{"id":16203,"date":"2016-05-23T13:00:52","date_gmt":"2016-05-23T16:00:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=16203"},"modified":"2016-05-23T09:21:52","modified_gmt":"2016-05-23T12:21:52","slug":"todas-as-plantas-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/","title":{"rendered":"Todas as plantas do mundo"},"content":{"rendered":"<div class=\"issuuembed\" style=\"width: 610px; height: 410px;\" data-configid=\"4622892\/35882849\"><\/div>\n<p><script src=\"\/\/e.issuu.com\/embed.js\" async=\"true\" type=\"text\/javascript\"><\/script><\/p>\n<p><strong>Do herb\u00e1rio ao Facebook<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 a velha orqu\u00eddea e a nova esp\u00e9cie que come insectos. H\u00e1 descobertas no arquivo do herb\u00e1rio ou atrav\u00e9s de uma fotografia no Facebook. Tamb\u00e9m h\u00e1 m\u00e1s not\u00edcias: <strong>uma em cada cinco esp\u00e9cies de plantas est\u00e1 amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o.<\/strong> Est\u00e1 tudo no relat\u00f3rio Estado das Plantas do Mundo.<\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 bonitas ou feias, grandes ou pequenas, vulgares ou raras. S\u00e3o importantes para o planeta, s\u00e3o usadas na medicina, no ambiente, na comida para pessoas e animais, roupas, biocombust\u00edveis e at\u00e9 para a produ\u00e7\u00e3o de venenos. Segundo o primeiro relat\u00f3rio anual Estado das Plantas do Mundo divulgado este m\u00eas pelos Reais Jardins Bot\u00e2nicos de Kew, perto de Londres, o n\u00famero estimado de plantas vasculares (com tecidos especializados no transporte de \u00e1gua e seiva) conhecidas \u00e9 hoje de 391 mil. Todos os anos, em todos os cantos do planeta, s\u00e3o descritas duas mil novas esp\u00e9cies de plantas. Por\u00e9m, avisam os especialistas, uma em cada cinco est\u00e1 amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o. Agora, \u00e9 preciso que o planeta se importe com isso.<\/p>\n<p>Mais de 80 cientistas estiveram durante cerca de um ano a preparar a mais completa e actual avalia\u00e7\u00e3o sobre a diversidade de plantas no mundo. \u201cJ\u00e1 se fizeram relat\u00f3rios semelhantes para aves, tartarugas marinha, florestas, cidades, m\u00e3es, pais, filhos e at\u00e9 antibi\u00f3ticos, mas nunca antes para plantas\u201d, sublinhou Kathy Willis, directora cient\u00edfica dos Reais Jardins Bot\u00e2nicos de Kew, na sess\u00e3o de lan\u00e7amento oficial do relat\u00f3rio. O Estado das Plantas do Mundo inclui dados que v\u00e3o desde a esp\u00e9cie invasora mais antiga no herb\u00e1rio dos jardins de Kew (uma planta da \u00c1sia identificada em 1886 em Puerto Rico) at\u00e9 \u00e0s mais recentes descobertas feitas em 2015.<\/p>\n<p>Um dos destaques do relat\u00f3rio vai para uma surpreendente descoberta feita no ano passado atrav\u00e9s da publica\u00e7\u00e3o de uma fotografia no Facebook. Trata-se da Drosera magnifica, uma das maiores plantas comedora de insectos conhecidas at\u00e9 agora. Tem 1,5 metros de altura e foi descoberta no topo de uma montanha em Minas Gerais, no Brasil, tornando-se uma das tr\u00eas maiores plantas carn\u00edvoras conhecidas. Foi descoberta quando um especialista estava a rever fotografias captadas por um \u201cca\u00e7ador de orqu\u00eddeas\u201d.<\/p>\n<p>Outro dos destaques da primeira edi\u00e7\u00e3o deste relat\u00f3rio \u00e9 dedicado \u00e0 maior e mais pesada nova esp\u00e9cie descrita no planeta. Chama-se Gilbertiodendron maximum, \u00e9 um gigante de cerca de 45 metros de altura, 1,4 metros de di\u00e2metro no tronco, 105 toneladas e que existe no Gab\u00e3o. A esp\u00e9cie end\u00e9mica e j\u00e1 considerada amea\u00e7ada foi descrita em 2015.<\/p>\n<p>Na <span style=\"color: #ff6600;\"><strong><a style=\"color: #ff6600;\" href=\"https:\/\/stateoftheworldsplants.com\/\" target=\"_blank\">vers\u00e3o online do relat\u00f3rio<\/a><\/strong><\/span> h\u00e1 v\u00e1rios mapas interactivos. \u00c9 a\u00ed que, apesar de n\u00e3o existir nenhuma refer\u00eancia espec\u00edfica no documento, encontramos Portugal e o seu registo de 29 novas esp\u00e9cies descritas desde 2004 at\u00e9 2015.<\/p>\n<p>Questionada pelo P\u00daBLICO, a equipa dos jardins de Kew confirma estes dados avan\u00e7ando com a \u201cidentidade\u201d das tr\u00eas novas esp\u00e9cies reportadas em 2015. Duas das novas esp\u00e9cies identificadas em Portugal s\u00e3o da mesma fam\u00edlia (Crassulaceae) e o \u00edndex internacional das plantas esclarece que uma delas \u00e9 uma planta end\u00e9mica da ilha de Santa Maria nos A\u00e7ores (Aichryson santamariensis) e que a outra tem como local de origem o distrito de Santar\u00e9m, mais precisamente num ponto alto (399 metros de altitude) da estrada da Serra de Santo Ant\u00f3nio e ficou com o nome de Petrosedum estrelae. Por fim, a terceira descri\u00e7\u00e3o feita em Portugal no ano passado \u00e9 da Limonium maritimum, uma esp\u00e9cie da fam\u00edlia das Plumbaginaceae, que segundo o mesmo \u00edndex foi detectada na zona da Praia da Veiga, em Viana do Castelo.<\/p>\n<p>\u201cEstas s\u00e3o as tr\u00eas novas esp\u00e9cies portuguesas inclu\u00eddas no relat\u00f3rio de 2015, mas este n\u00famero pode variar, uma vez que \u00e9 baseado numa base de dados que tem de ser actualizada manualmente\u201d, esclarece Sara Barrios, uma cientista portuguesa que trabalha h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada nos jardins de Kew e tamb\u00e9m foi chamada a participar neste projecto.<\/p>\n<p>A descri\u00e7\u00e3o detalhada de plantas do mundo inclui muito mais do que complicados nomes para novas esp\u00e9cies. Um dos principais \u201ccap\u00edtulos\u201d deste novo e grande livro da flora \u00e9 o dedicado \u00e0s principais amea\u00e7as que existem hoje para as cerca de 391 mil esp\u00e9cies conhecidas de plantas vasculares. \u201cAs estimativas mais precisas indicam que 21% de toda a diversidade de plantas do mundo encontra-se em risco de extin\u00e7\u00e3o\u201d, alertam os cientistas dos jardins de Kew. E o inimigo n\u00famero 1 \u00e9 o suspeito do costume: o homem.<\/p>\n<p>\u201cNeste relat\u00f3rio est\u00e3o identificadas as maiores amea\u00e7as. A principal \u00e9 a altera\u00e7\u00e3o dos solos e ecossistemas pela m\u00e3o humana, sobretudo determinada pela agricultura ou mais precisamente pela intensifica\u00e7\u00e3o da monocultura\u201d, nota Sara Barrios, que tamb\u00e9m sublinha os efeitos da explora\u00e7\u00e3o dos nossos recursos biol\u00f3gicos (como a utiliza\u00e7\u00e3o de floresta para corte de madeira) ou a colheita ilegal de plantas (por exemplo, orqu\u00eddeas). Estas e outras pr\u00e1ticas, alertam os cientistas dos jardins de Kew, amea\u00e7am de extin\u00e7\u00e3o uma em cada cinco plantas. Mas h\u00e1 mais perigos identificados.<\/p>\n<p>Com efeitos a mais longo prazo, as plantas do mundo tamb\u00e9m sofrem com as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Entre outras altera\u00e7\u00f5es, os cientistas notam, por exemplo, que os ciclos reprodutivos de algumas plantas est\u00e3o diferentes, nas \u00e9pocas de flora\u00e7\u00e3o ou frutifica\u00e7\u00e3o. Por outro lado, acrescenta Sara Barrios, as altera\u00e7\u00f5es do clima tamb\u00e9m trouxeram novas <strong>\u201cpestes e doen\u00e7as que conseguem actuar todo o ano por causa das temperaturas mais altas\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Os especialistas dos jardins de Kew citam um estudo do Centro Internacional de Agricultura Tropical, na Col\u00f4mbia, que concluiu que <strong>\u201cat\u00e9 30% de \u00e1reas de cultivo de milho e banana e at\u00e9 60% das \u00e1reas destinadas ao cultivo de feij\u00f5es poder\u00e3o ficar invi\u00e1veis para as pr\u00e1ticas agr\u00edcolas at\u00e9 final deste s\u00e9culo\u201d.<\/strong> Ao mesmo tempo, h\u00e1 registo tamb\u00e9m de algumas culturas resistentes. \u201cH\u00e1 provas que confirmam que tub\u00e9rculos como a mandioca e o inhame est\u00e3o entre as culturas do futuro, pois s\u00e3o consideradas resilientes \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e ser\u00e3o vitais para servir de base a eficientes pol\u00edticas p\u00fablicas de planeamento em todo o sector da agricultura na \u00c1frica subsariana\u201d, afirma a directora cient\u00edfica dos jardins de Kew.<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m o problema das plantas invasoras. \u201cUm grande movimento de esp\u00e9cies invasoras ao redor do mundo est\u00e1 em curso\u201d, diz o relat\u00f3rio, que adianta que nos invent\u00e1rios globais j\u00e1 foram catalogados como invasores cerca de cinco mil taxa, grupos ou fam\u00edlias de plantas.<\/p>\n<p>Os investigadores dos Kew aproveitam o relat\u00f3rio para fazer um apelo a uma colabora\u00e7\u00e3o entre institui\u00e7\u00f5es que trabalham com esp\u00e9cies invasoras. O plano, dizem, \u00e9 fazer uma lista \u00fanica global \u201cdocumentando a taxonomia, amea\u00e7as, distribui\u00e7\u00e3o, controlo e outras informa\u00e7\u00f5es relevantes\u201d. E concluem: \u201cUma aplica\u00e7\u00e3o mais rigorosa da lei e de mais procedimentos de quarentena poderia minimizar os riscos de problemas no futuro.\u201d<\/p>\n<p>O livro dos jardins de Kew \u00e9 \u201cs\u00f3\u201d sobre plantas. \u201cH\u00e1 muita gente a estudar plantas mas elas s\u00e3o pouco faladas. As pessoas ouvem mais falar nos pandas e gorilas\u2026\u201d, constata Sara Barrios. E tal como sublinha o relat\u00f3rio, as plantas s\u00e3o importantes e, mais do que isso, s\u00e3o \u00fateis. Usando v\u00e1rias fontes de informa\u00e7\u00e3o, os investigadores conclu\u00edram que pelo menos 31 mil plantas t\u00eam um uso documentado. A maioria (17.810) das esp\u00e9cies tem algum tipo de uso medicinal. Mas servem para mais coisas. Segundo o relat\u00f3rio, 11.365 esp\u00e9cies servem para vestu\u00e1rio, 8.140 para uso ambiental, 5.338 como fonte gen\u00e9tica, 3.649 para comida animal, 1.621 para combust\u00edveis, 1.382 para usos sociais.<\/p>\n<p><strong>Parentes selvagens<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 ainda cerca de 5.538 esp\u00e9cies de plantas que servem para consumo humano. S\u00e3o poucas, nota Sara Barrios. \u00c9 preciso encontrar mais e apostar tamb\u00e9m na procura de parentes pr\u00f3ximos das culturas tradicionais. \u201cDependemos de duas ou tr\u00eas esp\u00e9cies que fazem a produ\u00e7\u00e3o do milho, do centeio e do trigo. Estamos a tentar fazer mais investiga\u00e7\u00e3o com as chamadas wild crop relatives, esp\u00e9cies que existem nas florestas e que s\u00e3o parentes pr\u00f3ximos de culturas tradicionais, como os feij\u00f5es, a batata ou a banana\u201d, refere a investigadora. Estes \u201cprimos selvagens\u201d dos feij\u00f5es ou de outra coisa qualquer que vivem nas florestas normalmente n\u00e3o s\u00e3o comest\u00edveis mas podem ter genes importantes para resistir a doen\u00e7as e responder a outras amea\u00e7as das culturas tradicionais. \u00c9 mais um motivo para preservar a biodiversidade. Mais um motivo para dar import\u00e2ncia \u00e0s plantas.<\/p>\n<p>\u201cAs plantas representam um dos componentes mais importantes da biodiversidade, a base da maioria dos ecossistemas existentes. T\u00eam ainda o potencial de resolver grande parte dos problemas que existem hoje e de responder a desafios futuros da humanidade\u201d, considera Richard Deverell, director dos Reais Jardins Bot\u00e2nicos de Kew.<\/p>\n<p>No pr\u00f3ximo ano, os cientistas v\u00e3o apresentar novo relat\u00f3rio com os dados actualizados. \u201cO interesse \u00e9 fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do estado das plantas ao longo do tempo e criar um bar\u00f3metro para o perigo de extin\u00e7\u00e3o das plantas, como se faz h\u00e1 muito tempo para as aves ou os mam\u00edferos. H\u00e1 muito mais plantas do que animais ou aves e, por isso, esta \u00e9 uma tarefa muito mais dif\u00edcil. N\u00e3o havia ningu\u00e9m a fazer isto\u201d, salienta Sara Barrios. Os cientistas esperam ainda conseguir alargar o alcance deste documento que se centra apenas nas plantas vasculares para que passe a incluir tamb\u00e9m o estado dos bri\u00f3fitos (pequenas plantas sem flor ou semente), das algas e dos fungos no mundo.<\/p>\n<p>Fonte &#8211; Andrea Cunha Freitas, P\u00fablico 23 de maio de 2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Do herb\u00e1rio ao Facebook H\u00e1 a velha orqu\u00eddea e a nova esp\u00e9cie que come insectos. H\u00e1 descobertas no arquivo do herb\u00e1rio ou atrav\u00e9s de uma fotografia no Facebook. Tamb\u00e9m h\u00e1 m\u00e1s not\u00edcias: uma em cada cinco esp\u00e9cies de plantas est\u00e1 amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o. Est\u00e1 tudo no relat\u00f3rio Estado das Plantas do Mundo. N\u00e3o s\u00e3o s\u00f3&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[5,90],"post_series":[],"class_list":["post-16203","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral","tag-agricultura","tag-ambiente-ambiental-environment-environmental-meio-ambiente","entry","no-media"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Todas as plantas do mundo - FUNVERDE<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Todas as plantas do mundo - FUNVERDE\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Do herb\u00e1rio ao Facebook H\u00e1 a velha orqu\u00eddea e a nova esp\u00e9cie que come insectos. H\u00e1 descobertas no arquivo do herb\u00e1rio ou atrav\u00e9s de uma fotografia no Facebook. Tamb\u00e9m h\u00e1 m\u00e1s not\u00edcias: uma em cada cinco esp\u00e9cies de plantas est\u00e1 amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o. Est\u00e1 tudo no relat\u00f3rio Estado das Plantas do Mundo. N\u00e3o s\u00e3o s\u00f3&hellip;\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"FUNVERDE\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/funverde\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-05-23T16:00:52+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"funverde\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@funverde\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@funverde\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"funverde\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"8 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/\"},\"author\":{\"name\":\"funverde\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/bec97e35994e1efd40b63cb533e44277\"},\"headline\":\"Todas as plantas do mundo\",\"datePublished\":\"2016-05-23T16:00:52+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/\"},\"wordCount\":1674,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization\"},\"keywords\":[\"Agricultura\",\"Ambiente\"],\"articleSection\":[\"Geral\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/\",\"name\":\"Todas as plantas do mundo - FUNVERDE\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#website\"},\"datePublished\":\"2016-05-23T16:00:52+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Todas as plantas do mundo\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/\",\"name\":\"FUNVERDE\",\"description\":\"ONG criada em 1999, para melhorar o planeta, atrav\u00e9s da preserva\u00e7\u00e3o, recupera\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization\",\"name\":\"FUNVERDE\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Logo_Funverde.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Logo_Funverde.jpg\",\"width\":457,\"height\":499,\"caption\":\"FUNVERDE\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/funverde\",\"https:\/\/x.com\/funverde\",\"https:\/\/www.instagram.com\/funverde\/\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/bec97e35994e1efd40b63cb533e44277\",\"name\":\"funverde\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6dd413cb194962ed8eb124d2dce6f715?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6dd413cb194962ed8eb124d2dce6f715?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"funverde\"}}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Todas as plantas do mundo - FUNVERDE","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Todas as plantas do mundo - FUNVERDE","og_description":"Do herb\u00e1rio ao Facebook H\u00e1 a velha orqu\u00eddea e a nova esp\u00e9cie que come insectos. H\u00e1 descobertas no arquivo do herb\u00e1rio ou atrav\u00e9s de uma fotografia no Facebook. Tamb\u00e9m h\u00e1 m\u00e1s not\u00edcias: uma em cada cinco esp\u00e9cies de plantas est\u00e1 amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o. Est\u00e1 tudo no relat\u00f3rio Estado das Plantas do Mundo. N\u00e3o s\u00e3o s\u00f3&hellip;","og_url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/","og_site_name":"FUNVERDE","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/funverde","article_published_time":"2016-05-23T16:00:52+00:00","author":"funverde","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@funverde","twitter_site":"@funverde","twitter_misc":{"Escrito por":"funverde","Est. tempo de leitura":"8 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/"},"author":{"name":"funverde","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/bec97e35994e1efd40b63cb533e44277"},"headline":"Todas as plantas do mundo","datePublished":"2016-05-23T16:00:52+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/"},"wordCount":1674,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization"},"keywords":["Agricultura","Ambiente"],"articleSection":["Geral"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/","name":"Todas as plantas do mundo - FUNVERDE","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#website"},"datePublished":"2016-05-23T16:00:52+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/todas-as-plantas-do-mundo\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Todas as plantas do mundo"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#website","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/","name":"FUNVERDE","description":"ONG criada em 1999, para melhorar o planeta, atrav\u00e9s da preserva\u00e7\u00e3o, recupera\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization","name":"FUNVERDE","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Logo_Funverde.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Logo_Funverde.jpg","width":457,"height":499,"caption":"FUNVERDE"},"image":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/funverde","https:\/\/x.com\/funverde","https:\/\/www.instagram.com\/funverde\/"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/bec97e35994e1efd40b63cb533e44277","name":"funverde","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6dd413cb194962ed8eb124d2dce6f715?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6dd413cb194962ed8eb124d2dce6f715?s=96&d=mm&r=g","caption":"funverde"}}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16203"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16203"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16203\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16204,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16203\/revisions\/16204"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16203"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16203"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16203"},{"taxonomy":"post_series","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/post_series?post=16203"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}