{"id":29763,"date":"2019-10-22T07:30:56","date_gmt":"2019-10-22T10:30:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=29763"},"modified":"2019-10-12T12:03:20","modified_gmt":"2019-10-12T15:03:20","slug":"29763-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/29763-2\/","title":{"rendered":"Campos rupestre no Brasil apresenta diversidade de esp\u00e9cies de plantas"},"content":{"rendered":"<p>Elton Alisson\u00a0 |\u00a0\u00a0Ag\u00eancia FAPESP<\/p>\n<p>Na Serra do Espinha\u00e7o \u2013 uma cadeia montanhosa que se estende pelos estados de Minas Gerais e Bahia \u2013 \u00e9 poss\u00edvel observar um tipo de vegeta\u00e7\u00e3o antiga, chamada campo rupestre, que apresenta alta diversidade de esp\u00e9cies de plantas, a maior parte delas end\u00eamica (que ocorre exclusivamente naquela regi\u00e3o).<\/p>\n<p>A ecologia desse tipo de vegeta\u00e7\u00e3o, que est\u00e1 amea\u00e7ada e chamou a aten\u00e7\u00e3o de exploradores e naturalistas que passaram pelo Brasil, como o bot\u00e2nico dinamarqu\u00eas Eugen Warming (1841-1924), ainda \u00e9 pouco estudada, apontam pesquisadores da \u00e1rea.<br \/>\nA fim de reunir o conhecimento atual sobre a vida vegetal em campo rupestre, a pesquisadora Patr\u00edcia Morellato, professora do Instituto de Bioci\u00eancias da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Rio Claro, em parceria com Fernando Augusto de Oliveira e Silveira, professor do Instituto de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), organizaram uma edi\u00e7\u00e3o especial da revista Flora sobre o tema.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/photoSerra2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-29765\" src=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/photoSerra2.jpg\" alt=\"\" width=\"658\" height=\"430\" srcset=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/photoSerra2.jpg 658w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/photoSerra2-300x196.jpg 300w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/photoSerra2-600x392.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 658px) 100vw, 658px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A ecologia deste tipo de vegeta\u00e7\u00e3o est\u00e1 amea\u00e7ada e ainda \u00e9 pouco estudada<\/p>\n<p>Parte dos resultados dos estudos publicados na edi\u00e7\u00e3o especial \u00e9 consequ\u00eancia de um projeto realizado por Morellato, no \u00e2mbito de um acordo da FAPESP com a Vale e as funda\u00e7\u00f5es de amparo \u00e0 pesquisa dos estados de Minas Gerais (Fapemig) e do Par\u00e1 (Fapespa), e de uma pesquisa que est\u00e1 sendo realizada pela pesquisadora, tamb\u00e9m com apoio da FAPESP em conv\u00eanio com a Microsoft. Os dois projetos s\u00e3o realizados na Serra do Cip\u00f3 \u2013 uma forma\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica situada em Minas Gerais, localizada ao sul da prov\u00edncia geol\u00f3gica da Serra do Espinha\u00e7o.<br \/>\n\u201cA Serra do Espinha\u00e7o, especialmente a Serra do Cip\u00f3, apresenta a maior diversidade de esp\u00e9cies de plantas end\u00eamicas da flora brasileira\u201d, disse Morellato, \u00e0 Ag\u00eancia FAPESP.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/photoSerra3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-29766\" src=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/photoSerra3.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"607\" srcset=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/photoSerra3.jpg 600w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/photoSerra3-297x300.jpg 297w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/photoSerra3-100x100.jpg 100w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Formada a mais de 1 bilh\u00e3o de anos, a Serra do Espinha\u00e7o evoluiu geologicamente e se diversificou em diversas pequenas paisagens<\/p>\n<p>Uma das hip\u00f3teses para explicar a diversidade e o endemismo de esp\u00e9cies do campo rupestre da Serra do Espinha\u00e7o considera as condi\u00e7\u00f5es da vegeta\u00e7\u00e3o, assentada sobre uma cadeia de montanhas longa e estreita, entrecortada por picos e vales e com cerca de 1.000 quil\u00f4metros de extens\u00e3o, formada h\u00e1 mais de 1 bilh\u00e3o de anos.<\/p>\n<p>A cadeia montanhosa evoluiu geologicamente e se diversificou em diversas pequenas paisagens que comp\u00f5em um mosaico formado por afloramentos rochosos, campos \u00famidos, arenosos e pedregosos, al\u00e9m de ilhas de floresta. Essa diversidade de paisagem \u00e9 cercada por tr\u00eas grandes biomas: o do Cerrado, o da Mata Atl\u00e2ntica e o da Caatinga.<\/p>\n<p>\u201cEsse conjunto de caracter\u00edsticas, al\u00e9m das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, caracterizadas por uma esta\u00e7\u00e3o fria e seca, alternada com outra esta\u00e7\u00e3o quente e bastante \u00famida, permitiu a evolu\u00e7\u00e3o dessa flora muito rica na Serra do Espinha\u00e7o\u201d, explicou Morellato.<br \/>\nOs pesquisadores refor\u00e7am uma proposta, apresentada em um artigo publicado em 2016 na revista Plant and Soil, de incluir o campo rupestre na classifica\u00e7\u00e3o de OCBIL \u2013 sigla de Old Climatically-Buffered, Infertile Landscapes \u2013, que designa uma vegeta\u00e7\u00e3o antiga, climaticamente tamponada e sobre uma paisagem inf\u00e9rtil, em termos de solo.<\/p>\n<p><span class=\"wpex-responsive-media\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Campo rupestre no Brasil apresenta alta diversidade de esp\u00e9cies de plantas\" width=\"980\" height=\"551\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XpQadYDARQs?feature=oembed\"  allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/span><\/p>\n<p>Essa classifica\u00e7\u00e3o do campo rupestre possibilitaria testar hip\u00f3teses te\u00f3ricas sobre a evolu\u00e7\u00e3o desse tipo de vegeta\u00e7\u00e3o e o reconhecimento da comunidade cient\u00edfica de que ela \u00e9 similar ao Fynbos \u2013 nome gen\u00e9rico dado \u00e0 vegeta\u00e7\u00e3o da ponta do sul da \u00c1frica \u2013 e \u00e0 regi\u00e3o flor\u00edstica do sudoeste da Austr\u00e1lia.<\/p>\n<p>\u201cS\u00f3 h\u00e1 algumas regi\u00f5es na Terra que t\u00eam essas caracter\u00edsticas de zonas clim\u00e1ticas antigas sobre solos inf\u00e9rteis e que apresentam alta diversidade de esp\u00e9cies\u201d, disse Morellato.<\/p>\n<p>C\u00e2meras e drones<br \/>\nA classifica\u00e7\u00e3o do campo rupestre como um OCBIL tamb\u00e9m possibilitaria promover a colabora\u00e7\u00e3o cient\u00edfica entre os continentes que possuem esse tipo de vegeta\u00e7\u00e3o e apoiar a conserva\u00e7\u00e3o e o uso sustent\u00e1vel de campos rupestres e outras paisagens antigas, avaliam os pesquisadores.<br \/>\nAs esp\u00e9cies end\u00eamicas de campo rupestre, como a sempre-viva (Comanthera elegantula)\u00a0e a canela-de-ema-gigante (Vellozia gigantea), est\u00e3o amea\u00e7adas por inc\u00eandios n\u00e3o controlados e a explora\u00e7\u00e3o excessiva. Al\u00e9m disso, uma \u00e1rea expressiva dessa paisagem no Brasil tem sido destru\u00edda pela minera\u00e7\u00e3o, antes de ter sido estudada.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/photoSerra4.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-29767\" src=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/photoSerra4.jpg\" alt=\"\" width=\"630\" height=\"498\" srcset=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/photoSerra4.jpg 630w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/photoSerra4-300x237.jpg 300w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/photoSerra4-600x474.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 630px) 100vw, 630px\" \/><\/a><\/p>\n<p>\u201cComo o campo rupestre est\u00e1 sobre afloramento de rochas muitas vezes compostas de ferro e outros minerais, uma boa parte dessa paisagem tem sido destru\u00edda pela minera\u00e7\u00e3o. Essa atividade econ\u00f4mica representa hoje a maior amea\u00e7a \u00e0 diversidade desse ecossistema que mal conhecemos\u201d, disse Morellato.<\/p>\n<p>Por meio do projeto realizado no \u00e2mbito de um acordo da FAPESP com a Vale e a Fapemig, a pesquisadora estudou as rela\u00e7\u00f5es de diversas esp\u00e9cies de plantas da Serra do Cip\u00f3 com o ambiente (fenologia), al\u00e9m da poliniza\u00e7\u00e3o delas, a fim de desenvolver a\u00e7\u00f5es de restaura\u00e7\u00e3o.<br \/>\nOs resultados dos estudos foram publicados em um cap\u00edtulo do livro Ecology and Conservation of Mountaintop grasslands in Brazil e nas revistas Ecology e PLOS ONE.<br \/>\nJ\u00e1 por meio do projeto apoiado pela FAPESP no \u00e2mbito de um acordo com a Microsoft, os pesquisadores t\u00eam usado diversas tecnologias, como c\u00e2meras e drones, para monitorar a vegeta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m na Serra do Cip\u00f3 e, dessa forma, estudar sua mudan\u00e7a sazonal em diferentes escalas de altitude.<\/p>\n<p>\u201cA ideia \u00e9 compreender melhor quando \u00e9 a esta\u00e7\u00e3o de crescimento da vegeta\u00e7\u00e3o na Serra do Cip\u00f3 e o que determina o come\u00e7o e o fim dessa esta\u00e7\u00e3o para identificar quais s\u00e3o os gatilhos que direcionam as mudan\u00e7as de paisagem\u201d, explicou Morellato.<br \/>\nO n\u00famero especial da revista Flora, intitulado Plant life on campo rupestre, a megadiverse Neotropical old-growth grassland, pode ser lido <a href=\"http:\/\/www.sciencedirect.com\/journal\/flora\/vol\/238\/suppl\/C\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/agencia.fapesp.br\/campo-rupestre-no-brasil-apresenta-alta-diversidade-de-especies-de-plantas\/28064\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Original<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elton Alisson\u00a0 |\u00a0\u00a0Ag\u00eancia FAPESP Na Serra do Espinha\u00e7o \u2013 uma cadeia montanhosa que se estende pelos estados de Minas Gerais e Bahia \u2013 \u00e9 poss\u00edvel observar um tipo de vegeta\u00e7\u00e3o antiga, chamada campo rupestre, que apresenta alta diversidade de esp\u00e9cies de plantas, a maior parte delas end\u00eamica (que ocorre exclusivamente naquela regi\u00e3o). 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