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Conheça o autor de Orfeu e Violeta e outras histórias lá de Pato Branco

Livro de jornalista de Maringá está entre os mais vendidos da Amazon

Seleção de 24 crônicas de Luiz Fernando Cardoso tem como destaque relatos de relacionamentos, muitos deles frustrados, mas sempre pautados no bom humor

O Autor

Nascido em Laranjeiras do Sul (PR), em 1981, Luiz Fernando Cardoso cresceu em Pato Branco (PR). Em 2004, após a graduação em Jornalismo, partiu para novos desafios, no Brasil e no exterior.

O jornalista, hoje com 37 anos, iniciou a carreira como repórter do Diário do Sudoeste, ainda nos tempos de faculdade. Foi também repórter do Jornal de Beltrão, em Dois Vizinhos (PR); redator estagiário na Deutsche Welle, em Bonn (Alemanha); repórter no Diário de Minaçu (GO); repórter e editor em O Diário do Norte do Paraná, em Maringá (PR), em três passagens pelo jornal; editor e comentarista em telejornal da TV Maringá (Band) e colaborador da Folha de São Paulo, também em Maringá.

Mais recentemente, entre 2013 e 2015, Cardoso viveu com sua mulher em Joinville (SC), onde foi editor-chefe do jornal diário Notícias do Dia. Retornou para Maringá, no fim de 2015.

Por que Pato Branco como tema de seu primeiro livro?

“Viver é saber reconhecer as coisas boas da vida e, se possível, prestar tributo a elas. Ter vivido na ‘maior cidade do Sudoeste do Paraná’ (o elogio é para alimentar o ego dos pato-branquenses, em sua eterna rivalidade com Francisco Beltrão) foi um presente divino, e meu pequeno tribuno a isso é ter escolhido para meu primeiro livro histórias que se passam em Pato Branco. Espero que essa seleção de crônicas leve os moradores da cidade a se identificarem com algumas das histórias contadas e que os demais leitores se sintam instigados a conhecer os encantos daquele ponto do mapa.

Como se deu a escolha do título?

“Orfeu e Violeta” é o nome de uma das principais crônicas publicadas em blog, na opinião dos próprios leitores. Essa foi a parte fácil. Difícil foi escolher um subtítulo atrativo. “E outras histórias lá de Pato Branco” acabou sendo uma aposta inspirada na expressão “lá em Pato Branco”, popularizada em todo o País pela personagem Bozena, interpretada pela atriz paulista Alessandra Maestrini na série “Toma Lá, Dá Cá”. Espero que os leitores se interessem e comprem.

E sobre a capa?

Ter uma boa capa, atrativa, exclusiva, é fundamental. Por isso, descartei de imediato a hipótese de utilizar capas da Kindle Direct Publishing (KDP), o publicador de e-books da Amazon. A ajuda para uma ilustração que apresentasse bem “Orfeu e Violeta” veio do amigo ilustrador Robson Brüning, com quem trabalhei no Notícias do Dia de Joinville, eu como editor-chefe e ele como infografista e diagramador. A ilustração de Brüning, que hoje trabalha para o jornal A Notícia, deu um toque refinado à obra.

Há mais algum outro livro em vista?

Ainda este ano, também em e-book, espero publicar mais dois livros de crônicas, um com histórias de redação de jornal e outro com crônicas inspiradas em Maringá. Esses três livros, incluindo “Orfeu e Violeta”, surgiram de uma seleção de crônicas publicadas entre 2009 e 2013 num blog pessoal. Além disso, há outros projetos em andamento, como um relato de viagem e meu primeiro romance, mas isso é para o médio e longo prazo.

Por que a opção por publicar em e-book?

A ideia inicial era cotar com editoras para publicar um livro tradicional, impresso, mas limitações financeiras vinham adiando ano a ano esse projeto. Então, resolvi apostar no livro digital, que vem ganhando importante espaço no mercado editorial brasileiro. Passei os últimos cinco meses estudando a edição e publicação de e-books para fazer, eu mesmo, a edição do livro. Creio que o resultado ficou bom.

Você desistiu da ideia de publicar o livro impresso?

Não, de forma alguma. Esse será o passo seguinte após a publicação da trilogia de crônicas. O plano é fazer uma compilação das melhores crônicas e publicar na versão impressa. O dinheiro que será obtido com os e-books vai ajudar a financiar o livro em papel.

Quais seus planos como jornalista?

Antes de qualquer coisa, precisamos dialogar para resolver a greve dos jornalistas de O Diário, que já é a mais longa da história nos veículos de comunicação do Brasil. Há mais de um mês, decidimos interromper as atividades para cobrar meses de salários atrasados, e nesse período o jornal segue sendo feito por uma minoria que preferiu não aderir à greve. Para depois de superada essa fase, tenho planos de reativar o blog Café com Jornalista, focando em reportagens nas áreas de política e economia. Fora isso, sigo prestando assessoria de imprensa.

Para contatar o autor: [email protected] – 47 99761-8505 (Whatsapp) – 44 99929-2203

Com venda exclusiva pela Amazon, e-book custa R$ 8,90

Para adquirir o livro, clique aqui.

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