{"id":22522,"date":"2017-12-31T09:00:11","date_gmt":"2017-12-31T11:00:11","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=22522"},"modified":"2017-12-27T10:15:40","modified_gmt":"2017-12-27T12:15:40","slug":"preservacao-e-conservacao-da-natureza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/preservacao-e-conservacao-da-natureza\/","title":{"rendered":"Preserva\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o da natureza"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ecodebate.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/20171220-171220.jpg\" alt=\"ego x eco\" \/><\/p>\n<p><em>\u201c\u00c9 triste pensar que a natureza fala e que a humanidade n\u00e3o a ouve\u201d<\/em><br \/>\n<em>Victor Hugo (1802-1885)<\/em><\/p>\n<p>Preservar e conservar o meio ambiente s\u00e3o tarefas essenciais, pois a humanidade depende da natureza e n\u00e3o o contr\u00e1rio. As atividades econ\u00f4micas necess\u00e1rias para a sobreviv\u00eancia do ser humano e a expans\u00e3o do bem-estar das pessoas dependem da sa\u00fade dos ecossistemas. Sem ECOlogia n\u00e3o h\u00e1 ECOnomia.<\/p>\n<p>Preserva\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o s\u00e3o termos diferentes, mas que podem ser equacionados em uma vis\u00e3o hol\u00edstica de sustentabilidade ecoc\u00eantrica. Preserva\u00e7\u00e3o quer dizer prote\u00e7\u00e3o integral, ou seja, manter um determinado ecossistema intacto e sem interfer\u00eancia da a\u00e7\u00e3o humana (\u00e1reas anec\u00famenas). Conserva\u00e7\u00e3o significa explora\u00e7\u00e3o das riquezas naturais, com avalia\u00e7\u00e3o de custos e benef\u00edcios, garantindo a sustentabilidade para as atuais e futuras gera\u00e7\u00f5es (\u00e1reas ec\u00famenas).<\/p>\n<p>O grande problema do mundo atual n\u00e3o \u00e9 a diferen\u00e7a entre preserva\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o, mas sim a predomin\u00e2ncia generalizada da degrada\u00e7\u00e3o ambiental. O crescimento das atividades antr\u00f3picas aumentou muito desde o in\u00edcio do capitalismo industrial, energizado pelos combust\u00edveis f\u00f3sseis. Segundo o site Our World in Data, em 1820, cerca de 94% da popula\u00e7\u00e3o mundial vivia abaixo da linha da extrema pobreza, contra menos de 10% atualmente.<\/p>\n<p>Mas o crescimento exponencial ganhou momento depois da \u201cgrande acelera\u00e7\u00e3o\u201d que aconteceu ap\u00f3s a 2\u00aa Guerra Mundial. A popula\u00e7\u00e3o mundial passou de 2,5 bilh\u00f5es de habitantes em 1950 para 7,5 bilh\u00f5es em 2017. Enquanto a popula\u00e7\u00e3o mundial triplicou de tamanho, a economia internacional foi multiplicada por 12 vezes. A renda per capita subiu 4 vezes. Ou seja, em 2016 havia 3 vezes mais gente no mundo, do que em 1950, e cada pessoa ganhava e consumia, em m\u00e9dia, 4 vezes mais bens e servi\u00e7os. Isto significa mais explora\u00e7\u00e3o e extra\u00e7\u00e3o de recursos da natureza e mais polui\u00e7\u00e3o e descarte de res\u00edduos t\u00f3xicos, s\u00f3lidos e l\u00edquidos.<\/p>\n<p>A humanidade ultrapassou a capacidade de carga do Planeta. A Global Footprint Network mostra que em 1961 havia super\u00e1vit ambiental no mundo e as atividades antr\u00f3picas ocupavam apenas 73% da biocapacidade da Terra. Mas, com a \u201cgrande acelera\u00e7\u00e3o\u201d do Antropoceno, a reserva ecol\u00f3gica foi sendo reduzida e, a partir de 1970, o super\u00e1vit se transformou em d\u00e9ficit ambiental. Em 2013, a pegada ecol\u00f3gica per capita do mundo subiu para 2,87 gha e a biocapacidade caiu para 1,71 gha. As atividades antr\u00f3picas passaram a utilizar 168% da biocapacidade, ou seja, o d\u00e9ficit ambiental chegou a 68%, em 2013, e continua crescendo.<\/p>\n<p>Segundo o Stockholm Resilience Centre a humanidade j\u00e1 ultrapassou 4 das nove fronteiras planet\u00e1rias. Duas delas, a Mudan\u00e7a clim\u00e1tica e a Integridade da biosfera, s\u00e3o o que os cientistas chamam de \u201climites fundamentais\u201d e tem o potencial para conduzir o equil\u00edbrio homeost\u00e1tico do Sistema Terra ao colapso.<\/p>\n<p>Assim, o rumo atual da economia internacional \u00e9 insustent\u00e1vel, pois o progresso humano ocorre \u00e0s custas do retrocesso ambiental e sem os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos e as contribui\u00e7\u00f5es da biodiversidade \u00e9 imposs\u00edvel manter o alto padr\u00e3o de vida humana. Portanto, \u00e9 preciso preservar as \u00e1reas anec\u00famenas e conservar as \u00e1reas ec\u00famenas. Al\u00e9m disto, \u00e9 preciso ampliar as \u00e1reas anec\u00famenas (aumentar as \u00e1reas preservadas e sem a presen\u00e7a humana) e decrescer as \u00e1reas ec\u00famenas (conservando da melhor maneira poss\u00edvel o meio ambiente nas \u00e1reas com explora\u00e7\u00e3o antr\u00f3pica sobre o meio ambiente).<\/p>\n<p>Por exemplo, n\u00e3o faz sentido, do ponto de vista da sustentabilidade, liberar a explora\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio e de petr\u00f3leo no \u00c1rtico, na Ant\u00e1rtica e nos parques nacionais. Assim como n\u00e3o faz sentido aumentar a presen\u00e7a humana em territ\u00f3rios selvagens, quando o mundo caminha para a 6\u00aa extin\u00e7\u00e3o em massa das esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>As correntes que defendem a conserva\u00e7\u00e3o ambiental s\u00e3o aquelas acreditam ser poss\u00edvel conciliar o desenvolvimento econ\u00f4mico com a sustentabilidade ambiental. Os Objetivos do Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (ODS) se encaixam nesta perspectiva. Por\u00e9m, est\u00e1 cada vez mais dif\u00edcil conciliar desenvolvimento com sustentabilidade, pois:<\/p>\n<p>\u2013 A concentra\u00e7\u00e3o de CO2 j\u00e1 ultrapassou 400 ppm em 2014 e ultrapassou 410 ppm em abril de 2017. O n\u00edvel seguro \u00e9 350 ppm;<\/p>\n<p>\u2013 A temperatura m\u00e9dia global do Planeta j\u00e1 ultrapassou 1,1 graus em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo pr\u00e9-industrial e o mundo caminha para a maior temperatura dos \u00faltimos 5 milh\u00f5es de anos;<\/p>\n<p>\u2013 A \u00faltima vez que a temperatura ultrapassou 2 graus o n\u00edvel do mar subiu 6 metros. Existem 2 bilh\u00f5es de pessoas que vivem em \u00e1reas at\u00e9 2 metros do n\u00edvel do mar;<\/p>\n<p>\u2013 O degelo conjunto do \u00c1rtico e da Ant\u00e1rtica bateu todos os recordes de baixa em mar\u00e7o de 2017;<\/p>\n<p>\u2013 A acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos est\u00e1 matando a vida marinha e um exemplo \u00e9 a Grande Barreira de Corais da Austr\u00e1lia. H\u00e1 sobrepesca e deple\u00e7\u00e3o dos estoques de peixe;<\/p>\n<p>\u2013 Os oceanos ter\u00e3o mais pl\u00e1sticos do que peixes em 2050;<\/p>\n<p>\u2013\u00a0Houve queda de 58% na popula\u00e7\u00e3o de animais selvagens no mundo entre 1970 e 2012. At\u00e9 2020, a perda pode alcan\u00e7ar a impressionante cifra de dois ter\u00e7os. Ou seja, 2 em cada 3 animais estar\u00e3o extintos num per\u00edodo de 50 anos;<\/p>\n<p>\u2013 A degrada\u00e7\u00e3o do permafrost pode liberar metano e CO2 capaz de gerar uma situa\u00e7\u00e3o apocal\u00edptica.<\/p>\n<p>Diante deste quatro de degrada\u00e7\u00e3o ambiental fica dif\u00edcil acreditar na possibilidade de manter o rumo do desenvolvimento com a conserva\u00e7\u00e3o ambiental. O atual impasse que o mundo passa hoje poderia ter sido evitado se tivesse os autores do s\u00e9culo XIX que alertaram para os perigos da racionalidade instrumental que via a natureza apenas como meio de enriquecimento humano, sem se importar com os direitos intr\u00ednsecos da natureza. O enriquecimento humano n\u00e3o pode se dar em fun\u00e7\u00e3o do empobrecimento ecol\u00f3gico.<\/p>\n<p>O ser humano n\u00e3o tem uma rela\u00e7\u00e3o simbi\u00f3tica com a natureza. As abelhas, por exemplo, sugam a seiva das flores, mas n\u00e3o as destroem. Ao contr\u00e1rio, elas s\u00e3o polinizadoras. Quanto mais abelhas sugarem o n\u00e9ctar das flores, mais flores nascer\u00e3o do processo de poliniza\u00e7\u00e3o. Mas o ser humano tem uma rela\u00e7\u00e3o parasit\u00e1ria com a natureza, pois para se multiplicar causa preju\u00edzo a outras esp\u00e9cies e aos ecossistemas hospedeiros. A esp\u00e9cie humana \u00e9 do g\u00eanero ectoparasita. Um ectoparasita que est\u00e1 matando o seu pr\u00f3prio hospedeiro. A humanidade vive do parasitismo ecol\u00f3gico e est\u00e1 provocando um holocausto biol\u00f3gico.<\/p>\n<p>Autores como Alexander von Humboldt (1769-1859), Henry David Thoreau (1817-1862) e John Muir (1838-1914) foram grandes defensores da natureza, da preserva\u00e7\u00e3o ambiental e de uma rela\u00e7\u00e3o mais simbi\u00f3tica entre todos os seres vivos da Terra. Estes autores tamb\u00e9m foram inspiradores da Ecologia Profunda (Deep Ecology), que \u00e9 uma corrente preservacionista.<\/p>\n<p>A Ecologia Profunda \u00e9 um conceito filos\u00f3fico que considera que todos os elementos vivos da natureza devem ser respeitados, assim como deve ser garantido o equil\u00edbrio da biosfera. O termo surgiu quando, em 1972, foi publicado o artigo \u201cThe shallow and the deep, long range ecology movement. A summary\u201d, do fil\u00f3sofo e ambientalista noruegu\u00eas Arne Naess (1912-2009). Ele distinguiu as correntes ambientais entre movimentos superficiais ou rasos (com tend\u00eancia antropoc\u00eantrica e egoc\u00eantrica) e movimentos profundos (n\u00e3o antropoc\u00eantricos, mas ecoc\u00eantricos). Os movimentos rasos (ou maquiagem verde) limitam-se a tentar minimizar os problemas ambientais e garantir o enriquecimento das sucessivas gera\u00e7\u00f5es humanas (a despeito do empobrecimento da natureza), enquanto a Ecologia Profunda vai na raiz dos problemas ambientais e defende os direitos de toda a comunidade bi\u00f3tica.<\/p>\n<p>Na defini\u00e7\u00e3o do f\u00edsico, ambientalista e escritor Fritjof Capra (nascido em 1939): \u201cA ecologia rasa \u00e9 antropoc\u00eantrica, ou centralizada no ser humano. Ela v\u00ea os seres humanos como situados acima ou fora da natureza, como a fonte de todos os valores, e atribui apenas um valor instrumental, ou de \u2018uso\u2019, \u00e0 natureza. A ecologia profunda n\u00e3o separa seres humanos \u2013 ou qualquer outra coisa \u2013 do meio ambiente natural. Ela v\u00ea o mundo, n\u00e3o como uma cole\u00e7\u00e3o de objetos isolados, mas como uma rede de fen\u00f4menos que est\u00e3o fundamentalmente interconectados e interdependentes. A ecologia profunda reconhece o valor intr\u00ednseco de todos os seres vivos e concebe os seres humanos apenas como um fio particular na teia da vida\u201d.<\/p>\n<p>H\u00e1 10.000 anos os seres humanos e seus animais representavam menos de um d\u00e9cimo de um por cento da biomassa dos vertebrados da terra. Agora, eles s\u00e3o 97 por cento. O bi\u00f3logo da Universidade de Harvard, Edward Osborne Wilson acredita que o ser humano est\u00e1 provocando um \u201cholocausto biol\u00f3gico\u201d e para evitar a \u201cextin\u00e7\u00e3o em massa de esp\u00e9cies\u201d, ele prop\u00f5e uma estrat\u00e9gia para destinar METADE DO PLANETA exclusivamente para a prote\u00e7\u00e3o dos animais. Isto significa preservar metade da \u00e1rea do planeta e conservar a outra metade. \u00c9 preciso reselvagerizar o mundo.<\/p>\n<p>Desta forma, preserva\u00e7\u00e3o ambiental n\u00e3o \u00e9 \u201cmito moderno da natureza intocada\u201d, mas sim uma postura \u00e9tica de respeito \u00e0 natureza e a favor da sustentabilidade ecoc\u00eantrica. A conserva\u00e7\u00e3o \u00e9 importante na perspectiva de diminui\u00e7\u00e3o das \u00e1reas ec\u00famenas, por meio do decrescimento demoecon\u00f4mico.<\/p>\n<p>Preservar a natureza e conter a expans\u00e3o humana sobre os ecossistemas visa n\u00e3o s\u00f3 evitar o ecoc\u00eddio, mas tamb\u00e9m evitar o suic\u00eddio, pois a humanidade n\u00e3o pode viver sem a natureza e sem respeitar o equil\u00edbrio homeost\u00e1tico do clima.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Eust\u00e1quio Diniz Alves, Colunista do Portal EcoDebate, \u00e9 Doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em Popula\u00e7\u00e3o, Territ\u00f3rio e Estat\u00edsticas P\u00fablicas da Escola Nacional de Ci\u00eancias Estat\u00edsticas \u2013 ENCE\/IBGE; Apresenta seus pontos de vista em car\u00e1ter pessoal.<\/p>\n<p>Fonte &#8211;\u00a0EcoDebate de 20 de dezembro de 2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201c\u00c9 triste pensar que a natureza fala e que a humanidade n\u00e3o a ouve\u201d Victor Hugo (1802-1885) Preservar e conservar o meio ambiente s\u00e3o tarefas essenciais, pois a humanidade depende da natureza e n\u00e3o o contr\u00e1rio. 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