Palestra para as madeireiras de Maringá

No dia 30 de junho de 2007, sábado, proferimos uma palestra aos donos de madeireiras de Maringá nas dependencias da ACIM – Associação Comercial e Empresarial de Maringá.

Falamos incialmente do projeto mata ciliar e da importância de se plantar árvores e deles adquirirem somente madeiras replantadas e certificadas.

Falamos também do nosso SELO EMPRESA AMIGA DO PLANETA, de como eles podem economizar em suas empresas e ainda ajudar o planeta.

Dicas simples, como implantação de aquecedor solar de baixo custo em suas empresas, nos oferecemos para dar o curso de montagem do aquecedor de materiais reciclados para os funcionários das madeireiras – o chuveiro representa 30% da conta de energia elétrica de uma residência – e assim a cada mês os funcionários podem se reunir e montar um aquecedor para um dos funcionários.

Ficamos à disposição para cursos e palestras, inclusive curso de sabão feito de óleo de cozinha usado, para os funcionários e proprietários das empresas.

Falamos também da troca das lâmpadas incandescentes das empresas e das casas dos funcionários por lâmpadas fluorescentes que duram 10 vezes mais e consomem 10 vezes menos – para se ter idéia da quantidade, 20% da conta de energia elétrica de uma residência vem das lâmpadas – e a destinação correta destas lâmpadas, por favor, nunca jogue lâmpadas no lixo comum, sáo altamente agressivas ao meio ambiente – para maiores informações a respeito de destinação correta de lâmpadas fluorescentes, visite o site www.nortevisual.com.br.

Falamos também sobre economia de água, troca de monitores convencionais por monitores de LCD que consomem 4 vezes menos que os convencionais, reciclagem, destinação de resíduos e por fim falamos dos projetos da FUNVERDE.

Os estagiários distribuiram folder com os projetos da FUNVERDE e falaram sobre os projetos que estão participando.

Os empresários ficaram sabendo dos questionários das pesquisas e foram avisados que serão visitados.

O papel de uma fundação – pelo menos o da FUNVERDE – é transmitir conceitos, mudar padrões de produção e consumo, conforme diz a agenda XXI.

Esse deveria ser o papel do primeiro setor, mas como a maioria deles está pouco se lixando para o país, as ongs sérias ocupam este espaço para educar a população.

Nós pagamos nossos impostos – e ai se não pagarmos – para termos educação – inclusive educação ambiental -,  saúde, enfim, serviços básicos, mas temos que pagar os impostos e ainda pagar por estes serviços ou fazê-los, porque o dinheiro dos nossos impostos estão sendo utilizados para engordar os leitões novos e os porcos cevados, que são nossos políticos.

Se o governo desse educação ambiental para a população adulta, nossos aterros teriam sua vida útil multiplicada, nossos rios não estariam poluídos, nossas árvores não estariam sendo arrancadas.

Mas isso nunca vai acontecer no Brasil, porque os políticos só se elegem para arrombar os cofres do estado, que estão cheios de nosso dinheiro – afinal trabalhamos 4 meses por ano só para pagar impostos, para sustentar políticos.

Então continuamos com nosso trabalho de dar educação ambiental para adultos, que é o mais difícil, porque para crianças é fácil ensinar, elas não tem maus hábitos arraigados, mas as crianças irão demorar muito para se tornarem consumidores e o mundo está indo ralo abaixo.

Temos que mudar a atitude dos adultos, porque são eles que estão destruindo o mundo com seu consumismo, com sua preguiça para reciclar, para mudar, sempre se preocupando com seu umbigo.

Parece que finalmente as pessoas estão preocupados com o futuro do mundo, mas ainda quase ninguém está ocupado em mudar o futuro do mundo.

Não poderíamos deixar de agradecer a diretoria da ACIM – Associação Comercial e Empresarial de Maringá pelo emprestimo do local. Nossa parceira, sempre nos ajudando quando precisamos.

Camisetas

Post atrasado.

O PROJETO SACOLAS ECOLÓGICAS está tomando tanto do nosso tempo e energia, que nem está dando tempo de postar, mas estou pondo os posts em dia hoje.

Tem muitos empresários preocupado com o planeta, que são parceiros da FUNVERDE em seus projetos e neste mês nos ajudaram com camisetas e crachás para os estagiários.

Nossos estagiários estão fazendo pesquisa no comércio da cidade e precisam ser identificados, por isso as camisetas que foram patrocinadas são tão importantes para a FUNVERDE, isto é a parceria entre o segundo e o terceiro setor.

Dia 08 de junho de 2007 – nossos agradecimentos à DIVIMAQ pela impressão dos crachás para os estagiários.

Dia 12 de junho de 2007 – nossos agradecimentos à UNIMED www.unimedmaringa.com.br pelo patrocínio das camisetas da FUNVERDE.

Dia 23 de junho de 2007 – nossos agradecimentos à NORTEVISUAL www.nortevisual.com.br pelo patrocínio das camisetas do PROJETO MATA CILIAR.

Dia 23 de julho de 2007 – nossos agradecimentos também à rede de SUPERMERCADO CIDADE CANÇÃO www.cidadecancao.com.br pelo patrocínio das camisetas do PROJETO SACOLAS ECOLÓGICAS – as camisetas chegam amanhã.

Estando uniformizados, fica mais fácil para nossos estagiários chegarem nas empresas, identificação traz credibilidade, num mundo difícil como este.

Reunião da câmara técnica de recursos hídricos do COMDEMA

Post atrasado. Reunião do COMDEMA no dia 29 de junho de 2007

A FUNVERDE faz parte do COMDEMA – conselho de defesa do meio ambiente de Maringá e das câmaras técnicas de vegetação, legislação e de recursos hídricos.

Quando tem algum assunto que interesse à FUNVERDE, tambem fazemos parte das outras câmaras.

Tivemos uma reunião para estudar o plano de recursos hídricos para Maringá.

Ocorre que Maringá não tem legislação de recursos hídricos, então primeiro temos que escrever a legislação, propor a lei para depois estudar o plano.

Plástico oxi-biodegradável, a evolução do projeto

Todos evoluímos – exceto as petroquímicas -, aprendemos e evoluímos.

Da esquerda para a direita, a primeira sacola oxi-biodegradável foi verde, depois veio a branca.

As duas são utilizadas nos mercados para diferenciar a separação de lixo em casa, afinal, já é tradição a dona de casa utilizar as sacolas de supermercado como sacos de lixo – a verde para lixo reciclável e a branca para rejeito – e em agosto estamos iniciando o treinamento de caixas e empacotadores que irão orientar a dona de casa a fazer a reciclagem, que em Maringá está em 5%, quase nada.

Imagine os recursos naturais que estão sendo desperdiçados, renda – e consequentemente aumento populacional, pois quanto maior a renda menos filhos – sendo jogada no lixo porque a dona de casa tem preguiça de colocar duas sacolas na cozinha, para separar o lixo que pode ser reciclado.

Estou sim, culpando a dona de casa, mas culpo também o poder público, o primeiro setor.

Curitiba, capital do Paraná, já teve 19% do seu lixo reciclado, e segundo ouvi no dia 17, no dia da audiência pública, hoje só recicla 3%.

Só tem dois caminhos para a reciclagem, a educação constante, martelar a informação incessantemente ou então o peso da lei.

Maringá não tem nenhum nem outro.

Esta semana ligaram aqui reclamando de um bairro que há mais de um mês não vê o caminhão que recolhe recicláveis.

A prefeitura comprou para as cooperativas 3 caminhões, pretende comprar mais 2 e esse povo não está  querendo trabalhar.

Isso é um absurdo, a dona de casa faz o que é mais difícil – mais difícil de ensinar – e os catadores que dependem da boa vontade da dona de casa separar o material reciclável, tiram sua renda desta atitude não aparecem para recolher o material.

Isso é uma vergonha.

Está na hora de cobrar alguma coisa dos catadores, chega de dar – antes tinham que empurrar o carrinho, agora tem o caminhão – e obrigá-los a fazer seu trabalho.

Já ouvi dizer que eles não gostam de descer do caminhão, que tem vergonha da profissão, que não gostam de conversar com a dona de casa.

Caramba, o que é isto? Como é que alguém tem vergonha de um trabalho que lhes dá sustento?

E olhe que todo o dinheiro para as cooperativas de catadores, caminhões, combustíveis, vem do nosso dinheiro através dos impostos.

Será que é só dar tudo para os excluídos, será que eles só tem direitos? E cadê as obrigações?

Voltando ao assunto …

Em abril, um passarinho muito poderoso do simpep – sindicato da indústria do material plástico do Paraná – admitiu que quando eles dizem que o plástico oxi-biodegradável tem metais pesados na verdade querem esconder que os metais pesados estão na pigmentação de qualquer plástico produzido no país, graças a ganância dos empresários que não querem gastar um pouco mais nos pigmentos sem metais pesados – sempre a ganância dos poderosos – mas que eles não se importavam porque o plástico convencional irá se biodegradar em até 500 anos e até lá eles não estariam mais aqui para serem responsabilizados e ter que limpar a sujeira que criaram.

Não sei se você sabe, mas para exportar plásticos para os estados unidos e comunidade europeia nossos fabricantes de plásticos tem que utilizar essas tintas não tóxicas, inclusive teve um fabricante que faz parte do simpep que teve que fazer mais de 15 testes antes de poder exportar seus plásticos.

Mas ele fez estes testes e exportou plásticos sem metais pesados.

O medo deles é que a população descubra o lixo tóxico que eles produzem aqui – produzem lixo para poder ter mais lucro e não o lucro justo – e por isso estão combatendo com unhas e dentes – e muita grana – o plástico oxi-biodegradável, porque eles estão sendo expostos, sua sujeira está vindo à tona e eles serão obrigados a ganhar o justo ao ter que produzir o correto.

Então, enquanto não conseguimos obrigá-los a utilizar as tintas sem metais pesados estamos incentivando o plástico sem pigmentação, por dois motivos, proteger o ambiente dos metais pesados – não do oxi-biodegradável, mas das tintas utilizadas no país – e depois para economia de recursos naturais

Afinal, porque colocar pigmentação em uma sacola que irá ser utilizada somente uma vez e depois descartada

Esta é a sacola que está no lado direito

Ela tem diversas funções, na feira por exemplo, as pessoas levam as compras em sacolas coloridas e depois colocam em sacos transparentes para poder ver o que tem dentro mais facilmente na geladeira.

Depois, irá nos auxiliar no PROJETO RECICLAGEM 100%, porque, como a dona de casa utiliza a sacola de compra como lidxo, fica mais fácil visualizar o conteúdo dentro da sacola na hora do recolhimento do lixo reciclável.

Isso, quando ouver lei para multar quem não reciclar – estamos vendo um excesso de individualismo, pessoas que não reciclam porque é um direito delas, prejudicando o coletivo, pessoas que dependem da reciclagem para obterem renda sendo prejudicadas, aterros sanitários tendo sua vida útil diminuida pelo tanto de material que poderia ser reciclado e está sendo depositado nestes aterros – será de grande ajuda, porque os lixeiros poderão visualizar facilmente quem não recicla.

Então, faça sua parte, exija que os supermercados, feiras, farmácias, videolocadoras, acougues, enfim, onde houver sacola, que esta seja transparente.

Ações como esta fazem a diferença na proteção ao planeta.

A solução para os problemas do planeta reside em sua casa, faça sua parte.  

Plastivida, a quem serve

Estes dias encontrei este folder da plastivida e está lá claro quem é associado, para que propósito foram criados e certamente não foi porque queriam ajudar o planeta.

Só para você ver a quem eles servem, a que interesses estão ligados.

Adorei o texto do folder, concordo com tudo, desde que eles distribuam para a população, mas isto eles não fazem, fizeram o folder só para dar uma cara bonita à organização.

Conhecem os nomes basf, braskem – maior petroquímica da américa latina que porque irá perder 1% dos bilhões de lucros está querendo destruir o planeta -, dow, ipiranga, petroquímica, petroquímicas triunfo, união e syzabi, petroquisa e outros.

Cerca de 30 deles estiveram em Curitiba na audiência pública, inscreveram-se todos para falar.

Como não temos os recursos financeiros que eles possuem, ficamos em minoria absoluta.

O pesquisador do sul que fez uma pesquisa comprovando que o oxi-biodegradável não é eco-tóxico, que se degrada e que não contém metais pesados não foi ao evento porque foi ameaçado com a perda do emprego.

A universidade enviou outra pesquisadora que disse que estava utilizando os dados do pesquisador e deturpou todas as conclusões.

Porque será?

E o que vamos fazer?

Se uma pessoa recebe ameaças tem toda a razão em se preservar, afinal, primeiro a vida e depois o planeta.

Você pode ler abaixo que este folder não é para educar a população, mas para atrair associados.

No item 2 está claro que eles estão fazendo bem seu trabalho de defender o associado, ao encher as audiências públicas de paus-mandados para fazer lobby e impedir que leis que impeçam as indústrias poluidoras – suas associadas – de serem responsabilizadas pelo mar de plásticos que produzem e ficam por aí, por até 500 anos poluindo o planeta.

Parabéns à plastivida, está fazendo bem seu trabalho sujo.

Agora não me venha posar de amiga do planeta, porque é a última coisa que a plastivida é.

Plastivida, você está sendo desmascarada, agora sabemos quem são os seus mestres e senhores.

O que você achou do folder, entendeu agora?

Se dizem ong, mas nem aqui nem na china, são na verdade uma organização mantida pelas petroquímicas, é contra este tipo de forças que estamos lutando, com nenhuma ética e um monte de dinheiro para detonar o mundo, contanto que seus bolsos estejam cheios.

Plástico oxi-biodegradável em questão de vestibular

Toda essa polêmêmica rendeu até esta questão de vestibular.

São as petroquímicas utiizando seus bilhões para prejudicar o planeta mas só estão tornando o assunto cada vez mais conhecido da população.

Ótimo.

Propaganda sempre é benvinda.

Afinal, estamos lançando os holofotes sobre o problema da gestão dos resíduos, está passada da hora das pessoas perceberem que o consumismo atual está nos levando cada vez mais para a beira do abismo.

Soluções simples como trocar as sacolas de compras de plástico convencional por plástico oxi-biodegradável, levar suas sacolas retornáveis para fazer compras, compras embalagens mais simples, comprar menos produtos industrializados, reciclar 100% do lixo caseiro, separar material compostável para a compostagem, nada que afete o dia-a-dia de ninguém, que mude seu estilo de vida nem atrapalhe, mas que no final, são estas atitudes, que saem de casa que salvam o planeta

Palestra sobre projetos FUNVERDE, ou, recrutando estagiários – 21 de julho de 2007 – sábado

Vou postar as 3 últimas semanas, porque para variar, o projeto sacolas ecológicas e retornáveis tomou todo o tempo.

Hoje, mesmo não tendo começado o semestre do curso técnico em meio ambiente, já vieram 4 novos estagiários que ficarão conosco por no mímino 6 meses – se não gostarem do estágio – até 18 meses, se gostarem de estagiar conosco.

Como não tínhamos local de encontro, nos encontramos no shopping Aspen.

Primeiro, apresentamos aos novos estagiários nossos projetos e os estagiários antigos relataram o que ocorreu na semana com os questionários e as entrevistas.

Como vamos iniciar um treinamento no final de agosto, precisamos de pelo menos 10 estagiários para o treinamento, então explicamos do que se trata este treinamento – projeto novo, temos que manter segredo até o final do mês – e eles ficaram de ver entre eles quem entra neste projeto extra.

É que tem que ensinar um monte de pessoas e muita gente tem pavor de palco.

Projeto Mata Ciliar FUNVERDE – 14 de julho de 2007 – sábado

Hoje não foi quase ninguém, porque todo mundo está de férias.

Mesmo a meteorologia dizendo que iria chover, depois de dois meses sem chuva ninguém acreditou e fomos aguar as árvores, que estavam esturricadas.

Mesmo na semana passada tendo sido aguadas, se tivéssemos plantado árvores do padrão da COCAMAR ou do IAP, elas não teriam resistido a esta seca.

Na sexta-feira, ontem, a umidade do ar estava menos de 20%, o Amador – José Carlos Amador, diretor do Hospital Municipal de Maringá -, médico membro da FUNVERDE, disse que estamos respirando ar de deserto.

Hoje o Eduardo Marçal, publicitário da FUNVERDE – veio pela primeira vez plantar árvores, no caso aguar.

Todos os logotipos, camisetas, banners, folders, tudo que é gráfico é criação dele.

Ele é mais um dos membros voluntários da FUNVERDE, que utilizam seu talento natural para fazer alguma coisa pelo planeta, lembre-se, não adianta só se preocupar, tem que se ocupar.

Não pedimos nada impossível para ninguém, apenas que as pessoas utilizem seus talentos, seus dons, se unam a nós para o bem comum, para mudar o planeta para melhor.

Esse é o Eduardo vendo o barranco que teria que descer para ligar a motobomba – nada de mais, só uns 8 metros – calma, tem uma corda para se agarrar.

O charles, já acostumado, foi primeiro, claro, que com a corda.

Temos que comprar uma corda maior porque os barrancos estão cada vez maiores.

Fundo de vale mesmo, muito fundo.

O fernando quase chegando no rio. Observe ao fundo, o rio.

Descer é fácil, todo santo ajuda não é Charles e Fernando?

Agora subir …

O alex ficou brincando com a mangueira hoje e abastecendo os baldes.

O solo está tão seco que a água não infiltra.

Molhamos normalmente cada árvore com 20 litros de água, mas hoje colocamos até 80 litros em cada árvore.

Olhe o estado deste balde, temos que comprar novos.

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Olhe o céu.

Terminamos de aguar as árvores, com a consciência tranquila, sabedores de que elas irão resistir mais duas semanas sem chuva.

Bem, guardamos os apetrechos embaixo de uma chuva, que durou a semana inteira.

Hahaha, mas o que vale é a intenção e a consciência tranquila, a sensação do dever cumprido.

U R G E N T E – Audiência pública sobre plásticos oxi-biodegradáveis em Curitiba

Audiência Pública em Curitiba

Dia 17 de julho de 2007 – terça feira

Local Assembléia Legislativa do Paraná

Horário 10:00

Compareçam para mostrar para as petroquímicas – que estarão lá em peso para impedir que a lei seja sancionada – que a população quer um planeta melhor, apesar deles quererem que o planeta exploda, desde que seus lucros não diminuam.

Lembre-se, eles irão perder apenas 1% do seu lucro para salvar o planeta, isso não é nada, quer dizer, 1% de 3 bilhões e 200 milhões de lucro presumido só das indústrias plásticas do Paraná em 2007 não é bem nada, mas não irá afetar os lucros escandalosos deles em quase nada.

Até quando iremos permitir que estes piratas, que nos exploram – sempre digo que somos os escravos do Século XXI – destruam nosso país por ganância?

Vamos fazer esta lei passar no Paraná – foi aprovada por unanimidade nas duas vezes e só falta o Governador Requião sancionar – e em São Paulo – tambem foi aprovada por unanimidade nas duas vezes e só falta o Governador Serra Sancionar – e depois nos outros estados.

Quem puder comparecer, venha, quem não puder, lembre-se de algum amigo, parente, conhecido que more em Curitiba e peça para que compareça.

Sobre a enquete da Folha de São Paulo

A proibição de sacolas de plástico comum em SP terá efeito positivo?

Deputados da Assembléia Legislativa de São Paulo proibiram o uso de sacolas de plástico nocivas ao ambiente. A lei, que ainda precisa ser sancionada pelo governo estadual, obriga estabelecimentos comerciais a trocarem sacolas de plástico comum por material biodegradável. Você acredita que essa medida, se aprovada, terá efeitos positivos?

http://polls.folha.com.br/poll/0718304/results

Foram 11.864 votos

Resultado

Sim. É mais um passo para ações efetivas de conservação do ambiente                                       9.402 votos – 79%

Não. É apenas mais uma lei que não será cumprida, pois não haverá fiscalização suficiente     2.462 votos – 29%

  

Por esse resultado, podemos ver duas coisas, primeiro que tem muita interessada no assunto, visto o número de votantes.

Segundo, as pessoas querem que algo mude, querem fazer sua parte.

Então, vamos nos unir para que a lei de obrigatoriedade de utilização das sacolas oxi-biodegradáveis seja sancionada pelos governadores Requião do Paraná e Serra de São Paulo.