{"id":22707,"date":"2018-02-02T09:00:21","date_gmt":"2018-02-02T11:00:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=22707"},"modified":"2018-01-23T16:58:05","modified_gmt":"2018-01-23T18:58:05","slug":"o-ano-de-2017-foi-o-terceiro-mais-quente-do-antropoceno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-ano-de-2017-foi-o-terceiro-mais-quente-do-antropoceno\/","title":{"rendered":"O ano de 2017 foi o terceiro mais quente do Antropoceno"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ecodebate.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/20180122-180122a.jpg\" alt=\"ano de 2017 foi o terceiro mais quente desde o in\u00edcio dos registros em 1880\" \/><\/p>\n<p>O ano de 2017 foi o terceiro mais quente, desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica, dos registros da temperatura da superf\u00edcie do Planeta, que come\u00e7ou em 1880. Muitas pessoas falaram do frio extremo que aconteceu na costa leste dos EUA e em outros lugares do mundo como contesta\u00e7\u00e3o do aquecimento global. Mas no mesmo per\u00edodo a costa oeste dos EUA estava batendo recordes de temperaturas elevadas, assim como Sydney, na Austr\u00e1lia e v\u00e1rios outros lugares do globo.<\/p>\n<p>O fato \u00e9 que os quatro anos mais quentes desde o in\u00edcio do Antropoceno (\u00e9poca em que os humanos se transformaram em uma for\u00e7a global de desequil\u00edbrio clim\u00e1tico e destrui\u00e7\u00e3o da vida na Terra) aconteceram nos \u00faltimos quatro anos, sendo que em 2014 o aumento da temperatura foi de 0,74\u00ba Celsius, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia do s\u00e9culo XX, 2015 foi de 0,90\u00ba C, 2016 de 0,94\u00ba C e 2017 foi de 0,84\u00ba C. O quinto ano mais quente foi 2010 com 0,70\u00ba C e o ano mais quente do s\u00e9culo XX foi 1998, com 0,63\u00ba C, conforme pode ser visto no gr\u00e1fico acima da Administra\u00e7\u00e3o Oce\u00e2nica e Atmosf\u00e9rica Nacional (NOAA na sigla em ingl\u00eas).<\/p>\n<p>Quando se considera como base o per\u00edodo pr\u00e9-industrial a medi\u00e7\u00e3o do aquecimento mostra um n\u00famero ainda mais preocupante. Segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Meteorol\u00f3gica Mundial (OMM), a temperatura m\u00e9dia global da superf\u00edcie em 2017 foi de aproximadamente 1,1\u00ba Celsius acima da era pr\u00e9-industrial. A OMM usa o per\u00edodo 1880-1900 como per\u00edodo de refer\u00eancia para as condi\u00e7\u00f5es pr\u00e9-industriais. O gr\u00e1fico acima mostra que a temperatura m\u00e9dia de 1880 a 1900 estava cerca de 0,25\u00ba C abaixo da m\u00e9dia do s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p>Isto faz com que a temperatura global da atual d\u00e9cada esteja pouco mais de 1\u00ba C acima do n\u00edvel do per\u00edodo pr\u00e9-industrial. Dezesseis dos dezessete anos mais quentes do Antropoceno est\u00e3o no s\u00e9culo XXI (a \u00fanica exce\u00e7\u00e3o \u00e9 1998). Nota-se que o aquecimento global se acelerou nas \u00faltimas 5 d\u00e9cadas. Entre 1970 e 2017 a varia\u00e7\u00e3o m\u00e9dia por d\u00e9cada foi de 0,18%. Neste ritmo, o limite de 1,5\u00ba C estabelecido pelo Acordo de Paris ser\u00e1 ultrapassado antes de 2040 e o limite de 2\u00ba C ser\u00e1 ultrapassado antes de 2070. As consequ\u00eancias podem ser desastrosas e catastr\u00f3ficas.<\/p>\n<p>Outra coisa que chama a aten\u00e7\u00e3o no dado de 2017 \u00e9 que a temperatura elevada ocorreu na aus\u00eancia do fen\u00f4meno El Ni\u00f1o. Desta forma, considerando os anos sem El Ni\u00f1o, o ano de 2017 foi o mais quente da s\u00e9rie hist\u00f3rica.<\/p>\n<p>O gr\u00e1fico abaixo mostra as tend\u00eancias do aquecimento para cada tipo de ano, segundo os fen\u00f4menos \u2013 La Ni\u00f1a, El Ni\u00f1o e neutro. A tend\u00eancia global de aquecimento da superf\u00edcie entre 1964 e 2017 \u00e9 de 0,17-0,18\u00ba C por d\u00e9cada. Artigo de Dana Nuccitelli, no jornal The Guardian (02\/01\/2018) mostra que as condi\u00e7\u00f5es neutras de El Ni\u00f1o e o n\u00edvel de atividade solar em 1972 foram bastante semelhantes aos de 2017. Entretanto, 45 anos depois, o ano passado foi 0,9\u00ba C mais quente do que 1972.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ecodebate.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/20180122-180122b.jpg\" alt=\"el nino\/la nina global surface temperature influence\" \/><\/p>\n<p>O aquecimento global \u00e9 a principal amea\u00e7a ao avan\u00e7o civilizacional e tamb\u00e9m \u00e0 biodiversidade do Planeta. Quanto mais subirem as temperaturas maiores ser\u00e3o os efeitos negativos sobre o bem-estar humano e n\u00e3o humano. Mas mesmo sabendo que os problemas ser\u00e3o maiores no fututo, isto n\u00e3o quer dizer que os danos j\u00e1 n\u00e3o ocorram no presente.<\/p>\n<p>Nos Estados Unidos (EUA), no ano passado, houve 16 desastres clim\u00e1ticos com perdas individuais superiores a US$ 1 bilh\u00e3o, segundo a NOAA. No total, os custos foram de aproximadamente US$ 306 bilh\u00f5es. O \u00faltimo ano com desastres t\u00e3o caros nos EUA foi 2005, com perdas de US$ 215 bilh\u00f5es (em grande parte devido aos furac\u00f5es Katrina, Wilma e Rita). Os desastres mais caros de 2017 foram a temporada de inc\u00eandios no oeste, com custos totais de US $ 18 bilh\u00f5es; o furac\u00e3o Harvey que teve custos totais de US $ 125 bilh\u00f5es; os furac\u00f5es Maria e Irma tiveram custos totais de US$ 90 bilh\u00f5es e US$ 50 bilh\u00f5es, respectivamente. Diversos outros pa\u00edses tiveram grandes preju\u00edzos com os desastres clim\u00e1ticos em 2017.<\/p>\n<p>Todavia, os danos do aquecimento global tentem a crescer exponencialmente nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas. Por exemplo, mais de um quarto da superf\u00edcie terrestre da Terra se tornar\u00e1 \u201csignificativamente\u201d mais seca na medida em que a temperatura se aproximar de 2\u00ba C. Isto ter\u00e1 um grande impacto sobre a produ\u00e7\u00e3o de comida e sobre a seguran\u00e7a alimentar. A acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos poder\u00e1 reduzir drasticamente a vida marinha j\u00e1 sobrecarregada pela sobrepesca e a polui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O aumento da temperatura vai tornar mais cr\u00edticas as ondas letais de calor, provocando muitas mortes, especialmente nas \u00e1reas mais \u00famidas. O corpo do ser humano e dos mam\u00edferos possuem limites para suportar o calor intenso. At\u00e9 os avi\u00f5es n\u00e3o podem voar com temperaturas muito altas e o ar rarefeito. A sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o pode ainda ser afetada com doen\u00e7as, como a febre amarela, a dengue, o c\u00e2ncer, a mal\u00e1ria e a esquistossomose, etc. Diversas regi\u00f5es do Planeta (em especial nos tr\u00f3picos) podem virar \u00e1reas inabit\u00e1veis.<\/p>\n<p>O aquecimento tamb\u00e9m provoca o degelo dos polos, da Groenl\u00e2ndia e dos glaciares, elevando o n\u00edvel dos oceanos, o que amea\u00e7a mais de 2 bilh\u00f5es de pessoas que vivem em \u00e1reas costeiras de at\u00e9 2 metros em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel m\u00e9dio do mar. \u00c1reas urbanas e agr\u00edcolas podem ficar debaixo da \u00e1gua salgada, provocando destrui\u00e7\u00e3o, fome e grande n\u00famero de refugiados do clima.<\/p>\n<p>No novo cen\u00e1rio clim\u00e1tico, deve ocorrer com mais frequ\u00eancia os fen\u00f4menos extremos, como grandes secas, grandes tempestades e a ocorr\u00eancia de fura\u00e7\u00f5es, tuf\u00f5es e ciclones. O exemplo de Porto Rico, que sofreu danos irrepar\u00e1veis em 2017, pode servir de alerta para outros pa\u00edses que est\u00e3o menosprezando os efeitos do aquecimento global.<\/p>\n<p>Os \u00faltimos 4 anos foram os mais quentes do Antropoceno e o ano de 2017 foi o mais quente sem a presen\u00e7a do El Ni\u00f1o. O mundo continua queimando combust\u00edveis f\u00f3sseis e liberando metano na agropecu\u00e1ria. Continua tamb\u00e9m desmatando e destruindo os ecossistemas. Desta forma, cresce a concentra\u00e7\u00e3o de gases de efeito estufa e aumenta o n\u00edvel de CO2 na atmosfera, que, em 2017, foi de 406,53 partes por milh\u00e3o (ppm), e est\u00e1 aumentando 2,5 ppm ao ano. O n\u00edvel seguro \u00e9 350 ppm.<\/p>\n<p>Se este quadro n\u00e3o come\u00e7ar a ser revertido nos pr\u00f3ximos 3 anos, o colapso ambiental pode se tornar inevit\u00e1vel. No longo prazo, pode ser o apocalipse para a biodiversidade e para a humanidade.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Eust\u00e1quio Diniz Alves, Colunista do Portal EcoDebate, \u00e9 Doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em Popula\u00e7\u00e3o, Territ\u00f3rio e Estat\u00edsticas P\u00fablicas da Escola Nacional de Ci\u00eancias Estat\u00edsticas \u2013 ENCE\/IBGE; Apresenta seus pontos de vista em car\u00e1ter pessoal.<\/p>\n<p>Fonte &#8211;\u00a0EcoDebate de 22 de janeiro de 2018<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ano de 2017 foi o terceiro mais quente, desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica, dos registros da temperatura da superf\u00edcie do Planeta, que come\u00e7ou em 1880. Muitas pessoas falaram do frio extremo que aconteceu na costa leste dos EUA e em outros lugares do mundo como contesta\u00e7\u00e3o do aquecimento global. 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