{"id":40759,"date":"2026-07-08T07:30:51","date_gmt":"2026-07-08T10:30:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759"},"modified":"2026-07-07T11:39:34","modified_gmt":"2026-07-07T14:39:34","slug":"arvores-gigantes-de-florestas-tropicais-superam-limites-fisicos-para-transportar-agua-ate-o-topo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/arvores-gigantes-de-florestas-tropicais-superam-limites-fisicos-para-transportar-agua-ate-o-topo\/","title":{"rendered":"\u00c1rvores gigantes de florestas tropicais superam limites f\u00edsicos para transportar \u00e1gua at\u00e9 o topo"},"content":{"rendered":"<p>Por Luciana Constantino &#8211; Ag\u00eancia FAPESP\u00a0 &#8211; 02 de julho de 2026 &#8211; <em><span style=\"font-size: 10pt;\">Na foto o pesquisador Arne Scheire, um dos autores do artigo, escala um dipterocarpo de 67 metros na Mal\u00e1sia (imagem: Arne Scheire\/University Exeter).<\/span><\/em><\/p>\n<p>Contrariando um paradigma da bot\u00e2nica, uma pesquisa <a href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/science.aea9013\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>divulgada<\/strong><\/a> em (02\/07) na revista <em>Science<\/em> revelou que as \u00e1rvores gigantes das florestas tropicais \u2013 com altura equivalente \u00e0 de pr\u00e9dios de 20 ou 30 andares \u2013 n\u00e3o t\u00eam dificuldade em transportar \u00e1gua da raiz at\u00e9 o topo e tampouco s\u00e3o mais vulner\u00e1veis \u00e0 seca do que as menores.<\/p>\n<p>O trabalho detalha o mecanismo de sobreviv\u00eancia dessas esp\u00e9cies ainda pouco compreendidas pela ci\u00eancia, embora essenciais para a regula\u00e7\u00e3o do clima por sua capacidade de armazenar carbono.<\/p>\n<p>Pesquisas anteriores sugeriam que, conforme as \u00e1rvores ganham altura, a capacidade de mover \u00e1gua at\u00e9 o alto poderia ser prejudicada pela maior dist\u00e2ncia entre ra\u00edzes e folhas e pelos efeitos da gravidade. Isso reduziria a fotoss\u00edntese, limitaria o crescimento e aumentaria a vulnerabilidade \u00e0 seca.<\/p>\n<p>Mas, de acordo com o novo artigo, as \u00e1rvores gigantes desenvolveram adapta\u00e7\u00f5es internas que compensam os desafios de transportar \u00e1gua at\u00e9 os galhos mais altos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, testes realizados durante secas severas mostraram que elas n\u00e3o tiveram decl\u00ednio acentuado de crescimento em compara\u00e7\u00e3o com \u00e1rvores menores, contrariando a hip\u00f3tese de que esp\u00e9cimes muito altos seriam mais suscet\u00edveis ao estresse h\u00eddrico.<\/p>\n<p>Os pesquisadores descobriram que ajustes dos condu\u00edtes do xilema (\u201ctubos\u201d microsc\u00f3picos que a planta usa para conduzir \u00e1gua e nutrientes at\u00e9 as folhas), com di\u00e2metros maiores conforme fica mais alta, compensaram o aumento da resist\u00eancia ao fluxo de \u00e1gua durante o trajeto.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, \u00e9 como se a \u00e1rvore precisasse de uma mangueira maior para levar \u00e1gua mais longe.<\/p>\n<p>Essas adapta\u00e7\u00f5es complexas s\u00e3o capazes de reduzir a chance de falhas no transporte h\u00eddrico quando a planta est\u00e1 em situa\u00e7\u00f5es de seca.<\/p>\n<p>No caso das folhas, o efeito da gravidade as obriga a funcionar com menor hidrata\u00e7\u00e3o (potencial h\u00eddrico mais negativo), levando-as a ficar murchas e ter que fechar o est\u00f4mato (estrutura microsc\u00f3pica que funciona como \u201cporos\u201d) mais cedo, reduzindo sua fotoss\u00edntese.<\/p>\n<p>O estudo mostra, por\u00e9m, que as \u00e1rvores gigantes aumentam a toler\u00e2ncia a essas condi\u00e7\u00f5es, sem preju\u00edzo ao seu funcionamento.<\/p>\n<p>Esses achados avan\u00e7am na biologia das \u00e1rvores gigantes, ajudando a explicar como conseguem superar limita\u00e7\u00f5es f\u00edsicas e fisiol\u00f3gicas para conduzir \u00e1gua e continuar crescendo; aprimoram olhares sobre o papel das florestas nas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e geram evid\u00eancias para orientar a\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o, visando manter o equil\u00edbrio do ciclo de carbono, de chuvas e da biodiversidade.<\/p>\n<p>\u201cExistem poucos dados sobre como as fun\u00e7\u00f5es hidr\u00e1ulicas de uma planta mudam conforme ela cresce. \u00c9 aceito que \u00e1rvores maiores t\u00eam dificuldade em transportar \u00e1gua e, por isso, podem morrer mais em fun\u00e7\u00e3o de secas. Ficamos muito surpresos com o resultado do nosso estudo, verificando que elas t\u00eam um mecanismo interno de ajuste\u201d, diz \u00e0 Ag\u00eancia FAPESP o autor correspondente do artigo, <a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/107003\/paulo-roberto-de-lima-bittencourt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Paulo Bittencourt<\/strong><\/a>, professor da Escola de Ci\u00eancias da Terra e Ambiente da Universidade Cardiff (Reino Unido) e pesquisador colaborador do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (IB-Unicamp).<\/p>\n<p>Segundo o ec\u00f3logo, 1% das maiores \u00e1rvores do planeta armazena mais da metade do carbono em ecossistemas florestais tropicais, al\u00e9m de contribuir com o ciclo de chuvas pela evapotranspira\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O trabalho teve apoio da FAPESP por meio de um projeto <a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/102513\/dendrograd-aplicando-aneis-de-crescimento-anatomia-da-madeira-e-atributos-hidraulicos-em-um-gradient\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Jovem Pesquisador<\/strong><\/a> concedido ao bi\u00f3logo <a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/701699\/peter-stoltenborg-groenendyk\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Peter Groenendijk<\/strong><\/a>, que assina o artigo com <a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/34771\/rafael-silva-oliveira\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Rafael Oliveira<\/strong><\/a>, ambos do Centro de Ecologia Integrativa do IB-Unicamp.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/abre-meio-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-40760\" src=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/abre-meio-2.jpg\" alt=\"\" width=\"798\" height=\"574\" srcset=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/abre-meio-2.jpg 1000w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/abre-meio-2-300x216.jpg 300w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/abre-meio-2-768x552.jpg 768w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/abre-meio-2-600x431.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 798px) 100vw, 798px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em><span style=\"font-size: 10pt;\">(Esquerda) Palasiah Jotan, pesquisadora, usa c\u00e2mara de press\u00e3o para medir o potencial h\u00eddrico de folhas de dipterocarpo antes do nascer do sol, quando as \u00e1rvores est\u00e3o bem hidratadas; (centro) vista de um dipterocarpo de grande porte; (direita) autores do artigo diante de um dipterocarpo: da esquerda para a direita Arne Scheire, Palasiah Jotan, Martin Sv\u00e1tek, David Burslem e Paulo Bittencourt (cr\u00e9ditos:\u00a0Palasiah Jotan\/Czech University of Life Sciences Prague e \u00a0Lindsay Banin \/UK Centre for Ecology &amp; Hydrology))<\/span><\/em><\/p>\n<h3>\u2018Escalando a floresta\u2019<\/h3>\n<p>Para realizar o estudo, que levou mais de dois anos, o grupo utilizou uma amostra de 38 \u00e1rvores da fam\u00edlia Dipterocarpaceae, de cinco esp\u00e9cies, localizadas na Reserva Florestal Kabili-Sepilok (Mal\u00e1sia), na ilha asi\u00e1tica de Born\u00e9u.<\/p>\n<p>A reserva \u00e9 mundialmente conhecida por abrigar centros de conserva\u00e7\u00e3o, inclusive o primeiro criado no mundo para reabilita\u00e7\u00e3o de orangotangos.<\/p>\n<p>Essas \u00e1rvores, variando de 7,1 a 71 metros, s\u00e3o consideradas as mais altas com flores dos tr\u00f3picos.<\/p>\n<p>O trabalho de campo foi poss\u00edvel com a contribui\u00e7\u00e3o de escaladores treinados por <a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/lifeandstyle\/2026\/apr\/03\/experience-i-climbed-the-tallest-tropical-tree-in-the-world\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Jamiludding Jami<\/strong><\/a>, arborista ligado \u00e0 Parceria de Pesquisa da Floresta Tropical do Sudeste Asi\u00e1tico (<a href=\"https:\/\/www.searrp.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>SEARPP<\/strong><\/a>, na sigla em ingl\u00eas).<\/p>\n<p>Jami foi respons\u00e1vel, em 2018, por escalar e medir um dipterocarpo (meranti amarelo, <em>Shorea faguetiana<\/em>) de 100,8 metros, considerado a \u00e1rvore tropical mais alta encontrada at\u00e9 agora.<\/p>\n<p>\u201cEscalar uma \u00e1rvore de mais de 70 metros \u00e9 um trabalho muito especial, que pouqu\u00edssimos fazem no mundo.<\/p>\n<p>S\u00e3o pessoas que conseguem, no meio da floresta, passar uma corda em uma \u00e1rvore da altura de um pr\u00e9dio de 20 a 30 andares, subir e coletar galhos, por exemplo.<\/p>\n<p>Algumas coletas tiveram de ser sem sol, \u00e0 noite.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 saber passar a corda e ter condicionamento f\u00edsico.<\/p>\n<p>Precisa ver se tem vespeiro, saber se aquele galho \u00e9 bom, se a madeira \u00e9 forte, n\u00e3o \u00e9 uma coisa trivial\u201d, relata Bittencourt.<\/p>\n<p>Essa expertise foi levada a escaladores no Amap\u00e1, pertencentes a comunidades ribeirinhas no Estado, que, ap\u00f3s o treinamento, contribu\u00edram com a coleta de material para pesquisa semelhante na floresta amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p>Parte desses resultados deve ser divulgada at\u00e9 o final de 2026.<\/p>\n<p>H\u00e1 alguns anos, esse grupo de cientistas vem estudando gigantes da Amaz\u00f4nia na regi\u00e3o do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque e da Floresta Nacional do Amap\u00e1, para onde j\u00e1 foram realizadas algumas expedi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O projeto busca entender rea\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas da floresta amaz\u00f4nica \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>\u00c9 liderado pela ec\u00f3loga brit\u00e2nica Lucy Rowland, da Universidade de Exeter, com quem Bittencourt trabalhou diretamente quando estava na institui\u00e7\u00e3o e que tamb\u00e9m \u00e9 autora da pesquisa publicada na <em>Science<\/em>.<\/p>\n<p>Estimativa apresentada em <a href=\"https:\/\/nph.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/full\/10.1111\/nph.70634#\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>outro estudo<\/strong><\/a> liderado por Robson Borges de Lima, da Universidade do Estado do Amap\u00e1, e do qual Bittencourt e Groenendijk fizeram parte, indica que a Amaz\u00f4nia brasileira tem cerca de 55,5 milh\u00f5es de \u00e1rvores gigantes, mas a distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica \u00e9 desigual.<\/p>\n<p>Apenas 1% da \u00e1rea de floresta concentra 14% delas e metade est\u00e1 localizada em aproximadamente 11% do bioma.<\/p>\n<p>Ficam principalmente em Roraima e no Escudo das Guianas (forma\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica que inclui parte do Amap\u00e1), onde a disponibilidade de \u00e1gua \u00e9 alta.<\/p>\n<h3>Impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/h3>\n<p>Para analisar como os dipterocarpos reagem ao estresse h\u00eddrico, os pesquisadores mediram as taxas de crescimento dos troncos antes, durante e depois do forte per\u00edodo de seca associado ao El Ni\u00f1o em 2023-2024.<\/p>\n<p>Fen\u00f4meno clim\u00e1tico caracterizado pelo aquecimento anormal das \u00e1guas superficiais do oceano Pac\u00edfico Equatorial, o El Ni\u00f1o de 2023-2024 foi considerado um dos cinco mais intensos j\u00e1 medidos.<\/p>\n<p>Classificado no limite da categoria \u201cmuito forte\u201d, elevou as temperaturas em cerca de 2 \u00b0C acima da m\u00e9dia, com diferentes impactos no clima de v\u00e1rios pa\u00edses.<\/p>\n<p>No estudo, os resultados da compara\u00e7\u00e3o entre os per\u00edodos n\u00e3o mostraram decl\u00ednios na taxa de crescimento associada \u00e0 altura das \u00e1rvores durante a seca severa.<\/p>\n<p>Ou seja, as maiores foram t\u00e3o afetadas quanto as menores, sofrendo impactos semelhantes das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>\u201cNossos achados demonstram que os sistemas hidr\u00e1ulicos de dipterocarpos muito altos evolu\u00edram de forma a se adequar perfeitamente \u00e0 sua altura, n\u00e3o devendo sofrer mais do que os de menor porte expostos \u00e0s mesmas condi\u00e7\u00f5es de seca\u201d, afirma Rowland, por meio de comunicado \u00e0 imprensa.<\/p>\n<p>Nesse sentido, a pesquisa sugere que diferen\u00e7as na capacidade das \u00e1rvores de evitar bolhas de ar (embolia) que interrompem a circula\u00e7\u00e3o interna de \u00e1gua durante a seca podem estar mais relacionadas ao microclima da copa e ao sombreamento do que \u00e0 altura.<\/p>\n<p>Para Oliveira, os resultados sinalizam a necessidade de entender melhor os mecanismos que determinam a mortalidade das \u00e1rvores gigantes durante secas extremas.<\/p>\n<p>\u201cEm vez de assumir que a altura por si s\u00f3 aumenta a vulnerabilidade hidr\u00e1ulica, os achados apontam que existem outros mecanismos fisiol\u00f3gicos e anat\u00f4micos que podem ser igualmente ou mais importantes para explicar a sobreviv\u00eancia dessas \u00e1rvores \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Essa nova perspectiva pode ajudar o desenvolvimento de modelos mais realistas sobre o funcionamento das florestas e suas respostas a climas cada vez mais secos\u201d, afirma Oliveira \u00e0 <strong>Ag\u00eancia FAPESP<\/strong>.<\/p>\n<p>Groenendijk refor\u00e7a a import\u00e2ncia de compreender as taxas de crescimento dessas esp\u00e9cies.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cEntender quais idades as gigantes atingem, como crescem e como se comportam frente \u00e0 variabilidade clim\u00e1tica s\u00e3o quest\u00f5es cruciais que estamos tentando responder usando sensores automatizados e a an\u00e1lise de an\u00e9is de crescimento\u201d, completa.<\/p><\/blockquote>\n<p>No Brasil, um grupo internacional de cientistas est\u00e1 coletando dados na Reserva Florestal Adolfo Ducke, em Manaus (AM), para quantificar e mapear as causas e os fatores de morte de \u00e1rvores tropicais altas.<\/p>\n<p>O \u201cProjeto Gigante\u201d vem sendo desenvolvido por integrantes do Cary Institute of Ecosystem Studies Millbrook (Estados Unidos) em coopera\u00e7\u00e3o com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (Inpa).<\/p>\n<p>Oliveira destaca que, provavelmente, um mecanismo que compensa a resist\u00eancia a secas est\u00e1 ligado \u00e0 capacidade das folhas mais altas de absorver orvalho e neblina.<\/p>\n<p>\u201cPesquisas anteriores que fizemos mostraram que fontes atmosf\u00e9ricas podem ser importantes para manter a hidrata\u00e7\u00e3o de plantas em geral, mesmo as de folhas muito grandes\u201d, conclui.<\/p>\n<p>O artigo <em>Height does not impair the hydraulic system of the tallest tropical Dipterocarp trees<\/em> pode ser lido em: <a href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/science.aea9013\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>science.org\/doi\/10.1126\/science.aea9013<\/strong><\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/science2026393issue-6806largecover.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-40761\" src=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/science2026393issue-6806largecover.jpg\" alt=\"\" width=\"798\" height=\"1016\" srcset=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/science2026393issue-6806largecover.jpg 1250w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/science2026393issue-6806largecover-236x300.jpg 236w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/science2026393issue-6806largecover-805x1024.jpg 805w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/science2026393issue-6806largecover-768x978.jpg 768w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/science2026393issue-6806largecover-1207x1536.jpg 1207w, https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/science2026393issue-6806largecover-600x764.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 798px) 100vw, 798px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Luciana Constantino &#8211; Ag\u00eancia FAPESP\u00a0 &#8211; 02 de julho de 2026 &#8211; Na foto o pesquisador Arne Scheire, um dos autores do artigo, escala um dipterocarpo de 67 metros na Mal\u00e1sia (imagem: Arne Scheire\/University Exeter). Contrariando um paradigma da bot\u00e2nica, uma pesquisa divulgada em (02\/07) na revista Science revelou que as \u00e1rvores gigantes das&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":40762,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[90,104,15,33,71],"post_series":[],"class_list":["post-40759","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral","tag-ambiente-ambiental-environment-environmental-meio-ambiente","tag-arvores","tag-biodiversidade","tag-educacao-ambiental","tag-sustentabilidade-viver-sustentavelmente-consumo-sustentavel","entry","has-media"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>\u00c1rvores gigantes de florestas tropicais superam limites f\u00edsicos para transportar \u00e1gua at\u00e9 o topo - FUNVERDE<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"\u00c1rvores gigantes de florestas tropicais superam limites f\u00edsicos para transportar \u00e1gua at\u00e9 o topo - FUNVERDE\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Por Luciana Constantino &#8211; Ag\u00eancia FAPESP\u00a0 &#8211; 02 de julho de 2026 &#8211; Na foto o pesquisador Arne Scheire, um dos autores do artigo, escala um dipterocarpo de 67 metros na Mal\u00e1sia (imagem: Arne Scheire\/University Exeter). Contrariando um paradigma da bot\u00e2nica, uma pesquisa divulgada em (02\/07) na revista Science revelou que as \u00e1rvores gigantes das&hellip;\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"FUNVERDE\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/funverde\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-07-08T10:30:51+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/arvores-gigantes.png\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"936\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"584\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/png\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"funverde\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@funverde\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@funverde\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"funverde\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"10 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759\"},\"author\":{\"name\":\"funverde\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/bec97e35994e1efd40b63cb533e44277\"},\"headline\":\"\u00c1rvores gigantes de florestas tropicais superam limites f\u00edsicos para transportar \u00e1gua at\u00e9 o topo\",\"datePublished\":\"2026-07-08T10:30:51+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759\"},\"wordCount\":1692,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/arvores-gigantes.png\",\"keywords\":[\"Ambiente\",\"Arvores\",\"Biodiversidade\",\"Educa\u00e7\u00e3o ambiental\",\"Sustentabilidade\"],\"articleSection\":[\"Geral\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759\",\"name\":\"\u00c1rvores gigantes de florestas tropicais superam limites f\u00edsicos para transportar \u00e1gua at\u00e9 o topo - FUNVERDE\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/arvores-gigantes.png\",\"datePublished\":\"2026-07-08T10:30:51+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/arvores-gigantes.png\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/arvores-gigantes.png\",\"width\":936,\"height\":584},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"\u00c1rvores gigantes de florestas tropicais superam limites f\u00edsicos para transportar \u00e1gua at\u00e9 o topo\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/\",\"name\":\"FUNVERDE\",\"description\":\"ONG criada em 1999, para melhorar o planeta, atrav\u00e9s da preserva\u00e7\u00e3o, recupera\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization\",\"name\":\"FUNVERDE\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Logo_Funverde.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Logo_Funverde.jpg\",\"width\":457,\"height\":499,\"caption\":\"FUNVERDE\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/funverde\",\"https:\/\/x.com\/funverde\",\"https:\/\/www.instagram.com\/funverde\/\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/bec97e35994e1efd40b63cb533e44277\",\"name\":\"funverde\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6dd413cb194962ed8eb124d2dce6f715?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6dd413cb194962ed8eb124d2dce6f715?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"funverde\"}}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"\u00c1rvores gigantes de florestas tropicais superam limites f\u00edsicos para transportar \u00e1gua at\u00e9 o topo - FUNVERDE","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"\u00c1rvores gigantes de florestas tropicais superam limites f\u00edsicos para transportar \u00e1gua at\u00e9 o topo - FUNVERDE","og_description":"Por Luciana Constantino &#8211; Ag\u00eancia FAPESP\u00a0 &#8211; 02 de julho de 2026 &#8211; Na foto o pesquisador Arne Scheire, um dos autores do artigo, escala um dipterocarpo de 67 metros na Mal\u00e1sia (imagem: Arne Scheire\/University Exeter). Contrariando um paradigma da bot\u00e2nica, uma pesquisa divulgada em (02\/07) na revista Science revelou que as \u00e1rvores gigantes das&hellip;","og_url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759","og_site_name":"FUNVERDE","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/funverde","article_published_time":"2026-07-08T10:30:51+00:00","og_image":[{"width":936,"height":584,"url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/arvores-gigantes.png","type":"image\/png"}],"author":"funverde","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@funverde","twitter_site":"@funverde","twitter_misc":{"Escrito por":"funverde","Est. tempo de leitura":"10 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759"},"author":{"name":"funverde","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/bec97e35994e1efd40b63cb533e44277"},"headline":"\u00c1rvores gigantes de florestas tropicais superam limites f\u00edsicos para transportar \u00e1gua at\u00e9 o topo","datePublished":"2026-07-08T10:30:51+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759"},"wordCount":1692,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/arvores-gigantes.png","keywords":["Ambiente","Arvores","Biodiversidade","Educa\u00e7\u00e3o ambiental","Sustentabilidade"],"articleSection":["Geral"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759","name":"\u00c1rvores gigantes de florestas tropicais superam limites f\u00edsicos para transportar \u00e1gua at\u00e9 o topo - FUNVERDE","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/arvores-gigantes.png","datePublished":"2026-07-08T10:30:51+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759#primaryimage","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/arvores-gigantes.png","contentUrl":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/arvores-gigantes.png","width":936,"height":584},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=40759#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"\u00c1rvores gigantes de florestas tropicais superam limites f\u00edsicos para transportar \u00e1gua at\u00e9 o topo"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#website","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/","name":"FUNVERDE","description":"ONG criada em 1999, para melhorar o planeta, atrav\u00e9s da preserva\u00e7\u00e3o, recupera\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#organization","name":"FUNVERDE","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Logo_Funverde.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Logo_Funverde.jpg","width":457,"height":499,"caption":"FUNVERDE"},"image":{"@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/funverde","https:\/\/x.com\/funverde","https:\/\/www.instagram.com\/funverde\/"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/bec97e35994e1efd40b63cb533e44277","name":"funverde","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6dd413cb194962ed8eb124d2dce6f715?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6dd413cb194962ed8eb124d2dce6f715?s=96&d=mm&r=g","caption":"funverde"}}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40759"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40759"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40759\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":40763,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40759\/revisions\/40763"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/40762"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40759"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40759"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40759"},{"taxonomy":"post_series","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/post_series?post=40759"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}