{"id":13424,"date":"2014-08-27T13:00:38","date_gmt":"2014-08-27T16:00:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=13424"},"modified":"2014-08-27T11:31:55","modified_gmt":"2014-08-27T14:31:55","slug":"escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/","title":{"rendered":"Escravos da moda. Quem se importa com a proced\u00eancia?"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/farm6.staticflickr.com\/5056\/5474484538_33d8c26302.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p><strong>O trabalho degradante deixa muita gente indignada, mas, na hora de comprar roupa nova, poucos se preocupam se a loja ou a marca tirou algum proveito dessa pr\u00e1tica<\/strong><\/p>\n<p>A foto de um menino paquistan\u00eas costurando uma bola de futebol da <strong>Nike<\/strong> em 1996, nas p\u00e1ginas da extinta revista Life, causou indigna\u00e7\u00e3o. No mesmo ano, o documentarista norte-americano Michael Moore filmou conversa com o presidente da multinacional, Phil Knight, para o document\u00e1rio The Big One. \u201cVoc\u00ea n\u00e3o tem problema de consci\u00eancia? Sabe como vivem seus empregados na Indon\u00e9sia?\u201d, questionou. O filme foi exibido em 1998, quando as condi\u00e7\u00f5es degradantes de trabalhadores da companhia em pa\u00edses da \u00c1sia j\u00e1 eram conhecidas e a marca tinha se tornado sin\u00f4nimo de explora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No mesmo ano, ativistas dos direitos humanos aproveitaram o Mundial da Fran\u00e7a para denunciar o trabalho de crian\u00e7as na produ\u00e7\u00e3o de bolas e chuteiras. Com ajuda da internet, consumidores de todo o mundo boicotaram produtos da marca, derrubaram executivos e a\u00e7\u00f5es nas bolsas. Para limpar a barra, a empresa passou a controlar as rela\u00e7\u00f5es de trabalho nas subsidi\u00e1rias e a investir em marketing.<\/p>\n<p>No final de 1999, curiosamente, um dos principais garotos-propaganda da marca, o ex-jogador Ronaldo, foi nomeado embaixador do Programa da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), para ajudar a disseminar a\u00e7\u00f5es de combate \u00e0s desigualdades. Mesmo assim, a companhia n\u00e3o conseguiu se desvencilhar da imagem negativa. O caso Nike \u00e9 emblem\u00e1tico no mundo quando se trata de demonstra\u00e7\u00e3o de for\u00e7a do consumidor.<\/p>\n<p>No Brasil, \u00e9 a <strong>Zara.<\/strong> Em 2011, a grife espanhola ganhou as manchetes n\u00e3o pelo sucesso da nova cole\u00e7\u00e3o de roupas caras, mas pelo trabalho an\u00e1logo \u00e0 escravid\u00e3o flagrado por fiscais na cadeia produtiva. Em S\u00e3o Paulo, bolivianos ganhavam R$ 2 por pe\u00e7a produzida em oficinas de costura terceirizadas para a AHA, que por sua vez prestava servi\u00e7os para a Zara no Brasil. Os executivos da empresa tentaram desfazer o v\u00ednculo. O epis\u00f3dio obteve destaque nas redes sociais e a marca foi alvo de protestos e boicote. <strong>\u201cPor mais que eu gostasse de usar, cheguei a deixar de lado uma pe\u00e7a da marca que ganhei de presente. Em vez de status, a roupa passou a dar vergonha\u201d,<\/strong> diz a recepcionista paulistana Bruna Ara\u00fajo, 17 anos.<\/p>\n<p>O barulho levou acad\u00eamicos a estudar o assunto. Os professores Cintia Rodrigues de Oliveira, Valdir Machado Valad\u00e3o J\u00fanior e Rodrigo Miranda, da Faculdade de Gest\u00e3o e Neg\u00f3cios da Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia (MG), analisaram coment\u00e1rios de internautas sobre o caso. A conclus\u00e3o \u00e9 que o consumidor entende que o crime corporativo \u00e9 compensador do ponto de vista financeiro e que a empresa deve ser fiscalizada intensamente pelo poder p\u00fablico e punida com multas severas. E mais: que a popula\u00e7\u00e3o aceita tal crime ao continuar comprando da empresa.<\/p>\n<p>Em abril, a grife foi responsabilizada pelo MPT. A justificativa \u00e9 que, como detentora do poder econ\u00f4mico relevante na cadeia produtiva, pode proteger os 15 mil trabalhadores subordinados a ela e n\u00e3o apenas os das pequenas oficinas. A Zara anunciou que vai recorrer, alegando que n\u00e3o obteve vantagem financeira com a irregularidade cometida pela AHA \u2013 que n\u00e3o foi investigada, julgada, nem punida. Esta n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica a ser envolvida em casos assim.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos quatro anos, fiscais do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego (MTE) flagraram trabalhadores bolivianos em condi\u00e7\u00f5es degradantes em oficinas de costura fornecedoras de marcas populares e caras. Autuada 48 vezes em 2010 e multada, a <strong>Marisa<\/strong> assinou um TAC e afirma fiscalizar, mas n\u00e3o divulga os resultados. Absolvida em primeira inst\u00e2ncia, questiona o governo na Justi\u00e7a por publicar a \u201clista suja\u201d do trabalho escravo. O MTE recorre da absolvi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A <strong>C&amp;A<\/strong> n\u00e3o chegou a receber autua\u00e7\u00e3o formal, mas passou a fazer auditorias surpresa e divulga na internet casos de trabalho infantil e pagamento abaixo do sal\u00e1rio m\u00ednimo. A <strong>Collins<\/strong> assinou TAC e passou a fiscalizar os parceiros. J\u00e1 a <strong>775<\/strong> n\u00e3o fiscaliza nem informa as a\u00e7\u00f5es para evitar o trabalho escravo na produ\u00e7\u00e3o. Com oficinas flagradas em 2011, as <strong>Pernambucanas<\/strong> se recusaram a assinar acordo para sanar os problemas e n\u00e3o publicam dados das auditorias que garantem fazer. A <strong>Gregory<\/strong> que, em 2012, recebeu 25 autos de infra\u00e7\u00e3o, n\u00e3o assinou TAC e n\u00e3o diz o que faz para combater o trabalho escravo.<\/p>\n<p>No ano passado, foi a vez de oficinas da <strong>Bo.B\u00f4, Le Lis Blanc e John John, e da Cori,<\/strong> do mesmo grupo de <strong>Emme e Luigi Bertolli.<\/strong> As marcas n\u00e3o declaram a\u00e7\u00f5es contra trabalho escravo ou se descartam fornecedores. Em maio passado, fiscais encontraram bolivianos costurando para a <strong>M. Officer<\/strong> \u2013 o que j\u00e1 tinha acontecido em novembro de 2013. Em julho, o MPT pediu \u00e0 Justi\u00e7a que responsabilize a marca por trabalho escravo, al\u00e9m de multa de R$10 milh\u00f5es por danos morais e que seja proibida de atuar no estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Em maio, durante desfile da S\u00e3o Paulo Fashion Week, modelos e estilistas da <strong>Ellus<\/strong> subiram \u00e0 passarela com camisetas com a frase: \u201cAbaixo este Brasil atrasado\u201d. A grife que \u201cdesabafava\u201d, como alegaram os idealizadores, \u00e9 a mesma denunciada em 2012 pelo MPT por trabalho an\u00e1logo \u00e0 escravid\u00e3o, tr\u00e1fico de trabalhadores e trabalho ind\u00edgena.<\/p>\n<p>O problema \u00e9 outra face do trabalho degradante, que j\u00e1 foi mais comum no campo. Em 2013, pela primeira vez, o n\u00famero de trabalhadores resgatados em opera\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o foi maior em \u00e1reas urbanas.<\/p>\n<p><strong>Press\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O esc\u00e2ndalo na moda e os boicotes intensificaram o debate em torno da quest\u00e3o. A ponto de, segundo o jornalista Leonardo Sakamoto, pressionar a instala\u00e7\u00e3o de CPIs estaduais e em n\u00edvel nacional, que influ\u00edram na aprova\u00e7\u00e3o da Proposta de Emenda \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o (PEC) 81\/2014, no final de maio, pelo Senado, depois de quase duas d\u00e9cadas de debates.<\/p>\n<p>A PEC prev\u00ea o confisco de propriedades em que esse crime for encontrado e a destina\u00e7\u00e3o \u00e0 reforma agr\u00e1ria ou a programas de habita\u00e7\u00e3o urbanos. A emenda conceitua como escravo o trabalho exaustivo, a jornada exaustiva, o impedimento de ir e vir, mas ainda depende de regulamenta\u00e7\u00e3o, o que deve ser fonte de novos embates no Congresso.<\/p>\n<p>Coordenador da organiza\u00e7\u00e3o Rep\u00f3rter Brasil, que mant\u00e9m um portal reconhecido pela atua\u00e7\u00e3o em prol do trabalho decente, o jornalista Leonardo Sakamoto diz que o boicote \u00e9 um instrumento poderoso contra o trabalho escravo por afetar mais que as vendas. Por mais passageiro que seja, arranha a marca e influencia investidores, o maior patrim\u00f4nio das empresas, como ocorreu com a Nike e, agora, com a Zara.<\/p>\n<p>No entanto, para Sakamoto, o consumidor se preocupa \u00e9 com qualidade e pre\u00e7o. \u201cEm geral, como n\u00e3o gosta de ser enganado, fica indignado quando paga caro por um produto e descobre que n\u00e3o h\u00e1 garantia social. \u00c9 a\u00ed que fica indignado, insatisfeito e passa a boicotar\u201d, diz.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 inadmiss\u00edvel as grifes explorarem m\u00e3o de obra e ainda venderem roupas t\u00e3o caras. Voc\u00ea n\u00e3o paga menos de R$ 400 em algumas camisetas de marca que pagam R$ 10 por pe\u00e7a bordada e que lan\u00e7am cole\u00e7\u00f5es em desfiles como a S\u00e3o Paulo Fashion Week\u201d, reclama a pesquisadora paulistana Ana Paula Nascimento, 41 anos.<\/p>\n<p>Consultor de conte\u00fados e metodologias do Instituto Akatu, associa\u00e7\u00e3o que defende consumo consciente para a sustentabilidade, Dalberto Adulis concorda com Sakamoto, mas entende que o consumidor est\u00e1 ficando mais cr\u00edtico, que desconfia das promessas das empresas e prefere marcas comprometidas com o meio ambiente e que oferecem boas condi\u00e7\u00f5es de trabalho a empregados. E o comportamento, em franca evolu\u00e7\u00e3o, depende de informa\u00e7\u00e3o para ser ainda mais engajado.<\/p>\n<p>\u201cO consumo consciente requer educa\u00e7\u00e3o e informa\u00e7\u00e3o que nem todo brasileiro tem. Quando todos tiverem, v\u00e3o cobrar e pressionar mais\u201d, afirma. A professora Silvia Cristina Gomes, 31 anos, e o namorado, o militar Paulo Henrique de Carvalho, 23, reclamam justamente disso. Eles contam que, muitas vezes, pensam no trabalho degradante na produ\u00e7\u00e3o das roupas que usam, o que, por\u00e9m, n\u00e3o faz diferen\u00e7a na hora de comprar. \u201cNunca me lembro disso nem deixei de comprar por essa raz\u00e3o. Compro conforme a promo\u00e7\u00e3o, o pre\u00e7o, o produto. S\u00f3 depois, vou pensar no trabalho escravo\u201d, diz Silvia. \u201cA gente v\u00ea a roupa na loja, no mostru\u00e1rio, mas n\u00e3o tem como saber a proced\u00eancia\u201d, completa Paulo.<\/p>\n<p>Adulis, do Akatu, destaca que os consumidores de menor renda, que mais se identificam com os trabalhadores, s\u00e3o os que acabam se beneficiando com a oferta de produtos mais baratos em fun\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra. \u201cA quest\u00e3o \u00e9 como assegurar pre\u00e7o para produto com atributo de sustentabilidade ambiental, social e trabalhista que o mantenha competitivo em rela\u00e7\u00e3o aos outros.\u201d<\/p>\n<p>\u201cAcho muito triste essa situa\u00e7\u00e3o; lojas t\u00e3o grandes, marcas de grife, pagarem t\u00e3o mal para o trabalhador\u201d, comenta a recepcionista Raimunda Silva, 59 anos, de S\u00e3o Paulo, que afirma nunca ter se arrependido das compras que faz, mesmo em lojas ligadas ao trabalho escravo. \u201cNo momento em que estou comprando, com tantos atrativos, nem raciocino.\u201d<\/p>\n<p>A auxiliar de sa\u00fade bucal Maria do Carmo Concei\u00e7\u00e3o de Santana, 43 anos, vai al\u00e9m: \u201cSou meio desligada. E quando compro, estou envolvida com a escolha, n\u00e3o lembro de mais nada, mas acho que trabalho escravo deve ser fiscalizado pelo governo, n\u00e3o pela gente\u201d.<\/p>\n<p><strong>O que \u00e9 trabalho escravo?<\/strong><\/p>\n<p>\u2713 As dificuldades para erradicar a pr\u00e1tica se originam da pobreza. \u201cGatos\u201d (agentes) aliciam trabalhadores em situa\u00e7\u00e3o vulner\u00e1vel em v\u00e1rias regi\u00f5es do pa\u00eds. As despesas de viagem j\u00e1 come\u00e7am a endividar o trabalhador, que ainda ser\u00e1 \u201caprisionado\u201d a custos com alimenta\u00e7\u00e3o e medicamentos, por exemplo<\/p>\n<p>\u2713 O artigo 149 do C\u00f3digo Penal considera crime reduzir algu\u00e9m \u00e0 condi\u00e7\u00e3o an\u00e1loga \u00e0 de escravo, \u201cquer submetendo-se a trabalhos for\u00e7ados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condi\u00e7\u00f5es degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomo\u00e7\u00e3o em raz\u00e3o de d\u00edvida contra\u00edda com o empregador ou preposto\u201d<\/p>\n<p>\u2713 Para a Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT), o artigo 149 \u00e9 consistente com a sua Conven\u00e7\u00e3o 29. A entidade considera o Brasil um pa\u00eds \u201cfortemente comprometido\u201d com o combate \u00e0 pr\u00e1tica da escravid\u00e3o contempor\u00e2nea<\/p>\n<p>\u2713 Em 27 de maio, o Senado aprovou a chamada PEC do Trabalho Escravo, depois de 15 anos de tramita\u00e7\u00e3o. A batalha agora \u00e9 pela regulamenta\u00e7\u00e3o. Defensores da PEC temem retrocesso. Pela PEC, podem ser expropriadas, para fins de reforma agr\u00e1ria, \u00e1reas nas quais seja registrada ocorr\u00eancia de escravid\u00e3o<\/p>\n<p>\u2713 Em 1995, o governo iniciou as opera\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o m\u00f3vel, para erradica\u00e7\u00e3o do trabalho escravo. At\u00e9 2013, foram 1.572 em 3.741 estabelecimentos, com 46.478 pessoas resgatadas<\/p>\n<p>\u2713 No ano passado, pela primeira vez o n\u00famero de trabalhadores no setor urbano (1.068) foi maior que no meio rural. O Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego credita parte desse resultado ao aumento da fiscaliza\u00e7\u00e3o nessas \u00e1reas. Constru\u00e7\u00e3o civil e setor t\u00eaxtil concentram ocorr\u00eancias<\/p>\n<p>\u2713 Outras iniciativa no combate ao trabalho escravo no Brasil \u00e9 a chamada \u201clista suja\u201d, divulgada periodicamente, com nomes de empregadores que usam a pr\u00e1tica. A rela\u00e7\u00e3o atual tem 549 nomes. Acesse em bit.ly\/mte_lista_suja<\/p>\n<p>\u2713 O Pacto Nacional pela Erradica\u00e7\u00e3o do Trabalho Escravo foi criado em 2005 pelo Instituto Ethos, o Instituto Observat\u00f3rio Brasil, a ONG Rep\u00f3rter Brasil e a OIT. No ano passado, surgiu o InPacto, instituto criado para \u201cfortalecer e ampliar\u201d as a\u00e7\u00f5es que visam a conscientizar as empresas sobre ocorr\u00eancia de trabalho escravo na cadeia produtiva.<\/p>\n<p><strong>Lojas com sinal verde<\/strong><\/p>\n<p>Ajudar o consumidor a conhecer a conduta de algumas das lojas preferidas e fazer escolhas mais conscientes. Esse \u00e9 o objetivo do aplicativo para celular Moda Livre, iniciativa da organiza\u00e7\u00e3o Rep\u00f3rter Brasil.<\/p>\n<p>Com mais de 5 mil downloads, o aplicativo \u00e9 destinado a quem gosta de moda, mas n\u00e3o quer que algu\u00e9m tenha sido explorado para costurar roupas. Traz avalia\u00e7\u00f5es de 22 marcas a partir de question\u00e1rios respondidos pelas pr\u00f3prias empresas.<\/p>\n<p>S\u00e3o classificadas com verde aquelas que t\u00eam mecanismos de acompanhamento sobre a cadeia produtiva e hist\u00f3rico negativo em rela\u00e7\u00e3o ao tema. Recebem amarelo as que demonstram ter mecanismos de acompanhamento, mas apresentam hist\u00f3rico desfavor\u00e1vel em casos de trabalho escravo ou precisam aprimorar esses mecanismos. J\u00e1 o vermelho \u00e9 para aquelas que n\u00e3o contam com mecanismos de acompanhamento, t\u00eam hist\u00f3rico desfavor\u00e1vel ou n\u00e3o responderam ao question\u00e1rio.<\/p>\n<p>Segundo o aplicativo, que n\u00e3o tem a pretens\u00e3o de recomendar a compra ou boicote de determinadas marcas, mostram a pior avalia\u00e7\u00e3o <strong>775, Bo.B\u00f4, Centauro, Collins, Gregory, Havan, John John, Leader, Le Lis Blanc e Talita Kume. Ficam no n\u00edvel intermedi\u00e1rio Cori, Dzarm, Emme, Hering, Luigi Bertolli, Marisa, Pernambucanas, PUC, Renner, Riachuelo e Zara.<\/strong> <strong>A C&amp;A tem a melhor avalia\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>Segundo o coordenador da Rep\u00f3rter Brasil, Leonardo Sakamoto, o Moda Livre vai ser atualizado, com inclus\u00e3o de outras marcas. Outros setores, como automobil\u00edstico e de eletrodom\u00e9sticos, ter\u00e3o em breve um aplicativo semelhante.<\/p>\n<p>Fonte &#8211; Cida de Oliveira, Brasil de Fato \/\u00a0EcoDebate de 25 de agosto de 2014<\/p>\n<p>Imagem &#8211;\u00a0<a style=\"color: #0063dc;\" href=\"https:\/\/www.flickr.com\/photos\/derpunk\/\">derpunk<\/a><\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(255, 102, 0);\">Se voc\u00ea boicotar acaba a explora\u00e7\u00e3o. Voc\u00ea decide o que ser\u00e1 fabricado, como ser\u00e1 fabricado e se ser\u00e1 fabricado. Voc\u00ea tem o poder de mudar o mundo, basta ser consciente em suas escolhas.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O trabalho degradante deixa muita gente indignada, mas, na hora de comprar roupa nova, poucos se preocupam se a loja ou a marca tirou algum proveito dessa pr\u00e1tica A foto de um menino paquistan\u00eas costurando uma bola de futebol da Nike em 1996, nas p\u00e1ginas da extinta revista Life, causou indigna\u00e7\u00e3o. No mesmo ano, o&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[90,23],"post_series":[],"class_list":["post-13424","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral","tag-ambiente-ambiental-environment-environmental-meio-ambiente","tag-consumismo","entry","no-media"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Escravos da moda. Quem se importa com a proced\u00eancia? - FUNVERDE<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Escravos da moda. Quem se importa com a proced\u00eancia? - FUNVERDE\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O trabalho degradante deixa muita gente indignada, mas, na hora de comprar roupa nova, poucos se preocupam se a loja ou a marca tirou algum proveito dessa pr\u00e1tica A foto de um menino paquistan\u00eas costurando uma bola de futebol da Nike em 1996, nas p\u00e1ginas da extinta revista Life, causou indigna\u00e7\u00e3o. No mesmo ano, o&hellip;\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"FUNVERDE\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/funverde\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2014-08-27T16:00:38+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/farm6.staticflickr.com\/5056\/5474484538_33d8c26302.jpg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"funverde\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@funverde\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@funverde\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"funverde\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"11 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/\"},\"author\":{\"name\":\"funverde\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/bec97e35994e1efd40b63cb533e44277\"},\"headline\":\"Escravos da moda. Quem se importa com a proced\u00eancia?\",\"datePublished\":\"2014-08-27T16:00:38+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/\"},\"wordCount\":2294,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/farm6.staticflickr.com\/5056\/5474484538_33d8c26302.jpg\",\"keywords\":[\"Ambiente\",\"Consumismo\"],\"articleSection\":[\"Geral\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/\",\"name\":\"Escravos da moda. Quem se importa com a proced\u00eancia? - FUNVERDE\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/farm6.staticflickr.com\/5056\/5474484538_33d8c26302.jpg\",\"datePublished\":\"2014-08-27T16:00:38+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/farm6.staticflickr.com\/5056\/5474484538_33d8c26302.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/farm6.staticflickr.com\/5056\/5474484538_33d8c26302.jpg\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Escravos da moda. Quem se importa com a proced\u00eancia?\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/\",\"name\":\"FUNVERDE\",\"description\":\"ONG criada em 1999, para melhorar o planeta, atrav\u00e9s da preserva\u00e7\u00e3o, recupera\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization\",\"name\":\"FUNVERDE\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Logo_Funverde.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Logo_Funverde.jpg\",\"width\":457,\"height\":499,\"caption\":\"FUNVERDE\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/funverde\",\"https:\/\/x.com\/funverde\",\"https:\/\/www.instagram.com\/funverde\/\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/bec97e35994e1efd40b63cb533e44277\",\"name\":\"funverde\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6dd413cb194962ed8eb124d2dce6f715?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6dd413cb194962ed8eb124d2dce6f715?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"funverde\"}}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Escravos da moda. Quem se importa com a proced\u00eancia? - FUNVERDE","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Escravos da moda. Quem se importa com a proced\u00eancia? - FUNVERDE","og_description":"O trabalho degradante deixa muita gente indignada, mas, na hora de comprar roupa nova, poucos se preocupam se a loja ou a marca tirou algum proveito dessa pr\u00e1tica A foto de um menino paquistan\u00eas costurando uma bola de futebol da Nike em 1996, nas p\u00e1ginas da extinta revista Life, causou indigna\u00e7\u00e3o. No mesmo ano, o&hellip;","og_url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/","og_site_name":"FUNVERDE","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/funverde","article_published_time":"2014-08-27T16:00:38+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/farm6.staticflickr.com\/5056\/5474484538_33d8c26302.jpg","type":"","width":"","height":""}],"author":"funverde","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@funverde","twitter_site":"@funverde","twitter_misc":{"Escrito por":"funverde","Est. tempo de leitura":"11 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/"},"author":{"name":"funverde","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/bec97e35994e1efd40b63cb533e44277"},"headline":"Escravos da moda. Quem se importa com a proced\u00eancia?","datePublished":"2014-08-27T16:00:38+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/"},"wordCount":2294,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/farm6.staticflickr.com\/5056\/5474484538_33d8c26302.jpg","keywords":["Ambiente","Consumismo"],"articleSection":["Geral"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/","name":"Escravos da moda. Quem se importa com a proced\u00eancia? - FUNVERDE","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/farm6.staticflickr.com\/5056\/5474484538_33d8c26302.jpg","datePublished":"2014-08-27T16:00:38+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/#primaryimage","url":"https:\/\/farm6.staticflickr.com\/5056\/5474484538_33d8c26302.jpg","contentUrl":"https:\/\/farm6.staticflickr.com\/5056\/5474484538_33d8c26302.jpg"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/escravos-da-moda-quem-se-importa-com-a-procedencia\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Escravos da moda. Quem se importa com a proced\u00eancia?"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#website","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/","name":"FUNVERDE","description":"ONG criada em 1999, para melhorar o planeta, atrav\u00e9s da preserva\u00e7\u00e3o, recupera\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization","name":"FUNVERDE","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Logo_Funverde.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Logo_Funverde.jpg","width":457,"height":499,"caption":"FUNVERDE"},"image":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/funverde","https:\/\/x.com\/funverde","https:\/\/www.instagram.com\/funverde\/"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/bec97e35994e1efd40b63cb533e44277","name":"funverde","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6dd413cb194962ed8eb124d2dce6f715?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6dd413cb194962ed8eb124d2dce6f715?s=96&d=mm&r=g","caption":"funverde"}}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13424"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13424"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13424\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13425,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13424\/revisions\/13425"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13424"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13424"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13424"},{"taxonomy":"post_series","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/post_series?post=13424"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}