{"id":6936,"date":"2010-06-17T17:00:45","date_gmt":"2010-06-17T20:00:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/?p=6936"},"modified":"2010-06-17T17:00:45","modified_gmt":"2010-06-17T20:00:45","slug":"matar-a-natureza-e-matar-o-lucro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funverde.org.br\/blog\/matar-a-natureza-e-matar-o-lucro\/","title":{"rendered":"Matar a natureza \u00e9 matar o lucro"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/farm4.static.flickr.com\/3147\/2543651016_ab73fc24da.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"500\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>As empresas descobrem que a biodiversidade significa dinheiro em caixa e que a sa\u00fade do neg\u00f3cio est\u00e1 vinculada \u00e0 sa\u00fade do planeta<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">At\u00e9 pouco tempo atr\u00e1s, as empresas costumavam atrelar seu nome \u00e0s causas verdes principalmente como estrat\u00e9gia de marketing. \u00c0 medida que o mundo tomava consci\u00eancia das quest\u00f5es ambientais, em especial a degrada\u00e7\u00e3o dos recursos naturais, demonstrar preocupa\u00e7\u00e3o com o planeta era uma forma de lustrar a imagem da companhia e atrair os consumidores para suas marcas. Essa rela\u00e7\u00e3o entre o mundo dos neg\u00f3cios e a natureza avan\u00e7ou dramaticamente. Se antes as empresas patrocinavam o reflorestamento de uma \u00e1rea ou reciclavam seu lixo, colocavam a conta na lista de despesas, sem esperar retorno financeiro. Hoje, os custos de a\u00e7\u00f5es como essas v\u00e3o para a lista de investimentos, j\u00e1 que podem significar lucros e crescimento nos neg\u00f3cios. Conglomerados como a General Electric, o Walmart e a IBM mant\u00eam projetos de ecoefici\u00eancia e de preserva\u00e7\u00e3o do ambiente porque os consideram estrat\u00e9gicos para a pr\u00f3pria sobreviv\u00eancia. O que mudou? Para entender o fen\u00f4meno, tome-se como exemplo a Coca-Cola, uma das marcas mais valiosas do mundo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">H\u00e1 dez anos, quando anunciou uma s\u00e9rie de investimentos in\u00e9ditos em projetos ambientais, a Coca-Cola n\u00e3o estava preocupada com o derretimento das geleiras do \u00c1rtico nem queria salvar os ursos-polares amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o. Diante de estudos que apontavam para a crescente escassez de \u00e1gua doce no planeta, a empresa se convenceu de que ignorar o problema poderia ser perigoso para o futuro de seu neg\u00f3cio. A \u00e1gua \u00e9 a principal mat\u00e9ria-prima para a fabrica\u00e7\u00e3o dos mais de 3.000 produtos da marca. A companhia injetou bilh\u00f5es de d\u00f3lares na cria\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos e programas de reutiliza\u00e7\u00e3o e tratamento de \u00e1gua em suas f\u00e1bricas, em mais de 200 pa\u00edses. Os resultados come\u00e7aram a aparecer recentemente. Em cada uma das 43 unidades brasileiras, gastavam-se 5,5 litros de \u00e1gua para produzir 1 litro de refrigerante. Hoje esse gasto \u00e9 de 2,04 litros. A redu\u00e7\u00e3o representa uma economia de 500.000 Reais ao ano, por f\u00e1brica. &#8220;Com a popula\u00e7\u00e3o mundial perto dos 9 bilh\u00f5es e a \u00e1gua cada vez mais escassa, n\u00e3o t\u00ednhamos outro caminho a seguir&#8221;, afirmou recentemente o presidente mundial da Coca-Cola, Muhtar Kent, em entrevista \u00e0 revista Forbes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">&#8220;O aquecimento global, a escassez de \u00e1gua, a extin\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies e o despejo de produtos t\u00f3xicos afetaram profundamente o funcionamento da sociedade e tamb\u00e9m o das empresas&#8221;, disse a VEJA o economista Andrew Winston, da Universidade Princeton, consultor de grandes companhias para quest\u00f5es ambientais. &#8220;Pela primeira vez na hist\u00f3ria, os empres\u00e1rios deparam com limites de crescimento reais impostos por quest\u00f5es relacionadas \u00e0 natureza&#8221;, ele completa. O mundo dos neg\u00f3cios e o mundo natural est\u00e3o inextricavelmente ligados. Todo produto que chega ao consumidor, seja um carro, um t\u00eanis ou uma x\u00edcara de caf\u00e9, tem origem na extra\u00e7\u00e3o ou colheita de bens da natureza. Esses bens, a \u00e1gua, as terras cultiv\u00e1veis, as florestas, s\u00e3o finitos. Justamente nesse ponto reside o maior desafio para as empresas. Desde a Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, iniciada no S\u00e9culo XVIII, o modelo econ\u00f4mico mundial privilegiou a produ\u00e7\u00e3o em detrimento da preserva\u00e7\u00e3o dos recursos naturais. Essa conta est\u00e1 sendo cobrada agora \u2013 e \u00e9 bem cara.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">A destrui\u00e7\u00e3o da biodiversidade nunca foi t\u00e3o intensa. De acordo com um relat\u00f3rio da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas divulgado no m\u00eas passado, mais de 60% de todos os ecossistemas do planeta est\u00e3o amea\u00e7ados. Desse total, 35% s\u00e3o mangues e 40% florestas. Hoje, a demanda por recursos naturais excede em 35% a capacidade da Terra. Se a escalada dessa demanda continuar no ritmo atual, em 2030 ser\u00e3o necess\u00e1rias duas Terras para satisfaz\u00ea-la. Entre 2000 e 2005, a devasta\u00e7\u00e3o das florestas na Am\u00e9rica do Sul foi de 4,3 milh\u00f5es de hectares, 3,5 milh\u00f5es deles no Brasil. De acordo com a ONU, s\u00f3 o desmatamento e a degrada\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de mangue causam um preju\u00edzo anual de 2,5 a 4,5 trilh\u00f5es de d\u00f3lares \u00e0 economia global. Equivale a jogar no lixo um valor pr\u00f3ximo ao PIB do Jap\u00e3o, o segundo maior do mundo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Nesta semana, em Busan, na Coreia do Sul, representantes de um conjunto de pa\u00edses estar\u00e3o reunidos para discutir a cria\u00e7\u00e3o de um grupo destinado a estudar as consequ\u00eancias das altera\u00e7\u00f5es na biodiversidade do planeta. Ser\u00e1 um organismo semelhante ao IPCC, da ONU, que estuda as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e seus efeitos. O material de trabalho do grupo a ser formado \u00e9 o relat\u00f3rio &#8220;Aspectos econ\u00f4micos dos ecossistemas e da biodiversidade&#8221;, elaborado por treze pa\u00edses, entre desenvolvidos e emergentes, cuja \u00faltima parte ser\u00e1 divulgada em outubro. Estima-se que ele ter\u00e1 o mesmo impacto do estudo sobre as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas divulgado em 2006 pelo economista ingl\u00eas Nicholas Stern, que norteou boa parte das pesquisas sobre o tema a partir de ent\u00e3o. A cria\u00e7\u00e3o da nova equipe se justifica porque os problemas na biodiversidade, em grande parte, ocorrem em pontos espec\u00edficos do planeta, enquanto a quest\u00e3o do clima tem alcance global.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Calcular, em dinheiro, o preju\u00edzo da destrui\u00e7\u00e3o dos recursos naturais n\u00e3o \u00e9 tarefa f\u00e1cil. Primeiro, \u00e9 preciso atribuir um valor monet\u00e1rio a toda a biodiversidade da Terra. O economista Robert Costanza, da Universidade de Vermont, foi o primeiro a faz\u00ea-lo. Em 1997, ele concluiu que a biodiversidade do planeta valia 33 trilh\u00f5es de d\u00f3lares. S\u00e3o 45 trilh\u00f5es de d\u00f3lares, em valores atuais. Para chegar a essa quantia, estimou-se quanto custariam os servi\u00e7os prestados gratuitamente pela natureza ao homem, como a \u00e1gua limpa, o solo f\u00e9rtil para plantio de alimentos, a purifica\u00e7\u00e3o do ar pelas florestas, a poliniza\u00e7\u00e3o e outros recursos naturais. Foram avaliadas dezessete categorias, que ganharam o nome de servi\u00e7os ambientais. &#8220;A conta \u00e9 complicada e pode implicar erros pontuais, mas at\u00e9 agora \u00e9 a \u00fanica maneira eficiente que os ambientalistas e economistas encontraram de mostrar para a sociedade e para as empresas quanto est\u00e1 sendo desperdi\u00e7ado&#8221;, diz Ernesto Cavasin, especialista em sustentabilidade, da consultoria PricewaterhouseCoopers.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">A cria\u00e7\u00e3o de \u00edndices de sustentabilidade nas principais bolsas de valores do mundo reflete a valoriza\u00e7\u00e3o das companhias verdes. Quando o mercado de capitais, centro financiador do desenvolvimento econ\u00f4mico, cria um \u00edndice, d\u00e1 um recado expl\u00edcito \u00e0s empresas do que ele procura. Nesse caso, o mercado deixou claro que a agenda socioambiental n\u00e3o pode ser ignorada pelas empresas que querem prosperar. Na Bolsa de Valores de S\u00e3o Paulo, o \u00edndice de sustentabilidade (ISE), criado h\u00e1 cinco anos, mostra resultados melhores do que o \u00edndice tradicional. No ano passado, as a\u00e7\u00f5es medidas pelo \u00edndice Ibovespa subiram 18,5%, enquanto as medidas pelo ISE da Bovespa aumentaram 24,7%. Atualmente, 34 empresas integram essa carteira de a\u00e7\u00f5es. &#8220;O mundo financeiro se move de acordo com a sua percep\u00e7\u00e3o de risco. Aos olhos dos investidores, a falta de preocupa\u00e7\u00e3o ambiental de uma companhia denota falta de zelo com o pr\u00f3prio patrim\u00f4nio&#8221;, explica S\u00f4nia Favaretto, diretora de sustentabilidade da BM&amp;FBovespa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">H\u00e1 quinze anos, a Sadia come\u00e7ou a ter problemas com as fazendas que lhe fornecem os porcos para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos industrializados. Os ambientalistas queixavam-se de que o dejeto dos animais, rico em metano, um dos principais gases do efeito estufa, era descartado no ambiente sem controle algum. As reclama\u00e7\u00f5es trouxeram muitas dores de cabe\u00e7a para a Sadia, mas a companhia conseguiu tirar vantagem da situa\u00e7\u00e3o. Primeiro, desenvolveu uma t\u00e9cnica para transformar os dejetos em adubo e depois em energia el\u00e9trica. O metano, quando queimado, tem o seu impacto na atmosfera reduzido em 21 vezes. Com 1.086 suinocultores parceiros do projeto, a Sadia pretende, agora, lucrar com a iniciativa com a venda de cr\u00e9ditos de carbono.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Um marco na ades\u00e3o das empresas \u00e0 economia verde se deu em 2005, quando a General Electric e o Walmart, duas das maiores empresas do mundo, come\u00e7aram a reformula\u00e7\u00e3o em seus neg\u00f3cios. A GE lan\u00e7ou uma linha batizada de Ecomagination, inicialmente com dezessete produtos. Eles aliavam um menor custo de produ\u00e7\u00e3o a um menor impacto no ambiente. Hoje, a linha conta com oitenta produtos, que v\u00e3o de l\u00e2mpadas fluorescentes a motores de trem que emitem menos CO2 e consomem menos \u00e1gua. Em 2008, a empresa lucrou, s\u00f3 com a linha verde, 17 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, 21% a mais do que no ano anterior. Com o lema &#8220;Aqui preservar \u00e9 um bom neg\u00f3cio&#8221;, o Walmart come\u00e7ou uma transforma\u00e7\u00e3o no modelo tradicional de varejo. Dizendo-se preocupado com o futuro do planeta, o ent\u00e3o presidente mundial da rede, Lee Scott, anunciou que a empresa deveria, a longo prazo, utilizar em suas lojas 100% de energia renov\u00e1vel, reduzir a zero a produ\u00e7\u00e3o de lixo em sua opera\u00e7\u00e3o e vender apenas produtos que n\u00e3o amea\u00e7assem a natureza. Desde ent\u00e3o, a maioria das lojas do Walmart conseguiu economizar 25% de energia. No Brasil, 140 das 388 lojas encaminham seus res\u00edduos para reciclagem. Eles s\u00e3o transformados em ra\u00e7\u00e3o para animais ou adubo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Os caminhos at\u00e9 uma economia verde e sustent\u00e1vel come\u00e7aram a ser tra\u00e7ados na d\u00e9cada de 70, quando os efeitos danosos da industrializa\u00e7\u00e3o no ambiente se tornaram mais vis\u00edveis. Em 1987, a express\u00e3o desenvolvimento sustent\u00e1vel foi definida no relat\u00f3rio &#8220;Nosso futuro comum&#8221;, tamb\u00e9m conhecido como Relat\u00f3rio Brundtland, elaborado pela Comiss\u00e3o Mundial de Meio Ambiente e Desenvolvimento, da ONU. Surgia a id\u00e9ia de que o desenvolvimento n\u00e3o deveria implicar riscos \u00e0 natureza a ponto de prejudicar as gera\u00e7\u00f5es futuras. No decorrer da d\u00e9cada de 90, com as discuss\u00f5es em torno do aquecimento global, a sociedade come\u00e7ou a pressionar as institui\u00e7\u00f5es financeiras para boicotar grandes poluidores. Surgiu assim, em 2002, o tratado Princ\u00edpios do Equador, a primeira interven\u00e7\u00e3o real do setor econ\u00f4mico na quest\u00e3o da preserva\u00e7\u00e3o da natureza. No acordo, dez dos maiores bancos do mundo se comprometeram a n\u00e3o emprestar dinheiro a empresas que desprezassem as preocupa\u00e7\u00f5es com o ambiente em suas atividades. Era quest\u00e3o de tempo para que, ao longo da d\u00e9cada, as empresas de todos os ramos de atividade descobrissem que destruir a natureza \u00e9 reduzir seus pr\u00f3prios lucros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Varejo sem desperd\u00edcio<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">No ano passado, a rede de supermercados P\u00e3o de A\u00e7\u00facar investiu 60 milh\u00f5es de reais em iniciativas sustent\u00e1veis. As mais vistosas s\u00e3o as sete lojas verdes espalhadas pelo pa\u00eds. Elas s\u00e3o equipadas com l\u00e2mpadas de LED, mais econ\u00f4micas. Os tetos t\u00eam um revestimento especial para manter a temperatura est\u00e1vel no ambiente, reduzindo o consumo de eletricidade com ar condicionado. J\u00e1 os carrinhos dessas lojas s\u00e3o feitos de garrafas PET recicladas. Juntas, as unidades proporcionam ao grupo uma economia de 140.000 reais por m\u00eas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>O executivo mais verde do mundo<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Jeffrey Immelt, que em 2001 assumiu a presid\u00eancia mundial da General Electric no lugar do lend\u00e1rio Jack Welch, est\u00e1 \u00e0 frente da maior reformula\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria da companhia. Ele \u00e9 o idealizador do selo verde Ecomagination, que hoje conta com oitenta produtos. Eles v\u00e3o de l\u00e2mpadas flurescentes a turbinas que emitem menos gases do efeito estufa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>O pl\u00e1stico de cana-de-a\u00e7\u00facar<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">A petroqu\u00edmica Braskem, do Rio Grande do Sul, anunciou no ano passado a cria\u00e7\u00e3o do polietileno feito com cana-de-a\u00e7\u00facar. Essa \u00e9 uma das resinas mais utilizadas na fabrica\u00e7\u00e3o de embalagens flex\u00edveis e normalmente \u00e9 feita com petr\u00f3leo. Somente na constru\u00e7\u00e3o da f\u00e1brica do novo produto foram investidos 500 milh\u00f5es de Reais. O polietileno de cana come\u00e7a a ser produzido em escala industrial a partir de setembro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">A\u00ed j\u00e1 \u00e9 demais, for\u00e7aram a barra. Estamos falando de economia de recursos naturais para as gera\u00e7\u00f5es futuras e enquanto isso vamos queimar nafta nas usinas refinadoras de petr\u00f3leo e usar pl\u00e1stico de comida, porque\u00a0se a nafta, que \u00e9 um subproduto do refino do petr\u00f3leo que\u00a0equivale\u00a0de 3 a 7% n\u00e3o for transformada em pl\u00e1stico ir\u00e1 ser queimada sem ter utilidade para a humanidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Qual a l\u00f3gica em\u00a0usar terra f\u00e9rtil e \u00e1gua limpa para plantar comida e depois, ao inv\u00e9s de alimentar os mais de 1 bilh\u00e3o de famintos do planeta, transformar esta comida em pl\u00e1stico e ainda mais um pl\u00e1stico que ir\u00e1 durar tanto quanto o pl\u00e1stico feito de petr\u00f3leo, isto \u00e9 500 anos. Assim n\u00e3o d\u00e1, n\u00e3o \u00e9 l\u00f3gico n\u00e3o \u00e9 racional, \u00e9 uma insanidade!!!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>A riqueza da biodiversidade<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Um grupo de pesquisadores calculou quanto valem os recursos naturais que o homem utiliza. Outro estudo mostra o valor das perdas na biodiversidade causadas pela a\u00e7\u00e3o humana (em d\u00f3lares).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Qual o valor da natureza?<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Valor: 44,9 trilh\u00f5es de d\u00f3lares, o equivalente a tr\u00eas vezes o PIB do Estados Unidos, \u00e9 o valor estimado do capital natural, ou seja, de todos os servi\u00e7os ambientais da Terra (o c\u00e1lculo do valor da biodiversidade, feito pelo economista americano Robert Costanza, inclui 9 trilh\u00f5es de d\u00f3lares relativos ao valor de outros recursos naturais).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Preju\u00edzo: as perdas anuais com a destruicao de florestas, mananciais e mangues variam entre 2,5 e 4,5 trilh\u00f5es de d\u00f3lares<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Solo e terras cultiv\u00e1veis<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Valor: 23,2 trilh\u00f5es<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Preju\u00edzo: 100 bilh\u00f5es anuais, relativos ao desequil\u00edbrio ambiental s\u00f3 nas lavouras dos Estados Unidos, Austr\u00e1lia, \u00c1frica do Sul, \u00cdndia e Brasil<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Cardumes e peixes<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Valor: 4 trilh\u00f5es<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Preju\u00edzo: 34,4 bilh\u00f5es por ano, relativos ao que \u00e9 pescado mas n\u00e3o \u00e9 consumido<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Reservas de \u00e1gua doce<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Valor: 3,1 trilh\u00f5es<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Preju\u00edzo: 28,4 bilh\u00f5es \u00e9 o custo anual da esassez de \u00e1gua e das m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias no continente africano<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Prote\u00e7\u00e3o natural contra desgastes<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Valor: 1,5 trilh\u00e3o<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Preju\u00edzo: 23 bilh\u00f5es, custo das enchentes em planta\u00e7\u00f5es da China, \u00cdndia, Bangladesh e Vietn\u00e3 em 2007<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Poliniza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Valor: 540 bilh\u00f5es<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Preju\u00edzo: 15 bilh\u00f5es por ano, causado pela redu\u00e7\u00e3o das colm\u00e9ias nos Estados Unidos<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Alimentos<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Valor: 1 trilh\u00e3o<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Preju\u00edzo: 1 bilh\u00e3o \u00e9 o custo anual do desperd\u00edcio de comida apenas nos Estados Unidos<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>Clima<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Valor: 2,5 trilh\u00f5es<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Preju\u00edzo: de 28 a 67 bilh\u00f5es por ano \u00e9 quanto custaria combater os efeitos do aquecimento global reduzindo as emiss\u00f5es de CO2 nos pa\u00edses em desenvolvimento<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Fontes \u2013 FAO, ONU, EPA e Teeb<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Fonte &#8211; Revista Veja de 09 de junho de 2010<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Foto &#8211; <\/span><a title=\"Link to Davey S' photostream\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/daveatguelph\/\"><strong><span style=\"color: #008000;\">Davey S<\/span><\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As empresas descobrem que a biodiversidade significa dinheiro em caixa e que a sa\u00fade do neg\u00f3cio est\u00e1 vinculada \u00e0 sa\u00fade do planeta At\u00e9 pouco tempo atr\u00e1s, as empresas costumavam atrelar seu nome \u00e0s causas verdes principalmente como estrat\u00e9gia de marketing. \u00c0 medida que o mundo tomava consci\u00eancia das quest\u00f5es ambientais, em especial a degrada\u00e7\u00e3o dos&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[90],"post_series":[],"class_list":["post-6936","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ambiente-ambiental-environment-environmental-meio-ambiente","tag-ambiente-ambiental-environment-environmental-meio-ambiente","entry","no-media"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.2 - 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