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O maior produtor de sacolas plásticas da China encerra suas atividades

۞ NYGUS

Recomendamos a leitura da notícia – mais abaixo em inglês – que é do interesse da indústria brasileira da indústria plástica flexível.

Os efeitos da proibição do uso de sacolas plásticas convencionais na China já começaram. São indústrias quebrando e tendo que demitir centenas de empregados.

Leis proibindo, punindo, restringindo ou taxando o uso de sacolas plásticas convencionais pelo comércio estão se espalhando pelo mundo. França, Espanha, Irlanda, China são exemplos onde já existem leis, entre outros países, estados e cidades.

É ilusão pensar que este tipo de lei não venha a ser proposta no Brasil. Não somos uma ilha e no mundo globalizado é muito fácil que isto venha a ocorrer no Brasil.

Certamente as leis não vão ficar restritas às sacolas. Depois serão os sacos, envelopes e demais embalagens plásticas que vão sofrer este tipo de restrição.

É certo que a Reciclagem, Redução, Reutilização, Programas de Qualidade e Educação Ambiental têm e devem ser estimulados e implantados como solução para os problemas dos resíduos plásticos.

Porém todos sabem que está longe o dia que a Reciclagem e outras medidas serão capazes de abranger todo o universo das embalagens plásticas flexíveis.

É aqui que está o maior problema das indústrias. As leis são criadas em velocidade maior que o implemento destas soluções.

Também é certo que em muito breve vai existir a cobrança junto aos fabricantes e utilizadores da responsabilidade em relação à destinação final dos resíduos plásticos.

Este é um dos motivos porque a FUNVERDE apoia a tecnologia de oxi-biodegradabilidade. Ela  fundamental para a preservação das atividades da indústria e garantia de emprego de seus funcionários que a indústria plástica ofereça ao mercado e mostre aos legisladores que existem soluções efetivas, comprovadas e seguras para os resíduos plásticos.

Curiosamente, enquanto a indústria de embalagens plásticas necessita apresentar soluções para preservar seu negócio e tornar seu produto mais amigável ambientalmente, determinados setores combatem estas soluções sem apresentar alternativas para o problema.

Invertendo a situação, onde o problema aos olhos dos legisladores e ambientalistas é a sacola plástica convencional, atacam soluções consagradas em todo o mundo.

Visão míope e que prejudica diretamente a todos ligados ao setor.

Uma vez proibidas as sacolas e outras embalagens plásticas convencionais e não aceitando soluções cientificamente comprovadas quanto à eficácia e segurança, o que o setor da indústria vai fazer?

Abrir uma fábrica de sacolas de pano?

China bag producer closes amid bag ban

Plastics & Rubber Weekly de 27 de fevereiro de 2008

By Nina Ying Sun

China’s biggest manufacturer of plastic bags is now in liquidation. The news broke shortly after the Chinese government announced restrictions on ultrathin plastic bags and on free plastic shopping bags. Henan-based Huaqiang Plastics shut down its two large production facilities on 1 February, releasing thousands of workers. The firm notified its suppliers via mail and began liquidating assets.

The company, with 2.2bn yuan (€205m) in sales, is closing its doors because of the ban on ultrathin bags, according to several major Chinese newspapers that claimed to be quoting an unnamed Huaqiang spokesman.

“About 90% of Huaqiang’s products, more than 220 million pounds annually, are ultrathin bags, therefore the company won’t have a chance to survive under the new law,” one Chinese newspaper said.

But Huaqiang denied having spoken to the press on the subject. “We are in the process of liquidating under laws and regulations,” a company spokeswoman said by phone. “We don’t comment on the cause of the shutdown.”

The 13-year-old firm’s two production plants in China, one in Sui County and one in Luohe, were the No. 1 and No. 3 top taxpayers, respectively, among the country’s 13,000 single-location plastics processing sites, according to China’s taxation records.

Some industry sources have said that attributing the closure to the ban makes little sense.

It is not technically difficult or cost-prohibitive to adjust existing machinery and increase the film gauge, said Allen Tsai, general manager of the US branch of film and bag equipment maker Lung Meng Machinery in Tainan, Taiwan.

“There’s little hurdle for such a leading company to convert to high-grade products and meet the new standards,” Tsai said in a phone interview. “I do not know what they are thinking.”

As an indicator of Huaqiang’s scale, its liquidation sale includes more than 1,600 blown film machines and 1,000 bag-making machines, as well as large quantities of virgin resin, recycled resin, semiprocessed scrap, additives and compounds.

“That’s only from one of the facilities,” an industry insider said. Dong Jinshi, vice president of the Recycling Committee of the China Plastics Processing Industry Association, found the news puzzling. “The policy front couldn’t have been the determinant factor. It has to be the company’s internal problems,” he said from his Beijing office.

He agreed, however, that the company will lose the majority of its current clients – distributors and end users of ultrathin bags. In early November, before Huaqiang shuttered the factories and began liquidating, the firm listed itself for sale on the China Equity Exchange Information Center website.

Huaqiang was seeking an aftertax price in the range of 280m to 350m yuan (€26m) to €33m). At the time, the company said it would be available for sale until 12 November 2008.

Nina Ying Sun is a journalist at Plastics News China, sister publication of PRW and EPN.

This Post Has One Comment
  1. ola, bom dia.

    sou representante comercial trabalho com produtos descartaveis entre eles a sacola plastica, gostaria de resaltar que no brasil o plastico é totalmente reciclado por exemplo a industria de sacola plastica reciclada não consegue comprar materia prima para atender o mercado, tendo até que comprar apara industrial para suprir sua nessecidade de atender o mercado, não seria obvil que temos que ensentivar a criação de cooperativas para a extração destar materias primas que estão sendo jogadas sobre a natureza, e sem falar em milhões de disperdico de empregos e dinheiro. é claro que precisamos de boa vontade do governo em investir, mas a propria industria brasileira poderia tomar a iniciativa de apoiar projetos para a capitação de materia prima.

    um grande abraço a todos…

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