{"id":40230,"date":"2026-04-23T07:30:11","date_gmt":"2026-04-23T10:30:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40230"},"modified":"2026-04-22T12:14:54","modified_gmt":"2026-04-22T15:14:54","slug":"incendios-secas-e-tempestades-de-vento-tornam-a-vegetacao-da-amazonia-menos-diversa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/incendios-secas-e-tempestades-de-vento-tornam-a-vegetacao-da-amazonia-menos-diversa\/","title":{"rendered":"Inc\u00eandios, secas e tempestades de vento tornam a vegeta\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia menos diversa"},"content":{"rendered":"<p>Por Luciana Constantino &#8211; Ag\u00eancia FAPESP &#8211; 21 de abril de 2026 &#8211;\u00a0<span class=\"wpex-text-sm\"><em>Estudo liderado por brasileiros mostra substitui\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies por generalistas, sem tend\u00eancia de savaniza\u00e7\u00e3o; por\u00e9m, \u00e1reas recuperadas s\u00e3o mais vulner\u00e1veis &#8211; Pesquisa foi realizada com base em 20 anos de monitoramento de campo (foto: Paulo Brando).<\/em><\/span><\/p>\n<p>Mesmo ap\u00f3s inc\u00eandios, secas severas e tempestades de ventos, a vegeta\u00e7\u00e3o de florestas degradadas na Amaz\u00f4nia demonstra alta capacidade de regenera\u00e7\u00e3o, incluindo esp\u00e9cies arb\u00f3reas.<\/p>\n<p>A recupera\u00e7\u00e3o, no entanto, ocorre sob novas condi\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas, com perda de diversidade e aumento de vulnerabilidade a novos dist\u00farbios.<\/p>\n<p>Pesquisa\u00a0<a href=\"https:\/\/www.pnas.org\/doi\/10.1073\/pnas.2532833123\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>publicada<\/strong><\/a> na segunda-feira (20\/04\/2026) na <em>Proceedings of the National Academy of Sciences<\/em>\u00a0(PNAS), uma das revistas cient\u00edficas mais citadas no mundo, mostra que h\u00e1 substitui\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies vulner\u00e1veis por outras generalistas, mais resistentes. Indica, assim, segundo os autores, a forma\u00e7\u00e3o de florestas homog\u00eaneas, mas n\u00e3o uma tend\u00eancia \u00e0 savaniza\u00e7\u00e3o, como parte da literatura cient\u00edfica vinha apontando. Esse processo refor\u00e7a a resili\u00eancia do bioma.<\/p>\n<p>Por outro lado, o estudo, realizado com base em 20 anos de monitoramento de campo e liderado por brasileiros, destaca que as \u00e1reas recuperadas s\u00e3o mais vulner\u00e1veis a eventos extremos cada vez mais frequentes no bioma e aos impactos do desmatamento e das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de intensificar secas e inc\u00eandios, o aquecimento global prejudica os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos, como a regula\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e a captura de carbono.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/meio-01.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-40232\" src=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/meio-01.jpg\" alt=\"\" width=\"799\" height=\"599\" srcset=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/meio-01.jpg 1000w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/meio-01-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/meio-01-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/meio-01-600x450.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 799px) 100vw, 799px\" \/><\/a><\/p>\n<p><span class=\"wpex-text-sm\"><em>O grupo documentou a perturba\u00e7\u00e3o e a recupera\u00e7\u00e3o em uma floresta experimental em Mato Grosso, chamada Tanguro, localizada em uma regi\u00e3o de transi\u00e7\u00e3o entre os biomas Amaz\u00f4nia e Cerrado. Foram acompanhadas tr\u00eas parcelas de 50 hectares cada \u2013 uma de controle sem queima, outra queimada anualmente (entre 2004 e 2010) e a terceira com queimas trienais (2004, 2007 e 2010)\u00a0(foto: Paulo Brando)<\/em><\/span><\/p>\n<p>De acordo com os pesquisadores, essa compreens\u00e3o \u00e9 fundamental para orientar a conserva\u00e7\u00e3o florestal e as estrat\u00e9gias de mitiga\u00e7\u00e3o, especialmente frente a eventos como o El Ni\u00f1o, fen\u00f4meno caracterizado pelo aquecimento do oceano Pac\u00edfico na faixa equatorial que provoca altera\u00e7\u00f5es na circula\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica e no regime de chuvas em escala global.<\/p>\n<p>\u201cA principal mensagem do nosso estudo \u00e9 que, mesmo altamente degradadas, as florestas conseguem se recuperar. No entanto, est\u00e3o muito vulner\u00e1veis a novos dist\u00farbios. Elas s\u00e3o resilientes, mas, mesmo assim, \u00e9 preciso preservar. No s\u00edtio experimental, temos o controle e o fogo n\u00e3o ocorre mais na \u00e1rea, o que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel fazer na Amaz\u00f4nia toda\u201d, pondera \u00e0\u00a0<strong>Ag\u00eancia FAPESP<\/strong>\u00a0o bi\u00f3logo\u00a0<a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/712084\/leandro-maracahipes-dos-santos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Leandro Maracahipes<\/strong><\/a>, primeiro autor do artigo juntamente com o engenheiro florestal\u00a0<a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/57242\/paulo-monteiro-brando\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Paulo Brando<\/strong><\/a>.<\/p>\n<p>O trabalho \u00e9 resultado do p\u00f3s-doutorado de Maracahipes no Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (IB-Unicamp). Atualmente, ele \u00e9 pesquisador na Yale School of the Environment (Estados Unidos) e tamb\u00e9m colaborador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (Ipam). O biol\u00f3go e Brando t\u00eam apoio da FAPESP, respectivamente, por meio de\u00a0<a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/195074\/respostas-de-ecossistemas-tropicais-a-interacao-seca-fogo-mortalidade-de-arvores-funcionamento-de-ec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Bolsa de P\u00f3s-Doutorado<\/strong><\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/113861\/interacoes-entre-plantas-e-animais-e-os-impactos-em-cascata-da-fragmentacao-da-floresta-amazonica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Projeto Tem\u00e1tico<\/strong><\/a>.<\/p>\n<h3>Acompanhamento<\/h3>\n<p>O grupo documentou a perturba\u00e7\u00e3o e a recupera\u00e7\u00e3o em uma floresta experimental em Mato Grosso, chamada Tanguro, localizada em uma regi\u00e3o de transi\u00e7\u00e3o entre os biomas Amaz\u00f4nia e Cerrado.<\/p>\n<p>Foram acompanhadas tr\u00eas parcelas de 50 hectares cada \u2013 uma de controle sem queima, outra queimada anualmente (entre 2004 e 2010) e a terceira com queimas trienais (2004, 2007 e 2010). Cada uma delas est\u00e1 pr\u00f3xima a \u00e1reas agr\u00edcolas, que eram utilizadas como pastagem com gram\u00edneas ex\u00f3ticas.<\/p>\n<p>\u201cA escolha do lugar \u00e9 chave, j\u00e1 que modelos clim\u00e1ticos consideram que a regi\u00e3o de transi\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia para o Cerrado ser\u00e1 a primeira a sofrer mudan\u00e7as com os impactos do aquecimento global. Essa pesquisa \u00e9 inovadora porque integra m\u00faltiplos fatores estressantes, como fogo, vento forte e seca, e mostra que a floresta sofreu, se degradou e depois voltou.<\/p>\n<p>Mais empobrecida de esp\u00e9cies, por\u00e9m ainda com caracter\u00edsticas de floresta\u201d, explica o ec\u00f3logo e professor do IB-Unicamp\u00a0<a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/34771\/rafael-silva-oliveira\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Rafael Silva Oliveira<\/strong><\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/meio-02.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-40233\" src=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/meio-02.jpg\" alt=\"\" width=\"799\" height=\"533\" srcset=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/meio-02.jpg 1000w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/meio-02-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/meio-02-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/meio-02-600x400.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 799px) 100vw, 799px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em><span class=\"wpex-text-sm\">Com o passar do tempo e aumento da cobertura arb\u00f3rea (fechamento do dossel), especialmente a partir de 2016, as gram\u00edneas reduziram drasticamente. Para os pesquisadores, isso sugere que os danos causados \u00e0 floresta n\u00e3o a transformaram em uma paisagem definitiva do tipo savana (foto: Paulo Brando).<\/span><\/em><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m autor do artigo e ent\u00e3o supervisor de Maracahipes no p\u00f3s-doutorado, Oliveira complementa:<\/p>\n<p>\u201cOutro ponto importante \u00e9 que as \u00e1rvores cresceram e as gram\u00edneas sa\u00edram, sem evid\u00eancia de savaniza\u00e7\u00e3o. Os modelos criados pelos climat\u00f3logos foram \u00fateis para alertar sobre os riscos \u00e0 Amaz\u00f4nia, mas simplificaram os ecossistemas tropicais, reduzindo-os \u00e0 floresta ou \u00e0 savana. Isso ajudou a fortalecer a ideia de um \u2018ponto de n\u00e3o retorno\u2019, ainda pouco sustentada por dados de campo. Na pr\u00e1tica, a Amaz\u00f4nia \u00e9 muito mais diversa, com diferentes tipos de florestas e vulnerabilidades. Ao incorporar esse olhar biol\u00f3gico, mostramos uma Amaz\u00f4nia menos previs\u00edvel e mais resiliente em algumas regi\u00f5es do que os modelos sugerem\u201d.<\/p>\n<p>Oliveira tamb\u00e9m teve\u00a0<a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/47040\/interacoes-entre-solo-vegetacao-atmosfera-em-uma-paisagem-tropical-em-transformacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>apoio<\/strong><\/a>\u00a0da FAPESP por meio do Programa de Apoio \u00e0 Pesquisa em Parceria para Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica (PITE).<\/p>\n<h3>Passo a passo<\/h3>\n<p>Os resultados mostraram que, com a suspens\u00e3o das queimadas, a recupera\u00e7\u00e3o da estrutura e do funcionamento da floresta foi r\u00e1pida em seu interior, com diversidade de esp\u00e9cies relativamente est\u00e1vel.<\/p>\n<p>J\u00e1 nas \u00e1reas de borda o processo foi mais lento, com riqueza de esp\u00e9cies caindo de 20% a 46%, entre 2004 e 2024.<\/p>\n<p>O efeito de borda \u00e9 uma altera\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica que ocorre nas margens de \u00e1reas desmatadas, onde a floresta passa a ter contato direto com ambientes abertos, como pastagens, estradas ou lavouras, alterando o clima e a biodiversidade.<\/p>\n<p>Apesar da recupera\u00e7\u00e3o de alguns servi\u00e7os ecossist\u00eamicos, como fluxos de carbono e de \u00e1gua, com o crescimento de vegeta\u00e7\u00e3o ap\u00f3s os inc\u00eandios\u00a0a composi\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies mudou.<\/p>\n<p>Passou a ter mais generalistas, com caracter\u00edsticas de toler\u00e2ncia \u00e0 seca, mas que est\u00e3o operando em limiares perigosos. A composi\u00e7\u00e3o original de esp\u00e9cies n\u00e3o retornou mesmo ap\u00f3s 14 anos, principalmente das consideradas especialistas de floresta.<\/p>\n<p>As gram\u00edneas foram fator-chave para promover fogos de alta intensidade e impediram a regenera\u00e7\u00e3o de \u00e1rvores, tendo inicialmente se expandido ao longo das bordas. Foram observadas esp\u00e9cies ligadas a \u00e1reas de pastagens, como\u00a0<em>Aristida longifolia<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Imperata sp<\/em>, de origem africana.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s inc\u00eandios de alta severidade, gram\u00edneas invasoras, especialmente\u00a0<em>Andropogon gayanus<\/em>, entraram nas bordas, atingindo o pico em 2012.<\/p>\n<p>Com o passar do tempo e aumento da cobertura arb\u00f3rea (fechamento do dossel), especialmente a partir de 2016, elas foram reduzidas drasticamente, ficando apenas manchas de gram\u00edneas tolerantes \u00e0 sombra. Para os pesquisadores, isso sugere que os danos causados \u00e0 floresta n\u00e3o a transformaram em uma paisagem definitiva do tipo savana.<\/p>\n<p>\u201cOlhando para a parte biol\u00f3gica, quando analisamos a composi\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies de gram\u00edneas na floresta que passou por dist\u00farbios, vemos que s\u00e3o esp\u00e9cies utilizadas em pastagem, como braqui\u00e1ria e andropogon. Se o aumento fosse de esp\u00e9cies nativas, poder\u00edamos dizer que o componente graminoso seria um fator importante na recupera\u00e7\u00e3o de florestas degradadas. Al\u00e9m disso, n\u00e3o h\u00e1 chegada de esp\u00e9cies lenhosas de savana. Nosso s\u00edtio experimental est\u00e1 a cinco quil\u00f4metros de \u00e1reas de savana do Cerrado, podendo ter fonte de propaga\u00e7\u00e3o, e mesmo assim n\u00e3o registramos essa savaniza\u00e7\u00e3o\u201d, complementa Maracahipes, que fez an\u00e1lise da composi\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies ao longo dos anos no local.<\/p>\n<p>A pesquisa mostrou ainda que a vulnerabilidade da floresta ao fogo aumenta por causa da casca fina das \u00e1rvores; enquanto a baixa densidade da madeira prejudica mais em tempestades de vento. Nas secas severas algumas esp\u00e9cies operam pr\u00f3ximo ao potencial de perda da condutividade hidr\u00e1ulica.<\/p>\n<p>Um ponto que se mostrou importante na regenera\u00e7\u00e3o florestal foi a presen\u00e7a de fauna local, sendo mam\u00edferos (como antas e macacos) e aves agentes-chave para promover o reaparecimento de \u00e1rvores consideradas \u201cespecialistas de florestas\u201d, ou seja, com alta densidade de madeira e de vida longa.<\/p>\n<h3>Cen\u00e1rio<\/h3>\n<p>Mesmo com uma queda significativa do desmatamento na Amaz\u00f4nia principalmente nos \u00faltimos dois anos, o bioma vem sofrendo com degrada\u00e7\u00f5es constantes.<\/p>\n<p>O fogo tem sido o principal fator. Enquanto o desmate remove totalmente a cobertura de vegeta\u00e7\u00e3o, a degrada\u00e7\u00e3o enfraquece a floresta sem destru\u00ed-la por completo.<\/p>\n<p>Entre agosto de 2025 e janeiro de 2026, o desmatamento na Amaz\u00f4nia Legal afetou uma \u00e1rea de 1.324 quil\u00f4metros quadrados (km\u00b2), com uma redu\u00e7\u00e3o de 35% em compara\u00e7\u00e3o ao ciclo anterior (agosto de 2024 a janeiro de 2025). J\u00e1 a degrada\u00e7\u00e3o florestal atingiu uma \u00e1rea de 2.923 km\u00b2 no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Nos primeiros tr\u00eas meses de 2026, foi registrado o segundo menor n\u00edvel para o primeiro trimestre do ano \u2013 399,59 km\u00b2, o que representa queda de cerca de 7% em rela\u00e7\u00e3o a 2025.<\/p>\n<p>Os dados s\u00e3o do Deter, sistema do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) de alerta de desmatamento em tempo real.<\/p>\n<p>Para este ano, outra preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 com a possibilidade de um \u201csuper El Ni\u00f1o\u201d a partir do segundo semestre at\u00e9 2027.<\/p>\n<p>Novas proje\u00e7\u00f5es do Centro Europeu de Previs\u00e3o Meteorol\u00f3gica de M\u00e9dio Prazo apontam para a possibilidade de um fen\u00f4meno com potencial para ser o mais intenso em 140 anos. Em 2024, a seca que afetou a Amaz\u00f4nia foi provocada pelo El Ni\u00f1o e seus efeitos v\u00eam sendo estudados at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>\u201cApesar da resili\u00eancia da floresta, a preserva\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 o caminho que precisamos buscar\u201d, conclui Maracahipes.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0<em>Forest recovery pathways after fire, drought and windstorms in southeast Amazonia<\/em>\u00a0pode ser lido em:\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.pnas.org\/doi\/10.1073\/pnas.2532833123\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">pnas.org\/doi\/10.1073\/pnas.2532833123<\/a><\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Luciana Constantino &#8211; Ag\u00eancia FAPESP &#8211; 21 de abril de 2026 &#8211;\u00a0Estudo liderado por brasileiros mostra substitui\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies por generalistas, sem tend\u00eancia de savaniza\u00e7\u00e3o; por\u00e9m, \u00e1reas recuperadas s\u00e3o mais vulner\u00e1veis &#8211; Pesquisa foi realizada com base em 20 anos de monitoramento de campo (foto: Paulo Brando). 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