Projeto Canto das ervas – domingo, 18 de abril de 2010

O Álvaro trouxe as placas que mandou fazer para identificar as plantas do projeto canto das ervas. Álvaro, ficamos muito gratos pelas placas, pois agora, quem caminha pelo local não precisa confiar somente na memória para saber o nome das plantas do canto das ervas.

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Hoje, pela falta de cooperação de São Pedro, iniciamos as atividades regando as plantas.

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Enquanto uns regavam, outros faziam a manutenção dos canteiros, retirando o mato, cortando a grama dos lados.

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Como o clima está muito seco, decidimos não plantar o manjericão alface e o manjericão roxo de folha larga hoje – trouxemos 100 mudas – e o Toruo foi fazer a manutenção nas plantas para elas sobreviverem mais um tempo sem plantar. Essas plantas são muito delicadas e não resistem bem à falta de água. Resolvemos plantar então o figatil, que é uma planta muito resistente.

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O canteiro de pimentas está lindo, está resistindo bem à seca prolongada. Só não conseguem resistir aos ataques dos ladrões de plantas, que estão fazendo a festa. A cada dia tem menos pimenteiras no canteiro.

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Mesmo não plantando, já preparamos o canteiro para a próxima semana.

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O primeiro passo não é tão difícil, que é retirar a cobertura de grama.

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Agora, empunhar um enxadão para afofar a terra, essa tarefa sim, é cansativa.

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Fazendo os buracos para plantio.

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O álvaro trouxe 18 mudas de figatil, cuja utilidade só  os bêbados de plantão conhecem bem, depois de uma noite na esbórnia – e como são plantas que formam uma enorme moita, tem que ser plantadas com grande espaçamento.

Plantando.

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Regando.

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Colocando a placa de identificação.

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Visita ao orquidário

Novas orquídeas no orquidário da Silmara.

Você já pode adquirir estas orquídeas, é só entrar em contato com a silmara.

Fomos ao orquidário para pegar a caixa de mil litros para aguar as plantas no domingo, no canto das ervas.

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Adoramos a idéia desta moringa, que você enche de água e a orquídea fica úmida por algumas semanas. Até os mais ocupados ou preguiçosos poderão cultivar orquídeas com esta invenção genial.

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Projeto Canto das ervas, quarta, 14 de abril – não choveu

Apesar da previsão do tempo, não caiu uma gota de chuva desde domingo, dia do último plantio.

Então, na quarta à noite saimos para regar as ervas que plantamos no domingo.

Estava tudo seco, esturricado. Certamente as plantas não sobreviveriam até o próximo domingo sem água.

São Pedro certamente não colaborou esta semana.

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Fomos ao outro canto das ervas, mas só para ver se precisaríamos voltar amanhã para regar, porque no primeiro local a água acabou.

A pimenta, como sempre, resiste a tudo, mesmo a falta de água.

Agora, preste atenção na imagem abaixo. Foram plantadas 7 linhas de 6 plantas cada. Vamos contar juntos. Na primeira linha levaram 1 pimenta, na segunda linha furtaram duas pimentas, a terceira linha está inteira, na quarta linha afanaram uma pimenta, na quinta linha garfaram duas pimentas, na sexta linha roubaram duas pimentas e na sétima e última linha gatunaram uma pimenta.

As palavras acima são sinônimos da falta de vergonha na cara do brasileiro, aquele brasileiro safado, que vai passear em um parque e afana uma orquídea ou qualquer tipo de planta e assim acaba um parque inteiro. Aquele brasileiro que deixa as crianças apanharem flores de qualquer lugar, deixando os próximos visitantes sem flores para ver.

Isso é típico do brasileiro, é por isso que este país jamais funcionará, porque ninguém pensa no coletivo, somente no próprio umbigo.

Quem vai andar neste bosque e vê os canteiros sendo plantados deveria pensar que estamos embelezando o local para todos os caminhantes e não achar que é um viveiro grátis em que ele pode apanhar as plantas para colocar no seu quintal. Devem pensar que, se ninguém está vendo não estão cometendo um crime.

Estamos plantando ervas medicinais e aromáticas para serem utilizadas por todos. Mas é para apanhar um galho depois das plantas estarem formadas e não para arrancar a planta pela raiz. Isso não é um self service de plantas. O que será que este povo aprendeu em casa? Não sabem a diferença entre coletivo e particular, não sabem o que significa conceito de propriedade. Na hora de plantar ninguém se digna a oferecer ajuda, mas na hora de gatunar as plantas, fazem isso com uma facilidade …

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A ceblinha e sasinha estão sedentas … precisaremos voltar para aguar amanhã.

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Está vendo alguns locais sem plantas? Para variar, alguém já levou um monte para casa. Em qualquer supermercado tem mudas de salsinha e cebolinha à venda por R$ 1,00, uma simples moeda. Na feira dá para comprar cebolinha com raiz, cortar a parte de cima para cozinhar e plantar a parte de baixo, não tem segredo. Por que será que essta povalha não compra ao invés de surrupiar?

Povinho infernal! Povinho medíocre!

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Inauguração do bosque de frutíferas na VIAPAR

Sábado, dia primeiro de maio, dia do trabalhador, a VIAPAR inaugurou o bosque do trabalhador, em que cada um dos 16 funcionários mais antigos plantaram uma árvore frutífera.

As árvores foram plantadas com bastante distância entre elas para que, nos próximos plantios, outras árvores sejam plantadas entre as linhas, até fechar o bosque.

Não sabemos como, mas queremos que sejam plantadas 100 frutíferas neste local, nem que a parte onde está o estacionamento seja sacrificada. Este estacionamento abaixo.

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Tivemos uma grata surpresa ao chegar, porque eles fizeram vários canteiros de verduras, legumes, ervas aromáticas e medicinais.

Esperando o início do plantio enquanto os aviões passavam raspando. E não tiramos fotos de nenhum deles.

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O pessoal chegando.

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O Marcelo Stachow Machado, Diretor presidente da VIAPAR vistoriando os canteiros de legumes, verduras e ervas.

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Colocando os nomes dos homenageados nas árvores que cada um plantará.

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Quando o Erikson da comunicação da VIAPAR enviar as fotos oficiais, faremos outro post com a foto de cada homenageado plantando sua árvore.

Não se assustem ao ver o tamanho do buraco em que foram plantadas as árvores, pois foi um plantio simbólico, não é que estivessem querendo enterrar as árvores. Na segunda feira os buracos serão preenchidos com adubo vegetal até dar a altura certa para plantar as árvores. O buraco tem que ser de 40 centímetros de profundidade, mas como foi feito com retroescavadora, tinha vala de mais de metro, daí as árvores que vieram enormes do viveiro ficaram parecendo minúsculas dentro dos buracos.

Gente, é uma coisa deliciosa ir ao viveiro com o livro de frutíferas brasileiras e exóticas do Harri Lorenzi, escolher as árvores, fotografar estas árvores e depois ver estas árvores sendo plantadas. Já dá até para imaginar daqui uns meses as pessoas comendo essas frutas, os estudantes que visitam a VIAPAR conhecendo o que é um pé de pitanga  ou qualquer uma das outras frutas e saboreando cada uma delas. Já estamos escolhendo as próximas frutas que serão plantadas no bosque.

Parabéns à VIAPAR, nossa grande parceira na recuperação das matas ciliares dos rios de Maringá, pelo bosque de frutíferas e pela linda homenagem que fizeram aos seus funcionários mais antigos. Aguardem novidades, pois conversamos com o Marcelo durante o evento e mais pomares como esses serão criados. Os locais? Surpresa, surpresa, contaremos depois.

Árvores selecionadas para plantio no bosque de frutíferas da VIAPAR

Em janeiro, sugerimos à diretoria da VIAPAR, que é nossa parceira no projeto mata ciliar desde 2005, a criação de um bosque de frutíferas na sede da empresa para os alunos que frequentemente visitam a VIAPAR estarem mais próximas da natureza e aprenderem que as frutas não vem em saquinhos do supermercado e também, é claro, saborearem as frutas no pé.

Em abril entraram em contato conosco para ajudarmos na criação do bosque, que será chamado de bosque do trabalhador, onde os trabalhadores mais antigos da empresa irão plantar suas árvores frutíferas e a inauguração foi no dia primeiro de maio, dia do trabalhador.

No dia 20 de abril fomos escolher 16 espécies frutíferas, já frutificando para que no próximo verão quem plantou já possa provar as frutas. O noni e a carambola já estão com frutas.

O difícil foi escolher entre tantas espécies somente 16, tamanha a variedade encontrada no viveiro.

Outro detalhe importante, como o bosque fica próximo ao aeroporto, não pudemos escolher árvores de grande porte, como castanha do pará, fruta pão ou outra árvore muito alta.

As árvores foram espaçadas no terreno e nas próximas comemorações, serão plantadas outras árvores entre as linhas. Esperamos que caibam pelo menos uma centena de frutíferas neste local.

Abaixo, as árvores ainda no viveiro e abaixo foto das frutas.

Goiaba roxa – Psidium guajava, em que parte de baixo das folhas e a casca da fruta são roxas.

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À esquerda, goiaba vermelha, à direita, goiaba branca e a do meio que é a goiaba roxa.

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Abiu roxo – Pouteria caimito

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Cereja – Eugenia involucrata

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Fernando K. Dias

Guabiroba – Campomanesia xanthocarpa

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Romã – Punica granatum

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Graviola – Annona muricata

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Manga – Mangifera indica

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Murilo Porto

Pitanga – Eugenia uniflora

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Ceriguela – Spondias purpurea

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Araticum – Annona crassiflora

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Wiliam Martins Aquino

Noni – Morinda citrifolia

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Jabuticaba – Myrciaria cauliflora

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Jambo rosa – Syzygium samarangense

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Nêspera – Eriobotrya japonica

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Carambola – Averrhoa carambola

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E a última, a Lichia – litchi chinensis, que acabou ficando fora da sessão fotográfica.

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Itu, SP faz campanha para reduzir uso de sacola plástica

Durante os dias 28 e 29 de maio, os supermercados, hipermercados e outros estabelecimentos comerciais de Itu, a 95 km de São Paulo, não usarão sacolas plásticas para embalar as compras. A iniciativa é do Ministério Público local, em parceria com a prefeitura e associações comerciais. O objetivo é conscientizar a população para os danos ambientais causados por essa prática.

Pesquisa feita em 2009 pelo promotor de justiça do Meio Ambiente, Amauri Chaves Arfelli, mostrou que o consumo na cidade é de 800 sacolas plásticas por habitante durante o ano. Com população de 160 mil moradores, Itu tem um consumo anual de 128 milhões de sacolas. “Sabemos que uma grande parte vai para o meio ambiente, causando a poluição do solo, dos rios e do ar”, disse.

Ele considera que esse é um hábito de consumo não consciente, que pode ser mudado por um processo de conscientização. “A população de Itu pode dar o exemplo de cidadania, reduzindo e, quem sabe, abolindo o uso de sacolas plásticas.”

Para incentivar a população a adotar o consumo consciente, supermercados que aderirem ao programa distribuirão gratuitamente sacolas duráveis ou retornáveis nessas duas datas. Os estabelecimentos comerciais assinarão acordo com o Ministério Público com fixação de metas a serem cumpridas no prazo de 12 a 24 meses para reduzir o uso de sacolas plásticas.

De acordo com o promotor, cada supermercado adotará livremente medidas internas com esse objetivo e divulgará aos consumidores. “Pode ser a cobrança por sacola plástica utilizada, substituição por caixas de papelão ou embalagens biodegradáveis, até mesmo descontos por sacola plástica não utilizada”, sugere.

As escolas participam desenvolvendo projetos sobre o tema. Grupos de alunos já se dispuseram a fazer campanhas em estabelecimentos próximos da unidade escolar e avaliar a eficácia das medidas adotadas. Os resultados do programa deverão ser apresentados durante seminário com a participação dos envolvidos.

Fonte – José Maria Tomazela para Agência estado de 30 de abril de 2010

Promotor Arfelli, parabéns pela sua iniciativa, mas ela pode ir mais longe, como por exemplo, fixar dezembro de 2010 como o último mês de distribuição gratuita de sacolas plásticas de uso único, fazendo com que Itu entre em 2011 como cidade livre das sacolas. O planeta merece esta atitude, assim como os seres do amanhã, que não devem ser penalizados por nossa preguiça de usar sacolas retornáveis.

Carrefour aprova a sacola retornável

Carrefour e Pão de Açúcar incentivam o fim da sacola plástica

Desde que implantou o sistema de eliminação de sacolas plásticas tradicionais no Carrefour, em Piracicaba – no dia 15 de março de 2010 – mais de 500 mil sacolinhas deixaram de ser utilizadas na unidade.

Isso significa menos sacolas sendo jogadas nos lixos e nas ruas, indo direto para bueiros e provocando ainda mais degradação ambiental. Igualmente positiva, de acordo com a rede, foi a receptividade do consumidor ao programa. “Tivemos alta adesão de nossos clientes, que optaram por substituir as descartáveis pelas sacolas reutilizáveis”. afirma o diretor de Sustentabilidade do Carrefour, Paulo Pianez.

Segundo ele, “é grande o número de consumidores que vão às compras levando suas sacolas retornáveis, ou que preferem utilizar as caixas de papelão, distribuídas gratuitamente, no lugar das sacolinhas tradicionais”. A partir desses dados, segundo ele, a empresa espera que até o fim deste ano 5 milhões de sacolinhas deixem de ser distribuídas nesta loja.

“Agradecemos aos clientes de Piracicaba que estão contribuindo de forma decisiva para o consumo consciente”, ressalta o diretor. A expectativa, segundo ele, é de que até 2014 as sacolas plásticas tradicionais sejam abolidas da rede Carrefour Hiper e Bairro.

Economia

Oferecendo a sacola reutilizável, o Carrefour também está fazendo economia, pois uma de suas opções de sacolas custa R$ 2,90 e tem capacidade para 35 quilos. Isso equivale a cinco sacolas plásticas que deixam de ser distribuídas. Além disso, o cliente tem à disposição caixas de papelão gratuitas para acondicionar suas compras.

A loja de Piracicaba, dea cordo com a assessoria de imprensa, vende sacolas que vão de R$ 1.90 a R$ 15. A distribuição gratuita foi encerrada no dia 31 de março.

Consumidor local dá exemplo

A professora Fernanda Gava Souza, 36, não se aparta mais da sacola retornável. Ontem, durante as compras no final do dia, havia esquecido de levar sua sacola, então comprou mais uma de ráfia. “Estou usando há meses e não me arrependo”, declara.

A comerciante Cláudia Martimiano da Silva, 36, também aboliu de vez a sacola plástica. “Além de não ficar com um monte de sacolas em casa, estou dando minha contribuição para ajudar a proteger o meio ambiente”, afirma.

Narriman Calarge, que é nutricionista, faz as compras e escolhe a caixa de papelão. “Acho que todo mundo deveria aderir à ideia de usar sacola retornável, ou até mesmo caixa de papelão, pois estará contribuindo para a preservação do meio ambiente.

Contrários

Muita gente tem procurado a Gazeta para reclamar que vai até determinado comércio com a sacola retornável, paga a conta, pega a nota a fiscal que é o comprovante de que a mercadoria está sendo quitada e não pode sair do estabelecimento se não for com a sacola que é oferecida.

Uma consumidora conta que depois de pagar a conta, como se recusou a levar a sacola plástica, convenceu a operadora do caixa de que iria levar em uma sacola retornável – que ela carrega constantemente na bolsa – porém foi ‘escoltada’ até a porta da loja.

Procon

O responsável pelo Procon de Piracicaba, Milton Sérgio Bissoli, diz que não há lei que determine o uso ou não das sacolas retornáveis no município, mas afirma que “é uma questão de bom senso entre a loja e o consumidor”.

10.217 sacolas vendidas

O Pão de Açúcar de Piracicaba vendeu, no ano passado inteiro, e de janeiro a abril deste ano, o total de 10.217 sacolas retornáveis. Só em 2009 foram 7.330, segundo a assessoria de imprensa. A loja, conforme apurou a Gazeta, não doa a sacola retornável aos consumidores, mas tem a ação de pontuação MAIS. Segundo Paulo Rogério Pandolfo, líder de seção, a cada R$ 1 real gasto o cliente acumula um ponto.

Com três mil pontos ele ganha um vale-compra de R$ 20, se acumular 5 mil pontos o prêmio é de R$ 50 e se obter 9 mil pontos, o vale-compra equivale a R$ 100. Também há, de acordo com ele, o programa ‘acelerador de pontos’, onde dependendo do produto que adquirir, o cliente tem mais pontos acumulados.

Opções

Na rede Pão de Açúcar, são sete opções de sacolas retornáveis – cinco em ráfia sintética, uma em algodão com a frase “eu sou uma sacola verde” e a sacola acoplável ao carrinho de compras. A rede também oferece caixa de papelão para cliente transportar suas compras.

Número

500 mil sacolas plásticas deixaram de ser distribuídas pelo Carrefour

Fonte – Ana Cristina de Andrade para a Gazeta de Piracicaba de 04 de maio de 2010

Não há mágica na atitude otimista do consumidor com o fim das sacolas, é somente a consciência de cada consumidor acordando.

Não entendemos tanto estranhamento por parte das duas redes pela atitude positiva do consumidor que não está reclamando do fim das sacolas, o consumidor se adapta, é só cessar a distribuição das sacolas plásticas de uso único gratuitamente que o consumidor se acostuma e ainda se sente parte da corrente para salvar a humanidade e o planeta, causando no consumidor um bem estar e sensação de estar fazendo sua parte pelo futuro da humanidade e o varejista que banir as sacolas ganhará mais clientes, os clientes do Século XXI, o cliente consciente, o cliente que quer se tornar sustentável, causar menos impacto no planeta.

Agora, se as sacolas continuarem disponíveis, a preguiça é maior do que o amor pelo planeta ou por qualquer coisa e o comodismo fará com que o consumidor continue utilizando as sacolas de uso único fabricadas com o plástico convencional eterno.

Carrefour, faça um favor ao bolso dos seus acionistas, à mãe terra e à humanidade, apaguem a idéia estúpida de banir as sacolas somente em 2014 e determinem que em janeiro de 2011 não haverá mais distribuição de sacolas plásticas de uso único em nenhuma de suas lojas.

Pão de Açúcar, Walmart e qualquer outro varejista que distribua as malditas sacolas plásticas de uso único fabricadas com plástico eterno, elejam dezembro de 2010 como o último mês de plastificação do planeta, o consumidor já está preparado, já está consciente, já está sensibilizado. Agora, só falta vocês fazerem sua parte, que é banir essas inúteis sacolas plásticas da face da terra.

Queremos 2011 sem sacolas plástica de uso único!

Respondendo ao comentário do Hélio do Rio de Janeiro, RJ

É amplamente divigulgado principalmente aqui que o uso das sacolas plásticas é nocivo á natureza, gostaria que observasse também que todas as embalagens hoje são feitas de polietileno(arroz,feijão,farinha.açúcar etc) estão não são nocivas também? não poluem?, pergunto: o que será feito?,

Já está sendo feito!

A FUNVERDE quando fala sobre banir o plástico convencional de uso único não se refere somente a sacola plástica convencional de uso único mas a todo plástico de uso único, que corresponde a 80% de todo o plástico fabricado, que é utilizado somente uma vez dentro de 6 meses e depois descartado para ficar poluindo o planeta por cinco séculos.

Desde 2004 estamos trabalhando para banir o plástico onde puder ser banido – sacolas plásticas de uso único – e quanto aos outros plásticos, que normalmente são plásticos de embalagens de produtos, estamos incentivando a transição destas embalagens para plástico com ciclo de vida útil programado.

Este incentivo se dá através do contato com as fábricas dos plásticos convencionais explicando para estes que neste novo século um dos grandes problemas é o lixo e que a embalagem deve ter o ciclo de vida aproximado ao ciclo de vida do produto contido na embalagem e através do contato com o varejo, com a mesma abordagem e por último, o contato com as fábricas dos produtos para que diminuam o número de embalagens dos produtos e que estas sejam ambientalmente corretas.

Hoje já estão no mercado embalagens com ciclo de vida útil controlado para verduras, legumes e frutas, plástico de açougue, filme plástico esticável, copos de plástico, embalagens para flores, plásticos para agricultura, embalagens de isopor com ciclo de vida útil controlado, sacos para padaria, e os plásticos de fábrica também já estão sendo produzidos com plásticos com ciclo de vida útil controlado como plástico para arroz, feijão, farinha, açúcar, xampu, desodorante, margarina, pão …

gostaria de saber também como consumidor, quais as alternativas de embalagens para levarmos nossas compras para casa?,

Você já ouviu falar de sacola retornável, carrinho de feira, mochila, caixa de papelão, caixa de plástico … ? São todas opções para você levar as compras para casa, sem o inconveniente de ter seus dedos gangrenados pela alça da sacola de plástico de uso único.

muitos consumidores como eu não tem carro, levaremos em sacolas ecólogicas?

Sim, claro, óbvio, uma sacola retornável de tamanho normal acondiciona o equivalente ao conteúdo de cinco sacolas de plástico de uso único. Essa tal de sacola retornável é uma invenção fantástica. Pergunte para a sua avó e ela lhe dirá que usou a vida inteira até a década de 80 do século passado, quando se acomodou e passou a usar as sacolas de plásticos que cortam a circulação de sangue nos dedos, que arrebentam e tem uma série de inconvenientes mas que, já que é de graça – as pessoas pensam que é de graça mas o preço delas está embutido no preço de cada mercadoria comprada no supermercado – a preguiça falou mais alto e as pessoas esqueceram que cada sacola demora centenas de anos para sumir da face da terra. É o consumismo, o comodismo destruindo o mundo.

 e os idosos conseguirão levar suas compras de mês nestas sacolas? caixas de papelão?

Você já ouviu falar de entrega em casa que os supermercados fazem? Uma compra do mês pode, sem custo nenhum para o idoso, o jovem, ou a pessoa de meia idade, ser entregue em casa, não é maravilhosa essa invenção?

E tem mais, o que você acha mais cômodo, uma sacola retornável ou carrinho de feira, que acomoda muitos produtos e que não machuca as mãos e cabe um monte de produtos ou várias, inúmeras, sacolas plásticas de uso único, que caem, arrebentam e derrubam as mercadorias contidas e por fim, arrebentam os dedos por carregar tanto peso em uma tirinha fina de plástico?

temos um grupo de pessoas que também preocupam-se com a natureza, acho que esta campanha é somente para beneficiar esses grandes supermercados e repassar os custos para nós consumidores otários consumidores.

Sinceramente não entendemos tanta reclamação. Desde quando uma sacola retornável, caixa de papel, caixa de plástico, mochila, carrinho de feira … são piores opções do que as malditas sacolas plásticas de uso único eternas?

A sacola retórnável ou qualquer outra embalagem retornável e permanente sempre foi e será a melhor escolha para o consumidor e para o planeta, exceto claro, para as pessoas preguiçosas que não querem ter o trabalho e a responsabilidade de carregar estas embalagens na mochila, na bolsa, na bicicleta, na moto, no carro … para estes preguiçosos, tudo dá trabalho e eles não querem nada que dê trabalho, só mordomia, nem que isto custe destruir nosso único lar, o planeta terra.

Hélio, assuma sua parcela de responsabilidade pela poluição que você causa, use sacola retornável.

Failsafe degradable plastics

Look at the full life-cycle, and biodegradable plastic derived from oil has a more positive environmental image than rivals are prepared to give, Sean Hargrave discovers.

Discarded plastic waste is an eyesore: drive down any street, bathe on any beach or stroll any country lane and shopping bags, bottles and wrappers can be seen caught in trees or littering the pavement and verges.

The way plastics suppliers, retailers and campaigners have tried to deal with this highlights how environmental issues need to be looked at from a whole life-cycle perspective and how the description of litter as a behavioral issue is not a good enough answer.

This is certainly the opinion of Symphony Environmental Technologies. The AIM listed British company produces d2w additive, which speeds up the degradation of plastic, usually to 18 months, though shorter or longer times are possible. The d2w is added at the factory and shortens the molecular chains, which microorganisms can then break down, until the item completely biodegrades without releasing methane or other harmful chemicals.

This would appear to be very useful but, for some, the technology is unacceptable because it works with oxo-biodegradable plastics which derive from oil, rather than bio-based plastics made typically from cornstarch.

Full life cycle

Such sentiment appeared in a recent report from Loughborough University, funded by Defra.

However Michael Laurier, CEO of Symphony, believes the researchers did not fully understand the benefits of oxo-biodegradable plastics. This he believes could be because companies in the oxo-biodegradable industry were not given enough opportunity to contribute, and no opportunity to question the recommendations prior to publication.

There seems to be a misconception that if something is grown it’s somehow more environmentally friendly and I don’t think this research took the opportunity to challenge that and to look at the full life cycle.”, he says.

“Our plastics are made from a by-product of oil which used to be discarded. Unlike corn, you don’t have to clear fields and forests to grow it, to burn diesel ploughing and planting and then sending the crop for polymerization, and shipping it all over the world. Germany’s Institute for Energy and Environmental Research has concluded that oil-based plastics, especially if recycled, have a better life-cycle Analysis than bio-based plastics.”

Failsafe option

What Laurier found puzzling about the report was that it praised bio-based plastics for their compostability but, “It’s very odd for a report to say our plastics can’t be composted – when it’s not a claim we make.”

“That’s for a very good reason. The report itself quotes a composting company saying they don’t want post-consumer plastic of any kind because they would have to make sure that compostable plastic had been separated from ordinary plastic.

“The researchers say our plastics don’t biodegrade quickly enough, but quickly enough for what? We programme the products to degrade in 18 months because that’s what the retailers have asked for. We can speed this up but supermarkets want the products to have a useful working life, during which many of them can be re-used – 18 months is a lot better than 50 years out in the environment.”

Laurier believes the point of oxo-biodegradable plastic has been completely overlooked. Products containing the d2w additive can be recycled (see www.biodeg.org/positionpapers/recyclingl?domain=biodeg.org) but as composters and many recyclers are not keen to receive contaminated post-consumer plastic film one has to accept that a lot of plastic will end up in landfill. Although it will actually occupy less than 5% of total space perhaps it should be sent instead to modern incinerators, which do not cause pollution.

Even worse – in the real world much of it will be discarded where it cannot be collected and could lie or float around for decades. The government has no policy for dealing with it.

Fragments of d2w oxo-biodegradable products are no longer plastic and can be bioassimilated in the same way as a leaf

Then the obvious question, Laurier poses, is “what is wrong with a failsafe mechanism in the plastic to ensure that, as long as it has oxygen around it, it will disintegrate into fragments which are no longer plastic and can be bioassimilated in the same way as a leaf?”

Countries taking action

While the UK has not legislated to encourage biodegradable plastic, several countries have taken action.

In Hungary, Slovenia, Romania, Montenegro, Argentina and Brazil there are incentives for plastics which can biodegrade, and the United Arab Emirates passed a law at the start of the year to say that all plastic bags must be oxo-biodegradable.

“The major European countries and the US haven´t understood the technology yet, but the United Arab Emirates looked at it carefully and realised it was sensible to go for the fail-safe option,” adds Michael Laurier, CEO of Symphony.

Fonte – http://www.climatechangeandthefoodsupplychallenge.com/ClimateChangePages/index.html

Para a plastivida, plano do Carrefour de cobrar pelas sacolas penaliza o consumidor e não resolve a questão ambiental

Recentemente, a rede de supermercados Carrefour anunciou uma série de medidas para banir, em quatro anos, o uso de sacolas plásticas. No lugar das sacolinhas, a rede comercializará as sacolas retornáveis, além de sacolas biodegradáveis, que também serão vendidas na boca do caixa.

Este plano de banir as sacolas plásticas deve causar arrepios no xiquito banana. O apelido mudou depois que ele fugiu do debate sobre plástico e destinação final em Piracicaba no dia 19 de maio de 2009. De xico tóxico evoluiu para xico bisfenol tóxico e agora, pós Piracicaba, foi rebaixado a xico ou xiquito banana.

Apoiamos a iniciativa do carrefour de banir as sacolas plásticas de uso único com duas ressalvas. A primeira é que quatro anos é uma eternidade e nesses quatro anos a rede terá jogado no ambiente mais de 7 bilhões de sacolas.

O carrefour poderia simplesmente banir com um mês de aviso prévio aos clientes, isto é, quando o inverno chegar, as sacolas plásticas de uso único não serão mais distribuídas no carrefour. Estação nova, vida nova sem as malditas sacolas plásticas de uso único de plástico convencional que poluem, causam enchentes e matam durante mais de cinco séculos. Ficou horrivel? Não tem problema, temos certeza que eles tem um departamento de marketing para fazer uma campanha maravilhosa para banir as sacolas plásticas de uso único. Basta eles decidirem, agora, já!

A Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, lançou comunicado esta semana, apontando que a medida penaliza o consumidor de diversas formas. A primeira delas é em seu direito de escolher qual o melhor modo de levar suas compras para casa.

Sério xico? Você está realmente preocupado com o consumidor? Virou o procom agora xiquito? Nos poupe, declare suas reais intenções, que é não perder o lucro fabuloso de seus chefetes. Xico, a empresa vende o produto, agora, como o consumidor leva para casa, se de bicicleta, de ônibus, de metrô, caminhando, de carro, de moto, de carroça … isso é tão problema do consumidor como o acondicionamento das compras. Na verdade se a pessoa sai para comprar é o dever dela se preocupar como vai carregar o que for comprar. O consumidor tem o direito de levar nas mãos, na sacola retornável, no carrinho de feira, na mochila … e onde mais quiser, desde que não comprometa o futuro do planeta com os bilhões de sacolas de uso único que são distribuídas todos os anos no país. Xico, é uma imbecilidade, ou pior, um crime contra a humanidade, incentivar o uso de sacolas de uso único, que demoram 1 segundo para serem produzidas, são utilizadas por meia hora e depois ficam como passivo ambiental para nossos mais remotos descendentes resolverem.

Segundo pesquisa Ibope, 71% das donas de casa apontam as sacolinhas plásticas como as embalagens preferidas para transportar as compras e 75% delas são a favor do seu fornecimento pelo varejo.

Claro que sim xico. As pessoas são acomodadas e você usa isso para  justificar a existência dessas malditas sacolas. Quem ganha com as sacolas é somente o setor dos plásticos e mesmo a dona de casa que pensa em comodidade não gosta nada nada quando chega a chuva e as sacolas estão lá, entupindo bueiros e causando enchentes. O consumidor não tem que decidir se quer ou não sacolas, porque sempre vai preferir a comodidade. Quem tem que dizer que chega de sacolas de uso único são as leis, que estão ganhando espaço, cidade a cidade, estado a estado.

O outro ponto em que o consumidor será penalizado é no econômico, quando o Carrefour fala em cobrar “a preço de custo” pelas sacolas retornáveis. “Somos a favor das sacolas retornáveis, mas esta opção deve ser sempre do consumidor”, afirma Francisco de Assis Esmeraldo, presidente da Plastivida.

Aiaiai xiquinho, tão óbvio você nas suas defesas. O consumidor vai ter que adquirir a sacola retornável somente uma vez e vai utilizá-la por anos e anos antes de adquirir outra. Se o consumidor não quiser gastar adquirindo suas sacolas retornáveis, faça a sua própria, de trico, croche, costurada … a opção é do consumidor, desde que seja retornável.

Ele lembra que a pesquisa Ibope também apontou que 100% das donas de casa utilizam as sacolas para embalar o lixo doméstico. “Embalar o lixo em plástico é fator primordial para saúde pública. Então, o consumidor de baixa renda terá de pagar também pelo saco de lixo?”, questiona Esmeraldo.

Pode ser que 100% das donas de casa utilizem sacolas para embalar lixo, MAS, e é um grande MAS, ela não utiliza 100% das sacolas para acondicionar o lixo, porque se uma pessoa utiliza 1.000 sacolas por ano, só utiliza 365 sacolas por ano para acondicionar o lixo, sacou xico?

E completa: “Isso, sem falar de outras dezenas de alternativas de reutilização para as sacolinhas, já assimiladas pela população, entre elas carregar guarda-chuva molhado na bolsa, levar roupas para academia, embalar alimentos, o lanche das crianças, transformá-las em brinquedos como pipas, etc”.

Nooossa, só faltou dizer que as sacolas lavam, passam, cozinham, promovem a paz mundial …

A Plastivida acredita que a solução mais equilibrada está no investimento na informação e conscientização. Com pouco mais de dois anos, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, criado pela cadeia produtiva do setor, já conta com a participação de três dos seis maiores grupos varejistas do Brasil, de inúmeras outras redes, além do apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e de suas congêneres estaduais. Voltado para a conscientização da população sobre uso responsável e descarte adequado de sacolas plásticas, o Programa já reduziu 40% do consumo das sacolinhas na maior rede de supermercados do País. Informou a assessoria de imprensa.

Uia, se vocês lerem vários artigos sobre esse programa de uso irresponsável das malditas sacolas plásticas, verá que esses números mudam de acordo com os interesses. Às vezes eles falam de 12%, já ouvimos falar de 20% e agora deu um salto olímpico para 40% na diminuição. Pura balela para desinformar o consumidor e fazer este mesmo consumidor acreditar que as sacolas são fantásticas, quando são um dos grandes problemas ambientais da atualidade. Lembrem-se de que 10% de todo o lixo coletado diariamente em qualquer cidade do país é composto de sacolas plásticas de uso único e que banir estas sacolas significará aumentar a vida útil dos lixões e aterros imediatamente em 10%.

Sacolas plásticas de uso único tem que ser banidas agora, já!

Fonte – Boletim Informativo do SIRESP 440 de 19 de abril de 2010