{"id":20606,"date":"2017-08-11T17:00:09","date_gmt":"2017-08-11T20:00:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=20606"},"modified":"2017-08-01T09:49:25","modified_gmt":"2017-08-01T12:49:25","slug":"o-grande-massacre-das-arvores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/","title":{"rendered":"O grande massacre das \u00e1rvores"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/sites\/default\/files\/inline-images\/img_artigos_LM_grafico01_2017073.jpg\" alt=\"Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\" \/><em>Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/ingienous.com\/the-challenge\/our-food-system\/agriculture-is-the-other-inconvenient-truth\/\">University of Minnesota Institute on the Environment UMN Global Landscapes Initiative<\/a><\/em><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/sites\/default\/files\/inline-images\/img_artigos_LM_OLHO01-EPI_2017073.jpg\" alt=\"Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\" data-entity-type=\"file\" data-entity-uuid=\"36285803-b937-4f24-95b7-813156be8d8c\" \/><\/p>\n<p>\u200bEclode,\u00a0nessa exclama\u00e7\u00e3o de Rilke, a verticalidade tot\u00eamica da \u00e1rvore, o mais majestoso tra\u00e7o de uni\u00e3o entre o c\u00e9u e a terra. Esses versos v\u00eam \u00e0 mente diante da amea\u00e7a de extin\u00e7\u00e3o dos maiores seres vivos terrestres do planeta, como o Jequitib\u00e1-Rosa, a Peroba-Rosa, a Suma\u00fama, as Castanheiras do Par\u00e1 ou mesmo as Sequoias norte-americanas\u00a0<a href=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/ju\/artigos\/luiz-marques\/o-grande-massacre-das-arvores#1\">[I]<\/a>. Mais que isso, vem \u00e0 mente o temor de um mundo sem florestas. Thomas W. Crowther, da Yale University, \u00e0 frente de uma equipe de 38 cientistas, nos adverte que j\u00e1 percorremos metade do caminho. \u201cEstimamos que mais de 15 bilh\u00f5es de \u00e1rvores s\u00e3o derrubadas a cada ano, e que o n\u00famero global de \u00e1rvores diminuiu cerca de 46% desde o in\u00edcio da civiliza\u00e7\u00e3o\u201d\u00a0<a href=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/ju\/artigos\/luiz-marques\/o-grande-massacre-das-arvores#2\">[II]<\/a>. Proposta num artigo da\u00a0<em>Nature\u00a0<\/em>em 2015, essa avalia\u00e7\u00e3o acrescenta que, por serem mais densas, as florestas tropicais perdem muito mais \u00e1rvores. O pr\u00f3ximo artigo tratar\u00e1 especificamente da perda e da degrada\u00e7\u00e3o das florestas tropicais, com \u00eanfase no Brasil. Aqui, o problema ser\u00e1 tratado de modo mais global.<\/p>\n<p>A estimativa da equipe coordenada por Crowther abrange todo o per\u00edodo de desenvolvimento da civiliza\u00e7\u00e3o, pois, obviamente, o desmatamento \u00e9 um processo muito mais antigo e gradual que os \u00faltimos dois s\u00e9culos de expans\u00e3o planet\u00e1ria do capitalismo industrial. Mas o desmatamento ocorrido desde 1800 \u00e9 de outra ordem de grandeza e continua em acelera\u00e7\u00e3o. Conforme os dois \u00faltimos\u00a0<em>State of World\u2019s Forests\u00a0<\/em>(2012 e 2016) da FAO, ao final da \u00faltima idade do gelo (11.700 anos AP), as florestas cobriam 60 milh\u00f5es de km2 (45% da superf\u00edcie terrestre livre de gelo). Em 2010 restava intacta apenas 15% dessa \u00e1rea. Em 2016, a FAO reporta a estimativa de que \u201cnos \u00faltimos cinco mil anos, foram desmatados 18 milh\u00f5es de km2\u201d, ou seja, 30% da \u00e1rea original. Ocorre que desse total de florestas totalmente suprimidas at\u00e9 2010, mais da metade (10 milh\u00f5es km2) o foram entre 1800 e 2010\u00a0<a href=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/ju\/artigos\/luiz-marques\/o-grande-massacre-das-arvores#3\">[iii]<\/a>. Evidente acelera\u00e7\u00e3o, mas a partir de 1950 verifica-se uma acelera\u00e7\u00e3o da acelera\u00e7\u00e3o. O\u00a0<em>Millennium Ecosystem Assessment<\/em>\u00a0afirmava em 2005 (a partir de dados de 2000) que \u201cmais terra foi convertida em \u00e1reas agr\u00edcolas (<em>cropland<\/em>) nos 30 anos ap\u00f3s 1950 que nos 150 anos entre 1700 e 1850\u201d. E acrescentava que \u201csistemas agropecu\u00e1rios (\u00e1reas onde ao menos 30% da paisagem \u00e9 de planta\u00e7\u00f5es, culturas de rod\u00edzio, cria\u00e7\u00e3o de gado confinado ou aquacultura em \u00e1gua doce) cobrem agora um quarto da superf\u00edcie terrestre\u201d\u00a0<a href=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/ju\/artigos\/luiz-marques\/o-grande-massacre-das-arvores#4\">[IV]<\/a>. Mais recentemente, o Institute on the Environment da University of Minnesota avalia que a \u00e1rea global destinada \u00e0 agropecu\u00e1ria \u00e9 hoje de 46 milh\u00f5es de km2 (~35% da superf\u00edcie terrestre livre de gelo), sendo que as pastagens cobrem 30 milh\u00f5es de km2 desse total\u00a0<a href=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/ju\/artigos\/luiz-marques\/o-grande-massacre-das-arvores#5\">[V]<\/a>, conforme mostra a figura 1 (no topo p\u00e1gina).<\/p>\n<p>Note-se que as \u00e1reas em cinza, ainda n\u00e3o convertidas em planta\u00e7\u00f5es ou em pastagens, s\u00e3o basicamente desertos, pergelissolos (Canad\u00e1 e Sib\u00e9ria) e florestas. Portanto, \u00e9 sobre o que resta das florestas que essa press\u00e3o expansiva da agropecu\u00e1ria se exercer\u00e1 sempre mais.<\/p>\n<p>De fato, apenas entre 2000 e 2012, perdemos globalmente por corte raso 2,3 milh\u00f5es de km2 de cobertura florestal, o equivalente a desmatar 50 campos de futebol por minuto, todos os dias desses 13 anos, segundo o Global Forest Watch (GFW)\u00a0<a href=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/ju\/artigos\/luiz-marques\/o-grande-massacre-das-arvores#6\">[VI]<\/a>. O \u00faltimo, e recent\u00edssimo, balan\u00e7o do GFW\u00a0<a href=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/ju\/artigos\/luiz-marques\/o-grande-massacre-das-arvores#7\">[VII]<\/a>\u00a0mostra aumento do desmatamento global entre 2001 e 2004, estabiliza\u00e7\u00e3o do desmatamento anual em torno de 170 mil km2 entre 2005 e 2011 e uma nova acelera\u00e7\u00e3o a partir de 2011, de modo que de 2012 a 2015 houve uma perda m\u00e9dia anual de cobertura florestal de cerca de 220 mil km2, vale dizer, quase um estado de S\u00e3o Paulo (248 mil km2) por ano, conforme mostra a figura 2.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/sites\/default\/files\/inline-images\/img_artigos_LM_grafico02_2017073.jpg\" alt=\"Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\" \/><em>Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/blog.globalforestwatch.org\/data\/global-tree-cover-loss-remains-high-and-emerging-patterns-reveal-shifting-contributors.html\">World Resources Institute, baseado em dados da Global Forest Watch<\/a><\/em><br \/>\n<em><strong>Observa\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>o segmento mais escuro da pen\u00faltima coluna (2014) significa uma corre\u00e7\u00e3o para cima em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o anterior.<\/em><\/p>\n<p><strong>\u00c1reas selvagens<\/strong><\/p>\n<p>Se fosse poss\u00edvel eleger o aspecto mais doloroso e catastr\u00f3fico da acelera\u00e7\u00e3o do desmatamento global em curso, esse seria sem d\u00favida a perda das chamadas \u00e1reas selvagens (<em>wilderness areas<\/em>). Pois, como definidas por James E.M. Watson e colegas, s\u00e3o elas paisagens de mais de 10 mil km2, que \u201cn\u00e3o excluem ocupa\u00e7\u00e3o humana\u201d, mas \u201cpermanecem ref\u00fagios vitais onde processos ecol\u00f3gicos e evolucion\u00e1rios operam com dist\u00farbios humanos m\u00ednimos, sustentando fun\u00e7\u00f5es essenciais em escala regional e planet\u00e1ria\u201d\u00a0<a href=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/ju\/artigos\/luiz-marques\/o-grande-massacre-das-arvores#8\">[VIII]<\/a>. Os autores demonstram \u201cperdas alarmantes\u201d de 3,3 milh\u00f5es de km2 dessas \u00e1reas selvagens globais nas duas d\u00e9cadas a partir de 1990, particularmente na Amaz\u00f4nia (30%) e na \u00c1frica Central (14%). Al\u00e9m disso, \u201chouve uma eros\u00e3o substancial dessas grandes \u00e1reas selvagens nas duas \u00faltimas d\u00e9cadas, com perdas atingindo 2,7 milh\u00f5es de km2\u201d, tal como mostra a figura 3.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/sites\/default\/files\/inline-images\/img_artigos_LM_grafico03_2017073.jpg\" alt=\"Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\" \/><em>Os enquadramentos s\u00e3o (A) Amaz\u00f4nia; (B) Sahara ocidental; (C) Taiga da Sib\u00e9ria Ocidental e (D) Born\u00e9u<\/em><\/p>\n<p>Como adverte Watson, \u201c\u00e1reas selvagens est\u00e3o sendo dramaticamente dizimadas. N\u00e3o podemos restaur\u00e1-las. Uma vez eliminadas, os processos que mant\u00eam seus ecossistemas tamb\u00e9m se v\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p><strong>Proje\u00e7\u00f5es at\u00e9 2050<\/strong><\/p>\n<p>Muitas s\u00e3o as proje\u00e7\u00f5es sobre o estado das florestas at\u00e9 2030 e at\u00e9 2050, todas extremamente preocupantes. Selecionemos apenas tr\u00eas, por raz\u00f5es de espa\u00e7o, mas tamb\u00e9m porque n\u00e3o s\u00e3o demasiado discrepantes. Em 2012, a Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e o Desenvolvimento Econ\u00f4mico publicou seu\u00a0<em>Environmental Outlook to 2050<\/em>, no qual afirma: \u201cAs florestas prim\u00e1rias, mais ricas em biodiversidade, devem perder at\u00e9 2050 13% de sua \u00e1rea. (&#8230;) As florestas prim\u00e1rias (\u2026) t\u00eam deca\u00eddo e estima-se que diminuir\u00e3o constantemente at\u00e9 2050, mantido o cen\u00e1rio de base\u201d\u00a0<a href=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/ju\/artigos\/luiz-marques\/o-grande-massacre-das-arvores#9\">[IX]<\/a>. Em termos de \u00e1rea, esses 13% de florestas prim\u00e1rias deveriam significar algo da ordem de 1 milh\u00e3o de km2. Mas a perda de forma\u00e7\u00f5es florestais n\u00e3o prim\u00e1rias n\u00e3o s\u00e3o aqui estimadas. Em 2015, Jonas Busch e Jens Engelmann, do Center for Global Development, projetavam que \u201cuma \u00e1rea de florestas tropicais do tamanho da \u00cdndia [~3,2 milh\u00f5es de km2] ser\u00e1 desmatada nos pr\u00f3ximos 35 anos [2016-2050], queimando mais de um sexto do carbono restante que pode ser queimado para que se mantenha o aquecimento global abaixo de 2\u00ba C\u201d\u00a0<a href=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/ju\/artigos\/luiz-marques\/o-grande-massacre-das-arvores#10\">[X]<\/a>. No mesmo ano, o WWF projetou uma perda de at\u00e9 1,7 milh\u00e3o de km2 entre 2010 e 2030, com 80% dessa perda ocorrendo em 11 frentes globais de desmatamento\u00a0<a href=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/ju\/artigos\/luiz-marques\/o-grande-massacre-das-arvores#11\">[XI]<\/a>, conforma mostra a figura 4.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/sites\/default\/files\/inline-images\/img_artigos_LM_grafico04_2017073.jpg\" alt=\"Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\" \/><em>Fonte:\u00a0<a href=\"https:\/\/c402277.ssl.cf1.rackcdn.com\/publications\/793\/files\/original\/Report.pdf?1430147305\">\u201cSaving Forests at Risk\u201d.\u00a0<\/a><a href=\"https:\/\/c402277.ssl.cf1.rackcdn.com\/publications\/793\/files\/original\/Report.pdf?1430147305\">WWF Living Forests Report, 2015.\u00a0Cap\u00edtulo 5 (em rede)<\/a><\/em><\/p>\n<p><strong>Retra\u00e7\u00e3o florestal (<em>dieback<\/em>)<\/strong><\/p>\n<p id=\"1\">Essas enormes perdas previstas mostram um c\u00edrculo vicioso, no qual a amputa\u00e7\u00e3o e degrada\u00e7\u00e3o das florestas agravam as secas e o aquecimento global e estes, por sua vez, aumentam a vulnerabilidade das florestas. A que dist\u00e2ncia estamos de ultrapassar um ponto cr\u00edtico (<em>tipping point<\/em>) nesse processo, a partir do qual as florestas come\u00e7am a morrer \u201cespontaneamente\u201d? A \u00faltima avalia\u00e7\u00e3o do IPCC (AR5-2014) \u201cprojeta com razo\u00e1vel confian\u00e7a (<em>medium confidence<\/em>) maior mortalidade das \u00e1rvores em muitas regi\u00f5es ao longo do s\u00e9culo XXI, associada a\u00a0<em>dieback<\/em>\u201d\u00a0<a href=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/ju\/artigos\/luiz-marques\/o-grande-massacre-das-arvores#12\">[XII]<\/a>. Define-se esse termo como o processo de retra\u00e7\u00e3o florestal em grande escala por dessecamento progressivo \u201cde fora para dentro\u201d (<em>dieback)<\/em>, isto \u00e9,<em>\u00a0<\/em>a partir das extremidades dos ramos das \u00e1rvores. Na realidade, casos de\u00a0<em>dieback<\/em>\u00a0j\u00e1 v\u00eam ocorrendo em ao menos 88 zonas do planeta, causados por \u201cfal\u00eancia hidr\u00e1ulica\u201d ao cabo de secas prolongadas ou por infesta\u00e7\u00f5es agravadas pelo aquecimento global, conforme o demonstram uma\u00a0equipe de pesquisadores liderada por Craig Allen e v\u00e1rios outros trabalhos<a href=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/ju\/artigos\/luiz-marques\/o-grande-massacre-das-arvores#13\">\u00a0[XIII]<\/a>. Em 2010, Allen e colegas escreviam: \u201cOs estudos aqui compilados sugerem que ao menos alguns dos ecossistemas florestais do globo j\u00e1 est\u00e3o respondendo a mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e suscitam preocupa\u00e7\u00e3o de que as florestas possam se tornar crescentemente vulner\u00e1veis a maiores taxas de mortalidade de \u00e1rvores e de definhamento em resposta a aquecimentos futuros e a secas, mesmo em ambientes n\u00e3o normalmente considerados com d\u00e9ficit de \u00e1gua\u201d.<\/p>\n<p id=\"2\">Em toda a multifac\u00e9tica trag\u00e9dia da deteriora\u00e7\u00e3o da biosfera, nada \u00e9 t\u00e3o brutal e diretamente destrutivo da vida terrestre quanto a remo\u00e7\u00e3o e a degrada\u00e7\u00e3o das florestas, processos causados, sobretudo, pela globaliza\u00e7\u00e3o do capitalismo e por nosso crescente carnivorismo. O mundo que estamos criando ser\u00e1, j\u00e1 o \u00e9 em crescente medida, um mundo privado da beleza das florestas e dos animais que as habitam, um mundo de extin\u00e7\u00f5es em massa de esp\u00e9cies e no qual a vida das que conseguir\u00e3o sobreviver, entre as quais possivelmente a nossa, tornar-se-\u00e1 n\u00e3o apenas prec\u00e1ria, mas, sobretudo, espiritualmente pobre.<\/p>\n<p id=\"4\">[I]\u00a0<span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">Cf. Oliver Milman, \u201cTrump plan could open Giant Sequoia monument to logging\u201d.\u00a0<em>The Guardian<\/em>, 26\/VII\/2017.<\/span><\/p>\n<p id=\"5\">[II]\u00a0<span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">Cf. T. W. Crowther\u00a0<em>et al.<\/em>\u00a0(2015). \u201cMapping tree density at a global scale\u201d\u00a0<em>Nature,\u00a0<\/em>2\/IX\/2015.<\/span><\/p>\n<p id=\"6\">[III]\u00a0FAO\u00a0<em>State of the World forests<\/em>\u00a02012, p. 28.<\/p>\n<p id=\"7\">[IV]<span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">\u00a0Cf. Millennium Ecosystem Assessment, 2005. Ecosystems and Human Well-being: Biodiversity Synthesis.\u00a0<\/span>WRI, Washington, DC, 2005, pp. 12 e 18.<\/p>\n<p id=\"8\">[V]\u00a0Segundo\u00a0a FAO, \u201ca \u00e1rea total ocupada pelas pastagens (<em>livestock grazing<\/em>) \u00e9 de 3.433 milh\u00f5es de hectares, equivalente a 26% da superf\u00edcie terrestre do planeta livre de gelo\u201d.\u00a0<span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">Cf.\u00a0<\/span><em><span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">Livestock&#8217;s Long Shadow: Environmental Issues and Options<\/span><\/em><span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">, FAO, 2006.<\/span><\/p>\n<p id=\"9\">[VI]\u00a0<span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">Cf. Matthew C. Hansen\u00a0<em>et al.<\/em>, \u201cHigh-Resolution Global Maps of 21st-Century Forest Cover Change\u201d.\u00a0<\/span><em>Science<\/em>, 342, 6160, 15\/XI\/2013<strong>,\u00a0<\/strong>pp. 850-853. Perda de cobertura florestal \u00e9 mensurada aqui em \u00e1rvores de ao menos 5 metros e em \u00e1reas de 30 x 30 metros.<\/p>\n<p id=\"10\">[VII]\u00a0<span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">Cf. Mikaela Weisse, Liz Goldman, Nancy Harris, Matt Hansen, Svetlana Turubanova and Peter Potapov, \u201cGlobal tree cover loss remains high, and emerging patterns reveal shifting contributors\u201d,\u00a0<em>Global Forest Watch,\u00a0<\/em>18\/VII\/2017.<\/span><\/p>\n<p id=\"11\">[VIII]<span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">\u00a0Cf. James E.M. Watson\u00a0<em>et al.<\/em>, \u201cCatastrophic Declines in Wilderness Areas Undermine Global Environment Targets\u201d,\u00a0<em>Current Biology<\/em>, 7\/XI\/2016. \u00c1reas selvagens n\u00e3o incluem a Ant\u00e1rtica e \u201cother \u2018rock and ice\u2019 and \u2018lake\u2019 ecoregions\u201d.<\/span><\/p>\n<p id=\"12\">[IX]<span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">\u00a0Cf. OECD\u00a0<em>Environmental Outlook to 2050: The Consequences of Inaction<\/em>, 2012, pp. 22 e 157.<\/span><\/p>\n<p id=\"13\">[X]<span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">\u00a0Cf. Jonas Bush &amp; Jens Engelmann, \u2018The Future of Forests: Emissions from Tropical Deforestation with and without a Carbon Price, 2016-2050. Working Paper 411. Center for Global Development, 2015 (em rede).<\/span><\/p>\n[XI]<span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">\u00a0Cf. \u201cSaving Forests at Risk\u201d.\u00a0<\/span><em>WWF Living Forests Report<\/em>, 2015<em>.\u00a0<\/em>Cap\u00edtulo 5 (em rede).<\/p>\n[XII]<span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">\u00a0CF. IPCC-AR5, 2014, Climate Change. Synthesis Report, p. 35.<\/span><\/p>\n[XIII]<span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">\u00a0Cf.\u00a0Craig D. Allen\u00a0<em>et al.<\/em>, \u201cA global overview of drought and heat-induced tree mortality reveals emerging climate change risks for forests\u201d.\u00a0<em>Forest Ecology and Management<\/em>, 259, 2010, pp. 660-684. Veja-se tamb\u00e9m\u00a0Brendon Choat\u00a0<em>et al.<\/em><\/span><span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">, \u201cGlobal convergence in the vulnerability of forests to drought\u201d.\u00a0<em>Nature<\/em>, 21\/XI\/2012 e<\/span><span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">\u00a0William R. L. Anderlegg\u00a0<em>et al.<\/em>,\u00a0<\/span><span lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\">\u201cThe roles of hydraulic and carbon stress in a widespread climate-induced forest die-off\u201d.\u00a0<\/span><em><span lang=\"FR\" xml:lang=\"FR\">Proceedings of the National Academy of Science<\/span><\/em><span lang=\"FR\" xml:lang=\"FR\">, 109, 1, 13\/XII\/2011.<\/span><\/p>\n<p>Luiz Marques\u00a0\u00e9 professor livre-docente do Departamento de Hist\u00f3ria do IFCH \/Unicamp. Pela editora da Unicamp, publicou Giorgio Vasari,\u00a0Vida de Michelangelo\u00a0(1568), 2011 e\u00a0Capitalismo e Colapso ambiental, 2015, 2a edi\u00e7\u00e3o, 2016. Coordena a cole\u00e7\u00e3o Palavra da Arte, dedicada \u00e0s fontes da historiografia art\u00edstica, e participa com outros colegas do coletivo\u00a0Cris\u00e1lida, Crises SocioAmbientais Labor Interdisciplinar Debate &amp; Atualiza\u00e7\u00e3o\u00a0(crisalida.eco.br).<\/p>\n<p>Fonte &#8211;\u00a0Texto Luiz Marques, Fotos <a href=\"mailto:lcarlos@reitoria.unicamp.br\">Reprodu\u00e7\u00e3o \u00a0| Daniel Beltra &#8211; Greenpeace<\/a>, edi\u00e7\u00e3o de imagem Luis Paulo Silva, Jornal da UNICAMP de 31 de julho de 2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte:\u00a0University of Minnesota Institute on the Environment UMN Global Landscapes Initiative \u200bEclode,\u00a0nessa exclama\u00e7\u00e3o de Rilke, a verticalidade tot\u00eamica da \u00e1rvore, o mais majestoso tra\u00e7o de uni\u00e3o entre o c\u00e9u e a terra. Esses versos v\u00eam \u00e0 mente diante da amea\u00e7a de extin\u00e7\u00e3o dos maiores seres vivos terrestres do planeta, como o Jequitib\u00e1-Rosa, a Peroba-Rosa, a&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[29],"post_series":[],"class_list":["post-20606","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral","tag-desmatamento","entry","no-media"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O grande massacre das \u00e1rvores - FUNVERDE<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O grande massacre das \u00e1rvores - FUNVERDE\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Fonte:\u00a0University of Minnesota Institute on the Environment UMN Global Landscapes Initiative \u200bEclode,\u00a0nessa exclama\u00e7\u00e3o de Rilke, a verticalidade tot\u00eamica da \u00e1rvore, o mais majestoso tra\u00e7o de uni\u00e3o entre o c\u00e9u e a terra. Esses versos v\u00eam \u00e0 mente diante da amea\u00e7a de extin\u00e7\u00e3o dos maiores seres vivos terrestres do planeta, como o Jequitib\u00e1-Rosa, a Peroba-Rosa, a&hellip;\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"FUNVERDE\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/funverde\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2017-08-11T20:00:09+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/sites\/default\/files\/inline-images\/img_artigos_LM_grafico01_2017073.jpg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"funverde\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@funverde\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@funverde\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"funverde\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"9 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/\"},\"author\":{\"name\":\"funverde\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/bec97e35994e1efd40b63cb533e44277\"},\"headline\":\"O grande massacre das \u00e1rvores\",\"datePublished\":\"2017-08-11T20:00:09+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/\"},\"wordCount\":1879,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/sites\/default\/files\/inline-images\/img_artigos_LM_grafico01_2017073.jpg\",\"keywords\":[\"Desmatamento\"],\"articleSection\":[\"Geral\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/\",\"name\":\"O grande massacre das \u00e1rvores - FUNVERDE\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/sites\/default\/files\/inline-images\/img_artigos_LM_grafico01_2017073.jpg\",\"datePublished\":\"2017-08-11T20:00:09+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/sites\/default\/files\/inline-images\/img_artigos_LM_grafico01_2017073.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/sites\/default\/files\/inline-images\/img_artigos_LM_grafico01_2017073.jpg\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"O grande massacre das \u00e1rvores\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/\",\"name\":\"FUNVERDE\",\"description\":\"ONG criada em 1999, para melhorar o planeta, atrav\u00e9s da preserva\u00e7\u00e3o, recupera\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization\",\"name\":\"FUNVERDE\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Logo_Funverde.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Logo_Funverde.jpg\",\"width\":457,\"height\":499,\"caption\":\"FUNVERDE\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/funverde\",\"https:\/\/x.com\/funverde\",\"https:\/\/www.instagram.com\/funverde\/\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/bec97e35994e1efd40b63cb533e44277\",\"name\":\"funverde\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6dd413cb194962ed8eb124d2dce6f715?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6dd413cb194962ed8eb124d2dce6f715?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"funverde\"}}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O grande massacre das \u00e1rvores - FUNVERDE","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"O grande massacre das \u00e1rvores - FUNVERDE","og_description":"Fonte:\u00a0University of Minnesota Institute on the Environment UMN Global Landscapes Initiative \u200bEclode,\u00a0nessa exclama\u00e7\u00e3o de Rilke, a verticalidade tot\u00eamica da \u00e1rvore, o mais majestoso tra\u00e7o de uni\u00e3o entre o c\u00e9u e a terra. Esses versos v\u00eam \u00e0 mente diante da amea\u00e7a de extin\u00e7\u00e3o dos maiores seres vivos terrestres do planeta, como o Jequitib\u00e1-Rosa, a Peroba-Rosa, a&hellip;","og_url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/","og_site_name":"FUNVERDE","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/funverde","article_published_time":"2017-08-11T20:00:09+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/sites\/default\/files\/inline-images\/img_artigos_LM_grafico01_2017073.jpg","type":"","width":"","height":""}],"author":"funverde","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@funverde","twitter_site":"@funverde","twitter_misc":{"Escrito por":"funverde","Est. tempo de leitura":"9 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/"},"author":{"name":"funverde","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/bec97e35994e1efd40b63cb533e44277"},"headline":"O grande massacre das \u00e1rvores","datePublished":"2017-08-11T20:00:09+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/"},"wordCount":1879,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/sites\/default\/files\/inline-images\/img_artigos_LM_grafico01_2017073.jpg","keywords":["Desmatamento"],"articleSection":["Geral"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/","name":"O grande massacre das \u00e1rvores - FUNVERDE","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/sites\/default\/files\/inline-images\/img_artigos_LM_grafico01_2017073.jpg","datePublished":"2017-08-11T20:00:09+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/sites\/default\/files\/inline-images\/img_artigos_LM_grafico01_2017073.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.unicamp.br\/unicamp\/sites\/default\/files\/inline-images\/img_artigos_LM_grafico01_2017073.jpg"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-grande-massacre-das-arvores\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O grande massacre das \u00e1rvores"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#website","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/","name":"FUNVERDE","description":"ONG criada em 1999, para melhorar o planeta, atrav\u00e9s da preserva\u00e7\u00e3o, recupera\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization","name":"FUNVERDE","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Logo_Funverde.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Logo_Funverde.jpg","width":457,"height":499,"caption":"FUNVERDE"},"image":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/funverde","https:\/\/x.com\/funverde","https:\/\/www.instagram.com\/funverde\/"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/bec97e35994e1efd40b63cb533e44277","name":"funverde","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6dd413cb194962ed8eb124d2dce6f715?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6dd413cb194962ed8eb124d2dce6f715?s=96&d=mm&r=g","caption":"funverde"}}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20606"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20606"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20606\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20637,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20606\/revisions\/20637"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20606"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20606"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20606"},{"taxonomy":"post_series","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/post_series?post=20606"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}