Skip to content

Então aqui estão alguns dos projetos que a FUNVERDE desenvolve com seus membros, voluntários e estagiários.

Não estão todos aqui porque os dados estão em apresentações, folders, espalhados, mas conforme for me lembrando vou adicionando os projetos

PROJETO BOSQUE SENSORIAL ANA DOMINGUES

A FUNVERDE desenvolve o projeto bosque sensorial, no bosque das grevíleas desde 2009, onde já plantou mais de duas mil árvores de mais de 100 espécies e variedades, dentre elas frutíferas de várias partes do planeta, que somam aproximadamente 90% e árvores nativas em risco de extinção.

 

PROJETO MATA CILIAR

A FUNVERDE iniciou em agosto de 2004, o PROJETO MATA CILIAR. Maringá tem 70 quilômetros de fundos de vale, 32 córregos e 68 nascentes catalogadas. 

O objetivo deste projeto é revegetar a mata ciliar de todos os córregos e nascentes de Maringá, da região e finalmente do Paraná. 

A FUNVERDE não definiu tempo para a finalização deste projeto, pois a quantidade de tempo e de arvores que serão destinadas a este projeto é muito grande. 

Finalizamos em dezembro de 2005, o Córrego Diamante, com o plantio de aproximadamente 10.000 árvores nativas com tamanho mínimo um metro e meio. 

Finalizamos o Córrego Mandacaru em dezembro de 2006, com o plantio de mais de 20.000 árvores nativas com tamanho mínimo um metro e meio. 

Em 2007 iniciamos o plantio da mata ciliar do Córrego Nazaré e do Córrego Maringá. 

Este projeto se desenvolve somente aos sábados durante duas horas – das 14:00 às 16:00, de fevereiro a novembro – com a participação semanal de aproximadamente 50 voluntários e estagiários. 

Para podermos nos certificar de que as mudas plantadas irão crescer e também para termos resultados mais rápidos, utilizamos sempre mudas de no mínimo 1,5 m de altura. 

Somente utilizamos mudas de espécies florestais nativas da região, no caso de Maringá, espécies da floresta estacional semidecidual. 

Plantamos 25% de frutíferas nativas para atração da avifauna, pois não adianta replantar a mata ciliar sem plantar frutas para os pássaros e animais comerem. 

Um outro grande problema com que nos deparamos durante a execução do projeto é o lixo que se acumula nas curvas dos rios, composto principalmente por sacolas plásticas de compras.

Claro que tem todo tipo de lixo, como pneu, fogão, sapatos e roupas, PET … mas a grande maioria é de sacolas de supermercados. 

Este lixo está aumentando visivelmente com o passar do tempo, por isso, durante o período de revegetação de um local, estamos simultaneamente fazendo a limpeza das margens e de dentro dos rios. 

Só que notamos que não adiantava nada limpar os rios porque era só chover e as sacolas estavam de volta.

Elas são muito leves, são levadas pelo vento, pelas enxurradas, então decidimos que tínhamos que resolver este problema. 

Do projeto mata ciliar nasceram três projetos, o projeto sacolas ecológicas, o projeto sacolas retornáveis e o projeto do manual de recuperação de mata ciliar.

PROJETO SACOLAS ECOLÓGICAS

 

Foi aí que em 2005 nasceu o PROJETO SACOLAS ECOLÓGICAS, que está trocando as sacolas de mercado convencionais que demoram 500 anos para se decomporem por sacolas de mercado oxi-biodegradáveis que em 18 meses já terão desaparecido do planeta, com o objetivo de acabar com a poluição na cidade, nos fundos de vale, rios e mares. 

Em todos os lugares que você compra, você ganha sacolas de mercado, saquinhos para legumes e verduras no mercado – inclusive 1 cabeça de alho – açougue, videolocadora, feira, padaria, farmácia – com 1 aspirina – e tente se lembrar de tantos outros lugares.  

Esses plásticos, se tivermos sorte, vão para o lixão, mas normalmente acabam jogados nas ruas e depois das chuvas, dentro dos rios.  

Esses plásticos são uma herança para nossos descendentes, que pode e deve ser evitada. A tecnologia existe, o preço é menos que 10% maior do que a sacola convencional, agora é só iniciar a mudança.  

Vários estados brasileiros estão criando legislação que obriga o primeiro e o segundo setor a trocar a sacola convencional por sacola oxi-biodegradável, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso.  

Existe também lei federal que deve ser aprovada ainda este ano. Existem mais de 90 fábricas habilitadas no Brasil a produzir estas sacolas.   Para maiores detalhes, visite a página da FUNVERDE.

PROJETO SACOLAS RETORNÁVEIS

 

Este projeto nasceu em 2005, junto com o projeto sacolas ecológicas.  

Incentiva o uso de sacolas feitas de tecido ou qualquer material que se possa utilizar indefinidamente, que podem ser usadas indefinidamente, sem prejudicar o planeta.  

Lembre-se, seus avós passaram a vida inteira indo fazer compras com esta sacola e sobreviveram, ou melhor, sobreviveram sem poluir o planeta. 

A pegada ambiental deles foi ridiculamente pequena se comparada com a nossa.

PROJETO MANUAL DE RECUPERAÇÃO DE MATA CILIAR

No início do projeto tivemos problemas por não encontrar nenhum manual simples, que ensinasse um leigo a recuperar a mata nativa de sua propriedade.

Nos fundos de vale das cidades, normalmente residem pessoas simples, que tem o desejo de plantar árvores para proteger a água, mas não sabem como fazer. 

Pensando nisso em 2004 a FUNVERDE lançou a primeira versão do manual de recuperação de mata ciliar. 

Um manual simples para que qualquer pessoa, independendente da formação acadêmica pudesse saber espécies, espaçamento, tratos culturais das árvores plantadas. 

Esse manual inicial contava com 100 espécies nativas da floresta estacional semidecidual, a que o Paraná pertence. 

Hoje estamos revisando este manual, que já conta com 400 espécies nativas, das quais 100 são de frutíferas nativas para atração da avifauna e para que os humanos possam também consumir estas frutas.

PROJETO TRANSFORMAÇÃO DE ÓLEO USADO EM SABÃO/BIODIESEL

Este projeto nasceu em 2007 e se estenderá até o final de 2008, quando teremos os dados de consumo de óleo de todos os estabelecimentos da cidade.  

20 estagiários estão indo nos estabelecimentos do setor alimentício com um questionário para determinar como é utilizado o óleo de cozinha, práticas ambientais do estabelecimento, incentivando a reciclagem, destinação dos resíduos, ensinando economia de água, eletricidade … ensinar as empresas a economizar recursos naturais para as próximas gerações.  

1ª fase – mapeamento dos maiores consumidores de óleo vegetal e descobrindo a destinação para este óleo pós-consumo – estabelecimentos do setor de alimentação como restaurantes, pizzarias, feiras, pastelarias, hospitais, refeitórios de empresas, lanchonetes …  

2ª fase – destinação do óleo pós-consumo para fábricas de biodiesel ou de sabão, em container apropriado – bombonas.

PROJETO CURSO DE SABÃO

Este projeto nasceu em 2007 em conjunto com o projeto de transformação de óleo usado em sabão/biodiesel e se estenderá até o final de 2008. 

20 estagiários estão envolvidos no projeto, realizando treinamento para produção artesanal de sabão a partir de óleo vegetal pós-consumo.  

Este projeto é direcionado a igrejas, condomínios e associações de bairros e tem o objetivo de conscientizar a dona-de-casa da destinação correta do óleo – colocar em PET e deixar para coleta seletiva, aumentando a renda do catador de lixo reciclável.  

Junto com o curso de sabão ensinamos boas práticas ambientais – economia de água, eletricidade, separação de lixo, incentivo à mudança de padrão de consumo, comprando somente em estabelecimentos que se preocupam com o planeta, consumir produtos orgânicos …

PROJETO AQUECEDOR SOLAR DE BAIXO CUSTO

Este projeto nasceu em 2006 e não tem data para terminar. 

Curso de aquecedor solar de baixo custo, feito de garrafas pet e embalagens de leite tetra pack.  

Um aquecedor pode ser construído em 8 horas, por pessoas sem nenhum treinamento específico.  

30% do custo da eletricidade de uma casa vem do chuveiro e este aquecedor além de gerar água quente para o chuveiro, pode ser utilizado para aquecer torneiras, máquinas de lavar roupas, gerando economia doméstica e não pressionando os recursos naturais

Quanto mais se utiliza energia elétrica, há mais necessidade de construção de usinas hidrelétricas, que destroem terras férteis, biomas que jamais serão recuperados, destroem habitats de potenciais remédios vindo de animais ou plantas para doenças que ainda nem imaginamos que ocorrerão no futuro.

PROJETO CALÇADA LIMPA

Este projeto nasceu em 2006 e não tem data para terminar. 

Conscientização para os donos de cães que saem para passear coletarem as fezes de seus animais em conjunto com a distribuição de luvas para a coleta das fezes. 

Fezes de animais, além de sujarem as ruas causando poluição visual, transmitem doenças para humanos.

PROJETO DIVULGAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS NAS EMPRESAS

Este projeto nasceu em 2007 e se estenderá até o final de 2008, quando teremos o diagnóstico das práticas ambientais dos estabelecimentos comerciais da cidade e que servirá de amostra para outras cidades do mesmo porte. 

20 estagiários  estão envolvidos no projeto, indo a todos os estabelecimentos das cidades com questionário para determinar o grau de compromisso ambiental dos comerciantes e como eles utilizam os recursos naturais.

Depois de coletadas as informações teremos um panorama de como está uma cidade de porte médio e vamos definir programas para serem desenvolvidos junto ao segundo setor.  Já é passada a hora do segundo setor fazer sua parte pelo planeta.

PROJETO LÂMPADA INCANDESCENTE, DIGA NÃO

Projeto que irá banir as fábricas de lâmpadas incandescentes do país.  

20% da conta de energia elétrica vem das lâmpadas incandescentes, trocando as lâmpadas incandescentes por lâmpadas LED irá gerar economia doméstica e não pressionar os recursos naturais, pois quanto mais se utiliza energia elétrica, há mais necessidade de construção de usinas hidrelétricas, que destroem terras férteis, biomas que jamais serão recuperados, destroem habitats de potenciais remédios vindo de animais ou plantas para doenças que ainda nem imaginamos que ocorrerão no futuro..  

A lâmpada LED afeta (para melhor) o aquecimento global, não apenas porque a incandescente irradia calor.  

Na verdade, ela colabora para a redução da temperatura global por exigir menos energia para funcionar. 

Uma lâmpada LED gasta muito menos e dura 10 vezes mais do que uma lâmpada incandescente. 

Estudo de caso – na Espanha, há cerca de 350 milhões de lâmpadas, média de 25 por residência.

Cerca de 20% da conta de luz deve-se às lâmpadas.

Se todas as incandescentes fossem substituídas, a Espanha economizaria perto de 10.000 gigawatt-horas, o equivalente a 6,5 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano, ou a mesma produção de 650 mil espanhóis, por ano.  

Se a COPEL – companhia de energia do Paraná distribuísse lâmpadas led para as famílias beneficiárias do programa luz fraterna, além de não pesar no bolso da classe média – afinal o dinheiro vem de algum lugar e é lógico que do bolso do consumidor, nós sustentamos estas famílias – ainda ajudaria o meio ambiente.

PALESTRAS DE BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS

Palestras proferidas em clubes de serviço, igrejas, empresas, associações de bairro, condomínios, associação comercial e qualquer lugar onde formos chamados.

Estas palestras pretendem mudar o padrão de consumo das famílias brasileiras, ensinando a economizar água, luz, reciclar, comprar menos e melhor, explicando a todos que os recursos naturais são finitos e temos que aprender a viver uma vida mais simples.  

Optar sempre por tudo que é mais natural, como comprar produtos orgânicos, evitar sempre produtos que contenham transgênicos, deixar área permeável nas casas, não jogar lixo nas ruas, atitudes simples que todos deveríamos ter naturalmente, sem imposição. 

Mudanças de hábito simples como parar de varrer a calçada com mangueira de água, trocar a descarga de válvula por caixa de descarga, dar destinação correta de resíduos líquidos e sólidos,. Devemos lembrar a todos que o inicio de tudo é o lar, fazendo a nossa parte em casa, nos demais locais, isso é automático.

Ajude-nos a preservar este planeta para as futuras gerações, elas não têm culpa do mal que estamos fazendo ao meio ambiente.

Se engaje em um de nossos projetos, comece em casa, separando seu lixo, evitando desperdício de água, energia elétrica, reciclando o que for possível.

São pequenas ações que irão fazer diferença quando multiplicamos por mais de sete bilhões de pessoas.

Ufa

Hoje respirei aliviada, porque temos menos um ministro transgênico no poder. Perai, precisava na primeira entrevista declarar descaradamente EU SOU A FAVOR DOS TRANSGÊNICOS? Que dissimulasse um pouco, ao menos. Sabemos que a monsanto vem enchendo os bolsos dos políticos…

Leia mais

Em busca da sustentabilidade ambiental

O governo do Paraná dando o exemplo. Há aproximadamente duas décadas buscávamos incorporar a variável humana no processo de desenvolvimento econômico, em busca de um sentido social. Hoje, estamos trabalhando para incorporarmos a variável natureza em nosso modelo de desenvolvimento…

Leia mais

Entre o pensar e o fazer

O que a metade esquerda do meu cérebro pensa, a metade direita não fica nem sabendo, dizia um amigo meu. De fato, pensar uma coisa e fazer outra, parece ser a condenação a que foi sentenciada boa parte da humanidade…

Leia mais

Por uma gota

Metade do planeta ficará totalmente sem água dentro de 20 anos – e o Brasil estará nesse deserto se nada for feito

Por Luciana Sgarbi

Qual a quantidade de água que uma pessoa consome diariamente, em média, em todo o mundo? Geralmente arrisca-se como resposta a casa dos dez litros. É uma estimativa tímida demais. No limite da sobrevivência, para matar a sede o ser humano consome em média dois litros de água por dia. Some-se a isso o fato de que quase todas as nossas atividades diárias envolvem o uso desse recurso hídrico. Há estudos revelando que populações carentes, moradoras em locais sem água encanada, consomem cerca de 30 litros todos os dias. Já quem mora em apartamento ou casa com máquinas de lavar roupa e louça chega a gastar 500 litros. As desigualdades no acesso a esse líquido que é a seiva do planeta trazem à tona quadros alarmantes: enquanto no Brasil há quem use dois mil litros de água a cada 24 horas, lavando carro ou calçada, entre outras atividades, em comunidades africanas a média é de 12 litros de consumo – utilizados, bem entendido, para sobreviver. Esse desequilíbrio, que se traduz na palavra desperdício, é resultado da falta de uma educação ambiental no Brasil e em diversos países direcionada pontualmente para a questão da água.

Leia mais

Comitê da bacia do Rio Pirapó

No dia 14 de março de 2007, no CESUMAR, reunião para escolher a formação do comitê de bacia do Rio Pirapó, Paranapanema 3 e Paranapanema 4. Humberto Crispim, chefe regional da SEMA - secretaria do meio ambiente. Paulino Mexia, chefe…

Leia mais

Sinais de intoxicação no milho transgênico

Estudo revela sinais de intoxicação causada por milho transgênico da Monsanto

Evidência científica mostra que a variedade geneticamente modificada MON863 oferece risco a humanos e animais. Mesmo assim, foi aprovada para comercialização e consumo na União Européia.

Ratos de laboratório, alimentados com milho transgênico produzido pela Monsanto, mostraram sinais de intoxicação nos rins e no fígado, de acordo com um novo estudo lançado esta semana pela publicação norte-americana Archives of Environmental Contamination and Toxicology (Arquivos de Contaminação Ambiental e Toxicologia). É a primeira vez que um produto geneticamente modificado, liberado para o consumo humano e de animais, apresenta sinais de ter provocado efeitos tóxicos em órgãos internos de seres vivos.

Leia mais

Tarados por petróleo

O jornalista Edwin Black desvenda a conspiração industrial que fez o planeta abandonar veículos elétricos para se viciar em gasolina

Por Eduardo Szklarz

Carros movidos a eletricidade ou hidrogênio causam sensação em salões de automóveis mundo afora. Inteligentes, silenciosos e, principalmente, ecologicamente corretos, eles representam o supra-sumo da energia limpa que promete livrar o planeta dos combustíveis fósseis e, por conseqüência, nos salvar do apocalipse do aquecimento global. O segredo do milagre, dizem as montadoras, são anos e anos de pesquisa em novas tecnologias.

Na verdade, nem tão novas assim. O carro elétrico, por exemplo, foi inventado nos anos 1830 – e, na virada do século 20, cerca de 90% da frota de táxis que rodava em Nova York era movida a bateria e os bondes elétricos proliferavam ao redor do mundo, inclusive no Brasil. Células de combustível que eram capazes de produzir energia a partir de hidrogênio também já existiam 150 anos atrás. Mas, se essas opções estão disponíveis há tanto tempo, como é que o mundo terminou viciado em diesel e gasolina?

O jornalista americano Edwin Black desvenda essa história no livro Internal Combustion (“Combustão Interna”, sem tradução em português). Indicada ao Pulitzer, o prêmio máximo do jornalismo, a obra mostra como cartéis do transporte e oligarcas do petróleo se uniram a governos ocidentais para abortar as tecnologias limpas e atrelar a humanidade à era da fuligem.

Leia mais
Back To Top
Your Cart

Your cart is empty.