirantes iniciarão o uso destas sacolas.

Isso, até você se reacostumar a usar sua sacola retornável.

Segundo pesquisa liderada e divulgada recentemente pelo professor Richard Thompson da Universidade de Plymouth, na Inglaterra, partículas plásticas conhecidas como “lágrimas de sereia” podem contribuir para a poluição dos oceanos de todo o mundo. As lágrimas de sereia são resíduos plásticos (não biodegradáveis) resultados dos excedentes de lixo industrial (redes de pesca) e doméstico (sacolinhas plásticas e garrafas de bebidas). Ao longo do tempo esses resíduos sofrem apenas uma redução de suas dimensões físicas, mantendo todas as propriedades originais.

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