O preço dos painéis solares caiu 78% entre 2007 e 2012

Energia renovável avança nos países em desenvolvimento

O comércio de energias renováveis entre países em desenvolvimento está crescendo muito mais rápido do que as taxas mundiais ou do que o fluxo dos países do Norte para os do Sul. A China lidera essa tendência, que se beneficia da queda no preço das energias renováveis. Em 2013, as exportações de painéis e células fotovoltaicas chinesas para o mundo em desenvolvimento cresceram 145%, batendo o recorde de US$ 2,3 bilhões. O preço dos painéis solares caiu 78% entre 2007 e 2012.

Em 2013, os países em desenvolvimento adicionaram 20,7 GW em novas instalações eólicas. A capacidade instalada global em energia solar fotovoltaica foi quase 1/4 maior que a de 2012. Os países em desenvolvimento respondem por mais de 1/3 das novas instalações surgidas no ano passado.

Esses dados fazem parte de estudo do Pnuma sobre o comércio Sul-Sul de energias renováveis divulgado ontem. O mercado de bens e serviços ambientais – que abrange de turbinas de usinas hidrelétricas a produtos orgânicos – pode chegar a US$ 1,9 trilhão em 2020, calcula o Pnuma.

“Esse mercado oferece aos países em desenvolvimento a oportunidade sem precedentes de guiar a transição à economia verde”, disse Achim Steiner, diretor-executivo do Pnuma e subsecretário-geral da ONU.

Fonte – Valor Econômico

Nota da FUNVERDE – em 2013 a média residencial de consumo de energia elétrica no Brasil foi de 163 kWh.

Revista do clima – um novo tempo

Fonte – Planeta Sustentável

A nova realidade da mudança climática

Fonte – Planeta Sustentável

13 coisas que você não sabia sobre a água

13 coisas que você não sabia sobre a água e porque é importante cuidar bem dela.

Fonte – Planeta Sustentável

Detector portátil fareja comida estragada

Peres, um dispositivo baseado em um aplicativo portátil, testa carnes e aves e peixes para avaliar o frescor e soa uma alerta quando sinais de deterioração são detectados.

Leia a matéria completa abaixo.

Portable detector sniffs out spoiled food

PERES, a portable app-based device, tests meat and poultry for freshness, sounding an alert when spoilage is detected.

The PERES system, produced by ARS Lab, analyzes airborne data to check beef, poultry, pork, and fish for freshness. The user gets feedback instantly via the system’s mobile app.

Promoting safety

Augustus Alesiunas, CEO of ARS Lab, told FoodProductionDaily the portable, user-friendly system could promote food safety and avoid costly illness around the globe—in developed countries, and elsewhere.

“Foodborne illness doesn’t discriminate based on wealth or social status,” says Alesiunas. “Anyone, at anytime, can get sick; PERES will help reduce the chances of contracting a foodborne illness and, in turn, significantly lower the mortality rate.”

In addition to checking for spoilage, the PERES sensor (which can be used either in professional food environments, or by home users) can be used by consumers to determine if meat is fresh or past the point of safe consumption.

Sensor technology

PERES uses four different sensors to determine whether or not food has gone bad. One detects volatile organic compounds (VOCs), another gauges ammonia levels, another checks temperature, and one measures humidity levels. The device reads and analyzes the data gathered by the sensors before transmitting it via Bluetooth to the user’s smartphone or tablet where it can be viewed on the PERES app.

The system can generate graphs and charts, which provide visual representation of the data accrued. Users can draw upon the graphs and reports to determine whether or not the food in question is safe or should be discarded.

Crowd-sourced system

PERES attained its initial capital funding through Indiegogo, a crowdsourcing platform; to date, it has exceeded its initial goal of $50,000 by approximately $20,000. Alesiunas told FPD the early attention the PERES system has received is indicative of the need for portable, easy-to-use food safety tests.

“We knew we were creating something the public both wanted and needed,” he said. “To have those feelings validated by our backers’ support is indescribable.”

Fonte – Jenni Spinner, Food Production Daily / Boletim do Instituto IDEAIS de 29 de maio de 2014

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Prefeitura de São Paulo distribui duas mil composteiras domésticas

Você sabia que a cidade de São Paulo manda para o aterro sanitário 18 mil toneladas de lixo todos os dias? Só os resíduos orgânicos representam 5 mil toneladas diárias, que poderiam ser compostados em casa e transformados em adubo.

Para incentivar os cidadãos a fazerem compostagem doméstica, a prefeitura da cidade de São Paulo lançou o movimento Composta São Paulo*, que selecionará duas mil pessoas para receber uma composteira.

A partir de agosto, os selecionados participarão de oficinas de compostagem e plantio, além de fazer parte de uma comunidade online de troca de conhecimento e experiências.

Durante os primeiros cinco meses, a ação espera compostar 300 toneladas de lixo orgânico. Outro objetivo é gerar informações e aprendizados para impulsionar e fomentar a elaboração de uma política pública que estimule a prática da compostagem doméstica na cidade.

Moradores da cidade de São Paulo interessados em participar do projeto podem fazer inscrições até 27/07, por meio do site da iniciativa.

Idealizado e executado pela Morada da Floresta, o movimento é uma iniciativa é da Secretaria de Serviços da Prefeitura de São Paulo, por meio da AMLURB, realizado pelas concessionárias de limpeza urbana Loga e Ecourbis.

Fonte – Marina Maciel, Planeta Sustentável de 24 de agosto de 2014

Ainda falta muito para resolver o problema do lixo

O prazo limite já expirou. Segundo a Lei Federal 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a partir de 2 de agosto de 2014 – último sábado – resíduos sólidos e rejeitos deveriam ter destinação final ambientalmente adequada. Os lixões a céu aberto deixariam de existir.

Relatório anual publicado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) acaba de comprovar o que muitos já temiam: quatro anos após a aprovação da lei, ainda falta bastante para que ela seja implementada na prática.

Segundo o “Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2013″, cerca de 60% dos municípios brasileiros ainda encaminham resíduos para locais inapropriados e há lixões em todos os Estados. Esta é a pior forma de destinação, já que o descarte é feito diretamente sobre o solo, sem nenhum cuidado, nem tratamento. Na região Nordeste, a prática é realizada em 837 municípios.

O cenário se agrava ainda mais quando o levantamento revela que foi produzido mais lixo em 2013 do que em 2012, um aumento de 4,1% – índice bastante superior ao apurado em anos anteriores.

A região Sudeste, a mais rica do país, também é a que produz a maior quantidade de resíduos sólidos: 50% de tudo o que é coletado em território brasileiro. Deste total, 90% não são efetivamente coletados, o que significa que cerca de 20 mil toneladas deste material ficam abandonadas por dia em locais impróprios. Na maioria das vezes, esta montanha imensa de lixo acaba indo parar em corpos d’água.

“Os dados mostram que a situação permanece praticamente inalterada desde 2010 e que apesar dos termos da lei, os municípios efetivamente não conseguiram se adequar à PNRS”, lamenta Carlos Silva Filho, diretor-presidente da Abrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais.

A associação ressalta, entretanto, que além da destinação correta, são necesssários outros esforços coletivos para que a nova legislação funcione. Separação residencial de resíduos e coleta seletiva dos mesmos são apenas alguns deles. Todavia, mais de dois mil municípios brasileiros sequer oferecem este tipo de serviço.

Por último, o estudo da Abrelpe alerta para a enorme geração de resíduos originados pela construção civil e descartados em vias públicas. Uma lástima.

Fonte e imagem – Suzana Camargo, Planeta Sustentável de 04 de agosto de 2014

VIAPAR divulga a programação do Maringá Jazz Festival

As atrações do Maringá Jazz Festival foram divulgadas hoje pela manhã na sede da Viapar, patrocinadora master do evento.

No mesmo dia entrou no ar o site do festival http://maringajazz.com.br/2014/

Abaixo, as atrações e a biografia dos artistas convidados para a versão 2014.

O MARINGÁ JAZZ FESTIVAL entra em sua terceira edição este ano e contará, como sempre, com atrações de renome nacional e internacional. Novamente com o apoio irrestrito da empresa VIAPAR – RODOVIAS
INTEGRADAS DO PARANÁ S/A, e de empresas como a concessionária MA MÁQUINAS – JOHNN DEERE, pela Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, além de outros apoios importantes, será possível realizar mais este festival para toda a comunidade de Maringá e região.

A cidade receberá durante os dias 24 e 25 de outubro quatro shows no teatro Marista a partir das 20h, também a exemplo das edições anteriores com o acesso gratuito, devendo o público interessado retirar os seus convites individuais somente no mesmo dia dos shows, sempre a partir das 10h até as 18h no próprio local.

Os convidados para esta edição são os seguintes artistas: Trazemos o grupo TRÊS DE PAUS, onde os músicos paulistanos Douglas “ShakerHand” Las Casas (bateria), Ximba Uchyama (baixo) e Bruno Alves (piano, teclados e Synths), apresentam o seu show baseado em sua sólida trajetória no cenário da música instrumental brasileira nos últimos anos. Teremos o Violonista MARCEL POWELL, cuja hereditariedade familiar e musical é do mestre BADEN POWELL, mas com uma carreira independente e consolidada no Brasil e no exterior que vem ao festival acompanhado por bateria e baixo. Teremos um dos maiores bateristas brasileiros da atualidade – CUCA TEIXEIRA, que estará aproveitando o festival para divulgar o seu CD solo “Cuca Teixeira”, comemorando seus 25 anos de carreira, onde além de acompanhar outros importantes nomes da música popular brasileira e da música instrumental, recentemente realizou trabalhos com a cantora Maria Rita, filha de Elis Regina, virá acompanhado de Sandro Haick no Baixo Elétrico e Pepe Cisneros nos Teclados. Finalizamos com um dos mais talentosos pianistas de sua geração – KIKO CONTINENTINO, que além de acompanhar e gravar com a maioria dos grandes nomes da MPB, atua a mais de dezessete anos com um dos ícones da música nacional e internacional – Milton Nascimento. KIKO CONTINENTINO estará no Maringá Jazz Festival com o seu Trio chamado MAKIMA, composto por alguns dos mais respeitados músicos brasileiros com experiência internacional, tendo na bateria RENATO MASSA que trabalhou com Ed Motta, Fagner, Robertinho do Recife e muitos artistas importantes, e no baixo o brasiliense MARCELO MAIA, músico e compositor.

Ainda haverá a participação especial do músico dos sopros – MARCELO MARTINS, no trio MAKIMA. MARCELO é multinstrumentista, compositor, arranjador, educador e produtor. Participará a convite do próprio KIKO
CONTINENTINO, com quem tem uma relação musical de muita cumplicidade. Sua carreira é bastante ativa com participações especiais em gravações e shows dos artistas: Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Lulu Santos Cidade Negra, Titãs, Leila Pinheiro, Roberto Carlos, Beto Guedes, Flávio Venturini, Francis Hime, Jaques Morelembaum, Djavan, entre outros.

Novamente a música instrumental brasileira estará muito bem representada, sendo dois dias de grandes performances no MARINGÁ JAZZ FESTIVAL. O palco do teatro Marista estará em destaque no ambiente musical regional. Será especial para o público presente.

Esperamos você!

O “TRÊS DE PAUS” formado por: Bruno Alves (teclados, piano & Sinth), Ximba Uchyama (baixo de 4 e 6 cordas, Vertical e Fretless) e Douglas “ShakerHand” Las Casas (bateria e percussão) se orgulham profundamente em fazer e representar a obra de um dos maiores percussionistas e compositores brasileiros: “AIRTO MOREIRA”.

Resolvemos gravar o Cd/Dvd e fazer esta homenagem ao Airto, pois percebemos que ele era mais conhecido fora do Brasil, do que dentro do seu próprio país. Não queremos fazer “cover” de suas músicas, fazemos uma homenagem em releituras e re-arranjos com a cara do Três de Paus.

Airto mora nos EUA a mais de 40 anos e já tocou com todos os grandes nomes da música mundial, tais como: Miles Davis, Chick Corea, Harbie Hancock, Flora Purin, Hermeto Paschoal, Elis Regina, Al Di Meola, Carlos Santana, Tom Jobim, César Camargo Mariano, Dizzy Gillespie, Edu Lobo, George Benson, Geraldo Vandré, James Taylor, Paul Simon, Milton Nascimento,entre muitos outros.

“Não tocamos apenas Jazz, Funk, Latin ou Música Brasileira, não gostamos de rótulos, por isso o que tocamos deve ser chamado de MÚSICA INSTRUMENTAL. Mas sempre trazendo tudo do “BRASUCA”, como o tempero
do Samba, Baião, Maracatu, Ijexá, Partido Alto, entre muitos outros ritmos, pois desta forma podemos tocar Música Instrumental Brasileira, conhecida como MIB e mostrar a verdadeira arte de se tocar um instrumento sem rótulos ou preconceitos.”

MARCEL POWELL nasceu em Paris em 1982 e é músico profissional desde os 9 anos de idade, seu professor foi seu pai um dos ícones da música brasileira e mestre do violão Brasileiro Baden Powell. Com o pai além das aulas em casa, teve a oportunidade de aprender seu ofício viajando, gravando, e atuando profissionalmente pelo mundo afora.

Com Baden, Marcel gravou 2 discos: Baden Powell e filhos (1994) Gravado ao vivo no Rio de Janeiro e Suite Afro consolação (1997) gravado no Japão, ambos com a participação de seu irmão Philippe Baden ao Piano; Ainda em 2005 formou o “Marcel Powell trio” que rendeu o disco “corda com bala” lançado no Brasil pelo selo “Rob Digital” e no Japão em 2013 pelo selo “Respect Records”; Hoje com 32 anos Marcel Powell tem 6 discos lançados no Brasil, Europa e Japão.

Recentemente lançou pelo selo Kuarup o cd “violão, voz e Zé Kéti” acompanhado do Cantor Carioca Augusto Martins fazendo uma bela Homenagem Ao compositor Zé Kéti. Já atuou em 16 países entre América do
Sul, Europa, e Asia. Foi consagrado pelo conceituado Crítico Musical Tárik de Souza como “jovem mestre do violão brasileiro” em 2006,vencendo no mesmo ano o Prêmio rival Petrobrás de “melhor instrumental solo” com Disco “Aperto de mão” lançado pelo selo “Rob digital”.

CUCA TEIXEIRA Filho de músicos, nascido em 19 de abril de 1972, Cuca teve contato com a música, bateria e com grandes músicos desde sua infância, principalmente com seu pai baterista, Edegar Teixeira, sua mãe Cantora, Sara Chretien, seu irmão, saxofonista, Wilson Teixeira, e com Arismar do Espírito Santo, multi-instrumentista, que o levaram naturalmente a tornar-se músico profissional aos 15 anos de idade, tocando na noite de São Paulo.

Desde então se apresenta em shows, gravações, workshops e projetos de vários artistas, tais como: Celso Pixinga, Arthur Maia, Sizão Machado, Raul de Souza, Hermeto Pascoal, Bocato, Lee Konitz, George Benson, Claudio Roditti, Joe Lovano, Frank Gambale, Michael Brecker, Scott Henderson, Roberto Sion, Leo Gandelman, Pavilhão 9, Jane Duboc, Eduardo e Silvinha Araujo, Peri Ribeiro, Fábio Jr., Alejandro Sanz, Dominguinhos, Wilson Simonal, Renato Borghetti, Zerró Santos Big Band, Ulisses Rocha, Edsel Gomez, entre outros.

Em 2012, é lançada a nova tournée da Cantora Maria Rita “Redescobrir” em homenagem a Elis Regina, também registrada em CD e DVD (Universal Music) estendendo-se para o ano de 2013.

Em 2014 em comemoração aos seus 25 anos de carreira, Cuca Teixeira lança o seu primeiro CD solo, intitulado “Cuca Teixeira”. Com produção musical de Sandro Haick, o álbum apresenta em 11 faixas. Além de Cuca, cada faixa conta com uma banda diferente. Entre os músicos estão, Arismar do Espírito Santo, Edsel Gomez, Thiago Espírito Santo, Wilson Teixeira, Tomati, Daniel D’Alcanatara, entre outros. Participação especial da cantora Sara Chretien.

Cuca Teixeira é endorsee: Pratos Sabian, Baterias Gretsch, Peles Evans, Baquetas Pro-Mark e Latin Percussion.

MAKIMATRIO

Kiko Continentino

Natural de Belo Horizonte (MG), Kiko Continentino é pianista, arranjador e compositor. Cresceu no berço do jazz e também aprendeu através das harmonias de Tom Jobim. Já trabalhou com metade da MPB, toca com Milton Nascimento há 17 anos (com quem tem parcerias), conciliando sua carreira de “sideman” com a de artista solo da música instrumental – com mais de seis CDs próprios lançados.

Marcelo Maia

Marcelo Maia é brasiliense criado em Goiânia (GO). Parece trazer do cerrado uma forma diferente de tocar baixo, com técnica e respiração expansiva, emoldurada por um swing bem particular. Também compositor inspirado, divide com Continentino quatro faixas no CD. Conheceu o pianista na gravação do seu segundo CD solo (“Cores da Rua”) em Niterói, para o qual Kiko assinou os arranjos e contribuiu com duas composições.

Renato Massa “Calmon”

O carioca (RJ) Renato Massa “Calmon” trabalhou com artistas de diversas tendências. Iniciou através do rock’roll de garagem, mas logo cedo começou a trabalhar com gente grande. Descoberto por Robertinho do Recife, tocou com vários artistas nordestinos (Fagner, Elba, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, etc.), do POP rock e finalmente da área jazz-rock-soul, como Ed Motta. Atualmente trabalha com a alta nata instrumental carioca, transitando com igual facilidade na cena da bossa nova e na cena do rock; além de ser um dos raros bateristas brasileiros, de extrema versatilidade, que se aprofundou no idioma da bateria jazzística – a forma mais adequada de tocar jazz, chamada “straight ahead”.

Marcelo Martins (participação especial)

Nascido em Niterói, o saxofonista, flautista e arranjador Marcelo Martins começou seus estudos de flauta aos oito anos na Orquestra do Instituto Abel, em Niterói. Cursou Teoria Musical no Conservatório de Música do Estado do Rio de Janeiro com a professora Maria Ísis, enquanto fazia aulas particulares com o flautista/sax Renato Franco. Em 1985 iniciou seus estudos de Harmonia Funcional e Improvisação com o professor Sérgio Benevenuto, no método Berklee. Marcelo Martins já excursionou por vários países do mundo, entre eles Itália, Alemanha, França, Bélgica, Holanda, Espanha, Venezuela, Uruguai Argentina e Portugal, e marcou presença em eventos como o Heineken Jazz Festival, França, 1990, e JVC Grande Parade du Jazz, França, 1990.

Trabalhou como músico e arranjador em gravações e shows de diversos artistas da música brasileira, tais como: Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Lulu Santos Cidade Negra, Titãs, Leila Pinheiro, Roberto Carlos, Beto
Guedes, Flávio Venturini, Francis Hime, Jaques Morelembaum, Djavan, entre outros.

Fonte - Assessoria de Comunicação da VIAPAR de 30 de julho de 2014

JinHui Zhaolong na Chinaplas: Destaque para o plástico biodegradável e compostável

JinHui Zhaolong na Chinaplas: Destaque para o plástico biodegradável e compostável Ecoworld ® copolímero PBAT

XANGAI, China – JinHui Zhaolong High Technology Co., Ltd, produtor de plásticos biodegradáveis e subsidiária de Shanxi Jinhui Energy Group Ltd (“Grupo Jinhui”), lançou tecnologias verdes e projetos inovadores na Chinaplas 2014, uma das maiores feiras de plásticos e borracha da Ásia.

A perda econômica resultante da poluição do meio ambiente e os danos ecológicos atingiram a cifra de 200 bilhões por ano na China. Pressionado pelas questões ambientais, a poluição e a névoa de fumaça branca o governo chinês tem reforçado a determinação em combater a poluição e estimular a diminuição de emissões de carbono e o desenvolvimento sustentável. O desejo de sustentabilidade industrial tem estimulado ações não apenas de empresas químicas multinacionais, mas também das indústrias locais, que também vê as amplas perspectivas e oportunidades para crescer. A empresa está fazendo progressos contínuos em aplicações de tecnologia limpa, como seu projeto de biodegradação de plásticos, esforços persistentes nas suas práticas de inovação tecnológica e sua compreensão sobre os conceitos de desenvolvimento estratégico e as principais tendências do mercado.

“Como empresa pioneira dedicada à tecnologia da biodegradação e seus benefícios para a China, a JinHui Zhaolong tem uma visão aprofundada sobre as tendências do mercado local, bem como o apoio do governo,” disse a Sra. Janice Li, vice-presidente de JinHui Group.”

20.000 toneladas de PBAT foram colocadas em produção, e já é o maior produtor PBAT na Ásia. Ao participar da Chinaplas, pretendemos oferecer uma indústria sustentável para o plástico” .

Na Chinaplas 2014, Jinhui Zhaolong destacou o Ecoworld ® PBAT, material biodegradável e compostável para indústrias-chave e clientes-alvo.

PBAT é completamente biodegradável sendo um copolímero feito de 1, 4-butanodiol, ácido adípico e ácido tereftálico. Este material biodegradável de alto desempenho apresenta 120% mais resistência ao rasgamento e a resistência ao impacto é maior em 130% em comparação com o polietileno ( PE ). Com boa formação de filme, e suas as propriedades biodegradáveis e compostáveis, o PBAT é amplamente utilizado em todos os tipos de produtos plásticos, tais como filme mulch agrícola, sacos de lixo, filme plástico, sacos compostáveis, filme de embalagem e produtos descartáveis de plástico ( bandejas, pratos, copos, etc).

O Ecoworld ® PBAT pode ser decomposto em dióxido de carbono e água em 180 dias por microrganismos em condições de compostagem (que permitem a biodegradação por microrganismos e o processo de absorção de substâncias orgânicas). Todo o processo, não só evita gás tóxico, mas também pode gerar fertilizante orgânico. O produção PBAT da JinHui Zhaolong utiliza tecnologia de polimerização de uma só etapa. Através desta tecnologia avançada, o Ecoworld ® PBAT também passou no teste do Centro Nacional de Supervisão de Qualidade da China e Teste de Produtos Plásticos (NTSQP) e recebeu aprovação do FDA para contato com alimentos. Ele também obteve certificados segundo normas da União Europeia EN13432 (UE) e dos EUA a ASTM6400D.

“Baixa emissão de carbono, meio ambiente e sustentabilidade tornaram-se o tema do século 21”. “O grupo vê inovações verdes como um motivo importante para o crescimento e sucesso da empresa”, disse Janice, “ A JinHui Zhaolong está otimista com as perspectivas do PBAT para a indústria de plásticos na China e no mundo, dada a crescente demanda por embalagens mais seguras e mais verde para alimentos e produtos de consumo.

Além Ecoworld ® PBAT, a JinHui Zhaolong está trabalhando em estreita colaboração com os seus parceiros estratégicos para explorar as oportunidades de outros materiais biodegradáveis e de base biológica, tais como os novos plásticos biodegradáveis de alta barreira e o poli álcool de glicerol de base biológica.

O grupo JinHui tem como objetivo ser uma das maiores empresas de geração de energia na China, com rotas de upstream e downstream completos em toda a cadeia da indústria.

Sobre JinHui Grupo e JinHui Zhaolong High Technology Co., Ltd

Shanxi JinHui Energy Group Ltd (“Grupo JinHui”), é uma empresa privada. O Grupo tem 49 filiais e mais de 7.500 trabalhadores, com sede localizada na capital da província de Shanxi.

Este documento foi fornecida pelo editor da SpecialChem.

Fonte – Boletim do Instituto IDEAIS de 28 de maio de 2014

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Lançamento do projeto Famar reuniu mais de 200 convidados

Lançamento do projeto Famar reuniu mais de 200 convidados

A iniciativa sociocultural vai ter capacidade para atender 80 crianças e adolescentes; atualmente beneficia 35.

No último sábado (9), mais de 200 pessoas, dentre elas, o prefeito de Paranavaí, Rogério José Lorenzetti, vereadores e outras autoridades participaram do lançamento para este ano do projeto Fanfarra Maestro Albertino Ribeiro (Famar), iniciativa cultural desenvolvida pela Associação Cultural Banda de Música Branca da Mota Fernandes (ACBMF) no município. A solenidade foi realizada na câmara de vereadores do município e contou a apresentação de várias canções entoadas pelos pequenos músicos. Um grupo de dança participou.

O Famar foi um dos contemplados pelo “VIAPAR Cultural”. Captou R$ 34 mil por meio da Lei Rouanet de Incentivo a Cultura do Ministério da Cultura. Atualmente a iniciativa atende 35 pessoas carentes com idades entre 10 anos a maioridade. “Com o apoio da concessionária vamos conseguir comprar mais instrumentos e teremos capacidade para beneficiar 80 crianças e adolescentes, além de contratar mais músicos capacitados”, destacou o diretor da ACBMF, Paulo Sérgio da Silva.

As aulas são ministradas no Colégio Estadual de Paranavaí, sempre de terça e quinta (no contraturno escolar) e aos sábados na parte da manhã. Por semana, os jovens estudam dançar e música, a média de 7 horas. Lembrando que o projeto existe em Paranavaí desde 2012. Os atendidos aprendem a tocar toda a linha de instrumentos de sopro, metais, percussão rudimentar e sinfônica. Também são oferecidas aulas de dança.

Fundada em 2 de julho de 1982, a associação também mantém uma orquestra de metais e percussão em Maringá. Ela Surgiu inicialmente no Colégio Estadual Branca da Mota Fernandes, localizado na Vila Morangueira, mas no final da década de 90 passou para o colégio Estadual João de Faria Pioli, mesmo bairro, onde fica a sede atual. Em Maringá a iniciativa atende 130 crianças e jovens, com idades a partir dos oito anos.

“O ‘VIAPAR Cultural’ atingiu seus objetivos ao pulverizar os recursos para realizações nas cidades atendidas pelas rodovias da concessionária. Ficamos satisfeitos em poder contribuir para a execução desses projetos e para o fortalecimento da atividade cultural nas comunidades”, comentou o assessor de comunicação da empresa, Marcelo Bulgarelli, lembrando que, ao todo, nove projetos foram selecionados para viabilizar suas realizações em diversos segmentos.

VERBA – A VIAPAR destinou R$ 200 mil para o VIAPAR Cultural em 2014. Tudo por meio da Lei Rouanet de Incentivo a Cultura do Ministério da Cultura. Esta iniciativa foi coordenada e gerida pelo Instituto Cultural Ingá.

Fonte - Assessoria de Comunicação da VIAPAR de 14 de agosto de 2014

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