{"id":19560,"date":"2017-05-10T17:00:27","date_gmt":"2017-05-10T20:00:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=19560"},"modified":"2017-05-02T10:53:52","modified_gmt":"2017-05-02T13:53:52","slug":"residuos-de-agrotoxicos-em-frutos-e-hortalicas-parte-33","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/residuos-de-agrotoxicos-em-frutos-e-hortalicas-parte-33\/","title":{"rendered":"Res\u00edduos de Agrot\u00f3xicos em frutos e hortali\u00e7as, parte 3\/3"},"content":{"rendered":"<p class=\"western\" align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"http:\/\/farm9.staticflickr.com\/8117\/8613624408_765b99ce3c.jpg\" width=\"726\" height=\"703\" \/><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">REIS (2013) mostra que res\u00edduos de 16 organoclorados (OCP) foram investigados em 39 amostras de farinha de trigo, \u00f3leo de girassol, a\u00e7\u00facar branco e subprodutos de beterraba adquiridos na prov\u00edncia de Vojvodina, na S\u00e9rvia, entre 2002 e 2004. O inseticida 4,4-DDT (diclorodifeniltricloroetano) foi detectado com maior frequ\u00eancia (76,9 %) em rela\u00e7\u00e3o ao total das amostras analisadas, seguido pelo lindano (66,7 %), \u03b2-HCH (beta-hexaclorocicloexano) (48,7 %), e endosulfan II (41,0 %) (\u0160KRBIC e PREDOJEVIC\u00b4, 2008).<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">Segundo os autores, os res\u00edduos de agrot\u00f3xicos determinados no estudo foram menores do que os respectivos LMR estabelecidos pela Uni\u00e3o Europeia nos anos de 2002 e 2004.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">WANG et al. (2013) avaliaram 33 agrot\u00f3xicos comumente utilizados em vegetais de \u00e1rea agr\u00edcola da China. Verificaram que o inseticida ometoato, do grupo qu\u00edmico dos organofosforados, foi o mais frequente nas amostras analisadas (concentra\u00e7\u00f5es m\u00e9dias de 0,3230 mg\/kg), principalmente nas culturas de piment\u00e3o verde, feij\u00e3o, alho-por\u00f3 e espinafre.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">A utiliza\u00e7\u00e3o do inseticida ometoato foi proibida na china a partir de 2007 e no Brasil desde 1985, por\u00e9m ainda \u00e9 encontrado de forma ilegal principalmente na cultura do abacaxi.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">SINHA, et al. (2012) analisaram 18 agrot\u00f3xicos organo-fosforados em diferentes amostras de vegetais (berinjela, quiabo, couve-flor, repolho, tomate e piment\u00e3o) e verificaram que quase todas continham principalmente res\u00edduos de clorpirif\u00f3s, fosalona, acefato e triazof\u00f3s.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">No Brasil, n\u00e3o \u00e9 permitida a aplica\u00e7\u00e3o do inseticida fosalona em culturas agr\u00edcolas (BRASIL, 2012b). De acordo com os resultados de Sinha, Rao e Vasudey (2012), a cultura de quiabo apresentou as maiores irregularidades e a de piment\u00e3o as menores em rela\u00e7\u00e3o aos produtos hort\u00edcolas analisados na cidade de Hyderab na \u00cdndia.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">No estudo de BAKORE et al. (2004), amostras de gr\u00e3os de trigo obtidas na cidade de Jaipur, na \u00cdndia, apresentaram altos teores de res\u00edduos de agrot\u00f3xicos do grupo dos organoclorados acima dos LMR permitidos: at\u00e9 36 \u03bcg g-1 de heptacloro; 10 \u03bcg g-1 de \u03b2-HCH; 8 \u03bcg g-1 para \u03b3-HCH; 6 \u03bcg g-1 para heptacloro ep\u00f3xido; 2 \u03bcg g-1 para aldrin; 0,8 \u03bcg g-1 para 4,40-DDD (Diclorodifenildicloroetano); e 0,3 \u03bcg g-1 para 4,40-DDE (Dicloroetileno).<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">\u00c9 cansativo, mas se n\u00e3o for desta forma, os venenot\u00f3fagos p\u00f5e em d\u00favida os dados e a seriedade da situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">Segundo os autores, os elevados teores de res\u00edduos decorre da grande utiliza\u00e7\u00e3o desses produtos durante o armazenamento de gr\u00e3os, pr\u00e1tica comum na \u00cdndia, devido ao baixo custo e versatilidade contra v\u00e1rias pragas de gr\u00e3os armazenados. No estudo realizado na cidade de Lucknow na \u00cdndia, n\u00e3o foi detectada a presen\u00e7a dos agrot\u00f3xicos organoclorados aldrin e DDT em 20 amostras de produtos hort\u00edcolas (SRIVASTAVA et al., 2011).<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">Os ingredientes ativos do grupo qu\u00edmico dos organoclorados, aldrin, DDT, HCH e heptacloro foram proibidos no Brasil para uso agropecu\u00e1rio em 1985 (BRASIL, 1985). O endosulfan est\u00e1 em fase de descontinuidade de comercializa\u00e7\u00e3o e uso at\u00e9 o cancelamento de sua monografi a, previsto para o dia 31 de julho de 2013 (BRASIL, 2010b).<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">Esse composto \u00e9 muito aplicado nas culturas de soja, algod\u00e3o, caf\u00e9, cacau e cana-de-a\u00e7\u00facar (SILVA et al., 2010; GEBARA et al., 2005) e utilizado de forma ilegal e indiscriminada, principalmente nas culturas de pepino e piment\u00e3o (BRASIL, 2011b; 2010a).<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">A proibi\u00e7\u00e3o dos organoclorados fundamenta-se na persist\u00eancia dos ingredientes ativos ou dos seus metab\u00f3litos no ambiente e sua grande capacidade de dispers\u00e3o e de ac\u00famulo em tecidos gordurosos, o que os tornam bio-acumulativos na cadeia alimentar, al\u00e9m de apresentarem grande estabilidade f\u00edsico-qu\u00edmica (ALMEIDA et al., 2007).<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">AMOAH et al. (2006) avaliaram 180 amostras de vegetais folhosos (alface, repolho e cebolinha) em supermercados de tr\u00eas grandes cidades de Gana (\u00c1frica), Accra, Kumasi e Tamale. Os res\u00edduos dos agrot\u00f3xicos avaliados excederam os LMR permitidos para as culturas, com predomin\u00e2ncia do inseticida organofosforado clorpirif\u00f3s amplamente utilizado por produtores de hortali\u00e7as em Gana.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">Segundo WANG et al. (2013) tornou-se comum encontrar maior concentra\u00e7\u00e3o de res\u00edduos de organofosforados em vegetais folhosos pelo fato dessas culturas serem mais propensas ao ataque de insetos.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">KHOURI (2007) analisou a ocorr\u00eancia dos herbicidas atrazina e simazina em amostras de cultura convencional e org\u00e2nica de abacaxi no estado de Goi\u00e1s. As amostras consideradas do grupo org\u00e2nico apresentaram res\u00edduos de atrazina e simazina com valores superiores ao permitido pela legisla\u00e7\u00e3o (0,02 mg\/kg). Os abacaxis cultivados em sistema convencional n\u00e3o apresentaram res\u00edduo desses agrot\u00f3xicos, o que pode indicar que as exig\u00eancias de controle de qualidade nesses sistemas est\u00e3o sendo seguidas com mais rigor, enquanto nos abacaxis ditos org\u00e2nicos parece faltar inspe\u00e7\u00e3o por parte dos \u00f3rg\u00e3os competentes.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">BAKER et al. (2002) analisaram res\u00edduos de agrot\u00f3xicos em alimentos de origem vegetal, cultivados por meio dos sistemas convencionais, produ\u00e7\u00e3o integrada e org\u00e2nico nos Estados Unidos da Am\u00e9rica e verificaram a presen\u00e7a de res\u00edduos nos alimentos cultivados pelos tr\u00eas sistemas, mas as maiores quantidades de res\u00edduos foram detectadas nas amostras procedentes do sistema convencional com 73%.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">As amostras de sals\u00e3o, pera, ma\u00e7\u00e3, p\u00eassego e morango mostraram os maiores teores de res\u00edduos em aproximadamente 90 % das amostras analisadas. A presen\u00e7a de m\u00faltiplos res\u00edduos de agrot\u00f3xicos foi observada em 46 % das amostras do cultivo convencional, 24 % do sistema integrado e 7 % do cultivo org\u00e2nico, sugerindo que esse \u00faltimo n\u00e3o pode ser considerado alimento org\u00e2nico.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">A presen\u00e7a de m\u00faltiplos res\u00edduos de agrot\u00f3xicos em sistema org\u00e2nico pode ser devido ao fato do solo de produ\u00e7\u00e3o ainda apresentar contamina\u00e7\u00e3o ambiental (produtos persistentes) ou as barreiras vegetais n\u00e3o foram suficientes para evitar a passagem de produtos qu\u00edmicos provenientes do sistema convencional.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">A degrada\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos de agrot\u00f3xicos presentes nos alimentos ocorre por mecanismos oxidativos. Em alimentos ricos em compostos antioxidantes, como o tomate, piment\u00e3o, citrus e seus sucos, a oxida\u00e7\u00e3o pode ser mais lenta, aumentando a persist\u00eancia dos res\u00edduos desses compostos (PIC\u00d3 e KOZMUTZA, 2007). Os produtos de degrada\u00e7\u00e3o dos agrot\u00f3xicos podem ser mais t\u00f3xicos que o composto original.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">O inseticida organofosforado parationa, por exemplo, sofre biotransforma\u00e7\u00e3o quando absorvido, formando metab\u00f3lito ativo (denominado paraoxona) por meio da oxida\u00e7\u00e3o das liga\u00e7\u00f5es tiofosfato a ortofosfato. Sob essa forma, os organo-fosforados aumentam e prolongam os efeitos de inibi\u00e7\u00e3o da enzima acetilcolinesterase do princ\u00edpio ativo (BRASIL, 2012a).<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">Opera\u00e7\u00f5es como a lavagem e o descasque podem n\u00e3o contribuir totalmente para a redu\u00e7\u00e3o da ingest\u00e3o de res\u00edduos de agrot\u00f3xicos contidos nos alimentos. A lavagem auxilia a redu\u00e7\u00e3o de res\u00edduos presentes na superf\u00edcie dos vegetais, principalmente dos produtos polares. Como exemplo tem-se o inseticida carbaril, do grupo qu\u00edmico metilcarbamato de naftila, comumente aplicado nas culturas de abacaxi, alho, banana, batata, feij\u00e3o, ma\u00e7\u00e3 e tomate.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">Os produtos apolares tendem a permanecer nas camadas lipof\u00edlicas de frutos e vegetais. Os agrot\u00f3xicos quando aplicados diretamente nas planta\u00e7\u00f5es mostram difus\u00e3o limitada \u00e0 cut\u00edcula, sendo pass\u00edveis de remo\u00e7\u00e3o mediante descasque (KAUSHIK et al., 2009).<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">As Boas Pr\u00e1ticas Agr\u00edcolas (BPA) s\u00e3o pr\u00e9-requisitos importantes na produ\u00e7\u00e3o de alimentos vegetais de qualidade, possibilitando decis\u00f5es regulat\u00f3rias comerciais a fi m de garantir a seguran\u00e7a alimentar e a utiliza\u00e7\u00e3o racional e cuidadosa dos agrot\u00f3xicos.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">Os agrot\u00f3xicos t\u00eam sido amplamente utilizados na agricultura para assegurar alta produtividade pela redu\u00e7\u00e3o de perdas de culturas e garantir a qualidade dos produtos. No entanto, agrot\u00f3xicos quando usados de forma inadequada s\u00e3o respons\u00e1veis por graves consequ\u00eancias aos seres humanos, tanto aos que lidam diretamente com o produto, quanto \u00e0 popula\u00e7\u00e3o em geral mediante ingest\u00e3o de alimentos de origem vegetal.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">Os padr\u00f5es e regulamentos buscam garantir o uso seguro dos agrot\u00f3xicos, mas seus objetivos n\u00e3o podem ser alcan\u00e7ados sem a efetiva implementa\u00e7\u00e3o de monitoramento peri\u00f3dico e consciente. Isso exige instala\u00e7\u00f5es apropriadas, profissionais capacitados e legisla\u00e7\u00e3o devidamente estruturada.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">A utiliza\u00e7\u00e3o das BPA, a certifica\u00e7\u00e3o e a puni\u00e7\u00e3o com multas podem contribuir para a diminui\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o do consumidor e do aplicador a essas subst\u00e2ncias t\u00f3xicas, respons\u00e1veis por s\u00e9rias doen\u00e7as, bem como minimizar seus efeitos adversos aos ecossistemas, se isto for poss\u00edvel.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"en-US\" align=\"justify\">*AMOAH, P.; DRECHSEL, P.; ABAIDOO, R.C.; NTOW, W.J. Pesticide and pathogen contamination of vegetables in Ghana\u2019s urban markets. Archives of Environmental Contamination and Toxicology, v.50, n.1, p.1-6, 2006.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"en-US\" align=\"justify\">*BAKER, B.P.; BENBROOK, C.M.; GROTH, E.; BENBROOK, K.L. Pesticide residues in conventional, integrated pest management (IPM) \u2013 grown and organic foods: insights from three US data sets. Food Additives and Contaminants, v.19, n.5, p.427-446, 2002.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"en-US\" align=\"justify\">*BAKORE, N.; JOHN, P.J.; BHATNAGAR, P. Organochlorine pesticide residues in wheat and drinking water samples from Jaipur, Rajasthan, India. Environmental Monitoring and Assessment, v.98, n.1-3, p.381\u2013389, 2004.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">*BRASIL. Minist\u00e9rio da Agricultura. Portaria n. 329, de 2 de setembro de 1985. Proibe em todo territ\u00f3rio nacional a comercializa\u00e7\u00e3o, o uso e a distribui\u00e7\u00e3o dos produtos agrot\u00f3xicos organoclorados destinados a agropecu\u00e1ria dentre outros Di\u00e1rio Oficial [da] Rep\u00fablica Federativa do Brasil, 3 de setembro de 1985.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">*BRASIL. Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (ANVISA). Programa de An\u00e1lise de Res\u00edduos de Agrot\u00f3xicos em Alimentos (PARA). Relat\u00f3rio de atividades de 2001 \u2013 2007. Bras\u00edlia, 2008. 21 p. 1<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">*BRASIL. Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (MAPA). Instru\u00e7\u00e3o Normativa n. 42, de 31 de dezembro de 2008. Institui o Plano nacional de controle de res\u00edduos e contaminantes em produtos de origem vegetal (PNCRC\/ Vegetal). Bras\u00edlia, 2009.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">*BRASIL. Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (ANVISA). Programa de an\u00e1lise de res\u00edduos de agrot\u00f3xicos em alimentos (PARA). Nota T\u00e9cnica para divulga\u00e7\u00e3o dos resultados do PARA de 2008. Bras\u00edlia, 2009. 12 p.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">*BRASIL. Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (ANVISA). Programa de an\u00e1lise de res\u00edduos de agrot\u00f3xicos em alimentos (PARA). Relat\u00f3rio de atividades de 2009. Bras\u00edlia, 2010. 22 p.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">*BRASIL. Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (ANVISA). RDC n. 28, de 09 de agosto de 2010. Regulamento t\u00e9cnico para o ingrediente ativo endossulfam em decorr\u00eancia da reavalia\u00e7\u00e3o toxicol\u00f3gica. Bras\u00edlia, 2011.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">*BRASIL. Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (ANVISA). RDC n. 1, de 14 de janeiro de 2011. Regulamento t\u00e9cnico Pesticidas: r. ecotoxicol. e meio ambiente, Curitiba, v. 23, jan.\/dez. 2013 57 para o ingrediente ativo metamidof\u00f3s em decorr\u00eancia da reavalia\u00e7\u00e3o toxicol\u00f3gica. Bras\u00edlia, 2011.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">*BRASIL. Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (ANVISA). Programa de an\u00e1lise de res\u00edduos de agrot\u00f3xicos em alimentos (PARA). Relat\u00f3rio de atividades de 2010. Bras\u00edlia, 2011. 26 p.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">*BRASIL. Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (ANVISA). Consulta p\u00fablica n. 8, de 19 de janeiro de 2012. Proposta de regulamento t\u00e9cnico para o ingrediente ativo parationa met\u00edlica em decorr\u00eancia da reavalia\u00e7\u00e3o toxicol\u00f3gica. Bras\u00edlia, 2012.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">*BRASIL. Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (MAPA). Instru\u00e7\u00e3o Normativa n. 27, de 11 de dezembro de 2012. Tabela de agrot\u00f3xicos monitorados e limites m\u00e1ximos de res\u00edduos. Bras\u00edlia, 2012.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">*GEBARA, A.B.; CISCATO, C.H.P.; FERREIRA, M.S.; MONTEIRO, S.H. Pesticide residues in vegetables and fruits monitored in S\u00e3o Paulo city, Brazil, 1994\u20132001. <span lang=\"en-US\">Bulletin of Environmental Contamination and Toxicology, v.75, n.1, p.163-169, 2005.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"en-US\" align=\"justify\">*KAUSHIK, G.; SATYA, S.; NAIK, S.N. Food processing a tool to pesticide residue dissipation \u2013 a review. Food Research International, v.42, n.1, p.26-40, 2009.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><span lang=\"en-US\">KHALILI-ZANJANI, M.R.; YAMINI, Y.; YAZDANFAR, N.; SHARIATI, S. Extraction and determination of organophosphorus pesticides in water samples by a new liquid phase microextraction\u2013gas chromatography\u2013fl ame photometric detection. <\/span>Analytica Chimica Acta, v.606, n.2, p.202-208, 2008.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">*KHOURI, A.G. An\u00e1lise de res\u00edduos de atrazina e simazina em abacaxi no estado de Goi\u00e1s. 2007. 72 p. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Ecologia e Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel) \u2013 Universidade Cat\u00f3lica de Goi\u00e1s, Goi\u00e2nia, 2007.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"en-US\" align=\"justify\">*PIC\u00d3, Y.; KOZMUTZA, C. Evaluation of pesticide residue in grape juices and the effect of natural antioxidants on their 58 Pesticidas: r. ecotoxicol. e meio ambiente, Curitiba, v. 23, jan.\/dez. 2013 degradation rate. Analytical and Bioanalytical Chemistry, v.389, n.6, p.1805-1814, 2007.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">*SILVA, F.A.; LOURENCETTI, C.; DORES, E.F.G.C. Infl u\u00eancia da temperatura, umidade e profundidade do solo na persist\u00eancia do diurom e sulfato de endossulfam em um solo tropical. <span lang=\"en-US\">Qu\u00edmica Nova, v.33, n.7, p.1457-1463, 2010.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"en-US\" align=\"justify\">*SINHA, S.N.; RAO, M.V.V.; VASUDEY, K. Distribution of pesticides in different commonly used vegetables from Hyderabad, India. Food Research International, v.45, n.1, p.161-169, 2012.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"en-US\" align=\"justify\">*\u0160KRBIC, B.; PREDOJEVIC\u00b4, Z. Levels of organochlorine pesticides in crops and related products from Vojvodina, Serbia: estimated dietary intake. Archives of Environmental Contamination and Toxicology, v.54, n.4, p.628-636, 2008.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"en-US\" align=\"justify\">*SRIVASTAVA, A.K.; TRIVEDI, P.; SRIVASTAVA, M.K.; LOHANI, M.; SRIVASTAVA, L.P. Monitoring of pesticide residues in market basket samples of vegetable from Lucknow City, India: Quechers method. Environmental Monitoring and Assessment, v.176, n.1-4, p.465\u2013472, 2011.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><span lang=\"en-US\">*WANG, S.; WANG, Z.; ZHANG, Y.; WANG, J.; GUO, R. Pesticide residues in market foods in Shaanxi Province of China in 2010. <\/span>Food Chemistry, v.138, n.2-3, p.2016-2025, 2013.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">RES\u00cdDUOS DE AGROT\u00d3XICOS EM ALIMENTOS DE ORIGEM VEGETAL: REVIS\u00c3O PASSOS, Fl\u00e1via Regina, REIS, Marcelo Rodrigues dos. R. ecotoxicol. e meio ambiente, Curitiba, v. 23, jan.\/dez. 2013<\/p>\n<p>Dr. Roberto Naime, Colunista do Portal EcoDebate, \u00e9 Doutor em Geologia Ambiental. Integrante do corpo Docente do Mestrado e Doutorado em Qualidade Ambiental da Universidade Feevale.<\/p>\n<p>FOnte &#8211; EcoDebate de 18 de abril de 2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>REIS (2013) mostra que res\u00edduos de 16 organoclorados (OCP) foram investigados em 39 amostras de farinha de trigo, \u00f3leo de girassol, a\u00e7\u00facar branco e subprodutos de beterraba adquiridos na prov\u00edncia de Vojvodina, na S\u00e9rvia, entre 2002 e 2004. 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