Parabéns pelo aniversário de São Paulo

paulo.diniz

Em comemoração ao aniversário da cidade de São Paulo, faça como a Maria Fernanda Cândido, dê um presente à sua cidade, use sacola retornável.

Com mais de 10 milhões de pessoas habitando essa cidade, se cada um fizer sua parte, com certeza a cidade ficará muito mais bonita do que já é.

Começou com o prefeito Kassab limpando os outdoors, plantando árvores, isto é, o primeiro setor fazendo sua parte.

Faça a sua parte também, pratique gestão de resíduos residencial, isto é,

Separe seu lixo em 3 sacos – lixo reciclável, lixo compostável, e o que não pode ser reciclado ou compostado.

Vá às compras utilizando sua própria sacola retornável.

Evite comprar bebidas em embalagens de uso único – alumínio, pet, long neck -, além de economizar recursos naturais você estará economizando energia para fabricar estas embalagens, Além do que, o gosto é totalmente diferente e melhor de qualquer bebida em garrafa de vidro.

Compre sempre produtos com menos embalagem – já comeu o biscoito calipso da Nestlé? É o exemplo do que digo, 3 embalagens para um biscoito, um verdadeiro crime ambiental.

Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes, que duram 10 vezes mais e gastam 10 vezes menos energia.

Feche a torneira ao ensaboar a louça, ao se ensaboar, ao escovar os dentes e ao se barbear.

Só utilize a máquina de lavar roupa ou louca quando estiver cheia.

Vá caminhando quando o percurso for curto – na padaria da esquina, na videolocadora da quadra, na frutaria, açougue, farmácia, em qualquer lugar num raio de 4 quadras, você estará evitando jogar CO2 emitido pelo seu carro e melhorando sua qualidade de vida.

Pense sempre, o que posso fazer em um minuto e que pode melhorar o mundo? Todas as atitudes acima.

Você pode achar que sua mudança de comportamento não irá fazer diferença nenhuma, mas multiplique seus gestos por mais de 10 milhões de pessoas e veja que a mudança que começou com você, em você pode mudar o destino do planeta.

Clique aqui para assistir a matéria.

Plástico: engodo contra quem?

 

Reporter diário de 17 de janeiro de 2008 

Aos poucos, parece que começa a surgir um consenso contrário à utilização das sacolinhas de plástico distribuídas no comércio. Tem gente indo ao supermercado com sacolas de pano à tiracolo, resgatando um hábito antigo da população. Mas não são apenas os consumidores que decidiram dar um fim às sacolas plásticas, uma praga que demora mais de 100 anos para se decompor no ambiente.

O plástico pode demorar até 500 anos para se decompor.

Muitos comerciantes optam por perguntar sobre o interesse pelo plástico, ao invés de empurrá-lo adiante na hora de uma venda.

Finalmente os comerciantes estão ficando espertos, afinal, a cada sacola entregue é dinheiro gasto pelo comerciante.

Se ele fizer uma simples pergunta VOCÊ PRECISA DE SACOLA PARA LEVAR SUAS COMPRAS? para cada cliente, certamente o cliente irá acordar para o problema da plastificação do planeta e muitas vezes irá recusar a sacola plástica.

Só quem ainda não despertou para a importância da abolição desse composto é o Poder Público. Em agosto do ano passado, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo anunciou o veto ao projeto de lei que obrigava os comerciantes a substituir essas sacolas de plástico-filme por material oxi-biodegradável. Esse composto, acredite, acelera a decomposição do plástico comum em até cem vezes, eliminando-o do ambiente para sempre.

O plástico oxi-biodegradável acelera a decomposição do plástico em até 500 vezes.

Em suas justificativas para o veto, o secretário Xico Graziano disse que “o plástico oxi-biodegradável provoca só um efeito visual, não ecológico. É um truque químico. Seus aditivos são séria ameaça ao ambiente”. Mais: em um artigo, chamou o projeto aprovado pela maioria na Assembléia Legislativa de “Engodo plastificado”.

Uma empresa detentora da tecnologia do plástico oxi-biodegradável sentiu-se incomodada e cobrou explicações do secretário. A resposta veio em papel timbrado, com brasão do governo. Graziano dá a nítida impressão de que sua reação contrária à proposta se deu menos por razões técnicas e mais por se tratar de iniciativa de um deputado petista, que faz oposição ao governo Serra.

Transcrevo trechos do documento enviado pela maior autoridade em meio ambiente do Estado ao empresário, no dia 4/9/2007. “Os artigos de minha autoria não se referiram ao produto de vossa empresa, destacado como o aditivo oxi-biodegradável d2w©. Os argumentos levantados pela Secretaria do Meio Ambiente para o veto ao projeto (…) foram pautados na precaução da utilização de materiais oxi-biodegradáveis e (…) em nenhum momento teve contato com o aditivo d2w©. (…) Quando foi enviado texto para publicação no jornal, a secretaria não havia recebido a documentação acerca do aditivo d2w©, tão menos de laboratórios estrangeiros referentes a testes sobre o mesmo aditivo.”

A conclusão de Graziano foi ainda mais taxativa: “Aproveito para salientar que não existem pesquisas no âmbito da Secretaria do Meio Ambiente sobre plásticos oxi-biodegradáveis”. Sendo assim, quem, afinal, produziu um engodo contra a sociedade se, em seus argumentos anteriores, o secretário do Meio Ambiente dizia que vários estudos comprovavam a ineficácia e os malefícios do plástico oxi-biodegradável?

Até compreendo que a indústria petroquímica se coloque contrariamente a um projeto que estimule a utilização do plástico oxi-biodegradável. Mas ainda não entendi por que o veto ao projeto foi determinado pelo governo sem estudos técnicos mais apurados em torno de sua utilização. Em Piracicaba, um prefeito do PSDB, ex-braço direito de José Serra no Ministério da Saúde, sancionou lei de mesmo teor, ignorando o veto da Secretaria Estadual do Meio Ambiente.

O plástico oxi-biodegradável não será a solução para o problema do lixo. Mas é uma alternativa à escassez de idéias no Estado mais poluidor do país, que deposita milhões de toneladas de plástico diariamente nos lixões e aterros sanitários. Com esse composto, se poderia agilizar o processo, aumentando a vida útil dos aterros.

A luta a favor do composto oxi-biodegradável ainda não terminou. A Assembléia Legislativa pode derrubar esse veto do governo do Estado quando bem entender. Depende só de vontade política e do apoio da sociedade. O importante é que essa alternativa colocou a questão do plástico em debate. E vem fazendo muita gente evitar as famigeradas sacolas plásticas.

Sebastião Almeida é deputado estadual, coordenador da Frente Parlamentar em Defesa da Água e presidente da comissão de Serviços e Obras Públicas da Assembléia Legislativa de São Paulo.

A população de São Paulo tem que se posicionar a favor desta lei, para que o deputado derrube este veto imbecil do serra, para que o problema dos plásticos tenha uma solução.

Todas as leis que estão pipocando no país para utilização de sacolas e sacos de lixo oxi-biodegradáveis para o governo e o comércio são copiadas – com nossa permissão – e esperamos que brevemente todos os estados e cidades tenham sua lei para utilização de plástico oxi-biodegradável e sacola retornável até que o governo federal acorde finalmente e faça uma lei federal para resolver a plastificação do país.

Nosso projeto nasceu em 2005 e está caminhando a passos largos, apesar da oposição dos bandidos das petroquímicas, graças a políticos sérios – sim gente, eu também não acreditava neles mas tive que dar o braço a torcer – que estão muito preocupados com o futuro da humanidade e estão agindo, fazendo leis para proibir a montanha de plástico que cobre nosso país todos os dias.

ACIU incentivará a volta da antiga sacola de pano

 

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Umuarama ilustrado de 20 de janeiro de 2008

Anotem para conferir depois: a Associação Comercial e Industrial de Umuarama vai aderir à campanha estadual que a Associação Comercial do Paraná está lançando pregando o retorno à velha e boa sacola de pano, muito usada nos tempos de nossas avós para ir às compras nas feiras e nos armazéns de secos e molhados, substituindo definitivamente as antiecológicas sacolas de plástico que causam poluição e demoram anos para se deteriorar.

Para participar desse movimento, o presidente da ACIU Celso Zolim viajará na semana que vem para Curitiba, onde participará de reunião na Associação Comercial do Paraná em que será discutida a mobilização dos comerciantes paranaenses a adotarem o antigo sistema de sacolas de tecido (ou outro tipo de embalagem retornável).

Zolim adiantou à Coluna ITALO que também vai manter um diálogo com os supermercados de Umuarama para que adotem esse sistema, bem como contatar a população sobre a necessidade dessa mudança, aposentando as atuais sacolas de plástico que tanto prejudicam o meio ambiente.

Lawson oferece sacolas ecológicas

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IPC digital

A rede de lojas de conveniência Lawson, que possui 8.500 lojas no Japão, vai distribuir 100 mil sacolas ecológicas a partir de março. O objetivo é reduzir o uso de sacolas de plástico. Além disso, o Lawson irá oferecer hashis portáteis, para reduzir também o número de palitos descartáveis.

Com isso, a rede espera que até 2009 o número de sacoas e hashis distribuídos seja 20% menor do que era em 2005. Atualmente, são usados 750kg de sacolas de plástico por ano em cada loja. O objetivo é que o número caia para 600kg.

As sacolas que serão distribuídas são chamadas de “kombini eco bag” e feitas de poliéster. Elas foram confeccionadas para que o bentô e a bebida não fiquem inclinadas e serão de fácil manejo.

A partir de abril, os consumidores que possuem o cartão de ponto do Lawson e juntarem o equivalente a 1.800 ienes vão ganhar o “hashi portátil”. Atualmente, são oferecidos 500 milhões de hashis por ano em cada loja. A rede pretende reduzir o número a 100 milhões unidades anuais.

Super turbina eólica utiliza levitação magnética para produzir até 1 GW

 

Inovação tecnológica 

A energia eólica é vista de forma muito simpática por todos aqueles que se preocupam com o meio ambiente. Os especialistas em energia, contudo, afirmam que a eletricidade produzida pelo vento necessitará de mais tecnologia e menos custos se quiser entrar para valer como uma fonte de geração definitiva.

Turbina com levitação magnética

Nesta semana, a empresa MagLev apresentou na China aquela que poderá ser a solução tecnológica que faltava para a viabilização econômica da energia eólica. Com um design totalmente diferente dos tradicionais cataventos, a turbina MagLev utiliza levitação magnética para oferecer um desempenho muito superior em relação às turbinas tradicionais.

As pás verticais da turbina de vento são suspensas no ar acima da base do equipamento. Ao invés se sustentarem e de girarem sobre rolamentos, essas pás ficam suspensas, sem contato com outras partes mecânicas – e, portanto, podem girar sem atrito, o que aumenta exponencialmente seu rendimento.

Ímãs de neodímio

A turbina utiliza ímãs permanentes, e não eletroímãs, que poderiam diminuir seu rendimento líquido, já que uma parte da energia gerada seria gasta para manter esses eletroímãs em funcionamento.

Os magnetos permanentes são feitos de neodímio – um elemento contido no mineral conhecido como terras-raras, – largamente utilizado na fabricação de discos rígidos para computadores. Além de aumentar o rendimento, os ímãs diminuem os custos de manutenção da turbina, que dispensa lubrificação e as constantes trocas dos rolamentos.

Viabilização econômica da energia eólica

Segundo a empresa, a turbina MagLev consegue gerar energia a partir de brisas de apenas 1,5 metros por segundo e consegue suportar até vendavais de até 40 metros por segundo – o equivalente a 144 km/h.

As maiores turbinas eólicas atuais geram 5 MW de potência. Já uma única MagLev gigantesca poderia gerar 1 GW, suficiente para abastecer 750.000 residências. Isso acontece porque a nova turbina pode ser construída em dimensões muito grandes, o que não acontece com os tradicionais cataventos.

Segundo a empresa, a nova turbina gera 20% a mais de energia em relação à turbinas convencionais e tem um custo de manutenção 50% menor. Ainda segundo as estimativas do seu fabricante, uma super-turbina eólica que utiliza levitação magnética poderá funcionar continuamente por… 500 anos.

Painéis solares flexíveis chegam ao mercado custando US$0,99/watt

 

 Inovação tecnológica 

A empresa emergente Nanosolar colocou no mercado os primeiros painéis solares de filme fino, uma das tecnologias mais promissoras para a geração barata de energia solar.

Painéis de filmes finos

Ao contrário dos painéis solares fotovoltaicos já disponíveis comercialmente há vários anos, os painéis de filmes finos são produzidos por impressão, gerando um painel flexível, adaptável a qualquer superfície e muito mais barato.

US$0,99 por watt

A empresa afirmou em um comunicado que conseguirá vender seus painéis solares de forma lucrativa a apenas US$0,99 por watt de energia gerada. Isso se deve à sua tecnologia proprietária que aumentou a corrente gerada pelas células solares de filmes finos em cinco vezes em relação a outros painéis similares.

Destino nobre

O primeiro Megawatt de energia solar gerada pelos novos painéis será instalado na Alemanha, que já contratou o fornecimento dos equipamentos. A usina solar será instalada sobre um aterro sanitário que acaba de ser desativado.

Novo material provê luz constante por 12 anos sem eletricidade

 

Terra.com 

A companhia MPK Co. desenvolveu um novo material luminoso capaz de gerar luz constante por 12 anos sem abastecimento de energia elétrica. Baseado na chamada litroenergia, o novo material é composto de micropartículas luminosas chamadas litrosferas, atóxicas e baratas, chegando a substituir uma lâmpada incandescente de 20 watts, conforme o site Treehugger.

Criada com base em tecnologia betavoltaica, que utiliza como fonte de energia um gás radiativo, as litroesferas são manufaturadas de modo a produzir uma leve emissão de elétrons incapazes de penetrar o vidro ou a parede de polímero em que forem colocados, explica o site Gizmodo.

A luz emanada pode ser projetada para brilhar em qualquer cor, além de poder ser moldada ou acrescentada à tinta. Para iluminar um pedaço de plástico de 21 x 27 cm o material empregado custaria apenas US$ 0,35.

“A tecnologia tem potencial para economizar bilhões em custo energético no mundo, a litroenergia ultrapassa todas as opções de iluminação conhecidas por custo, durabilidade, confiabilidade e segurança”, diz Steve Stark, da MPK.

A companhia prevê que o invento será utilizado primeiro em equipamentos de segurança.

Cientistas criam o material mais escuro do mundo

 

Terra.com 

Pesquisadores americanos dizem ter criado o material mais escuro do mundo, uma substância tão negra que absorve mais de 99,9% da luz. Construído a partir de minúsculos tubos de carbono, o elemento é quase 30 vezes mais escuro do que o material utilizado como padrão de escuridão pelo Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos Estados Unidos.

A  substância chegou perto do ideal de escuridão, que poderia absorver todas as cores e não ser capaz de refletir nada. “Toda a luz que chega até ele basicamente é absorvida”, disse Pulickel Ajayan, que liderou o estudo realizado na Rice University, em Houston, à Reuters. “Ele quase chega ao limite de absorção de luz que um objeto pode obter”, explicou.

Ajayan diz que o material pode ser usado na conversão de energia solar, pois “coleta praticamente toda a luz que incide em sua superfície”. Feita com tubos de carbono que são cerca de 400 vezes menores do que o diâmetro de um fio de cabelo, a substância também pode ser usada na detecção de luz infravermelha ou na observação astronômica.

O elemento tem um índice total de reflexão de apenas 0,045%. Isso significa ser mais de três vezes mais escuro do que a liga de metal níquel-fosforoso, que até então era o material mais escuro do mundo. Uma simples pintura em preto, por exemplo, tem um índice de reflexão que varia entre 5% e 10%. Os pesquisadores querem agora registrar o feito no Guinness Book, o livro dos recordes. 

Sacola retornável Mais Você

A Ana Maria Braga iniciou uma campanha de incentivo à utilização das sacolas retornáveis.

Assista aos vídeos.

Vídeo 1

Vídeo 2

Vídeo 3

No dia 7 de dezembro fomos convidados a ir ao estúdio do programa Mais Você para explicar o projeto sacolas retornáveis FUNVERDE e a importância do programa Mais Você, voltado às donas-de-casa, iniciar um programa continuado de incentivo ao uso de sacolas retornáveis, de desincentivar o uso do plástico e a iniciar o incentivo à separação de lixo nas casas.

Adoramos a iniciativa da globo, em especial da Aline, da produção do programa, querer se aprofundar no assunto, realizando assim, uma campanha séria.

Não podemos esquecer que a globo é assistida por todas as idades, todas as classes sociais e daí vem a importância da globo se engajar em projetos ambientais como este, pois dessas pequenas ações é que resultara numa possibilidade de existirem os seres do amanhã.