Guia alimentar de dietas vegetarianas para adultos

A obra traz subsídios aos profissionais da nutrição para atender pacientes vegetarianos e aqueles que desejam adotar a alimentação vegetariana.

Publicação da Sociedade Vegetariana Brasileira.

Fonte – Instituto Pólis

serão necessários 3 planetas para manter atual estilo de vida da humanidade

O nosso consumo global já é 1,5 maior que a capacidade da Terra de aguentar. Foto: Flickr/woodleywonderworks (CC)

O nosso consumo global já é 1,5 maior que a capacidade da Terra de aguentar. Foto: Flickr/woodleywonderworks (CC)

Vamos mesmo precisar de dois novos planetas?

Diante do atual ritmo de consumo e produção, as Nações Unidas pedem prioridade ao uso racional dos recursos naturais

Se a população global de fato chegar a 9,6 bilhões em 2050, serão necessários quase três planetas Terra para proporcionar os recursos naturais necessários a fim de manter o atual estilo de vida da humanidade. A voracidade com que se consomem tais recursos fez as Nações Unidas incluírem o consumo em sua discussão sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para 2030.

A meta número 12 dos ODS não poupa os países desenvolvidos nem os em desenvolvimento. Insta todos a diminuir o desperdício de alimentos – um terço deles é jogado fora anualmente –, repensar os subsídios aos combustíveis fósseis e reduzir a quantidade de resíduos lançados sem tratamento no meio ambiente, entre outras tarefas urgentes.

A América Latina e o Caribe têm desafios importantes a cumprir nesses e em outros quesitos. Atualmente, a região joga fora 15% da comida que produz. Conseguiu diminuir de 1% para 0,68% o percentual do Produto Interno Bruto gasto em subsídios para os combustíveis fósseis entre 2013 e 2015, mas alguns países ainda dedicam cerca de 10% do PIB a eles. Finalmente, cada latino-americano produz até 14kg de lixo por dia, dos quais 90% poderiam ser reciclados ou transformados em combustível caso fossem separados por origem.

Conheça a seguir quatro metas de consumo sustentável que valem para a região e para todo o mundo até 2030.

Reduzir à metade o desperdício mundial de alimentos per capita na venda a varejo

Estima-se que a cada ano cerca de um terço dos alimentos produzidos – o equivalente a 1,3 bilhões de toneladas, avaliadas em cerca de US$ 1 trilhão – acaba apodrecendo no lixo dos consumidores ou dos varejistas, ou estraga devido a métodos ineficientes de coleta e transporte. A degradação e queda de fertilidade dos solos, o uso insustentável da água e a pesca excessiva estão reduzindo a quantidade de recursos naturais disponíveis para produção de alimentos. Por isso, é essencial não só pensar em formas de preservar e recuperar tais recursos, mas também de reduzir o desperdício para alimentar as 8,3 bilhões de pessoas que o planeta deverá ter até 2030.

Alcançar uma gestão sustentável e uso eficiente dos recursos naturais

A voracidade com que os recursos naturais estão sendo usados fica clara quando se observam alguns números relativos a consumo de energia. Em 2013, apenas um quinto da energia utilizada no mundo veio de fontes renováveis, como água, vento e luz solar. Todo o resto foi gerado com petróleo, carvão, gás natural e urânio. E quais setores avançam mais rapidamente no consumo de energia? Em primeiro lugar, o de transportes: até 2020, o transporte aéreo global deve triplicar, enquanto as distâncias percorridas pelos carros aumentarão 40%. Já o uso de energia para comércios e residências fica em segundo. A boa notícia é que as medidas para poupar podem facilmente começar dentro de casa. Segundo estimativas das Nações Unidas, se toda a população mundial começasse a usar lâmpadas de baixo consumo, seria possível economizar US$ 120 bilhões anualmente.

” Em 2013, apenas um quinto da energia utilizada no mundo veio de fontes renováveis, como água, vento e luz solar “

Racionalizar os subsídios aos combustíveis fósseis

Segundo o estudo Indicadores de Desenvolvimento Global (WDI), do Banco Mundial, os países mais ricos do mundo são os que mais gastam com subsídios ao petróleo, carvão e gás natural (quase 14% do PIB). Depois, vêm as economias de renda média-baixa, que incluem países da América Central como Guatemala e Nicarágua e gastam em média 11% do PIB com subsídios. Para a ONU, os subsídios ineficientes incentivam o consumo perdulário. Para racionalizá-los – e estimular, portanto, o uso de fontes de energia que impactem menos o meio ambiente –, é preciso adotar medidas que removam as distorções do mercado, como reestruturar os sistemas tributários nacionais, segundo a instituição.

Alcançar uma gestão ambientalmente racional dos produtos químicos ao longo de seu ciclo de vida

Ao incluir essa meta no ODS 12, as Nações Unidas buscam minimizar o impacto dos resíduos químicos tanto na saúde quanto no meio ambiente. A geração de lixo tóxico per capita praticamente dobrou no mundo inteiro entre o fim dos anos 1990 e da década de 2000. Nos países de renda média, como o Brasil, a quantidade subiu de 17kg per capita entre 1996 e 2000 para 42kg entre 2006 e 2011. Mas nem de longe eles são os mais poluentes: os de alta renda, mas que ainda não se uniram à OCDE (a qual exige boas práticas nas políticas públicas), despejaram 981kg de lixo tóxico per capita entre 2006 e 2011.

Outro dado preocupante é que cerca de 200 milhões de pessoas podem ser afetadas pelos resíduos presentes em 3,000 locais em todo o mundo. Para reverter o quadro, a ONU destaca a importância de incentivar indústrias a buscar formas sustentáveis de gerenciar seus resíduos. E, ainda, de estimular os consumidores a reduzir o consumo e reciclar o lixo.

Como se vê, o conceito de consumo vai muito além do simples gesto diário de fazer compras, e torná-lo sustentável passa por uma série de desafios que envolvem toda a sociedade. É uma meta que precisará ser levada cada vez mais a sério para não causar novos danos aos limitados recursos do planeta.

Fonte – Mariana Ceratti, Banco Mundial de 11 de agosto de 2016

VIAPAR informa

Atenção moradores de Alto Paraná e usuários da BR-376.

A concessionária de rodovias VIAPAR informa que a partir do dia 23/08/2016, o trevo localizado no km 117+ 800m será interditado.

A interdição se faz necessária para o avanço das obras de duplicação do segmento e deve permanecer até o final do ano.

A partir desta data, para acessar a cidade, os usuários deverão utilizar o trevo principal no km 122+600m.

Fonte – Assessoria de comunicação da VIAPAR

Julho bate todos os recordes de calor

Dados da Nasa mostram que o mês passado foi o mais quente já registrado em qualquer período desde o início das medições globais, em 1880; 2016 tem “99% de chance” de ser ano mais quente

É ouro! Dados divulgados nesta segunda-feira pela Nasa mostram que o mês de julho de 2016 bateu o recorde olímpico e o recorde mundial: foi o julho mais quente desde o início das medições globais com termômetros, em 1880, e o mês mais quente de todos os tempos.

Segundo a série de dados da agência espacial americana, o mês passado teve um desvio de temperatura de 0,84oC em relação à média para o mesmo mês medida entre 1951 e 1980, batendo de longe a marca do agora medalhista de prata 2011 para julho, 0,74oC.

É relativamente pouco se comparado ao mês de maior desvio até agora, fevereiro, quando a anomalia foi de 1,32oC, mais do que o dobro dos 0,87oC vistos em fevereiro de 2015 (até então o fevereiro mais quente da série).

Acontece que os meses de julho e agosto são o auge do verão no hemisfério Norte, onde está a maior parte das terras emersas do globo. Isso puxa para cima a temperatura média de todo o planeta nesse período, tornando julho e agosto naturalmente os meses mais quentes do ano, como mostra o gráfico da Nasa que ilustra esta página, com a variação sazonal das temperaturas combinadas da superfície e do oceano.

Segundo a série da Nasa, julho é o décimo mês consecutivo a bater recorde de temperatura global. Desde outubro do ano passado, cada mês tem sido o mais quente desde o início dos registros.

O El Niño, o aquecimento do oceano Pacífico que ajudou a elevar elevou temperaturas no mundo inteiro, desapareceu em maio – mas nem isso derrubou a média do mês.

“Ainda 99% de chance de um novo recorde anual em 2016”, tuitou Gavin Schmidt, diretor do Centro Goddard de Estudos Espaciais da Nasa, responsável pelos dados.

Fonte – Observatório do Clima de 16 de agosto de 2016

Califórnia precisa fechar a torneira do lixo gerado pelos recipientes para viagem feitos com poliestireno expandido

Foam products banned in San Francisco

Consumers in San Francisco will no longer be able to purchase foam cups and other polystyrene products. (Jeff Chiu / Associated Press)

Polystyrene is killing our coasts. California needs to turn off the trash tap on foam takeout containers

San Francisco county supervisors recently adopted the nation’s strictest ban on polystyrene foam, prohibiting its use in takeout containers and shipping materials and barring the sale of foam retail products. No more packing peanuts or cheap picnic coolers for sale in the City by the Bay.

The new law is entirely in step with San Francisco’s uber-progressive and sometimes unusual policies, but it’s extreme. By contrast, the other 90 or so California cities and counties that have adopted polystyrene bans in the last decade have appropriately focused on the most troublesome form of the plastic foam: single-use takeout food and beverage containers. After cigarette butts and scrap pieces of hard plastic, soft polystyrene foam — known popularly, if incorrectly, as Styrofoam — is the third most-common source of trash washing up on local beaches, according to Heal the Bay. Not surprising, given that Americans discard 2.5 billion foam cups every year and rarely recycle their used polystyrene takeout containers.

But it’s the stuff that doesn’t wash up on the beach, and remains in the water, that causes the biggest environmental concern. Polystyrene foam doesn’t biodegrade like organic material. Instead, it breaks down into small pellets that are hard to clean up — and are nicely bite-sized for fish and fowl. That’s not just icky; it’s potentially poisonous for marine creatures and the humans who eat them. Polystyrene absorbs toxins in the water, such as DDT, a carcinogenic pesticide still in use outside the United States, and PCBs, which are also suspected carcinogens.

Polystyrene pollution is a real problem that is getting worse, despite intense recycling and trash-reduction efforts. The Great Pacific Garbage Patch keeps growing, fed by a steady stream of disposable-plastic waste. One report by the World Economic Forum warns that if plastics continue to be dumped into the ocean at their current rate, there will be more plastic than fish in the oceans by 2050.

It’s time for the state to turn off the trash tap. That effort has been underway at the local level for the last decade; Santa Monica, Hermosa Beach, Manhattan Beach and other coastal cities have passed laws prohibiting food service businesses from using to-go containers made of polystyrene foam. The Pasadena City Council on Tuesday voted to do the same, and Culver City, which sits along the storm drain-fed Ballona Creek, is considering a ban of its own. The city and county of Los Angeles and Los Angeles Unified School District have prohibited the use of polystyrene in their facilities and schools. And more cities and counties may be inspired by San Francisco’s bold action to adopt their own version of a ban.

“In some ways, polystyrene foam is worse than single-use plastic bags.”

San Francisco’s rule may not be the best model, at least at the moment, because of its scope. Foam packing material is not as likely to be tossed in the street, and in some cases, there is no reasonable substitute. In addition, polystyrene is 98% air and so lightweight that replacing it with cardboard or other packing material could raise shipping weights. If more fuel is required to transport the same goods, that would increase greenhouse gas emissions. Simply swapping one environmental ill for another is no solution.

Regardless, the spread of local restrictions on polystyrene use is fast becoming a nightmare for businesses, such as food trucks or chain restaurants, that operate in more than one California city. And that’s a good thing, because it may take a critical mass of cities adopting different versions of plastic foam bans to generate a comprehensive statewide ban. It wasn’t until local governments created a messy patchwork of plastic-bag ordinances that the Legislature found the courage to take on the powerful plastic bag lobby and ban single-use plastic bags throughout California.

At the moment the top priority for environmentalists is getting voters to support a ballot measure to ratify the ban on single-use plastic bags. (The anti-trash measure that lawmakers adopted nearly two years ago was put on hold until a ballot challenge by plastic bag makers is voted on in November.) After that, they should prepare for the next big trash fight.

It won’t be easy. The polystyrene lobby and business groups will fight hard to try to stop such a ban, as they did unsuccessfully in San Francisco. They will argue that the bigger problem is litter and that the real solution is doing a better job of recycling foam, or maybe even finding a way to turn plastic trash into energy. If the industry can get those things going soon, more power to them. For now, however, we need to stop the flow of polystyrene foam trash into the ocean.

In some ways, polystyrene foam is worse than single-use plastic bags. Both are recyclable, but about three times as many single-use plastic bags are diverted from the landfill in California than the approximately 1% of plastic foam that is recycled. Many cities do not accept polystyrene when collecting recyclables at the curb. (Los Angeles does, so long as it is clean.)

Fonte – Editorial do Los Angeles Time

Boletim do Instituto IDEAIS  de 22 de agosto de 2016

Instituto Ideais
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Audiência Pública sobre o impacto do uso de agrotóxico na Saúde e Meio Ambiente

Defensoria Pública do Estado de São Paulo, Defensoria da União e Ministério Público Federal convidam a população para audiência pública sobre o impacto do uso do agrotóxico no meio ambiente e na saúde pública em Municípios Paulistas

Quando: dias 29 e 30 de agosto, das 8h30 às 18h

Onde: Auditório João Yunes – Faculdade de Saúde Pública da USP

Endereço: Av. Dr. Arnaldo, 715, Cerqueira César, SP

Preocupados com o aumento de câncer entre a população e outras doenças como malformações congênitas em municípios paulistas com intensa atividade agrícola e sua evidência relacionadas ao uso de agrotóxico e com o objetivo de alertar a população para questões socioambientais relacionadas ao uso de agrotóxico como o impacto na saúde e meio ambiente, bem como dar oportunidade para que os tomadores de decisão relacionadas a saúde e meio ambiente apresentem trabalhos realizados no sentido de apoiar a população: a Defensoria Pública do Estado de São Paulo, Defensoria da União e Ministério Público Federal convidam a população para audiência pública com a temática: “ Exposição aos agrotóxicos e gravames a Saúde e ao Meio Ambiente”.

As exposições dos especialistas foram divididas em três temáticas.

Primeiro dia

Manhã

“Informações em Saúde, Consumo e Exposição no Estado de SP, Brasil e Mundo”, da Profª Drª Sonia Corina Hess (Universidade. Federal de Santa Catarina) e do Prof. Dr. Paulo Saldiva (Diretor do IEA-USP), e mediação da Defensora Pública Federal Nara Rivitti.

Tarde

“Geografia da pulverização aérea e dimensionamento dos impactos à saúde e ao meio ambiente”, com Dr. Gabriel Lino de Paula Pires (Promotor de Justiça do Estado de SP, do Grupo de Atuação Especial da defesa do Meio Ambiente – GAEMA – Núcleo do Pontal do Paranapanema), Profª Drª Ada Pontes de Aguiar (Médica e pesquisadora do Núcleo Trabalho, Meio Ambiente e Saúde da Universidade Federal do Ceará) e Prof. Dr. Wanderlei Antonio Pignatti (Universidade Federal do Mato Grosso) e mediação da procuradora de justiça federal Fátima Aparecida de Souza Borghi.

Segundo dia

Manhã

“Governança, conhecimento e estratégias públicas de ação”, com apresentações da Profª Drª Marcia Sarpa de Campos Melo (Unidade Técnica da exposição ocupacional, Ambiental e Câncer do INCA), da Drª Thaís Cavendish (Gerente do Departamento de Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Contaminantes Químicos do Ministério da Saúde) e de representantes da Secretaria de Estado de Saúde e Coordenadoria de Defesa Agropecuária da Secretaria de Estado da Agricultura, com mediação do Defensor Público do Estado de SP Marcelo Carneiro Novaes.

Tarde

Manifestação da Sociedade sobre as questões apresentadas e elaboração de ação conjunta da sociedade e Defensorias Públicas e Ministério Público Federal.

Participam do evento: Leilane Coelho Andre (vice diretora do Departamento de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais); Dr. Jefferson Beneluz Pires de Freitas ( prof do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo) e Dra . Evangelina Vormitag médica e diretora presidente do Instituto de Saúde e Sustentabilidade).

Sugestão de Leitura

Edital da Audiência

Publicação no Diário Oficial do Estado de São Paulo

Cidade agrícola no interior de SP tem mais que o triplo de anomalias em bebês

Dossie Abrasco

Sugestão de consulta

SINETOX

Observatório de Uso de Agrotóxico e consequências para saúde humana e ambiental no Paraná

ANVISA

Ministério da agricultura

Assista

Fonte – Ana Marina Martins de Lima, Ambiente do Meio de 13 de agosto de 2016

Documentário Gasland 2 – A Verdade Sobre o Fracking (fraturamento hidráulico)

Em Gasland 2, é possível ter acesso à depoimentos de pessoas de diferentes lugares e classes sociais que foram impactadas pela extração. Um aspecto curioso é que o prejuízo vem para todos. Dos mais humildes aos abastados. Casas milionárias são vendidas a preços baixíssimos diante da contaminação do lençol freático.

Para extrair o gás, é preciso “explodir” as rochas. O processo começa com uma perfuração até a camada rochosa de xisto. Após atingir uma profundidade de mais de 1,5 mil metros, uma bomba injeta água com areia e produtos químicos em alta pressão, o que amplia as fissuras na rocha. Este procedimento liberta o gás aprisionado, que flui para a superfície e pode então ser recolhido.

Entre os principais impactos ambientais alertados pelos especialistas estão a contaminação da água e do solo, riscos de explosão com a liberação de gás metano, consumo excessivo de água para provocar o fracionamento da rocha, além do uso de substâncias químicas para favorecer a exploração. Ainda há a preocupação de que a técnica possa estimular movimentos tectônicos que levem a terremotos.

Gasland, 2013
Diretor Josh Fox

Documentário Gasland – A Verdade Sobre o Fracking (fraturamento hidráulico)

Documentário sobre o impacto socioambiental da exploração do gás natural das zonas de xisto nos EUA.

Josh Fox percorre as zonas mais afetadas pelo fraturamento hidráulico nos EUA e desvela como a indústria de petróleo e gás vem poluindo a água potável do povo americano e como as instituições políticas e reguladoras vêm sendo cooptadas à permitir e facilitar tal agressão ao meio ambiente e à saúde pública.

Gasland, 2010
Diretor Josh Fox