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O que uma sacola tem a ver com desperdício de água, solo fértil e alimentos?

A história do lixo comestível

A quantidade de água consumida nas atividades agropecuárias daria para matar a sede de 500 milhões de pessoas.

As plantações esgotam as terras férteis obrigando o uso cada dia mais intenso de venenos.

Produzimos mais alimentos do que conseguimos consumir. Um terço dos alimentos são desperdiçados e viram lixo.

Não parece um paradoxo num planeta com milhões de famintos?

Acontece que boa parte da produção nem chega às nossas mesas. É jogada no lixo depois que ultrapassa o prazo de validade. Será que um minuto depois da data de vencimento o produto está impróprio para o consumo e tem que ser descartado?

E as frutas, verduras e legumes que são descartados apenas por problemas de aparência ou de formato que não seguem padrões?

Assista acima o trailer do documentário sobre este assunto que foi ao ar no canal GNT na noite do dia 26/04.

Se você ficou escandalizado com estes fatos, o que acha de uma sacola plástica não biodegradável fabricada com 51% de plástico derivado de plantas (milho, cana de açúcar) que vai ser usado apenas uma vez para virar lixo em seguida? Achou um absurdo? Mas é verdade, a lei da sacola plástica de São Paulo obriga o comércio distribuir este tipo de sacola plástica.

Fonte – Boletim do Instituto IDEAIS de 04 de maio de 2015

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