{"id":22264,"date":"2017-12-27T13:00:57","date_gmt":"2017-12-27T15:00:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=22264"},"modified":"2017-12-07T10:51:12","modified_gmt":"2017-12-07T12:51:12","slug":"estes-animais-ja-nao-existirao-em-2050","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/estes-animais-ja-nao-existirao-em-2050\/","title":{"rendered":"Estes animais j\u00e1 n\u00e3o existir\u00e3o em 2050"},"content":{"rendered":"<p class=\"articulo-subtitulo\">Mais de 25.000 esp\u00e9cies de animais e plantas est\u00e3o em perigo de extin\u00e7\u00e3o, segundo a Lista Vermelha de Esp\u00e9cies Amea\u00e7adas da Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (UICN). Muitos exemplares s\u00e3o afetados por crescentes amea\u00e7as provocadas pela a\u00e7\u00e3o humana. Estas s\u00e3o algumas das esp\u00e9cies de animais que se prev\u00ea que desapare\u00e7am antes de 2050 se n\u00e3o forem tomadas medidas para proteg\u00ea-las.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2017\/10\/17\/album\/1508240799_444335_1508248766_album_normal.jpg\" alt=\"A tartaruga angonoka (\u2018Astrochelys yniphora\u2019) conta com uma popula\u00e7\u00e3o de 400 indiv\u00edduos no noroeste de Madagascar. \u00c9 uma das esp\u00e9cies em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o, segundo a Lista Vermelha. Mas n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica: outras tartarugas tamb\u00e9m est\u00e3o amea\u00e7adas pela captura acidental em redes de pesca, pelo desaparecimento de seu h\u00e1bitat com a invas\u00e3o humana e pelo com\u00e9rcio ilegal. Estes animais se destinam principalmente ao setor alimentar de luxo, por seus ovos e sua carne.\" \/><span class=\"foto-titulo\">A tartaruga angonoka &#8211;\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">A tartaruga angonoka (\u2018Astrochelys yniphora\u2019) conta com uma popula\u00e7\u00e3o de 400 indiv\u00edduos no noroeste de Madagascar. \u00c9 uma das esp\u00e9cies em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o, segundo a Lista Vermelha. Mas n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica: outras tartarugas tamb\u00e9m est\u00e3o amea\u00e7adas pela captura acidental em redes de pesca, pelo desaparecimento de seu habitat com a invas\u00e3o humana e pelo com\u00e9rcio ilegal. Estes animais se destinam principalmente ao setor alimentar de luxo, por seus ovos e sua carne.\u00a0<\/span><span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-autor\">DEA\/C.DANI\/I. JESKE<\/span>\u00a0<span class=\"foto-agencia\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2017\/10\/17\/album\/1508240799_444335_1508847429_album_normal.jpg\" alt=\"A Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza estima que s\u00f3 existam cerca de 50 rinocerontes de Java (\u2018Rhinoceros sondaicus\u2019). Estes exemplares, que vivem na Indon\u00e9sia, s\u00e3o v\u00edtimas da ca\u00e7a ilegal destinada ao com\u00e9rcio dos chifres de rinoceronte. O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) alerta que o chifre pulverizado \u00e9 utilizado na medicina tradicional asi\u00e1tica como cura para as mais variadas doen\u00e7as: ressacas, febres e at\u00e9 c\u00e2ncer.\" \/><span class=\"foto-titulo\">O rinoceronte de Java &#8211;\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">A Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza estima que s\u00f3 existam cerca de 50 rinocerontes de Java (\u2018Rhinoceros sondaicus\u2019). Estes exemplares, que vivem na Indon\u00e9sia, s\u00e3o v\u00edtimas da ca\u00e7a ilegal destinada ao com\u00e9rcio dos chifres de rinoceronte. O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) alerta que o chifre pulverizado \u00e9 utilizado na medicina tradicional asi\u00e1tica como cura para as mais variadas doen\u00e7as: ressacas, febres e at\u00e9 c\u00e2ncer.\u00a0<\/span><span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-agencia\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2017\/10\/17\/album\/1508240799_444335_1508250131_album_normal.jpg\" alt=\"O pangolim \u00e9 a maior v\u00edtima do tr\u00e1fico de fauna selvagem, principalmente na \u00c1sia e na \u00c1frica. Nesses dois continentes h\u00e1 oito esp\u00e9cies diferentes de pangolim, duas delas em grave perigo de extin\u00e7\u00e3o, segundo a UICN: o pangolim-chin\u00eas (\u2018Manis pentadactyla\u2019) e o pangolim-malaio (\u2018Manis javanica\u2019). Esses pequenos mam\u00edferos s\u00e3o conhecidos por sua armadura protetora, j\u00e1 que se envolvem sobre si mesmos formando uma bola quando se sentem amea\u00e7ados. Sua cobertura escamosa se destina principalmente \u00e0 medicina tradicional chinesa em tratamentos contra diversas doen\u00e7as, como asma, reumatismo e artrite. Al\u00e9m disso, sua carne \u00e9 considerada uma iguaria em v\u00e1rios pa\u00edses asi\u00e1ticos.\" \/><span class=\"foto-titulo\">O pangolim-malaio &#8211;\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">O pangolim \u00e9 a maior v\u00edtima do tr\u00e1fico de fauna selvagem, principalmente na \u00c1sia e na \u00c1frica. Nesses dois continentes h\u00e1 oito esp\u00e9cies diferentes de pangolim, duas delas em grave perigo de extin\u00e7\u00e3o, segundo a UICN: o pangolim-chin\u00eas (\u2018Manis pentadactyla\u2019) e o pangolim-malaio (\u2018Manis javanica\u2019). Esses pequenos mam\u00edferos s\u00e3o conhecidos por sua armadura protetora, j\u00e1 que se envolvem sobre si mesmos formando uma bola quando se sentem amea\u00e7ados. Sua cobertura escamosa se destina principalmente \u00e0 medicina tradicional chinesa em tratamentos contra diversas doen\u00e7as, como asma, reumatismo e artrite. Al\u00e9m disso, sua carne \u00e9 considerada uma iguaria em v\u00e1rios pa\u00edses asi\u00e1ticos.\u00a0<\/span><span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-agencia\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2017\/10\/17\/album\/1508240799_444335_1508858802_album_normal.jpg\" alt=\"O boto do Pac\u00edfico (\u2018Phocoena sinus\u2019), tamb\u00e9m conhecido como vaquita marinha, \u00e9 a menor toninha existente e \u00e9 end\u00eamica do Alto Golfo da Calif\u00f3rnia, no M\u00e9xico. A principal amea\u00e7a para ela \u00e9 a captura acidental em redes de emalhar (arte de pesca passiva em que os peixes ou crust\u00e1ceos ficam presos em suas malhas), onde fica presa e se afoga. A maioria dessas redes \u00e9 usada ilegalmente para pescar camar\u00e3o e totoaba. A IUCN a classifica como uma esp\u00e9cie em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o e o Comit\u00ea Internacional para a Recupera\u00e7\u00e3o da Vaquita alertou, em um relat\u00f3rio publicado em fevereiro, que dos 60 cet\u00e1ceos que havia no ano passado, resta apenas metade agora.\" \/><span class=\"foto-titulo\">O boto do Pac\u00edfico &#8211;\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">O boto do Pac\u00edfico (\u2018Phocoena sinus\u2019), tamb\u00e9m conhecido como vaquita marinha, \u00e9 a menor toninha existente e \u00e9 end\u00eamica do Alto Golfo da Calif\u00f3rnia, no M\u00e9xico. A principal amea\u00e7a para ela \u00e9 a captura acidental em redes de emalhar (arte de pesca passiva em que os peixes ou crust\u00e1ceos ficam presos em suas malhas), onde fica presa e se afoga. A maioria dessas redes \u00e9 usada ilegalmente para pescar camar\u00e3o e totoaba. A IUCN a classifica como uma esp\u00e9cie em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o e o Comit\u00ea Internacional para a Recupera\u00e7\u00e3o da Vaquita alertou, em um relat\u00f3rio publicado em fevereiro, que dos 60 cet\u00e1ceos que havia no ano passado, resta apenas metade agora.\u00a0<\/span><span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-agencia\">GREENPEACE<\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2017\/10\/17\/album\/1508240799_444335_1509356629_album_normal.jpg\" alt=\"O axolote (\u2018Ambystoma mexicanum\u2019) \u00e9 end\u00eamico do M\u00e9xico e est\u00e1 em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o pela contamina\u00e7\u00e3o das \u00e1guas em que vive. Seu h\u00e1bitat s\u00e3o lagos e canais de \u00e1guas pouco profundas com muita vegeta\u00e7\u00e3o aqu\u00e1tica. A IUCN assinala que atualmente existem menos de 100 exemplares. Este anf\u00edbio tamb\u00e9m est\u00e1 amea\u00e7ado pela introdu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies de peixes que competem com ele ou s\u00e3o seus predadores.\" \/><span class=\"foto-titulo\">O axolote &#8211;\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">O axolote (\u2018Ambystoma mexicanum\u2019) \u00e9 end\u00eamico do M\u00e9xico e est\u00e1 em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o pela contamina\u00e7\u00e3o das \u00e1guas em que vive. Seu habitat s\u00e3o lagos e canais de \u00e1guas pouco profundas com muita vegeta\u00e7\u00e3o aqu\u00e1tica. A IUCN assinala que atualmente existem menos de 100 exemplares. Este anf\u00edbio tamb\u00e9m est\u00e1 amea\u00e7ado pela introdu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies de peixes que competem com ele ou s\u00e3o seus predadores.\u00a0<\/span><span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-agencia\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2017\/10\/17\/album\/1508240799_444335_1508251634_album_normal.jpg\" alt=\"Tanto os gorilas-do-rio-cross (\u2018Gorilla gorilla diehli\u2019, subesp\u00e9cie do gorila-do-ocidente, \u2018Gorilla gorilla\u2019), com menos de 300 exemplares, quanto os gorilas-do-oriente (\u2018Gorilla beringei\u2019), com 5.000, est\u00e3o classificados como esp\u00e9cies em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o na Lista Vermelha da UICN. Esses s\u00edmios africanos s\u00e3o capturados vivos e vendidos para ser mantidos em cativeiro, ou ent\u00e3o s\u00e3o mortos para o consumo de sua carne. Muitos desses animais acabam morrendo ao serem transportados, submetidos a grande estresse ou v\u00edtimas de doen\u00e7as. Na imagem aparece um gorila ocidental de seis anos na Rep\u00fablica Centro-Africana.\" \/><span class=\"foto-titulo\">Os gorilas-do-rio-cross &#8211;\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">Tanto os gorilas-do-rio-cross (\u2018Gorilla gorilla diehli\u2019, subesp\u00e9cie do gorila-do-ocidente, \u2018Gorilla gorilla\u2019), com menos de 300 exemplares, quanto os gorilas-do-oriente (\u2018Gorilla beringei\u2019), com 5.000, est\u00e3o classificados como esp\u00e9cies em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o na Lista Vermelha da UICN. Esses s\u00edmios africanos s\u00e3o capturados vivos e vendidos para ser mantidos em cativeiro, ou ent\u00e3o s\u00e3o mortos para o consumo de sua carne. Muitos desses animais acabam morrendo ao serem transportados, submetidos a grande estresse ou v\u00edtimas de doen\u00e7as. Na imagem aparece um gorila ocidental de seis anos na Rep\u00fablica Centro-Africana.\u00a0<\/span><span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-agencia\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2017\/10\/17\/album\/1508240799_444335_1509356103_album_normal.jpg\" alt=\"A popula\u00e7\u00e3o da doninha-europeia (\u2018Mustela lutreola\u2019) caiu pela metade nos \u00faltimos dez anos. A IUCN, que a classifica como uma esp\u00e9cie em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o desde 2011, prev\u00ea que essa diminui\u00e7\u00e3o se intensifique nos pr\u00f3ximos anos por causa da destrui\u00e7\u00e3o de seu h\u00e1bitat e dos efeitos da introdu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies predadoras. O WWF explica que na Europa h\u00e1 popula\u00e7\u00f5es pequenas e fragmentadas muito amea\u00e7adas. \u201cA doninha-europeia \u00e9, juntamente com o lince-ib\u00e9rico, o carn\u00edvoro mais amea\u00e7ado da Europa\u201d, assinala a organiza\u00e7\u00e3o.\" \/><span class=\"foto-titulo\">A doinha-europeia &#8211;\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">A popula\u00e7\u00e3o da doninha-europeia (\u2018Mustela lutreola\u2019) caiu pela metade nos \u00faltimos dez anos. A IUCN, que a classifica como uma esp\u00e9cie em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o desde 2011, prev\u00ea que essa diminui\u00e7\u00e3o se intensifique nos pr\u00f3ximos anos por causa da destrui\u00e7\u00e3o de seu h\u00e1bitat e dos efeitos da introdu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies predadoras. O WWF explica que na Europa h\u00e1 popula\u00e7\u00f5es pequenas e fragmentadas muito amea\u00e7adas. \u201cA doninha-europeia \u00e9, juntamente com o lince-ib\u00e9rico, o carn\u00edvoro mais amea\u00e7ado da Europa\u201d, assinala a organiza\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-agencia\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2017\/10\/17\/album\/1508240799_444335_1508855729_album_normal.jpg\" alt=\"O atum-do-sul (\u2018Thunnus maccoyii\u2019) vive nos oceanos Atl\u00e2ntico, \u00cdndico e Pac\u00edfico e aparece na Lista Vermelha como uma esp\u00e9cie em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o por sua pesca excessiva. Se o atual ritmo de explora\u00e7\u00e3o for mantido, esta esp\u00e9cie pode desaparecer: a IUCN alerta que a biomassa reprodutora diminuiu mais de 85% em menos de 40 anos (1973\u20132009).\" \/><span class=\"foto-titulo\">O atum-do-sul &#8211;\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">O atum-do-sul (\u2018Thunnus maccoyii\u2019) vive nos oceanos Atl\u00e2ntico, \u00cdndico e Pac\u00edfico e aparece na Lista Vermelha como uma esp\u00e9cie em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o por sua pesca excessiva. Se o atual ritmo de explora\u00e7\u00e3o for mantido, esta esp\u00e9cie pode desaparecer: a IUCN alerta que a biomassa reprodutora diminuiu mais de 85% em menos de 40 anos (1973\u20132009).\u00a0<\/span><span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-agencia\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2017\/10\/17\/album\/1508240799_444335_1508857202_album_normal.jpg\" alt=\"O l\u00eamure-gentil (\u2018Prolemur simus\u2019), que vive em Madagascar, aparece na Lista Vermelha como uma esp\u00e9cie em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o desde 2008. A popula\u00e7\u00e3o diminuiu 80% em menos de 30 anos por motivos como o corte de bambu, a minera\u00e7\u00e3o e a destrui\u00e7\u00e3o de seu h\u00e1bitat. Atualmente, a IUCN contabiliza cerca de 500 exemplares. Na imagem, um filhotinho no aconchego de sua m\u00e3e no zool\u00f3gico de Besan\u00e7on, no leste da Fran\u00e7a.\" \/><span class=\"foto-titulo\">O l\u00eamure-gentil &#8211;\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">O l\u00eamure-gentil (\u2018Prolemur simus\u2019), que vive em Madagascar, aparece na Lista Vermelha como uma esp\u00e9cie em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o desde 2008. A popula\u00e7\u00e3o diminuiu 80% em menos de 30 anos por motivos como o corte de bambu, a minera\u00e7\u00e3o e a destrui\u00e7\u00e3o de seu habitat. Atualmente, a IUCN contabiliza cerca de 500 exemplares. Na imagem, um filhotinho no aconchego de sua m\u00e3e no zool\u00f3gico de Besan\u00e7on, no leste da Fran\u00e7a.\u00a0<\/span><span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-autor\">SEBASTIEN BOZON<\/span>\u00a0<span class=\"foto-agencia\">AFP \/ GETTY IMAGES<\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2017\/10\/17\/album\/1508240799_444335_1508860074_album_normal.jpg\" alt=\"A iguana da Jamaica (\u2018Cyclura collei\u2019) est\u00e1 em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o, segundo a UICN. \u00c9 uma esp\u00e9cie end\u00eamica da Jamaica. N\u00e3o se sabe com precis\u00e3o quantos exemplares restam, mas se estima que sejam menos de 200. A popula\u00e7\u00e3o continua diminuindo por causa da destrui\u00e7\u00e3o de seu h\u00e1bitat e da introdu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies predadoras.\" \/><span class=\"foto-titulo\">A iguana da Jamaica &#8211;\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">A iguana da Jamaica (\u2018Cyclura collei\u2019) est\u00e1 em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o, segundo a UICN. \u00c9 uma esp\u00e9cie end\u00eamica da Jamaica. N\u00e3o se sabe com precis\u00e3o quantos exemplares restam, mas se estima que sejam menos de 200. A popula\u00e7\u00e3o continua diminuindo por causa da destrui\u00e7\u00e3o de seu habitat e da introdu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies predadoras.\u00a0<\/span><span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-agencia\">PIXABAY<\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2017\/10\/17\/album\/1508240799_444335_1509120053_album_normal.jpg\" alt=\"Os abutres-de-bico-longo (\u2018Gyps indicus\u2019) habitam em zonas montanhosas da \u00cdndia e outros pa\u00edses do sudeste asi\u00e1tico. Desde 1990 esses animais t\u00eam se envenenado com os rem\u00e9dios usados para tratar o gado, que \u00e9 sua principal fonte de alimento. A IUCN, que os classifica como uma esp\u00e9cie em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o, alerta que eles t\u00eam um papel fundamental na elimina\u00e7\u00e3o de restos de animais do meio ambiente. Dessa forma, controlam a propaga\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as.\" \/><span class=\"foto-titulo\">Os abutres-de-bico-longo &#8211;\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">Os abutres-de-bico-longo (\u2018Gyps indicus\u2019) habitam em zonas montanhosas da \u00cdndia e outros pa\u00edses do sudeste asi\u00e1tico. Desde 1990 esses animais t\u00eam se envenenado com os rem\u00e9dios usados para tratar o gado, que \u00e9 sua principal fonte de alimento. A IUCN, que os classifica como uma esp\u00e9cie em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o, alerta que eles t\u00eam um papel fundamental na elimina\u00e7\u00e3o de restos de animais do meio ambiente. Dessa forma, controlam a propaga\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as.\u00a0<\/span><span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-autor\">JEFFREY MCNEELY<\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2017\/10\/17\/album\/1508240799_444335_1508859191_album_normal.jpg\" alt=\"O ma\u00e7arico-bico-de-colher \u2018Eurynorhynchus pygmeus\u2019 \u00e9 uma ave que no ver\u00e3o habita o noroeste da R\u00fassia e no inverno, o sudeste da \u00c1sia. \u00c9 uma das esp\u00e9cies em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o, segundo a IUCN: sua popula\u00e7\u00e3o reprodutora est\u00e1 abaixo dos 200 exemplares. Isso se deve \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o de seu h\u00e1bitat pela contamina\u00e7\u00e3o, \u00e0 ca\u00e7a e aos efeitos do aquecimento global.\" \/><span class=\"foto-titulo\">O ma\u00e7arico-bico-de-colher &#8211;\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">O ma\u00e7arico-bico-de-colher \u2018Eurynorhynchus pygmeus\u2019 \u00e9 uma ave que no ver\u00e3o habita o noroeste da R\u00fassia e no inverno, o sudeste da \u00c1sia. \u00c9 uma das esp\u00e9cies em perigo cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o, segundo a IUCN: sua popula\u00e7\u00e3o reprodutora est\u00e1 abaixo dos 200 exemplares. 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Os cerca de 5.000 exemplares maduros desse tipo de gafanhoto vivem na Fran\u00e7a e s\u00e3o uma fonte importante de alimento para muitas aves, como o falc\u00e3o peneireiro-das-torres. \u201c\u00c9 prov\u00e1vel que estas esp\u00e9cies sejam afetadas pelo desaparecimento do gafanhoto, temos a responsabilidade de preserv\u00e1-lo\u201d, assinala uma fonte da IUCN.\" \/><span class=\"foto-titulo\">O gafanhoto de Crau &#8211;\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">O gafanhoto de Crau (\u2018Prionotropis rhodanica\u2019) est\u00e1 na Lista Vermelha da IUCN como uma esp\u00e9cie em estado cr\u00edtico de extin\u00e7\u00e3o pela destrui\u00e7\u00e3o de seu habitat. Os cerca de 5.000 exemplares maduros desse tipo de gafanhoto vivem na Fran\u00e7a e s\u00e3o uma fonte importante de alimento para muitas aves, como o falc\u00e3o peneireiro-das-torres. \u201c\u00c9 prov\u00e1vel que estas esp\u00e9cies sejam afetadas pelo desaparecimento do gafanhoto, temos a responsabilidade de preserv\u00e1-lo\u201d, assinala uma fonte da IUCN.\u00a0<\/span><span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-autor\">AXEL HOCHKIRCH<\/span><\/span><\/p>\n<p>Fonte &#8211; Isabel Rubio, EL Pa\u00eds de 03 de novembro de 2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais de 25.000 esp\u00e9cies de animais e plantas est\u00e3o em perigo de extin\u00e7\u00e3o, segundo a Lista Vermelha de Esp\u00e9cies Amea\u00e7adas da Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (UICN). Muitos exemplares s\u00e3o afetados por crescentes amea\u00e7as provocadas pela a\u00e7\u00e3o humana. 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