{"id":20942,"date":"2017-09-01T09:00:51","date_gmt":"2017-09-01T12:00:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=20942"},"modified":"2025-12-18T05:42:40","modified_gmt":"2025-12-18T08:42:40","slug":"nao-se-adaptar-as-mudancas-climaticas-saira-no-minimo-cinco-vezes-mais-caro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/nao-se-adaptar-as-mudancas-climaticas-saira-no-minimo-cinco-vezes-mais-caro\/","title":{"rendered":"N\u00e3o se adaptar \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas sair\u00e1 no m\u00ednimo cinco vezes mais caro"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"http:\/\/agencia.fapesp.br\/agencia-novo\/lib\/photo.php?src=\/agencia-novo\/Control\/..\/imagens\/noticia\/25976.jpg&amp;w=395\" alt=\"N\u00e3o se adaptar \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas sair\u00e1 no m\u00ednimo cinco vezes mais caro\" width=\"761\" height=\"366\" \/><em>Estudo do Projeto Metr\u00f3pole, com Santos como modelo, considerou apenas preju\u00edzos imobili\u00e1rios. Pesquisadores estimam que, se nada for feito, perdas podem aumentar ainda mais ao se considerar \u00e1reas como sa\u00fade (foto: Ag\u00eancia FAPESP)<\/em><\/p>\n<p>Como outras cidades costeiras, a cidade de Santos, no litoral paulista, vive uma situa\u00e7\u00e3o que lembra a f\u00e1bula da formiga e da cigarra. Com a expectativa de que o n\u00edvel do mar continue a aumentar nos pr\u00f3ximos anos, enfrenta o dilema de se adaptar ao que vem pela frente ou ter que pagar o pre\u00e7o alto de ressacas e inunda\u00e7\u00f5es cada vez mais frequentes.<\/p>\n<p>A adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas implica obras caras para o or\u00e7amento de um munic\u00edpio. No caso de Santos, os valores est\u00e3o definidos. Um amplo estudo concluiu que o custo m\u00ednimo com obras na regi\u00e3o da Ponta da Praia de Santos e na Zona Noroeste ficaria em torno de R$ 300 milh\u00f5es. J\u00e1 o pre\u00e7o por n\u00e3o se adaptar \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas chegaria, pelo menos, \u00e0 cifra de R$ 1,5 bilh\u00e3o, fora todo o sofrimento causado \u00e0 popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cMas esse custo de R$ 1,5 bilh\u00e3o pode estar subestimado, uma vez que o modelo considera apenas a estrutura f\u00edsica de im\u00f3veis e os c\u00e1lculos s\u00e3o baseados no seu valor venal. Se incluirmos preju\u00edzos em outras \u00e1reas, como sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o, por exemplo, o valor chegaria facilmente a R$ 3 bilh\u00f5es\u201d, disse Jos\u00e9 Marengo, coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e coordenador do Projeto Metr\u00f3pole, \u00e0\u00a0<b>Ag\u00eancia FAPESP<\/b>.<\/p>\n<p>O c\u00e1lculo faz parte do resultado final do projeto,\u00a0<b><a href=\"http:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/81993\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">apoiado pela FAPESP<\/a><\/b>\u00a0e pelo\u00a0<b><a href=\"http:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/332\/belmont-forum\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Belmont Forum<\/a><\/b>, iniciativa internacional que estuda estrat\u00e9gias de adapta\u00e7\u00e3o aos impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas em tr\u00eas localidades costeiras: Santos, Selsey (Inglaterra) e o condado de Broward (Fl\u00f3rida, Estados Unidos).<\/p>\n<p>No projeto, que se encerra ap\u00f3s quatro anos de estudos, o grupo de pesquisadores do Cemaden, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), do Instituto Geol\u00f3gico (IG) e das universidades de S\u00e3o Paulo (USP) e Estadual de Campinas (Unicamp) seguiu tr\u00eas eixos de pesquisa: estimativa de perdas econ\u00f4micas e an\u00e1lise de capacidade adaptativa, modelagem dos extremos clim\u00e1ticos e impactos na sa\u00fade. Os cen\u00e1rios consideraram proje\u00e7\u00f5es para os anos de 2050 e 2100.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise dos impactos na sa\u00fade \u00e9 uma mostra de como os impactos clim\u00e1ticos s\u00e3o amplos, atingindo diversos setores da sociedade. Nela, os pesquisadores calcularam a rela\u00e7\u00e3o do aumento das temperaturas com a incid\u00eancia de dengue. Foi observado que, quando h\u00e1 essa conex\u00e3o, s\u00f3 os gastos com interna\u00e7\u00e3o e tratamento para pacientes, em Santos, sobem em pelo menos R$ 720 mil.<\/p>\n<p>\u201cA sa\u00fade \u00e9 um fator-chave que afeta diretamente a vida da popula\u00e7\u00e3o, por isso \u00e9 importante ter esses dados para justificar a necessidade das medidas adaptativas. Colocamos alguns valores, mas se juntarmos todas as doen\u00e7as relacionadas ao aumento de temperatura e \u00e0s inunda\u00e7\u00f5es, que desabrigam pessoas, conseguimos ver o real impacto desse problema na \u00e1rea da sa\u00fade\u201d, disse Luiz Eduardo Oliveira e Cruz de Arag\u00e3o, pesquisador do Inpe e integrante do projeto.<\/p>\n<p>Arag\u00e3o explica que o estudo de an\u00e1lise de risco e estrat\u00e9gia de adapta\u00e7\u00e3o identificou a conex\u00e3o entre o fen\u00f4meno do El Ni\u00f1o e o aumento dos casos de dengue nos ver\u00f5es de 2010 e 2015.<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 foi levantado que o El Ni\u00f1o causa aumento de temperatura e agora conseguimos relacionar esse aumento de temperatura an\u00f4malo com a prolifera\u00e7\u00e3o dos casos de dengue. \u00c9 importante essa liga\u00e7\u00e3o, pois conseguimos entender os padr\u00f5es clim\u00e1ticos e suas consequ\u00eancias e quantificar o impacto para a cidade\u201d, disse.<\/p>\n<p><b>Ci\u00eancia, poder p\u00fablico e popula\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>Em Santos, o n\u00edvel relativo do mar tem aumentado em taxas diferentes desde a d\u00e9cada de 1940. \u201cCom base em s\u00e9ries hist\u00f3ricas, identificamos dois poss\u00edveis cen\u00e1rios para a cidade, um mais realista (taxa de eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel relativo do mar de 0,36 cm\/ano) e outro, o pior dos cen\u00e1rios (taxa de 0,45 cm\/ano). Com base nesses dois cen\u00e1rios, a conclus\u00e3o foi que o n\u00edvel do mar pode aumentar entre 18 e 23 cent\u00edmetros at\u00e9 2050 e entre 36 e 45 cent\u00edmetros at\u00e9em 2100\u201d, disse Celia Regina de Gouveia Souza, pesquisadora do Instituto Geol\u00f3gico e participante do projeto.<\/p>\n<p>O modelo tamb\u00e9m considera a ocorr\u00eancia de eventos extremos, como mar\u00e9s meteorol\u00f3gicas e ressacas \u2013 cada vez mais frequentes por causa das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas \u2013 que resultam em um r\u00e1pido aumento do n\u00edvel do mar.<\/p>\n<p>Segundo Gouveia Souza, que mant\u00e9m um banco de dados sobre a ocorr\u00eancia desses eventos extremos na Baixada Santista (1928 a 2016), observou-se um aumento consider\u00e1vel do n\u00famero de eventos de ressaca por ano e outro aumento no n\u00famero de anos consecutivos com ressacas, a partir do final da d\u00e9cada de 1990.<\/p>\n<p>\u201cA s\u00e9rie hist\u00f3rica de dados maregr\u00e1ficos de Santos apontou que o n\u00edvel m\u00e1ximo atingido durante um desses eventos extremos durante a d\u00e9cada de 2000 foi de 146 cent\u00edmetros. As proje\u00e7\u00f5es indicam que ele poder\u00e1 atingir 160 cent\u00edmetros em 2050 e 166 cent\u00edmetros em 2100. Com isso, a cidade ficar\u00e1 ainda mais suscet\u00edvel e vulner\u00e1vel \u00e0s inunda\u00e7\u00f5es costeiras e a eros\u00e3o na praia aumentar\u00e1 e migrar\u00e1 na dire\u00e7\u00e3o do Bairro do Embar\u00e9 (Canal 4)\u201d, disse a pesquisadora do IG.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s analisarem os cen\u00e1rios de inunda\u00e7\u00f5es costeiras para 2050 e 2100 e obterem os danos potenciais sobre os im\u00f3veis atingidos, os pesquisadores compartilharam os resultados com a popula\u00e7\u00e3o de Santos e o poder p\u00fablico, para a indica\u00e7\u00e3o das melhores medidas de adapta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cNessas discuss\u00f5es com a popula\u00e7\u00e3o \u00e9 que apareceram as op\u00e7\u00f5es de adapta\u00e7\u00e3o. Uma delas \u00e9 a fortifica\u00e7\u00e3o: constru\u00e7\u00e3o de muros, diques e melhorar a estrutura. Em outros casos, h\u00e1 medidas como o engordamento da praia. Outra estrat\u00e9gia que vimos como necess\u00e1ria para Santos \u00e9 a recupera\u00e7\u00e3o dos manguezais, que entra na categoria de adapta\u00e7\u00e3o baseada em ecossistema\u201d, disse Marengo.<\/p>\n<p>\u201cAs medidas escolhidas pela popula\u00e7\u00e3o foram bastante adequadas. Esperamos agora que o projeto continue a ser encampado pela popula\u00e7\u00e3o e pelo poder p\u00fablico. Assim, teremos uma perspectiva bastante positiva de que o cen\u00e1rio sombrio n\u00e3o vai acontecer\u201d, disse Luci Hidalgo Nunes, pesquisadora da Unicamp e participante do projeto.<\/p>\n<p>Santos, onde est\u00e1 o maior porto da Am\u00e9rica Latina, foi escolhida pelos pesquisadores do Projeto Metr\u00f3pole como objeto de estudos n\u00e3o s\u00f3 pela relev\u00e2ncia econ\u00f4mica, mas tamb\u00e9m por ser a cidade costeira brasileira com melhor qualidade de dados hist\u00f3ricos sobre mar\u00e9s, chuvas, temperatura e ressacas.<\/p>\n<p>\u201cA adapta\u00e7\u00e3o, ainda que seja discutida pela ci\u00eancia e pelos tomadores de decis\u00e3o, tem que ter uma pol\u00edtica. Tem que partir do governo. \u00c9 uma a\u00e7\u00e3o que n\u00e3o pode parar e que, obviamente, tem que ter investimento. https:\/\/www.nsaero.com\/generic-cialis-in-the-usa\/  A cidade de Santos chegou a um alto n\u00edvel de conscientiza\u00e7\u00e3o, com um amplo di\u00e1logo entre popula\u00e7\u00e3o, tomadores de decis\u00e3o e academia. As obras devem ser feitas, pois quando isso fica apenas no papel \u00e9 o pior que pode acontecer\u201d, disse Marengo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/fpva-Q0paCo\" width=\"600\" height=\"400\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>Fonte &#8211; Maria Fernanda Ziegler, Ag\u00eancia FAPESP de 24 de agosto de 2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo do Projeto Metr\u00f3pole, com Santos como modelo, considerou apenas preju\u00edzos imobili\u00e1rios. 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