{"id":22484,"date":"2018-01-17T09:00:37","date_gmt":"2018-01-17T11:00:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=22484"},"modified":"2017-12-21T11:34:00","modified_gmt":"2017-12-21T13:34:00","slug":"coca-cola-guarana-e-a-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/coca-cola-guarana-e-a-amazonia\/","title":{"rendered":"Coca-Cola, guaran\u00e1 e a Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cartacapital.com.br\/blogs\/o-joio-e-o-trigo\/coca-cola-guarana-e-a-amazonia\/coca-cola-1\/@@images\/667c0e90-8747-4d15-8061-2620487f810d.jpeg\" alt=\"Coca Cola\" \/><em>Cindy Ord \/ Getty Images North America \/ AFP<\/em><\/p>\n<p><strong>Produtos da Coca-Cola: fornecedoras da companhia t\u00eam atua\u00e7\u00e3o pol\u00eamica<\/strong><br \/>\n<strong> Corpora\u00e7\u00f5es de refrigerantes se fixaram na regi\u00e3o com parcerias causadoras de danos ambientais e domina\u00e7\u00e3o cultural<\/strong><\/p>\n<p>A partir de Manaus (AM), uma viagem de 107 quil\u00f4metros pela BR-174 leva ao munic\u00edpio amazonense de Presidente Figueiredo. Apesar de registrar apenas 29 mil habitantes, terra \u00e9 o que n\u00e3o falta por l\u00e1. S\u00e3o vastos 25,4 mil quil\u00f4metros quadrados \u2013 \u00e1rea maior do que as de alguns pa\u00edses da Europa \u2013 que comp\u00f5em o territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>Dentro disso, se assentam 59 mil hectares de terreno pertencentes \u00e0 empresa sucroalcooleira Jayoro, dos quais 4,5 mil est\u00e3o ocupados por cana-de-a\u00e7\u00facar e 410 por p\u00e9s de guaran\u00e1.<\/p>\n<p>Instalada na regi\u00e3o em 1984, a usina, logo de cara, promove largo desmatamento. Nascida a partir do Pro\u00e1lcool, estimulado pela ditadura (1964-1985), com apoio da Superintend\u00eancia de Desenvolvimento da Amaz\u00f4nia (Sudam), faz predominar a monocultura da cana em detrimento de diversas esp\u00e9cies vegetais nativas e produz mat\u00e9ria-prima para combust\u00edvel de ve\u00edculos. Os esp\u00edritos da Amaz\u00f4nia praguejam e o plano d\u00e1 errado: nos anos 1990, a empresa trope\u00e7a e se torna uma pequena produtora de cacha\u00e7a, utilizando somente 300 hectares de canaviais. No entanto, a reza empresarial tamb\u00e9m \u00e9 brava. E a salva\u00e7\u00e3o vem. Em 1995, o empreendimento entra na mira de \u201cinvestidores-anjo\u201d. Entre eles, a Coca-Cola.<\/p>\n<p>O poder econ\u00f4mico da Jayoro aumenta e, consequentemente, a for\u00e7a pol\u00edtica cresce, o que facilita a vida da empresa para expandir o plantio, mesmo instalada num espa\u00e7o cercado por \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o ambiental e sob a acusa\u00e7\u00e3o de ter invadido terras p\u00fablicas quando chegou ao Amazonas pelas m\u00e3os da fam\u00edlia paulista Magid.<\/p>\n<p>J\u00e1 nos anos 90, a usina volta a destruir a floresta. Aproximadamente 10 mil hectares de mata s\u00e3o derrubados para retomar o ritmo do plantio da cana. Dessa vez, a motiva\u00e7\u00e3o \u00e9 o fornecimento do a\u00e7\u00facar, necess\u00e1rio \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de concentrado de refrigerantes, o popular xarope, que serve de base para engrossar as bebidas a\u00e7ucaradas e gaseificadas que enchem os copos e corpos de milh\u00f5es de brasileiros, e impulsionam os \u00edndices de obesidade, relacionados diretamente com diabetes e at\u00e9 13 tipos de c\u00e2nceres, de acordo com posicionamento recente do Instituto Nacional de C\u00e2ncer (Inca).<\/p>\n<p>De Presidente Figueiredo, o a\u00e7\u00facar \u00e9 despachado para a Zona Franca de Manaus, onde \u00e9 despejado na Recofarma Ind\u00fastria do Amazonas LTDA, fabricante de xarope e segunda maior engarrafadora de Coca-Cola do Brasil. A empresa \u00e9 controlada pelo Grupo Solar, de propriedade do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), e sua atividade foi abordada pelo\u00a0<em>O joio e o trigo<\/em>\u00a0nesta reportagem sobre\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"https:\/\/cartacapital.com.br\/revista\/981\/a-coca-cola-a-zona-franca-de-manaus-e-o-rombo-de-7-bilhoes\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">pol\u00eamicos incentivos tribut\u00e1rios recebidos pelo setor de bebidas a\u00e7ucaradas<\/a>. A triangula\u00e7\u00e3o Coca-Cola-Jayoro-Recofarma abastece todas as engarrafadoras no Brasil e tamb\u00e9m Argentina, Col\u00f4mbia, Paraguai, Venezuela, Uruguai e Bol\u00edvia.<\/p>\n<p>N\u00e3o bastassem os danos ambientais causados para incentivar uma monocultura que garanta a\u00e7\u00facar suficiente para a produ\u00e7\u00e3o de xarope-base do refrigerante carro-chefe, a dupla Coca\/Jayoro tamb\u00e9m se beneficia do tradicional plantio de guaran\u00e1 na Regi\u00e3o Amaz\u00f4nica. Maior usina sucroalcooleira do Amazonas, a Agropecu\u00e1ria Jayoro LTDA \u00e9 a respons\u00e1vel por grande parcela do a\u00e7\u00facar usado pela Recofarma. \u00c9 da Jayoro, tamb\u00e9m, que sai a totalidade do extrato de guaran\u00e1 usado no refrigerante Kuat, outro produto da corpora\u00e7\u00e3o que carrega a tentacular marca vermelha e branca.<\/p>\n<p>Mais dois problemas v\u00eam com a parceria firmada em 1995: primeiro, o uso de agrot\u00f3xicos. Dois: o vinhoto, res\u00edduo final do processo de fabrica\u00e7\u00e3o do a\u00e7\u00facar ou da destila\u00e7\u00e3o da qual se obt\u00e9m o \u00e1lcool, ou a aguardente de cana, que, se n\u00e3o for adequadamente tratado, provoca polui\u00e7\u00e3o de \u00e1guas. Depositados nas lagoas e igarap\u00e9s, s\u00e3o potentes contaminantes.<\/p>\n<p><strong>Acusa\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Den\u00fancias surgem. Principalmente, ap\u00f3s o in\u00edcio dos anos 2000. Segundo o t\u00e9cnico em agropecu\u00e1ria Paulo S\u00e9rgio Ribeiro, funcion\u00e1rio da Jayoro por 18 anos e entrevistado pela equipe da\u00a0<em>Rep\u00f3rter Brasil<\/em>, v\u00e1rios tipos de inseticidas eram aplicados nos canaviais com tratores e avi\u00f5es.<\/p>\n<p>O pesquisador e fil\u00f3sofo Egydio Schwade, um dos fundadores do Conselho Indigenista Mission\u00e1rio (Cimi), atualmente morador de Presidente Figueiredo, denuncia h\u00e1 tempos a situa\u00e7\u00e3o. E n\u00e3o poupa palavras. \u201cO projeto da Coca-Cola\/Jayoro j\u00e1 come\u00e7ou aniquilando em torno de 3 mil esp\u00e9cies de vegetais nativas para instalar a cana-de-a\u00e7\u00facar. Ap\u00f3s esse desastre ecol\u00f3gico, praticado com motosserras e tratores, imp\u00f5e o desastre qu\u00edmico sobre toda a regi\u00e3o, com o borrifo de venenos. Nenhuma esp\u00e9cie de planta ou animal nativo sobrevive naquele deserto\u201d, enfatiza.<\/p>\n<p>Schwade destaca, ainda, \u201cos efeitos nocivos sobre a terra e as pessoas\u201d, consequ\u00eancias da explora\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio e do envenenamento de trabalhadores dos canaviais por agrot\u00f3xicos. \u201cTopo, aqui, com trabalhadores intoxicados por venenos da Jayoro. Tem gente em cadeira de rodas, muitos v\u00e3o tossindo pelas ruas por \u2018causa desconhecida\u2019\u201d, diz.<\/p>\n<p><strong>Danos ao meio ambiente<\/strong><\/p>\n<p>A Jayoro j\u00e1 foi considerada publicamente como \u201cusina-modelo\u201d por Jos\u00e9 Mauro de Moraes, alto executivo da Coca-Cola Brasil. O Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal no Amazonas, entretanto, parece n\u00e3o concordar. Atento observador das atividades da empresa, o MPF j\u00e1 investigou, em 2008, a contamina\u00e7\u00e3o, por uso de agroqu\u00edmicos, de igarap\u00e9s na regi\u00e3o de Presidente Figueiredo.<\/p>\n<p>O Instituto de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental do Amazonas (Ipaam), \u00f3rg\u00e3o que fiscaliza quest\u00f5es relacionadas ao meio ambiente no estado, afirmou, no entanto, que a sucroalcooleira atendia \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o. O MPF, ent\u00e3o, solicitou ao instituto os laudos de an\u00e1lise das \u00e1guas. A devolutiva n\u00e3o foi satisfat\u00f3ria \u2013 apenas dizia que a licen\u00e7a da agropecu\u00e1ria estava em processo de avalia\u00e7\u00e3o, contradizendo a primeira resposta.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s nova investida do Minist\u00e9rio P\u00fablico, ainda em 2008, o \u00f3rg\u00e3o estadual n\u00e3o teve sa\u00edda: um parecer do Ipaam n\u00e3o renovou a licen\u00e7a ambiental da associada da Coca-Cola. Estranhamente, no ano seguinte, 2009, a empresa estava em plena atividade, sem a renova\u00e7\u00e3o anual de licen\u00e7a ambiental.<\/p>\n<p>Antes, em 2007 e 2008, a licen\u00e7a das lavouras da Jayoro s\u00f3 havia sido retomada gra\u00e7as \u00e0 assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ipaam, sob 13 condi\u00e7\u00f5es. Dentre elas, a corre\u00e7\u00e3o de rumos no uso de m\u00e9todos agressivos ao meio ambiente e \u00e0 popula\u00e7\u00e3o do entorno, a exemplo da queima de palha da cana-de-a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p>Dados conflitantes a respeito da agropecu\u00e1ria de propriedade da Coca n\u00e3o faltam. \u00danica usina amazonense registrada na Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP), a Jayoro declara possuir 4,5 mil hectares dedicados \u00e0 cana. Contudo, pesquisa do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente (MMA) feita em 2008 j\u00e1 mostrava que o cultivo amea\u00e7ava uma \u00e1rea priorit\u00e1ria para a biodiversidade.<\/p>\n<p>A \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (APA) da margem esquerda do Rio Negro, setor Aturi\u00e1\/Apuauzinho, constante do Mapa das \u00c1reas Priorit\u00e1rias para a Biodiversidade como \u201cde extrema import\u00e2ncia\u201d, sofria com o plantio de cana-de-a\u00e7\u00facar da usina, que estaria localizado sobre nascentes do rio Apua\u00fa, segundo o MMA.<\/p>\n<p><strong>O que diz a Jayoro<\/strong><\/p>\n<p>A Jayoro, por meio da sua dire\u00e7\u00e3o, se posiciona oficialmente afirmando que \u201cdeixou de queimar palha em 2010\u201d e que criou \u201cvoluntariamente\u201d um plano de mecaniza\u00e7\u00e3o do corte da planta.<\/p>\n<p>Os representantes da empresa se defendem quanto \u00e0 monocultura e \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o de agroqu\u00edmicos: afirmam que, hoje, a linha\u00e7a \u00e9 o fertilizante aplicado no solo e que n\u00e3o h\u00e1 uso de inseticidas. Ainda certificam que n\u00e3o plantam cana perto de cursos d\u00b4\u00e1gua.<\/p>\n<p>Sobre a a\u00e7\u00e3o movida pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal no Amazonas, o discurso \u00e9 de que a den\u00fancia \u00e9 baseada em \u201cfatos inver\u00eddicos\u201d e que n\u00e3o existe registro de doen\u00e7a respirat\u00f3ria ou de qualquer outra natureza que tenha como agente causador a queima da palha da cana-de-a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, diretores da empresa refutaram a tese de que inc\u00eandios tenham provocado a morte de animais, mas um deles, Camillo Pachikoski, em 2013, chegou a admitir publicamente que \u201cse porventura houvesse risco, o animal teria chance de fuga.\u201d<\/p>\n<p><strong>O que diz a Coca-Cola<\/strong><\/p>\n<p>A Coca-Cola, que mostra orgulho em incentivar programas de prote\u00e7\u00e3o ao meio ambiente e que possui uma p\u00e1gina oficial na Internet para \u201cdesmentir boatos\u201d,\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"https:\/\/www.cartacapital.com.br\/economia\/o-que-faremos-com-o-aquifero-guarani\" target=\"_self\">n\u00e3o parece t\u00e3o preocupada realmente com a condi\u00e7\u00e3o socioambiental<\/a>\u00a0e faz somente uma men\u00e7\u00e3o \u00e0 Jayoro em todo o site da corpora\u00e7\u00e3o no Brasil, num texto sobre agroflorestas.<\/p>\n<p><strong>O Guaran\u00e1 e a Amaz\u00f4nia<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m das vermelhas e brancas, \u201cmarcas verdes\u201d tamb\u00e9m t\u00eam bra\u00e7os poderosos. E eles envolvem a Amaz\u00f4nia num abra\u00e7o apertado, capaz de sufocar. As megaempresas de refrigerantes s\u00e3o das poucas ultraprivilegiadas que est\u00e3o inseridas na produ\u00e7\u00e3o de bens cuja mat\u00e9ria-prima est\u00e1 no Amazonas.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cartacapital.com.br\/blogs\/o-joio-e-o-trigo\/coca-cola-guarana-e-a-amazonia\/guarana\" \/><em>O fruto do guaran\u00e1: nativo da Amaz\u00f4nia (Felipe Rosa \/ Embrapa)<\/em><\/p>\n<p>L\u00e1, a Paullinia Cupana (a fruta do guaran\u00e1) foi descoberta como elemento alimentar e medicinal pela tribo Sater\u00e9-Maw\u00e9, \u00edndios conhecidos como \u201cos filhos do guaran\u00e1\u201d. Segundo o artigo\u00a0<em>Da trajet\u00f3ria secular aos novos caminhos do guaran\u00e1: desafios e perspectivas da produ\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia do s\u00e9culo XVII ao s\u00e9culo XXI<\/em>, dos pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) Arenilton Monteiro Serr\u00e3o, Manuel de Jesus Masulo da Cruz e Luis Fernando Bel\u00e9m da Costa, tal heran\u00e7a cultural foi transformada em bebida com fins comerciais pela primeira vez no s\u00e9culo 19, por mercadores mato-grossenses que davam aos \u00edndios \u201cespelhos, pentes e outros produtos sup\u00e9rfluos\u201d em troca da fruta, para depois negociar com compradores europeus.<\/p>\n<p>Com o avan\u00e7o da tecnologia, toda a esfera social, pol\u00edtica e econ\u00f4mica at\u00e9 ent\u00e3o existente foi desmantelada, aponta o trabalho.<\/p>\n<p>O Guaran\u00e1 Ant\u00e1rctica que, historicamente, usa publicidade com mensagens mostrando que \u00e9 desse cultivo amaz\u00f4nico que sai a base da bebida a\u00e7ucarada, tem papel central nesse desmonte. O orgulhoso discurso do marketing empresarial se coloca na posi\u00e7\u00e3o de \u201crefrigerante original do Brasil\u201d. A realidade crua revela, entretanto, que a compra feroz da fruta, iniciada h\u00e1 mais de 50 anos pela ent\u00e3o empresa paulista Ant\u00e1rctica, apropriou-se da\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"http:\/\/www.cartaeducacao.com.br\/aulas\/lendas-indigenas-para-criancas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">cultura dos Sater\u00e9-Maw\u00e9<\/a>, afetando as rela\u00e7\u00f5es produtivas coletivas, que, hoje, segundo os pesquisadores da Ufam, se d\u00e3o \u201cde forma monopolista.\u201d<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a fus\u00e3o entre Ant\u00e1rctica e Brahma, que criou a AmBev, em 1999, a apropria\u00e7\u00e3o e a monopoliza\u00e7\u00e3o aumentaram agressivamente. Em 21 de outubro daquele ano, executivos de AmBev e PepsiCo Inc estabeleceram um acordo que previa o compromisso de distribuir o guaran\u00e1 (waran\u00e1, na l\u00edngua Sater\u00e9-Maw\u00e9) para mais de 175 pa\u00edses, levando o produto a uma escalada mundial. O trato foi acertado em audi\u00eancia com o ent\u00e3o presidente da Rep\u00fablica, Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP).<\/p>\n<p>Esse per\u00edodo, de acordo com o estudo, marca tamb\u00e9m o in\u00edcio da decad\u00eancia produtiva do Amazonas, em especial do munic\u00edpio de Mau\u00e9s, a 253 quil\u00f4metros de Manaus e terra do povo Sater\u00e9-Maw\u00e9. Inclusive, o posto de maior produtor de guaran\u00e1 acabou perdido pelo estado para a Bahia, essencialmente por fatores ligados \u00e0s pesquisas agron\u00f4micas, renova\u00e7\u00e3o dos guaranazais e produ\u00e7\u00e3o em grande escala.<\/p>\n<p>\u201cO guaran\u00e1 deixou de ser um produto genuinamente Sater\u00e9- Maw\u00e9 e tornou-se uma marca conhecida mundialmente, onde o marketing principal cavalga em alus\u00e3o \u00e0 indica\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, como parte integrante de uma cultura ind\u00edgena secular amaz\u00f4nica, e a venda dessa imagem \u00e9 um fator preponderante na arte da acumula\u00e7\u00e3o do capital sobre essa cultura\u201d, conclui o pesquisador Arenilton Monteiro Serr\u00e3o.<\/p>\n<p>A reportagem d&#8217;\u00a0<em>O Joio e o Trigo<\/em>\u00a0buscou contato tanto com a Coca-Cola quanto com a Ambev, mas n\u00e3o obteve resposta.<\/p>\n<p>Fonte &#8211; Moriti Neto, O joio e o Trigo de 17 de dezembro de2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cindy Ord \/ Getty Images North America \/ AFP Produtos da Coca-Cola: fornecedoras da companhia t\u00eam atua\u00e7\u00e3o pol\u00eamica Corpora\u00e7\u00f5es de refrigerantes se fixaram na regi\u00e3o com parcerias causadoras de danos ambientais e domina\u00e7\u00e3o cultural A partir de Manaus (AM), uma viagem de 107 quil\u00f4metros pela BR-174 leva ao munic\u00edpio amazonense de Presidente Figueiredo. 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