{"id":11413,"date":"2012-11-16T14:00:54","date_gmt":"2012-11-16T17:00:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=11413"},"modified":"2012-11-16T14:00:54","modified_gmt":"2012-11-16T17:00:54","slug":"perigo-oculto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/perigo-oculto\/","title":{"rendered":"Perigo oculto"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" src=\"http:\/\/farm9.staticflickr.com\/8486\/8191334764_c820f8a093.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"291\" \/><\/p>\n<p><strong>Teste realizado pelo Idec com 53 alimentos industrializados detecta res\u00edduo de agrot\u00f3xico n\u00e3o registrado no Brasil em uma das amostras. Al\u00e9m disso, foi identificada uma s\u00e9rie de irregularidades no r\u00f3tulo dos produtos<\/strong><\/p>\n<p>Cerca de 30% dos alimentos consumidos diariamente pelos brasileiros est\u00e3o irregulares em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 presen\u00e7a de agrot\u00f3xicos: ou t\u00eam res\u00edduos acima do limite permitido ou foram produzidos com venenos n\u00e3o autorizados. Esses dados s\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa), que realiza anualmente o Programa de An\u00e1lise de Res\u00edduos Agrot\u00f3xicos (PARA). Ano ap\u00f3s ano, os resultados s\u00e3o alarmantes: j\u00e1 houve casos em que mais de 90% das amostras analisadas foram reprovadas, como o piment\u00e3o, no PARA 2010. O programa da Anvisa, contudo, s\u00f3 avalia os alimentos in natura. A situa\u00e7\u00e3o dos produtos industrializados, feitos \u00e0 base de frutas e outros vegetais, era desconhecida.<\/p>\n<p>Para saber se os res\u00edduos de agrot\u00f3xicos persistem nos alimentos mesmo depois de processados, o Idec enviou para um laborat\u00f3rio 53 produtos semi ou pouco processados (sucos, geleias, caldas e conservas) \u00e0 base de morango, uva, abacaxi e pepino (veja no quadro abaixo a lista com todos os produtos e marcas avaliadas). Embora outros alimentos tenham apresentado resultados piores no PARA que alguns dos envolvidos na pesquisa, como o j\u00e1 citado piment\u00e3o (91,8% de amostras insatisfat\u00f3rias), al\u00e9m da alface (54,2%) e da cenoura (49,6%), n\u00e3o foram encontrados produtos industrializados elaborados a partir desses vegetais.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/farm9.staticflickr.com\/8061\/8190251409_c8fb8aa513_o.jpg\" alt=\"\" width=\"273\" height=\"864\" \/><\/p>\n<p>No teste realizado pelo Idec, somente uma amostra apresentou resultado insatisfat\u00f3rio: o pepino em conserva da marca Luca. Apesar de pontual, o problema \u00e9 grav\u00edssimo: foi detectado no produto a subst\u00e2ncia parationa-et\u00edlica (0,07 mg\/kg), que n\u00e3o \u00e9 sequer registrada no Brasil \u2013 ou seja, n\u00e3o pode ser utilizada em nenhuma cultura, seja ela aliment\u00edcia ou n\u00e3o. &#8220;A parationa-et\u00edlica \u00e9 um inseticida e acaricida de alta toxicidade. Atualmente, seu uso \u00e9 proibido ou restrito em diversos pa\u00edses e h\u00e1 discuss\u00e3o para proibi\u00e7\u00e3o total em culturas alimentares&#8221;, informa Murilo Diversi, bi\u00f3logo, consultor respons\u00e1vel pela pesquisa. Segundo o Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), a subst\u00e2ncia em quest\u00e3o n\u00e3o poderia nem entrar no pa\u00eds. &#8220;O contrabando (de agrot\u00f3xicos) ocorre mais frequentemente com produtos de alto valor, como os utilizados em culturas de trigo, soja etc., mas n\u00e3o descarto que seja esse o caso&#8221;, afirma Luis Eduardo Rangel, coordenador geral de agrot\u00f3xicos do Mapa.<\/p>\n<p>A geleia de morango da marca Vega tamb\u00e9m apresentou res\u00edduo de agrot\u00f3xico, mas ele \u00e9 autorizado e a quantidade estava dentro do limite legal. Embora pouco presentes em alimentos processados, os res\u00edduos podem estar na mat\u00e9ria-prima desses produtos, como t\u00eam apontado os monitoramentos do governo federal. &#8220;Infelizmente, o PARA n\u00e3o identifica os produtores, e o monitoramento do estado de S\u00e3o Paulo, o Programa Paulista de An\u00e1lise Fiscal, que j\u00e1 era limitado na investiga\u00e7\u00e3o de pesticidas, n\u00e3o publica novo relat\u00f3rio desde 2009. H\u00e1, portanto, uma lacuna grave na fiscaliza\u00e7\u00e3o, sobretudo se pensarmos que as pessoas continuam a consumir produtos sem saber o que eles trazem&#8221;, afirma Carlos Thadeu de Oliveira, gerente t\u00e9cnico do Idec.<\/p>\n<p>Para Fernando Carneiro, chefe do departamento de sa\u00fade coletiva da Universidade de Bras\u00edlia (UnB), membro do grupo de trabalho Sa\u00fade e Ambiente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Sa\u00fade Coletiva (Abrasco) e um dos articuladores do dossi\u00ea sobre agrot\u00f3xicos recentemente lan\u00e7ado pela entidade, o baixo n\u00famero de irregularidades verificado pelo Idec n\u00e3o surpreende. &#8220;Quando um alimento sofre processamento, v\u00e1rios res\u00edduos se diluem&#8221;, explica o especialista. Assim, apesar dos resultados do teste, n\u00e3o d\u00e1 para afastar a presen\u00e7a de agrot\u00f3xicos em alimentos industrializados. <strong>&#8220;Faltam estudos sobre esse assunto e pouco se sabe sobre as subst\u00e2ncias resultantes da degrada\u00e7\u00e3o das mol\u00e9culas de agrot\u00f3xicos, que podem ser t\u00e3o ou mais perigosas para a sa\u00fade humana&#8221;,<\/strong> pondera Diversi.<\/p>\n<p><strong>Como foi feito o teste<\/strong><\/p>\n<p>Entre maio e julho, o Idec enviou para an\u00e1lise em laborat\u00f3rio 53 amostras de alimentos semiprocessados ou pouco processados (sucos integrais, geleias, caldas e conservas) \u00e0 base de morango, uva, abacaxi e pepino. O objetivo era verificar a presen\u00e7a de res\u00edduos agrot\u00f3xicos nesses produtos industrializados, uma vez que o PARA, da Anvisa, avalia s\u00f3 alimentos in natura. A pesquisa observou tamb\u00e9m se os r\u00f3tulos dos produtos est\u00e3o de acordo com a legisla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Rastro de contamina\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Para Carneiro, mesmo que um alimento (in natura ou industrializado) n\u00e3o ofere\u00e7a risco para o consumidor, \u00e9 importante levar em conta a sua cadeia de produ\u00e7\u00e3o. &#8220;O uso de agrot\u00f3xicos deixa um rastro de intoxica\u00e7\u00e3o em trabalhadores que lidam com o veneno e de contamina\u00e7\u00e3o dos recursos naturais. Considerar apenas os riscos no final da cadeia \u00e9 reducionista&#8221;, diz. Conforme dados do Sistema Nacional de Informa\u00e7\u00f5es T\u00f3xico Farmacol\u00f3gicas (Sinitox), da Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz, os agrot\u00f3xicos s\u00e3o a segunda principal causa de intoxica\u00e7\u00f5es no pa\u00eds \u2013 atr\u00e1s apenas de medicamentos \u2013 com 4.789 casos registrados em 2010 (boa parte deles, provavelmente, s\u00e3o de trabalhadores rurais).<\/p>\n<p>Muito al\u00e9m dos casos registrados pelo Sinitox, de acordo com Carneiro, o Brasil vive uma situa\u00e7\u00e3o de intoxica\u00e7\u00e3o generalizada. &#8220;O dossi\u00ea produzido pela Abrasco relata estudos que encontraram res\u00edduos de agrot\u00f3xicos no leite materno e at\u00e9 mesmo na \u00e1gua da chuva&#8221;, destaca. Os maiores afetados s\u00e3o os moradores de regi\u00f5es no entorno de lavouras. &#8220;Os \u00edndices de c\u00e2ncer s\u00e3o maiores na popula\u00e7\u00e3o do campo do que na cidade&#8221;, afirma o especialista. Al\u00e9m do impacto na sa\u00fade p\u00fablica, h\u00e1 aquele aos cofres p\u00fablicos. Carneiro cita um estudo recente do economista do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) Wagner Soares, que concluiu que, para cada US$ 1 pago por agrot\u00f3xicos, US$ 1,28 podem ser gastos pelo Sistema P\u00fablico de Sa\u00fade no futuro com interna\u00e7\u00f5es por intoxica\u00e7\u00e3o aguda. Para o especialista da Abrasco, esse cen\u00e1rio \u00e9 resultado do investimento do governo brasileiro num modelo de produ\u00e7\u00e3o que prioriza os lucros de grandes empresas. &#8220;O Estado brasileiro tem sido forte para apoiar o agroneg\u00f3cio e fraco para monitorar e vigiar a sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o. Para isso, n\u00e3o tem recurso, mas para apoiar o agroneg\u00f3cio, tem&#8221;, dispara.<\/p>\n<p><strong>\u201cO uso de agrot\u00f3xicos deixa um rastro de intoxica\u00e7\u00e3o em trabalhadores que lidam com o veneno e de contamina\u00e7\u00e3o dos recursos naturais.\u201d Fernando Carneiro, da Abrasco<\/strong><\/p>\n<p><strong>Idec adere \u00e0 campanha<\/strong><\/p>\n<p>Em maio deste ano, o Idec aderiu formalmente \u00e0 Campanha Permanente Contra Agrot\u00f3xicos e pela Vida. A a\u00e7\u00e3o tem como objetivo alertar a popula\u00e7\u00e3o sobre os riscos que os agrot\u00f3xicos representam \u00e0 sa\u00fade e, a partir disso, apresentar medidas para impedir seu uso no pa\u00eds. A campanha visa tamb\u00e9m a incentivar agricultores a adotarem a agroecologia para produzir alimentos saud\u00e1veis.<\/p>\n<p>A campanha \u00e9 promovida pela Abrasco (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Sa\u00fade Coletiva), pelo Instituto Kair\u00f3s e pelo Inca (Instituto Nacional de C\u00e2ncer), entre outras institui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Para saber mais sobre a a\u00e7\u00e3o, veja\u00a0<strong><span style=\"color: #ff6600;\"><a href=\"http:\/\/www.contraosagrotoxicos.org\/index.php\/inicio\" target=\"_blank\"><span style=\"color: #ff6600;\">http:\/\/www.contraosagrotoxicos.org\/index.php\/inicio<\/span><\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>Sem controle<\/strong><\/p>\n<p>O Brasil parece viver um total descontrole do uso de agrot\u00f3xicos: somos os maiores consumidores mundiais desses venenos; <strong>muitas das subst\u00e2ncias mais utilizadas aqui j\u00e1 foram banidas em v\u00e1rios pa\u00edses; e um ter\u00e7o do que comemos est\u00e1 contaminado por agrot\u00f3xicos indevidos ou com res\u00edduos acima do limite aceit\u00e1vel.<\/strong> Para saber qual a posi\u00e7\u00e3o do governo sobre esse cen\u00e1rio e o que tem sido feito para tirar o pa\u00eds dele, entrevistamos Luiz Claudio Meirelles, gerente geral de toxicologia da Anvisa.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 tr\u00eas anos consecutivos, o Brasil \u00e9 o maior consumidor de agrot\u00f3xicos do mundo. A Anvisa se preocupa com isso?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, pois essa subst\u00e2ncia t\u00f3xica exige das tr\u00eas esferas de governo uma s\u00e9rie de medidas de controle, mas h\u00e1 dificuldade de implementa\u00e7\u00e3o. Por isso, n\u00e3o autorizamos mol\u00e9culas muito nocivas.<\/p>\n<p><strong>Quais s\u00e3o as dificuldades para o controle do uso de agrot\u00f3xicos?<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 uma s\u00e9rie de defici\u00eancias. Os \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis por fiscalizar o uso \u2014 Anvisa, Mapa e Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renov\u00e1veis] \u2014 n\u00e3o t\u00eam infraestrutura para isso; os estudos epidemiol\u00f3gicos sobre os danos cr\u00f4nicos dos agrot\u00f3xicos s\u00e3o escassos; a abrang\u00eancia do PARA est\u00e1 abaixo do que deveria; os programas de monitoramento de contamina\u00e7\u00e3o da \u00e1gua pot\u00e1vel e do solo s\u00e3o restritos; e faltam profissionais capacitados no sistema de sa\u00fade para atender os milhares de casos de intoxica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Estudos apontam que, dos 50 agrot\u00f3xicos mais utilizados nas lavouras do pa\u00eds, 24 s\u00e3o proibidos nos Estados Unidos, no Canad\u00e1 e na Uni\u00e3o Europeia. Por que o Brasil \u00e9 mais tolerante com essas subst\u00e2ncias?<\/strong><\/p>\n<p>Pela lei brasileira, n\u00f3s temos que reavaliar um agrot\u00f3xico antes de banir ou restringir o seu uso. Tudo precisa ser fundamentado, n\u00e3o podemos proibir s\u00f3 porque outros pa\u00edses proibiram. Em 2008, a Anvisa colocou em reavalia\u00e7\u00e3o 14 subst\u00e2ncias (todas j\u00e1 proibidas em outros pa\u00edses). Mas a\u00ed veio uma liminar da associa\u00e7\u00e3o das empresas e nos impediu de continuar o estudo por um ano. Essa judicializa\u00e7\u00e3o retarda, porque temos que nos dividir entre reavalia\u00e7\u00e3o e manifesta\u00e7\u00e3o na Justi\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>O PARA tem identificado irregularidades sistematicamente, ano ap\u00f3s ano. O que tem sido feito para coibi-las?<\/strong><\/p>\n<p>At\u00e9 2011 (a divulga\u00e7\u00e3o dessa vers\u00e3o do PARA est\u00e1 prevista para este m\u00eas) o programa fez uma an\u00e1lise apenas de refer\u00eancia, que n\u00e3o envolvia puni\u00e7\u00e3o. A partir deste ano, come\u00e7amos a chamada &#8220;an\u00e1lise fiscal&#8221;. Dessa forma, o local onde foi coletada a amostra vai ser responsabilizado pelos resultados \u2014 responsabilidade esta que pode ser compartilhada com quem a forneceu. Sabemos que isso deve desencadear judicializa\u00e7\u00e3o, pois s\u00e3o quest\u00f5es complicadas. Mas entendemos que esse \u00e9 um processo importante para melhorar a qualidade dos alimentos comercializados no pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>R\u00f3tulos com problemas<\/strong><\/p>\n<p>OIdec aproveitou os alimentos para fazer uma segunda pesquisa: a avalia\u00e7\u00e3o dos r\u00f3tulos. Nessa parte, um n\u00famero significativo de produtos se saiu mal. Das 53 amostras, 18 (34%) apresentam alguma irregularidade. Dessas, dez s\u00e3o marcas de geleia que utilizam a express\u00e3o &#8220;extra&#8221;, em desacordo com a atual legisla\u00e7\u00e3o para a rotulagem desse produto. O termo era autorizado para designar o uso de mais fruta e menos a\u00e7\u00facar, mas foi desautorizado pela RDC no 259\/2002\u00a0da Anvisa. Tr\u00eas dessas dez marcas ainda cometem uma segunda falha: declaram a presen\u00e7a de acidulante (subst\u00e2ncia que tem a fun\u00e7\u00e3o de intensificar o gosto azedo em alimentos e bebidas), mas n\u00e3o informam qual. Mas, mais grave, foram os quatro produtos que declaram incorretamente n\u00e3o conter gl\u00faten, enquanto consta da lista de ingredientes a utiliza\u00e7\u00e3o de fibra de trigo, fonte dessa prote\u00edna.<\/p>\n<p>A omiss\u00e3o pode trazer riscos aos portadores de doen\u00e7a cel\u00edaca, que t\u00eam intoler\u00e2ncia ao gl\u00faten. A legisla\u00e7\u00e3o obriga o alerta sobre a presen\u00e7a ou aus\u00eancia de gl\u00faten, porque a sua ingest\u00e3o por cel\u00edacos, mesmo que em quantidade m\u00ednima, pode desencadear atrofia das vilosidades intestinais, causando diarreia persistente, fadiga, dentre outros sintomas.<\/p>\n<p>Outro problema \u00e9 o uso de express\u00f5es como &#8220;100% natural&#8221; e &#8220;n\u00e3o cont\u00e9m conservantes&#8221;, verificadas em dois produtos. Embora n\u00e3o sejam autorizadas pela Anvisa e possam ser consideradas enganosas do ponto de vista do C\u00f3digo de Defesa do Consumidor, essas frases s\u00e3o frequentes nas embalagens de alimentos industrializados. Questionada sobre medidas para coibir essa pr\u00e1tica, a Anvisa respondeu \u00e0 reportagem da Revista do Idec que a fiscaliza\u00e7\u00e3o de rotulagem \u00e9 de responsabilidade dos \u00f3rg\u00e3os de vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria municipais e estaduais, e tamb\u00e9m de \u00f3rg\u00e3os de defesa do consumidor, como os Procons. Confira na tabela da p\u00e1gina 25 quais foram os produtos reprovados na an\u00e1lise do r\u00f3tulo.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/farm9.staticflickr.com\/8480\/8191334618_9aedb56b95_o.jpg\" alt=\"\" width=\"288\" height=\"892\" \/><\/p>\n<p><strong>Saiba mais<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; Dossi\u00eas da Abrasco sobre o impacto dos agrot\u00f3xicos na sa\u00fade dos brasileiros: <strong><span style=\"color: #ff6600;\"><a href=\"http:\/\/www.abrasco.org.br\/UserFiles\/Image\/_Dossie%20abrasco%20port.pdf\" target=\"_blank\"><span style=\"color: #ff6600;\">http:\/\/www.abrasco.org.br\/UserFiles\/Image\/_Dossie%20abrasco%20port.pdf<\/span><\/a><\/span><\/strong>\u00a0(parte 1 ) e <span style=\"color: #ff6600;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.abrasco.org.br\/UserFiles\/Image\/DOSSIE2f.pdf\" target=\"_blank\"><span style=\"color: #ff6600;\">http:\/\/www.abrasco.org.br\/UserFiles\/Image\/DOSSIE2f.pdf<\/span><\/a><\/strong><\/span>\u00a0(parte 2)<\/p>\n<p>&#8211; Localiza\u00e7\u00e3o de feiras org\u00e2nicas em 22 capitais brasileiras:\u00a0<span style=\"color: #ff6600;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.idec.org.br\/em-acao\/revista\/diferenca-que-incomoda\/materia\/na-rota-dos-organicos\" target=\"_blank\"><span style=\"color: #ff6600;\">http:\/\/www.idec.org.br\/em-acao\/revista\/diferenca-que-incomoda\/materia\/na-rota-dos-organicos<\/span><\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Fonte &#8211; Revista do Idec de outubro de 2012<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Teste realizado pelo Idec com 53 alimentos industrializados detecta res\u00edduo de agrot\u00f3xico n\u00e3o registrado no Brasil em uma das amostras. 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