{"id":17126,"date":"2016-09-17T18:00:04","date_gmt":"2016-09-17T21:00:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=17126"},"modified":"2016-09-09T10:35:09","modified_gmt":"2016-09-09T13:35:09","slug":"contaminacao-da-biodiversidade-por-transgenicos-parte-66","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/contaminacao-da-biodiversidade-por-transgenicos-parte-66\/","title":{"rendered":"Contamina\u00e7\u00e3o Da Biodiversidade Por Transg\u00eanicos, Parte 6\/6"},"content":{"rendered":"<p>NODARI et. al. (2010) registram que j\u00e1 em 1989, pelo menos 15 anos antes da libera\u00e7\u00e3o no meio ambiente da primeira planta transg\u00eanica, o tomate Flavr Svr segundo TIEDJE et al. (1989), se anteciparam os principais riscos ambientais.<\/p>\n<p>A cria\u00e7\u00e3o de novas pragas e plantas daninhas, um aumento das pragas j\u00e1 existentes por meio da recombina\u00e7\u00e3o g\u00eanica entre a planta transg\u00eanica e outras esp\u00e9cies filogeneticamente relacionadas e a produ\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias que s\u00e3o ou poderiam ser t\u00f3xicas a organismos n\u00e3o-alvos, s\u00e3o efeitos que ocorrem.<\/p>\n<p>O efeito disruptivo em comunidades bi\u00f3ticas e o desperd\u00edcio de valiosos recursos gen\u00e9ticos, seguido de contamina\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies nativas com caracter\u00edsticas originadas de parentes distantes ou de esp\u00e9cies n\u00e3o relacionadas tamb\u00e9m ocorrem.<\/p>\n<p>E efeitos adversos em processos dos ecossistemas e origem de subst\u00e2ncias secund\u00e1rias t\u00f3xicas ap\u00f3s a degrada\u00e7\u00e3o incompleta de qu\u00edmicos perigosos, al\u00e9m do efeito adverso nos processos ecol\u00f3gicos e extravag\u00e2ncia de recursos biol\u00f3gicos valorosos, tamb\u00e9m se registram, conforme assinalam NODARI et. al. (2010).<\/p>\n<p>Praticamente todos os efeitos adversos previstos ocorreram com os organismos geneticamente modificados (OGMs) liberados. Portanto, n\u00e3o \u00e9 correto dizer que os mesmos s\u00e3o imprevistos, pois os efeitos adversos ou os danos foram alertados por parte da pr\u00f3pria comunidade cient\u00edfica.<\/p>\n<p>Uma das consequ\u00eancias mais dram\u00e1ticas e mais preocupantes de cultivo de variedades transg\u00eanicas \u00e9 a contamina\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de variedades crioulas ou popula\u00e7\u00f5es silvestres de uma esp\u00e9cie cultivada, em centro de origem ou de diversidade gen\u00e9tica, com os transgenes (TIEDJE et al., 1989 e NODARI e GUERRA, 2004).<\/p>\n<p>A contamina\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica tem muitas consequ\u00eancias. Primeiro, a contamina\u00e7\u00e3o de variedades convencionais tem consequ\u00eancias socioecon\u00f4micas. \u00c9 ilustrativo o caso do milho transg\u00eanico StarLink, um tipo que produz uma toxina de Bt a partir do gene Cry9C, aprovado pela ag\u00eancia americana \u201cEnvironmental Protection Agency (EPA)\u201d para alimenta\u00e7\u00e3o animal mas n\u00e3o para consumo humano.<\/p>\n<p>Este milho cont\u00e9m uma prote\u00edna (Cry9C) que pode causar rea\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas em humanos, uma vez que ela n\u00e3o seja quebrada imediatamente nos testes de digest\u00e3o. Como nos Estados Unidos a rotulagem n\u00e3o \u00e9 utilizada, em apenas dois anos de cultivo causou uma enorme contamina\u00e7\u00e3o em outras variedades e na cadeia alimentar.<\/p>\n<p>Detectado em produtos alimentares para humanos nos Estados Unidos; em alimentos e bebidas em outros pa\u00edses e em lotes de sementes de outras variedades (THE ROYAL SOCIETY OF CANADA, 2001).<\/p>\n<p>A contamina\u00e7\u00e3o nas \u00e1reas de cultivo em apenas dois anos alcan\u00e7ou aproximadamente 9% das amostras coletadas num raio de 9 km das \u00e1reas cultivadas com a variedade Starlink pela Secretaria de Agricultura dos Estados Unidos (10.688 de 118.622 amostras). Neste relat\u00f3rio da Academia de Ci\u00eancias do Canad\u00e1 consta ainda que a toxina Cry9C \u00e9 suspeita de causar alergia em pessoas.<\/p>\n<p>No Brasil s\u00e3o comuns as contamina\u00e7\u00f5es por transgenes de variedades convencionais ou produzidas organicamente.<\/p>\n<p>NODARI et. al. (2010) relatam que dedicado ao cultivo de produtos org\u00e2nicos, sem agrot\u00f3xicos e com sementes naturais, por mais de 30 anos, o agricultor Max Enro Dockhorn, de 73 anos, desistiu, no ano passado, da lavoura de soja que mantinha em uma \u00e1rea de 70 ha no munic\u00edpio ga\u00facho de Tr\u00eas Passos.<\/p>\n<p>Dockhorn disse tamb\u00e9m \u00e0 revista Carta Capital (2007) \u201cNa safra de 2005 para 2006 perdi metade da minha produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica. No momento de vender, testes identificaram prote\u00edna transg\u00eanica na minha soja, bastou que, ao redor de minha propriedade, outros produtores usassem sementes transg\u00eanicas para haver a contamina\u00e7\u00e3o\u201d. Al\u00e9m da perda de valor, que superava os 10 reais por saca, ele teve de pagar royalties por ter sido acusado de usar sementes transg\u00eanicas.<\/p>\n<p>Por ocasi\u00e3o da libera\u00e7\u00e3o comercial da soja transg\u00eanica pelo governo brasileiro era admitido que, por ser uma esp\u00e9cie aut\u00f3gama, a taxa de fecunda\u00e7\u00e3o cruzara era m\u00ednima e, at\u00e9, desprez\u00edvel.<\/p>\n<p>No entanto, estudos cient\u00edficos realizados ap\u00f3s esta decis\u00e3o da CTNBio em 2008, demonstraram que plantas de sojas distantes at\u00e9 7 m podem se cruzar (ABUD et al., 2003 e SCHUSTER et al., 2007).<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, na \u00e9poca, a CTNBio tamb\u00e9m desprezou o fato de que o fluxo g\u00eanico, ou seja, a dispers\u00e3o de transgenes, tamb\u00e9m se d\u00e1 por mistura de sementes, especialmente pelo uso coletivo ou contrata\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas para plantio ou colheita de terceiros, pr\u00e1tica muito comum na realidade dos pequenos agricultores brasileiros e da impossibilidade de segrega\u00e7\u00e3o no sistema de transporte, secagem e armazenagem hoje dispon\u00edveis.<\/p>\n<p>Estes dados aliados a tantos outros indicam que a transgenia \u00e9 uma tecnologia totalit\u00e1ria, e fal\u00edvel, ao contr\u00e1rio do que argumentam seus defensores, pois suas variedades n\u00e3o coexistem com aquelas cultivadas em outros sistemas de cultivo, como o convencional, o org\u00e2nico e o agro-ecol\u00f3gico, sem causar efeitos adversos ou negativos, particularmente a quem n\u00e3o quer utilizar transg\u00eanicos.<\/p>\n<p>Mas, a contamina\u00e7\u00e3o de variedades crioulas por transgenes causa mais impactos que em variedades convencionais. Variedades crioulas s\u00e3o cultivadas especialmente para alimenta\u00e7\u00e3o humana, cujos produtos s\u00e3o t\u00edpicos da cultura das comunidades que os produzem. Atualmente estas variedades est\u00e3o sendo contaminadas principalmente com toxinas de Bt.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m o reservat\u00f3rio gen\u00e9tico, que \u00e9 uma fonte de variabilidade gen\u00e9tica, \u00e9 prejudicado de diferentes formas pela contamina\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica (ELLSTRAND, 2003).<\/p>\n<p>Para os agricultores, as consequ\u00eancias da contamina\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica s\u00e3o a diminui\u00e7\u00e3o da diversidade gen\u00e9tica em cultivo, em raz\u00e3o do pequeno n\u00famero de variedades transg\u00eanicas dispon\u00edveis, a redu\u00e7\u00e3o da fonte de novos alelos ou combina\u00e7\u00f5es al\u00e9licas tanto para a sele\u00e7\u00e3o praticada pelos agricultores em suas propriedades como para os programas de melhoramento gen\u00e9tico e o preju\u00edzo aos efeitos da sele\u00e7\u00e3o natural em favor da adapta\u00e7\u00e3o aos ambientes locais (ELLSTRAND, 2003).<\/p>\n<p>Refer\u00eancias:<\/p>\n<p>ABUD, S., SOUZA, P. I. M., MOREIRA, C. T.; ANDRADE, S. R. 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(dispon\u00edvel em www.mma.gov.br\/portalbio).<\/p>\n<p>BRUSH, S. B. The issues of in situ conservation of crop genetic resources. In: BRUSH, S. B. (ed). Genes in the field \u2013 On-Farm Conservation of Crop Diversity. Roma: IDRC\/IPGRI\/Lewis Publishers, 2000, p. 3-26.<\/p>\n<p>CARTA CAPITAL. Os riscos da omiss\u00e3o, p.22-29, 18\/07\/2007.<\/p>\n<p>CLEVELAND, D. A., SOLERI, D., CUEVAS, F. A., CROSSA, J. e GEPTS, P. Detecting (trans)gene flow to landraces in centers of crop origin: lessons from the case of maize in Mexico. In Environ. Biosafety Res., v. 4, p. 197-208. 2005.<\/p>\n<p>CTNBio. RESOLU\u00c7\u00c3O NORMATIVA n\u00b0 4, de 16 de agosto de 2007, DOU, n\u00b0 163 de 23\/08\/2007, p.19. (Dispon\u00edvel em www.ctnbio.gov.br).<\/p>\n<p>CORDEIRO, A., ALVES, A. C. e OGLIARI, J. B., Challenges for co-existence in small-scale farming: the case of maize in Brazil. In: BRECKLING, B., REUTER, H. e VERHOEVEN, R. (Org.). Implications of GM-Crop Cultivation at Large Spatial Scales. 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(2010) registram que j\u00e1 em 1989, pelo menos 15 anos antes da libera\u00e7\u00e3o no meio ambiente da primeira planta transg\u00eanica, o tomate Flavr Svr segundo TIEDJE et al. (1989), se anteciparam os principais riscos ambientais. 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