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Nota de esclarecimento sobre plasticos biodegradáveis

Nas últimas semanas, programas jornalísticos da Rede Globo e da Globo News divulgaram algumas reportagens sobre a natureza dos plásticos biodegradáveis, notadamente aqueles que por normas são definidos como oxibiodegradáveis.

Sem dar a chance para empresas e professores em biodegradação de polímeros plásticos de apresentarem argumentos que provam justamente o contrário do que foi divulgado, a emissora ignorou a existência de normas nacionais e internacionais que certificam que plásticos oxibiodegradáveis são biodegradáveis.

As matérias não citaram as normas que contemplam a degradação, biodegradação e ausência de resíduos nocivos dos plásticos oxibiodegradáveis. Omitiu laudos emitidos por laboratórios acreditados internacionalmente que comprovaram a biodegradação tanto no mar como no solo.

Como pode um material que já não é mais plástico e que é inerentemente biodegradável gerar microplástico?

As normas que certificaram a biodegradabilidade dos produtos d2w™ exigem o cumprimento das etapas abaixo descritas:

Degradação seguida de fragmentação que resulta em moléculas de baixo peso molecular e moléculas orgânicas solúveis em água. Os resultados provam que o material não é mais considerado um plástico.

Assim como a biodegradação de uma folha de árvore e dos alimentos requer antes a sua fragmentação o mesmo acontece com os produtos fabricados com d2w™.

Esse material degradado em moléculas orgânicas solúveis vai biodegradar na presença de microrganismos (bactérias e fungos), da mesma forma que acontece com fragmentos de matéria orgânica – como é o caso dos fragmentos de uma folha de árvore – e o resultado final sempre serão elementos naturais como a água, dióxido de carbono e biomassa.

O resultado final de todo o processo da biodegradação não pode ser ecotóxico.

O lado positivo disso tudo e para os consumidores que adotam produtos biodegradáveis d2w™ para proteger o meio ambiente e a vida selvagem é que somente empresa e marca de tecnologia certificada pela ABNT e que possui provas verdadeiras e independentes de biodegradação em solo e mar tem como comprovar suas alegações de vantagens ambientais.

Fonte – RES Brasil de 08 de outubro de 2018

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