{"id":6920,"date":"2010-06-17T09:00:59","date_gmt":"2010-06-17T12:00:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=6920"},"modified":"2010-06-17T09:00:59","modified_gmt":"2010-06-17T12:00:59","slug":"as-sacolas-plasticas-tem-futuro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/as-sacolas-plasticas-tem-futuro\/","title":{"rendered":"As sacolas pl\u00e1sticas t\u00eam futuro?"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #008000;\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" src=\"http:\/\/farm5.static.flickr.com\/4072\/4709139050_303e6b2b8d_o.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"500\" \/><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Com uma queda na produ\u00e7\u00e3o de 15% nos \u00faltimos tr\u00eas anos, as embalagens tradicionais perdem espa\u00e7o para os modelos ecol\u00f3gicos<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Em cem anos, o pl\u00e1stico passou de her\u00f3i a vil\u00e3o &#8211; por ironia, devido \u00e0s mesmas caracter\u00edsticas que popularizaram seu uso. Ser flex\u00edvel, imperme\u00e1vel, resistente e pouco reativo a produtos qu\u00edmicos virou um problema quando essas qualidades come\u00e7aram a ser associadas ao apelo do descart\u00e1vel. <strong>No Brasil, 90% de 1 bilh\u00e3o de sacolas que mensalmente embalam produtos em lojas e supermercados v\u00e3o parar no lixo. <\/strong>A situa\u00e7\u00e3o j\u00e1 foi pior: h\u00e1 quatro anos, o pa\u00eds consumia 3 bilh\u00f5es de unidades mensais, segundo dados da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Embalagens Pl\u00e1sticas Flex\u00edveis (Abief) &#8211; e com a mesma taxa de descarte.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">O varejo distribui anualmente mais de 20 bilh\u00f5es de sacolas pl\u00e1sticas de uso \u00fanico, sendo o principal culpado, o setor supermercadista. Essas sacolas ficar\u00e3o poluindo o planeta por 500 anos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>90% das sacolas que saem das lojas e supermercados v\u00e3o parar no lixo <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Devido \u00e0 fama de produto do mal, as sacolas pl\u00e1sticas t\u00eam recebido ataques de v\u00e1rias frentes. O golpe mais recente &#8211; e talvez o maior at\u00e9 o momento &#8211; foi o an\u00fancio da rede Carrefour de banir esse tipo de embalagem de suas lojas em quatro anos. A decis\u00e3o inclui as demais bandeiras do grupo: Atacad\u00e3o e Dia%. &#8220;Em 2014, quando o processo estiver implantado em todas as lojas, teremos retirado de circula\u00e7\u00e3o 800 milh\u00f5es de unidades por ano&#8221;, afirma Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade do Carrefour. Com a mesma preocupa\u00e7\u00e3o, outras redes do varejo adotam a\u00e7\u00f5es semelhantes, embora n\u00e3o t\u00e3o definitivas. O grupo Fnac, por exemplo, distribui apenas sacolas de pl\u00e1stico biodegrad\u00e1vel h\u00e1 cinco anos. Em 2010, deixou de oferecer os modelos maiores de embalagens descart\u00e1veis. Como op\u00e7\u00e3o, as lojas disp\u00f5em de uma bolsa retorn\u00e1vel, feita de material reciclado, e que custa R$ 3. &#8220;Tivemos uma ades\u00e3o acima da expectativa nos primeiros meses. Mais de 40% dos clientes passaram a usar o produto&#8221;, diz Patr\u00edcia Nina, diretora de opera\u00e7\u00f5es da Fnac Brasil.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Na verdade, o Carrefour joga no ambiente anualmente 1 bilh\u00e3o e 800 milh\u00f5es de sacolas, o que corresponde a 150 milh\u00f5es de sacolas distribu\u00eddas mensalmente pela rede. S\u00f3 que lemos algo preocupante no in\u00edcio do m\u00eas, antes Pianez tinha dito que baniriam as sacolas em 2014 e na \u00faltima entrevista ele j\u00e1 aumentou em um ano, isto \u00e9, disse que baniriam em 2015. Pianez, estamos de olho nas suas declara\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">A FNAC usa sacolas oxibiodegrad\u00e1veis, que tem o ciclo de vida \u00fatil controlado, isto \u00e9, o fabricante, a pedido do comprador, estipula o tempo de vida que deve ter esta sacola, que pode variar de um ano e meio a cinco anos e depois estas sacolas ser\u00e3o biodegradadas, ou seja, voltar\u00e3o \u00e0 natureza em forma de \u00e1gua, CO2 e biomassa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>20% \u00e9 a proje\u00e7\u00e3o de redu\u00e7\u00e3o no consumo de sacolas pl\u00e1sticas em 2010<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Com o cerco se fechando, o consumo brasileiro de sacolas pl\u00e1sticas cai anualmente. Em 2007, foram produzidas 17,9 bilh\u00f5es de unidades. No ano seguinte, 16,4 bilh\u00f5es, 8,4% a menos. Em 2009, 15 bilh\u00f5es, uma queda de 16%. Neste ano, a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Supermercados (Abras) estima uma diminui\u00e7\u00e3o de 20%. &#8220;As campanhas contra o pl\u00e1stico afetam muito a ind\u00fastria. O segmento de sacolas descart\u00e1veis representa 14% dos neg\u00f3cios do setor&#8221;, afirma Alfredo Schmitt, presidente da Abief. Sem alternativa, os fabricantes come\u00e7am a se reciclar. Materiais oxibiodegrad\u00e1veis, hidrossol\u00faveis e biodegrad\u00e1veis, que se dissolvem na natureza de tr\u00eas a 36 meses, ganham terreno na mesma velocidade com que o pl\u00e1stico tradicional perde mercado. No ano passado, representaram neg\u00f3cios da ordem de R$ 100 milh\u00f5es. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">As linhas ecol\u00f3gicas j\u00e1 representam 18% das embalagens flex\u00edveis produzidas no pa\u00eds, de acordo com a Res Brasil, representante da marca de aditivos dw2 para a fabrica\u00e7\u00e3o de pol\u00edmeros de baixo impacto ambiental. Os compostos comercializados pela Res Brasil, quando acrescentados \u00e0 f\u00f3rmula b\u00e1sica do pl\u00e1stico, aceleram a decomposi\u00e7\u00e3o dos pol\u00edmeros em at\u00e9 400 vezes. Ou seja, as sacolas aditivadas s\u00e3o absorvidas pela natureza em at\u00e9 tr\u00eas meses &#8211; contra mais de 100 anos da embalagem comum. &#8220;Estamos crescendo a um ritmo de 10% ao m\u00eas&#8221;, afirma Eduardo Van Roost, diretor-superintendente da empresa, que espera faturar R$ 5 milh\u00f5es em 2010.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>18% esse \u00e9 o percentual que as linhas ecol\u00f3gicas j\u00e1 representam no total de embalagens flex\u00edveis produzidas no pa\u00eds<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Al\u00e9m dos pl\u00e1sticos de degrada\u00e7\u00e3o r\u00e1pida, o papel e o papel\u00e3o ganham relevo entre as op\u00e7\u00f5es de substitui\u00e7\u00e3o ao pol\u00edmero comum. &#8220;Sacolas de papel s\u00e3o o nosso carro-chefe hoje &#8211; representam 70% dos nossos itens&#8221;, afirma Mauricio Groke, diretor comercial da Antilhas, uma das maiores fabricantes brasileiras de embalagens. &#8220;Com exce\u00e7\u00e3o dos supermercados, h\u00e1 uma tend\u00eancia das lojas de migrar para esse tipo de solu\u00e7\u00e3o.&#8221; O grupo deve investir R$ 10 milh\u00f5es neste ano e impulsionar pesquisas de novos materiais e produtos. A meta \u00e9 crescer 16% em 2010. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">No mercado desde 1953, a Nobelplast dedicou mais de meio s\u00e9culo \u00e0 fabrica\u00e7\u00e3o exclusiva de embalagens pl\u00e1sticas. At\u00e9 despertar para a demanda por sustentabilidade, em 2004. A preocupa\u00e7\u00e3o ambiental levou a empresa a criar a vers\u00e3o verde do pr\u00f3prio neg\u00f3cio: surgiu ent\u00e3o a Nobelpack, com investimentos de R$ 3,5 milh\u00f5es. &#8220;Hoje, 90% das nossas sacolas s\u00e3o produzidas com papel reciclado. Trabalhamos tamb\u00e9m com mat\u00e9ria-prima certificada, al\u00e9m de pl\u00e1sticos oxibiodegrad\u00e1veis e biodegrad\u00e1veis&#8221;, afirma Beni Adler, diretor-executivo da empresa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>85% a mais custa uma embalagem de papel comparada com a de pl\u00e1stico<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">O maior impedimento para a troca das sacolas tradicionais por op\u00e7\u00f5es menos agressivas ao ambiente \u00e9 o pre\u00e7o. Cada unidade do pl\u00e1stico comum custa em m\u00e9dia 2 centavos de real. &#8220;Uma embalagem oxibiodegrad\u00e1vel tem valor 20% maior, em m\u00e9dia. E uma de papel, \u00e9 85% mais cara&#8221;, compara Groke. O futuro das sacolas est\u00e1 mesmo \u00e9 nas m\u00e3os dos consumidores. Ir\u00e3o comandar a mudan\u00e7a se estiverem realmente dispostos a pagar mais por op\u00e7\u00f5es de menor impacto ambiental ou for\u00e7ar a cadeia produtiva a arcar com essa diferen\u00e7a de custo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">O valor de uma sacola oxibodegrad\u00e1vel n\u00e3o custa nem 5% a mais do que uma sacola pl\u00e1stica convencional. Esses n\u00fameros est\u00e3o equivocados para desincentivar o uso da tecnologia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Sem agredir a natureza &#8211; conhe\u00e7a os substitutos ecol\u00f3gicos dos derivados de petr\u00f3leo <\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Biodegrad\u00e1vel<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">S\u00e3o feitos a partir de subst\u00e2ncias org\u00e2nicas, como milho, cana e batata. Se descartado, o pl\u00e1stico desaparece na natureza em quest\u00e3o de meses. A degrada\u00e7\u00e3o ocorre pela a\u00e7\u00e3o de micro-organismos. No entanto, na aus\u00eancia de oxig\u00eanio (caso seja enterrado, por exemplo), a decomposi\u00e7\u00e3o gera g\u00e1s metano, que contribui para o efeito estufa <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Oxibiodegrad\u00e1vel<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Um aditivo acelera em at\u00e9 400 vezes a dissolu\u00e7\u00e3o do pl\u00e1stico tradicional &#8211; com a a\u00e7\u00e3o de luz, calor e umidade, reduz o tempo de 100 anos para 3 meses. Em uma segunda fase, micro-organismos terminam o processo e deixam como res\u00edduos apenas di\u00f3xido de carbono e \u00e1gua <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Compost\u00e1vel<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">\u00c9 um tipo de pl\u00e1stico biodegrad\u00e1vel, ou seja, com base vegetal, que se comporta como mat\u00e9ria org\u00e2nica comum. \u00c9 produzido para ser usado no processo de compostagem, para a obten\u00e7\u00e3o de h\u00famus e adubo <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Papel certificado<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">O selo do Forest Stewardship Council (FSC) assegura que o material da sacola vem de manejo sustent\u00e1vel das florestas. Isso significa preserva\u00e7\u00e3o, extra\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel de mat\u00e9ria-prima e ajuda no desenvolvimento das comunidades <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Papel reciclado<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Existem dois tipos b\u00e1sicos: o pr\u00e9-consumo, no qual a mat\u00e9ria-prima vem de res\u00edduos de f\u00e1bricas antes de chegar ao mercado (como as aparas) e o p\u00f3s-consumo, que usa material descartado (como embalagens longa-vida). O segundo tipo ajuda a retirar lixo da natureza, por meio de coleta seletiva e da a\u00e7\u00e3o de cooperativas de catadores <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Fonte &#8211; S\u00e9rgio Tauhata, PEGN<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Foto &#8211; <a title=\"Link to Jim Frazier's photostream\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/jimfrazier\/\"><strong>Jim Frazier<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">N\u00e3o existe outra solu\u00e7\u00e3o a n\u00e3o ser banir a sacola pl\u00e1stica de uso \u00fanico. \u00c9 a atitude mais l\u00f3gica e sustent\u00e1vel a se tomar. Que venham as sacolas retorn\u00e1veis de qualquer material, tecido, croch\u00ea, carrinhos de feira, mochilas, inclusive as sacolas retorn\u00e1veis fabricadas com pl\u00e1stico, mas desde que com pl\u00e1stico com ciclo de vida \u00fatil controlado. Est\u00e1 na hora de assumirmos nossa responsabilidade para com as futuras gera\u00e7\u00f5es e nos livrarmos dessas aberra\u00e7\u00f5es, que nasceram para estimular o consumismo e a irresponsabilidade ambiental. Sacolas retorn\u00e1veis, j\u00e1!<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com uma queda na produ\u00e7\u00e3o de 15% nos \u00faltimos tr\u00eas anos, as embalagens tradicionais perdem espa\u00e7o para os modelos ecol\u00f3gicos Em cem anos, o pl\u00e1stico passou de her\u00f3i a vil\u00e3o &#8211; por ironia, devido \u00e0s mesmas caracter\u00edsticas que popularizaram seu uso. 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