{"id":17121,"date":"2016-09-12T18:00:54","date_gmt":"2016-09-12T21:00:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=17121"},"modified":"2016-09-09T10:33:36","modified_gmt":"2016-09-09T13:33:36","slug":"contaminacao-da-biodiversidade-por-transgenicos-parte-16","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/contaminacao-da-biodiversidade-por-transgenicos-parte-16\/","title":{"rendered":"Contamina\u00e7\u00e3o Da Biodiversidade Por Transg\u00eanicos, Parte 1\/6"},"content":{"rendered":"<p>NODARI et. al. (2010) asseveram que biodiversidade significa mais do que a riqueza de esp\u00e9cies, pois inclui tamb\u00e9m os ecossistemas. Mais do que manter a vida no planeta, a biodiversidade, est\u00e1 intimamente relacionada com a cultura e a socioeconomia de todos os povos.<\/p>\n<p>Desta forma, a eros\u00e3o gen\u00e9tica tem consequ\u00eancias m\u00faltiplas, muitas delas imprevis\u00edveis. Os efeitos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, a dissemina\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies invasoras, a expans\u00e3o da fronteira agr\u00edcola e o cultivo em larga escala de transg\u00eanicos, est\u00e3o causando danos reais a parte significativa da biodiversidade.<\/p>\n<p>A biodiversidade \u00e9 sin\u00f4nimo de diversidade biol\u00f3gica, sendo entendida como riqueza de esp\u00e9cies. Para a Conven\u00e7\u00e3o sobre Diversidade Biol\u00f3gica (CDB), diversidade biol\u00f3gica significa a variabilidade de organismos vivos de todas as origens em ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aqu\u00e1ticos e os complexos ecol\u00f3gicos de que fazem parte.<\/p>\n<p>Assim, a biodiversidade \u00e9 a soma de toda varia\u00e7\u00e3o bi\u00f3tica desde o n\u00edvel dos genes at\u00e9 os ecossistemas. Tamb\u00e9m utilizada como sin\u00f4nimo de vida, a biodiversidade \u00e9 t\u00e3o rica quanto desconhecida.<\/p>\n<p>Por sua vez o ecossistema \u00e9 o complexo din\u00e2mico de comunidades vegetais, animais, microrganismos e seu respectivo meio que interagem como unidade funcional.<\/p>\n<p>Se estabeleceram diferentes categorias de ecossistemas, desde as florestas naturais, ecossistemas mistos e finalmente at\u00e9 as cidades (MILLENIUM ECOSYSTEM ASSESSMENT, 2005).<\/p>\n<p>Esta avalia\u00e7\u00e3o ecossist\u00eamica categorizou quatro rela\u00e7\u00f5es sist\u00eamicas dos homens com a natureza, servi\u00e7os de provis\u00e3o como alimentos, \u00e1gua, madeira, fibras, entre outros, servi\u00e7os reguladores como clima, inunda\u00e7\u00f5es, doen\u00e7as, entre outros, servi\u00e7os culturais, do tipo recrear ou est\u00e9ticos e espirituais e finalmente servi\u00e7os de suporte como solos, fotoss\u00ednteses, ciclos biogeoqu\u00edmicos e de nutrientes, entre outros.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos 50 anos, a biodiversidade adquiriu uma import\u00e2ncia sem precedentes, a ponto de serem constru\u00eddos e assinados acordos, tratados e criados \u00f3rg\u00e3o intergovernamentais.<\/p>\n<p>Cabem destacar as a\u00e7\u00f5es da Conven\u00e7\u00e3o sobre Diversidade Biol\u00f3gica (CDB), o Plano de A\u00e7\u00e3o Global (GPA) para a Conserva\u00e7\u00e3o e Uso Sustent\u00e1vel dos Recursos Gen\u00e9ticos Vegetais para a Alimenta\u00e7\u00e3o e a Agricultura, o Tratado Internacional de Recursos Gen\u00e9ticos Vegetais para a Alimenta\u00e7\u00e3o e a Agricultura (ITPGRFA), a Conven\u00e7\u00e3o do Combate a Desertifica\u00e7\u00e3o, a Conven\u00e7\u00e3o Ramsar e a Conven\u00e7\u00e3o das Esp\u00e9cies Migrat\u00f3rias.<\/p>\n<p>Aquela parcela utilizada da biodiversidade pode ser compreendida como agrobiodiversidade, representada por um conjunto de organismos e ecossistemas que apresentam fortes rela\u00e7\u00f5es com os seres humanos, podendo ser domesticados, semi-domesticados, cultivados, ou manejados pelo homem.<\/p>\n<p>Representa a agrobiodiversidade, segundo a CDB, uma gama praticamente inesgot\u00e1vel de combina\u00e7\u00f5es entre suas complexidades. Diversidade dentro de esp\u00e9cies, diversidade entre esp\u00e9cies, diversidade entre ecossistemas e diversidade etno-cultural.<\/p>\n<p>Neste vasto conjunto de combina\u00e7\u00f5es, encontram-se componentes de alto interesse para o desenvolvimento socioambiental sustent\u00e1vel, com foco em comunidades rurais e locais, quilombolas e povos ind\u00edgenas, que representam ac\u00famulos de saberes transmitidos de gera\u00e7\u00f5es antepassadas, muitas vezes seculares (STELLA et al., 2004). Assim, as esp\u00e9cies vegetais ou animais utilizados como alimento s\u00e3o parte intr\u00ednseca da agrobiodiversidade.<\/p>\n<p>Fazem parte tamb\u00e9m de um ecossistema, como mencionado anteriormente, outros organismos que n\u00e3o s\u00e3o utilizados diretamente como alimentos, mas que tem fun\u00e7\u00f5es relevantes nos agroecossistemas como, entre outros, insetos polinizadores, fungos microrrizicos, decompositores, minhocas e inimigos naturais de organismos considerados pragas ou pat\u00f3genos de plantas e animais domesticados ou n\u00e3o.<\/p>\n<p>Esta parte da biodiversidade que serve de alimento, fibras, \u00f3leos, energia, medicamentos, entre outros usos, foi reconhecida pela civiliza\u00e7\u00e3o humana ainda em seus prim\u00f3rdios.<br \/>\nO que se desfruta hoje \u00e9 resultado de pr\u00e1ticas e inova\u00e7\u00f5es feitas pelos agricultores no passado. Esta fartura de diversidade gen\u00e9tica tem sido mantida pelo uso sustent\u00e1vel e pela conserva\u00e7\u00e3o \u201con farm\u201d.<\/p>\n<p>O rompimento da harmonia entre agricultura e meio ambiente a partir de meados do s\u00e9culo passado, determinou a intensifica\u00e7\u00e3o das amea\u00e7as a esta agrobiodiversidade, sendo a principal delas, a eros\u00e3o gen\u00e9tica.<\/p>\n<p>O uso intensivo de qu\u00edmicos, na forma de fertilizantes ou agrot\u00f3xicos, por exemplo, e a introdu\u00e7\u00e3o em larga escala de novas variedades, esp\u00e9cies ex\u00f3ticas e os transg\u00eanicos causam enormes danos \u00e0 biodiversidade, em particular \u00e0 agrobiodiversidade.<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o ecossist\u00eamica identificou que dos 24 servi\u00e7os categorizados, 15 (60%) se encontram em estado de degrada\u00e7\u00e3o como purifica\u00e7\u00e3o do ar e da \u00e1gua, regula\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica local e regional, amea\u00e7as naturais e epidemias e outras, (MILLENIUM ECOSYSTEM ASSESSMENT, 2005), se constituindo em passivos para a sociedade.<\/p>\n<p>Os agricultores sempre foram inovadores por excel\u00eancia. Na \u00e9poca que o homem se tornou sedent\u00e1rio, os humanos foram capazes de escolher plantas e animais, os quais poderiam cultivar e criar.<\/p>\n<p>Foram eles que criaram o ciclo de selecionar, plantar e colher. Com isso, foram desenvolvendo plantas mais adaptadas e mais produtivas aos ambientes de cultivo. Comparando-se com os tipos silvestres, as caracter\u00edsticas das variedades domesticadas s\u00e3o muito diferentes das originais, indicando que os agricultores demonstraram habilidade de inovar, independente de conhecer gen\u00e9tica ou outra ci\u00eancia.<\/p>\n<p>A domestica\u00e7\u00e3o de plantas e de animais ocorreu simultaneamente em v\u00e1rias partes do mundo. Onde houve maior concentra\u00e7\u00e3o de atividades e inova\u00e7\u00f5es, esta domestica\u00e7\u00e3o resultou no desenvolvimento de variedades de diferentes esp\u00e9cies adaptadas a distintas condi\u00e7\u00f5es ambientais.<\/p>\n<p>Estes locais s\u00e3o denominados de Centro de Diversidade, uma regi\u00e3o onde existem elevados n\u00edveis de variabilidade de uma esp\u00e9cie ou complexo de esp\u00e9cies de interesse humano.<\/p>\n<p>Em diferentes locais foram domesticadas diferentes esp\u00e9cies. Embora as pr\u00e1ticas tenham sido semelhantes, as esp\u00e9cies domesticadas e os usos est\u00e3o associados aos valores culturais e aos ritos dos habitantes daquela regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Assim, a diversidade nestes centros de diversidade gen\u00e9tica \u00e9 resultado de fatores de natureza hist\u00f3rica, ecol\u00f3gica, gen\u00e9tica e cultural. Um processo co-evolutivo onde tanto a cultura humana moldou os sistemas biol\u00f3gicos, como estes moldaram a cultura (NORGAARD, 1989)<\/p>\n<p>NODARI et. al. (2010) assinala que para algumas esp\u00e9cies, a domestica\u00e7\u00e3o foi t\u00e3o intensa que resultou na forma\u00e7\u00e3o de variedades crioulas, que possuem caracter\u00edsticas bem definidas e distintas de outras, a ponto de cada agricultor ter sua variedade. \u00c9 o caso do milho, batata, ab\u00f3bora e tantas outras.<\/p>\n<p>Esta diversidade atualmente \u00e9 denominada de agrobiodiversidade, que compreende a parcela utilizada da biodiversidade, representada, como j\u00e1 dissemos, por um conjunto de organismos e ecossistemas que apresentam fortes rela\u00e7\u00f5es com os seres humanos, podendo ser domesticados, semi-domesticados, cultivados, ou manejados pelo homem.<\/p>\n<p>De posse desta imensa diversidade gen\u00e9tica e de variedades crioulas bem-adaptadas a distintos ambientes, os geneticistas come\u00e7aram a utilizar ainda no final do s\u00e9culo XIX sele\u00e7\u00e3o, cruzamentos entre plantas de distintas variedades, testes de prog\u00eanies destes cruzamentos e novamente sele\u00e7\u00e3o, reiniciando o ciclo.<\/p>\n<p>Este \u00e9 o ciclo do melhoramento gen\u00e9tico atual, de alta efici\u00eancia quando existe variabilidade gen\u00e9tica e conhecimento. Assim, um dos sucessos foi garantido pela grande magnitude da variabilidade gen\u00e9tica de formas e tipos desenvolvidos pelos agricultores ao longo da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>ABUD, S., SOUZA, P. I. M., MOREIRA, C. T.; ANDRADE, S. R. M., ULBRICH, A. V., VIANNA, G. R., RECH, E. L. e ARAG\u00c3O, F. J. L., Dispers\u00e3o de p\u00f3len em soja transg\u00eanica na regi\u00e3o do Cerrado. Pesquisa Agropecu\u00e1ria Brasileira, v.38, p.1229-1235, 2003.<\/p>\n<p>BINIMELIS, R. Coexistence of plants, coexistence of farmers: Is an individual choice possible? Journal of Agricultural and Environmental Ethics, v. 21, p. 437\u2013457, 2008.<\/p>\n<p>BRASIL. Minist\u00e9rio do Meio Ambiente. Conven\u00e7\u00e3o sobre Diversidade Biol\u00f3gica. Serie Biodiversidade 2. Bras\u00edlia: MMA, 2000, 32 p. (dispon\u00edvel em www.mma.gov.br\/portalbio).<\/p>\n<p>BRASIL. Minist\u00e9rio do Meio Ambiente. 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Integrante do corpo Docente do Mestrado e Doutorado em Qualidade Ambiental da Universidade Feevale.<\/p>\n<p>Fonte &#8211; EcoDebate de 23 de agosto de 2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NODARI et. al. (2010) asseveram que biodiversidade significa mais do que a riqueza de esp\u00e9cies, pois inclui tamb\u00e9m os ecossistemas. Mais do que manter a vida no planeta, a biodiversidade, est\u00e1 intimamente relacionada com a cultura e a socioeconomia de todos os povos. Desta forma, a eros\u00e3o gen\u00e9tica tem consequ\u00eancias m\u00faltiplas, muitas delas imprevis\u00edveis. 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