{"id":409,"date":"2007-09-06T10:58:39","date_gmt":"2007-09-06T13:58:39","guid":{"rendered":"http:\/\/funverde.wordpress.com\/fale-conosco\/a-evolucao-do-plastico\/"},"modified":"2007-09-06T10:58:39","modified_gmt":"2007-09-06T13:58:39","slug":"a-evolucao-do-plastico","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/sacolas\/a-evolucao-do-plastico\/","title":{"rendered":"A evolu\u00e7\u00e3o do pl\u00e1stico &#8211; A origem das sacolas pl\u00e1sticas"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color:#008000;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/farm1.static.flickr.com\/235\/517346754_65c0da98d2.jpg?v=0\" border=\"0\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"281\" \/><\/span><\/p>\n<p><a title=\"Link para fotos de SqueakyMarmot\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/squeakymarmot\/\"><strong><span style=\"color:#0063dc;\">SqueakyMarmot<\/span><\/strong><\/a>\u00a0\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A evolu\u00e7\u00e3o dos materiais polim\u00e9ricos ao longo do tempo<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1000 A.C. &#8211; Os chineses descobrem o verniz extra\u00eddo de uma \u00e1rvore (Rhus vernicflua), aplicado na forma de revestimentos imperme\u00e1veis e dur\u00e1veis. Ele seria usado em m\u00f3veis dom\u00e9sticos at\u00e9 a d\u00e9cada de 1950.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">79 A.C. &#8211; Descoberta do \u00e2mbar, uma resina termopl\u00e1stica proveniente de \u00e1rvores fossilizadas. Ele \u00e9 encontrado principalmente na costa do Mar B\u00e1ltico. Ele permite a fabrica\u00e7\u00e3o de pequenas pe\u00e7as atrav\u00e9s de moldagem por compress\u00e3o. Pl\u00ednio, o Velho (23-79 A.C.) cita esse material em sua obra Hist\u00f3ria Natural.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">0 A.C. &#8211; Descoberta do chifre como material conform\u00e1vel. Ele se comporta como uma chapa de material termopl\u00e1stico, podendo ser cortado e moldado ap\u00f3s ter sido aquecido em \u00e1gua quente. L\u00e2minas desse material podem ser sobrepostas de forma a se produzir pe\u00e7as com maior espessura. Antigamente bot\u00f5es de roupa e outros produtos eram feitos com chifre mo\u00eddo aglomerado com um ligante (como, por exemplo, sangue) atrav\u00e9s de moldagem por compress\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">400 &#8211; Moldagem e corte de cascas de tartaruga, de forma similar ao chifre. At\u00e9 h\u00e1 algumas d\u00e9cadas eram comuns os \u00f3culos feitos com esse material.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">800 &#8211; Surgimento da gutta-percha, uma resina natural presente na casca de \u00e1rvores da Malaia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1550 &#8211; Primeira men\u00e7\u00e3o \u00e0 borracha natural feita por Valdes ap\u00f3s uma expedi\u00e7\u00e3o \u00e0 Central Am\u00e9rica. Os nativos usavam esse material como artigos esportivos e imperme\u00e1veis h\u00e1 milhares de anos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1596 &#8211; John Huyglen von Linschoeten relata usos da goma laca ap\u00f3s uma visita \u00e0 \u00cdndia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1650 &#8211; John Tradescant introduz o uso da gutta percha no Ocidente ap\u00f3s suas viagens para coleta de plantas no Oriente. Esse material foi usado para fabricar desde mangueiras de jardim at\u00e9 m\u00f3veis, tendo sido substitu\u00eddo como revestimento de cabos submarinos na d\u00e9cada de 1940.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1770 &#8211; Priestley atribui o nome de rubber \u00e0 borracha, uma vez que ela consegue remover marcas em um papel (em ingl\u00eas, &#8220;to rub&#8221; significa raspar, rasurar).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1820 &#8211; Thomas Hancock (Inglaterra) descobre que a borracha vigorosamente plastificada se torna pl\u00e1stica e capaz de fluir.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1835 &#8211; Regnault relata a produ\u00e7\u00e3o, at\u00e9 ent\u00e3o in\u00e9dita, de cloreto de vinila, mon\u00f4mero do P.V.C.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1838 &#8211; Descoberta do nitrato de celuloseRegnault descobre o PVC na Fran\u00e7a, mas como uma curiosidade de laborat\u00f3rio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1839 &#8211; Charles Goodyear (E.U.A.) descobre a vulcaniza\u00e7\u00e3o, processo que consiste na adi\u00e7\u00e3o de enx\u00f4fre \u00e0 borracha natural, tornando-a mais forte e resiliente. Isso viabilizou seu uso como importante material de engenharia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Descoberta, em laborat\u00f3rio, do poliestireno. Contudo n\u00e3o havia condi\u00e7\u00f5es plenas para sua fabrica\u00e7\u00e3o na \u00e9poca.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1840 &#8211; Alexander Parkes (Inglaterra) desenvolve a Parkesina, um resina mold\u00e1vel a base de nitrato de celulose, material extremamente inflam\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1845 &#8211; Robert William Thompson inventa o pneu de borracha.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1851 &#8211; Nelson Goodyear patenteia e comercializa a ebonite, material produzido pela vulcaniza\u00e7\u00e3o da borracha usando excesso de enx\u00f4fre. \u00c9 uma resina dura, escura e brilhante usada por mais de 100 anos na fabrica\u00e7\u00e3o de bolas de boliche e placas para uso dent\u00e1rio, neste caso com cor rosada. O surgimento deste material \u00e9 um marco fundamental na hist\u00f3ria dos pol\u00edmeros, pois foi o primeiro material termofixo usado comercialmente e tamb\u00e9m envolveu a modifica\u00e7\u00e3o de um pol\u00edmero natural.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1854 &#8211; Uma mistura de goma-laca com serragem \u00e9 patenteada como material para moldagem por Samuel Peck (E.U.A.), para uso em estruturas e maletas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1858 &#8211; Os qu\u00edmicos Friedrich Kekul\u00e9 e Archibald Couper demonstram que as mol\u00e9culas org\u00e2nicas s\u00e3o constitu\u00eddas de \u00e1tomos de carbono combinados quimicamente em diferentes formatos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1859 &#8211; Butlerov descreve os pol\u00edmeros a base de folmalde\u00eddo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1865 &#8211; Descoberta do acetato de celulose.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1869 &#8211; John Wesley Hyatt, dos E.U.A., vence uma competi\u00e7\u00e3o para fabricar uma bola de bilhar melhor. Ele usou um novo material chamado celul\u00f3ide, uma vers\u00e3o comercial do nitrato de celulose ou nitrocelulose com adi\u00e7\u00e3o de c\u00e2nfora para redu\u00e7\u00e3o de fragilidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1870 &#8211; Os irm\u00e3os Hyatt patenteiam o uso do nitrato de celulose e c\u00e2nfora, obtendo-se um material semelhante ao chifre, o celul\u00f3ide.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1872 &#8211; Adolph Bayer, da Alemanha, registra rea\u00e7\u00f5es entre fen\u00f3is e alde\u00eddos, gerando subst\u00e2ncias resinosas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1876 &#8211; Sementes de seringueiras do Brasil s\u00e3o contrabandeadas por Sir Henry Wickham e mandadas posteriormente \u00e0 \u00c1sia, onde constitu\u00edram a base da ind\u00fastria mundial de borracha.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1880 &#8211; Uma gravadora berlinense come\u00e7ou a usar goma-laca para a fabrica\u00e7\u00e3o de discos fonogr\u00e1ficos, devido \u00e0 capacidade desse material em reproduzir detalhes finos de formato. De fato, a goma-laca foi usada at\u00e9 1952 na fabrica\u00e7\u00e3o de discos fonogr\u00e1ficos, quando foi substitu\u00eddo pelo P.V.C.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1884 &#8211; Bernigaud produz fibras a partir da celulose, que posteriormente receberiam o nome de rayon.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1885 &#8211; George Eastman Kodak patenteia a m\u00e1quina para produzir filme fotogr\u00e1fico cont\u00ednuo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1887 &#8211; Goodwin inventa o filme fotogr\u00e1fico de celul\u00f3ide e seu processo de fabrica\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1891 &#8211; Chardonnet, na Fran\u00e7a, regenera celulose via nitrato.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1892 &#8211; Primeira s\u00edntese do celofane, um filme transparente produzido a partir da regenera\u00e7\u00e3o da viscose, ou seja, celulose dissolvida. Contudo, somente na d\u00e9cada de 1910 esse material atingiria maturidade comercial.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1894 &#8211; Cross e Bevans introduzem o acetato de celulose ap\u00f3s desenvolverem pesquisas sobre \u00e9steres de celulose para se encontrar alternativas n\u00e3o-inflam\u00e1veis ao nitrato de celulose (celul\u00f3ide).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1897 &#8211; Adolph Spitteler, da Bav\u00e1ria (Alemanha), descobre (provavelmente por acidente) e patenteia resinas a base de case\u00edna. Este material \u00e9 feito a partir de leite batido e coalhado, curado por imers\u00e3o em formalde\u00eddo. Seu nome comercial era galatita.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1899 &#8211; Arthur Smith, da Inglaterra, patenteia resinas de fenol-formalde\u00eddo, que substituem a ebonite como isolador el\u00e9trico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1900 &#8211; Descoberta do silicone por Frederic Stanley Kipping.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1903 &#8211; Stern &amp; Topham desenvolvem m\u00e9todo para se produzir seda artificial, a chamada viscose.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1907 &#8211; Leo Baekeland, dos E.U.A., consegue a primeira de suas 177 patentes relativas a resinas de fenol-formalde\u00eddo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1908 &#8211; Charles Frederick Cross inventa o celofane, mistura de acetato de celulose e viscose rayon.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1909 &#8211; Leo Baekeland, dos E.U.A., patenteia a Baquelite, a primeira resina termofixa a substituir materiais tradicionais como madeira, marfim e ebonite. Baquelite se tornou sin\u00f4nimo deste material.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Hermann Staudinger inicia o desenvolvimento da borracha sint\u00e9tica (isopreno).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Hugh Moore funda a Dixie Cup Co., fabricante de copos descart\u00e1veis, especialmente para atender a uma lei promulgada no estado de Kansas (E.U.A.), a qual proibia o uso de x\u00edcaras comunit\u00e1rias em trens. Seu objetivo era restringir a dissemina\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as como a tuberculose.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1910 &#8211; Iniciada a produ\u00e7\u00e3o de meias femininas na Alemanha. Constru\u00edda a primeira f\u00e1brica de rayon nos E.U.A.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1911 &#8211; Brandenberger, na Su\u00ed\u00e7a, inicia a produ\u00e7\u00e3o comercial do celofane.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1912 &#8211; Ostromislensky, na R\u00fassia, patenteia um processo de polimeriza\u00e7\u00e3o do cloreto de vinila, obtendo-se PVC. Contudo, a decomposi\u00e7\u00e3o do pol\u00edmero durante o processo inviabiliza seu desenvolvimento comercial. Fritz Klatte patenteia um m\u00e9todo para a produ\u00e7\u00e3o de seu mon\u00f4mero, cloreto de vinila; ele logra polimeriz\u00e1-lo em PVC, mas essa resina ainda teria de esperar at\u00e9 a d\u00e9cada de 1930 para ser produzida em escala comercial.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">La Cellophane S.A. \u00e9 a primeira empresa a produzir comercialmente celofane na Fran\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1914 &#8211; In\u00edcio do uso de solu\u00e7\u00f5es de acetato de clulose como verniz para avi\u00f5es e de madeira compensada para fuselagens.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1916 &#8211; F.H. Banbury, dos E.U.A., patenteia o famoso moinho que leva seu nome.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1918 &#8211; Hans John prepara resinas atrav\u00e9s da rea\u00e7\u00e3o de ur\u00e9ia com formalde\u00eddo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1919 &#8211; Introdu\u00e7\u00e3o comercial do acetato de celulose.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1920 &#8211; A d\u00e9cada de 1920 marca o in\u00edcio de uma &#8220;era de ouro&#8221; nas descobertas sobre s\u00edntese de pol\u00edmeros. \u00c9 quando Hermann Staudinger, da Alemanha, se envolve na pesquisa fundamental sobre os mecanismos de polimeriza\u00e7\u00e3o de mol\u00e9culas org\u00e2nicas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1921 &#8211; O rayon come\u00e7a a ser produzido comercialmente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1922 &#8211; Hermann Staudinger, da Alemanha, sintetiza a borracha.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1924 &#8211; Fibras de acetato de celulose.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1926 &#8211; Hermann Staudinger inicia o trabalho que provar\u00e1 que os pol\u00edmeros s\u00e3o constitu\u00eddos de mol\u00e9culas em forma de longas cadeias formadas a partir de mol\u00e9culas menores a partir de polimeriza\u00e7\u00e3o. Anteriormente se acreditava que os pl\u00e1sticos eram compostos de an\u00e9is de mol\u00e9culas ligados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Kurt Meyer &amp; Herman Mark usam raios X para examinar a estrutura interna da celulose e outros pol\u00edmeros, fornecendo evid\u00eancia suficiente da estrutura multiunit\u00e1ria de algumas mol\u00e9culas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A primeira injetora comercial foi patenteada na Alemanha, mas a produ\u00e7\u00e3o em escala industrial s\u00f3 se tornou poss\u00edvel em 1937.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1927 &#8211; A descoberta de plastificantes adequados para o acetato de celulose viabiliza esse material como alternativa para o celul\u00f3ide, que \u00e9 bem mais inflam\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Aparece o PVC.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">W. Semon, da B.F. Goodrich (E.U.A.), descobre como plastificar facilmente o PVC.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Otto Rohm, na Alemanha, desenvolve o poli(metilmetacrilato) e inicia sua produ\u00e7\u00e3o, em escala limitada, em Darmstadt.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1928 &#8211; Ziegler inicia seus trabalhos sobre qu\u00edmica organomet\u00e1lica e lan\u00e7a os fundamentos para a cat\u00e1lise na polimeriza\u00e7\u00e3o do polietileno e polipropileno.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">In\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o de PVC nos E.U.A.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1929 &#8211; A Dunlop Rubber Co., da Inglaterra, produz, pela primeira vez, a espuma de borracha.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Surge a borracha sint\u00e9tica de polisulfeto (Thyokol) e resinas a base de ur\u00e9ia-formalde\u00eddo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1930 &#8211; A BASF\/I.G. Farben (Alemanha) desenvolve o poliestireno. A Dow Chemical Co. (E.U.A.) iniciou o desenvolvimento dessa resina nesse mesmo ano, mas a produ\u00e7\u00e3o comercial s\u00f3 se iniciou em 1937.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">W.L. Semon, da B.F. Goodrich (E.U.A.) modificou o P.V.C. de forma a melhorar sua transforma\u00e7\u00e3o e aumentar seu potencial comercial.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1931 &#8211; J.A.Hansbeke desenvolve o neoprene.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Imperial Chemical Industries &#8211; I.C.I. (Inglaterra) desenvolve o polietileno, quase por acidente, quando E.W. Fawcett e R.O. Gibson observam uma pequena quantidade de uma cera produzida ap\u00f3s experimentos com etileno.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Surge o neoprene, outro tipo de borracha sint\u00e9tica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A empresa Formica patenteia o material hom\u00f4nimo (n\u00facleo de papel fen\u00f3lico revestido superficialmente de ur\u00e9ia-formalde\u00eddo), iniciando um neg\u00f3cio de enorme sucesso.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">In\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o do P.V.C. na Alemanha.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1932 &#8211; Aperfei\u00e7oamentos em compostos de ur\u00e9ia-tiour\u00e9ia-formalde\u00eddo na British Cyanides Co. gera a produ\u00e7\u00e3o de resinas de ur\u00e9ia-formalde\u00eddo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Desenvolvimento da Buna N (acrilonitrila-butadieno) e Buna S (estireno-butadieno) na Alemanha.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">In\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o comercial de neoprene nos E.U.A., pela Du Pont.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1933 &#8211; Descoberta do processo de polimeriza\u00e7\u00e3o do processo de polimeriza\u00e7\u00e3o sob alta press\u00e3o do polietileno.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Pesquisadores da I.C.I. (R. Hill e J.W.C. Crawford) iniciam o desenvolvimento do poli(metil metacrilato) &#8211; PMMA, que seria mais tarde comercializado com os normes comerciais de lucite, plexiglas, acr\u00edlico, etc.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Produ\u00e7\u00e3o dos primeiros artigos de poliestireno moldados por inje\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1934 &#8211; Wallace Hume Carothers, da Du Pont (E.U.A.) desenvolve o nylon, originalmente na forma de fibra.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1935 &#8211; Carothers e Du Pont patenteiam o nylon.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Henkel patenteia a produ\u00e7\u00e3o de resinas baseadas em melamina.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1936 &#8211; A I.C.I. patenteia a polimeriza\u00e7\u00e3o do polietileno a partir do etileno.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Uso do PVA, poli(acetato de vinila), e do poli(vinilbutiral) em vidros laminados de seguran\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Iniciada a produ\u00e7\u00e3o em larga escala de poliestireno na Alemanha.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1937 &#8211; Wallace Carothers se suicida antes que o nylon seja apresentado ao p\u00fablico, o que ocorreria entre 1938 e 1939, com a marca comercial de Exton. O mais ir\u00f4nico \u00e9 que Carothers se matou por se achar um fracasso.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Otto Bayer come\u00e7a o desenvolvimento dos poliuretanos na I.G. Farben.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Alemanha come\u00e7a a produ\u00e7\u00e3o comercial de borrachas sint\u00e9ticas, estireno-butadieno (Buna S) e butadieno-acrilonitrila (Buna N).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Inicia-se a produ\u00e7\u00e3o de poliestireno nos E.U.A.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1938 &#8211; Roy Plunkett (Du Pont) descobre acidentalmente o teflon ou PTFE &#8211; poli(tetrafluoretileno). Ele constatou que um cilindro cheio desse g\u00e1s estava, na verdade, vazio. Ao cort\u00e1-lo, verificou-se a presen\u00e7a de um res\u00edduo branco em seu interior. Nasceu assim o teflon &#8230;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Surgem fibras de nylon 66, fabricadas nos E.U.A. pela Du Pont.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Iniciada a produ\u00e7\u00e3o comercial de melamina.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1939 &#8211; A I.C.I., da Inglaterra, patenteia o processo de clora\u00e7\u00e3o do polietileno.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A mesma empresa inicia a produ\u00e7\u00e3o comercial de polietileno de baixa densidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Iniciada a produ\u00e7\u00e3o de resinas de melamina-formalde\u00eddo e poli(cloreto de vinilideno).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Iniciada a produ\u00e7\u00e3o industrial de PVC nos E.U.A.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Mangueiras de gasolina feitas de neoprene, fornecido pela Du Pont, tornam-se comum nos E.U.A.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1940 &#8211; Resinas de acr\u00edlico (PMMA) come\u00e7am a ser largamente usadas em janelas de avi\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Produ\u00e7\u00e3o de borracha but\u00edlica nos E.U.A.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">In\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o de PVC na Inglaterra.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1941 &#8211; A I.G. Farben (Alemanha) come\u00e7a a produ\u00e7\u00e3o de poliuretanos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Kinetic Chemical Ltd patenteia o teflon.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">J.R. Whinfield e J.T. Dickson (Calico Printers Association) conseguem produzir fibras de PET &#8211; poli(tereftalato de etileno), sendo lan\u00e7ado com o nome comercial de Terylene.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1942 &#8211; Alemanha: desenvolvimento de silicones e resinas a base de fluorcarbono.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">E.U.A.: borrachas de estireno-butadieno (SBR).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">In\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o industrial de silicone.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Becton Dickinson Co. desenvolve a primeira embalagem &#8220;blister&#8221; termoformada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1943 &#8211; Constru\u00edda a primeira planta em escala piloto para a fabrica\u00e7\u00e3o de teflon (PTFE). A produ\u00e7\u00e3o comercial s\u00f3 teria in\u00edcio em 1950.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Come\u00e7am os estudos sobre o uso de fibras de vidro como agentes de refor\u00e7o para resinas pl\u00e1sticas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Primeiros usos industriais do poliuretano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Introdu\u00e7\u00e3o do poliisopreno nos E.U.A.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1946 &#8211; Os organos\u00f3is e plastiss\u00f3is s\u00e3o introduzidos no mercado americano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Wachusett Tools &amp; Dies Co., dos E.U.A., inova usando ligas de cobre-ber\u00edlio na cavidade de moldes para resinas pl\u00e1sticas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Chrysler usa, pela primeira vez, lentes de acr\u00edlico nas lanternas traseiras de seus ve\u00edculos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Earl S. Tupper come\u00e7a a produzir copos de polietileno, dando in\u00edcio \u00e0 famosa Tupperware Co.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Valdes Kohinoor Inc., dos E.U.A., inicia a produ\u00e7\u00e3o de &#8220;zippers&#8221; de n\u00e1ilon.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1947 &#8211; Surgimento das resinas ep\u00f3xi.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">O.D. Black &amp; D. Mackey, da R.C.A., criam o primeiro circuito impresso.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1948 &#8211; Surgimento dos pol\u00edmeros ABS e fibras de acr\u00edlico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1949 &#8211; Brasil: Fundada a primeira f\u00e1brica de poliestireno, a Bakol S.A., em S\u00e3o Paulo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1950 &#8211; Iniciada a produ\u00e7\u00e3o comercial do poliestireno de alto impacto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Surgimento das fibras de poli\u00e9ster.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">In\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o de PTFE (Teflon) em larga escala pela Du Pont.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A mesma firma introduz o polietileno clorossulfonado e fibras de acr\u00edlico no mercado americano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Kautex Werke introduz o primeiro equipamento comercial para moldagem por sopro, com pr\u00e9-forma extrudada continuamente e extremidade aberta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1951 &#8211; Desenvolvimento do processo para produ\u00e7\u00e3o de espuma de poliestireno, material mais conhecido pelo nome comercial de isopor. L. Meyer &amp; A. Hwell requerem a primeira patente para o processo de pultrus\u00e3oWilliam H. Willert, dos E.U.A., inventou a injetora com plastifica\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de rosca; a patente foi requerida em 1956 mas a ind\u00fastria s\u00f3 a aceitou a partir de 1962, deflagrando uma revolu\u00e7\u00e3o na moldagem por inje\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1952 &#8211; Iniciada a produ\u00e7\u00e3o de discos LP (long-play) e compactos feitos de PVC, substituindo as resinas fen\u00f3licas e a base de goma laca que eram usadas at\u00e9 ent\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Du Pont inicia a comercializa\u00e7\u00e3o de filmes de PET orientados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1953 &#8211; Iniciada a produ\u00e7\u00e3o do PEAD &#8211; polietileno de alta densidade, sob a marca comercial Polithene, da Du Pont.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Karl Ziegler (Alemanha) desenvolve catalisadores de \u00edons met\u00e1licos para promover a polimieriza\u00e7\u00e3o regular do polietileno. Giulio Natta (It\u00e1lia) desenvolve catalisadores de \u00edons met\u00e1licos para a produ\u00e7\u00e3o de pol\u00edmeros isot\u00e1ticos, tais como o polipropileno. Ambos receberam um Pr\u00eamio Nobel em 1963 pelo feito.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Hermann Staudinger recebe o Pr\u00eamio Nobel de Qu\u00edmica pelo seu estudo sobre os pol\u00edmeros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Desenvolvimento do policarbonato por Hermann Schnell.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A G.M., em associa\u00e7\u00e3o com a Morrison Molded Fiberglass Products Co., produz experimentalmente 300 autom\u00f3veis Corvette com carroceria totalmente feita em poli\u00e9ster termofixo refor\u00e7ado com fibra de vidro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1954 &#8211; Desenvolvimento de espumas de poliuretano nos E.U.A.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A A.T.T. aprova o uso de cabos revestidos de PE no primeiro cabo telef\u00f4nico submarino entre os E.U.A. e a Europa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Mobay (que mais tarde receberia o nome de Miles Inc.) introduz o poliuretano nos E.U.A.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1955 &#8211; Produ\u00e7\u00e3o comercial de PEAD atrav\u00e9s dos processos Phillips (catalisadores de \u00f3xido de metal) e Ziegler (catalisadores de alquila de alumina).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Consegue-se a polimeriza\u00e7\u00e3o do poliisopreno, a por\u00e7\u00e3o sint\u00e9tica da borracha natural, pelo processo de Ziegler-Natta; a primeira aplica\u00e7\u00e3o comercial surgiu em 1959.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Brasil: entra em opera\u00e7\u00e3o a Eletrocloro (atual Solvay), em Rio Grande da Serra SP, produzindo PVC.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1956 &#8211; Surgimento dos poliacetais (polioximetileno).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Iniciada a aplica\u00e7\u00e3o em larga escala de resina ep\u00f3xi refor\u00e7ada com fibra de vidro na fabrica\u00e7\u00e3o de circuitos impressos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1957 &#8211; Produ\u00e7\u00e3o comercial de polipropileno pela Montecatini, sob a marca Moplen, usando os catalisadores de Ziegler-Natta, que permitem maior controle sobre a estrutura do pol\u00edmero.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1958 &#8211; Pesquisas sobre policarbonatos produzidos a partir do bis-fenol A na Alemanha (Bayer) e E.U.A. (General Electric Co.) levam \u00e0 produ\u00e7\u00e3o comercial dessa resina.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Brasil: Entra em opera\u00e7\u00e3o a Union Carbide, em Cubat\u00e3o SP, produzindo polietileno de baixa densidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Surgimento da primeira embalagem comercial de PEAD moldada por sopro nos E.U.A.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1959 &#8211; Iniciada a produ\u00e7\u00e3o de acetais (POM) pela Du Pont (E.U.A.), sob a marca comercial Delrin.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">In\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o de fibras de carbono pela Union Carbide.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1960 &#8211; Surgimento da borracha de etileno-propileno e das fibras spandex.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1961 &#8211; Constru\u00eddo o primeiro vag\u00e3o-tanque ferrovi\u00e1rio com pl\u00e1stico refor\u00e7ado nos E.U.A.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1962 &#8211; As poliimidas s\u00e3o introduzidas comercialmente pela Du Pont (E.U.A.).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Phillips lan\u00e7a o copol\u00edmero em bloco de estireno-butadieno.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Du Pont lan\u00e7a a poliimida, resina termopl\u00e1stica que suporta at\u00e9 400\u00b0C.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Pennwalt Co. lan\u00e7a o polivinilideno.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Shell Chemical lan\u00e7a um amplo programa promovendo o uso de PEAD na fabrica\u00e7\u00e3o de garrafas para acondicionamento de leite.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1963 &#8211; Ziegler e Natta recebem o Pr\u00eamio Nobel de Qu\u00edmica pelos seus estudos sobre catalisadores para a s\u00edntese de pol\u00edmeros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">F.H. Lambert desenvolve um processo para a moldagem de poliestireno expandido, material mais conhecido pela marca comercial Isopor (R).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1964 &#8211; A G.E. lan\u00e7a o poli(\u00f3xido de fenileno).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Os projetistas brit\u00e2nicos Gibbs &amp; Cox iniciam um estudo de viabilidade de um navio ca\u00e7a-minas com 92 metros de comprimento, o qual se tornou realidade posteriormente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Entrada em opera\u00e7\u00e3o comercial da primeira m\u00e1quina para a produ\u00e7\u00e3o de garrafas sopradas de PEAD para acondicionamento de leite.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1965 &#8211; A Du Pont (E.U.A.) inicia a produ\u00e7\u00e3o comercial das polissulfonas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A General Electric (E.U.A.) e a Aku (Holanda) introduzem o P.P.O.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Surgem os poli\u00e9steres arom\u00e1ticos e os ion\u00f4meros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Surgem os copol\u00edmeros em bloco de estireno-butadieno, dando origem aos elast\u00f4meros termopl\u00e1sticos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Desenvolvimento do Kevlar, fibra de alta resist\u00eancia, por Stephanie Kwolek.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Owens-Corning Fiberglass inicia a constru\u00e7\u00e3o de tanques subterr\u00e2neos de gasolina feitos de pl\u00e1stico refor\u00e7ado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1966 &#8211; A Shell Chemical lan\u00e7a o Kraton, um elast\u00f4mero termopl\u00e1stico estir\u00eanico usado em adesivos sens\u00edveis \u00e0 press\u00e3o e componentes de sapatos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Introdu\u00e7\u00e3o de fibras \u00f3ticas feitas de pol\u00edmero.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1967 &#8211; Criada, no Brasil, a Petroquisa, subsidi\u00e1ria da Petrobr\u00e1s dedicada \u00e0 petroqu\u00edmica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1968 &#8211; A Union Carbide desenvolve seu processo de polimeriza\u00e7\u00e3o sob baixa press\u00e3o denominado Unipol, tornando poss\u00edvel a s\u00edntese de pol\u00edmeros otimizados, tais como o polietileno linear de baixa densidade &#8211; PELBD.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Lan\u00e7ada a primeira garrafa de PVC para bebidas alco\u00f3licas nos E.U.A. Contudo, ela \u00e9 logo removida do mercado por n\u00e3o ter sido aprovada pelo governo. Isso n\u00e3o ocorreu na Europa, onde o PVC foi muito popular na fabrica\u00e7\u00e3o de garrafas para \u00e1gua e vinho.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1960-1970 &#8211; Outros desenvolvimentos no per\u00edodo: adesivos de cianoacrilato, copol\u00edmeros de etileno-acetato de vinil, ion\u00f4meros, polibenzididazolas, tanques de combust\u00edvel feitos de PEAD.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1970 &#8211; A Coca-Cola inicia testes de mercado usando garrafas de pl\u00e1stico transparentes. Tratava-se da primeira garrafa pl\u00e1stica do mundo para acondicionar bebidas carbonatadas, feita de metacrilonitrila\/estireno &#8211; AN. Este, sem d\u00favida, \u00e9 um marco hist\u00f3rico dos mais importantes na hist\u00f3ria do pl\u00e1stico, quando se considera o enorme impacto que a garrafa de pl\u00e1stico teve no mercado de refrigerantes, substituindo totalmente as garrafas de vidro no final da d\u00e9cada de 1970 nos E.U.A. e no final da d\u00e9cada de 1990 no Brasil. A garrafa de AN, infelizmente, foi proibida em 1977 pela Food and Drug Administration para uso em bebidas carbonatadas. Foi a oportunidade para que o projeto de garrafa da Du Pont, que usava o PET como resina, ganhasse o mercado. Um aspecto vital para a viabiliza\u00e7\u00e3o dessa aplica\u00e7\u00e3o do pl\u00e1stico foi o desenvolvimento do processo de sopro de garrafas com estiramento biaxial, processo que a Du Pont desenvolveu neste ano e patenteou em 1973.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Hoechst lan\u00e7a o poli(tereftalato de butileno) &#8211; PBT na Alemanha.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">As primeiras garrafas pl\u00e1sticas para \u00f3leos comest\u00edveis nos E.U.A. s\u00e3o feitas de PVC.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1972 &#8211; Come\u00e7a a funcionar, em Mau\u00e1 (SP), a Petroqu\u00edmica Uni\u00e3o, que viabilizou a produ\u00e7\u00e3o de resinas pl\u00e1sticas em grande escala no Brasil, com a cria\u00e7\u00e3o da Poliolefinas (atual OPP, produtora de PEBD), Polibrasil (PP), Porquigel (PS), Trikem (PVC), etc.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A I.C.I. lan\u00e7a a poli(\u00e9tersulfona) na Inglaterra.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Toyo Seikan, no Jap\u00e3o, desenvolve uma garrafa multicamada feita de polipropileno e poli(\u00e1lcool etilenovinil) para aplica\u00e7\u00f5es envolvendo produtos aliment\u00edcios.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1973 &#8211; A produ\u00e7\u00e3o mundial de pl\u00e1sticos supera a de a\u00e7o, tomando como base o volume de material fabricado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1974 &#8211; Ocorre o primeiro grande choque do petr\u00f3leo ap\u00f3s conflitos no Oriente M\u00e9dio, afetando profundamente a ind\u00fastria dos pl\u00e1sticos. O \u00f3leo cru sobe 300%, for\u00e7ando um aumento de 200% no pre\u00e7o do etileno, o principal insumo da ind\u00fastria petroqu\u00edmica, e uma eleva\u00e7\u00e3o de 50 a 100% no pre\u00e7o de pol\u00edmeros sintetizados por via petroqu\u00edmica. Cresce o interesse pela reciclagem de pl\u00e1sticos. At\u00e9 ent\u00e3o a reciclagem era paga pelos propriet\u00e1rios da sucata pl\u00e1stica! Depois de 1974 esse insumo passa a ser comprado pelos interessados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1975 &#8211; A Union Carbide come\u00e7a a produ\u00e7\u00e3o comercial de polietileno linear de baixa densidade &#8211; PELBD nos E.U.A. usando seu processo Unipol.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1976 &#8211; A Du Pont lan\u00e7a o Zytel ST (PA 6,6).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">As patentes sobre os catalisadores de Ziegler-Natta para a produ\u00e7\u00e3o de PP, que eram propriedades da Montesidon, est\u00e3o para vencer, motivando a constru\u00e7\u00e3o de in\u00fameras plantas na Europa para a produ\u00e7\u00e3o dessa resina. Tal massifica\u00e7\u00e3o far\u00e1 com que o PP seja apelidado de &#8220;o novo a\u00e7o doce&#8221; nos anos seguintes&#8230;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">S\u00e3o lan\u00e7ados no mercado utens\u00edlios de pl\u00e1stico para uso em fornos de micro-ondas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">As primeiras garrafas de PET para refrigerantes s\u00e3o produzidas em escala comercial pela Amoco para a Pepsi-Cola.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1977 &#8211; A I.C.I. sintetiza, pela primeira vez, o PEEK.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1978 &#8211; Atuando de forma independente, a Union Carbide e a Dow Chemical conseguem grandes redu\u00e7\u00f5es no custo do PEBDL, viabilizando economicamente o filme feito com essa resina.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1979 &#8211; O in\u00edcio de atividades do Polo Petroqu\u00edmico de Cama\u00e7ari (BA) e a implanta\u00e7\u00e3o de sua Central de Mat\u00e9rias Primas (COPENE) viabilizou o surgimento de outros fabricantes brasileiros de pl\u00e1sticos: Politeno (PEBD e EVA), Polialden (PEAD), Trikem (PVC), EDN (PS), Polipropileno (atual Polibrasil, fabricante de PP), Policarbonatos (PC), CPB (ABS\/SAN) e outras.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1970-1980 &#8211; Outros desenvolvimentos no per\u00edodo: polibuteno isot\u00e1tico, poli(tereftalato de butila), elast\u00f4meros termopl\u00e1sticos baseados em copoli\u00e9steres, poli(sulfeto de fenileno), borracha de polinorborneno, poliarilatos, polifosfazenos, lentes de contato flex\u00edveis, moldagem por inje\u00e7\u00e3o reativa (RIM), garrafas para bebidas feitas de PET, espumas estruturais, poli\u00e9tersulfona, polimeriza\u00e7\u00e3o em fase gasosa (Unipol), poliarilatos, sacos de supermercado feitos de PEAD.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1980 &#8211; Lan\u00e7amento comercial do polietileno linear de baixa densidade (PEBDL).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Neste ano foram produzidas 2,5 bilh\u00f5es de garrafas para refrigerante em PET; que eram virtualmente inexistentes em 1976.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Inicia-se o uso intensivo de esteriliza\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de radioatividade, abrindo um novo mercado para o uso dos pl\u00e1sticos na medicina.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1981 &#8211; A Monsanto introduz o Santoprene, que foi o primeiro elast\u00f4mero olef\u00ednico com vulcaniza\u00e7\u00e3o din\u00e2mica a ser introduzidono mercado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1982 &#8211; A G.E. introduz a poli(\u00e9terimida).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Pesquisadores da Bayer, em conjunto com os desenvolvedores da tecnologia de compact discs, desenvolvem novos graus de policarbonato de alta transpar\u00eancia mais adequados para este tipo espec\u00edfico de aplica\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1983 &#8211; A I.C.I. e a Bayer lan\u00e7am o PEED, PES e PPS como novos termopl\u00e1sticos de engenharia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A FCC, ag\u00eancia federal americana, exige que carca\u00e7as de pl\u00e1stico que alojam circuitos eletr\u00f4nicos em eletrodom\u00e9sticos apresentem bloqueio eletromagn\u00e9tico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A crescente populariza\u00e7\u00e3o dos fornos de micro-ondas promove o desenvolvimento das primeiras embalagens pr\u00f3prias para cozimento neste tipo de forno.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1984 &#8211; Pela primeira vez \u00e9 usado um tanque de combust\u00edvel feito de pl\u00e1stico num autom\u00f3vel americano, usando PEAD sulfonado para aumentar as propriedades de barreira da resina. Esse tipo de tanque j\u00e1 era usado na Europa e em ve\u00edculos militares americanos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1985 &#8211; Entrada em opera\u00e7\u00e3o do Polo Petroqu\u00edmico de Triunfo (RS) que, com sua Central de Mat\u00e9rias-Primas (COPESUL), viabilizou novas empresas produtoras de pl\u00e1sticos: Poliolefinas (atual OPP, produtora de PEBD e EVA), PPH (atual OPP, produtora de PP), Ipiranga Petroqu\u00edmica (PEAD) e Petroqu\u00edmica Triunfo (PEBD).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1987 &#8211; A 3D Systems (E.U.A.) introduz a estereolitografia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1980-1990 &#8211; Outros desenvolvimentos no per\u00edodo: polissilanos, pol\u00edmeros de cristal l\u00edquido, f\u00edbras com alto m\u00f3dulo, poli(\u00e9ter-\u00e9ter-cetona), pol\u00edmeros condutores, poli(metilpenteno), conforma\u00e7\u00e3o por pultrus\u00e3o, substitui\u00e7\u00e3o dos agentes de expans\u00e3o a base de fluorocarbono.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1990 &#8211; Come\u00e7a a era dos pl\u00e1sticos biodegrad\u00e1veis: a Warner Lambert desenvolve o Novon, resina a base de amido; a I.C.I. lan\u00e7a do Biopol.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">A Eastman Chemical Co. e a Goddyear conseguem reciclar com sucesso garrafas de PET p\u00f3s-consumo, transformando o pol\u00edmero em mon\u00f4mero puro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">1995 &#8211; Lan\u00e7ados as primeiras resinas polimerizadas usando-se os catalisadores de metaloceno.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Ocorre, no Brasil, a privatiza\u00e7\u00e3o do setor petroqu\u00edmico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">2000 &#8211; Novas tend\u00eancias no desenvolvimento de pol\u00edmeros. O desenvolvimento de resinas a partir do zero se torna bem mais raro. A \u00eanfase atual est\u00e1 na formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edmeros j\u00e1 existentes de forma a se obter materiais com propriedades otimizadas.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin:0;\"><span style=\"color:#008000;font-family:Arial;\">O in\u00edcio do desenvolvimento dos pl\u00e1sticos oxi-biodegrad\u00e1veis ocorreu na d\u00e9cada de 70.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin:0;\"><span style=\"color:#008000;font-family:Arial;\">Principalmente para uso em filmes pl\u00e1sticos agr\u00edcolas.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin:0;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin:0;\"><span style=\"color:#008000;font-family:Arial;\">A partir do ano 2000, com o avan\u00e7o das pesquisas cient\u00edficas e novos desenvolvimentos e uso de materiais e novos testes e equipamentos, foi poss\u00edvel o desenvolvimento de pl\u00e1sticos oxi-biodegradaveis para novas aplica\u00e7\u00f5es, tais como embalagens pl\u00e1sticas, por exemplo sacolas pl\u00e1sticas para supermercados, frascos de shampoo, tampas e garrafas pet.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Por outra lado,\u00a0a preocupa\u00e7\u00e3o com a reciclagem dos pol\u00edmeros torna-se assunto de m\u00e1xima import\u00e2ncia, uma vez que seu desenvolvimento e uso ser\u00e3o invi\u00e1veis caso esse problema n\u00e3o seja adequadamente resolvido. Come\u00e7a a reciclagem em larga escala de garrafas de poli\u00e9ster e PEAD.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Antonio Augusto Gorni &#8211; Editor T\u00e9cnico, Revista Pl\u00e1stico Industrial<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">\u00a0&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Foto do lix\u00e3o a ceu aberto da cidade vizinha de Maring\u00e1 &#8211; Sarandi<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/farm3.static.flickr.com\/2270\/2035636923_7d9659fef5.jpg?v=0\" border=\"0\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"375\" \/>\u00a0<\/p>\n<p>Cad\u00ea a dignidade destes trabalhadores? Separando em casa, esta cena jamais ocorreria! Vamos ajud\u00e1-los!<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/farm3.static.flickr.com\/2328\/2035674353_b1e3bcfc09.jpg?v=0\" border=\"0\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"375\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color:#008000;\">Foto do Taj Mahal para turista ver, qual a diferen\u00e7a entre aqui e l\u00e1?.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/farm2.static.flickr.com\/1054\/565623264_cfca393444.jpg?v=0\" border=\"0\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"245\" \/><\/p>\n<p><strong><span style=\"text-decoration:underline;\"><span style=\"color:#0063dc;\">faiz<\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p>Ao fundo, o Taj Mahal. Voc\u00ea consegue prestar aten\u00e7\u00e3o nele com todo esse lixo pl\u00e1stico?<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/farm1.static.flickr.com\/55\/186421805_5a6352fa5c.jpg?v=0\" border=\"0\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"375\" \/><\/p>\n<p><a title=\"Link para fotos de Koshyk\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/kkoshy\/\"><strong><span style=\"color:#0063dc;\">Koshyk<\/span><\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SqueakyMarmot\u00a0\u00a0 A evolu\u00e7\u00e3o dos materiais polim\u00e9ricos ao longo do tempo 1000 A.C. &#8211; Os chineses descobrem o verniz extra\u00eddo de uma \u00e1rvore (Rhus vernicflua), aplicado na forma de revestimentos imperme\u00e1veis e dur\u00e1veis. Ele seria usado em m\u00f3veis dom\u00e9sticos at\u00e9 a d\u00e9cada de 1950. 79 A.C. &#8211; Descoberta do \u00e2mbar, uma resina termopl\u00e1stica proveniente de \u00e1rvores&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":2681,"menu_order":2,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-409","page","type-page","status-publish","hentry","entry","no-media"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A evolu\u00e7\u00e3o do pl\u00e1stico - A origem das sacolas pl\u00e1sticas - FUNVERDE<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/sacolas\/a-evolucao-do-plastico\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A evolu\u00e7\u00e3o do pl\u00e1stico - A origem das sacolas pl\u00e1sticas - FUNVERDE\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"SqueakyMarmot\u00a0\u00a0 A evolu\u00e7\u00e3o dos materiais polim\u00e9ricos ao longo do tempo 1000 A.C. &#8211; Os chineses descobrem o verniz extra\u00eddo de uma \u00e1rvore (Rhus vernicflua), aplicado na forma de revestimentos imperme\u00e1veis e dur\u00e1veis. 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