{"id":27621,"date":"2018-10-29T17:00:44","date_gmt":"2018-10-29T20:00:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=27621"},"modified":"2018-10-15T17:16:43","modified_gmt":"2018-10-15T20:16:43","slug":"alternativas-na-mesa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/alternativas-na-mesa\/","title":{"rendered":"Alternativas na mesa"},"content":{"rendered":"<p><em>Com aux\u00edlio de um pulverizador costal, produtor rural lan\u00e7a agrot\u00f3xicos em planta\u00e7\u00e3o de hortali\u00e7as.\u00a0Lucas Lacaz Ruiz \/ Fotoarena \/ Folhapress<\/em><\/p>\n<p><strong>Ado\u00e7\u00e3o de tecnologias baseadas na agricultura 4.0 \u00e9 o caminho para reduzir o consumo de pesticidas nas lavouras nacionais<\/strong><\/p>\n<p>Um dos setores mais robustos da economia, o agroneg\u00f3cio \u00e9 respons\u00e1vel por cerca de 25% do Produto Interno Bruto (PIB), responde por 20% dos postos de trabalho e se destaca na pauta de exporta\u00e7\u00f5es do pa\u00eds, com soja, a\u00e7\u00facar, celulose e carne bovina e de frango, ocupando os primeiros lugares da lista. A alta produtividade do setor depende, em boa medida, do uso intensivo de agrot\u00f3xicos, principalmente nas grandes planta\u00e7\u00f5es de soja, cana-de-a\u00e7\u00facar e milho, que juntas respondem por 75% dos defensivos consumidos no Brasil (<a title=\"\" href=\"http:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/018-023_CAPA_Agrot%C3%B3xicos_271-1.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-rel=\"lightbox-image-0\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\"><em>ver infogr\u00e1fico<\/em><\/a>). N\u00e3o por acaso, essas monoculturas ocupam extensas regi\u00f5es de cultivo. As lavouras de soja e milho, por exemplo, correspondem a quase 70% do total da \u00e1rea semeada no pa\u00eds em 2018, estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em 61,7 milh\u00f5es de hectares, equivalente a 7% do territ\u00f3rio nacional.<\/p>\n<p>O emprego de elevados volumes de agroqu\u00edmicos nessas planta\u00e7\u00f5es gera impactos diretos no ambiente, com a contamina\u00e7\u00e3o do solo e de fontes de \u00e1gua superficiais e subterr\u00e2neas, como rios, lagos e len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos. A redu\u00e7\u00e3o desses danos, de acordo com especialistas ouvidos pela reportagem, passa pela ado\u00e7\u00e3o de novas tecnologias pelos grandes produtores agr\u00edcolas.<\/p>\n<p>\u201cSolu\u00e7\u00f5es baseadas na chamada agricultura 4.0, como sensores, m\u00e1quinas inteligentes que \u2018conversam entre si\u2019, internet das coisas e robotiza\u00e7\u00e3o, podem auxiliar no uso mais adequado de diversos insumos, entre eles agroqu\u00edmicos\u201d, diz o engenheiro eletricista Fernando Martins, conselheiro da empresa M\u00e1quinas Agr\u00edcolas Jacto, uma das l\u00edderes mundiais em fabrica\u00e7\u00e3o de pulverizadores (<em><a title=\"\" href=\"http:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/?p=263391\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ver reportagem<\/a><\/em>).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/018-023_CAPA_Agrot%C3%B3xicos_271-1.jpg\" \/><\/p>\n<p>O emprego dessas tecnologias de ponta nos pr\u00f3ximos anos, diz Martins, permitir\u00e1 que os produtores rurais apliquem os insumos (pesticidas, adubo, sementes, \u00e1gua, entre outros) em taxas vari\u00e1veis \u2013 e n\u00e3o de maneira uniforme como ocorre atualmente. Dosar a quantidade ideal de defensivos aplicados nas lavouras \u00e9 um dos grandes desafios do setor. \u201cO agricultor vai colocar mais defensivos em um talh\u00e3o [peda\u00e7o da planta\u00e7\u00e3o] e menos em outro, de acordo com a necessidade, gerando economia e elevando a efici\u00eancia da pulveriza\u00e7\u00e3o\u201d, explica. \u201cHoje, j\u00e1 h\u00e1 uma for\u00e7a contr\u00e1ria ao emprego excessivo de agroqu\u00edmicos porque eles s\u00e3o caros.\u201d<\/p>\n<p>Al\u00e9m da Jacto, com sede em Pompeia (SP), outra empresa paulista que investe na agricultura digital \u00e9 a Solinftec, de Ara\u00e7atuba. Sua linha de m\u00e1quinas e equipamentos agr\u00edcolas conectados est\u00e1 presente em cerca de 65% da lavoura canavieira de S\u00e3o Paulo. A pulveriza\u00e7\u00e3o de grandes extens\u00f5es de \u00e1reas destinadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>commodities<\/em>, como soja, cana-de-a\u00e7\u00facar, algod\u00e3o, milho e eucalipto, para fabrica\u00e7\u00e3o de celulose, \u00e9 feita por avi\u00f5es ou tratores, enquanto planta\u00e7\u00f5es menores, focadas no cultivo de alimentos que v\u00e3o para a mesa dos brasileiros, s\u00e3o muitas vezes pulverizadas pelos pr\u00f3prios agricultores, que utilizam aparelhos chamados costais (por serem presos \u00e0s costas do aplicador).<\/p>\n<p>\u201cA pulveriza\u00e7\u00e3o a\u00e9rea \u00e9 um problema ambiental e de sa\u00fade p\u00fablica. Os agrot\u00f3xicos lan\u00e7ados pelo avi\u00e3o avan\u00e7am sobre mananciais, outras planta\u00e7\u00f5es, \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o ambiental e regi\u00f5es habitadas. Quando se faz a aplica\u00e7\u00e3o a\u00e9rea, a dispers\u00e3o pelo ar \u00e9 muito maior, impactando o ambiente e colocando em risco a sa\u00fade de quem mora na vizinhan\u00e7a, dos trabalhadores e de pessoas que consomem os alimentos\u201d, ressalta Adelaide Cassia Nardocci, professora da Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica da Universidade de S\u00e3o Paulo (FSP-USP).<\/p>\n<p>Em parceria com o Centro de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria da Secretaria de Estado da Sa\u00fade de S\u00e3o Paulo, a FSP-USP criou o portal Sistema de Busca de Informa\u00e7\u00f5es sobre Agrot\u00f3xicos. Batizado de Ariadne, ele apresenta dados sobre o uso e as aplica\u00e7\u00f5es de agrot\u00f3xicos em S\u00e3o Paulo, com destaque para o comportamento da subst\u00e2ncia no ambiente e sua toxicidade para a sa\u00fade humana. \u201cO Ariadne tem a fun\u00e7\u00e3o de auxiliar as pessoas n\u00e3o familiarizadas com o tema a encontrar informa\u00e7\u00f5es sobre agrot\u00f3xicos\u201d, diz Nardocci.<\/p>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/018-023_CAPA_Agrot%C3%B3xicos_271-1800px-4-1.jpg\" \/><\/div>\n<div><em>Funcion\u00e1rio da Solinftec opera computador durante a colheita de cana-de-a\u00e7\u00facar.\u00a0<span class=\"media-credits\">Solinftec<\/span><\/em><\/div>\n<div>\n<p>A necessidade de desenvolver solu\u00e7\u00f5es e sistemas inteligentes para conter a deriva \u2013 o volume de agroqu\u00edmicos que n\u00e3o atinge a cultura-alvo \u2013 e que tornem mais eficiente a aplica\u00e7\u00e3o de defensivos e o controle de pragas levou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o da Rede de Pesquisa Redagro montada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa) com 10 universidades e o Sindicato Nacional das Empresas de Avia\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola (Sindag). Durante quatro anos, os pesquisadores trabalharam no projeto \u201cDesenvolvimento da aplica\u00e7\u00e3o a\u00e9rea de agrot\u00f3xicos como estrat\u00e9gia de controle de pragas agr\u00edcolas de interesse nacional\u201d, encerrado no in\u00edcio do ano.<\/p>\n<p>\u201cA utiliza\u00e7\u00e3o de tecnologias, ferramentas da agricultura 4.0 e sistemas inteligentes de aux\u00edlio \u00e0 tomada de decis\u00e3o para o controle de pragas na agricultura tropical tem proporcionado caminhos para a seguran\u00e7a alimentar e energ\u00e9tica\u201d, pontua o engenheiro de controle e automa\u00e7\u00e3o Paulo Cruvinel, pesquisador da Embrapa Instrumenta\u00e7\u00e3o, de S\u00e3o Carlos, e coordenador da Redagro. De acordo com ele, o resultado desse esfor\u00e7o foi a cria\u00e7\u00e3o de novos m\u00e9todos, a adapta\u00e7\u00e3o de tecnologias e o desenvolvimento de estrat\u00e9gias para pulveriza\u00e7\u00f5es mais eficientes.<\/p>\n<p>Um dos estudos mostrou que a ado\u00e7\u00e3o de atomizadores rotativos \u2013 um tipo de bico pulverizador \u2013 em culturas de soja pode reduzir em torno de 80%, em m\u00e9dia, a deriva nas aplica\u00e7\u00f5es a\u00e9reas na compara\u00e7\u00e3o com os bicos hidr\u00e1ulicos ajust\u00e1veis, os mais usados em avi\u00f5es. Outra pesquisa, voltada \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o de defensivos por tratores-pulverizadores, estabeleceu n\u00edveis adequados de automa\u00e7\u00e3o para adequar os bicos de pulveriza\u00e7\u00e3o e a press\u00e3o na barra pulverizadora conforme a trajet\u00f3ria do trator, em linha reta ou em curva.<\/p>\n<p>Se a ado\u00e7\u00e3o de inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas \u00e9 um meio de racionalizar o uso de agrot\u00f3xicos nas terras dedicadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>commodities<\/em>, nas lavouras de alimentos que abastecem as feiras do pa\u00eds, cultivadas principalmente por pequenos produtores, um caminho \u00e9 estimular o cultivo org\u00e2nico, isento de defensivos agr\u00edcolas. Al\u00e9m de minimizar o risco de contamina\u00e7\u00e3o, a redu\u00e7\u00e3o de agroqu\u00edmicos pode diminuir a intoxica\u00e7\u00e3o entre pequenos produtores rurais. Respons\u00e1veis por 70% dos alimentos consumidos no pa\u00eds, eles somam 4,4 milh\u00f5es de trabalhadores.<\/p>\n<p><strong>Est\u00edmulo \u00e0 agroecologia<\/strong><\/p>\n<p>Em discuss\u00e3o na C\u00e2mara dos Deputados desde 2016, o Projeto de Lei n\u00ba 6.670\/16, que institui a Pol\u00edtica Nacional de Redu\u00e7\u00e3o de Agrot\u00f3xicos (PNaRA), prev\u00ea medidas para fortalecer a produ\u00e7\u00e3o de org\u00e2nicos, a agricultura agroecol\u00f3gica e o controle biol\u00f3gico, t\u00e9cnica que utiliza insetos, fungos, v\u00edrus e bact\u00e9rias no combate \u00e0s pragas agr\u00edcolas. \u201cO PNaRA \u00e9 o contraponto ao PL n\u00ba 6.299\/02\u201d, afirma o bi\u00f3logo Fernando Carneiro, membro da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Sa\u00fade Coletiva (Abrasco) e pesquisador da Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Cear\u00e1. \u201cEle tramita lentamente na C\u00e2mara. S\u00f3 recentemente foi instalada uma comiss\u00e3o especial para analis\u00e1-lo.\u201d<\/p>\n<p>Outro ponto do PNaRA determina a elimina\u00e7\u00e3o de isen\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias e est\u00edmulos financeiros \u00e0 importa\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de agrot\u00f3xicos. Auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU) estimou que a ren\u00fancia fiscal com agrot\u00f3xicos entre 2010 e 2017 alcan\u00e7ou R$ 9 bilh\u00f5es. Como esses produtos s\u00e3o considerados insumos agr\u00edcolas, as despesas dos produtores rurais relativas a eles s\u00e3o pass\u00edveis de dedu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/018-023_CAPA_Agrot%C3%B3xicos_271-2280px-6-1.jpg\" \/><\/p>\n<p><em>Avi\u00e3o pulveriza pesticidas em plantio de cana-de-a\u00e7\u00facar no interior de S\u00e3o Paulo.\u00a0<span class=\"media-credits\">Caetano Barreira \/ Olhar Imagem<\/span><\/em><\/p>\n<p>A agroecologia, explica Carneiro, defende um manejo sustent\u00e1vel das lavouras, incorporando na produ\u00e7\u00e3o quest\u00f5es sociais, pol\u00edticas, culturais, ambientais e \u00e9ticas. \u201cEsse tipo de pr\u00e1tica leva em conta as condi\u00e7\u00f5es de trabalho dos agricultores, a compatibilidade das culturas em rela\u00e7\u00e3o ao ecossistema e o n\u00edvel de industrializa\u00e7\u00e3o de todo o processo\u201d, diz o pesquisador. Ao mesmo tempo, evita o emprego de defensivos agr\u00edcolas e fertilizantes qu\u00edmicos, e estimula o plantio de org\u00e2nicos.<\/p>\n<p>Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Agropecu\u00e1rio e Cooperativismo, ligada ao Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento, a \u00e1rea destinada ao cultivo de org\u00e2nicos deve bater recorde este ano, ultrapassando os 750 mil hectares de 2016. Essa pr\u00e1tica \u00e9 impulsionada em boa medida pela agricultura familiar. Apesar do crescimento, os org\u00e2nicos representam apenas 1,2% da \u00e1rea plantada do pa\u00eds, o que coloca o Brasil como o 13\u00ba maior produtor do mundo.<\/p>\n<p>\u201cEntendemos que formas alternativas de produ\u00e7\u00e3o s\u00e3o importantes. Tanto a produ\u00e7\u00e3o convencional quanto a org\u00e2nica, desde que bem conduzidas, produzem alimentos seguros para o consumo. N\u00e3o somos contra a agroecologia ou a produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica, mas precisamos ser realistas. Os org\u00e2nicos s\u00e3o mais caros e a produtividade \u00e9 mais baixa\u201d, destaca o engenheiro-agr\u00f4nomo Mario Von Zuben, diretor-executivo da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Defesa Vegetal (Andef). \u201cA diferen\u00e7a entre os dois modelos \u00e9 de escala. Para produzir a mesma quantidade de org\u00e2nicos \u00e9 preciso um aumento significativo da \u00e1rea cultivada \u2013 e essa n\u00e3o \u00e9 uma alternativa por causa do impacto ambiental e da degrada\u00e7\u00e3o das florestas.\u201d Para Fernando Carneiro, da Abrasco, \u00e9 um mito que a agroecologia \u00e9 cara e sem escala. Publica\u00e7\u00f5es recentes da Ag\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Alimenta\u00e7\u00e3o e a Agricultura (FAO) recomendam que se estimule o sistema, por favorecer a economia solid\u00e1ria, priorizar mercados locais e apoiar o desenvolvimento regional.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, uma das formas de reduzir as intoxica\u00e7\u00f5es nas pequenas propriedades \u00e9 investir na capacita\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra, de forma que os agrot\u00f3xicos sejam aplicados com cuidado. \u201cPor falta de informa\u00e7\u00e3o, muitos produtores rurais aplicam a subst\u00e2ncia em doses acima do recomendado e de maneira inadequada para as pragas que pretendem controlar. Da\u00ed a import\u00e2ncia de receberem treinamento adequado\u201d, afirma o engenheiro-agr\u00f4nomo Hamilton Humberto Ramos, pesquisador do Centro de Engenharia e Automa\u00e7\u00e3o do Instituto Agron\u00f4mico (CEA-IAC), em Campinas, e coordenador do programa Aplique Bem, que oferece aos agricultores treinamento para uso de agroqu\u00edmicos. Al\u00e9m do risco \u00e0 sa\u00fade, a aplica\u00e7\u00e3o incorreta de agrot\u00f3xicos gera perdas na lavoura e compromete a sustentabilidade da agricultura.<\/p>\n<p>Fonte &#8211; Yuri Vasconcelos, Pesquisa FAPESP de setembro de 2018<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com aux\u00edlio de um pulverizador costal, produtor rural lan\u00e7a agrot\u00f3xicos em planta\u00e7\u00e3o de hortali\u00e7as.\u00a0Lucas Lacaz Ruiz \/ Fotoarena \/ Folhapress Ado\u00e7\u00e3o de tecnologias baseadas na agricultura 4.0 \u00e9 o caminho para reduzir o consumo de pesticidas nas lavouras nacionais Um dos setores mais robustos da economia, o agroneg\u00f3cio \u00e9 respons\u00e1vel por cerca de 25% do&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":27970,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[102,73],"post_series":[],"class_list":["post-27621","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral","tag-agrotoxico","tag-veneno","entry","has-media"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.2 - 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