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São Paulo consome 66 milhões de sacolas plásticas num mês

Nossa, como esses numeros estão errados, estão extremamente subestimados.

Calçada em frente ao cemitério municipal de Maringá.

Jornal bom dia – São José do Rio Preto – SP de 17 de setembro de 2007

O número é astronômico com certeza, mas ainda é impreciso. Mas um levantamento feito pela Apas (Associação Paulista de Supermercados) no início de 2007 – Ano da Responsabilidade em Favor do Consumidor – estima que mensalmente sejam consumidas 66 milhões de sacolinhas plásticas nos supermercado paulistas.

“A conta está na média de 1,6 unidade por habitante do Estado (41,2 milhões de pessoas segundo dados da Fundação Seade)”, afirma o presidente da Apas, João Sanzovo Neto.

“Entretanto, é um número impreciso. Como a quantidade de embalagem é um dado estratégico, principalmente para as grandes redes, não conseguimos estimar com exatidão”, comenta o supermercadista. “Alguns não revelam os números, outros passam valores aproximados. Mas o volume é muito grande”, garante.

Neste sentido, a entidade tem mostrado interesse em trabalhar na pesquisa de alternativas biodegradáveis para as embalagens e conscientização do uso das sacolas e carrinhos de feira.

Entretanto, Sanzovo ressalta que a substituição das embalagens de papel pelas sacolas plásticas no final da década de 80 foi em obediência ao Código de Defesa do Consumidor.

“Tínhamos muita reclamação no Procon por conta dos papéis, que rasgavam, molhavam”, revela o presidente. “Agora estamos precisamos de alternativas econômicas e funcionais ao aquecimento global.”

Afinal, uma sacola de plástico leva cem anos para se decompor na natureza.

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