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Curitiba vai instalar usina solar em aterro desativado

Por Marcia Sousa – Ciclovivo
Anualmente, a produção deve gerar em torno de 18.600 MWh.

Como parte do programa Curitiba Mais Energia, a capital do Paraná vai ganhar um sistema que combina painéis fotovoltaicos e geração de energia a biomassa. Batizado de Pirâmide Solar da Caximba, o projeto será instalado em um aterro sanitário desativado e terá, como o nome indica, o formato de pirâmide.

A potência total será de 5 MW, sendo uma Unidade Geradora Fotovoltaica com potência de 3,5 MW e uma Unidade Geradora a Biomassa com potência de até 1,5 MW. Esta segunda vai reaproveitar os resíduos vegetais de podas de árvores e jardins para gerar energia.

De acordo com a prefeitura, a energia “limpa” vai produzir 43% da demanda energética dos prédios municipais. A gestão estima que, anualmente, a produção deve gerar em torno de 18.600 MWh.

Além deste, Curitiba também já planeja a implantação de usinas fotovoltaicas em sua rodoviária e nos terminais de ônibus dos bairros Pinheirinho, Santa Cândida e Boqueirão.

Pirâmide Solar da Caximba: Custo

De acordo com a secretária municipal do Meio Ambiente, Marilza Oliveira Dias, os estudos de viabilidade técnica, econômica, financeira e jurídica do empreendimento serão finalizados até maio. Informações preliminares indicam investimento total de R$ 31,5 milhões, sendo que o investimento da Copel corresponde a 49% do montante, cabendo os outros 51% ao município.

Isso porque o projeto será realizado por meio de um Termo de Cooperação Técnica entre a Prefeitura de Curitiba e a Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel).

 

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