{"id":22817,"date":"2018-02-02T11:00:04","date_gmt":"2018-02-02T13:00:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=22817"},"modified":"2018-01-31T11:13:23","modified_gmt":"2018-01-31T13:13:23","slug":"o-degelo-da-groenlandia-ameaca-as-areas-costeiras-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/o-degelo-da-groenlandia-ameaca-as-areas-costeiras-do-mundo\/","title":{"rendered":"O degelo da Groenl\u00e2ndia amea\u00e7a \u00e0s \u00e1reas costeiras do mundo"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ecodebate.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/20180131-180131a.jpg\" alt=\"Groenl\u00e2ndia: m\u00e9dia anual do degelo\" \/><\/p>\n<p>A Groenl\u00e2ndia est\u00e1 em processo acelerado de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ecodebate.com.br\/tag\/degelo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>degelo<\/strong><\/a>\u00a0devido ao aquecimento global, provocado pelo crescimento da emiss\u00e3o de gases de efeito estufa, gerado pelo aumento exponencial das atividades antr\u00f3picas, incentivado pela concentra\u00e7\u00e3o de capital e riqueza.<\/p>\n<p>Uma ilha continental, tranquila, despovoada e gelada, localizada no Atl\u00e2ntico Norte, pr\u00f3xima ao \u00c1rtico, \u00e9 a principal v\u00edtima dos efeitos perversos do crescimento incessante da produ\u00e7\u00e3o de bens e servi\u00e7os para satisfazer o bem-estar do ser humano, que \u00e9 a esp\u00e9cie predadora respons\u00e1vel pelo surgimento do Antropoceno, \u00e9poca que deve ficar marcada na hist\u00f3ria geol\u00f3gica pela 6\u00aa extin\u00e7\u00e3o em massa da biodiversidade da Terra.<\/p>\n<p>Reportagem do site da CNN mostra (com imagens incr\u00edveis) que a perda de gelo da Groenl\u00e2ndia aumentou dramaticamente nas \u00faltimas d\u00e9cadas. Entre 1992 e 2001 o degelo foi de 34 gigatons em m\u00e9dia (34 bilh\u00f5es de toneladas m\u00e9tricas) e passou para uma m\u00e9dia anual de 280 gigatons (280 bilh\u00f5es de toneladas m\u00e9tricas).<\/p>\n<p>Se todo o gelo da Groenl\u00e2ndia derreter pode elevar o n\u00edvel dos oceanos em at\u00e9 7 metros. Mas um degelo de somente 30% j\u00e1 seria suficiente para fazer os mares subirem 2,1 metros. Estimativas do IPCC e da NASA indicam que o n\u00edvel das \u00e1guas marinhas pode subir mais de 2 metros at\u00e9 2100, no cen\u00e1rio mais dram\u00e1tico. Isto seria suficiente para inundar \u00e1reas urbanas onde vivem bilh\u00f5es de pessoas, al\u00e9m de inundar o delta dos principais rios do mundo e in\u00fameras \u00e1reas agr\u00edcolas.<\/p>\n<p>Os pesquisadores da Universidade Oce\u00e2nica da China, liderados por Xianyao Chen, fizeram rean\u00e1lise estat\u00edstica dos principais fatores que contribuem para a subida global do n\u00edvel dos mares e conclu\u00edram que o derretimento de gelo sobre os continentes, que em 1993 respondia por cerca de 40% da varia\u00e7\u00e3o no n\u00edvel do mar, passou a ser o fator dominante de mudan\u00e7a, com 60% da contribui\u00e7\u00e3o em 2014.<\/p>\n<p>Uma grande parte dessa fatia, de cerca de 25%, vem da perda de glaciares de montanhas. Mas tem crescido a contribui\u00e7\u00e3o das grandes massas de gelo da Terra, como a Groenl\u00e2ndia, que passou de 5% a 25% do total de \u00e1gua em excesso derramada nos oceanos nesse per\u00edodo.<\/p>\n<p>\u00c9 dif\u00edcil projetar os impactos espec\u00edficos da eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel dos mares em todos os lugares, pois o aumento n\u00e3o \u00e9 homog\u00eaneo e nem linear. Alguns lugares ser\u00e3o mais afetados do que outros. Mas uma coisa \u00e9 certa: todos os pa\u00edses litor\u00e2neos perder\u00e3o, uns mais do que outros, mas ningu\u00e9m ficar\u00e1 a salvo do avan\u00e7o das \u00e1guas salgadas.<\/p>\n<p>Por exemplo, no segundo semestre de 2017 diversas praias do Rio de Janeiro foram atingidas pelas ressacas e pelo avan\u00e7o do mar. As praias do Flamengo, de Ipanema e do Recreio dos Bandeirantes. A eros\u00e3o causou estragos do Leme ao Pontal. A Praia da Macumba, na Zona Oeste do Rio, perdeu parte do muro de conten\u00e7\u00e3o colocado pela prefeitura e grandes trechos da cal\u00e7ada desabaram com a for\u00e7a das ondas.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ecodebate.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/20180131-180131b.jpg\" alt=\"praia da macumba, rio de janeiro, 2017\" \/><\/p>\n<p>Como j\u00e1 escrevi anteriormente (Alves, 05\/10\/2016), as praias da maioria das cidades do planeta correm o risco de serem \u201cvarridas do mapa\u201d. Este processo pode ser socialmente grave na Regi\u00e3o Metropolitana do Rio de Janeiro, que \u00e9 a maior e mais complexa aglomera\u00e7\u00e3o urbana da zona costeira brasileira, com mais de 12 milh\u00f5es de habitantes. De todas as zonas amea\u00e7adas, a Barra da Tijuca e arredores \u00e9, entre os grandes bairros da Cidade Maravilhosa, a \u00e1rea mais vulner\u00e1vel ao avan\u00e7o do n\u00edvel do mar e \u00e0s inunda\u00e7\u00f5es provocadas por ressacas, chuvas e tempestades.<\/p>\n<p>Artigo de Dieter Muehe e Paulo Rosman (2011), mostra que a orla do Rio de Janeiro exposta e voltada para o oceano aberto se apresenta extremamente vulner\u00e1vel considerando sua orienta\u00e7\u00e3o diretamente voltada para a incid\u00eancia de ondas de tempestade e seu d\u00e9ficit potencial de sedimentos. Eles dizem: \u201cEm suma, para os diversos cen\u00e1rios de eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar as praias oce\u00e2nicas urbanas, devido \u00e0 sua \u2018fixa\u00e7\u00e3o\u2019 com muros, ficam impedidas de se ajustar por meio de retrograda\u00e7\u00e3o e tender\u00e3o a perder areia, efeito acelerado pelo refluxo das ondas nos obst\u00e1culos imperme\u00e1veis representados pelos mesmos muros\u201d (p. 78). Eles ainda mostram (p. 81) que as principais consequ\u00eancias da eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar s\u00e3o:<\/p>\n<p>1) Tend\u00eancia de transla\u00e7\u00e3o das praias e cord\u00f5es de dunas em dire\u00e7\u00e3o a terra.<\/p>\n<p>2) Onde houver ruas e avenidas na retro?praia haver\u00e1 diminui\u00e7\u00e3o das faixas de areia e potencial risco de ataque de ondas diretamente nas benfeitorias p\u00fablicas.<\/p>\n<p>3) Recuo das linhas de orla em regi\u00f5es de baixadas de lagoas costeiras e ba\u00edas, em fun\u00e7\u00e3o da subida do n\u00edvel m\u00e9dio relativo da \u00e1gua. Nestes locais, \u00e9 prov\u00e1vel que a taxa de eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel m\u00e9dio do mar seja superior \u00e0 m\u00e9dia, visto que se trata de regi\u00f5es sedimentares geologicamente recentes, cujos terrenos tendem a sofrer subsid\u00eancias. Portanto, potencialmente o problema \u00e9 mais grave.<\/p>\n<p>4) Problemas de macrodrenagem em \u00e1guas interiores, especialmente em zonas urbanas situadas em baixadas de ba\u00edas e lagoas costeiras aumentando a tend\u00eancia de alagamentos. As \u00e1guas fluem de cotas mais altas para cotas mais baixas e a velocidade do escoamento depende do desn\u00edvel. Com a subida do n\u00edvel m\u00e9dio relativo diminuem os desn\u00edveis, diminuindo a declividade relativa e consequentemente a velocidade dos escoamentos.<\/p>\n<p>5) Aumento da profundidade m\u00e9dia de lagoas costeiras e ba\u00edas.<\/p>\n<p>6) Aumento da intrus\u00e3o salina em zonas estuarinas levando a causar aumento ou diminui\u00e7\u00e3o de manguezais, em fun\u00e7\u00e3o da disponibilidade de \u00e1reas de expans\u00e3o, e, mais para montante, potencial problema de capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua salobra em locais que hoje captam \u00e1gua doce.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ecodebate.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/20180131-180131c.jpg\" alt=\"\u00e1reas sujeitas \u00e0 inunda\u00e7\u00e3o da Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes, RJ\" \/><\/p>\n<p>Ou seja, a avenida L\u00facio Costa funciona como uma barreira artificial que cont\u00e9m o avan\u00e7o das ondas e das mar\u00e9s na Barra da Tijuca. Mas esta barreira vai ficar cada vez mais fr\u00e1gil na medida em que o n\u00edvel do mar sobe. Com as tempestades mais intensas na terra e no mar, as ondas ficam mais altas e as mar\u00e9s meteorol\u00f3gicas mais elevadas. Assim, a praia da Barra da Tijuca ter\u00e1 diminui\u00e7\u00e3o das faixas de areia e a Avenida L\u00facio Costa dever\u00e1 sofrer s\u00e9rios problemas de eros\u00e3o e poss\u00edvel destrui\u00e7\u00e3o de \u00e1reas mais vulner\u00e1veis. Os sistemas de saneamento e \u00e1gua v\u00e3o ser afetados e diversos equipamentos p\u00fablicos (hospitais, escolas, etc.) devem ser danificados.<\/p>\n<p>Portanto, os cariocas deveriam prestar aten\u00e7\u00e3o ao que acontece na Groenl\u00e2ndia, no \u00c1rtico, na Ant\u00e1rtida e nos glaciares, pois o futuro do Rio de Janeiro depende do ritmo do degelo no mundo. Tamb\u00e9m a maioria dos brasileiros \u2013 que vivem em \u00e1reas litor\u00e2neas \u2013deveriam ficar preocupados com o que acontece na Groenl\u00e2ndia.<\/p>\n<p>Mas, al\u00e9m do Rio de Janeiro, outras cidades do mundo v\u00e3o sofrer com a eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar e as enchentes. A cidade de Paris, neste m\u00eas de janeiro de 2018, enfrenta grandes enchentes devido \u00e0 eleva\u00e7\u00e3o do rio Sena. A \u201ccidade luz\u201d vive uma das maiores enchentes da sua hist\u00f3ria, repetindo o que ocorreu em 2016, e corre o risco de passar por um preju\u00edzo sem precedentes. O museu do Louvre pode estar com os dias contados. As futuras enchentes tendem a ser mais destrutivas, pois a eleva\u00e7\u00e3o das \u00e1guas do Sena tende a se agravar com o aumento do n\u00edvel do mar, que diminui a velocidade de vas\u00e3o do rio.<\/p>\n<p>O degelo \u00e9 apenas uma consequ\u00eancia do aquecimento global, que por sua vez, \u00e9 consequ\u00eancia da emiss\u00e3o de gases de efeito estufa, que tamb\u00e9m \u00e9 consequ\u00eancia do crescimento demoecon\u00f4mico exponencial dos \u00faltimos 200 anos. Enfim, grande parte do avan\u00e7o do bem-estar humano gerado pelo aumento da produ\u00e7\u00e3o e do consumo pode acabar debaixo d\u2019\u00e1gua.<\/p>\n<p>A humanidade deveria reavaliar o mito do crescimento econ\u00f4mico exponencial, pois o sonho de riqueza e dom\u00ednio humano sobre a natureza pode acabar no fundo do oceano como se as \u00e1reas urbanas costeiras do mundo fossem uma grande Atl\u00e2ntida p\u00f3s-moderna.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>ALVES, JED. O fim da Barra da Tijuca? Ecodebate, RJ, 05\/10\/2016<br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.ecodebate.com.br\/2016\/10\/05\/o-fim-da-barra-da-tijuca-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.ecodebate.com.br\/2016\/10\/05\/o-fim-da-barra-da-tijuca-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves\/<\/a><\/p>\n<p>Dieter Muehe; Paulo C. C. Rosman. A orla costeira da Regi\u00e3o Metropolitana do Rio De Janeiro: impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas sobre o meio\u00a0f\u00edsico. Megacidades, Vulnerabilidades e Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas: Regi\u00e3o Metropolitana do Rio de Janeiro, CST\/INPE e NEPO\/UNICAMP, 2011<br \/>\n<a href=\"https:\/\/s3.amazonaws.com\/tapajos\/Megacidades\/3_Orla.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/s3.amazonaws.com\/tapajos\/Megacidades\/3_Orla.pdf<\/a><\/p>\n<p>CNN. Global Warning: Greenland\u2019s melting glaciers may someday flood your city. Cable News Network, 2017<br \/>\n<a href=\"http:\/\/edition.cnn.com\/interactive\/2017\/11\/world\/greenland-global-warning\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/edition.cnn.com\/interactive\/2017\/11\/world\/greenland-global-warning\/<\/a><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Eust\u00e1quio Diniz Alves, Colunista do Portal EcoDebate, \u00e9 Doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em Popula\u00e7\u00e3o, Territ\u00f3rio e Estat\u00edsticas P\u00fablicas da Escola Nacional de Ci\u00eancias Estat\u00edsticas \u2013 ENCE\/IBGE; Apresenta seus pontos de vista em car\u00e1ter pessoal.<\/p>\n<p>Fonte &#8211;\u00a0EcoDebate de 31 de janeiro de 2018<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Groenl\u00e2ndia est\u00e1 em processo acelerado de\u00a0degelo\u00a0devido ao aquecimento global, provocado pelo crescimento da emiss\u00e3o de gases de efeito estufa, gerado pelo aumento exponencial das atividades antr\u00f3picas, incentivado pela concentra\u00e7\u00e3o de capital e riqueza. 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